COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Examinando as alegações (e as ações) dos ativistas homossexuais (Gaystapo) contra autor do ESTUDO sobre crianças criadas por pares de homossexuais.

 Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido


A Universidade do Texas em Austin afirmou que levou a cabo uma investigação e não encontrou qualquer evidência de má-conduta no estudo que apurou que as crianças de "famílias" homossexuais "são mais susceptíveis de: 1) reportarem estar sem emprego, 2) serem menos saudáveis, 3) serem mais deprimidos, 4) terem traído o/a esposo/a  ou o/a parceiro/a, 5) fumar,  6) ingerir drogas, 7) terem tido problemas com a lei" do que as crianças de famílias tradicionais pai-mãe. Num comunicado da Universidade do Texas, emitido recentemente, lê-se:


A Universidade do Texas determinou que nenhuma investigação formal é necessária em torno das alegações de má-conduta científica apresentadas contra o professor assistente Mark Regnerus em relação ao seu artigo de Julho último publicado na revista Social Science Research.

O comunicado dizia ainda que o painel consultivo composto por 4 altos-membros do corpo docente da universidade foi consultado, para além dum consultor externo com o nome de Alan Price, a quem foi pedido que revisse as acusações como parte do inquérito que a universidade estava a fazer devido às alegações feitas pelo homossexual  Scott Rosensweig numa carta enviada à escola.


A conclusão foi a de que os assuntos listados englobavam-se na cláusula de que "erros comuns, diferenças bem intencionadas de interpretação dos dados, desacordos académicos ou políticos, opiniões pessoais ou profissionais bem intencionadas, ou comportamentos ou pontos de vista morais e éticos não são má-conduta."

A universidade disse que considera o assunto fechado depois de Robert Peterson, Oficial da Integridade na Pesquisa, ter dito aos oficiais que "nenhuma das alegações de má conduta científica avançadas pelo senhor [Rosensweig]  foram confirmadas pelos dados físicos, pelo material escrito ou pela informação disponibilizada durante as entrevistas." Ele escreveu que "não existiam evidências" que apoiavam a inferência de Rosensweig de que, como ele acreditava que havia falhas no estudo, então tinha que ter ocorrido má-conduta científica.

Regnerus (na foto) havia escrito um comentário em torno do seu estudo no Slate.com, onde ele dizia que um "tema recorrente" entre os adultos, educados por "pais" do mesmo sexo e que reportavam "mais parceiros e parceiras sexuais, mais vitimização sexual, e eram mais prováveis de olhar negativamente para a sua infância" que as crianças de famílias pai-mãe, era "a instabilidade familiar, e muita dela."

Ele explicou que este estudo "recolheu dados de modo aleatório entre os jovens adultos Americanos - que, para além dos censos, foi o maior conjunto de dados populacional preparado para responder a questões em torno de famílias onde as mães ou os pais estavam num relacionamento homossexual."

Regnerus disse que todos os participantes que responderam de modo afirmativo foram entrevistados:


Como viemos a saber mais tarde, as diferenças eram numerosas. Por exemplo, 28 porcento dos adultos que foram educados por mulheres envolvidas numa relação homossexual encontravam-se presentemente sem emprego, comparados com os 8 porcento daqueles que foram educados em famílias compostas por um pai e uma mãe.

Quarenta porcento dos primeiros [educados por lésbicas]  admitem terem tido um caso enquanto já se encontravam casados ou em regime de coabitação, comparados com os 13 porcento daqueles que foram educados por um pai e uma mãe.

Dezanove porcento dos primeiros disse que se encontravam por essa altura, ou haviam estado recentemente, em psicoterapia devido a problemas com a ansiedade, depressão, ou com relacionamentos, comparados com os 8 porcento dos últimos. 
Estas são apenas 3 das 25 diferenças que descobri.

Ele disse que o ponto principal do estudo é que "os cientistas sociais, os pais, e os proponentes fariam uma decisão mais sensata se daqui para a frente simplesmente evitassem assumir que as crianças estão bem."

Num comentário também presente no Slte, William Saletan escreveu:


Mark Regnerus é intolerante e cheio de ódio. ... A sua mais recente pesquisa em torno da paternidade homossexual [sic] é intencionalmente enganadora, e busca rebaixar os pais gays e as mães lésbicas .... A sua "ciência-lixo" não merece cobertura ou credibilidade.

Rosensweig havia alegado que existiam problemas com o estudo de Regnerus devido ao facto dele ter "aparentemente falsificado os dados", "ter construído a metodologia de pesquisa duma forma aparentemente inadequada e inapropriada", ter sido "mal-intencionado, usado comparações inválidas" e que ele "aparentemente alimenta a confusão difamatória da NOM que associa os homossexuais com os pedófilos."

Mas a universidade determinou que "visto que nenhuma evidência foi disponibilizada que confirmasse que o comportamento em questão tenha sido fruto de má-conduta científica, nenhuma investigação formal é necessária.”

