COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

CUIDADO PAIS BRASILEIROS: "Governo dos EUA provoca atrito diplomático com a Rússia por causa de adolescente russo seduzido por dupla homossexual americana"

8 de outubro de 2014


Governo dos EUA provoca atrito diplomático com a Rússia por causa de adolescente russo seduzido por dupla homossexual americana


Governo dos EUA provoca atrito diplomático com a Rússia por causa de adolescente russo seduzido por dupla homossexual americana

Comentário de Julio Severo: Um rapaz russo de 17 anos foi enviado para estudar nos EUA e agora ganhou asilo do governo dos EUA depois de ser “adotado” por uma dupla homossexual que ele conheceu numa igreja liberal. O governo da Rússia protestou contra a atitude do governo americano, dizendo que o jovem foi seduzido. Uma leitora do Daily Mail, onde saiu a reportagem, deixou claro que ela considera “abominável” a lei russa que proíbe propaganda homossexual para crianças e adolescentes, mas mesmo ela confessou: “Estou confusa. Como é que um rapaz de 17 anos num programa de intercâmbio internacional acaba sendo adotado? Sei que as coisas podem ficar nebulosas na situação de bebês e crianças novas, mas como é que alguém quase adulto, que obviamente foi criado e amado por um pai e uma mãe e enviado ao exterior para estudar, afirma agora que ele é legalmente um órfão? Esse negócio todo de adoção está parecendo muito nebuloso.”
Para proteger a sedução ou outra questão homossexual envolvida, o governo dos EUA preferiu entrar em atrito diplomático com a Rússia, que agora não mais permitirá a ida de estudantes russos aos EUA. Afinal, e se esse tipo de sedução homossexual acobertada e protegida pelo governo dos EUA virar moda contra os jovens russos?
Eis agora a reportagem complete do DailyMail:

Tempestade diplomática no momento em que a Rússia reivindica que um estudante de intercâmbio em busca de asilo nos EUA foi ‘seduzido por gays mais velhos’ que ele conheceu na igreja

