COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Atualmente, 8.863 refugiados de 79 nacionalidades distintas vivem no Brasil

Após Síria, Angola e Colômbia são principais países de origem dos 8.863 refugiados que vivem no Brasil. Governo planeja cooperação com Alemanha e União Europeia.

Os sírios já são mais de um quarto dos refugiados reconhecidos no Brasil, totalizando 2.298 pessoas, segundo dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), divulgados nesta terça-feira (10/05).

Atualmente, 8.863 refugiados de 79 nacionalidades distintas vivem no Brasil. Após a Síria, os principais países de origem são Angola (1.420), Colômbia (1.100) e República Democrática do Congo (968).

Como antecipado pela DW Brasil, o relatório mostra também que o número de solicitações de refúgio ficou praticamente estável em 2015, após uma explosão dos pedidos desde 2010.

Em 2015, 28.670 pessoas solicitaram refúgio no país, somente 285 a mais do que em 2014. Nos anos anteriores, o crescimento havia sido superior a 2.000%, segundo o comitê. Em 2014, o Brasil foi o país da América Latina com a maior quantidade de solicitações.

De acordo com o Conare, a desaceleração dos pedidos se explica por uma alteração no fluxo de migração do Haiti. Antes, a entrada era realizada majoritariamente por terra, através do Acre. Agora os haitianos chegam, na maioria dos casos, pelos aeroportos.

Apesar de não serem considerados refugiados pelo governo brasileiro, mas imigrantes, os haitianos entravam com pedidos de refúgio, o que fez os números dispararem. Com a mudança da rota, eles já chegam ao país com vistos humanitários, emitidos na embaixada em Porto Príncipe.

Acordo com a União Europeia

Durante a apresentação do relatório, o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, falou sobre a proposta brasileira de cooperação com a Alemanha e União Europeia para o reassentamento de refugiados.

O objetivo seria aumentar a entrada de sírios no Brasil, contribuindo para amenizar a maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo o Conare, a União Europeia custearia as viagens e, posteriormente, políticas de integração dos reassentados no Brasil.

'Mudança de rota migratória diminuiu os pedidos de asilo de haitianos'

"A ideia era receber refugiados diretamente dos acampamentos na Síria, Líbano e Jordânia, para diminuir essa pressão [migratória], que produziu um spillover para a Europa", afirmou Aragão.

O ministro disse ainda que não há uma definição sobre o número de refugiados que viriam ao país por meio desse programa.

"Não estamos falando em escalas parecidas com a negociação entre a Turquia e a União Europeia. Se trata de uma escala bem mais modesta. Até porque a distância do Brasil do centro do conflito nos coloca em uma posição diferenciada."

Ainda assim, o ministro disse que havia a previsão inicial de trazer cerca de cem mil refugiados ao país, em um ritmo de 20 mil por ano. Aragão destacou, entretanto, que isso só seria possível com a cooperação e o financiamento internacional.

"Esse não é um esforço exclusivamente brasileiro, é internacional, por isso o Brasil precisa de ajuda. Que não é somente em recursos materiais, é também de know-how e ativos técnicos. O Brasil precisa saber lidar com fluxos maiores de refugiados", afirmou.

As crises econômica e política também teriam prejudicado as negociações sobre o assunto, de acordo com o ministro. "Nós temos um ano extremamente complicado e agora agravado pela crise política, que levou à paralisação de todos esses esforços."

Política de Estado

Perguntado sobre a possível mudança de governo, que pode ocorrer com impeachment da presidente Dilma Rousseff, Aragão disse que não haveria mudanças significativas na política para imigrantes.

Segundo ele, as demandas por refúgio vão continuar existindo, e o Brasil vai precisar atuar como forma de se colocar estrategicamente no cenário internacional.

"Nossa posição sobre refúgio é uma posição de Estado, não de governo. Que tem, aliás, uma longa tradição. E a posição do Brasil no mundo depende muito do seu grau de solidariedade. Esse é um compromisso que o Brasil vai ter que firmar, mais cedo ou mais tarde."