A Alliance Defending Freedom disse que o estudo da New Family Structures “sugere que existem distinções nos resultados para os jovens adultos criados nos mais variados ambientes, com experiências familiares distintas”. David Hacker, consultor jurídico sénior da ADF, afirmou:


As universidades Americanas devem sempre servir de mercados livres de busca da verdade. Discordar com as conclusões dum estudo não é o suficiente para se levantarem acusações de má-conduta. ... Nós não estamos surpreendidos com o facto dessas acusações terem sido determinadas como sem fundamento. Este estudo compreensivo, revisto por pares, foi composto por académicos e pesquisadores das mais variadas disciplinas e com pontos de vista ideológico distintos, num espírito de cordialidade e razoável averiguação dos factos. Concordamos com as conclusões do inquérito levado a cabo pela AT-Austin.

Fonte http://bit.ly/1mKXTys

* * * * * * *


Agora que o estudo cientifico do Professor Mark Regnerus está confirmado como válido, as suas conclusões têm que ser levadas em conta por quem realmente acha que o ambiente homoerótico é um ambiente saudável para o desenvolvimento normal duma criança. A ciência claramente revela que esse ambiente não é benéfico para as crianças, mas as nossas elites, na sua sede de destruir a ordem social, continuarão a avançar com a sua agenda. Quem perde com isso são as crianças.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Dra.Marisa Lobo: Protesto em apoio a ela contra o CRP-PR é esvaziado por medo de agressões por ativistas gays, diz organização

Por Dan Martins em 13 de março de 2013



O ato público organizado pela Associação de Psicólogos e Profissionais Pró Família nessa segunda feira (11) em apoio à psicóloga Marisa Lobo em frente ao Conselho Federal de Psicologia (CFP) foi esvaziado por seus organizadores por causa de ameaças de ativistas LGBTT.

De acordo com a psicóloga, o cancelamento da presença de muitos manifestantes, sobretudo jovens, no ato público foi solicitado por ela depois de uma discussão com um grupo de ativistas que se denominavam do movimento LGBTT, e fizeram uma página no Facebook convocando ativistas para estarem no local.

O pastor Israel, da Igreja Promessa de Curitiba, e o pastor Bethovem da Igreja Metodista cancelaram a ida de jovens à manifestação após conversarem com a psicóloga por telefone, por medo de atos de violência, sobretudo depois do ocorrido em protesto organizado por ativistas gays contra o pastor Marco Feliciano em frente a filial da Catedral do Avivamento.

O pastor Thiago Ferro, da igreja Sara Nossa Terra, que também cancelou a ida de jovens liderados por ele ao evento por medo de agressões por parte dos ativistas, compareceu à manifestação e se mostrou indignado com o comportamento dos supostos ativistas do movimento LGBTT.

- Não nos calaremos mais, mas vamos providenciar reforço policial de agora em diante, e vamos fazer o que sabemos fazer: orar, jejuar. Mas agir de forma legal, pois é impossível que a sociedade e a imprensa não vejam o que acontece aqui neste conselho, e o que está acontecendo no mundo. Nós que somos pastores acompanhamos o conflito dos psicólogos sendo vigiados, tendo seu direito cerceado e sendo taxados de homofóbicos pelo simples motivo de se dizer cristão em público (sic) – declarou o pastor Thiago Ferro

A psicóloga informou ter entrado com a Polícia Federal após sofrer ameaças dos ativistas, que em seguida retiraram a página do ar deixando apenas uma nota de cancelamento da mobilização contrária àquela organizada pela Associação de Psicólogos e Profissionais Pró Família.

- Não vamos dar mais moral para essa mulher, tudo que a gente faz parece que ela se promove mais ainda, vamos fazer um manifesto a favor do CFP, não contra essa maluca que só se promove, se formos ela se promoverá, a causa dela, vamos fazer outro em apoio ao conselho contra “cura gay” (sic) – teria dito um dos ativistas.

Em resposta, Marisa Lobo declarou que a manifestação organizada por seus apoiadores seria pacífica, e não passível de enfrentamentos de nenhum tipo.

- Não vamos aceitar mais este tipo de provocação, estamos em um Ato pacífico protestando contra perseguição religiosa somente, nada contra vocês, então não venham tirar meu direito de expressar minha indignação, mas se forem, encontrarão pastores orando somente e cantando e vamos permanecer assim, pois é como protestamos e vamos fotografar e filmar e mostrar para sociedade como vocês são mal educados e intolerantes, vocês podem sim se manifestar a favor do conselho , mas farão contra mim porque? Estou movendo uma ação contra o conselho e contra o Tony Reis que propagaram, essa mentira que “curo gay” Tenho testemunhas esperando para dar seu pronunciamento ou seja eu tenho provas contrárias já eles vão ter que provar com as testemunhas pois se curei algum gay, então que ele se apresente, Simples assim, a justiça comum vai resolver. essa tentativa tentar induzir o povo a acreditar que somos homofóbicos, não convence mais (sic)- afirmou Marisa Lobo.

De acordo com a psicóloga, apesar das ameaças, o protesto contra o CFP aconteceu de maneira pacífica, com os manifestantes cantando e orando em frente ao prédio do conselho.

Por Dan Martins, para o Gospel+

terça-feira, 12 de março de 2013

Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos (parte 2): 'goela adentro não passa'

Por Rubens Teixeira em 11 de março de 2013


ADENDO ADHT: O que está em jogo não é a pessoa do Parlamentar, mas sim por ser ele um CRISTÃO a Presidir a Comissão da SDH, agora. Temos que nos UNIR, REAGIR, rápido, ASSINANDO A PETIÇÃO deste LINK: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADHT. ASSINE, AGORA, ANTES DE PROSSEGUIR A LEITURA !

