COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Entenda a repercussão do Caso COC sobre o futuro da liberdade de expressão no Brasil

 

ESCOLA SEM PARTIDO

Por Miguel Nagib

Mesmo sem ter sido julgada em primeira instância, a ação movida pelo Sistema COC de Ensino contra o coordenador do ESP, o advogado Miguel Nagib, e a jornalista Mírian Macedo já chegou ao Supremo Tribunal Federal (clique aqui para saber detalhes do processo).

O STF vai decidir, pela primeira vez, se uma ação de reparação de danos alegadamente causados por matéria informativa ou crítica veiculada pela internet deve ser ajuizada no foro do domicílio da pessoa que se diz ofendida – como se tem considerado até hoje – ou no do responsável pelos danos alegados (no caso, a ação foi ajuizada em Ribeirão Preto, onde fica a sede do COC, apesar de Nagib e Mírian terem domicílio em Brasília e São Paulo, respectivamente).

A questão é relevantíssima e interessa diretamente a todos os indivíduos que exercem, de forma regular ou esporádica, a liberdade de expressão por meio da internet. A tese sustentada no recurso que será julgado pelo STF é a de que a orientação atualmente seguida pelos tribunais expõe a pessoa que exerce a liberdade de informação jornalística por meio da internet ao risco de ser processada em qualquer lugar do país, dependendo do domicílio de quem vier a se sentir ofendido pela matéria publicada; e, nesse sentido, representa um grave embaraço àquela liberdade, o que ofende o art. 220, § 1º da Constituição Federal, segundo o qual "nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social".

Em outubro de 2009, o STF reconheceu a repercussão geral da controvérsia. Com a aposentadoria do ministro Eros Grau, o caso será relatado pelo novo ministro Luiz Fux.

A causa de Nagib está sendo patrocinada pelo ex-Ministro do STF José Paulo Sepúlveda Pertence.

Leia, a seguir, artigo de autoria de Miguel Nagib, publicado no jornal "O Globo" (31.03.2010), sob o título "Outra ameaça à liberdade".

*  *  *

De acordo com a orientação que vem sendo seguida pelos tribunais brasileiros, as ações de reparação de danos (materiais ou morais) alegadamente causados por matéria publicada na internet devem ser ajuizadas no foro do domicílio do suposto ofendido.

Em razão desse entendimento, que se baseia no art. 100 do Código de Processo Civil, incontáveis indivíduos que exercem, habitual ou esporadicamente, a liberdade de expressão e de informação jornalística por meio da internet encontram-se permanentemente expostos ao risco de ser processados em qualquer lugar do país, dependendo do domicílio de quem venha a se sentir ofendido ou lesado pela informação ou opinião divulgada.

Além disso, nada impede que, sendo vários os supostos ofendidos e diversos os seus respectivos domicílios, o autor seja processado simultaneamente em mais de uma localidade, como aconteceu, em 2008, num dos casos mais notórios de abuso do direito de ação já registrados em nosso país: por causa de uma reportagem, a jornalista Elvira Lobato e a "Folha de S.Paulo" tiveram de responder a mais de 90 ações de indenização ajuizadas por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus em todo o país, de Santana, no Amapá, até Jaguarão, no Rio Grande do Sul. Não é difícil imaginar as dificuldades enfrentadas pela defesa do jornal e da jornalista.

Em 2008, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, incomodado com o conteúdo de reportagens publicadas nos jornais O GLOBO e "Folha de S.Paulo", anunciou que sindicalistas ligados à entidade por ele presidida entrariam com mais de 20 ações contra esses jornais, em 20 estados do país. Segundo reportagem da "Folha Online", o deputado teria dito que sua intenção não era ganhar as ações, mas dar trabalho aos jornais:"Pode perder, não tem problema. Vou dar um trabalho desgraçado para eles. Meu negócio é dar trabalho para eles. Não é nem ganhar. É só para eles aprenderem a respeitar as pessoas. Eu estou fazendo apenas 20. Se não parar, vou fazer de 1.000 a 2.000 ações contra eles no Brasil inteiro."Arrematou: "A Igreja Universal vai ser fichinha."

Paulinho realmente sabe das coisas. Ganhar essas ações é, de fato, o que menos importa para quem se dispõe a ajuizá-las. O objetivo é punir e intimidar o responsável pelas supostas ofensas. Para punir, não é preciso vencer: basta obrigar a parte contrária a litigar fora do seu domicílio - de preferência, em mais de uma comarca - num país de dimensões continentais. Para intimidar, basta acenar com possível processo.

Tudo isso graças ao artigo 100 do Código de Processo Civil.

