COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 7 de março de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: A VERDADEIRA COMISSÃO DA VERDADE

OPERAÇÃO LAVA-JATO: A VERDADEIRA COMISSÃO DA VERDADE
RUBENS TEIXEIRA* e PAULO TEIXEIRA**
A Comissão Nacional da Verdade foi instaurada pelo governo federal. Foram criadas várias destas comissões nos estados, municípios e em todos os cantos em que se queriam ouvir as “verdades” que interessavam. O site oficial da Comissão Nacional da Verdade afirma que: A Comissão Nacional da Verdade foi criada pela Lei 12528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012. A CNV tem por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.”
Não pretendemos aqui desacreditar pessoas de boa fé que possam ter confiado e até recebido algum conforto, dos trabalhos destas comissões, acerca de familiares que eventualmente possam ter sido mortos, independentemente das circunstâncias. As famílias, na maioria das vezes, não têm qualquer responsabilidade pelos atos de seus membros. Contudo, não poderíamos fingir que não enxergamos que essas comissões foram parciais e serviram de plataforma política para algumas pessoas que se aproveitaram delas.
De fato, a violação de direitos humanos é inadmissível sob qualquer argumento. Depois de ouvirem muita gente, chegaram a uma quantidade de nomes que, comprovados ou não, teriam participado de violações de direitos humanos no período estipulado. Em um dos seus artigos, à época o ex-presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, hoje deputado federal suplente no exercício do mandato pelo PT, declarou: “Como em 1964, os golpistas usam a bandeira do combate à corrupção, como se na ditadura esta não atingisse níveis muito maiores do que na democracia. Só que com uma diferença: a censura à imprensa impedia que fosse noticiada.”
Em todos os governos do mundo, infelizmente, há corrupção. Inclusive os de países mais desenvolvidos. A diferença está nos níveis de corrupção entre eles. Portanto, seria ingenuidade achar que o Brasil tenha ficado incólume da corrupção durante os governos militares. Os governantes durante o período do regime militar eram generais, e, se essa afirmação do citado deputado do PT tem algum sentido, não atinge, nem de perto, aos presidentes da República que eram generais.
Essa nódoa que o deputado tenta colocar acerca dos governos militares não se confirma pela história desses presidentes: tiveram o restante de suas vidas no recato e de forma modesta. Não há relatos de que suas famílias tenham se enriquecido. Pelo contrário, há histórias que demonstram que eram austeros com os recursos públicos e não usavam sua influência em benefício de suas famílias. Não há herdeiros que levam vidas perdulárias, que fizeram carreira política ou empresarial a custa deles. A corrupção certamente deveria existir em alguns níveis da Administração Pública, possivelmente inalcançáveis aos olhos dos generais presidentes.
No histórico dia 3 de março de 2016, no Jornal Nacional, me surpreendi com o mesmo deputado, Wadih Damous, dando declarações no plenário da Câmara dos Deputados que apontavam para a desqualificação de delações premiadas em matéria acerca da colaboração premiada do senador Delcídio do Amaral. No dia seguinte após ouvir esta fala do deputado Wadih Damous, acordei com o rádio, TV e jornais falando acerca da Operação Aletheia (24a.Operação da Lava Jato).
A “Comissão da Verdade”, conduzida pelo juiz Sérgio Moro, está longe de conseguir verdades obtidas por declarações voluntárias, como as dadas por alguns militares e ex-militares que, certos ou errados ao olhar de quem quer que seja, eram convictos de estar cumprindo suas missões em defesa do país. Estes, hoje idosos e com as limitações fisiológicas da idade, desarmados, sem prerrogativas, sob pressão, sem militância política, paga ou gratuita, falaram a verdade de forma clara para o país, expondo-se às consequências que seus atos poderiam ensejar. Sérgio Moro, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal têm que conduzir seus trabalhos sob pressão e fazer intenso uso da força de suas prerrogativas para descobrir as verdades que o povo quer saber: quem é o ladrão e onde está o dinheiro.
O cenário atual é que, no Brasil, milhões de pessoas têm seus direitos humanos ao trabalho, à dignidade da pessoa humana, à segurança, à vida e quase todos os demais em xeque. O país, esvaindo-se de suas forças, perdendo a credibilidade internacional, perdendo oportunidades, assiste ao quanto foi enganado em um período de grande prosperidade: o período em que aconteceram os piores escândalos foi exatamente o de maior prosperidade do país. Enxergaram as riquezas do pré-sal e outras como oportunidades de desvios e não de desenvolver o país. O que explica o tipo de democracia que, de verdade, implantaram no país: desemprego, violência, inflação, juros e vergonha em alta. Desenvolvimento, justiça social, estabilidade e autoestima do povo em baixa.
Em matéria publicada no site da Agência Brasil intitulada “Comissão da Verdade do Rio entrega relatório final com lista de torturadores”, o então presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, Wadih Damous, declarou: “Entendendo o que aconteceu no passado, nós conseguimos entender muitas das coisas que acontecem no presente. Conseguimos entender, por exemplo, que golpes de Estado tiveram um padrão em um determinado momento, sobretudo, em sociedades latino-americanas, e hoje assumem um novo padrão, que é o padrão que está em curso, e que nós queremos resistir mais uma vez, queremos ter a consciência, e não vamos permitir que aconteça”.
Ora, é esse padrão de governo que o deputado e ex-presidente da OAB/RJ defende? Onde estão as verdades contundentes? Quem de fato defendeu e defende o interesse do povo brasileiro? Ditadura, ninguém quer. Queremos e prezamos pela democracia, mas o povo quer saber, de fato, a “Aletheia” (nome da 24a. Fase da Lava Jato) que é uma palavra grega que significa “verdade”, “realidade”, “não-oculto” e “revelado”. A Comissão da Verdade não abalou a credibilidade das Forças Armadas. E ao final da “Comissão da Verdade da Lava Jato”, conduzida por Sérgio Moro, qual será a opinião pública acerca daqueles que disseram ser os guardiões da verdade na “Comissão da Verdade”?
Ressalta-se que a OAB foi construída com grandes personagens no passado que fizeram com que o nome da instituição tivesse destacado valor. Mais recentemente, algumas ações de seus representantes mostraram que a Ordem parecia ter sido capturada por pessoas com atitudes não condizentes com o que a instituição representa para o país. E que, ao invés de defender um país republicano, pendiam para o lado de criminosos e suspeitos de crimes contra toda a nação. Faziam da OAB verdadeiros braços políticos de partidos em suas ações nada republicanas.
Na data de hoje, 04 de março de 2016, o presidente do Conselho Federal da OAB Claudio Lamachia, ao referir-se à 24a. Operação da Lava Jato deu uma entrevista onde disse que “vivemos num Estado Democrático de Direito e as nossas normas devem ser cumpridas por qualquer pessoa”. Enfatizando que “nenhum cidadão brasileiro deve estar isento de responder pelos seus atos se cometeu algum ato ilícito“. A atitude de Lamachia mostra que a Ordem dos Advogados do Brasil parece estar voltando aos trilhos, sendo defensora real dos princípios republicanos, da justiça e igualdade no País, como fizeram seus ilustres integrantes há décadas.
Não queremos fazer juízo temerário acerca de qualquer cidadão, mas entendemos que as autoridades que reprimem, investigam e julgam devem ser prestigiadas em seus trabalhos. Se cometerem excesso, isso virá à tona mais a frente. Por mais constrangedor que seja ser convidado ou levado a depor, a serenidade deve ser uma máxima do inquirido. Quem não deve, não teme. Não é divertido ver as pessoas em apuros, mas também não é confortável vermos incitação popular contra as instituições republicanas. Colocaram o Brasil em uma condição péssima. Muita gente sofrendo. Agora, o povo, a quem a Constituição confere todo o poder, quer explicações. Não é admissível que se queira dar golpe no direito do povo. O nervosismo dos acusados e investigados dá a impressão para o povo de que parece mesmo que o país está sendo passado a limpo com a verdadeira Comissão da Verdade: A Operação Lava Jato.
Esse artigo se encontra no link:
Leia também “O Exército e a OAB em tempos de verdades: a democracia e a hipocrisia”: Clique aqui