Depois que escrevi o artigo “Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos: por um bebê triturado de sobremesa”, li muitos comentários feitos pelos leitores e resolvi escrever este segundo artigo. Alguns eram favoráveis, outros contrários e outros ofensivos, inclusive com xingamentos. Não respondi e não respondo comentários insultuosos e desrespeitosos, pois não dialogo neste nível que requer certa vocação para navegar por vocabulários chulos e de baixo calão, talvez frutos de falta de argumentos, “vestida de carapuça” ou mesmo de uma educação obtida na infância.

Percebi que os ataques ao deputado Marco Feliciano fundamentam-se basicamente em dois pilares: acusam-no de racista e homofóbico. Fui atrás das razões destas denúncias para saber se definitivamente são fundamentadas. A acusação de racista reside no fato de ele ter citado uma corrente de pensamento em que Cão, filho de Noé, teria sido amaldiçoado e foi para a África. Por conta disso, aquele continente é tão sofrido. Particularmente, discordo desta corrente e até acho que o deputado deve ter cometido um ato falho ao referir-se a ela.

Pelo que eu saiba, não conheço qualquer pessoa que tenha sido discriminada por racismo pelo parlamentar. Isso me leva a pensar que esta reprodução de uma linha de pensamento não tinha a intenção de atingir negros ou africanos. Até porque, as pessoas de bem querem ver o fim da miséria em todas as partes do mundo, mas às vezes questionam a razão de haver lugares em que predomina tanto esta mazela social. Quem nunca teve curiosidade de saber com exatidão o motivo de existirem diferenças nas características dos povos? Uma citação equivocada a respeito desta questão seria racismo? Acredito ser um exagero, até mesmo porque o deputado já foi chamado a dar as suas explicações. Em entrevista à revista Época, ele disse “que tudo não passou de uma ‘infelicidade’”.

Ninguém, em sã consciência, aguenta ver pessoas sofrendo, em qualquer parte do mundo, sem tentar entender as origens e sugerir soluções. O religioso, de uma maneira geral, vê o bem como bênção e o mal como maldição. Daí, uma desgraça, qualquer que seja, poderá sempre ser vista como maldição e isto não é um ataque às pessoas, mas às situações. Nestes casos, os cristãos oram para que a maldição vá embora. Portanto, não é uma sentença amaldiçoadora e nem discriminação aos eventualmente afetados pela desgraça, mas sim um ataque ao mal espiritual que afeta às pessoas. Um esforço para libertá-las. É esse o pensamento cristão sobre o tema: queremos ver as pessoas abençoadas e livres do sofrimento, livres de maldições.

A Constituição da República, no Art. 5˚, afirma que “XLII a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei”. Ressalta-se que matar alguém, isto é, a prática de homicídio, prescreve, o racismo não. Além de não se poder pagar fiança para responder em liberdade. Como está acontecendo uma campanha na mídia contra o deputado, muitos, de boa fé, estão sendo insuflados a ficarem contra ele. Afinal, como apreciar um “racista e homofóbico”? Só que estão exagerando na dose. Embora a declaração tenha sido infeliz, segundo ele próprio admite, não foi condenado por qualquer crime.

Alegaram também uma declaração do parlamentar no Twitter como justificativa para as acusações. Contudo, não abordaram o que veio antes ou em que contexto estavam aquelas palavras. Muitas pessoas se dizem membras de religiões, ateias, ou de algumas etnias e postam desaforos, xingamentos, demonstrando ódio aos que discordam delas. Essas tais, a parte da mídia panfletária finge que não vê e dá imunidade. Quem recebe esses insultos e quer dar resposta a uma avalanche de ofensas, se não ficar atento, pode, sem ter a intenção, parecer que está generalizando, especialmente no caso do Twitter que admite apenas 140 caracteres. Certamente foi, infelizmente, o que aconteceu e não deveria ter acontecido, mas fingem não entender. Com isso, essa parte da mídia tendenciosa acaba desprezando a realidade dos fatos e explorando apenas uma versão. Não importa o que o deputado quis dizer, mas o que querem fazer parecer que ele tenha dito no intuito de condená-lo.

Com relação à homofobia, não consegui encontrar nada que justificasse esta declaração, aliás, alcunha dada a todos que dizem que a prática homossexual é pecado. A Bíblia diz que vários atos, ligados à área sexual, comumente praticados na sociedade, são pecados. Dentre eles o adultério, a fornicação (sexo antes do casamento), o homossexualismo, e até a cobiça sexual, mesmo sem a prática do ato. O fato de a Bíblia dizer que é pecado e as igrejas cristãs pregarem isso, não significa que pessoas que adulteram, que fornicam, que cobiçam, ou mesmo que praticam a homossexualidade sejam odiadas, desrespeitadas ou mal quistas.

