COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Hoje Jean Wyllys impede curso para pastores, amanhã mandará fechar igrejas

Hoje Jean Wyllys impede curso para pastores, amanhã mandará fechar igrejas

Joel Engel
A tentativa do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) de impedir um curso para pastores ministrado pelo ex-homossexual Claudemiro Ferreira é uma mostra absurda da ditadura ideológica que o parlamentar está disposto a impor caso mantenha sua influência sob o Governo.
O curso previsto para acontecer entre os dias 19 e 23 do presente mês foi interrompido pela Justiça após o parlamentar – homossexual assumido e principal opositor da cultura judaico-cristã no país – ter denunciado ao Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) que o curso tratava a homossexualidade como “doença”.
Os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares foram intimados pelo Ministério Público a comparecer no Núcleo de Enfrentamento a Discriminação durante o evento em Brasília. Contra eles, foi feita por Wyllys uma acusação sobre “charlatanismo”. Uma denúncia absurda, já que o tema do evento não tem qualquer perspectiva de ter discurso de intolerância ou homofobia.
Wyllys está agora disposto a tudo para impedir e influenciar nos trabalhos das igrejas cristãs. Talvez seja por isso que o parlamentar seja favorável ao ensino do islamismo nas escolas públicas do Brasil. Se as lideranças não reagirem agora ninguém poderá impedi-los de interromper outras reuniões para intimar pastores a depor.
O fato é que há movimentos querendo impedir que a verdade seja pregada no Brasil. O cartaz do evento dizia somente: “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”. Agora é crime no Brasil ensinar que a homossexualidade é pecado? É justamente o que o deputado deseja, que a opinião contra a prática seja criminalizada, instaurando uma ditadura moral.
Wyllys, por exemplo, sente-se no direito de defender a prostituição como prática exemplar para a sociedade, inclusive apresentou um projeto para que as prostitutas tenham os mesmos direitos de trabalhadores comuns. Mas os cristãos não tem o direito de se posicionar contra a homossexualidade? Isso é revoltante. Mordaça, ditadura ideológica, autoritarismo e imposição é coisa de nazistas.
Não aceito ditadura ideológica, mordaça ou gueto, nem para mim nem para ninguém, nem para o crente nem para o ateu, nem para o heterossexual nem para o homossexual. Se qualquer pessoa tem o direito de defender o aborto, o uso de drogas, práticas criminosas, tem gente até favorável a pedofilia, e o Ministério Público não interfere, nós cristãos temos o direito de oferecer ajuda para homossexuais que queiram deixar essa prática.
O deputado gosta de acusar os cristãos de preconceituosos e fundamentalistas. Lenin quem disse: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” Wyllys é um oportunista que tenta  manter seu nome em alta as custas de perseguir e intimidar cristãos Brasil a fora.
Se nos calarmos agora, se os cristãos aceitarem essa imposição ideológica, devem estar preparados para verem pastores e padres sendo presos acusados de homofobia por pregar contra o pecado da prática homossexual em suas igrejas. Temos que dar uma resposta à altura a esse episódio.
O Ministério Público recuou na denúncia, decidiu arquivar o caso por não haver indício de discriminação após o depoimento de um dos palestrantes, que levou o promotor a conclusão óbvia: o curso é voltado para lideranças evangélicas interessadas em acolher homossexuais.
Nós cristãos precisamos aprender a enfrentar a apostasia e lutar contra a influência do mal na sociedade moderna. Precisamos nos posicionar em defesa do evangelho. Em Salmos 2:8 diz: “Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade”. Deus está disposto a nos entregar essa nação, para que o mundo testemunhe da sua glória, mas precisamos estar dispostos a nos posicionar contra a apostasia, o pecado, a depravação moral, o anti-cristo.
O que se insinua é que as pessoas podem escolher agir por qualquer motivo, menos pela fé. Isso é puro preconceito, intolerância religiosa, perseguição, cristofobia, violação dos direitos humanos, dos direitos constitucionais que nos garantem a livre manifestação de culto. O cristão deve ser sal e luz para o mundo e deve apontar o temor do Senhor e seus mandamentos como dever de todo o homem (Eclesiastes 12:13).
Ateus tem o direito de se manifestar contra a fé, mas não de tentar impedir a manifestação de culto. Se aceitarmos essa imposição ideológica, em breve nossas escolas de obreiros e escolas bíblicas dominicais serão fiscalizadas por órgãos públicos para ter seu conteúdo aprovado.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

DITADURA GAY, AJA CONTRA: "Padeiro cristão é processado por se recusar a fazer bolo para casamento gay"

Padeiro cristão é processado por se recusar a fazer bolo para casamento gay

Publicado por Tiago Chagas em 12 de novembro de 2014 

Padeiro cristão é processado por se recusar a fazer bolo para casamento gay Um empresário cristão na Irlanda do Norte está enfrentando um processo por “discriminação ilegal” após se recusar um pedido para fazer um bolo com um slogan de apoio ao casamento gay em sua padaria.

A controvérsia começou em maio deste ano, quando a organização de direitos gays local, QueerSpace, fez a encomenda para um casamento gay à padaria Ashers Baking Company.

O pedido do bolo incluía uma foto dos personagens Bert e Ernie, de “Vila Sésamo”, ao lado do logotipo do QueerSpace e da mensagem “Em apoio ao casamento entre homossexuais”.

A Comissão de Igualdade da Irlanda do Norte disse que iria tomar medidas legais contra Ashers Baking Company e que o caso tem implicações mais amplas para as leis de igualdade e discriminação na Irlanda do Norte.

“Este caso levanta questões de importância pública, à medida em que os fornecedores de bens e serviços podem recusar um pedido em razão da orientação sexual, crença religiosa e de opinião política”, disse a comissão em um comunicado.

Daniel McArthur, gerente geral da padaria de sua família, disse em um vídeo publicado esta semana que a padaria não iria recuar e que este caso seria mais uma “batalha entre Davi e Golias”.

“[A padaria] Ashers Baking Company está disposta a servir a qualquer cliente, independentemente do seu estilo de vida sexual. Mas nós não queremos ser obrigados a promover uma causa que é contra as nossas crenças bíblicas”, disse McArthur ao site do Instituto Cristão.

O padre Tim Bartlett, conhecido na Irlanda do Norte, ficou do lado da padaria. Em entrevista à BBC, disse que ele não iria trabalhar com a comunidade gay até que “o direito de todas as pessoas, neste caso os cristãos, tivesse sua liberdade de consciência respeitada pela Comissão para a Igualdade e pela comunidade gay”.
A Irlanda do Norte é a única região do Reino Unido que ainda proíbe o casamento gay, que foi legalizado na Inglaterra e no País de Gales, em julho de 2013, e na Escócia, em fevereiro deste ano. A República da Irlanda irá realizar um referendo sobre o casamento homossexual no início do próximo ano.

