COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 16 de julho de 2018

“Como matei o Chinês” - A.C - Avelino Brioni Capitani - TERRORISTA BRASILEIRO

“Como matei o Chinês” - A.C - Avelino Brioni Capitani


A distância, ele parece o mais inofensivo dos homensCom 1.75 metro de altura, sua figura esguia e pálida aparenta um tipo tímido e retraído. Visto de perto, explodem as diferenças. Verborrágico e incisivo, por exemplo, costuma agredir o interlocutor com argumentos que sempre lhe parecem irrefutáveis. é, contudo, na intimidade de uma confissão que surge o maior contraste. Aos 39 anos, A.C. - um professor que, egresso da guerrilha de esquerda da década de 70, até hoje só admite falar ocultando-se sob o codinome “Vila" - guarda um grande terrível segredo do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR): a execução do militante Salatiel Teixeira Rolim, o "Chinês' no interior do antigo bar Escorrega, no Rio de Janeiro.


Na semana passada, Vila finalmente contou a ISTOÉ como e porque ajudou a matar Salatiel. 

Texto completo, clique aqui



Eis o seu depoimento: - Salatiel provocou prejuízos incalculáveis para nós. Ele apanhou 2 milhões por extenso do "Bom Burguês", mas só entregou 300 mil para o BR. Com esse dinheiro comprou o bar Escorrega, no Leblon, local onde hoje funciona um açougue. Além disso, foi responsável pela queda do Mário Alves . Por tudo isso, eu, o Tomás e o Vaqueiro fizemos justiça.

Houve uma rigorosa apuração de todas as suspeitas. Não sei quantas pessoas fizeram esse trabalho, mas houve inclusive colaboração de outros partidos e organizações. Só foram contra os que estavam no exterior. O Apolônio (Apolônio de Carvalho, ex-dirigente do PCBR) até hoje diz que foi um erro, mas ele estava exilado. Não conhecia nossa realidade.  - Para executar a sentença, foram escolhidos os quadros que atuavam militarmente dentro da organização. Eu estava com 25 anos na época e lembro que discutimos exaustivamente os aspectos psicológicos, a maturidade dos militantes. É mórbido falar disso, mas a  verdade é que o remorso não faz parte de uma concepção de luta de classes. Ao contrário, o ódio de classe é uma coisa que nos mantém com o coração quente e a cabeça fria para executar qualquer coisa. Isso não quer dizer fôssemos desumanos. Foi justamente por amor à humanidade que o fizemos.

- Não foi nada difícil executar a sentença. Tudo já estava certo há alguns dias. Chegamos ao Escorrega por volta e meia da manhã. O Salatiel estava sozinho, arrumando o bar. Ele nos reconheceu, mas não desconfiou de nada. Até ficou feliz. Depois nos serviu 3 batidas. Em seguida sacamos os revólveres e aí informamos que ele seria justiçado por trair o PCBR. Ele não teve tempo de falar nada. Todos disparamos e o corpo caiu atrás do balcão. Ainda tivemos tempo de espalhar os panfletos do partido assumindo a autoria da ação, pichar as paredes com tinta spray e só depois sair.

- Esse não foi o único justiçamento feito pelo BR. Nós íamos acabar com o Cabo Anselmo porque sabíamos que era um traidor.  Mas a DVP  ( Dissidência da Var-Palmares ) divulgou o plano e ele fugiu. Esse continua nos devendo. Outro foi o Otavinho (Otavio Moreira, delegado do DOPS paulista, fuzilado na rua República do Peru, em Copacabana, num ação conjunta da Frente de Esquerda Revolucionária - FER) . Esse torturador sádico nós abatemos apenas com um tiro de calibre 12. Pegamos o Otavinho, mas muitos outros estão por aí, vivendo tranquilamente. Eles são elementos que historicamente estão sempre sobre a mira da revolução. Nunca serão perdoados.

Nossas ações armadas sempre foram espetaculares. A primeira "finança vermelha" (designação dada ao dinheiro conseguido  através de assaltar bancos) foi em 1969  contra um caminhão  de transporte de valores  do Banco da Lavoura  de Minas Gerais, em João Pessoa, na Paraíba. Outra ação  que desmoralizou  a repressão  foi a fuga  do companheiro Antônio Paula Prestes da Penitenciária  Frei Caneca , no Rio de Janeiro. (Prestes, que voltou a assaltar bancos no  ano passado, está preso em Salvador)

 Não foi cometido um único erro e ele saiu ileso.

Observação do site A Verdade Sufocada:

Para  "Vila" não foi cometido um erro. Isto sugere que, pelo menos até 1987, época da reportagem, para ele, a vida humana não tinha o menor valor. Na ação, foi morto o guarda penitenciário Ailton de Oliveira Pereira, abatido a tiros por Avelino Capitani, além de ficarem feridos seriamente também outros dois agentes - Jorge Félix Barbosa e Válter de Oliveira Pereira.

Para completar  a ação que "Vila” considera perfeita, o funcionário da Light João Dias Pereira, que trabalhava na rua, levou um tiro no abdômen, desfechado por Edvaldo Celestino, e ficou paraplégico. Esperamos que o professor A.C. de quem omitimos o nome propositadamente,  na esperança de que passados anos, amadurecido, despido do codinome Vila,  não passe esses valores desprezíveis para seus alunos.