*Rubens Teixeira é doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ – aprovado na OAB-RJ) e bacharel em Ciências Militares (AMAN).

** Paulo Teixeira é professor de Matemática e pós-graduando em História.

MANIFESTAÇÕES DE 13 DE MARÇO: apelo urgente às Instituições Republicanas

MANIFESTAÇÕES DE 13 DE MARÇO: apelo urgente às Instituições Republicanas


RUBENS TEIXEIRA*

Publicado em blog.rubensteixeira.com.br

 

As cores da bandeira do Brasil são verde, amarela, azul e branco. É isso que nos orgulha. Qualquer grupo pode ter outras preferências, mas todos os que amam o país, em termo de nação, têm a bandeira nacional como seu símbolo. Há alguns meses foram marcadas manifestações para o dia 13 de março para que as pessoas mostrassem sua indignação pelo fato de o Brasil estar nas condições atuais. A nossa Constituição afirma no seu artigo primeiro, parágrafo primeiro, que “Todo o poder emana do povo”. Portanto, é o povo que manda.

Por outro lado, a nossa Carta Magna afirma em seu artigo 5º, XVI, que “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”. O Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal estão fazendo um trabalho magnífico no sentido de apurar ilícitos na Administração Pública no Brasil. Quem são os culpados? Vamos aguardar. Temos que esperar as sentenças. Mas o povo está sofrendo e não é bobo. O julgamento político, ele é imediato e não precisa esperar as sentenças judiciais. O povo quer o que for melhor para si.