Fonte: GospelMais

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mais um passo da ditadura do lobby homossexual


Mesmo com a forte reação no mundo todo contra o chamado “casamento” homossexual, o Conselho Nacional de Justiça do Brasil oficializou esta barbaridade. Saiba mais

Alberto,
A partir do dia 16/05/2013 todos os cartórios brasileiros são obrigados a oficializarem a união
civil de pessoas do mesmo sexo.
Veja aqui como impedir que isso continue.
Afinal, aqueles que lutam pelo verdadeiro
casamento e pela família segundo a lei de Deus
continuam sendo a maioria que precisa apenas
de um incentivo para mostrar a sua voz.
Neste artigo você entenderá bem porque essa decisão foi tomada e quais as suas consequências:
Melhor do que isso: saberá como pode reagir
contra esse pecado que ofende diretamente às
leis de Deus e da natureza humana e verá que
nem tudo está perdido.
Leia este artigo e faça a sua parte.
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br


Fonte: www.ipco.org.br

sábado, 11 de maio de 2013

ESTARRECEDOR: O verdadeiro propósito do movimento homossexual

OBJETIVO DO MOVIMENTO GAY: DESTRUIÇÃO DO CRISTIANISMO E IMPLANTAÇÃO DE UMA DITADURA DE ESQUERDA QUE FAZ USO DO MOVIMENTO GAY.

Sábado, 11 de Maio de 2013

Fonte: http://ohomossexualismo.blogspot.com.br/2013/05/o-verdadeiro-proposito-do-movimento.html

Por Micah Clark

Mesmo sabendo que existem radicais em todos os movimento, isso não diminui o impacto da admissão da jornalista lésbica Masha Gessen. Num recente programa de rádio Gessen admitiu que os ativistas homossexuais mentem quando falam da sua radical agenda politica. Ela afirma que os ativistas homossexuais não querem ter acesso à instituição do casamento, mas sim redefini-la e eventualmente eliminá-la.
Isto foi o que ela disse recentemente numa entrevista da rádio:
É absurdamente óbvio que (os ativistas homossexuais) tenham o direito de casar [sic], mas é também absurdamente óbvio que a instituição do casamento não deveria existir. . . . Lutar em favor do casamento [sic] homossexual envolve mentir em relação aos planos que temos para o casamento, mal cheguemos lá - porque mentimos quando dizemos que a intituição do casamento não vai mudar, e isso é uma mentira.
A instituição do casamento vai mudar, e tem mesmo que mudar(NO PENSAMENTO DESTA TRESLOUCADA JORNALISTA). E digo outra vez, eu acho que nem deveria existir. Para além disso, não gosto de tomar parte na criação de ficção com a minha vida uma vez que não foi com esse propósito que eu "saí do armário" há 30 anos atrás.
PÉSSIMO EXEMPLO:Tenho 3 filhos que têm 5 pais, mais ou menos, e não vejo o porquê de não poderem ter 5 pais legalmente. . . . Conheci a minha nova parceira, e ela tinha acabado de ter um bebé, e o pai biológico desse bebé é o meu irmão, e o pai biológico da minha filha é um homem que vive na Rússia, e o meu filho adoptivo considera-o como um pai.
Portanto, os 5 pais dividem-se em grupos de 3 . . . E, sinceramente, eu gostaria de viver debaixo dum sistema legal capaz de aceitar esta realidade, e isso não é compatível com a instituição do casamento.
(Fonte: http://www.abc.net.au/radionational/programs/lifematters/why-get-married/4058506)
Há já algum tempo que os defensores do casamento natural tentam ressalvar que o verdadeiro propósito da agenda homossexual não é a "igualdade no casamento", mas sim a total subversão do casamento e a remoção dos valores tradicionais da sociedade. (Invariavelmente, isto incluirá esforços para silenciar e punir as igrejas que abertamente se mantenham firmes nos seus ensinos religiosos em torno do casamento e da moral sexual).

Embora poucos homossexualistas tenham sido tão vocais como esta ativista lésbica, nós temos vários exemplos que confirmam o seu argumento: sempre que existe a oportunidade de casar [depois da definição de casamento ter sido pervertida de modo a englobar o homossexualismo], quando comparados com os heterossexuais, poucos homossexualistas se dão ao trabalho de "casar". Isto levanta questões em torno da verdadeira necessidade de se subverter o casamento de modo a que os seus benefícios sejam "justamente" extendidos para as duplas homossexuais.

Apenas 12% dos homossexuais holandeses se casam, comparados com 86% dos seus pares heterossexuais. Em 1998 na Califórnia, menos de 20% das duplas homossexuais a viver em regime de coabitação se "casou" quando teve essa possibilidade.  Em contraste, 91% das duplas heterossexuais da Califórnia a viver na mesma casa encontra-se casada.

Claramente, tudo gira em torno duma mudança cultural e da destruição da ética familiar tradicional uma vez que a maior parte dos homossexuais a viver em regime de coabitação não precisa e nem quer casar - embora os ativistas tenham planos para alterar de modo radical a instituição do casamento.

Os gays e as lésbicas são livres para viver como eles bem entenderem - nós vivemos numa cultura que rotineiramente os aplaude tal como nunca os aplaudiu no passado - mas eles não têm o direito de impor sobre a sociedade a visão e os planos que eles têm para o casamento.



* * * * * * *

Como já dito no passado por várias pessoas, a utilidade do movimento homossexual vem com um prazo de validade. Como se pode ver pelas linhas de cima, o movimento homossexual mente quando diz que quer "igualdade no casamento" uma vez que, dada a escolha, os homossexuais universalmente rejeitam casar. Isto leva-nos a concluir que 1) o movimento homossexual não reflete os verdadeiros propósitos dos homossexuais, mas sim 2) os propósitos duma elite política esquerdista que deseja ardentemente destruir o NOSSO casamento (mantendo o deles intacto).

Olhar para o "casamento homossexual" como uma arma de subversão social (e não como uma genuína aspiração da comunidade homossexual) faz-nos entender o porquê duma minoria ínfima como os homossexuais ter tanto poder político. Na verdade, não são eles que têm essse poder, mas sim a esquerda militante 

Quando falamos do "movimento homossexual", portanto, estamos a falar de esquerdistas que usam o homossexualismo como arma contra o Cristianismo (inimigo número um do Marxismo Cultural), contra a tradição, contra a ética social conservadora, e tudo que joga contra a esquerda política. Isto é importante de se reter sempre que algum conservador se sentir constrangido em levantar argumentos contra o homossexualismo.

