COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 6 de outubro de 2015

CQC Tentou manipular:Opção (A) na frente ñ teve jeito.FAMÍLIA = ( Pai + Mãe + Filhos)

Apresentador do CQC fica sem palavras após resultado da enquete sobre o Estatuto da Família; assista

A pergunta da enquete era: "Que tipos de casais devem ser contemplados no Estatuto da Família?". 

18% dos internautas responderam com a opção A - 'Todos os Tipos' e 
82% escolheram a opção B - 'Somente os heterossexuais'.

Estatuto da Família
No dia 24 de setembro, o Estatuto da Família foi aprovado em votação da Comissão Especial que avalia o texto do projeto. Porém a ressalva de quatro pontos do texto ainda segura o projeto na Câmara dos Deputados, impedindo que este avance para o Senado.

Na quinta-feira passada, os destaques seriam votados na Câmara, porém a deputado Érica Kokay (PT) solicitou que a ata da sessão anterior fosse lida e contestou alguns pontos registrados no documento. 

Tal posicionamento da parlamentar acabou ocupando tempo da sessão e impediu que as ressalvas fossem discutidas.

Ao que tudo indica, as atitudes de Kokay parecem ser 'estratégicas', já que ela própria afirmou que "fará de tudo para impedir o avanço do Estatuto da Família".


guiame

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios

Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios

Publicado por Tiago Chagas em 13 de fevereiro de 2015 
Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) decidiu que irá reenviar o projeto de proibição de adoção de crianças por casais homossexuais à pauta da Câmara dos Deputados.

O presidente da Câmara definiu que a discussão sobre o assunto deverá ser feita através de uma Comissão Especial. A proposta conhecida como Estatuto da Família pretende estabelecer legalmente que somente as relações entre homem e mulher e eventuais filhos sejam reconhecidas como família.

De maneira indireta, isso poderia resultar na proibição de adoção de filhos por casais homossexuais. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, Eduardo Cunha comprou a briga com parlamentares do PT e com ativistas gays, e deverá usar todas as cartas políticas à mão para levar adiante o projeto.

Há poucos dias, Cunha já havia causado furor em feministas ao dizer que, durante seu mandato à frente da Câmara, nenhuma proposta de legalização do aborto seria levada à discussão. A postura foi elogiada por diversos líderes cristãos e também pela jornalista Rachel Scheherazade.

A Comissão Especial goza de um artifício legal que faz com que a tramitação do projeto seja mais ágil, pois a votação definitiva da proposta será feita entre os parlamentares que integrarem o colegiado.

Os integrantes da bancada evangélica já se mobilizam para que apenas parlamentares favoráveis ao projeto sejam nomeados para os cargos chave dessa Comissão Especial.

Estatuto do Nascituro


Apelidado de “bolsa-estupro” por oposicionistas, o projeto do Estatuto do Nascituro prevê auxílio para as mulheres que tenham engravidado em consequência de um abuso sexual. A ideia do projeto é oferecer uma alternativa ao aborto, que nesses casos, é permitido por lei.

O texto do projeto diz que é dever do Estado garantir “todos os direitos do nascituro, em especial o direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento e à integridade física e os demais direitos da personalidade”.

Apoiado pelos parlamentares das bancadas evangélica e católica, o projeto havia tido sua tramitação dificultada por apoiadores do aborto, mas agora deverá voltar à discussão pelas mãos do presidente da Câmara.

Elogios

Eduardo Cunha vem sendo elogiado por lideranças cristãs por assumir uma postura franca e objetiva sobre temas polêmicos.

O blogueiro Júlio Severo, publicou um artigo com observações sobre as primeiras ações do parlamentar à frente da Câmara, e disse que “Eduardo Cunha se destaca por postura pró-família e incomoda radicais da esquerda". 

E Júlio Severo disse mais: "Hostilizado pelas esquerdas, Cunha promete fazer o que muitos políticos em Brasília não gostam de fazer: representar os desejos e necessidades da maioria dos brasileiros, que não querem e nunca quiseram aborto e redefinição do casamento para privilegiar indivíduos presos a vícios homossexuais.

Cunha já declarou, para a alegria das famílias brasileiras, que enquanto ele estiver vivo o aborto nunca será legalizado.


Para maior desagrado das esquerdas do Brasil, inclusive do PT e do PSDB, Cunha está acelerando um projeto patrocinado pela bancada evangélica que define família apenas como união entre homem e mulher e que, na prática, pode proteger crianças dos perigos e abusos da adoção por duplas homossexuais.