Angola e Venezuela

Segundo o Conare, houve um aumento no número de imigrantes angolanos no final de 2015 e no início de 2016. Eles buscaram se estabelecer principalmente na cidade de São Paulo.

"Iniciou-se um processo de verificação em todo o fluxo migratório, desde a origem, em Luanda, até a entrada, para tentar identificar se havia ou não algum tipo de atuação de organizações criminosas. Esse trabalho coube e cabe à Polícia Federal", disse o secretário nacional de Justiça, Beto Vasconcelos.

O secretário afirmou que a maioria dos angolanos que chegaram nesse período eram mulheres, algumas gestantes, e crianças. De acordo com Vasconcelos, o acolhimento aos imigrantes foi providenciado, e o fluxo já diminuiu.

O Conare também identificou, nos últimos meses, um crescimento no número de pedidos de refúgio de venezuelanos no norte do Brasil, perto da fronteira com o país.

Deutsche Welle

FONTE:
http://brasilsoberanoelivre.blogspot.com/2016/05/sirios-sao-mais-de-um-quarto-dos.html

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Um refugiado evangélico e a cachorrada do governo do PT

ATENÇÃO PESSOAL: Precisamos nos mobilizar para ajudar o Senador Evangélico Conservador, Roger Molina, da Bolívia. Ele estava sendo perseguido pelo governo comunista de Evo Morales e pediu refúgio na embaixada do Brasil, em La Paz, Bolívia. Favor escreverem para os senadores da Frente Parlamentar Evangélica(FPE), principalmente o Senador Magno Malta, bem como a todos os Deputados Federais da FPE. O que os participantes da FPE estão fazendo por este Senador Evangélico tambem? O tempo para obter o asilo é de apenas 10 DIAS. Então ligue e escreva para os Parlamentares da FPE, urgente. Os emails deles podem ser encontrados no link: http://www.defesahetero.org/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html#.UwLwTPldV9o