A verdade dos fatos é que muitos homossexuais se encontram do lado dos conservadores na luta pela preservação da instituição do casamento, portanto o homem ou a mulher que levantar críticas ao "movimento homossexual", pode muito bem ter ao seu lado outros gays a apoiar as suas palavras.

Como dito em cima, este "movimento homossexual", vem com um prazo de validade: isto significa que, como ele nada mais é que uma arma de ataque ao Cristianismo, se por acaso os esquerdistas forem bem sucedidos nas suas ofensivas e na sua neutralização das vozes Cristãs, o "movimento homossexual" perde toda a utilidade para a esquerda militante. 

Isto leva-nos a concluir que os homossexuais que, direta ou indiretamente, dão ao seu apoio ao "movimento homossexual", estão a preparar o caminho para uma futura ditadura da esquerda militante. Essa ditadura pode ter várias facetas, mas nenhuma delas será boa para a sociedade (e em especial para os próprios homossexuais).

Colaboração: @roberioficial (Pr. Robério)

Adaptação: Rev. Alberto Thieme

terça-feira, 7 de maio de 2013

Cai A Máscara Da Ditadura Gay: Estudos Revelam Que Ninguém Nasce Gay!


Cai A Máscara Da Ditadura Gay: Estudos Revelam Que Ninguém Nasce Gay!


Em carta aberta enviada para o Congresso, psicóloga Marisa Lobo, contra ataca argumentos pejorativos e preconceituosos acerca do assunto intitulado pelos ativistas gays de "Cura Gay". Na carta, Lobo enfatiza em pesquisas como um estudo que revela que a homossexualidade pode ser orientada como defesa há frustração emocional decorrente da relação familiar conflituosa, abusos e violência por exemplo( Freud, pai da psicanálise e Firense também Já falavam nessa verdade).
18/12/2012 11:30 por Redação
Excelentíssimos senhores  deputados,
Meu nome é Marisa Lobo Sou a psicóloga  que esteve na audiência Pública dia 27/11. Palestrando sobre o projeto do deputado João Campos apelidado maldosamente por oportunistas de “Cura Gay” defendendo o direito do profissional de psicologia de exercer sua profissão sem cerceamento de direitos.
Gostaria  de pedir aos senhores deputados que dessem  atenção a este meu texto e que de forma imparcial tentasse entender  meu ponto de vista , pois no dia da audiência devido ao grande tumulto não pude esclarecer pontos importantes que devem ser considerados. Não quero induzir  os senhores mas sim ajudar esclarecer a cerca da importância de no mínimo rever modificar estes artigos que são sim usurpação de poder, sentimos isso na pratica, no setting terapêutico.

                                                                                               
Segue abaixo alguns pontos importantes dessa discussão para apreciação dos senhores
1-      A partir  do momento que  a humanidade reconhece  a existência de ( Homossexuais - bissexuais e heterossexuais) afirmamos reconhecer as diversas formas de expressão da sexualidade. Logo, temos que reconhecer  também igualmente a   sua complexidade, bem como  reconhecer que dada a complexidade pode sim  essa sexualidade ser  geradora de conflitos psíquicos,  que  pode de  alguma forma,  estar causando dor ao sujeito , e que  este sujeito em questão, deva ter o direito de buscar ajuda, ainda que seja para tentar alterá-la.
Principalmente por não ser considerada doença e sim orientação, condição e ou opção conforme nos ensina a psicologia,  e não ser intelectualmente incapacitante  falando, é que  todo cidadão pode decidir por sí próprio.
Deve ser  dado a pessoa humana o direito de decidir pela sua vida. Ninguém pode e tem algum direito  contra essa máxima.( aqui falo de ser Gay, e Não ser mais Gay) A decisão do sujeito  é uma escolha consciente e pessoal.  Quando  reconhecemos esta verdade , então estamos promovendo o direito humano e liberdade de   livre escolha. De desejar pessoa do mesmo sexo e  de não desejar  mais pessoa do mesmo sexo.
2-       Nem a  Psicologia nem ciência alguma  tem poder para determinar se homossexualidade pode ser revertida ou não, pois para ela não há observação empírica que prove o nascimento de um homossexual, porém a   ciência comprova o não nascimento do homossexual dada a ordem cromossômica X e Y  . Todos os  estudos  e estudiosos até hoje só comprovam que : A  orientação sexual acorre após  o nascimento decorrentes das primeiras relações afetivas/e ou  conflitiva e entendimento da criança na construção de seus primeiros afetos, ou seja segundo a própria psicologia moderna a sexualidade é construída socialmente, Culturalmente.
Por essa ótica , se, pode ser construída então pode sim em alguns casos ser descontruída se for desejo da pessoa em questão, vejam que não estou sendo irresponsável de afirmar que pode acontecer  em todos os casos , mas sim existe essa possibilidade que  é comprovada pela existência dos ex gays e dos transtornos dos mais variados  que possam surgir devida a  conflitos com sua orientação sexual( homo, hetero e ou bissexual). ou vamos negar sua existência. E jogá-los a margem social, e cometermos mais discriminação?
Segundo Kinsey, Pai da sexologia autor do relatório Kinsey  citado por vários estudiosos da psicologia sexualidade inclusive por Cameron e Bell ,outros estudioso na área citados e usados como referência,  pela sexologia, psicologia, psiquiatria e por diversos estudiosos no mundo e principalmente pelos movimentos da luta de direitos da homossexualidade . há inúmeras  razões para que uma pessoa se torne um homossexual são elas  :
·         22% – Experiência precoce com adultos ou pares;
·         16% – contato contumaz com ambiente homossexual ;
·         15% – relacionamento distante com a mãe;
·         14% – relacionamento distante com o pai;
·         15% – Desenvolvimento incomum (“bulling” de ‘mariquinha’, ‘bichinha’,etc.);
·         12% – Parceiros heterossexuais indisponíveis
·         9%   – Falta de habilidade social;
·         9%   – “não se explica ”;
Para Kinsey, e outros especialistas da área que o seguem, os seres humanos não se classificam quanto à sexualidade em apenas duas categorias (exclusivamente heterossexual e exclusivamente homossexual), mas apresentam diferentes graus de uma ou outra característica extrema. Em resumo, seriam divididos nas seguintes categorias:
1-heterossexual exclusivo;2 heterossexual ocasionalmente homossexual; 3 heterossexual mais do que ocasionalmente homossexual;  4i gualmente heterossexual e homossexual, também chamado de bissexual; 5 homossexual mais do que ocasionalmente heterossexual; 6 homossexual ocasionalmente heterossexual; 7 homossexual exclusivo; indiferente sexualmente.
Neste parágrafo acima, podemos comprovar a diversidade da sexualidade  divulgada  por todos os grupos de militância  da homossexualidade e da  diversidade  sexual. Inclusive pela teoria Queer famosa por  tentar descontruir a sexualidade (heteronormatividade) e desvinculá-la do órgão sexual garantindo segundo essa teoria que todo sujeito tem todas as facetas da diversidade da sexualidade e pode sentir desejo por qualquer uma das expressões em algum momento de sua vida, ( não é meu pensamento) mas da teoria que propagam enfim.
Sendo está uma máxima para estes estudiosos ( sexólogos, sociólogos, militantes) por sí só provam que conflitos psíquicos  ocorrem em decorrentes da subjetividade e história particular de cada um e de sua diversidade sexual possível e  NÃO apenas  por  pressão social e ou religiosa como insistem em fazer a sociedade civil e política acreditar. Isso é uma clara indução ao erro, que induz ao preconceito e a perseguição religiosa rumo a Cristofobia que está se formando na sociedade isto é fato.
Não podemos para tentar eliminar a homofobia, gerar uma Cristofobia seria um caos, peço aos ilustres deputados  prudência e atenção redobrada pois um erro não pode justificar outro.
Importante: Estou citando deputados o relatório que foi O principal estudo usado para convencer a comunidade cientifica e psiquiatras por votação retirar a homossexualidade como doença da  Organização Mundial de saúde .Me pergunto porque usam  apenas parte do CONTEÚDO  deste relatório  em seus discursos? Manipulação? Perversão? Eu mesma respondo, usam apenas partes, a parte que favorece seus discursos, se usassem o todo, seriam cientista e não vêntrílocos oportunistas.
Referências  relatório kinsey ;( Bell, Allan; Weinberg, Martin; Hammersmith, S. Sexual Preference Its Development jn Men and Women. Bloomington: Indiana University Press, 1.981. – iden : Cameron, Paul; Camern, Kirk. What is an Homossexual. Journal of the Family Research Institute, 16/06/2.000 ).
O mesmo estudo revela  que a homossexualidade pode ser orientada como defesa há frustração emocional decorrente da relação familiar conflituosa, abusos e violência por exemplo( Freud, pai da psicanálise e Firense também Já falavam nessa verdade).