Fonte: A Verdade Sufocada

segunda-feira, 5 de março de 2018

Os ROUBOS e CRIMES de Dilma Rousseff que você não conhecia, será?

No dia 6 de outubro de 1968, após assalto à mão armada ao Banco Banespa da Rua Iguatemi, em São Paulo, a assaltante vulgarmente conhecida como Dona Vanda, usando técnicas de terrorismo e portando um revólver de calibre 38 em mãos, conseguiu fugir com seus comparsas, roubando a vultosa quantia de 80 mil Cruzeiros Novos, valor que trazido para março de 2016, seria de aproximadamente R$ 690 mil. Um roubo do patrimônio do brasileiro.
O crime do assalto ao Banco Banespa em outubro/68 foi um grande sucesso para a quadrilha de terroristas, pois comparado ao de dois meses antes, quando no dia primeiro de agosto, o mesmo bando, numa tentativa frustrada de assalto ao Banco Mercantil de São Paulo, fugiu sob tiros, sem levar um centavo sequer, deixando para trás dois comparsas. Um seriamente ferido e o outro morto. Na ocasião, Dona Vanda era conhecida como Patrícia.
Dois anos depois, em 16 de janeiro de 1970, a terrorista (então chamada Dona Luíza) foi finalmente capturada pela Operação Bandeirantes e após ter sido presa e torturada, confessou ter planejado minuciosamente o assassinato do Capitão Chandler e o assalto ao Quartel da Força Pública do Barro Branco, entre outros.
Passados 45 anos, essa mesma mulher, não mais usando exatamente as estratégias de terrorismos e arma nas mãos, mas sim uma caneta de Presidente da República do Brasil e a estratégia das pedaladas fiscais ... Essa mesma Dona Vanda, Patrícia ou Luíza, que agora no poder usa o verdadeiro nome de Dilma, assalta os cofres da Caixa Econômica Federal, banco fundado em 1861 por Dom Pedro II. Mais um roubo do patrimônio público do povo brasileiro.
... E tem gente, que não conhece a história. Única desculpa para sair às ruas para defendê-la.
Essa mesma mulher, no governo de Lula assume a Presidência do Conselho de Administração da Petrobrás (até então, uma das mais sólidas e bem conceituadas empresas brasileiras), e graças a uma série de concessões, “desconhecimentos” e pela sistematização da corrupção e crime organizados durante sua gestão, a Petrobrás amarga hoje um rombo de 42 BILHÕES de Reais. Mais um roubo do patrimônio público do povo brasileiro.
... E tem gente, que não conhece a história. Única desculpa para sair às ruas para defendê-la.
Em março de 2016, a terrorista e assaltante de bancos tenta impedir a prisão de um poderoso milionário e chefe de um cartel organizado, durante uma operação da Polícia Federal. Um homem que já desviou bilhões e bilhões de reais de um país carente de remédio, comida e educação. Mais um roubo do patrimônio público do povo brasileiro.
... E tem gente, que não conhece a história. Única desculpa para sair às ruas para defendê-la.
Mas, só conhece a história quem estuda... e a primeira coisa que a ladrona de bancos fez em seu 2º mandato foi cortar 10,5 bilhões da educação brasileira. Boa estratégia, pois se mantiver seu público eleitor sem acesso à educação, garantirá as próximas eleições ao PT (povo que o próprio Lula chama de “peões”). Sem leitura e educação, este ciclo poderá se perpetuar.
Mais um roubo do patrimônio público do povo brasileiro.
Se ainda não acredita nos fatos acima, estude para confirmar e tirar suas dúvidas e então, dar um basta ao roubo do teu patrimônio.
Isto sim que é um golpe.
Manoel Raimundo 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

VOCÊ SABIA QUE PIMENTEL FOI TERRORISTA E COMANDOU ASSALTOS NA DÉCADA DE 70? VEJA NO YOUTUBE, NO CANAL DO POLIBIO BRAGA.

Pimentel faz sentido


Fernando Pimentel nomeou para a presidência da Fundação Ezequiel Dias, estatal que fabrica remédios, o também petista Arthur Maia Amaral.
Amaral é suspeito de vender remédios comprados com dinheiro público em uma farmácia que é sua.
Faz sentido.
VOCÊ SABIA QUE PIMENTEL FOI TERRORISTA E COMANDOU ASSALTOS NA DÉCADA DE 70? VEJA NO YOUTUBE, NO CANAL DO POLIBIO BRAGA.
Ele não comprou helicópteros hoje, mas...

domingo, 5 de junho de 2016

ONDE ESTÁ A "MULHER HONRADA"? Denúncias esmagam a fama de DILMA!

Denúncias esmagam o frame petista de Dilma como “mulher honrada”