    Obrigado,
    APFL - Associação Pró Ficha Limpa
    Rev. Dr. Alberto Thieme 

15 de fevereiro de 2014



Um refugiado evangélico e a cachorrada do governo do PT

Julio Severo
A menos de 10 dias do encerramento do prazo para o governo brasileiro decidir se concederá refúgio ao senador boliviano Roger Pinto Molina, o Estadão revelou detalhes de uma imunda operação secreta articulada em março de 2013 pelo governo brasileiro para enviar à Venezuela um perseguido político enclausurado numa salinha sem janela durante 455 dias na embaixada brasileira em La Paz, Bolívia. Detalhe: Molina não poderia saber para onde estava sendo enviado.
Roger Pinto Molina
De acordo com a reportagem, o governo do Brasil ofereceu a Molina, que é evangélico, ajuda para sair da Bolívia, com uma condição: ele deveria dar ao governo brasileiro total direito de enviá-lo a um país sem que Molina soubesse o destino. A oferta do Brasil também estipulava que ele deveria aceitar ser julgado por uma junta de juízes.
Se o senador evangélico tivesse aceitado a oferta, ele teria caído direto na cova dos leões, pois o plano do Brasil envolvia entregar Molina a dois países comunistas aliados da Bolívia: Venezuela e Nicarágua.
Tudo o que era necessário era Molina dar um salto no escuro aceitando a misteriosa “ajuda” de Dilma. O resultado final seria: ele acabaria nas mãos de carrascos comunistas e a senhora Dilma Rousseff poderia dar de ombros e dizer que cumpriu a palavra dela, tirando o evangélico perseguido da Bolívia — sem contrariar as intenções do ditador Evo Morales.
Se não fosse a ação corajosa do diplomata católico Eduardo Saboia retirando da Bolívia o refugiado boliviano contra a vontade do governo brasileiro, Molina cedo ou tarde seria entregue ao governo comunista da Bolívia ou aliados.
Quando bandidos governam um país, os inocentes são tratados como criminosos e os bandidos são tratados como heróis. Quando o assassino comunista Cesare Battisti fugiu para o Brasil, a Itália requereu sua extradição legal, mas o governo de Lula não trancou o criminoso numa salinha por 455 dias nem arquitetou um plano secreto para entregar o assassino a um merecido castigo. O próprio Lula interveio para que o criminoso obtivesse asilo e uma vida regalada
Molina não é assassino, mas um conservador será sempre um criminoso para Evo Morales, Dilma e aliados. O governo do PT fará tudo o que puder para não dar asilo ao evangélico conservador da Bolívia. Portanto, esse é um caso de oração e intercessão.
Não tenho vergonha de ser brasileiro, mas tenho muita, muita vergonha dos que governam o Brasil com esquemas infernais e bandidagens.
Abaixo, conforme o colunista da Veja Augusto Nunes, comunicado ao público do advogado de Molina:
A notícia veiculada no Estadão, e assinada pela experiente repórter Andreza Matais, de que teria sido engendrado pelo Itamaraty um plano secreto para levar o senador Roger Pinto Molina para a Venezuela ou para a Nicarágua deve ser vista com extrema preocupação. Caso essa insensatez se tivesse concretizado, o Brasil teria jogado ou alguém sob a proteção do direito internacional num verdadeiro covil de leões, dado o estreito alinhamento ideológico e político que têm aqueles países com o governo de Evo Morales.
Mas a coisa vai mais longe. A lamentável operação deve ser vista como o capítulo final de uma história que retrata um Itamaraty agonizante, que só permanece vivo porque obstinados brasileiros não desistiram de lutar pela instituição que um dia honrou os seus pais e o seu País. Uma história que teve o seu clímax (ou seria anticlímax?) numa proposta indecente feita a Roger Molina em março do ano passado. O embaixador Marcel Biato – um desses obstinados, justiça seja feita – foi orientado, não sem constrangimento, a propor ao senador, então asilado na Embaixada do Brasil em La Paz, um rol de condicionantes em troca da “liberdade”. A proposta passava por cinco pontos: 1) o senador deveria renunciar ao asilo que lhe fora concedido pelo governo brasileiro; 2) deveria concordar em ser enviado para um terceiro país; 3) deveria assumir o risco de sair da Embaixada sem um salvo-conduto; 4) deveria no seu destino final se abster de criticar o Governo de Evo Morales, e, finalmente, 5) deveria concordar em se avistar com “enviados” da Justiça boliviana, que seriam autorizados a ingressar nas instalações da nossa Embaixada.
Soube que o diplomata Clemente Baena Soares e outros enviados pelo Itamaraty, sem a participação dos integrantes da missão brasileira em La Paz, teriam mantido conversações com a embaixadora da Venezuela, Cris González, com o fim de que fosse cedido um avião de matrícula venezuelana para tirar o senador da Bolívia, com o beneplácito oficial, mas sigiloso, do governo Evo Morales. A reunião que poderia ter selado o destino de Roger Pinto Molina só não ocorreu em razão da embaixadora González ter se deslocado para Caracas, em razão da morte do presidente Hugo Chávez, justamente no momento em que Baena Soares arribava na capital boliviana.