Eis que entra em cena o Supremo Tribunal Federal. Em outubro do ano passado, o STF decidiu se pronunciar a respeito da compatibilidade desse dispositivo com o artigo 220, § 1º da Constituição Federal, segundo o qual "nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social". No jargão processual, o STF reconheceu a "repercussão geral" da questão. O caso -- clique AQUI para ver o andamento do processo no STF -- está pronto para ser julgado.

Se o STF decidir que a aplicação do art. 100 do CPC ao gênero de demandas judiciais ora examinado pode constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística, o foro competente para o julgamento dessas ações passará a ser o do domicílio do réu. Do contrário, fica tudo como está.

Miguel Nagib é advogado, coordenador do ESP e réu na ação movida pelo Sistema COC de Ensino, objetivando a reparação do dano alegadamente causado pela publicação do artigo Luta sem Classe, de autoria da jornalista Mírian Macedo

Congresso Internacional de Ciência, Ética e Educação Integrada

 

ESCOLA SEM PARTIDO

 

Escola sem Partido

 

Amigo do ESP,

Nos dias 7 e 8 de dezembro, será realizado em Campinas-SP o 2º Congresso Internacional de Ciência, Ética e Educação Integrada.

O Congresso versará, entre outros assuntos, sobre os aspectos pedagógicos e jurídicos da veiculação de conteúdos morais controvertidos nas disciplinas obrigatórias do currículo escolar, assunto que será abordado pelo Prof. Luiz Carlos Faria da Silva, da Universidade Estadual de Maringá, e pelo coordenador do ESP, Miguel Nagib.

Para mais informações, visite o site do Congresso:http://www.congressinterceei.com

Como obrigar o Estado e as escolas a respeitar o direito dos pais de dar aos seus filhos a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções?

 

ESCOLA SEM PARTIDO

 

Escola sem Partido

 

 

Amigo do ESP,

A Convenção Americana de Direitos Humanos assegura "o direito dos pais de dar aos seus filhos a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções" (art. 12).

Esse direito, todavia, como todo mundo sabe, não vem sendo respeitado pelas escolas brasileiras. Amparadas nas diretrizes do MEC e das secretarias estaduais e municipais de educação, as escolas têm veiculado transversalmente nas disciplinas obrigatórias, a pretexto de "combater tabus e preconceitos", conteúdos morais altamente discutíveis, especialmente em matéria de sexualidade.

Que fazer para impedir tal abuso? Que medidas podem ser adotadas?

Para tentar encontrar respostas a essas perguntas, o ESP criou um grupo de discussão, e gostaria de contar com a sua participação.

Caso deseje participar, mande-nos uma mensagem (escolasempartido@gmail.org), e nós lhe enviaremos um convite.

PETIÇÃO PÚBLICA Contra o ativismo ideológico do Conselho Federal de Psicologia(CFP)


PETIÇÃO PÚBLICA Contra o ativismo ideológico do Conselho Federal de Psicologia

To: Conselho Federal de Psicologia

O Conselho Federal de Psicologia - CFP - foi aparelhado politicamente e está sendo usado como instrumento para um intenso ativismo ideológico.

Agindo assim, a autarquia federal extrapola o conjunto de suas atribuições legais, abusando de sua função regulamentadora ao cercear a expressão do...SEE MORE

Thanks for signing the petition.

Can you help us reach our goal of 1,000,000 signatures?
INVITE FRIENDS
* O vídeo acima esta no canal do YouTube do Conselho Federal de Psicologia emhttp://www.youtube.com/watch?v=ERK97L_j9Bg.

Os psicólogos estão acuados, e precisam de seu importante apoio para reverter esse quadro. Os Conselhos Profissionais (por exemplo, o Conselho Federal de Psicologia) são de interesse público, que é proteger o cidadão contra os maus profissionais. Não podem ser usados de forma corporativa, muito menos como instrumento de ativismo político-ideológico.

Assina esta petição e divulgue entre seus amigos.

PRESIDENTE DO SÍNODO DA IPB SE POSICIONA SOBRE A FALA DO Rev. Marcos Amaral

Presidente do SC reitera posição oficial da IPB sobre núcleo familiar bíblicoImprimirE-mail
Patrocínio/MG, 11 de outubro de 2012.