Em editorial do Globo, vemos que a narrativa petista de “Dilma como uma mulher honrada” fica tão deslocada quanto um padre na zona. Melhores momentos:
[Depois do colapso econômico], restou de patrimônio para Dilma a imagem de “mulher honrada”, como brada seu advogado no processo de impeachment, José Eduardo Cardozo. Mas este ativo também já havia sofrido arranhões.
Afinal, como a presidente do Conselho de Administração da Petrobras desde janeiro de 2003 não tomara conhecimento do bilionário esquema de superfaturamento de contratos com empreiteiras para financiar políticos de PT, PP e PMDB?A pergunta sempre pairou sobre Dilma, e agora, a partir da divulgação pelo Supremo da delação premiada do ex-diretor da estatal Nestor Cerveró, ela desaba de vez sobre a presidente afastada.Diretor da área internacional da empresa quando da compra mais que suspeita da refinaria de Pasadena, no Texas, pela estatal, Cerveró foi responsabilizado por Dilma, presidente da República, pelo mau negócio — prejuízo de US$ 792,3 milhões à estatal.
Na delação liberada pelo STF, ele é direto: Dilma tinha conhecimento de todos os detalhes da compra da refinaria. Negócio que gerou propinas, já comprovadas. […]
Cerveró admite que ela deveria saber que políticos recebiam dinheiro desviado da Petrobras. Ele não tem provas. Evidências, porém, não faltam, e há pelo menos um testemunho de que a presidente da República tentou obstruir a Justiça na Operação Lava-Jato.Segundo o senador Delcídio Amaral, a presidente tratou com ele da barganha na indicação de um ministro para o STJ, Marcelo Navarro, em troca da aceitação do pedido de habeas corpus do empreiteiro Marcelo Odebrecht.
Acrescente-se o telefonema grampeado pela Justiça em que Dilma e Lula tratam do termo de nomeação do ex-presidente para a Casa Civil, a fim de protegê-lo da Lava-Jato com o foro privilegiado do STF. Outra obstrução.
A antiga imagem de Dilma sofre, também, com a revelação, pelo GLOBO, de que dinheiro do petrolão, portanto surrupiado da estatal, financiou gastos pessoais da presidente, como o deslocamento de São Paulo para Brasília do cabeleireiro Celso Kamura para atendê-la.
E fica ainda mais degradada depois de reportagem de “Época”, em que o lobista Benedito Oliveira Neto diz que Giles Azevedo, assessor próximo de Dilma, teria pagado dívida de campanha com dinheiro da Secretaria de Comunicação.
Quer dizer, se Dilma é “mulher honrada”, então a palavra desonra deve ser retirada do dicionário. Se isto tudo não manchou a “honra” de Dilma – como dizem os petistas -, então nada mais pode manchar a honra de ninguém.
Em tempo: o ex-presidente FHC tinha a mania de dizer que Dilma “é mulher honrada”. Depois disso tudo, o discurso de FHC é por si só desonrado.
FONTE: https://lucianoayan.com/2016/06/04/denuncias-esmagam-o-frame-petista-de-dilma-como-mulher-honrada/

domingo, 24 de abril de 2016

Lista de mortos e torturados pelo psicopata e terrorista Carlos Marighella, ídolo de muitos deputados!

