COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 9 de outubro de 2012

MOVIENTO FEMINISTA LIGADO AOS COMUNISTAS E A ONU-MULHERES TENTAM DEPREDAR UMA IGREJA CATOLICA ARGENTINA...POVO RESISTE...BOA !

Vídeo: marcha feminista na Argentina agride católicos que defendiam a catedral de Posadas

9, outubro, 2012
Edson Carlos de Oliveira
Católicos defendem a catedral de Posadas durante marcha feminista
Na noite de domingo último (7/10/2012), realizou-se em Posadas, Argentina, a marcha de encerramento do XXVII Encontro Nacional de Mulheres que, como de costume, deixou por onde passou muita sujeira, depredações, pichações e violência, especialmente contra os católicos que se reuniram em um cordão humano para defender a fachada da catedral da cidade.
Contra a vontade do pároco Pe. Alberto Barros, cerca de 100 pessoas se posicionaram nas escadarias da catedral para rezar o terço e impedir a depredação da igreja. Pe. Barros tentou em vão evitar a presença dos católicos pedindo para que se retirassem porque, segundo sua visão, a presença deles “constituía uma provocação”.
Segundo Pe. Barros, a atitude das feministas e dos "católicos extremistas" que defendiam a catedral é similar.
O sacerdote, fazendo papel do mau pastor que agrada o lobo e bate em suas ovelhas, disse à imprensa que aqueles heróis que defendiam a catedral eram “católicos extremistas” que “não são grupos católicos, são grupos ideologizados com um verniz católico, porque isto não é o evangelho” e que o grupo de mulheres que agrediram os fiéis “não eram representativas da multidão que participava do encontro”.
Vejam abaixo a entrevista que o Pe. Alberto Barros concedeu à TVA dias antes e suas perspectivas de “diálogo” com as feministas embora critique os extremismos que “alguns grupos minoritários” praticaram contra as catedrais das cidades anteriores que sediaram o Encontro Nacional de Mulheres. Mas também criticou os “católicos fundamentalistas” que, na opinião dele, se colocam “no mesmo nível das feministas” por tentar defender a igreja.
Agora vejam qual foi a atitude dos “católicos extremistas” que o Pe. Barros vê como similar a das feministas.
Fonte: www.ipco.org.br.

ADENDO ADHT : Este é o objetivo real da maioria dos movimentos anti-sociais
atuais, como: o Movimento Feminista, intimamente ligado ao Movimento Gay,
o Movimento Pró-Aborto e de Desconstrução da Família e Casamento Tradicionais, que contam com apoio de grandes FUNDAÇÕES INTERNACIONAIS
como: FORD, ROCKFELLER, AVON, ONU-MULHERES, bem como as Brasileiras: Fundação Patricia Galvão, CFP e CRPs do Brasil, ABGLT, e outras, além do próprio governo Comunista Brasileiro, através dos Ministério da Educação (MEC), da Cultura e da Secretaria das Políticas das Mulheres, etc. Estão seguindo a cartilha de Karl Marx que afirmou:
 “para criar um perfeito Estado socialista, você deve destruir a família. Você tem que
pôr o governo e sua autoridade 
acima dos pais na educação dos filhos". 



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

RUSSIA SE LEVANTA PARA DEFENDER A FAMILIA TRADICIONAL E CONTRA O ABORTO, NA ONU.