A poucos dias do dia 13 de março, grupos opositores aos que marcaram com maior antecedência as manifestações, marcaram outras. Poderiam ter marcado para dias anteriores e posteriores, mas escolheram o mesmo dia. Ora, isso é preocupante. Esse aglomerado de grupos que não usam as cores nacionais tem em seu histórico práticas de violência, invasões de propriedades, quebra-quebras e usos de instrumentos que, embora sejam ferramentas de trabalho, sevem para intimidar ou mesmo praticar violência.

A convocação para o mesmo dia pode propiciar intimidação, confronto e diversas formas de violência, nada compatíveis com a democracia. Por isso, até para atender o que preconiza o dispositivo constitucional, é importante que as manifestações sejam marcadas em horários e locais diferentes e distantes, caso não se consiga o ideal: serem marcadas em dias diferentes. Além disso, é necessário que se impeça o uso do anonimato em manifestações. Usar máscaras pode ser uma atitude considerada suspeita e pode por em risco e intimidar outros participantes. Lembro que o artigo 5º, IV, da Lei Maior é claro: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;”. Deve ser restringido também o uso de qualquer instrumento que possa se transformar em arma: ferramentas de trabalho, paus e outros apetrechos.

Há grupos que estão claramente enfrentando às instituições republicanas, desferindo ofensas, e convocando confronto às ações dos agentes públicos do Estado que estão cumprindo suas missões no sentido de apurar e punir quem cometeu ilícitos. Por isso, é importante que as instituições republicanas democráticas brasileiras ajam de forma coordenada, cooperativa e estejam atentas às medidas preventivas e, se necessário, coercitivas para que se garantam os direitos de todos os brasileiros, de qualquer grupo, de manifestarem-se sem ter sua integridade física colocada em risco.

Alguns grupos de minorias que ainda não amadureceram para o debate democrático são habilidosos em provocações e não hesitam em realizar agressões. Esperam, com isso, reações para, de forma oportunista, colocarem-se como vítimas. Provocações decorrentes de rivalidades em torcidas de times de futebol têm causado vítimas no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Manifestações políticas em ambientes de tensões podem causar prejuízos muito maiores. O estado de frustração, angústia, incerteza e tensão que está o povo brasileiro não permite que se despreze o risco de haver grave tensão com derramamento de sangue e perda de vidas. Não se pode subestimar a ação de radicais. Eles agem de forma quase irracional e só são contidos pela força. Alguns são ‘profissionais’ e, embora ajam como quadrilhas, querem ter status de forças democráticas.

Por isso, meu apelo ao Ministério Público, defensor da sociedade, para que ingresse com medidas que garantam, na forma da lei, que as forças de segurança do Estado atuem preventivamente para que as manifestações sejam realizadas de forma pacífica e que coíbam qualquer ato que vise a intimidar e dificultar a realização de manifestações pacíficas. Observo que o clamor social é forte e que os ânimos podem estar exaltados. Apesar de as polícias serem preparadas para essa finalidade, podem ser asfixiadas pelo pouco efetivo. Por isso, deve ser considerada a utilização de forma cooperativa e sincronizada das forças armadas e outros órgãos do Estado. Certamente, esta medida vai dar mais tranquilidade a todos os manifestantes, de qualquer lado, para que expressem publicamente sua indignação ou outro sentimento que tenham, sem que a vida e integridade física de qualquer pessoa sejam colocadas em risco.

A maior parte da sociedade espera ansiosamente que a verdade venha à tona e que se descubra quem são os ladrões e onde está o dinheiro. Por isso, apoia as instituições republicanas que estão trabalhando intensamente para responsabilizar culpados e restabelecer o desenvolvimento e a ordem. O povo, a quem a Lei Maior conferiu todo o poder, tem o direito de agir para salvar o país da vergonha, da inflação, dos juros e do desemprego elevados. Nós não somos um país de imorais, maus caráteres e sem credibilidade. Nós somos um país rico, com pessoas capazes e com vocação para ser potência. O povo tem o direito de escolher ou mudar o seu destino. A Constituição dá os instrumentos para isso.

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e imagepalestrante. Doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e lançará, em abril, em coautoria com Henrique Forno e Márcio Araujo, o “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.



Rubens Teixeira
Twitter: @RubensTeixeira

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

ALERTA AO POVO BRASILEIRO "Sistema Petrobras: Vale a pena vender ativos estratégicos?" Dr. Rubens Teixeira

ALERTA AO POVO BRASILEIRO 

"Sistema Petrobras: Vale a pena vender ativos estratégicos?"



Rubens Teixeira, Henrique Forno e Márcio Araujo*

A decisão de investimento em qualquer setor da economia requer cuidadosos estudos de cenários econômicos para as condições de oferta e demanda no horizonte de tempo considerado, além de uma razoável dose de coragem.

Entre esses cenários, vários incluem o petróleo como matéria-prima e recurso energético predominante da economia mundial nas próximas décadas. Essa tendência, no longo prazo, pode ser questionada pela entrada de energias alternativas como a eólica e a solar, consideradas por alguns como mais limpas, mas que estão ainda a preços não muito competitivos, não devendo ameaçar tão cedo o domínio dos hidrocarbonetos, considerados fonte mais baratas mas muito poluidora.