Ollie Gillman para o MailOnline
Um estudante russo do ensino médio ficou no centro de uma tempestade diplomática depois que ele foi adotado por uma dupla homossexual enquanto estava em um programa de intercâmbio nos EUA.
Acham que o rapaz anônimo de 17 anos de idade procurou asilo nos EUA por ser gay, seguindo uma onda de russos homossexuais que migraram para os EUA por causa de leis rigorosas contra “propaganda” homossexual legisladas pelo governo russo em 2013.
Diplomatas russos dizem que o rapaz anônimo de 17 anos de idade foi seduzido por um casal homossexual em uma igreja (foto de arquivo)
Mas o governo russo afirma que o rapaz foi “ilegalmente” colocado para adoção e que ele foi “seduzido” por uma dupla de homossexuais mais velhos que ele conheceu numa igreja.
A mãe do rapaz viajou para Michigan, onde ele estava estudando, no início deste ano, em uma aparente tentativa de convencê-lo a voltar para casa.
Lisa Coate, vice-presidente da organização que opera o programa de intercâmbio, disse que os EUA “financiaram a viagem [da mãe] para permitir-lhe falar com seu filho e dizer-lhe tudo o que ela queria dizer a ele”, mas o rapaz decidiu ficar.
Pavel Astakhov,  ministro de assuntos de crianças da Rússia, disse que não está claro por que os EUA concederam asilo ao rapaz já que ‘ele vem de uma família decente e é saudável’
A agência estatal de notícias Tass disse que diplomatas russos visitaram o rapaz de 17 anos e descobriram que ele foi “seduzido” por “dois homossexuais idosos da igreja, ex-militares que já tinham adotado dois rapazes americanos e que se ofereceram para serem seus patrocinadores e até mesmo pagarem por seus estudos na Universidade de Harvard”.
Foi neste momento que o rapaz se entregou às autoridades de imigração, em busca de asilo.
O estudante devia voltar para a Rússia na primavera deste ano, mas as autoridades do país só tornaram o caso público esta semana.
Pavel Astakhov, ministro de assuntos de crianças da Rússia, disse: “Um rapaz, que tem uma mãe na Rússia, foi colocado ilegalmente sob tutela, sendo entregue para uma dupla gay dos EUA”.
“O rapaz vem de uma família decente e é saudável, por isso não está claro quais os argumentos que guiam as autoridades dos Estados Unidos”.
John F. Tefft, embaixador dos EUA em Moscou, disse que lamenta a decisão do governo russo em cancelar o programa de intercâmbio (foto de arquivo)
A advogada do rapaz, Susan Reed, do Centro de Direitos dos Imigrantes de Michigan, disse ao site BuzzFeed que as autoridades russas estavam “descaracterizando completamente” o que tinha acontecido, mas não deu mais detalhes.
A disputa levou a Rússia a cancelar o programa de intercâmbio de estudantes, já de longa data, em meio a tensões maiores entre as duas nações.
O Programa de Intercâmbio de Líderes do Futuro (sigla em inglês FLEX), patrocinava estudantes do ensino médio de ex-repúblicas soviéticas para virem aos EUA para estudar.
Pelo menos 15 estudantes russos se recusaram a voltar para casa desde o início do programa em 1993.
Konstantin Dolgov, do Ministério das Relações Exteriores do Kremlin, disse: “Uma situação inaceitável surgiu como resultado disso, quando nossos estudantes [russos] foram de fato submetidos a legislação dos Estados Americanos, onde os menores estão aptos a escolher, por conta própria e sem a permissão de seus pais, o seu lugar para viver ou serem adotados”.
John F. Tefft, embaixador dos EUA, respondeu em um comunicado através do site da embaixada de Moscou. Ele dizia: “Lamentamos profundamente esta decisão do governo russo em acabar com um programa que há 21 anos tem construído conexões profundas e fortes entre os povos da Rússia e dos Estados Unidos”.
Desde que a chamada lei contra “propaganda homossexual” entrou em vigor na Rússia em 2013, houve uma onda de russos que procuraram asilo nos países com mais direitos iguais para os homossexuais, incluindo os EUA.
Os dois países ficaram em desacordo em 2012, depois dos Estados Unidos barrarem a entrada de todos os suspeitos de abusos aos direitos humanos, levando a Rússia a proibir todas as adoções de crianças russas por americanos, bem como de quaisquer outras nações que permitem o “casamento” gay.
Leitura recomendada:

sábado, 29 de março de 2014

Por pouco o Brasil não foi invadido pelos EUA, antes de 31/3/1964

Kennedy cogitou ação militar contra Goulart 

Pablo Uchoa
Em Washington
  • Efe
Em pouco mais de um ano, durante a Presidência de John F. Kennedy, as relações americanas com João Goulart foram do "ápice" à deterioração total, ao ponto de os Estados Unidos chegarem ao fim de 1963 cogitando uma intervenção militar no Brasil.

Porém, a veloz resignação de Jango à sua própria queda meses depois poupou os brasileiros de verem tropas americanas desembarcando em território nacional - uma ideia que soava tão escandalosa que os próprios americanos relutavam em abraçar, indicam os arquivos da época.Qual a sua história?

QUAL A SUA HISTÓRIA?

memoriasreveladas/Arquivo Nacional
Envie seu relato da época
A possibilidade estava na manga caso houvesse "uma clara evidência de intervenção do bloco soviético ou de Cuba do outro lado", precisou o então embaixador americano no Brasil, Lincoln Gordon, em um plano de contingência discutido com o Departamento de Estado em dezembro de 1963 e obtido pelo historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A hipótese de uma ação armada também foi assunto de conversa entre Gordon e Kennedy em Washington em outubro de 1963, segundo uma gravação revelada pelo jornalista Elio Gaspari na reedição de A Ditadura Envergonhada.

Segundo o registro, o então presidente perguntou ao embaixador se a situação no Brasil estava "indo para onde deveria", ou se era "aconselhável que façamos uma intervenção militar".