3-      Senhores deputados ,  Por esses e tantos motivos não podemos nós profissionais de psicologia limitar a relação terapeuta x cliente, pois podemos estar diante um conflito particular subjetivo onde só o paciente tem poder e acesso a sua  verdade e só descobriremos se atendermos de forma imparcial seu sofrimento, pois se, enxergar como um homossexual e não desejar ser um (egodistonia)  não estando satisfeito com sua condição e em alguns casos pode buscar ajuda para alterá-la como diz a própria resolução em sua explicação.
Mas o grave é que a  militância dos movimentos políticos da homossexualidade  pressionam a todos e ninguém tem a coragem de explicitar esses fatos essa verdade , pois só de falarmos já nos imputam o crime de homofobia e a vergonha de sermos conhecidos como preconceituosos e proselitista e isso não é o que nós que lutamos por igualdade queremos.

4-      
Verdade :O terapeuta apenas media conflitos sem colocar seu valor moral e ou princípios(fato). Não podemos induzir convicções de orientação sexual conforme alerta nosso código de ética, visando a liberdade  dignidade do nosso cliente em decidir por sí.(fato) e isso também deveria se aplicar senhores a não negar o direito de mudança de quem deseja, pois se assim o fizermos estaremos contrariando o próprio  conselho.( é muita confusão, isso não é uma verdade aceita e sim dissimulada) .
Exatamente  nestes casos que a existência da  resolução 01/999  como está, aliena sim, e  tem poder de contaminar o processo terapêutico  ela é desnecessária pois o código de ética já nos alerta dessa premissa básica. Só o Brasil tem esse tipo de resolução. Nenhum pais copiou esse modelo. esse discurso de profissionais que se declaram cristão  que maltratam gay, é absurdo e os senhores peçam um único exemplo de um caso ao conselho, um único e verão que nunca existiu.

Na verdade, foi uma artimanha inventada porque o que se pretendida na época de 1999 era  lutar contra as doutrinas das igrejas , que não entendiam e tão pouco sabiam lidar com a homossexualidade e muitas vezes sim agiam de forma questionável,   e colocaram a psicologia como arma( idiota útil) contra os possíveis profissionais que se declaravam cristãos. mostrando claramente o preconceito sem precedentes,  e que já nesta época ela a psicologia estava  fazendo era ferir suas diretrizes, sendo anti ética ,pois estava militando em causas políticas, de orientação sexual e religiosa, exatamente como condena que os profissionais façam, e me pergunto quem fiscalizou este conselho.
Os senhores entendem a confusão e como nós profissionais sofremos? tememos? o quanto ela é capciosa? pode ser manipulável por qualquer um?

Não é interessante que essa verdade seja divulgada, pois as políticas  publicas crescem e as verbas também. A realidade senhores é que muita gente lucra de certa forma com a defesa e propagação da homofobia. E muitos acabam sendo irresponsáveis e usando classe, profissionais, comentários, para induzir ao erro. ....Mas quem tem coragem de falar abertamente que isso acontece? Quem ter a coragem de defender esses ex.gay hoje com família e filhos, ou é mais fácil aceitar que eles são uns hipócritas que , de noite saem a busca de homens em saunas gays como ouvi da boca do senhor Presidente da GLBTT, no dia a audiência 27/11. Não seria pré conceito? Afirmar que todos os ex gays tenham este comportamento? Sabemos que existem esses que eu chamo de canalhas, mas vejo como forma de pornografia, como amoral, deslealdade, porém  ainda assim, que tem o direito de julgar? E negar que ele queira viver assim, e  ou busque ajuda?

5-      Todo ser humano tem o direito de ir e vir, pensar e agir ...( conforme assegura-lhe o artigo 5 da constituição Brasileira) .Toda pessoa humana tem dentro de sí , desejo e força individual para ser o que desejar , bem como uma capacidade de resiliência poder de ressignificação de vida particular onde só o sujeito tem acesso ninguém mais e esse poder essa vontade deve ser respeitado de um lado e de outro.

