COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Rapaz tenta mudar de sexo mas desiste e diz estar arrependido!

Rapaz muda de sexo e diz estar arrependido


Ria disse estar muito infeliz sendo mulher. Ela agora quer ser militar.
02/10/2013 9:40 por Redação

O adolescente Brad Cooper passou o último ano tomando hormônios para transformar seu corpo de menino em uma silhueta curvilínea de uma jovem de 18 anos. Agora que conseguiu o que tanto desejava, Brad não quer mais saber de ser menina.
Atendendo pelo nome de Ria Cooper, ele foi o mais jovem paciente britânico a mudar de sexo. Mas apesar do acompanhamento psicológico e do dinheiro gasto, Ria não se sente feliz como está.
Segundo o tabloide inglês “The Mirror”, a decisão de voltar a ser homem aconteceu após a segunda tentativa de suicídio. “Os hormônios me fazem sentir feliz e triste. Num minuto estou bem, e depois eu fico muito mal”, disse.
Ria conta que começou a se vestir como garota aos 12 anos. Ela pedia emprestado o batom da mãe e a roupa da irmã mais nova. 
Aos 15, ela já tinha se decidido. O melhor para a sua vida seria mudar de sexo. Ela implorou aos médicos que seguissem em frente com a operação. Especialistas da cidade de Hull, no Reino Unido, onde ela mora, concordaram que ela era uma menina preza em um corpo de menino, e decidiram fazer a operação.
O tratamento começou aos 17 anos, quando ela passou a tomar hormônios femininos. A operação para a mudança de sexo está marcada para janeiro, mas Ria não quer mais fazer. “Prefiro ser um gay afeminado a um menino-menina”, afirmou.
Alguns especialistas chamaram a atenção para o caso de Ria/Brad, alertando que o adolescente era novo demais para tomar tal decisão.
Do alto dos seus 1.80 m, Ria atrai a atenção de muita gente. Mas ela revela que não se sente bem, e sua baixa autoestima não permite com que ela enxergue a sua beleza. Sem emprego, ela conta apenas com a ajuda da mãe, e considera um dia entrar para o exército. “Se eu voltar a ser um garoto, poderei me juntar às Forças Armadas sem ser discriminada”, diz.
Ironicamente, Ria confessa que namorou alguns soldados nos últimos anos. 
Fonte: UOL
Colaboração: Portal Fé em Jesus

Professor não tem direito de “fazer a cabeça” de aluno

02/10/2013
às 11:07 \ Educação

Professor não tem direito de “fazer a cabeça” de aluno


A questão do marxismo em sala de aula demanda maior atenção. A guerra é cultural, os defensores da liberdade precisam compreender isso. Nossos filhos são vítimas de doutrinadores que agem de forma imoral e, também, ilegal.

Segue um IMPORTANTE artigo, escrito por Miguel Nagib, que é advogado e coordenador do Escola Sem Partido, ONG que tenta desintoxicar as escolas e universidades da doutrinação ideológica.
O artigo merece ampla divulgação, e recomendo que todos aqueles que concordarem, repassem para suas listas. Muitos alunos desconhecem seus DIREITOS, e temem enfrentar seus professores doutrinadores, receosos da reação, da nota na prova, da pressão do grupo. Como disse Nagib, isso é “bullying político”.

Ficou claro que há muita gente cansada disso, pela quantidade de pessoas que gostaram do manifesto do aluno que se recusou a fazer mais um trabalho sobre Marx, sabendo o que o professor faria em caso de postura crítica. Isso não é ser professor, mas proselitista e explorador.

Leiam, reflitam, repassem!