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tempos Perigosos: Rússia Ascendendo no Oriente Médio

Estou lhes enviado o comentário que meu amigo americano Don Hank fez sobre o artigo acerca da Rússia, publicado no meu blog ontem. Veja:
Nossos agradecimentos mais profundos a Julio Severo por esta dica de artigo. O autor, James Lewis, vê o panorama inteiro, ou pelo menos o bastante para entender sua essência. Ele tem um raro talento para compreender a realidade geopolitica atual: um contraste total entre uma nação enfraquecida e cada vez mais irrelevante por um lado — uma nação que voluntariamente ESCOLHEU sua própria extinção através do relativismo — e uma nação ascendente que está rapidamente se tornando forte — uma nação com força de vontade de sobreviver e defender a si e seus valores de bom senso comum — por outro lado.
Sei que será doloroso para alguns, mas senti o espírito de Reagan ao ler esta análise de Putin e sua ascendência no mundo.
Por favor, leia este artigo com cuidado e em oração, com a mente aberta.
Obama estava certo: a MUDANÇA está na verdade a caminho, mas não desta Casa Branca.  Um líder emergente se levantou para deixar Obama e seu decadente sistema de valores atrás no pó dos escombros da irrelevância.
Citação:
A maior surpresa é que no contraste com Obama, nosso presidente que mais abominou os Estados Unidos, Vladimir Putin está emergindo como um defensor dos valores tradicionais do Ocidente.
Eu não estou surpreso. Eu tenho visto os filmes soviéticos dos últimos anos da União Soviética enaltecendo a virtude da Cristianidade e mostrando a decadência do comunismo. E já na década de 1970 eu vi as igrejas ortodoxas, que haviam sido destruídas por bombardeios, sendo com amor restauradas a um custo enorme por um governo supostamente ateu, enquanto as autoridades do governo americano defendiam só da boca para fora a liberdade religiosa e uma nação sob Deus. Tudo não é como parece. (De Dios hablando pero con al mazo dando, um provérbio espanhol que significa: De Deus falando mas com o martelo batendo). Lembre-se do velho hino: Nem todos os que falam sobre céu vão entrar lá.
Os primeiro serão os últimos e o últimos serão os primeiros.
Jesus!
Don Hank
****************