"AS FAMÍLIAS DESSAS PESSOAS NÃO FORAM NEM SERÃO INDENIZADAS. A COMISSÃO DE ANISTIA EXISTE PARA CONCEDER BENEFÍCIOS SÓ A ESQUERDISTAS CONSIDERADOS VÍTIMAS DO REGIME MILITAR. 
Os mortos de esquerda são heróis. Os que não são perdem até o direito de ter um nome. Aliás, o fato desaparece.
Como se nota, o jornalismo brasileiro, com as exceções de praxe, tenta enterrar a memória. Vai aqui mais uma contribuição à Comissão da Verdade.
PESSOAS ASSASSINADAS PELA ALN, DO "HERÓI" CARLOS MARIGHELLA
- 10/01/68 - Agostinho Ferreira Lima - Marinha Mercante - Rio Negro-AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante "Antônio Alberto" foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, "Dr. Ramon", que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.
- 08/05/69 - José de Carvalho - Investigador de Polícia - SP
Atingido com um tiro na boca durante um assalto a uma agência do União de Bancos Brasileiros, em Suzano, no dia 07 de maio, morreu no dia seguinte. Nessa ação, os terroristas feriram, também, Antonio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini. Participaram os seguintes terroristas da ALN: Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Takao Amano, Ney da Costa Falcão, Manoel Cyrilo de Oliveira Neto e João Batista Zeferino Sales Vani. Amano foi baleado na coxa e operado em um "aparelho médico" por Boanerges de Souza Massa, médico da ALN.
- 22/06/69 - Guido Bone - soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN que atacaram e incendiaram a rádio-patrulha RP 416, da então Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar, matando os seus dois ocupantes, os soldados Guido Bone e Natalino Amaro Teixeira, roubando suas armas.
- 22/06/69 - Natalino Amaro Teixeira - Soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN na ação acima relatada.
- 03/09/69 - José Getúlio Borba - Comerciário - SP
Os terroristas da ALN Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros, o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa, e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia, o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito.
- 03/09/69 - João Guilherme de Britto - soldado da Força Pública - SP
(ver relato acima)
- 11/03/70 - Newton de Oliveira Nascimento - Soldado PM - Rio de Janeiro
No dia 11/03/70, os militantes do grupo tático armado da ALN Mário de Souza Prata, Rômulo Noronha de Albuquerque e Jorge Raimundo Júnior deslocavam-se num carro Corcel azul, roubado, dirigido pelo último, quando foram interceptados no bairro de Laranjeiras por uma patrulha da PM. Suspeitando do motorista, pela pouca idade que aparentava, e verificando que Jorge Raimundo não portava habilitação, os policiais ordenaram-lhe que entrasse no veículo policial, junto com Rômulo Noronha Albuquerque, enquanto Mauro de Souza Prata, acompanhado de um dos soldados, iria dirigindo o Corcel até a delegacia mais próxima. Aproveitando-se do descuido dos policiais, que não revistaram os detidos, Mário, ao manobrar o veículo para colocá-lo à frente da viatura policial, sacou de uma arma e atirou, matando com um tiro na testa o soldado da PM Newton Oliveira Nascimento, que o escoltava no carro roubado. O soldado Newton deixou a viúva, Luci, e duas filhas menores, de quatro e dois anos.
- 29/08/70 - José Armando Rodrigues - Comerciante - CE
Era proprietário da firma Ibiapaba Comércio Ltda. Depois de sua loja ser assaltada, foi seqüestrado, barbaramente torturado e morto a tiros por terroristas da ALN. Seu carro foi lançado num precipício na serra de Ibiapaba, em São Benedito, CE. Autores: Ex-seminaristas Antônio Espiridião Neto e Waldemar Rodrigues Menezes (que fez os disparos), José Sales de Oliveira, Carlos de Montenegro Medeiros, Gilberto Telmo Sidney Marques, Timochenko Soares de Sales e Francisco William.
- 14/09/70 - Bertolino Ferreira da Silva - segurança - SP
Morto durante assalto praticado pelas organizações terroristas ALN e MRT ao carro pagador da empresa Brinks, no Bairro do Paraíso, em são Paulo.
-15/04/71 - Henning Albert Boilesen - Industrial - SP
Ligado à Operação Bandeirantes, que combatia com métodos também ilegais as organizações de esquerda, foi assassinado, entre outros, por Carlos Eugênio da Paz (há depoimento deste senhor no blog). Participaram ainda dação os terroristas Yuri Xavier Pereira, Joaquim Alencar Seixas, José Milton Barbosa, Dimas Antonio Casimiro e Antonio Sérgio de Matos. No relatório escrito por Yuri, apreendido pela polícia, lê-se: "Durante a fuga, trocávamos olhares de contentamento e satisfação. Mais uma vitória da Revolução Brasileira". Sobre o corpo de Boilesen, atingido por 19 tiros, panfletos da ALN e do MRT, dirigidos "Ao Povo Brasileiro", traziam a ameaça: "Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que eles sentirão o peso da JUSTIÇA REVOLUCIONÁRIA. Olho por olho, dente por dente".
- 20/01/72 - Sylas Bispo Feche - Cabo PM São Paulo - SP
O cabo Sylas Bispo Feche integrava uma Equipe de Busca e Apreensão do DOI/CODI/II Exército. Sua equipe executava uma ronda quando um carro VW, ocupado por duas pessoas, cruzou um sinal fechado quase atropelando uma senhora que atravessava a rua com uma criança no colo. A sua equipe saiu em perseguição ao carro suspeito, que foi interceptado. Ao tentar aproximar-se para pedir os documentos dos dois ocupantes do veículo, o cabo Feche foi metralhado. Dois terroristas, membros da ALN, morreram.
- 01/02/72 - Iris do Amaral - Civil - RJ
Morto durante um tiroteio entre terroristas da ALN e policiais. Ficaram feridos nesta ação os civis Marinho Floriano Sanches, Romeu Silva e Altamiro Sinzo. Autores: Flávio Augusto Neves Leão Salles ("Rogério", "Bibico") e Antônio Carlos Cabral Nogueira ("Chico", "Alfredo".)
- David A. Cuthberg - Marinheiro inglês - RJ
A respeito desse assassinato, sob o título "REPULSA", o jornal "O Globo" publicou:
"Tinha dezenove anos o marinheiro inglês David A. Cuthberg que, na madrugada de sábado, tomou um táxi com um companheiro para conhecer o Rio, nos seus aspectos mais alegres. Ele aqui chegara como amigo, a bordo da flotilha que nos visita para comemorar os 150 anos de Independência do Brasil. Uma rajada de metralhadora tirou-lhe a vida, no táxi que se encontrava. Não teve tempo para perceber o que ocorria e, se percebesse, com certeza não poderia compreender. Um terrorista, de dentro de outro carro, apontara friamente a metralhadora antes de desenhar nas suas costas o fatal risco de balas, para, logo em seguida, completar a infâmia, despejando sobre o corpo, ainda palpitante, panfletos em que se mencionava a palavra liberdade. Com esse crime repulsivo, o terror quis apenas alcançar repercussão fora de nossas fronteiras para suas atividades, procurando dar-lhe significação de atentado político contra jovem inocente, em troca da publicação da notícia num jornal inglês. O terrorismo cumpre, no Brasil, com crimes como esse, o destino inevitável dos movimentos a que faltam motivação real e consentimento de qualquer parcela da opinião pública: o de não ultrapassar os limites do simples banditismo, com que se exprime o alto grau de degeneração dessas reduzidas maltas de assassinos gratuitos".
A ação criminosa foi praticada pelos seguintes terroristas, integrantes de uma frente formada por três organizações comunistas:
- ALN - Flávio Augusto Neves Leão Salles ("Rogério", "Bibico"), que fez os disparos com a metralhadora, Antônio Carlos Nogueira Cabral ("Chico", "Alfredo"), Aurora Maria Nascimento Furtado ("Márcia", "Rita"), Adair Gonçalves Reis("Elber", "Leônidas", "Sorriso");
- VAR-PALMARES - Lígia Maria Salgado da Nóbrega ("Ana", "Célia", "Cecília"), que jogou dentro do táxi os panfletos que falavam em vingança contra os "Imperialistas Ingleses"; Hélio Silva ("Anastácio", "Nadinho"), Carlos Alberto Salles("Soldado");
- PCBR - Getúlio de Oliveira Cabral("Gogó", "Soares", "Gustavo")
- 06/03/72 - Walter César Galleti - Comerciante - SP
Terroristas da ALN assaltaram a firma F. Monteiro S/A. Após o assalto, fecharam a loja, fizeram um discurso subversivo e assassinaram o gerente, Walter César Galetti, e feriram o subgerente, Maurílio Ramalho, e o despachante Rosalindo Fernandes.
- 09/09/72 - Mário Domingos Panzarielo - Detetive Polícia Civil - RJ
Morto ao tentar prender um terrorista da ALN.
- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário - RJ
Assassinado em assalto ao Banco Novo Mundo, na Penha, pelas organizações terroristas PCBR, ALN, VPR, VAR-Palmares e MR-8. Autor do assassinato: José Selton Ribeiro.
- 21/02/73 - Manoel Henrique de Oliveira - Comerciante - SP
No dia 14 de junho de 1972, as equipes do DOI de São Paulo, como já faziam há vários dias, estavam seguindo quatro terroristas da ALN que resolveram almoçar no restaurante Varela, no bairro da Mooca. Quando eles saíram do restaurante, receberam voz de prisão. Reagindo, desencadearam tiroteio com os policiais. Ao final, três terroristas estavam mortos, e um conseguiu fugir. Erroneamente, a ALN atribuiu a morte de seus três companheiros à delação de um dos proprietários do restaurante e decidiu justiçá-lo. O comando "Aurora Maria do Nascimento Furtado", constituído por Arnaldo Cardoso Rocha, Francisco Emanuel Penteado, Francisco Seiko Okama e Ronaldo Mouth Queiroz, foi encarregado da missão e assassinou, no dia 21 de fevereiro, o comerciante Manoel Henrique de Oliveira, que foi metralhado sem que pudesse esboçar um gesto de defesa. Seu corpo foi coberto por panfletos da ALN."