Há pessoas que frequentam igrejas e ainda se mantém nestas práticas. Quando pedem auxílio, são ajudadas, orientadas e respeitadas. Aliás, elas ficam nas igrejas porque querem. Se não quiserem ouvir conselhos, basta saírem de lá. Se permanecem nas igrejas é porque estão se sentindo bem. Ademais, muitas testemunham ter mudado de comportamento, deixando o adultério, a homossexualidade, etc. Quem quiser se manter nestes hábitos, tem liberdade para tal. Os cristãos não fazem passeatas, abaixo-assinados e outras coisas que possam representar uma pressão para impedimento das liberdades sexuais de cada um. Todavia, os que querem mudar de comportamento, deixando a homossexualidade ou qualquer outra prática sexual ou não, não merecem ser apoiados e terem seus direitos humanos e liberdades individuais também respeitados?

Imagino, pelas estatísticas, que haja mais pessoas que tenham relações sexuais sem serem casadas do que pessoas que praticam a homossexualidade. Nem por isso os que mantém relações sexuais fora do casamento chamam aqueles que ensinam a prática do sexo apenas no casamento de adulterofóbicas ou fornicariofóbicas. As relações sexuais, em geral, são dos atos mais privados que se praticam. Neste aspecto, os indivíduos fazem de suas vidas o que quiserem e não precisam prestar contas publicamente de seus atos privados.

Por outro lado, não existe um rol exaustivo do que é pecado. Pecado é tudo o que contraria a lei e os princípios de Deus. Normalmente, as pessoas quando cometem um desses erros são avisadas pelas suas próprias consciências: umas as ouvem, outras não. Os resultados da rebeldia contra a própria consciência só cada um pode falar de si mesmo. As pessoas podem ter domínio sobre as suas próprias vontades e não submetê-las a outras, mas ninguém consegue mudar a “voz da consciência”, porque ela é independente e não se sujeita à vontade nem mesmo do seu “dono”: a consciência é nossa, mas o controle dela, não. Alguns se irritam quando ouvem algo que a sua consciência já havia falado antes. O conselho soa como acusação, pois coincide com a condenação da própria consciência e, por conta disso, às vezes reagem com violência.

Entretanto, a Bíblia ensina que uns têm a consciência cauterizada e escolhem desrespeitar a lei de Deus. A esses, o Apóstolo Paulo ensinou: “Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si”. Romanos 1:24. Por esta razão, ninguém pode impor regras morais. Se uma pessoa escolhe não segui-las, mesmo se dito a ela que são leis de Deus, não será por imposições de seres humanos que mudará o seu rumo. Em contrapartida, aqueles que as querem seguir, devem ser respeitados e não podem ser acusados de qualquercoisafóbico.

Fiquei assustado porque recebi um e-mail identificado como “Pedro Abramovay – Avaaz.org”. Só para lembrar, este site foi o mesmo que inscreveu um abaixo-assinado contra o pastor Silas Malafaia. Alguém entrou no citado site e inscreveu um segundo abaixo-assinado favorável ao pastor. Quando o segundo passou o primeiro, o Avaaz.org não se envergonhou e mostrou seu perfil antidemocrático e panfletário, em prol das causas que lhe interessam, e retirou do ar a petição vencedora favorável ao pastor Silas Malafaia. Portanto, cuidado com esse site. Parte do e-mail, o que não me surpreendeu, dizia: “É revoltante! O pastor Marco Feliciano, conhecido por comentários racistas e homofóbicos, foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), a portas fechadas. Eles acham que conseguem ignorar a opinião pública, mas se todos nós dissermos NÃO em uma única voz agora, vamos tirá-lo de lá!” A portas fechadas, depois das agressões do dia anterior, mas diante de todo o Brasil, diferente de se manipular a opinião pública com vetos de abaixo-assinados. Ademais, nem todos dirão o NÃO como o Avaaz pretende. Parece que querem unanimidade e não sabem lidar com divergências.

Há também o debate se o deputado tem uma história de envolvimento com o tema “direitos humanos”. Essa abordagem trata o assunto como se o tema fosse algo de alta complexidade, distante da realidade da vida diária, e não algo de elevada afinidade com todos os cidadãos por afetar diretamente a cada um, suas famílias e comunidades das quais fazem parte. Definitivamente há comissões, como a relacionada à ciência e tecnologia e outras, cujos temas são bem mais complexos do que este e que as pautas não são debatidas diariamente na sociedade com o mesmo impacto que os direitos humanos. Na verdade, a falta de afinidade que querem combater não é a do parlamentar com os tópicos da comissão, mas sim do pensamento do deputado com o pensamento destas pessoas. Por conta disso, estão fazendo um perverso policiamento de ideias com elevado grau de discriminação ideológica que fere de forma mortal os direitos humanos dos quais dizem defender. A violência física, psicológica e moral que estão impondo ao parlamentar e a todos que pensam como ele é algo que ataca violentamente aos direitos humanos.

Contudo, a escolha para exercerem os mandatos nas casas legislativas são políticas, são pelo voto, não pela via técnica, por concurso público ou por notório saber em alguma área. Deputado não faz prova para ter mandato, é eleito. O povo escolhe, em geral, não pela elevada capacidade de conhecimento de um tema, mas sim por outras razões relacionadas à capacidade que o parlamentar tem de entender a vontade do povo e buscar solução para os seus problemas. Intelectual ou não, o desempenho em benefício do povo está associado à sensibilidade que se tem aos seus anseios. Apesar disso, há grupos de perfis bem diferentes na sociedade. O deputado eleito por um grupo não pode ser “deseleito” por outro: não existe voto negativo que anula o positivo, como estão querendo impor, neste caso, alguns ativistas associados à mídia panfletária.