O preço do petróleo e de seus derivados variam em função do nível da atividade econômica e da inovação tecnológica, tanto na exploração, produção, refino e logística. A logística do setor petróleo, por sua vez, é fator preponderante na sua gestão. Dados os grandes volumes e distâncias de fluidos transportados, ela influi de forma importante na formação de preço da matéria prima e seus derivados.

Em um país de dimensões continentais como o Brasil, desprestigiar a logística do petróleo é inviabilizar o desenvolvimento nacional, prejudicar o consumidor e a sociedade. O controle não apenas das reservas e produção, mas também do seu transporte e distribuição reveste-se de caráter estratégico.
Atualmente, o mercado do petróleo em todo o mundo está em baixa. São vários fatores que influenciam esse cenário. A tecnologia que permitiu a produção em larga escala do gás de xisto (shale gas) pelos EUA, junto com o desaquecimento da economia internacional e a decisão de reduzir o preço do petróleo, tomada pela OPEP, fez o preço do barril do petróleo cair. Por outro lado, as denúncias de mau uso dos recursos na Petrobras, associadas ao desaquecimento da economia brasileira, contribuíram para a desvalorização das ações daquela empresa.

Nessa conjuntura, uma eventual decisão de alienação de parte da infraestrutura de transporte do sistema Petrobras, essencial na cadeia produtiva do petróleo, adquire um caráter preocupante, por ser excessivamente focado no curto prazo e baseado em lógica mais financeira do que econômico-estratégica. Um processo de desinvestimento sem o devido cuidado com a inserção de longo prazo da empresa pode trazer graves prejuízos ao Brasil.

No atual contexto de aparente subvaloração dos papéis da Petrobras, parece ser no mínimo inoportuno alienar ativos essenciais na lógica operacional da empresa. Em um processo de desinvestimento desse tipo, pode-se atingir de forma mortal não apenas o futuro da empresa, mas, também, a estratégia de inserção internacional do país. Como exemplo, a venda do sistema de transporte por dutos fornece ao comprador praticamente o monopólio dos preços a longas distâncias no território nacional, especialmente para as áreas fora dos trajetos de navios.

A sociedade brasileira, dona majoritária do Sistema Petrobras, precisa ser protegida de decisões discricionárias que parecem resolver o problema de caixa presente, mas que podem causar prejuízos muito maiores no futuro. O gestor que faz um mau negócio tem seguro para cobrir suas decisões ruins, se não houver má fé. Porém, a sociedade não tem nenhum seguro contra um prejuízo amargo e duradouro.

* Rubens Teixeira, Henrique Forno e Márcio Araujo são doutores em economia, engenheiros e analistas do Banco Central do Brasil. São autores do livro “Desatando o nó do crescimento econômico: propostas econômicas e jurídicas para o sistema financeiro nacional”. As opiniões colocadas pelos autores deste artigo não expressam o ponto de vista da instituição a qual eles estão vinculados. 

* O primeiro autor é ex-diretor da Transpetro

Rubens Teixeira
Twitter: @RubensTeixeira

Instagram: rubensteixeira_

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

AJUDE-NOS...VEJA COMO ACABAR COM A CORRUPÇÃO POLÍTICA NO BRASIL.. Dr.Rubens Teixeira e Juiz William Douglas


Rubens Teixeira e William Douglas * (Peço que nos ajudem a dar ampla divulgação. Podem publicar em sites, blogs, jornais, etc)

Publicado no Jornal O Estado de S. Paulo (Estadão)  e  reproduzido no site: http://www.rubensteixeira.com.br/site/?p=4467

O juiz federal Sérgio Moro diz que, para pegar os corruptos, basta seguir o dinheiro. Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF, declarou que alguns políticos só pensam no dinheiro das empresas. Por outro lado, José Mujica, ex-presidente do Uruguai, disse que, se misturamos a vontade de ter dinheiro com a política, “estamos fritos”. Quem gosta muito de dinheiro tem de ser tirado da política e ir para o comércio, para a indústria, para onde se multiplica a riqueza. 

O problema do Brasil é essa comunicação entre as empresas e os políticos. Um banqueiro preso, recentemente, afirmou ter doado R$ 20,3 milhões para determinada legenda, R$ 10,9 para outra e R$ 10,9 para uma terceira; uma grande empreiteira doou R$ 975 mil para o instituto de um ex-presidente e R$ 3,9 milhões para o instituto do outro, e por aí vai. Isso não pode continuar assim.  

É evidente que a necessidade de grandes volumes de dinheiro para as campanhas eleitorais representa um obstáculo aos candidatos e políticos honestos e uma fonte de corrupção para os desonestos e para as empresas que estão querendo comprá-los. A razão é simples: qual a fórmula para conseguir dinheiro para fazer campanha? O que é ser um candidato “bom o suficiente” para que empresas deem a ele dinheiro? Todo mundo sabe a resposta. Se há muito dinheiro em alguma campanha, é grande o risco de o motivo envolver crimes, falta de ética e compra de benesses ilícitas. É fato público e notório que a corrupção política irriga campanhas, partidos, pessoas, empresas, inclusive as de fachada, além de encarecer os custos da administração pública. 