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quinta-feira, 21 de abril de 2016

A OAB ESTÁ INFILTRADA MESMO: POR QUE NÃO PROCESSAM O deputado QUE EXALTOU O COMUNISTA "Chê Guevara"

ERNESTO GUEVARA: EL CHANCHO ...CONHEÇA-O MELHOR!


Já se afirmou neste espaço, ainda subsistente em uma "democracia" disfarçada de totalitarismo, que o enfraquecimento e esvaziamento de um processo ideológico em construção/afirmação num país passa pela desconstrução intelectual e fundamentada das doutrinas que embasam todo o processo. Mas não só isso: é preciso desconstruir, aniquilar e desmistificar os personagens que originaram estas doutrinas e os que delas se utilizaram para amparo no projeto. 

É válido ressaltar que este trabalho deve ser realizado repetida e constantemente, a cada nova publicação, discurso ideológico ou tentativa de rejuvenescimento das raízes doutrinárias, de modo a se rebater cada movimento-parte do projeto maior. Não se pode deixar revel qualquer nova intenção destes personagens em fundir, nas mentes individuais e nos semblantes coletivos, os métodos e propostas suscitados. 

Deve-se sufocar intelectualmente o simples respirar progressista, mesmo que o "sufocamento" seja repetido incansavelmente. Omitir-se é dar espaço ao adversário. Assim sendo, na desconstrução dos mitos, este artigo corrobora ao trabalho de desmistificação de um deles: Ernesto (Che) Guevara.


Subjetivamente Ernesto Guevara é, historicamente, relatado como um revolucionário caridoso, humano, benevolente, generoso, misericordioso com o povo cubano e da América Latina. Covardemente, omitem seus historiadores que “tal mito é completamente estranho à nossa cultura, sendo imposto de forma artificial como representante de um elevado ideal, ao mesmo tempo em que se oculta seu projeto político totalitário subjacente [] mas surge de uma experiência da vanguarda política revolucionária, em sua batalha cruenta pela tomada do poder” (FONTOVA, p. 14). 

Toda esta aura de pureza e atitudes das mais genuínas desse indivíduo são resultado do desconhecimento da verdadeira história de Guevara. A “ignorância, com efeito, explica muito da idolatria de Che Guevara. Mas engodo e muita fantasia também o explicam, tudo alimentado de antiamericanismo implícito ou explícito” (FONTOVA, p. 41). Conforme afirmação de Fontova (p. 157), “muita gente engoliu indiscriminadamente a mítica história de que Che Guevara fosse uma espécie de santo defensor dos pobres na América Latina. Na verdade, ele não passava de um oportunista, sedento de poder e de ganhos materiais, tal como muitas personalidades comunistas que o precederam e sucederam no decorrer da história”. 

Em outros termos: “a pesquisa histórica foi em geral envenenada, e o mito de Che e sua guerrilha heróica construído” (FONTOVA, p. 85).

Na seara da guerrilha, o mesmo fracasso, embora seus atos de “heroísmo” sejam tão propagandeados pelo mundo, mesmo que inverídicos e falseados da realidade. Na verdade, “Che não sabia ler um mapa nem se guiar por bússola. Ele e seu grupo perderam-se nas florestas durante meses e atiravam-se uns nos outros achando que encontravam inimigos. Ficaram sem alimentos e tiveram que matar seus animais de carga para não morrer de fome.” (FONTOVA, p. 17). Em batalhas na tão agraciada invasão da ilha cubana, “ao tentar organizar o ataque contra as tropas de Batista em 1958, Che admitiu ’não saber coisa nenhuma’ de estratégia militar” (FONTOVA, p. 38). Conforme afirmam os verdadeiros historiados de Guevara, “seu fracasso mais estrondoso foi precisamente como guerrilheiro. Não há registro nenhum de qualquer façanha sua em batalhas de verdade” (FONTOVA, p. 81).