O conselho de psicologia pratica sim usurpação de poder quando limita, interfere dentro do lugar sagrado da terapia, e impede por força do medo e da alienação psicológica a eficácia do atendimento.
Tenho visto profissionais  inexperientes que para se livrar do cliente dizer categoricamente, que  não tem mudança, que ele tem que se aceitar sem nem mesmo tê-lo dado direito de estudar suas causas  suas dores e seu real desejo, apenas por estarem contaminados com uma ideia social imposta de que não existe ex gay. ou seja estão impondo de forma irresponsável um conceito de orientação sexual, se valendo do reverso da resolução que é no mínimo conflituosa. Existe ex gays, travesti, e conflitos de maturação sexual na adolescência , homossexualidade situacional por exemplo que não necessariamente são homossexuais legítimos. Todos sabemos disso, mas temos medo de falar?
6-      É sabido por todos nós que  não podemos considerar a homossexualidade mais como doença, que a palavra a palavra doença  foi retirada dos códigos de medicina(OMS-CID.DSM) porém a outros diagnósticos  foram mantidos que são  perfeitamente aplicáveis a transtornos possíveis decorrentes da orientação sexual de qualquer sujeito sendo( homo, hetero e ou bissexual).
Mas a resolução já impõe  e induz ao profissional a acreditar que não tem mudança e a negligenciar os conflitos bem como o poder do ser humano de decidir pela sua condição, e pior a induzir o conceito anti religioso de  que se acontecer será somente pela imposição de sua religião da sociedade e de forma irresponsável negligencia até mesmo a medicina que é a psiquiatria que assegura sim a possibilidade de conflitos, transtornos egodistonia ( cid 10 f66,f65,f64). Que podem ser mudados, se for o desejo do paciente.
7-      Peço  aos deputados que não se deixem intimidar por discursos de preconceito, que não tenham medo da mídia que só deseja IBOP e ganhos financeiros, e não se deixem enganar pelo discurso de que este projeto visa homofobia, é de religioso, porque assim sendo, serão igualmente preconceituosos, desde quando por um profissional ou deputado defender seus princípios ele é um “retardado” alienado? Que não pensa por sí?  desde quando uma pessoa por se declarar Cristã tem que levar o título de inculta e perseguidora de gays?  O deputado João Campos e todos nós sofremos preconceito e Bullyng de todas as formas. Como se inteligência fosse dado apenas aos ateus? E ou candoblêcistas?
O projeto  do deputado João Campos apoiados pelos deputados Marco Feliciano, Lucena, Eurico, Ismael, Senador Magno Malta,  entre outros que são sim evangélicos e assumem sua  fé publicamente , está sendo deturpado  e não podem estes deputados serem acusados de homofobia , porque o movimento GLBTT decidiu, porque receiam este projeto porque sabem da sua veracidade e verdadeira intenção.
Se o analisarem sem preconceito religioso  e com verdade imparcial, verão que  nem de longe tem haver com estas questões(homofóbicas) aliás queria ver provas de um único Cristão, pastor, profissional,  comprometido com DEUS que tenha matado ou espancado em Gay? Mas como se dirigem a nós parece mesmo, e se fossemos fracos emocionalmente entraríamos em depressão porque não é fácil ver o que este movimento tentando nos rotular e não ter força para mudar essa mentira.
8-      Como puderam observar na audiência Pública essa resolução da psicologia é protegida pelos movimentos GLBTT, que lucram com a condição homossexual e tem defensores e adeptos e todos os lugares e tem que ter mesmo pois é um grupo de pessoas que devem ser assistidas e tratada com respeito e dignidade , mas daí a abusar de poder por ser minoria e não aceitar o contraditório sem que isso os ofendam e dê margem, para criação de factoides que favorecem por força de mentira e manipulação de palavras e de indução ao erro de que o Brasil Cristão é homofóbico, é inaceitável e deve esta ideia ser combatida  para os que verdadeiramente promovem o bem  e não seus interesses grupais e ou individuais e mesmo de seus egos.
Fiquei indignada com a apresentação do senhor Tony Reis, mostrando casos de homofobia, violência, induzindo ao erro de que  nós psicólogos e ou pastores matamos aquelas pessoas e ou induzimos a alguém fazê-lo , o que é muito uma manipulação gravíssima.
Hoje ainda nesta data vi um Twitter do deputado Jean Wyllizs afirmando que as mortes e espancamentos são resultados dos discursos dos psicólogos cristãos e dos pastores psicólogos. Dada a gravidade deste comentário que induz claramente ao preconceito e a guerra , resolvi escrever-lhes esta carta. É pela pressão pelo grito que estes grupos querem vencer qualquer questão que se sentem ameaçados ainda que saibam que estão sendo intolerantes induzindo ao erro o que importa é não perder espaço.
Se os senhores ouvirem minha fala  no dia da audiência novamente perceberão que tentei apaziguar , mas eles não ouvem, porque já estão treinados a apenas ouvir o que lhes interessa não querem contraditório.
9-      Não podemos oferecer tratamento e não considerar a homossexualidade como doença, mas não podemos negligenciar que um ser humano pode apenas estar passando por um conflito, e pode não ser um homossexual exclusivo, como afirma o relatório  kinsey e todos os estudos sobre a homossexualidade no mundo.
Sabemos e temos que ter esse cuidado pois  tudo que se relaciona a causa dos militantes da política homossexualidade  gera tumulto e preconceito de ambos os lados. Pois é uma guerra de ego, de direitos requeridos, posições de certa forma até necessária, isso é democracia. Entretanto  temos que ser imparciais, são vidas que estão sendo envolvidas e penso que a responsabilidade neste momento está nas mãos dos senhores
Sem paixões deputados e ou religiosidade que não cabe neste momento, nós profissionais estamos sim sofrendo com estes dois artigos da resolução que devem ser sustado, pois o código de ética já garante um atendimento de qualidade, não há necessidade desse exagero. Nossa profissão não pode ser condicionada a um artigo, que  limita e condena o profissional sem mesmo ter cometido um delito além de usurpar o direito da pessoa humana do profissional de decidir e exercer sua liberdade de expressão. Não podemos ser amordaçados, não neste caso pois a informação verdadeira tem que ser repassada e pela resolução todos temos que engolir decisões sociais e não científicas.
Por outro lado entendo a preocupação do CFP, mas a própria resolução termina dizendo que pode mudar conforme as transformações sociais. Ou seja ela mesma conclui  que nada é absoluto e que a psicologia tem mais de social do que científica( grifo meu).
Além do mais esta resolução virou uma arma contra profissionais e a favor de grupos militantes gays de má índole, pois pode ser  usada para incriminar profissionais , pelo simples motivo de transferirem suas frustrações sobre o terapeuta o acusando de má fé e de curandeirismo.  E não existe em nenhum outro país do mundo.
10-   Por estes motivos venho pedir que  em nome da democracia sustem os artigos propostos pelo Deputado João Campos, aprovem o Projeto de Decreto Legislativo 234/11, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), que pretende revogar parte da resolução do Conselho Federal de Psicologia que impõe regras aos profissionais da área na relação com pacientes homossexuais.  para garantir direitos daqueles que desejam buscar ajuda, para mudar sua orientação condição e ou opção e sexual ainda que seja para resistir a  desejos por pessoas do mesmo sexo e formar uma família se este for seu desejo.
Não podemos negar este direito ao cidadão de ser homossexual e também não podemos impedir por força discriminatória de resolução o homossexual  em conflito de buscar ajuda e de ter uma pesquisa honesta sobre sua real condição, quando isso for possível , se esse for o verdadeiro desejo dessa pessoa. Ex GAYS Deputado existem e a secretaria de  direitos humanos, o estado e mesmo o parlamento tem que dar conta desse grupo que tem surgido cada vez mais, ex heterossexual  merecem igualmente respeito. A moeda deputados tem dois lados sim.
11-   Uma pergunta faço aos senhores Porque o Ex Heterossexual  tem direito a recorrer ao atendimento da psicologia  sem que sofram preconceito  algum porque os que querem deixar a homossexualidade não podem nem ao menos tentar sem que isso se transforme em luta pela condenação da homofobia? A resolução diz que não nega esse direito, mas na pratica nega sim, sou testemunha disso, e do medo que envolve esses dois artigos da resolução.
Não podemos ser idiotas úteis nas mãos de oportunista que na verdade estão pouco se importando com a verdade simplesmente e sim com suas bandeiras, e com medo de perder suas conquistas. Ora veja estamos falando de vidas e famílias, filhos que tem se formado a partir da desconstrução  do desejo homossexual por alguns que necessitam neste caso de ajuda.
Quanto aos profissionais que obrigam, e ou ofereçam cura , concordo que devam ser responsabilizados, mas temos leis e código de ética para  tomar as providências cabíveis, ou será que nossa constituição nossa leis não valem nada?
“Bandeira dos direitos humanos não pode ser usada como arma ideológica das minorias contra as maiorias, de forma unilateral, direitos humanos é para todos, inclusive para ex Gays e para a pessoa humana do profissional”.
Grata pela atenção
Marisa Lobo psicóloga. 41-78177494 marisalobo@globo.com
Referências  relatório kinsey ;( Bell, Allan; Weinberg, Martin; Hammersmith, S. Sexual Preference Its Development jn Men and Women. Bloomington: Indiana University Press, 1.981. – iden : Cameron, Paul; Camern, Kirk. What is an Homossexual. Journal of the Family Research Institute, 16/06/2.000 ).
Fonte: Marisa Lobo
Informe se a matéria foi edificante:
Fonte de onde obtivemos este artigo: http://feemjesus.com.br/noticia/cai-m%C3%A1scara-da-ditadura-gay-estudos-revelam-que-ningu%C3%A9m-nasce-gay