Infelizmente, há políticos, empresários e líderes (incluindo os religiosos) dispostos a participar da farra da corrupção. Não há Polícia Federal, Ministério Público e Judiciário que resolva de forma definitiva este problema, se não mudarmos o sistema. A solução é radical, porém simples: proibir o uso de dinheiro em campanha política. Qualquer dificuldade que ela traga será muito menor que o dano da corrupção na política. 

Quem consegue se eleger com dinheiro sujo não vai gostar da ideia, mas ela ajuda a limpar o País. O STF sinalizou o veto à doação de dinheiro de empresas, mas, mesmo assim, a Câmara dos Deputados colocou esse dispositivo na lei. A quem isso interessa? Todavia, impedir as doações de empresas não resolve. Nada impede que o banqueiro, o empreiteiro ou outro interessado doe dinheiro a seus “protegidos”. Vamos continuar a ter o caixa 2, os laranjas e o desespero para conseguir dinheiro para campanhas caríssimas. 

A solução tem de ser radical: acabar com a corrupção no nascedouro, ou seja, no dinheiro para a campanha. Isso ajudará os honestos e trará obstáculo real para os bandidos. 

Como, então, seria a campanha? O que seria permitido? O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV será patrocinado pelo TSE com os recursos advindos do Fundo Partidário, que deixaria de existir. Quem quiser ter partido, que o sustente. Não faz sentido o povo sustentar políticos nem partidos. 

A mesma lei que impedirá gastos privados na campanha disporá sobre a divisão de tempo entre os partidos e candidatos, assim como cláusulas que garantam visibilidade a partidos ou candidatos “nanicos”, mas sem que tenham tempo incompatível com sua representatividade. A produção dos programas eleitorais deve seguir um padrão definido pelo TSE, que fornecerá os estúdios para gravação. O candidato apresentará suas ideias e projetos, com os quais terá de se comprometer sob pena de perda de mandato, mas sem nenhuma produção por marqueteiros (caros, por sinal), que conseguem mais enganar o eleitor do que contribuir para o progresso da democracia. O candidato poderá ter seu site e usar as redes sociais, onde apresentará suas opiniões e projetos de forma mais detalhada. O uso da internet será livre, desde que sem patrocínios pagos. 

O que será proibido? Painéis, placas, carros de som, pinturas em muros, eventos com artistas, almoços, jantares, churrascos, festas, reuniões em que se distribua qualquer material ou se ofereça qualquer alimento, exceto água e cafezinho, quando se tratar de reunião em casa de eleitor. Ou seja, qualquer coisa que implique aplicação de recursos próprios ou de terceiros será proibida. 

Entre os efeitos, teremos a redução da corrupção e a diminuição da influência do poder econômico para captar votos de eleitores alienados ou desinteressados. Os candidatos não serão conhecidos por campanhas como as que vendem xampu ou pasta dental, mas por suas ideias. Se votarem contra o programa e propostas que registrarem, perderão seu mandato. Outros efeitos benéficos serão diminuir a poluição visual e sonora das campanhas ricas e eliminar os pedidos de doações para a campanha eleitoral. 

Os políticos honestos não terão a “concorrência desleal” do dinheiro da corrupção e os votos serão mais conscientes. Ser político se tornará um ofício que demandará esforço e proximidade maior do povo. Quem procura a política para enriquecer, para fazer acordos espúrios e desprezando o interesse público terá uma barreira real de entrada. 

É possível que a maioria dos políticos eleitos no atual modelo não se entusiasme com esta proposta, mas a exigência de mudanças deve partir da sociedade que sofre os efeitos danosos da corrupção desenfreada propiciada pelo modelo existente. Eis a nossa proposta, para a qual contamos com o seu apoio, divulgando-a em suas respectivas redes sociais. Eis aí uma medida simples, firme e eficiente contra a corrupção.

* Rubens Teixeira é Analista do Banco Central, Doutor em Economia, com tese premiada no Prêmio Tesouro Nacional, Mestre em Energia Nuclear (IME), formado em Direito (aprovado na OAB/RJ), professor e escritor.
* William Douglas é juiz federal/RJ, titular de Vara Federal premiada por produtividade, pós-graduado em Políticas Públicas e Governo, Mestre em Direito, professor e escritor.



sábado, 28 de novembro de 2015

Resposta do Dr.Rubens Teixeira ao governador do RJ que se referiu a pastores de R$ 1,99.

Resposta de Rubens Teixeira ao governador do RJ que se referiu a pastores de R$ 1,99.