À
Igreja Presbiteriana do Brasil
Assunto: Comunicado (FAZ)

Amados irmãos,
Nesses dias irromperam em nosso meio comentários a respeito da participação e da fala do Rev. Marcos Amaral, Presidente do Sínodo da Guanabara, Rio de Janeiro, no programa de televisão da Rede Globo “Amor & Sexo”.
Comunico à Igreja Presbiteriana do Brasil, e ao público em geral, como Presidente do Supremo Concílio da IPB, que a fala do referido irmão não é a posição oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. Esta, por documentos oficiais, tem deixado bem claro que não aprova e nem aceita, por ser pecado, qualquer prática contrária à formação da família que não esteja em conformidade com a Palavra de Deus. A fala do referido pastor é pessoal, e cabe ao seu Presbitério tratar da questão em conformidade com a Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Na busca da paz da Igreja, comunico que o Presidente do Supremo Concílio responde pela IPB civilmente conforme seus Estatutos. Informo também que a Igreja Presbiteriana do Brasil, através de seu Supremo Concílio, tem tomado posições coerentes e firmes, fundamentadas na Bíblia Sagrada, nesta e em outras matérias.
Do servo,

Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Supremo Concílio
Igreja Presbiteriana do Brasil

ADENDO ADHT : A entrevista  infeliz do pastor citado foi denunciada pelo blog do escritor cristão Júlio Severo, no artigo postado no link: http://juliosevero.blogspot.com/2012/10/programa-amor-sexo-traz-polemico-pastor.html




Programa Amor & Sexo traz polêmico pastor presbiteriano para opinar sobre homossexualismo


6 de outubro de 2012


Programa Amor & Sexo traz polêmico pastor presbiteriano para opinar sobre homossexualismo

Líderes de outras três religiões também mostraram suas opiniões a respeito do homossexualismo

Julio Severo
Durante o programa Amor & Sexo da última quinta-feira (4 de outubro) quatro líderes representantes de religiões diferentes participaram dos quadros onde um artista decidiria algumas atitudes que teria se fosse homossexual enquanto os religiosos teriam a oportunidade de dar nota e falar sobre como enxergam cada um desses fatos.
Alexandre Borges no Amor e Sexo
No segundo quadro do programa da TV Globo, o ator Alexandre Borges interpretou papel de um homossexual que, junto com seu parceiro, adotou um menino. O script da Globo colocou o personagem na posição, diante do público, de responder ao menino adotado se a relação homossexual era aprovada por Deus. O personagem gay, interpretado por Alexandre, explicou para o menino que “dois homens estavam desempenhando o papel de pai e mãe que essa era a realidade dele, independente de religião”.
Nesse ponto, ficou claro que a meta do programa era mostrar que, independente das religiões e do tipo de relação sexual dos adotantes, o importante era transmitir que duplas gays adotam com amor.
A resposta dos religiosos presentes incluiu comentário do pai-de-santo Ivanir dos Santos, que aprovou a resposta que o personagem gay deu para o menino. A aprovação de Santos não foi anormal, considerando que as religiões afro-brasileiras e seus guias espirituais aceitam muito bem as práticas homossexuais.
O padre Juarez de Castro também aprovou, explicando sua visão: “O último código canônico diz que a maior lei será sempre o amor”. A aprovação do padre é de espantar, considerando as posturas públicas claras do Vaticano contra o homossexualismo e adoção de crianças por duplas gays.
A resposta do Rev. Marcos Amaral, de acordo com a Globo, foi igualmente de espantar. Ele deu nota máxima às palavras do personagem gay para o menino, e disse: “Apesar dos nossos dogmas, a igreja não pode se fechar. Uma coisa é a nossa visão confessional e outra coisa é a nossa visão existencial. Não podemos demonizar pessoas”.
Esta não é a primeira vez que o Rev. Marcos, da IPB de Jacarepaguá, se envolve em polêmica. Conforme denúncias que o Blog Julio Severo vem fazendo desde 2008, o pastor presbiteriano tem se aliado ao pai-de-santo Ivanir dos Santos em iniciativas governamentais de combate à intolerância religiosa. Embora o título das iniciativas seja genérico, como se aplicando a todas as religiões, o alvo verdadeiro é proteger e promover as religiões afro-brasileiras e suas práticas em todos os cantos da sociedade.
Amaral, que hoje é um queridinho da Globo e outras mídias de destaque, mais uma vez mostrou publicamente que está à altura de uma babilônica união religiosa ao fazer a mesma coisa que seu colega pai-de-santo fez: dar nota máxima ao quadro de um menino vivendo numa atmosfera de abuso psicológico e até físico de uma dupla gay.
Leitura recomendada:

TEMPESTADE GIGANTE PRESTES A ATINGIR OS EUA...Catástrofe á vista !


29/10/2012 14h54
 - Atualizado em 29/10/2012 17h11
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