Essa proposta indecente começou a ser rascunhada, ao que parece, logo após a prisão dos torcedores corintianos em Oruro. Numa reunião em Cochabamba, o chanceler boliviano David Choquehuanca teria proposto ao seu congênere Antonio Patriota que o embaixador Marcel Biato – muito crítico dos desmandos do governo Evo Morales – fosse afastado das tratativas para a libertação dos torcedores, condição com a qual o nosso chanceler assentiu. Ao que parece Choquehuanca foi mais além e teria proposto trocar a liberdade dos corintianos pela de Roger Molina. Essa segunda e estapafúrdia proposta teria sido rechaçada por Patriota. Porém, como resultado dessa reunião o senador Molina teve limitado o seu direito de receber visitas e só não foi impedido de falar ao telefone e acessar a Internet porque funcionários da Embaixada exigiram que uma ordem por escrito fosse enviada desde Brasília.
Se algo mais restou de positivo daquela reunião foi que ali se decidiu pela criação de uma comissão bilateral para cuidar do caso do senador. Essa comissão teria se reunido uma única vez em São Paulo. A segunda reunião, programada para La Paz, jamais teria acontecido. Ao que parece, os diplomatas enviados a La Paz sequer foram recebidos pelas suas contrapartes bolivianas. Ato contínuo, foi proposta pelos nossos vizinhos que a frustrada reunião acontecesse em La Antigua, na Guatemala. Desta vez a conversa ocorreu de pé, no corredor. A próxima cartada no jogo da dupla Evo-Choquehuanca foi conseguir que o Brasil assinasse, durante uma reunião de Cúpula do Mercosul em 12 de julho de 2013, uma declaração em que o País se solidarizava com “os Governos da Bolívia, Equador, Nicarágua e Venezuela, que ofereceram asilo humanitário ao Senhor Edward Snowden”, sem que tal declaração dedicasse uma única linha a Roger Pinto Molina, àquela altura há um ano e um mês espremido num pequeno quarto improvisado.
Daí para a frente a história é conhecida: Molina foi heroicamente retirado da Embaixada, recebi em minha casa a inesperada visita de um diplomata que naquela ocasião integrava a comissão sindicante encarregada de processar o diplomata Eduardo Saboia e por aí vai.
Mas a lembrança que realmente me veio à mente, tornada vívida pela leitura da notícia de hoje, foi o telefonema que recebi do secretário-geral do Itamaraty, Eduardo dos Santos. Disse-me este, em meados de setembro do ano passado, que o meu cliente seria expulso do País caso fosse à Câmara dos Deputados a convite do deputado oposicionista Otávio Leite. Em resposta, expressei toda a minha indignação e deixei claro que não me curvaria a esse tipo de ameaça. Aproveitei a deixa para enfatizar que seria oportuno o embaixador refletir seriamente sobre os limites do Estado. Mas devo confessar que senti o que talvez seja compaixão em relação a Eduardo dos Santos: se há uma coisa que me marcou naquele telefonema foi a sensação de que o secretário-geral estava com medo. E gente com medo, pensei, é o que não falta no Itamaraty. Ainda que estejam longe de constituir a maioria, vem ganhando espaço burocratas que convenientemente se esquecem de que a Diplomacia é e sempre foi uma carreira de Estado. Ou que não menos convenientemente se deixaram contaminar por uma ideologia que lhes vêm assegurando que o próximo posto não vai ser dentro de uma geladeira ou na calorenta Ouagadougou, no Burkina Faso.
Em pouco mais de vinte anos o crack tomou conta das ruas das nossas cidades, fazendo com que milhares de jovens promissores ficassem tão somente na promessa. Hoje, segundo dados das Nações Unidas, sessenta por cento da cocaína produzida na Bolívia vem parar no Brasil. O aumento do tráfico proveniente da Bolívia foi determinante para que o consumo em nosso País dobrasse nos últimos seis anos. Atualmente, três por cento dos universitários brasileiros e quase dois por cento do total da população consomem cocaína regularmente. Não consigo aceitar que um viés ideológico forjado e sedimentado nos corredores das universidades numa época em que era justo e necessário lutar contra a Ditadura nos levou a um quadro crônico de cegueira coletiva que nos impede de criticar essas tais Novas Democracias do Século XXI (um eufemismo para ditaduras), que gostam mesmo, como faziam os militares nos nossos tempos de chumbo, de perseguir os seus opositores. Em nome dessa mesma ideologia aceitamos calados sucessivas provocações de Evo Morales, que espertamente percebeu que pregar contra o “imperialismo” brasileiro, assim como já o vinha fazendo em relação aos chilenos na questão do acesso ao mar, rende votos. Sob o pretexto de corrigir injustiças históricas, apoiamos incondicionalmente um sistema de produção destinado na teoria a abastecer o consumo tradicional, mas que na prática transforma a maior parte das folhas de coca produzida na Bolívia em uma pasta que acaba sendo trocada por carros roubados no Brasil.
A continuar desse jeito, só me falta acordar e, se o meu cachorro não tiver mais uma vez destruído o jornal, ler a notícia de que pegamos o cavalo para trás – ao menos Evo está convencido de que foi assim – e devolvemos o Acre para a Bolívia.
Fernando Tibúrcio Peña, advogado do senador da Bolívia Roger Pinto Molina
Com informações da revista Veja.
Leitura recomendada:

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A BANCADA EVANGÉLICA DEVE HONRAR SEU NOME DEFENDENDO O SENADOR BOLIVIANO PASTOR MOLINA !

Link deste artigo: http://bit.ly/14hdVad

Revista Veja explica que senador evangélico está sendo perseguido por ter denunciado narcotráfico do governo comunista da Bolívia

VEJA desta semana mostra que embaixador boliviano assumiu o cargo diplomático há um ano com a missão expressa de fazer frente às denúncias contra os narcofuncionários

Duda Teixeira
Jerjes Justiniano, embaixador boliviano no Brasil, atuando para defender interesses financeiros e estatais do narcotráfico de seu país
O motivo primordial da perseguição política que levou o senador Roger Pinto Molina a pedir asilo na Embaixada do Brasil em La Paz foi um dossiê que ele entregou no Palácio Quemado, sede do Executivo boliviano, em março de 2011. O pacote trazia cópias de relatórios escritos por agentes da inteligência da polícia boliviana em que se desnudava a participação de membros do partido do presidente Evo Morales, o Movimento ao Socialismo (MAS), e de funcionários de alto escalão do seu governo no narcotráfico. Alguns desses documentos posteriormente também foram obtidos por VEJA e serviram de base para a reportagem “A República da cocaína”, de 11 de julho de 2012. Neles, afirma-se que o atual ministro da Presidência da Bolívia, Juan Ramón Quintana, e a ex-modelo Jessica Jordan entraram na casa do narcotraficante brasileiro Maximiliano Dorado, em Santa Cruz de la Sierra, no dia 18 de novembro de 2010. Os dois saíram cada um com duas maletas tipo 007. A intenção do senador hoje refugiado no Brasil era que o presidente Morales mandasse investigar as denúncias, e assim contribuísse no combate à indústria da pasta de coca — matéria-prima contrabandeada para o Brasil para a produção de cocaína e crack — e à rede de corrupção ligada a ela.
Nenhum suspeito foi interrogado. Em vez disso, Morales iniciou a perseguição ao senador Pinto Molina e nomeou para o posto de embaixador no Brasil o advogado Jerjes Justiniano, que assumiu há um ano com a missão expressa de fazer frente às denúncias contra os narcofuncionários da Bolívia. Morales poderia ter escolhido alguém menos comprometido com o assunto para desempenhar esse trabalho. O filho do embaixador, o também advogado Jerjes Justiniano Atalá, tem entre seus maiores clientes justamente funcionários do governo acusados de narcotráfico. Pior do que isso. Atalá, que no passado dividiu o escritório com o pai, foi o advogado do americano Jacob Ostreicher, que investiu 25 milhões de dólares em plantações de arroz na Bolívia em parceria com a colombiana Cláudia Liliana Rodriguez, sócia e mulher de Maximiliano Dorado. Resumindo a história: o filho do embaixador defendeu o sócio da mulher do traficante brasileiro, aquele que recebeu em sua casa o ministro denunciado por Pinto Molina. Trata-se, no mínimo, de uma coincidência constrangedora para o papel que Justiniano veio desempenhar no Brasil.
Igualmente constrangedor é um vídeo de quatro minutos que mostra o embaixador visitando a fábrica do narcotraficante italiano Dario Tragni, em Santa Cruz de la Sierra, no início de 2010. Na ocasião, Justiniano era candidato ao governo de Santa Cruz pela legenda do presidente Morales. Ele foi derrotado na eleição, que ocorreu em abril. No tour pela fábrica de madeira Sotra, Justiniano percorreu as dependências do local ciceroneado por um Tragni falante e irrequieto. “Esta é uma das máquinas mais produtivas da América Latina”, disse Tragni, apontando para um de seus equipamentos. Justiniano perguntou: “Estão exportando para onde?”. O italiano respondeu orgulhoso que para Espanha, Itália, Estados Unidos e Alemanha. Participou também da visita amigável Carlos Romero, atual ministro do Governo da Bolívia e responsável pela segurança interna do país. O incrível desse episódio é que poucos meses antes, em novembro de 2009, a polícia encontrara na Sotra diversos recipientes com cocaína, somando 2,4 quilos. No quarto de Tragni, foram apreendidos uma balança e um liquidificador com vestígios de cocaína. Um dos conhecidos meios para transportar drogas usado pelos traficantes bolivianos é escondê-las dentro de compensados de madeira para exportação.
Em tempo: em outubro do ano passado, o ator americano Sean Penn foi nomeado por Morales como embaixador mundial da coca. Nem precisava. A Bolívia já tem Jerjes Justiniano despachando em Brasília.   
Fonte: Revista Veja
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