Leiam, reflitam e compartilhem:
“Pastor de R$ 1,99?”. Uma resposta ao governador do Rio e a seus aliados religiosos
1) Aos religiosos que apoiaram ou apoiam o governador
Aos religiosos, tenho pouco a dizer. Em homenagem aos honestos, que Deus sabe quem são, peço aos demais religiosos que apoiaram o governador Pezão que dêem uma declaração que contenha as ideias a seguir: “Senhor governador, se V.Exa comprou algum religioso, se pagou algo por apoio político, ou se alguém o exigiu isso, denuncie-os a Polícia Federal ou ao Ministério Público, mas não insinue que eu e meus companheiros temos algum valor financeiro, ou alto ou baixo. Não lhe pedi e nem recebi nada. Não estive e nem estou à venda. Rechaço a sua declaração e afirmo que nem eu nem meus liderados nos vendemos para quem quer que seja. E se alguém se vendeu, denuncie-os. Exijo de V. Exa. uma retratação pública aos pastores e aos evangélicos e que isso jamais se repita.”
Seria ótimo que algum líder evangélico que lidera outros fizesse esta declaração, ou outra análoga, por escrito, e convidasse todos os líderes de denominações, ou de expressão no meio evangélico, para que assinassem e fossem entregar ao governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Ficaria bonito que os religiosos que o apoiaram fossem os primeiros a assinar. Se os líderes fizerem isso, acompanhados dos demais, os liderados e os membros de um modo geral se sentirão aliviados e seguros de que não há lobo no meio do rebanho, muito menos conduzindo as ovelhas. Isso é suficiente. Aos líderes religiosos, só isso que tenho a dizer.
2) Ao governador Pezão do Estado do Rio de Janeiro
Fiquei perplexo com a declaração do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que, a meu ver, pisou com força nos pastores ao deixar claro que, na visão dele, há pastores de R$ 1,99. Deveria dar nome aos tais e evitar esta generalização desastrada. Que há políticos de milhões e bilhões apoiados por alguns líderes religiosos, já se sabe, mas até então nunca se veio à público a ideia de que político atribuía valores financeiros a líderes religiosos. A declaração sugere que pode existir uma tabela e, se existir, não me surpreenderia. Mas os que nada valem, talvez por serem honestos ou não liderarem grandes grupos, não merecem ser atacados por conta de atitudes dos tabelados. De fato, os que mais valem são os que não se vendem. Um conceito contrário ao ambiente da corrupção. Não sei se isso é claro na visão de um político corrupto.
Já fica o alerta à classe de corruptos, seja de políticos ou religiosos diversos, que se alguém vende ou compra apoio político é igualmente criminoso e merece ser preso, mas primeiro os ligados À religião, depois os políticos.
Governador, não consigo me referir a “padres de 1,99”, não consigo desrespeitar idosos. Não consigo falar de médicos de 1,99 e de outras categorias de profissionais ou líderes. Isso por duas razões: meus pais me ensinaram o respeito e os padres, idosos e médicos que conheço, em sua maioria, não me dão o direito de fazer este tipo de citação genérica às suas categorias. Não sei se o senhor conhece, mas há muitos pastores honestos que não se vendem por nada. Eles não costumam ficar perto do poder, eles atuam aonde o estado abandona as pessoas. Se o senhor frequentasse os corredores de hospitais, comunidades carentes, centros de recuperação seu referencial de pastores seria outro.
Se na sua opinião pastores podem ser tratados desta maneira vexatória, é porque sua referência de pastores é péssima. Os líderes do seu relacionamento podem sugerir que seus pares têm seu preço estimado e podem ser tratados desta maneira de forma pública. Eu me envergonharia se fosse um pastor do seu relacionamento. Sentir-me-ía culpado por sua declaração.
Mas fica um esclarecimento. Se alguém recebeu de algum político qualquer valor para apoiá-lo e afirmou que teria um número “x” de votos e, dividindo-se o valor por votos daria 1,99, ou qualquer outro valor, é bom que se saiba que corrupto é quem se vendeu. Não generalize. Se algum político dá dinheiro para pastor em troca de apoio, o valor pago criminosamente corresponde à reputação de quem aceitou ou do grupo que aceitou. Os demais sequer ficam sabendo disso. Não generalize.
Conforme vem sendo veiculado pela imprensa, seu nome foi citado na Operação Lava-Jato e tem muitos processos por conta de atos associados à sua vida pública, mas isso não dá direito a qualquer cidadão de generalizar comprometendo todo o seu partido. Na verdade, fico na torcida que as investigações e os processos demonstrem que o senhor é inocente. É muito ruim ver um governador sendo condenado. Mesmo com muitos processos, houve pastores no seu horário eleitoral pedindo votos para o senhor de forma entusiasmada, como pediram para seu antecessor. Outros não foram para o horário eleitoral mas foram fiéis cabos eleitorais. Essa sua declaração deve tê-los deixado muito constrangidos. Imagina! Que constrangimento perante suas igrejas e a opinião pública!
Na minha avaliação, se escolher o partido com mais pessoas corretas, e a igreja com mais pessoas corruptas, proporcionalmente, a igreja com mais levianos ainda terá muito menos criminosos que o partido mais correto. Por isso, peço ao senhor que contenha suas declarações e restrinja-se a referir-se aos seus aliados ou ex-aliados que fazem ou fizeram parte da sua mesa. A maioria esmagadora não faz. Talvez por isso não tenham hospitais decentes, escolas decentes, saneamento, água, segurança e todos os serviços que deveriam ter acesso com dignidade.