Como é da natureza da política, as escolhas nas casas de leis são naturalmente influenciadas por negociações políticas. Isso não é novidade. É um ônus da democracia. Quem “repudia” esses ônus não tem afinidade com ela, mas mostra simpatia por autoritarismo. Em todas as comissões há parlamentares que pensam igual ou diferente de alguém. Caso o deputado Marco Feliciano não tenha afinidade com o tema da comissão, como alegam, seria isso um caso isolado? Se não é, qual o motivo desta campanha toda contra o seu nome? Se o argumento usado não se sustenta, é porque a razão da campanha é outra, mas isso já parece bem evidente. Quem entrou nesta gritaria, ou afagou os protestos para tentar “expulsar” de forma antidemocrática o deputado de lá, pode estar com a mente impregnada com a ideia de que a pregação cristã é homofóbica e por isso cristãos não são pessoas adequadas a falarem sobre direitos humanos. O que é lamentável.

Definitivamente há uma inversão de valores. Quem é contra os princípios cristãos pode manipular, agredir, xingar, ofender, caluniar, difamar, porque parece contar com mãos ternas das instituições públicas que não responsabilizam os agressores. Estão isentos da legislação penal, dos seus efeitos e nada “pega” contra eles: zombam de símbolos religiosos, ofendem, manipulam informações, caluniam, difamam, agridem, mas o Estado é delicado nesses casos. É um comportamento nada equidistante de algumas instituições públicas com relação aos cidadãos. O Estado não pode preferir uns em detrimento de outros.

Esse indevido salvo conduto permite aos agressores revelar seus ódios e serem cristofóbicos à vontade. Para atacar evangélicos e católicos, têm carta branca. Os que querem preservar os valores cristãos, como a vida, ao serem contra o ritual maligno de trituração de crianças indefesas pelo aborto, os que buscam proteger a família tradicional, os que são contra descriminalização das drogas, da prostituição, que não concordam com experiências “inovadoras” do ensino de sexualidade alternativa na educação de crianças, que não são politicamente corretos com esta tentativa de ruptura de valores, e que para isso não xingam, não batem, não caluniam e não difamam, estes tais, são alcunhados de homofóbicos.

Entretanto, como em uma boa democracia, cada um faz o que quer com a sua própria vida, sem precisar comprometer o próximo com suas opiniões. O que um concorda, outro pode discordar e expressar seu pensamento. O que um faz, pode ser copiado, ou criticado por outro livremente. Não existe prática sexual ou moral inatacável, podendo cada um escolher o que é bom para si e para sua família. Contudo, há pontos inegociáveis: aborto é assassinato em que a pessoa que mais devia proteger a vítima, a mãe, entrega para o algoz que é um profissional que tem obrigação legal e moral, por juramento, de defender a vida: o médico. Não queremos legalização das drogas e da prostituição. Não queremos crianças sendo dadas a adoção como cobaias.

Há grupos que não querem o debate, querem o silêncio dos cristãos enquanto eles gritam. Entretanto, o Estado precisa ser igual para todos: não pode ser leniente quando se tratar de ataques a cristãos e solidário quando defender os princípios anticristãos. A maioria dos evangélicos estão entendendo o linchamento ao nome do pastor Marco Feliciano como um linchamento à comunidade cristã. Claro, nesta batalha não podemos desconsiderar a existência de trânsfugas: os que passam para o outro lado. Contudo, é bom que saibam que os verdadeiros cristãos, que amam a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo, não mudarão seus princípios em prol de uma nova ordem “imposta” por uma minoria agressiva: novos valores não passarão, por nada, goela adentro.

Por Rubens Teixeira


Pastor evangélico da igreja Assembleia de Deus • Doutor em Economia pela UFF • Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME • Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA • Engenheiro de Fortificação e Construção (civil) pelo IME • Bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) • Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN)


ADENDO ADHT: O que está em jogo não é a pessoa do Parlamentar, mas sim por ser ele um CRISTÃO a Presidir a Comissão da SDH, agora. Temos que nos UNIR, REAGIR, rápido, ASSINANDO A PETIÇÃO deste LINK: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADHT. ASSINE ESTA PETIÇÃO AGORA SE VOCÊ CONCORDA QUE É MELHOR TEMOS UM PASTOR NA PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DA SDH QUE DEFENDE OS VALORES DA FAMÍLIA E CASAMENTO TRADICIONAIS, CONTRA O ABORTO E CONTRA O ATIVISMO E A AGENDA GAY, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!

sábado, 18 de agosto de 2012

ATIVISTA HOMOSSEXUAL ATIRA EM ENTIDADE EVANGÉLICA PARTINDO PARA AGRESSÃO FÍSICA


Homem abre fogo em sede de entidade evangélica para protestar a favor do casamento gay