O projeto se chama Estatuto da Família, que entra em choque direto com uma das maiores ambições das esquerdas brasileiras: a criminalização de opiniões contrárias ao homossexualismo, sob a capa de combate à “homofobia” — termo fantasioso e malicioso que funciona como metralhadora giratória para atacar qualquer cidadão por oposição às práticas homossexuais.

A bancada evangélica, com 80 deputados, está dando total apoio a essa iniciativa pró-família.

O Estatuto da Família traz como definição de família o núcleo natural, fundamental e tradicional formado a partir da união entre homem e mulher, por meio de casamento ou união estável, ou comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.

De acordo com o projeto, o Estado tem a obrigação de valorizar e proteger o conceito de família. “São diversas as questões, desde a grave epidemia das drogas, que dilacera os laços e a harmonia do ambiente familiar, à violência doméstica, à gravidez na adolescência, até mesmo à desconstrução do conceito de família, aspecto que aflige as famílias e repercute na dinâmica psicossocial do indivíduo”, escreveu o autor do projeto, o Dep. Anderson Ferreira (PR-PE), da bancada evangélica.

O Estatuto da Família está na mira do endinheirado movimento supremacista gay, que usará toda a sua musculatura ideológica contra essa tentativa de proteger a família brasileira. Mas Eduardo Cunha não está intimidado. Ele está pronto para ir em frente, apesar da raiva dos grupos gays de pressão política.

Parece ter havido uma mudança drástica em Cunha. Em 2011, ainda existia um embate sobre a Lei da Palmada. Quando foi informado de que mais de 80% das pessoas eram contra a aprovação dessa lei, Cunha espantosamente declarou, no seu Twitter, que as crianças é que deveriam ser consultadas.

Para pais cristãos que fazem uso da vara corretiva, conforme orientação da Bíblia, a postura de Cunha foi chocante. Agora que a Lei da Palmada já foi aprovada, com a ajuda da Frente Parlamentar Evangélica, esses pais deveriam consultar Cunha para ver se ele realmente mudou e pode adotar alguma medida contra essa lei que passou exclusivamente pela vontade de Xuxa e do governo do PT, atropelando mais de 80 por cento da população brasileira.

Todos os grupos pró-aborto do Brasil estavam empenhados na aprovação da Lei da Palmada. Queriam ao mesmo tempo o direito de matar crianças e tirar dos pais o direito de educá-las conforme Deus orienta na Bíblia. Eles já conseguiram uma vitória, para vergonha da bancada evangélica.

Conservador e membro da Assembleia de Deus, Cunha está pronto para combater qualquer projeto que trate da legalização do aborto.

“Aborto eu não vou pautar (para votação) nem que a vaca tussa,” disse, em entrevista ao site do jornal O Estado de S. Paulo. “O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça. No aborto, sou radical.”

Se o outro lado, que deseja impor sua versão necrosada de família, tem de forma implacável usado e abusado de seu radicalismo para promover seus vícios em toda a sociedade, nada mais natural e obrigatório do que uma resistência radical para impedir as radicais imposições e imposturas homossexuais.

Continue sendo “radical” com os radicais, Eduardo Cunha".

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

IRMÃOS, OREMOS PELA APROVAÇÃO DO ESTATUTO DA FAMÍLIA NESTA SEMANA



Deputados querem proibir adoção por casais gays

Proposta do Estatuto da Família, que pode ser votada nesta semana, estabelece que apenas pessoas de sexos diferentes podem adotar crianças. Texto define como família o casamento ou união estável entre homens e mulheres e seus descendentes





Luis Macedo/Ag. Câmara
Pastor da Assembleia de Deus, Ronaldo Fonseca diz não considerar que casais homossexuais constituem uma família

Após o fim da disputa eleitoral de outubro, a Câmara se prepara para votar uma proposta que pode acabar com a possibilidade de casais homossexuais adotarem crianças. A expectativa entre deputados é que  o projeto do Estatuto da Família seja analisado, de forma conclusiva, nesta semana. Apesar de não estar previsto na legislação brasileira, o direito da adoção vem sendo garantido pela Justiça do país.

Na última segunda-feira (17), o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF) apresentou um substitutivo que define como família o casamento ou união estável entre homens e mulheres e seus descendentes. Também estabelece, por exemplo, que escolas coloquem no currículo obrigatório a disciplina “Educação para família”,  prevê a criação dos Conselhos da Família, estabelece a Semana Nacional de Valorização da Família (21 de outubro) e atendimento multidisciplinar para vítimas de violência.