O homem e guerrilheiro desapegado de bens materiais e condolente com o sofrimento do povo cubano e alguns outros da América Latina é uma inverídica construção secular patrocinada por interesses escusos. Guevara era sequioso por riqueza, poder, mesmo que essa sede pela fortuna e opulência desencadeasse uma afronta à imensa massa populacional cubana desprovida do mínimo existencial para sua sobrevivência. A prova material da avidez e insaciabilidade de Guevara pela riqueza é comprovada quando “uma semana depois de entrar em Havana o seu abnegado Che Guevara assaltou o que era provavelmente a casa mais luxuosa de Cuba e se mudou para lá depois que o proprietário legal fugiu com a família para escapar do pelotão de fuzilamento” (FONTOVA, p. 31). 

Desfaz-se o mito honrado de Guevara, usurpador e larápio dos bens alheios e de inocentes. Como declara Fontova (p. 29), “aquele homem em Diários da Motocicleta, que amava os leprosos tal como Jesus, que atravessou um rio sob risco de vida para mostrar sua compaixão por eles, é o homem que declarou que ‘um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar movida apenas pelo ódio”.

Guevara e os irmãos Castros foram os responsáveis diretos pela invasão cubana na década de 50 do século passado, depondo o General Batista, e iniciando, a partir dali, um sanguinário regime de morte, fome, roubos, desapropriações e restrição de liberdades. Muitos cubanos, aterrorizados com o novo regime ditatorial e autoritário que se formava, tentaram fugir do país. “Estima-se que oitenta mil cubanos morreram de sede, fadiga, afogamento, ou destroçados por tubarões. Morreram tentando fugir de Che Guevara e seu legado” (FONTOVA, p. 30). 

Segundo “Canek Sánchez Guevara [] neto do próprio Che [] ‘Em Cuba, liberdade não existe’, disse Canek em entrevista à revista mexicana Proceso. ‘O regime exige submissão e obediência o regime persegue hippies, homossexuais, livre-pensadores e poetas Eles estão em constante vigilância, controle e repressão” (FONTOVA, p. 63). 

Aos jovens da modernidade, "descolados" e sempre contrários à moral posta, o alerta: o tão idolatrado regime Cubano considera, até hoje, “o homossexualismo um crime” (FONTOVA, p. 30). Para os mesmos idólatras ignorantes de Guevara, em Cuba da época da invasão, “o campo para homossexuais ostentava os dizeres ‘O Trabalho os Transformará em Homens’ sobre o portão principal” (FONTOVA, p. 167), semelhante aos dizeres na entrada do campo de concentração de Auschwitz, implantado pelo regime Nazista, que dizimou milhões de vidas humanas.

Sobre os campos de concentração implantados no regime cubano por Guevara e os irmãos Castro, sabe-se que “as forças castristas arrancaram centenas de milhares de cubanos de suas terras ancestrais e, sob a mira das metralhadoras, apinharam-nos em campos de concentração localizados no extremo oposto do país” (FONTOVA, p. 210). 

Nestes campos, Fontova (p. 168) afirma que viu “garotos mortos à bala simplesmente porque não foram capazes de suportar a carga de trabalho. Você tenta explicar essas coisas à gente desse país e ninguém acredita. Eles simplesmente não conseguem imaginar esses horrores a apenas cem quilômetros de distância – muito menos quando foram conduzidos por homens que grande parte da imprensa internacional considera como reformistas bem-intencionados”. 

Ernesto Guevara matou, em campos de concentração e nos paredões de fuzilamento, milhares de adolescentes; destruiu famílias; aniquilou gerações; praticou crimes horrendos e equiparáveis aos massacres ocorridos em guerra. Mesmo assim, continua sendo reverenciado por desconhecedores da realidade.

Com a mesma perversidade e antes de matar milhares de cidadãos, seja fuzilados ou nos campos de concentração, Guevara demonstrava toda a sua crueldade: “as inumeráveis vítimas de Che costumam lembra-lo como alguém que adorava reduzir as pessoas a mais completa impotência – fazendo com que se humilhassem para tentar salvar a própria vida” (FONTOVA, p. 72). Guevara, o "clemente", afirmava que “para executar um homem, não precisamos de provas que o inculpem. Precisamos tão-só de provas de que sua execução é necessária. É simples” (FONTOVA, p. 144). Ainda segundo Guevara, “nossa missão é assegurar as garantias legais [] é levar a Revolução adiante. Para tanto, é preciso instituir a pedagogia do paredão” (FONTOVA, p. 144).

Mas antes de "simplesmente" executá-los no "paredão", Guevara elaborou uma forma de obter lucro com os prisioneiros e "trabalhadores" dos campos de concentração, afora seus trabalhos forçados: vender, para outros regimes comunistas, o sangue de seus prisioneiros e "trabalhadores", retirados antes da execução. Isto mesmo: comércio de sangue de executados, um crime de lesa-humanidade, tal qual crime de guerra.