Publicado por Tiago Chagas em 17 de agosto de 2012 
Na última quarta-feira, a sede da entidade cristã Family Research Council, em Washington, nos Estados Unidos, foi alvo de um atentado de um homem ligado ao movimento homossexual, que abriu fogo com uma pistola 9 mm no local.
Detido por um segurança que estava no local e que foi atingido pelos disparos, o homem foi identificado pela policia como Floyd Lee Corkins II, de 28 anos, voluntário de um centro comunitário para gays em Herndon, no Estado da Virginia.
O FBI revelou ainda que Corkins está detido sob acusação de agressão com arma mortal, e que o acusado não possui problemas mentais.
A entidade Family Research Council é uma das entidades cristãs mais conservadoras dos Estados Unidos, e se opõe fortemente contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O tema tem se mantido entre os assuntos mais debatidos no país devido à reprovação em plebiscitos em diversos estados norte-americanos ao casamento entre homossexuais.
A recente postura da rede de fast food Chick-fil-A em se declarar contrária ao casamento gay também serviu para acirrar os ânimos entre ativistas cristãos e defensores do movimento homossexual.
O presidente de uma instituição pró-casamento tradicional, Brian Brown, fez uma declaração em um comunicado alertando sobre o atentado: “Este ataque é um dos sinais mais claros que vimos nos últimos dias do resultado dessa campanha de rotulagem de grupos pró-casamento tradicional como se fossem ‘grupos de ódio’”, afirmou o responsável pela National Organization for Marriage.
Segundo o porta-voz do FBI, o segurança Johnson foi levado a um hospital da região e deverá sobreviver: “Ele fez um trabalho fenomenal, acima e além do que ele deveria fazer nesta situação em particular”.
A Family Research Council é presidida por Tony Perkins, membro da Igreja Batista e ex-parlamentar pelo Partido Republicano de Louisiana. A entidade é ligada à organização Focus on the Family, dirigida pelo pastor James Dobson.
Redação Gospel+

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Vejam a que ponto os militantes gays que voces treinaram mexeu tanto com a cabeça deles que um declarou recentemente


Gostaria de dizer que para melhorar o preconceito ao gay precisa inserir na grade pedagogica escolar no pais todo como forma de lei e nao projeto.Lei que obrigue os professores, diretores,funcionarios sejam convocados a participar de curso especifico para isso: promover a não-homofobia junto aos pais e alunos.

Sou funcionario gay assumido há 25 anos em SP e projeto vira apenas trabalhinhos de colagem nas paredes da escola, e no caso da homofobia nem trabalhinho vai aparecer nas paredes.

Tem que ser LEI, DECRETO,que torne obrigatoriedade a difusao nas escolas.

Só assim os pais serao obrigados a aceitar e respeitar, se vendo obrigados tambem a reeducar seus filhos pra nao homofobia.

Se nao for assim continuará sempre pois as criancas ja entram nas escolar homofóbicas desde o seio familiar.

Gilmar

Para mim, chega!

Em respeito às famílias brasileiras e, em especial, aos homossexuais NÃO-MILITANTES do Brasil, tenho de dizer ao povo brasileiro algumas coisas.

Sou professor e NENHUM MILITANTE CRETINO, SAFADO neste mundo vai OBRIGAR-ME a participar de um curso estúpido acerca da "não-homofobia". NÃO SOU IMBECIL e sei que homofobia é um neologismo cretino e que só pode cair bem na boca de gente cretina que não sabe o que diz, mas sabe muito bem o porquê dizê-lo: $$$$.

Sim, TODOS que adotam o discurso estúpido contra a "homofobia" ou é ignorante e não sabe que está sendo usado pela máfia gay ou é CRETINO e faz parte da máfia gay que se vale desse neologismo vagabundo para confundir, intimidar e perseguir quem ameaça os ricos negócios do mercado LGBT. Comigo não! Não sou cretino, nem ignorante.

Sou cidadão brasileiro e NENHUMA LEI ou DECRETO poderá me obrigar a ensinar aos meus alunos que o homossexualismo é "uma variação natural da sexualidade humana". Eu estudei. Não sou imbecil (NEM PSICO-BOBO) para adotar um discurso ideológico acerca do homossexualismo e jogar no lixo o que Platão, Aristóteles, Freud, Lacan, Jung, Foucault e outros estudiosos disseram sobre a atração pelo mesmo sexo. Não sou cretino e não tenho medo de NENHUM MILITANTE LGBT.

Sou pai de um lindo casal de crianças maravilhosas e NEM QUE EU TENHA DE MORRER, NENHUM MILITANTE LGBT PERVERSO E DEGENERADO ou seus ALIADOS DESGRAÇADOS, vai obrigar-me a "aceitar" o homossexualismo como algo "natural". Eu estudei e sei que o homossexualismo é uma DES-GRA-ÇA! Vou repetir: o homossexualismo é uma DES-GRA-ÇA!

Somente um homem cretino, canalha, covarde e SÁDICO seria capaz de sentir-se OBRIGADO a "reeducar" os próprios filhos para torná-los CONDICIONADOS (como cães) a obedecerem os "comandos" da BICHARADA DEGENERADA que pretende regular todos os aspectos da vida dos brasileiros.

Comigo não!

Nenhum MILITANTE DESGRAÇADO ou "SIMPATIZANTE" DEGENERADO PODERÁ CONSEGUIR ESSA FAÇANHA. ANTES, TERÃO DE MATAR-ME... PORQUE NÃO SOU CRETINO, NEM CANALHA, NEM COVARDE NEM SÁDICO para fazer uma PERVERSIDADE dessas com meus filhos.