Link deste artigo: http://bit.ly/1bmRvpp

3 de fevereiro de 2014

Tempos Perigosos: Rússia Ascendendo no Oriente Médio


Tempos Perigosos: Rússia Ascendendo no Oriente Médio

James Lewis
Agora que os EUA fazem uma política de liderar dos bastidores, algumas potências mais sérias correm para preencher o vazio. E Obama está pronto para deixar isso acontecer, razão pela qual a Índia acaba de lançar seu primeiro porta-aviões de fabricação própria e o Japão está se rearmando para evitar que a China roube todo o Mar da China Meridional.
Quando os EUA saírem do jogo, o que virá não é amor e paz, ao contrário do que pensam os esquerdistas, profundamente iludidos. O que irá acontecer é uma disputa mundial para ver quem vai ser o “rei do pedaço”. Instabilidade produz guerra, como podemos ver nas manchetes de jornais. Obama derrubou o regime de Mubarak no Egito, um pilar de paz e estabilidade que durou trinta anos. Agora a guerra civil explodiu por todos os lados: Egito, Líbia e Síria. Grande coisa essa tão louvada “Primavera Árabe”. Os iranianos estão rindo a essa altura, se preparando para passar a perna no Ocidente mais uma vez.
E para mostrar sua profunda preocupação com a matança, Obama está mandando cartões postais da ilha de Martha’s Vineyard, onde passa férias, rindo e se divertindo.
Os árabes não estão rindo. No Egito, ambos os lados culpam Obama. Na Líbia e na Síria, os americanos também alienaram ambos os lados. E pelos bastidores, os sauditas estão pagando o exército egípcio para derrubar a Irmandade Islâmica, enquanto os barões do petróleo do Qatar tentam passar os sauditas para trás.
Israel é o único país democrático, estável e próspero da região, e observa com nervosismo enquanto seus inimigos matam uns aos outros. O Egito agora está em guerra com o Hamas em Gaza, onde a Irmandade Islâmica se abriga. E o Hezbollah está infiltrado na Síria, defendendo o regime dos rebeldes da Al Qaeda.
Na ausência da força e da confiabilidade americana, todos os protagonistas se voltam para a Rússia, que está emergindo:
 como defensora declarada do Cristianismo contra a perseguição muçulmana ao redor do mundo;
 como uma plausível negociadora de paz no Oriente Médio, com relações muito melhores com Israel, Arábia Saudita, Egito e Síria que as que os EUA têm hoje;
 como detentora do monopólio do fornecimento de gás natural para a Alemanha, com o consentimento do eixo franco-alemão;
 como o único país com um guarda-chuva nuclear confiável para proteger os amigos e deter os inimigos;
 como um país que entende o valor de mercados relativamente livres (veja o imposto uniforme de 14% que Putin acabou de introduzir na Rússia).
Vladimir Putin agora parece ser o herdeiro de Pedro I da Rússia, o czar modernizador. Essa é outra estranha reviravolta da história, mas fatos são fatos.
A Rússia de Putin não é um poder marxista imperialista. Isso é importante, porque costumávamos pensar em um império soviético expansionista. Hoje, Putin tem que ser prático para recuperar a força da Rússia depois de décadas de fracasso e decadência. Por isso ele está usando a Igreja Ortodoxa Russa como sua base ideológica para construir sua popularidade. Ele segue os passos dos czares. Até o momento, Putin não avança de maneira agressiva, buscando primeiramente o prestígio internacional, conquistas econômicas e influência nos países vizinhos. Uma das razões para isso é que ele tem um competidor global: a China.
Isso não quer dizer que ele é um cara legal, ou que a Rússia não irá buscar um poder maior. Putin é um imperador da Grande Rússia. A China, a Europa e o islamismo são suas maiores ameaças históricas. Mas, na era nuclear, há ameaças por todos os lados.
Por isso, Putin busca tomar o lugar dos EUA como poder decisivo no Oriente Médio. Ele também quer desempenhar um grande papel na próxima OPEP, baseada no gás e no óleo de xisto. E também gosta de provocar os EUA.
A surpresa maior é que, ao contrário de Obama, o presidente mais antiamericano que já existiu, Vladimir Putin emerge como um defensor de valores tradicionais ocidentais.
Isso é esquisito demais para você?
Para mostrar a seriedade da Rússia no Oriente Médio, Putin visitou pessoalmente e buscou contato com todos os protagonistas, incluindo o regime de Sisi no Egito, Israel, a Síria de Assad e a Arábia Saudita. Todos agora estão buscando seu apoio.
Faz sentido. Suponha que você seja o general Sisi do Egito, tentando governar uma nação no caos. Quem você quer para garantir sua segurança? Um autodepreciativo e traiçoeiro Obama, ou um implacável, mas coerente Putin?
A resposta é clara.
Isso também se aplica a Israel, que não quer uma guerra com o Irã, mas não pode confiar nos malucos de Teerã. Somente a Rússia tem a vontade e o respaldo militar para manter os mulás em seus lugares. Os EUA têm o poder, mas não mais a vontade ou a confiança de seus aliados.
Se Putin se voltar contra os mulás, eles não têm como ganhar. Ele é perigoso demais, com uma força nuclear intimidadora e que ele está disposto a colocar em ação se Teerã em algum momento representar ameaça. Os mulás sabem o que Putin fez à Chechênia muçulmana depois dos ataques terroristas em Moscou e na Bielorrússia. O exército russo é brutal e indiscriminado. Eles não têm medo da histeria esquerdista ocidental. Obama pode ansiar por ser adorado, mas Putin quer ser temido e respeitado. Putin é um homem, com valores masculinos. Obama não.
Nossos aliados da OTAN agora estão felizes em comprar a proteção nuclear de Putin em vez de uma América fraca e vacilante. Esta semana, as forças aéreas francesas e russas estão fazendo treinamentos conjuntos. Não é coincidência.
Na política internacional, os poderes sérios prevalecem. Ninguém irá apostar sua sobrevivência a uma pequena seita de egoístas iludidos da Casa Branca. Homens como Putin irão mastigá-los, cuspi-los e pedir mais.
Durante o Império Soviético, a ascensão da Rússia teria sido má notícia. Hoje em dia, talvez dê aos EUA espaço para respirar e consertar o que está errado em casa.
Poderiam começar introduzindo o imposto uniforme de 14%, uma ideia criada nos EUA, mas que sua classe política vê com desdém.
Se o imposto uniforme funciona na Rússia, vejamos outra glasnost e outra perestroika, mas desta vez na América, se suas próprias ideias políticas voltarem do exterior.
Depois de Obama, parece que irão precisar. 
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do American Thinker: Dangerous Times: Russia Rising in the Middle East
Leitura recomendada:
Sobre EUA:
Sobre Rússia:

Socialismo e impostos elevados: Rússia aprendeu a lição? 





terça-feira, 5 de novembro de 2013

Países Declaram que Não Existe Direito ao Aborto e à Homossexualidade !

Link deste artigo: http://bit.ly/Hv742K

Países Declaram que Não Existe Direito ao Aborto e à Homossexualidade

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 1 de novembro (C-FAM) A Rússia, a Etiópia, a Polônia e outros pegaram os microfones numa reunião — transmitida ao vivo da sede da ONU — para deixar claro que o aborto e a homossexualidade não são direitos humanos internacionais.
Os diplomatas repreenderam de forma especial o escritório de direitos humanos da ONU por sua obsessão por direitos gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).
A Rússia mirou um livreto produzido pelo Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH), o epicentro do ativismo LGBT na ONU. O livreto de 60 páginas “Born Free and Equal” (Nascemos Livres e Iguais) tem como objetivo dar as “principais obrigações legais” com relação à homossexualidade, tais como criar categorias de asilo para indivíduos LGBT e estender o casamento a duplas de mesmo sexo.
A implementação das recomendações “inevitavelmente levaria a uma violação dos direitos das crianças,” disse a Rússia.
Navi Pillay recebeu desaprovação de forma especial. A quantidade de atenção que a diretora do escritório de direitos humanos da ONU gasta em orientação sexual “é desproporcionalmente elevada,” comentou a Rússia. “Há questões mais relevantes no mundo com as quais devemos lidar.”
A declaração da Rússia sinalizou que as críticas à sua lei que protege as crianças da propaganda homossexual não amoleceram sua determinação. Alguns ativistas LGBT estão pedindo boicotes aos Jogos Olímpicos em Sochi, na Rússia.
O assunto da homossexualidade é ainda delicado para alguns. O diplomata da Nigéria se referiu a ela como “a questão dos direitos de certos indivíduos com certas tendências que estão em desacordo” com as leis, tradições, religiões e costumes de seu país.
Esses são “assuntos de preferência e estilo de vida pessoais,” disse ele. “Eles não deveriam ter espaço algum no discurso da ONU no que se refere à proteção de direitos humanos.”
A senhorita Pillay respondeu que a Declaração Universal dos Direitos Humanos e vários tratados protegem a todos, não “todos, menos LGBT.”
Vários diplomatas aparentemente estavam antecipando isso. Falando em nome de nações africanas, a Etiópia frisou seu compromisso de respeitar para todos liberdades e direitos humanos universalmente reconhecidos.
Mas eles estão “preocupados com a crescente tendência” de “criar novos direitos, conceitos e categorias, e padrões que não são reconhecidos” em acordos internacionais nem por todos os países.
O tom cortês era um contraste total com a acusação rude de “ódio” feita contra aqueles que não concordam com os ativistas LGBT. O grupo africano educadamente pediu “pleno respeito da soberania nacional e valores culturais,” e pela “capacidade de todos os estados fazerem escolhas de um modo democrático pelo que é aceitável a eles.”
Outros países confrontaram a linguagem usada para promover o aborto. A Polônia descreveu suas iniciativas que melhoraram as áreas de saúde sexual e reprodutiva, uma noção definida por sua lei de respeitar o direito à vida dos bebês em gestação. Numa referência de subtítulo às táticas autoritárias usadas por governos pró-aborto, a Polônia disse que não “busca influenciar decisões tomadas por outros governos nacionais” nessas questões.
Vários países frisaram que suas posições se aplicam para todo o grupo, a todo o trabalho da ONU.
A Polônia fez questão de registrar para essa e todas as reuniões futuras que objeta a qualquer interpretação de serviços de direitos ou saúde sexual e reprodutiva como incluindo aborto legal. Esses termos não foram definidos em nenhum acordo internacional, observou.
Qualquer coisa na dominante agenda de desenvolvimento da ONU “não deveria de forma alguma criar uma obrigação em qualquer parte de considerar o aborto como uma forma legítima de saúde ou direitos ou produtos reprodutivos,” declarou Malta, membro da União Europeia.
Embora muitos na ONU foquem em direitos, a Santa Sé muitas vezes explica a razão. O aborto nunca é seguro para o bebê ou para a mãe, disse o arcebispo Chullikatt.
“Sem vida, todos os outros direitos não têm sentido.”
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:


domingo, 3 de fevereiro de 2013

A verdadeira história do Comunismo Soviético...

ADHT : "Nas décadas de 60/70 lutamos contra...Não vamos permitir ele ser implantado no Brasil, mesmo que custe nosso sangue...! VEJA VÍDEO NO FINAL."

Por Ricardo Ribeiro via Bruno Toscano

VERDADEIRA HISTÓRIA DO COMUNISMO SOVIÉTICO...QUALQUER SEMELHANÇA COM O BRASIL DE HOJE, NÃO É MERA COINCIDÊNCIA...E O PIOR, OS COMUNISTAS DO BRASIL NEGAM O HOLODOMOR...

Há cerca de 22 anos, no dia 26/12/1991, desfez-se o regime mais tirânico e homicida da história: o regime comunista soviético. Após tímidas medidas de abertura, iniciadas por Mikhail Gorbachev, o sistema não aguentou mais todas as suas contradições internas e, impulsionado por uma enorme insatisfação popular, pelo caos, pela fome e pelo total empobrecimento do seu povo, o inevitável resultado final foi o colapso seguido pela desintegração.

Essa desintegração do comunismo soviético não representou apenas um passo incalculável rumo à liberdade, pois libertou da opressão e da tirania milhões de pessoas, como também teve uma importância fundamental no campo da teoria econômica: o colapso da URSS demonstrou de maneira cabal a validade da teoria de Ludwig von Mises, exposta ainda em 1920, a respeito da impossibilidade do socialismo...

Porém, quem não conhece a história está condenado a repeti-la... Infelizmente, apenas teorias não são o suficiente para convencer as pessoas sobre o quão perverso e diabólico é o comunismo, e o quão imoral é defendê-lo; muitas vezes são necessários relatos e imagens para ilustrar o quão abominável e execrável é esse regime...

Especialmente agora que vivemos uma época em que intelectuais, professores universitários, assim como os meios de comunicação, incentivam com profunda intensidade ideias abertamente socialistas, nunca é demais ressuscitar e relembrar todas as "proezas" do marxismo na URSS, pois elas ilustram claramente tudo o que inevitavelmente acontece a uma sociedade quando o socialismo é imposto...

Como explicou George Reisman:

"Mesmo que um governo genuinamente socialista fosse eleito democraticamente, o seu primeiro ato de governo ao implantar o socialismo teria de ser um ato de enorme violência, ou seja, a expropriação à força dos meios de produção." (DIGA-SE MST)

A eleição democrática de um governo socialista não alteraria o fato de que o confisco de propriedade contra a vontade dos proprietários é um ato de força. Uma expropriação à força da propriedade baseada no voto democrático é tão pacífica quanto um linchamento decidido por votação.