Político boliviano com permanência temporaria no Brasil negocia às escondidas um nov asilo

OLÁ CRISTÃOS: ESTEJAM ORANDO PELO PASTOR MOLINA, ASILADO TEMPORARIAMENTE
NO BRASIL.

Político boliviano recebido no Brasil negocia às escondidas um novo asilo 

2/9/2013 11:57
Por Redação - de Brasília
Itamaraty prometeu inquérito sobre entrada de Molina no Brasil
Itamaraty prometeu inquérito sobre entrada de Molina no Brasil . Recebem Battisti, dá emprego porque era terrorista. Porém, Molina como é cristão, sofre objeção de Dilma e do PT (Lula).

O advogado de defesa do senador boliviano que fugiu da embaixada do Brasil em La Paz, Roger Pinto Molina, de 53 anos, tirou o parlamentar de Brasília e, segundo fonte ou vida pelo Correio do Brasil, estaria negociando o ingresso do fugitivo num outro país. Molina, que está desde este fim de semana em uma fazenda em Goiás, nos arredores da capital federal, deverá permanecer por lá até que o governo brasileiro defina a sua situação ou que consiga negociar um asilo junto ao governo de outro país. O advogado Fernando Tibúrcio Peña disse que a medida é “uma tentativa de evitar a politização do caso”, mas não comentou sobre as negociações com o país vizinho, para o qual pretende seguir viagem, caso o governo brasileiro resolva devolvê-lo ao país de origem, para cumprir pena por desvio de dinheiro público.
– O senador está bem de saúde e confiante que em breve a situação dele de asilado político será definida pelo governo brasileiro. Mas o que nos preocupa, e por ele ficar fora de Brasília por alguns dias, é a politização do caso, que pode atrapalhar o debate técnico e jurídico – argumentou.

O senador ficou até a última sexta-feira temporariamente em Brasília, na casa do advogado, no Lago Norte, um bairro nobre da cidade. Tibúrcio acrescentou que a expectativa é que nos próximos dias o governo defina o status de refugiado e conceda oficialmente o asilo político a Pinto Molina.

Em seguida, segundo o advogado, o parlamentar pretende ir até o Acre, onde estão sua mulher e filhas. Há uma semana, Pinto Molina deixou a Embaixada do Brasil na Bolívia, onde ficou por 455 dias. A retirada do senador da embaixada pelo encarregado de Negócios (equivalente a embaixador provisório) naquele país, Eduardo Saboia, desencadeou uma crise política, levando à substituição do então chanceler Antonio Patriota por Luiz Alberto Figueiredo Machado.

Dizem que na Bolívia, Pinto Molina está ligado a vários episódios de corrupção e desvio de recursos públicos.Será mesmo? Não podemos confiar em informações de governo comunistas como tem ocorrido com o de Dilma: Prometeu não assinar nada para aprovar o ABORTO e assinou o PLC 3/2013.

Para as autoridades bolivianas, a saída de Pinto Molina do país foi uma fuga. Graças a Deus que ele conseguiu, com o apoio de algum Brasileiro cristão. O Ministério das Relações Exteriores informou hoje que, até o fim da noite passada, ainda não havia recebido uma requisição formal da Bolívia para o envio do parlamentar.

Pedimos a Presidente Dilma Rousseff não assinar a extradição de Molina para a Bolívia. É entregar um pastor nas mãos de um governo de bandidos comunistas.


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