Se há alguma diferença política sua com políticos ligados a alguma igreja, resolva sua diferença sem generalizar a todos os pastores desta igreja. Tem gente que não tem nada a ver com suas diferenças políticas e está pelas ruas socorrendo e ajudando pessoas abandonadas por seu governo. Resolva como se espera de alguém equilibrado: de forma direta e com o responsável. Sua generalização mostrou falta de respeito e senso de justiça. Quem atinge inocentes, em todo mundo, não é bem visto, nem se a alegação é fazer justiça ou vingar algo.
Não sei a lista de honestos ou desonestos do seu partido, mas sei que Pedro Simon é de lá. Por isso não posso dizer que os políticos do seu partido são políticos das empreiteiras e dos desvios. Se tiver muitos corruptos por lá, certamente há um Pedro Simon que não é, juntamente com outros que deve haver. Se o senhor se aproximar dos pastores honestos, de várias igrejas, terá vergonha de repetir o que disse. Honesto é honesto em qualquer lugar, mesmo se estiver rodeado de desonestos. Desonesto é desonesto em qualquer lugar, mesmo se estiver rodeado de honestos.
Governador, mesmo com sua truculência, isso ainda é de menos. Pastor que verdadeiramente prega o evangelho é acostumado com agressões. Quanto a isso, os verdadeiros pastores, que cumprem seus ministérios, antes de sofrer por conta dessas suas palavras, já foram avisados pelo Mestre Jesus Cristo. Esses, governador, são bem aventurados. Jesus disse para eles: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa”. Mateus 5:11 “. Mas Jesus também tem uma mensagem para todos os corruptos: “Quem é injusto, seja injusto ainda; e quem é sujo, seje-se ainda; e quem é justo, seja justificado ainda; e quem é santo, seja santificado ainda. Apocalipse 22:11”.
Assisti um líder religioso no horário eleitoral de sua campanha referindo-se de forma desrespeitosa a uma certa denominação. Daí o senhor parece estar seguindo o exemplo dele. Mas vai uma sugestão ao senhor: não vá nessa linha que não dá certo. Acerte as contas politicamente com quem o senhor quiser, mas deixa a igreja de fora disso. Mesmo que seus líderes tenham envolvimento político, seus membros são inocentes e se constrangem profundamente. Não sei se o senhor acredita, mas com relação a isso, o senhor está mexendo com pessoas sinceras e isso não dá certo, nem para o senhor, pior ainda para alguém que se diz também pastor.
Por outro lado, o melhor que o senhor pode fazer é mostrar que as acusações que fazem contra o senhor ou seus aliados não são verdadeiras. Isso envergonharia os acusadores. Mas se o senhor não se explicar, se irritar e partir para a guerra pessoal a coisa fica esquisita. Além de tudo isso, há pessoas morrendo nos corredores de hospitais e são tratadas com total indignidade. Há crianças que estudam em escolas desaparelhadas e chegam ao fim do ensino médio levando uma pancada dura em seus sonhos quando fazem o ENEM. Há uma violência desenfreada no Estado do Rio de Janeiro onde morre-se policiais e cidadãos e são necessárias medidas efetivas. O Rio de Janeiro tem a fama de ser um Estado violento. Falta água na Baixada Fluminense, perto do Guandu, a maior adutora do mundo. Muita gente sem saneamento básico. Enfim. Há uma multidão de problemas que deveriam ocupar o seu tempo. O senhor precisa ter compaixão do povo para que os sofridos não sejam tratados como pessoas de pouco valor. Se estão lhe acusando levianamente, mostra que os acusadores estão mentindo e convoque-os para que mostrem os bons resultados do seu trabalho.
Governador, entendo que certamente haja rapinagens no meio evangélico e mas não escaparão ao juízo de Deus, conforme diz a Bíblia, mas há também uma maioria anônima e honesta de pastores que o senhor não conhece. Portanto, não ponha na conta da maioria honesta a rapinagem dos líderes que fazem acordos corruptos com políticos. Os sinceros não são bobos. A Bíblia diz: “Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que, porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas; e os pastores apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas; Ezequiel 34:8”. Não se preocupe que os que leem a Bíblia não se enganam facilmente. Os malandros e corruptos da fé que perderam o temor a Deus, juntamente com quem despreza inocentes e carentes, não perdem por esperar. A maioria que é honesta e abandonada pelo poder público nada tem a ver com isso. Respeite-a, por favor. Chama pelo nome e classifica da forma que o senhor quiser apenas os que se sentaram à sua mesa.
Conclusão
O povo brasileiro está exausto e quer respostas para duas perguntas: 1) Onde está o ladrão? 2) Cadê o dinheiro? A associação de pastores a valores tão irrisórios realmente é o fundo do poço. Os cristãos honestos não merecem pagar por isso. O silêncio de entusiasmados líderes que se colocam como representantes de evangélicos está constrangendo os cristãos verdadeiros que achavam que seus “porta-vozes” de fato se posicionariam contra a corrupção ou insinuações como esta do governador do Rio de Janeiro. Há líderes e políticos cristãos mais fiéis aos seus aliados corruptos do que os próprios partidos dos enlameados. Realmente muita coisa está vindo à tona e é bom que venha mesmo. Espero que o povo aprenda e não se permita ser enganado por corruptos, inclusive pastores, e seus convidados que sobem em púlpitos.