quinta-feira, 4 de abril de 2013

IMPORTANTE VÍDEO:Marco Feliciano fala sobre aborto e diz que movimento LGBT quer impor uma “ditadura gay” no Brasil. Assista

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/marco-feliciano-movimento-lgbt-impor-ditadura-gay-brasil-52188.html

Desejando ver toda a matéria, clique no link acima. "O pastor e deputado voltou a criticar a determinação do Conselho Federal de Psicologia sobre a reorientação de homossexuais, que proíbe os profissionais da área de oferecerem ajuda nesses casos: “Um homem, cansou de namorar uma mulher e ele está com problema psicológico. Ele vai ao Conselho Federal de Psicologia ou ao psicólogo e diz: “Olha, eu queria me reorientar. Não sei, de repente eu passei a ter uma paixão por pessoas do mesmo sexo”. O psicólogo está amparado pela lei do Conselho Federal de Psicologia para cuidar da pessoa. Se houver alguém no sentido contrário, um homossexual, ele cansou desse estilo de vida, de repente ele viu que não dá certo, ele quer se reorientar, ele quer procurar um psicólogo e falar assim: “Olha, eu sou homossexual, mas eu quero que você me ajude a voltar como eu era antes quando eu nasci. Eu gostava de mulher, ou eu gostava de homem. Eu quero que você me ajude a me reorientar”. Sabe o que o psicólogo vai dizer para ele? “Por favor, saia do meu consultório agora. Porque se alguém souber disso eu vou ser cassado pelo Conselho Federal de Psicologia”. É uma desproporcionalidade. Você pode ir para um lado, mas não pode ir para o outro. O movimento GLBT se levanta com uma doutrinação nacional.
Eles se levantam nesse nosso país com uma ditadura, uma ditadura gay”, escreveu Tiago Chagas, para o Gospel+.

VEJA Vídeo completo: Marco Feliciano no Poder e Política do UOL e Folha http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=l4fq9wxOFvk

ADENDO ADHT: GASTE UM MINUTO QUE SERÁ MUITO BEM GASTO, ASSINANDO AS PETIÇÕES do link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2013/03/temos-que-mudar-isto-dep-marco.html , com mais de 9.000 vistas.

terça-feira, 12 de março de 2013

Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos (parte 2): 'goela adentro não passa'

Por Rubens Teixeira em 11 de março de 2013


ADENDO ADHT: O que está em jogo não é a pessoa do Parlamentar, mas sim por ser ele um CRISTÃO a Presidir a Comissão da SDH, agora. Temos que nos UNIR, REAGIR, rápido, ASSINANDO A PETIÇÃO deste LINK: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADHT. ASSINE, AGORA, ANTES DE PROSSEGUIR A LEITURA !

Depois que escrevi o artigo “Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos: por um bebê triturado de sobremesa”, li muitos comentários feitos pelos leitores e resolvi escrever este segundo artigo. Alguns eram favoráveis, outros contrários e outros ofensivos, inclusive com xingamentos. Não respondi e não respondo comentários insultuosos e desrespeitosos, pois não dialogo neste nível que requer certa vocação para navegar por vocabulários chulos e de baixo calão, talvez frutos de falta de argumentos, “vestida de carapuça” ou mesmo de uma educação obtida na infância.

Percebi que os ataques ao deputado Marco Feliciano fundamentam-se basicamente em dois pilares: acusam-no de racista e homofóbico. Fui atrás das razões destas denúncias para saber se definitivamente são fundamentadas. A acusação de racista reside no fato de ele ter citado uma corrente de pensamento em que Cão, filho de Noé, teria sido amaldiçoado e foi para a África. Por conta disso, aquele continente é tão sofrido. Particularmente, discordo desta corrente e até acho que o deputado deve ter cometido um ato falho ao referir-se a ela.

Pelo que eu saiba, não conheço qualquer pessoa que tenha sido discriminada por racismo pelo parlamentar. Isso me leva a pensar que esta reprodução de uma linha de pensamento não tinha a intenção de atingir negros ou africanos. Até porque, as pessoas de bem querem ver o fim da miséria em todas as partes do mundo, mas às vezes questionam a razão de haver lugares em que predomina tanto esta mazela social. Quem nunca teve curiosidade de saber com exatidão o motivo de existirem diferenças nas características dos povos? Uma citação equivocada a respeito desta questão seria racismo? Acredito ser um exagero, até mesmo porque o deputado já foi chamado a dar as suas explicações. Em entrevista à revista Época, ele disse “que tudo não passou de uma ‘infelicidade’”.