“O comércio de sangue da Cuba comunista [] não recebeu qualquer atenção da grande imprensa e dos ‘estudiosos’ em geral” (FONTOVA, p. 134), embora a “Dra. Virginia Mirabal Quesada, que fugira de Cuba pelo México depois de testemunhar, horrorizada, uma dessas extrações. ‘É absolutamente verdade’, ela disse à agência de informação dos Estados Unidos. ‘Antes de serem fuzilados, os homens são levados a uma pequena sala de primeiros socorros em La Cabaña, onde os comunistas lhes tiram mais ou menos um quarto de sangue – que, então, é armazenado num banco apropriado. Uma parte dele é enviada para o Vietnã do Norte” (FONTOVA, p. 133). 

Estes fatos foram comprovados por órgãos internacionais: “em 7 de abril de 1967, a comissão de direitos humanos da OEA finalmente publicou um relatório detalhado sobre a longa prática de vampirismo da humanística Revolução Cubana. O relatório estava baseado em dúzias de testemunhas oculares que desertaram o país” (FONTOVA, p. 134). Ao final de todas estas e outras atrocidades, o “Cuba Archive Project, documentando meticulosamente todas as mortes causadas pela revolução cubana, estimam um total mínimo de 107.805 mortes inflingidas pelo regime castrista” (FONTOVA, p. 151).

As truculências atribuídas a Guevara não terminam nos fatos acima narrados. Outros exemplos devem servir como aviso aos trabalhadores progressistas, muitos deles de sindicatos, que defendem como bondosas as ações de seu ídolo para com o povo cubano. Pois para surpresa, saibam que Guevara “instituiu um ‘avançado’ programa de trabalho ‘voluntário’ durante os fins de semana, além das sessenta e quatro horas semanais, que levou operariado cubano à exaustão” (FONTOVA, p. 166). Este mesmo "guerrilheiro", “arruinou a primeira economia da América Latina com o intuito de impedir o desenvolvimento de qualquer instância de poder que não dependesse exclusivamente dele” (FONTOVA, p. 215). 

Ernesto Guevara explorou os trabalhadores cubanos, através da imposição de mais de 12 horas de trabalho diário, mas ainda assim o “guerrilheiro da esperança” tem seu rosto estampado em bandeiras hasteadas em passeatas de trabalhadores. Do mesmo modo, ainda se encontram na atualidade camisas com a imagem de Guevara sendo utilizadas por seres desconhecedores da real história do sanguinário, assassino, rapinante e fracassado guerrilheiro, que em carta enviada a seu pai afirmava: “papai, eu queria confessar que agora eu descobri que realmente gosto de matar” (FONTOVA, p. 121).

Ostentar e estampar o rosto de Ernesto Guevara em qualquer indumentária é comparável a vangloriar a imagem de Hitler em camisetas ou bandeiras. Ambos tinham propósitos semelhantes, de formação do "novo homem". Hitler executou milhões de judeus. Guevara, em busca do "novo homem" latino, mandou executar milhares de cubanos, matando vários deles com sua própria pistola, com “total desprezo pelo ser humano concreto, [...] onde qualquer custo em vidas vale o nascimento do novo homem” (FONTOVA, p. 16).

Guevara matou, executou, roubou, desapropriou e humilhou milhares de outros seres humanos, entretanto ainda é digno de idolatria imbecilizada e “permanece vivo em parte porque teve Fidel Castro como assessor de imprensa” (FONTOVA, p. 39).

A desconstrução diária deste sórdido indivíduo é obrigação de todo ser humano contrário aos atos praticados por Guevara, pois o mito sob este ser foi ampliado pela “ocultação histórica por parte de intelectuais, falsos ministérios de falsos padres, covardia moral e raquitismo temático de cineastas e artistas bem como a hipocrisia criminosa de professores, todos, no mais das vezes, utilizando-se de muito dinheiro público via órgãos de educação e cultura” (FONTOVA, p. 18).

O mito Guevara deve ser extirpado de qualquer deferência, respeito ou consideração humana.
Se os cubanos-americanos impressionam por parecerem muito inflamados ou, em última instância, meios loucos até, há uma razão para tanto. Praticamente todos os dias, ligamos a televisão ou saímos na rua e eis que vemos justamente a imagem do homem que treinou a polícia secreta para amar nossos irmãos – milhares de homens, mulheres e crianças. Este homem cometeu grande parte desses assassinatos com suas próprias mãos. E não obstante nós os vemos celebrado por aí como a quintessência da humanidade, do progresso e da compaixão. Ele homem, este assassino, é Ernesto ‘Che’ Guevara” (FONTOVA, p. 11).

Referências: 
FONTOVA, Humberto. O verdadeiro Che Guevara: e os idiotas úteis que o idolatram. São Paulo: É Realizações, 2009.

Brasil, 04 de dezembro de 2015.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

NÃO SUBESTIME O INIMIGO:"Forças armadas em alerta, PT pode transformar o Brasil em uma guerra civil"

Forças armadas em alerta, PT pode transformar o Brasil em uma guerra civil.