Há muito tempo as BICHAS LOUCAS (MILITANTES LGBT) e seus apoiadores (POLÍTICOS, JURISTAS, ETC) pensam que no Brasil só tem covardes e que podem sonhar em OBRIGAR todos os PAIS DE FAMÍLIA deste país a fazerem somente o que os MONSTROS da elite LGBT (MILITANTES, PROCURADORES, JUÍZES, PSICÓLOGOS, ACADÊMICOS, JORNALISTAS, ARTISTAS, EMPRESÁRIOS) estabelecem como "politicamente correto".

MEUS FILHOS APRENDEM E CONTINUARÃO APRENDENDO EM CASA QUE O HOMOSSEXUALISMO É ABOMINÁVEL. LEIAM BEM: A-BO-MI-NÁ-VEL.

O HOMOSSEXUALISMO É DA MESMA FAMÍLIA DA PEDOFILIA, DO BESTIALISMO, DA NECROFILIA, DA ESCATOFAGIA (GOSTAR DE MERDA, BOSTA, CÔCO, FEZES) E DE TODAS AS PERVERSÕES SEXUAIS DE QUE TEMOS CONHECIMENTO.

É ISSO QUE MEUS FILHOS APRENDERÃO SOBRE O HOMOSSEXUALISMO.

ELES TAMBÉM APRENDERÃO A RESPEITAR E A AMAR (SIM, AMAR, AMAR, AMAR) OS HOMOSSEXUAIS... E A FAZEREM TUDO QUE ESTIVER AO ALCANCE DELES PARA EVITAR QUE OS HOMOSSEXUAIS SEJAM VÍTIMAS DE MAUS TRATOS, XINGAMENTOS, OFENSAS FÍSICAS E VERBAIS. EM SUMA, O RESPEITO À PESSOA, AO SER HUMANO.

POR OUTRO LADO, MEUS FILHOS APRENDERÃO A RECUSAR TODO E QUALQUER ENSINO QUE EMANE DAS FONTES PERVERSAS DA MILITÃNCIA GAY E A RESISTIR QUALQUER DISCURSO QUE TENHAM FUNDAMENTO NESSAS FONTES... E, SE ALGUM MILITANTE GAY OFENDÊ-LOS, SERÃO PUNIDOS NA FORMA DA LEI...

... E A LEI PERMITE QUE MATEMOS PESSOAS, QUANDO EM LEGÍTIMA DEFESA!!!

PORTANTO, ENSINAREI AOS MEUS FILHOS QUE ELES TÊM O DIREITO DE USAR TUDO QUE A LEI LHES FACULTA PARA DEFENDEREM-SE A SI MESMO E A OUTREM.

Quanto aos homens corajosos desta nação, convido-os a juntarem-se a mim. Quanto aos covardes... tenho muita dó dos seus filhos e filhas... que serão devorados pelos FASCÍNORAS da militância gay... como os pederastas da Grécia antiga diziam ao sodomizar (introduzir o pênis no ânus) os adolescentes gregos: "como lobos, devoramos os cordeiros". É isso que os militantes LGBT farão com os filhos dos covardes desta nação. Pode ser que façam isso com os filhos dos corajosos, porém, terão de matá-los antes. Eu, da minha parte, prefiro MORRER a esperar até que os perversos consigam colocar suas patas imundas no bem mais precioso que Deus me deu: meus filhos!

Certamente, se chegasse o dia que os pais fossem obrigados a fazer o que querem os militantes LGBT, eu já estaria debaixo da terra há muito tempo... Porque o primeiro que tentar violentar meus filhos (psicológica ou fisicamente), enquanto eu viver, sofrerá as consequências, nos termos da lei.... Principalmente no que se refere à LEGÍTIMA DEFESA!

CLAUDEMIRO SOARES*

* Um SOBREVIVENTE da ideologia NEFASTA, CRETINA, PERVERSA que os militantes LGBT introjetou na sociedade brasileira no pós-1980. Uma pessoa que sofreu as consequências terríveis da estupidez de se acreditar no mito de que a homossexualidade é "natural, saudável e IMUTÁVEL". Umhomem que NÃO TEM MEDO dos MILITANTES LGBT, nem dos JUÍZES, PROCURADORES, ADVOGADOS, POLÍTICOS, ARTISTAS, ACADÊMICOS, PSICÓLOGOS, EMPRESÁRIOS E MARGINAIS que dão suporte às ações perversas, cretinas, criminosas, hediondas e COVARDES da militância LGBT.

Obs: o discurso HITLER-STALINISTA do militante gay está disponível neste link:





quarta-feira, 21 de março de 2012

Gaystapo verde amarelo

Gaystapo verde amarelo


Disque-denúncia abre as portas para a repressão a tudo o que “ofende” os amantes do sexo anal e perversões semelhantes


Julio Severo

Está em plena atividade o telefone estatal especial criado para que praticantes do homossexualismo possam denunciar cidadãos do Brasil.