Ninguém, em sã consciência, aguenta ver pessoas sofrendo, em qualquer parte do mundo, sem tentar entender as origens e sugerir soluções. O religioso, de uma maneira geral, vê o bem como bênção e o mal como maldição. Daí, uma desgraça, qualquer que seja, poderá sempre ser vista como maldição e isto não é um ataque às pessoas, mas às situações. Nestes casos, os cristãos oram para que a maldição vá embora. Portanto, não é uma sentença amaldiçoadora e nem discriminação aos eventualmente afetados pela desgraça, mas sim um ataque ao mal espiritual que afeta às pessoas. Um esforço para libertá-las. É esse o pensamento cristão sobre o tema: queremos ver as pessoas abençoadas e livres do sofrimento, livres de maldições.

A Constituição da República, no Art. 5˚, afirma que “XLII a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei”. Ressalta-se que matar alguém, isto é, a prática de homicídio, prescreve, o racismo não. Além de não se poder pagar fiança para responder em liberdade. Como está acontecendo uma campanha na mídia contra o deputado, muitos, de boa fé, estão sendo insuflados a ficarem contra ele. Afinal, como apreciar um “racista e homofóbico”? Só que estão exagerando na dose. Embora a declaração tenha sido infeliz, segundo ele próprio admite, não foi condenado por qualquer crime.

Alegaram também uma declaração do parlamentar no Twitter como justificativa para as acusações. Contudo, não abordaram o que veio antes ou em que contexto estavam aquelas palavras. Muitas pessoas se dizem membras de religiões, ateias, ou de algumas etnias e postam desaforos, xingamentos, demonstrando ódio aos que discordam delas. Essas tais, a parte da mídia panfletária finge que não vê e dá imunidade. Quem recebe esses insultos e quer dar resposta a uma avalanche de ofensas, se não ficar atento, pode, sem ter a intenção, parecer que está generalizando, especialmente no caso do Twitter que admite apenas 140 caracteres. Certamente foi, infelizmente, o que aconteceu e não deveria ter acontecido, mas fingem não entender. Com isso, essa parte da mídia tendenciosa acaba desprezando a realidade dos fatos e explorando apenas uma versão. Não importa o que o deputado quis dizer, mas o que querem fazer parecer que ele tenha dito no intuito de condená-lo.

Com relação à homofobia, não consegui encontrar nada que justificasse esta declaração, aliás, alcunha dada a todos que dizem que a prática homossexual é pecado. A Bíblia diz que vários atos, ligados à área sexual, comumente praticados na sociedade, são pecados. Dentre eles o adultério, a fornicação (sexo antes do casamento), o homossexualismo, e até a cobiça sexual, mesmo sem a prática do ato. O fato de a Bíblia dizer que é pecado e as igrejas cristãs pregarem isso, não significa que pessoas que adulteram, que fornicam, que cobiçam, ou mesmo que praticam a homossexualidade sejam odiadas, desrespeitadas ou mal quistas.

Há pessoas que frequentam igrejas e ainda se mantém nestas práticas. Quando pedem auxílio, são ajudadas, orientadas e respeitadas. Aliás, elas ficam nas igrejas porque querem. Se não quiserem ouvir conselhos, basta saírem de lá. Se permanecem nas igrejas é porque estão se sentindo bem. Ademais, muitas testemunham ter mudado de comportamento, deixando o adultério, a homossexualidade, etc. Quem quiser se manter nestes hábitos, tem liberdade para tal. Os cristãos não fazem passeatas, abaixo-assinados e outras coisas que possam representar uma pressão para impedimento das liberdades sexuais de cada um. Todavia, os que querem mudar de comportamento, deixando a homossexualidade ou qualquer outra prática sexual ou não, não merecem ser apoiados e terem seus direitos humanos e liberdades individuais também respeitados?

Imagino, pelas estatísticas, que haja mais pessoas que tenham relações sexuais sem serem casadas do que pessoas que praticam a homossexualidade. Nem por isso os que mantém relações sexuais fora do casamento chamam aqueles que ensinam a prática do sexo apenas no casamento de adulterofóbicas ou fornicariofóbicas. As relações sexuais, em geral, são dos atos mais privados que se praticam. Neste aspecto, os indivíduos fazem de suas vidas o que quiserem e não precisam prestar contas publicamente de seus atos privados.

Por outro lado, não existe um rol exaustivo do que é pecado. Pecado é tudo o que contraria a lei e os princípios de Deus. Normalmente, as pessoas quando cometem um desses erros são avisadas pelas suas próprias consciências: umas as ouvem, outras não. Os resultados da rebeldia contra a própria consciência só cada um pode falar de si mesmo. As pessoas podem ter domínio sobre as suas próprias vontades e não submetê-las a outras, mas ninguém consegue mudar a “voz da consciência”, porque ela é independente e não se sujeita à vontade nem mesmo do seu “dono”: a consciência é nossa, mas o controle dela, não. Alguns se irritam quando ouvem algo que a sua consciência já havia falado antes. O conselho soa como acusação, pois coincide com a condenação da própria consciência e, por conta disso, às vezes reagem com violência.

Entretanto, a Bíblia ensina que uns têm a consciência cauterizada e escolhem desrespeitar a lei de Deus. A esses, o Apóstolo Paulo ensinou: “Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si”. Romanos 1:24. Por esta razão, ninguém pode impor regras morais. Se uma pessoa escolhe não segui-las, mesmo se dito a ela que são leis de Deus, não será por imposições de seres humanos que mudará o seu rumo. Em contrapartida, aqueles que as querem seguir, devem ser respeitados e não podem ser acusados de qualquercoisafóbico.

Fiquei assustado porque recebi um e-mail identificado como “Pedro Abramovay – Avaaz.org”. Só para lembrar, este site foi o mesmo que inscreveu um abaixo-assinado contra o pastor Silas Malafaia. Alguém entrou no citado site e inscreveu um segundo abaixo-assinado favorável ao pastor. Quando o segundo passou o primeiro, o Avaaz.org não se envergonhou e mostrou seu perfil antidemocrático e panfletário, em prol das causas que lhe interessam, e retirou do ar a petição vencedora favorável ao pastor Silas Malafaia. Portanto, cuidado com esse site. Parte do e-mail, o que não me surpreendeu, dizia: “É revoltante! O pastor Marco Feliciano, conhecido por comentários racistas e homofóbicos, foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), a portas fechadas. Eles acham que conseguem ignorar a opinião pública, mas se todos nós dissermos NÃO em uma única voz agora, vamos tirá-lo de lá!” A portas fechadas, depois das agressões do dia anterior, mas diante de todo o Brasil, diferente de se manipular a opinião pública com vetos de abaixo-assinados. Ademais, nem todos dirão o NÃO como o Avaaz pretende. Parece que querem unanimidade e não sabem lidar com divergências.