Rússia Defende Valores Tradicionais na ONU

Dr. Stefano Gennarini
GENEBRA, Suíça, 5 de outubro (C-FAM) Delegações dos países europeus e dos Estados Unidos sofreram um revés na semana passada quando o Conselho de Direitos Humanos adotou uma resolução defendendo uma ligação positiva entre valores tradicionais e direitos humanos. As delegações europeias e americanas veem os valores tradicionais como ameaças às mulheres e aos indivíduos lésbicos, gays, bissexuais e transexuais.
Essa é a terceira resolução sobre valores tradicionais a ser aprovada desde 2009. A Rússia avançou com muita energia a resolução, e teve sucesso, apesar de que outros membros da ONU tentaram sufocar a iniciativa russa.
A atual resolução, apresentada pela Rússia em coautoria com mais de 60 países (nem todos membros do Conselho), afirma que os valores tradicionais comuns a toda a humanidade têm um papel positivo na promoção e proteção dos direitos humanos. A resolução declara que “uma compreensão e consideração melhor dos valores tradicionais compartilhados por toda a raça humana e incorporados nos instrumentos universais de direitos humanos contribuem para promover e proteger os direitos humanos e as liberdades fundamentais no mundo inteiro”.
Ecoando a Declaração Universal de Direitos Humanos, a resolução frisa “que os direitos humanos derivam da dignidade e valor inerentes na pessoa humana” e reconhece o papel positivo da família, comunidade e instituições educacionais na promoção dos direitos humanos, exortando os países a “fortalecerem esse papel por meio de medidas positivas”.
Os países europeus e os Estados Unidos expressaram oposição ao conceito de valores tradicionais quando uma resolução com esse título foi proposta pela primeira vez pela Rússia em 2009. Eles também votaram contra uma resolução que solicitava um relatório sobre a interligação dos valores tradicionais com os direitos humanos à Comissão Consultiva do Conselho no ano passado. Quando a medida foi aprovada, eles assumiram o controle dos esforços da Comissão Consultiva para produzir um relatório que fosse contrário à intenção da resolução.
As delegações da Europa e EUA repetidamente se queixaram de que os “valores tradicionais” são um conceito vago usado para justificar a violência e a discriminação contra as mulheres e os indivíduos lésbicos, gays, bissexuais e transexuais (LGBT). Mas não conseguindo influenciar países suficientes com esse argumento, eles buscaram deter a resolução pedindo ao Conselho que aguardasse o relatório da Comissão Consultiva, a mesma comissão que originalmente tinha a oposição deles.
De qualquer jeito, a Rússia apresentou a resolução, confiante de que teria os votos necessários. A resolução foi adotada com 25 votos a favor, 15 contra e 7 abstenções.
Durante sua adoção, o ministério de relações exteriores da Rússia divulgou uma declaração dizendo: “A Federação Russa, junto com os aliados que têm a mesma opinião, continuará a promover a ideia da conexão inseparável entre direitos humanos e valores morais tradicionais no Conselho de Direitos Humanos”.
Notando que “havia países que votaram contra a versão preliminar (em particular, os EUA e a União Europeia)” a Rússia lamentou que “a oposição negativa desses países, sua indisposição de trabalhar no texto e argumentos fantasiosos contra a versão preliminar da resolução causem desapontamento”.
No ano passado, o presidente Obama ordenou que todos os órgãos do governo dos EUA que lidam com a diplomacia e assistência externa americana promovessem direitos LGBT. Qualquer apoio a valores tradicionais incomoda profundamente os grupos LGBT, conforme reportagem do Gay Star News. A preocupação deles é que esse apoio será usado para defender a família natural, e eles temem que não consigam descriminalizar a homossexualidade no mundo inteiro.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

UMA MÃE VERDADEIRA CALOU A BOCA DAS ABORTISTAS EM APENAS CINCO MINUTOS


Uma voz “politicamente incorreta” fez-se ouvir no Senado

Fonte : www.ipco.org.br

No tão badalado “Dia Internacional da Mulher” (8 de março último) houve uma audiência no Senado — na “Subcomisão permanente em defesa da mulher” — a fim de se debater “políticas para a saúde da mulher”.
De fato, não foi uma audiência para proteger as mulheres brasileiras, as mães de família e suas filhas, mas para defender espúrios interesses de organizações internacionais que financiam o aborto na América Latina. Para tal, servindo-se do lobby abortista e feminista.
Entretanto, uma voz feminina — mas não feminista — surpreendeu os participantes de tal audiência. Ninguém esperava. Uma senhora defendeu com autenticidade e coragem os reais interesses das famílias. Vale a pena assistir o vídeo (abaixo) com suas inesperadas palavras increpando a maioria das dirigentes, por não defenderem realmente a mulher brasileira, mas, sim, fundações internacionais pró-aborto.


ADENDO ADHT : O QUE FAZER ?

Escreva para a Ministra Eleonora Menicucci do Ministério das Políticas das Mulheres, repudiando o ABORTO, com cópia para os Deputados Federais e Senadores de seu Estado, pelo menos. Os emails deles você poderá pegar no link:http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html#.UCM2e02PVh4


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