Trata-se de uma violação primordial dos direitos individuais. A única maneira do socialismo ser realmente implantado por meios pacíficos seria se os proprietários VOLUNTARIAMENTE DOASSEM A SUA PROPRIEDADE AO ESTADO SOCIALISTA. Mas, pensemos nisso. Se o socialismo tivesse de esperar que os donos de propriedade doassem voluntariamente a sua propriedade ao estado, este teria certamente de esperar para sempre. Logo, se o socialismo TEM de ser implementado, então ele só pode existir por meio da força — e força aplicada a uma escala massiva, contra toda a propriedade privada.

O socialismo só pode necessariamente começar com um enorme ato de confisco. Aqueles que desejam seriamente roubar a propriedade alheia devem estar preparados para matar aqueles que pretendem oferecer resistência... Estão observando a semelhança com o movimento do MST, que é patrocinado pelo governo do PT, para invadir as terras produtivas dos que trabalharam uma vida inteira para tê-las???

Este é provavelmente o melhor (e mais chocante) documentário sobre a história da União Soviética (The Soviet Story), com legendas em português. Veja-o e entenda porque é que é absolutamente imoral ter sequer a mínima simpatia por esse regime... E compartilhe o vídeo em seu perfil... O BRASIL AGRADECE...

http://www.youtube.com/watch?v=XVoKkBPzcBs

ADHT: VEJA QUE ISTO JÁ ESTÁ OCORRENDO NO BRASIL, ATRAVÉS DO MST, MLST, LCP, E OUTROS GRUPOS GUERRILHEIROS SUSTENTADOS PELO GOVERNO FEDERAL(vejam no www.profichalimpa.org) , ESPALHAM O TERROR NOS CAMPOS BRASILEIROS, O PROPRIO GOVERNO FEDERAL APOIA A TOMADA DA CIDADE DE SUISSÁ-MISSÚ NO MATO GROSSO, SUPOSTAMENTE DEVOLVENDO-A AOS INDIOS XAVANTES QUE HÁ ANOS NÃO VIVEM LÁ. ENQUANTO A POPULAÇÃO BRASILEIRA NADA FAZ...NÃO REAGE, PARA AJUDAR OS MAIS DE 7.500 BRASILEIROS QUE PERDERAM SUAS TERRAS, CASAS, BENS ETC, SERÃO AS PRÓXIMAS VÍTIMAS...VEJA AQUI NESTE VÍDEO POSTADO LOGO ABAIXO: http://defesa-hetero.blogspot.com/2013/02/governo-do-pt-no-brasil-tropas-federais.html#.UQ7KhqXhpJo "
Fonte: http://www.facebook.com/ricardo1defranca

sexta-feira, 27 de julho de 2012

JORNAL RUSSO DENUNCIA POLITICAS ABORTISTAS DO GOVERNO DE DILMA ROUSSEFF


Fantástico! Jornal Pravda, da Rússia, denuncia políticas abortistas do governo de Dilma Rousseff

Julio Severo
O que parecia impossível até algum tempo atrás, está acontecendo hoje. O famoso jornal Pravda, da Rússia, está denunciando publicamente as políticas abortistas do governo de Dilma Rousseff.
O jornal russo acusa a presidente Dilma Rousseff de quebrar as promessas de sua campanha eleitoral e estabelecer convênios com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz para introduzir o aborto no Brasil, destacando também fundações americanas que financiam as iniciativas de pressão política para legalizar o aborto no Brasil.
O artigo russo divulgou link da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul, que faz parte da esquerdista CNBB, mas tem posturas conservadoras diferentes da CNBB. A matéria completa está aqui: http://port.pravda.ru/news/russa/27-07-2012/33419-dilma_aborto-0/
O que é fascinante nesse caso é que em seus tempos de criminosa e terrorista, Dilma Rousseff se espelhava na Rússia comunista em sua meta ideológica de derrubar o governo do Brasil e instaurar um regime comunista ditatorial que, se não fosse pela intervenção dos militares, teria derramado muito sangue no Brasil.
A Rússia, cuja população deu meia-volta volver no comunismo, está dando uma lição de moral para sua antiga admiradora no Brasil.
Dona Dilma, sua antiga Mãe Rússia deu meia-volta volver. Agora é sua vez!

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