De acordo com o jornal Diário do Comércio, “O serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100) recebeu 856 denúncias de casos de homofobia no Brasil entre janeiro e setembro deste ano. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), as ligações totalizaram 2.432 violações aos direitos dos homossexuais, como violência e atendimento inadequado em delegacias, entre outros. O Estado de São Paulo lidera o ranking com 134 telefonemas sobre homofobia…”

O Estado de São Paulo, onde foi aprovada uma lei anti-“homofobia” pelo PSDB em 2001, está na vanguarda de medidas políticas gayzistas. O PSDB está construindo no seu quintal paulistano todo um aparelho de repressão a favor da agenda gay. O Ministério Público Federal de São Paulo é o instrumento predileto dos ativistas gays. Embora com sede em Curitiba, no Paraná, a ABGLT, a maior entidade gay recebedora de verbas governamentais, só faz uso do MPF de São Paulo para reprimir os opositores, tendo inclusive já feito nesse MPF queixa contra o autor deste blog.

O Diário do Comércio não deu exemplo dos tipos de queixas que estão sendo feitas ao disque-denúncia, mas já expus o famoso caso de um jovem paulistano bêbado que foi multado em quase 15 mil reais apenas por ter chamado de “veado” um praticante do homossexualismo. De acordo com a lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo, a multa de 14.880 reais foi necessária porque a palavra “veado” provocou no homossexual declarado “constrangimento de ordem moral, em razão da sua orientação sexual, na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”.

Evidentemente, essa repressão não vale quando homossexuais provocam nas outras pessoas “constrangimento de ordem moral na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”, exibindo obscenidades publicamente na frente de famílias com suas crianças.



Essa paranoia tem a marca registrada do PT.

O disque denúncia foi lançado no ano passado por Maria do Rosário, a radical militante do PT que tem a pretensão ideológica de transformar em crime a autoridade dos pais de disciplinar os filhos fisicamente por desobediência. Os pais cristãos, que atendem diretamente ao mandamento bíblico de uso da vara em situações de rebeldia dos filhos, serão classificados como “criminosos”, se os planos de Rosário avançarem.

Como toda boa petista, Rosário não abre mão do aborto provocado como direito reprodutivo da mulher. Dê uma varada ou chinelada de correção em seu filho, e Rosário diz que sua atitude é crime. Mate seu filho antes de nascer, e Rosário dirá que esse assassinato é um sagrado direito reprodutivo de toda mulher.

O sonho dela é livrar as crianças do Brasil da “violência” da disciplina física dos pais e entregá-las às maravilhas do aprendizado estatal do sexo anal nas escolas.

Ela quer mudanças no ECA — em parceria com a ABGLT, que também quer “melhorias” no ECA —, para que as crianças sejam “protegidas” da autoridade corretiva dos pais. Os pais não podem se aproximar dos próprios filhos para discipliná-los, mas há total liberdade, com proteção governamental, para que crianças sejam levadas ao sexo anal através de porcas aulas de educação sexual.

Essa é a paranoia do PT: prisão para pais que exercem seu direito de usar a vara corretiva em seus filhos, e proteção e liberdade para mães que matam seus bebês antes de nascer ou para autoridades educacionais depravadas que treinam crianças para o sexo anal.

O que o Brasil precisa urgentemente é de um disque-denúncia de crimes homossexuais contra crianças. Milhares de meninos são vítimas de estupradores homossexuais no Brasil, mas o governo, em sua paranoia, dá proteção aos predadores, não às suas vítimas.

Qualquer autoridade governamental que esteja determinada a destruir a autoridade corretiva dos pais na vida dos filhos, dando em troca o “direito” e a “liberdade” de matar os filhos antes de nascer ou dando em troca aulas de sexo anal para crianças, precisa de uma camisa de força.

Os ativistas homossexuais recebem rios de dinheiro para elaborar materiais para doutrinar os filhos dos outros nas escolas, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a denunciar esse crime.

O governo federal gasta milhões em políticas, eventos e leis para expandir a agenda gay na sociedade e nas escolas, e não temos nenhum disque-denúncia para denunciar esse vergonho investimento na sodomia.

Milhares de meninos são estuprados por homossexuais por ano, e não temos nenhum disque-denúncia para nos ajudar a cobrar do governo uma campanha ampla contra os predadores homossexuais. Pelo contrário, já denunciei várias defesas homossexuais à pedofilia, e o Ministério Público Federal e o próprio governo federal nem bocejam.

Luiz Mott, o maior líder homossexual do Brasil, vem há anos sinalizando preferências claramente pedófilas, especialmente quando apresentou publicamente um museu erótico alisando a estátua de um bebê pelado. Contudo, em vez de ser enquadrado criminalmente, ele é alvo de condecorações e adulações governamentais. Ele aplaudiu quando a ABGLT, a maior organização gayzista do Brasil, se queixou de mim ao Ministério Público Federal.

Mas se nos queixarmos dos abusos que a agenda gay e seus cúmplices governamentais estão cometendo contra nós e nossos filhos, os militantes homossexuais “ofendidos” podem nos denunciar pelo disque-denúncia criado especialmente para os amantes do sexo anal e perversões semelhantes.

Se permitirmos que as denúncias estúpidas deles neutralizem nossa capacidade de reação e defesa de nossas famílias, a opressão deles contra nossos filhos passará de mera doutrinação homossexual nas escolas para alisamento físico e muito mais.

Nessa altura, se nada fizermos, poderemos ser denunciados e criminalizados se não entregarmos nossos filhos aos tarados de Sodoma.









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