Rubens Teixeira
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Resposta de Rubens Teixeira ao governador do RJ que se referiu a pastores de R$ 1,99.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Crivella explica hoje, 22h30, o Plano Safra da Pesca na Record News

Amigos e amigas, ontem foi lançado o Plano Safra do Ministério da Pesca e Aquicultura, pela presidente Dilma Rousseff e ministro Marcelo Crivella, no Palácio do Planalto. Tive a honra de estar lá. Algo extraordineario. Hoje, sexta-feira, 22h15, o ministro Crivella estará dando uma entrevista sobre o tema na Record News. Gostaria que vocês assistissem e tomassem conhecimento do quanto este Plano impulsionará muito a produção de um dos alimentos mais nutritivos: o pescado.
Os que estiveram ontem no lançamento em Brasília ficaram bem impressionados.
Bom fim de semana!
Rubens Teixeira
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sábado, 4 de agosto de 2012

RELAÇÃO DE VÍDEOS SOBRE O ATEÍSMO...UM CALA BOCA AOS ATEÍSTAS


               RESPOSTAS AO ATEISMO

01.A resposta do Pastor Rubens Teixeira a ateus sobre criacionismo, evolucionismo, f e conhecimento
http://www.youtube.com/results?search_query=A+resposta+do+Pastor+Rubens+Teixeira+a+ateus+sobre+criacionismo%2C+evolucionismo%2C+f+e+conhecimento&aq=f

02.Fé e ciencia do pastor cientista Rubens Teixeira  impressiona médico e psicóloga na TV

http://www.youtube.com/watch?v=Obw4jUl1jPo

03.Rubens Teixeira debate sobre 'Denominaes'

http://www.youtube.com/watch?v=SQnflORtxzk
04.Rubens Teixeira defende na TV que o conhecimento vem de Deus
http://www.youtube.com/watch?v=L_UBBWuHp60
05.Rubens Teixeira fala se o homem teve um ancestral em comum com o macaco
http://www.youtube.com/watch?v=RJfKPMvj_gw
06.Rubens Teixeira fala se podemos confiar na Bblia mesmo sendo uma tradução
http://www.youtube.com/watch?v=Nk3_2nwGO_4
07.Rubens Teixeira fala sobre Bblia versus Ciencia
http://www.youtube.com/watch?v=nI6WKe_35gY
08.Rubens Teixeira fala sobre criacionismo versus evolucionismo
http://www.youtube.com/watch?v=3VfrpbAI1XM
09.Rubens Teixeira fala sobre os fundamentos da fé e da ciencia
http://www.youtube.com/watch?v=5UkaaP2pRvI
10.Rubens Teixeira questiona 'Qual  a prova cientfica do atesmo'
http://www.youtube.com/watch?v=cOcRc1NpY08
11.Rubens Teixeira responde a um email de um ateu convicto
http://www.youtube.com/watch?v=pCM-3u634VI
12.RESPOSTAS A UM ATEU CONVICTO
http://www.youtube.com/watch?v=pCM-3u634VI

13.
O Ateísmo é uma Ideologia Imoral e Assassina

15. Resposta ao vídeo Ateísmo: Racista e irracional por um não-evangelico.

16.DESFAZENDO OS TRUQUES DO ATEÍSMO MILITANTE
http://www.youtube.com/user/manolodooriente?feature=results_main

18. ATEUS, IGREJA ATÉIA, MOMENTO: A REVOLTA DE BEGEOMETRIA
http://www.youtube.com/watch?v=2n2bQBTsc40&feature=youtube_gdata

24. CIENCIA COMPROVA VERACIDADE DA BIBLIA
http://www.youtube.com/watch?v=mw5S-xg63eI&feature=youtube_gdata

25. CRIMES DO ATEÍSMO, BEM EXPLICADINHO, CERTO?
http://www.youtube.com/watch?v=eX6dUQG8mI4

26. REBATE AO NEO-ATEÍSMO E OUTROS – CANAL YOUTUBE
http://www.youtube.com/user/debatesbrasil?feature=results_main

27. Crimes em nome do ateísmo – Olavo de Carvalho

http://www.youtube.com/watch?v=wvYGjXUEBlc

OBS: Estes são apenas alguns vídeos sobre este tema.
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