Na cerimônia realizada no salão principal do Palácio do Planalto, estiveram presentes
representantes de movimentos sociais que costumam apoiar o governo federal, como MST


O que o PT , Dilma e LULA está fazendo é feio, ridículo perante o mundo. Colocar nosso povo uns contra os outros ao invés de pensar em resolver o problema econômico do nosso país que está na lama. Dilma e LULA convoca as forças do MST e CUT para uma guerra, para evitar algo previsto na constituição que é o Impeachment. No momento em que a presidente Dilma Rousseff enfrenta o momento mais difícil de seu segundo mandato, o governo federal transformou evento de entrega de moradias da terceira fase do Minha Casa Minha Vida em um palanque contra o impeachment.

Na cerimônia realizada no salão principal do Palácio do Planalto, estiveram presentes representantes de movimentos sociais que costumam apoiar o governo federal, como MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra), União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, MLT (Movimento de Luta pela Terra), FNL (Frente Nacional de Luta), entre outros.

Os representantes foram colocados em lugares destinados a convidados, onde entoaram gritos de guerra pró-governo federal mesmo antes do evento começar. Os presentes chamaram o juiz Sergio Moro, o vice-presidente Michel Temer e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de “golpistas” e cantaram o já tradicional “não vai ter golpe”.

domingo, 27 de março de 2016

PUBLICAMOS ISTO HÁ MUITO TEMPO...SÓ PRA MOSTRAR O QUE A MÍDIA COMUNA FAZ?

ARTIGO DO JORNAL "DIÁRIO DO BRASIL":

Ex-marido de Dilma: “A gente assaltava bancos e roubava quartéis para pegar armas. Era muito romântico”

Segundo Araújo, o grupo praticou assaltos a banco, roubos de caminhões de carne, além de “ações em quarteis” para “pegar armas”.

O ex-guerrilheiro não admitiu as intenções “comunistas” da agremiação, restringindo-se a afirmar que se tratou de “uma luta do povo brasileiro contra a ditadura”. Qual é a sua opinião a respeito? QUE PIADA...!

Ex-marido de Dilma Rousseff, Carlos F. Pauxão Araujo, é ex-comandante do grupo revolucionário terrorista VAR (Vanguarda Armada Revolucionária) – Palmares – o qual utilizou táticas de luta armada tradicionais, além de “justiçamentos” e atentados a bomba -, que objetivava implantar uma ditadura do proletariado no Brasil, admitiu, em vídeo, crimes cometidos pelo grupo, o qual era integrado pela atual presidente da República. Assista abaixo:

FONTE: http://www.diariodobrasil.org/ex-marido-de-dilma-a-gente-assaltava-bancos-e-roubava-quarteis-para-pegar-armas-era-muito-romantico/

VEJA O ARTIGO: http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2016/03/segundo-marido-de-dilma-era-pessoa-do.html COM A FALA DO "LULA" GRAMPEADA HÁ DIAS ATRÁS.

VEJA TAMBÉM NOSSOS ARTIGOS REFERENTES A ESTE ASSASSINO, LADRÃO DE BANCOS E DE QUARTÉIS. PROCURE PELO NOME DELE E VAIS VER O "BELO" CURRÍCULO DESTE BANDIDO DAS DÉCADAS 1960/70. BUSQUE TAMBÉM NO GOOGLE.COM.

sábado, 26 de março de 2016

Segundo Marido de Dilma era a pessoa do grampo que Lula usaria para influenciar a ministra Rosa Weber no caso do triplex



O Segundo ex-marido de Dilma Rousseff, Carlos F. Paixão Araújo, seria a pessoa que poderia interceder junto à ministra Rosa Weber, após ter sido sorteada como relatora de um recurso do Lula no STF, apontam investigadores da Lava Jato.

Lula foi flagrado em uma conversa com o ex-ministro Paulo Vannuchi no dia de 27 de fevereiro, na qual o ex-presidente reclamava das investigações sobre a propriedade do tríplex do Guarujá e do sítio em Atibaia. A conversa ocorreu um dia depois de Rosa Weber ter sido sorteada relatora de um recurso do petista no STF.

Na gravação que pode ser ouvida no player ao final desta matéria, Lula e Vannuchi conversam sobre uma tentativa de contatar "uma pessoa" que poderia interceder junto à ministra, mas que estaria hospitalizada, tratando um enfisema pulmonar e com “um canudo no nariz”.

Lula parece tão desesperado em "solucionar" logo o caso, que solta um palavrão e pergunta se o tal contato não poderia “tirar o canudo 30 segundos”. Por coincidência, o ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, teve atuação central no lobby pela nomeação da gaúcha Rosa Weber para o STF.

Outra coincidência é que ex-marido de Dilma estava internado no Hospital São Francisco,  em Porto Alegre, na data da conversa, tratando de um enfisema – e com um “canudo no nariz”.

Os investigadores da Lava-Jato chegaram à conclusão de que Lula e  Paulo Vannuchi viam no ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, uma pessoa com potencial para influenciar a ministra à favor do ex-presidente. Ouça a gravação abaixo:

Conversa entre Lula e o ex-ministro Paulo Vannuchi no dia de 27 de fevereiro


Fonte: http://www.manchette.com.br/2016/03/marido-de-dilma-era-pessoa-do-grampo.html

QUEM FOI "CARLOS ARAUJO" NAS DÉCADAS DE 1960/70 :
Ex-Marido de Dilma confessa crimes que cometeu com a guerrilha
https://www.youtube.com/watch?v=ancDbw4uec8



Querendo saber mais detalhes, veja este artigo também:
http://defesa-hetero.blogspot.com/2013/05/sera-que-comissao-da-verdade-vai-apurar.html#.VvbYcPkrLDc



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