Há também o debate se o deputado tem uma história de envolvimento com o tema “direitos humanos”. Essa abordagem trata o assunto como se o tema fosse algo de alta complexidade, distante da realidade da vida diária, e não algo de elevada afinidade com todos os cidadãos por afetar diretamente a cada um, suas famílias e comunidades das quais fazem parte. Definitivamente há comissões, como a relacionada à ciência e tecnologia e outras, cujos temas são bem mais complexos do que este e que as pautas não são debatidas diariamente na sociedade com o mesmo impacto que os direitos humanos. Na verdade, a falta de afinidade que querem combater não é a do parlamentar com os tópicos da comissão, mas sim do pensamento do deputado com o pensamento destas pessoas. Por conta disso, estão fazendo um perverso policiamento de ideias com elevado grau de discriminação ideológica que fere de forma mortal os direitos humanos dos quais dizem defender. A violência física, psicológica e moral que estão impondo ao parlamentar e a todos que pensam como ele é algo que ataca violentamente aos direitos humanos.

Contudo, a escolha para exercerem os mandatos nas casas legislativas são políticas, são pelo voto, não pela via técnica, por concurso público ou por notório saber em alguma área. Deputado não faz prova para ter mandato, é eleito. O povo escolhe, em geral, não pela elevada capacidade de conhecimento de um tema, mas sim por outras razões relacionadas à capacidade que o parlamentar tem de entender a vontade do povo e buscar solução para os seus problemas. Intelectual ou não, o desempenho em benefício do povo está associado à sensibilidade que se tem aos seus anseios. Apesar disso, há grupos de perfis bem diferentes na sociedade. O deputado eleito por um grupo não pode ser “deseleito” por outro: não existe voto negativo que anula o positivo, como estão querendo impor, neste caso, alguns ativistas associados à mídia panfletária.

Como é da natureza da política, as escolhas nas casas de leis são naturalmente influenciadas por negociações políticas. Isso não é novidade. É um ônus da democracia. Quem “repudia” esses ônus não tem afinidade com ela, mas mostra simpatia por autoritarismo. Em todas as comissões há parlamentares que pensam igual ou diferente de alguém. Caso o deputado Marco Feliciano não tenha afinidade com o tema da comissão, como alegam, seria isso um caso isolado? Se não é, qual o motivo desta campanha toda contra o seu nome? Se o argumento usado não se sustenta, é porque a razão da campanha é outra, mas isso já parece bem evidente. Quem entrou nesta gritaria, ou afagou os protestos para tentar “expulsar” de forma antidemocrática o deputado de lá, pode estar com a mente impregnada com a ideia de que a pregação cristã é homofóbica e por isso cristãos não são pessoas adequadas a falarem sobre direitos humanos. O que é lamentável.

Definitivamente há uma inversão de valores. Quem é contra os princípios cristãos pode manipular, agredir, xingar, ofender, caluniar, difamar, porque parece contar com mãos ternas das instituições públicas que não responsabilizam os agressores. Estão isentos da legislação penal, dos seus efeitos e nada “pega” contra eles: zombam de símbolos religiosos, ofendem, manipulam informações, caluniam, difamam, agridem, mas o Estado é delicado nesses casos. É um comportamento nada equidistante de algumas instituições públicas com relação aos cidadãos. O Estado não pode preferir uns em detrimento de outros.

Esse indevido salvo conduto permite aos agressores revelar seus ódios e serem cristofóbicos à vontade. Para atacar evangélicos e católicos, têm carta branca. Os que querem preservar os valores cristãos, como a vida, ao serem contra o ritual maligno de trituração de crianças indefesas pelo aborto, os que buscam proteger a família tradicional, os que são contra descriminalização das drogas, da prostituição, que não concordam com experiências “inovadoras” do ensino de sexualidade alternativa na educação de crianças, que não são politicamente corretos com esta tentativa de ruptura de valores, e que para isso não xingam, não batem, não caluniam e não difamam, estes tais, são alcunhados de homofóbicos.

Entretanto, como em uma boa democracia, cada um faz o que quer com a sua própria vida, sem precisar comprometer o próximo com suas opiniões. O que um concorda, outro pode discordar e expressar seu pensamento. O que um faz, pode ser copiado, ou criticado por outro livremente. Não existe prática sexual ou moral inatacável, podendo cada um escolher o que é bom para si e para sua família. Contudo, há pontos inegociáveis: aborto é assassinato em que a pessoa que mais devia proteger a vítima, a mãe, entrega para o algoz que é um profissional que tem obrigação legal e moral, por juramento, de defender a vida: o médico. Não queremos legalização das drogas e da prostituição. Não queremos crianças sendo dadas a adoção como cobaias.

Há grupos que não querem o debate, querem o silêncio dos cristãos enquanto eles gritam. Entretanto, o Estado precisa ser igual para todos: não pode ser leniente quando se tratar de ataques a cristãos e solidário quando defender os princípios anticristãos. A maioria dos evangélicos estão entendendo o linchamento ao nome do pastor Marco Feliciano como um linchamento à comunidade cristã. Claro, nesta batalha não podemos desconsiderar a existência de trânsfugas: os que passam para o outro lado. Contudo, é bom que saibam que os verdadeiros cristãos, que amam a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo, não mudarão seus princípios em prol de uma nova ordem “imposta” por uma minoria agressiva: novos valores não passarão, por nada, goela adentro.

Por Rubens Teixeira


Pastor evangélico da igreja Assembleia de Deus • Doutor em Economia pela UFF • Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME • Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA • Engenheiro de Fortificação e Construção (civil) pelo IME • Bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) • Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN)


ADENDO ADHT: O que está em jogo não é a pessoa do Parlamentar, mas sim por ser ele um CRISTÃO a Presidir a Comissão da SDH, agora. Temos que nos UNIR, REAGIR, rápido, ASSINANDO A PETIÇÃO deste LINK: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADHT. ASSINE ESTA PETIÇÃO AGORA SE VOCÊ CONCORDA QUE É MELHOR TEMOS UM PASTOR NA PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DA SDH QUE DEFENDE OS VALORES DA FAMÍLIA E CASAMENTO TRADICIONAIS, CONTRA O ABORTO E CONTRA O ATIVISMO E A AGENDA GAY, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!
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