A proibição de casais homoafetivos – tratados na justificativa do projeto como “casais de mero afeto” –, aparece no artigo 16 da proposta. Ela modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para estabelecer que seja indispensável para a adoção que os adotantes sejam “casados civilmente ou mantenham união estável, constituída nos termos do art. 226 da Constituição Federal, comprovada a estabilidade da família”.

De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, existem 60 mil casais homossexuais no país. No entanto, não existem números de quantos deles adotaram crianças ou ainda enfrentam o processo para ter um filho pelos canais legais.

Como o artigo 226 da Constituição diz que, para efeito da proteção do Estado, “é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar”, o projeto do Estatuto da Família acabaria colocando em norma legal algo que não existe hoje, que é a proibição de casais do mesmo sexo adotarem crianças.

“Mero afeto”

“A realidade que temos hoje é união estável e casamento civil de pessoas do mesmo sexo, não abarcados pelo art. 226 da CF, mas sustentados por decisão do STF e CNJ, recebendo o status de família ‘homoafetiva’”, disse Ronaldo Fonseca na justificativa do substitutivo. Ele diz ter consciência das transformações sociais, mas que “não faz sentido” proteger as relações de mero afeto “pois dela não se presume reprodução conjunta e o cumprimento do papel social que faz da família ser base da sociedade”.

Na justificativa, o deputado prossegue as críticas indiretas ao movimento LGBT e dispara contra os defensores dos direitos iguais. O parlamentar do Distrito Federal acredita que o Estado não deve arcar com as despesas de quem não pode gerar uma família.  Para ele, o Supremo Tribunal Federal (STF) inovou ao estender a casais homossexuais os mesmos direitos previdenciários, não se preocupou com o efeito orçamentário da decisão e errou por não estender os mesmos direitos a relações de mero afeto heterossexuais.

“Nesse sentido, não podemos subordinar as crianças a obterem adoção que cristalize a impossibilidade de suprirem o trauma da perda e falta de convívio com seu pai e sua mãe. Nas relações de mero afeto, sobretudo nas que as pessoas que a compõe forem de mesmo sexo, a criança que sob essa hipótese fosse adotada passaria a ter de maneira irremediável a ausência da figura do pai, ou da mãe”, justificou o deputado.

Legislação

O Cadastro Nacional de Adoção, ferramenta criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para facilitar o trabalho de juízes, identificou, no seu relatório mais recente, 32.854 pretendentes. Existem, também segundo o cadastro, 5.618 crianças esperando uma família, quase a metade classificados como pardo e a grande maioria acima de cinco anos de idade.

No Brasil, não existe lei que expressamente autorize a adoção por casais homoafetivos. Porém, decisões da Justiça brasileira garantem o direito, desde que os serviços de assistência social entendam que é  para o bem da criança. Uma delas foi a determinação do STF em 2011, que, ao reconhecer a união civil entre pessoas do mesmo sexo, facilitou o processo.

Mesmo assim, são mais comuns os casos de guarda única, onde apenas uma das pessoas do casal formaliza a adoção. Como o Estatuto da Criança e do Adolescente não trata especificamente do tema – apenas diz que é preciso apresentar reais vantagens para o adotado e ter motivos legítimos – as concessões têm ocorrido no país.

Campanha

Durante a campanha presidencial, temas relacionados a casais homoafetivos, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção, acabaram ficando de fora das discussões. Na corrida no primeiro turno, os três principais candidatos – Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) – não trataram do assunto diretamente.  E, quando questionados, evitaram respostas mais incisivas.

“Tudo que envolver afeto e condições adequadas, eu não me oporia. O que eu defendo é uma facilitação do processo”, disse Aécio em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, do UOL. Já Marina afirmou, após mudanças no programa de governo, ser a favor também da adoção, mas evitou uma defesa veemente. Já Dilma, apesar de ter cedido às pressões de grupos conservadores no primeiro mandato, comprometeu-se a garantir a extensão do direito dias antes do segundo turno presidencial.

Mais sobre direitos humanos

Fonte: Congresso em Foco

ADENDO ADHT:
Caros amigos e irmãos que tem lutado para que leis esdruxulas e anti-cristãs e contra os valores morais sejam instaladas em nosso país: Vamos agir agora, escrevendo para os Deputados e Senadores de nosso Estado para aprovarem o ESTATUTO DA FAMÍLIA pois com esta lei corta-se a possibilidade do reconhecimento do Casamento Gay e da Adoção de crianças por duplas gays. VAMOS CORTAR O MAL PELA RAIZ. No link a seguir vc tem os emails e telefones de todos os Deputados Federais e bem como de todos os SENADORES. Vamos escrever rápido porque esta lei será votada, possívelmente nesta semana.
Link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html
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