Professor não tem direito de “fazer a cabeça” de aluno

Por Miguel Nagib
É lícito ao professor, a pretexto de “despertar a consciência crítica dos alunos” — ou de “formar cidadãos”, “construir uma sociedade mais justa”, “salvar o planeta”, etc. –, usar a situação de aprendizado, a audiência cativa dos alunos e o recinto fechado da sala de aula para tentar obter a adesão dos estudantes a uma determinada corrente ou agenda política ou ideológica?
Com outras palavras: é lícito ao professor tentar “fazer a cabeça” dos alunos?
A resposta a essa pergunta está no art. 206 da Constituição Federal, que diz o seguinte:
Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
Como se vê, ao lado da liberdade de ensinar dos professores — a chamada liberdade de cátedra –, a Constituição Federal também garante a liberdade de aprender dos estudantes.
Seja qual for, na sua máxima extensão, o conteúdo jurídico dessa liberdade de aprender, uma coisa é certa: ele compreende o direito do estudante a que o seu conhecimento da realidade não seja manipulado pela ação dolosa ou culposa dos seus professores. Ou seja: ele compreende o direito do aluno de não ser doutrinado por seus professores.
Esse direito nada mais é do que a projeção específica, no campo da educação, da principal liberdade assegurada pela Constituição: a liberdade de consciência.
A liberdade de consciência é absoluta. Os indivíduos são 100% livres para ter suas convicções e opiniões a respeito do que quer que seja. Ninguém pode obrigar uma pessoa, direta ou indiretamente, a acreditar ou não acreditar em alguma coisa. O Estado pode obrigá-la a fazer ou não fazer alguma coisa, mas não pode pretender invadir a consciência do indivíduo para forçá-lo ou induzi-lo a ter essa ou aquela opinião sobre determinado assunto. Isto só acontece em países totalitários como Cuba e Coreia do Norte.
Como o ensino obrigatório não anula e não restringe a liberdade de consciência do indivíduo — do contrário, ele seria inconstitucional –, o fato de o estudante ser obrigado a assistir às aulas de um professor impede terminantemente que este se utilize de sua disciplina, intencionalmente ou não, como instrumento de cooptação política ou ideológica.
Portanto, com base no art. 206 da CF, pode-se definir juridicamente a prática da doutrinação política e ideológica em sala de aula como sendo o abuso da liberdade de ensinar do professor em prejuízo da liberdade de aprender do estudante.
Esse abuso da liberdade de ensinar também compromete gravemente a liberdade política dos alunos, já que o fim último da doutrinação é induzir o estudante a fazer determinadas escolhas políticas e ideológicas. E como se alcança esse resultado? Mediante a desqualificação sistemática de todas as correntes políticas e ideológicas menos uma: aquela que desfruta da simpatia do professor.
Dessa forma, os estudantes são induzidos a fazer determinadas escolhas; escolhas que beneficiam, direta ou indiretamente, os movimentos, as organizações, os partidos e os candidatos que desfrutam da simpatia do professor ou que contam com a sua militância.
Sendo assim, não há dúvida de que esses estudantes estão sendo manipulados e explorados politicamente por seus professores, o que ofende o art. 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), segundo o qual “nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de exploração”.
É certo que o professor doutrinador não se vale da violência para constranger os alunos. Mas, ao estigmatizar determinadas perspectivas políticas e ideológicas, a doutrinação cria as condições para um tipo de constrangimento muito menos sutil: o bullying político e ideológico que é praticado pelos próprios estudantes contra seus colegas. Em certos ambientes, um aluno que assuma publicamente uma militância ou postura que não seja a da corrente dominante corre sério risco de ser isolado, hostilizado e até agredido fisicamente pelos colegas. E isto se deve, principalmente, ao ambiente de sectarismo criado pela doutrinação.
Professor doutrinador é aquele que usa suas aulas para tentar transformar seus alunos em réplicas ideológicas de si mesmo. Assim agindo, porém, o professor infringe o art. 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que garante aos estudantes “o direito de ser respeitado por seus educadores”. Com efeito, um professor que deseja transformar seus alunos em réplicas ideológicas de si mesmo evidentemente não os está respeitando.
Por fim, a prática da doutrinação ideológica configura uma afronta ao próprio regime democrático, já que ela instrumentaliza o sistema público de ensino e os estudantes com o objetivo de desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.
Em suma, o professor que usa suas aulas para “fazer a cabeça” dos alunos, por mais justas e elevadas que lhe pareçam as suas intenções, está desrespeitando, ao mesmo tempo, a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Cabe às autoridades educacionais e aos responsáveis pelas escolas adotar medidas eficazes para coibir essa prática covarde, antiética e ilegal. E cabe ao Ministério Público — a quem a Constituição Federal atribui “a defesa da ordem jurídica e do regime democrático” e a legislação ordinária, a defesa dos interesses das crianças e dos adolescentes e dos consumidores — exigir que essas medidas sejam adotadas.
E que medidas são essas?
Muito pode ser feito, sem dúvida. Mas o mais importante e urgente é informar os alunos sobre o direito que eles têm de não ser doutrinados por seus professores.
Trata-se, aqui, mais uma vez, de um direito assegurado pela Constituição Federal: o direito — que decorre do princípio constitucional da cidadania (CF, art. 1º, II) — de ser informado sobre os próprios direitos.
Conferindo efetividade a esse princípio, o Código de Defesa do Consumidor — que é aplicável no caso da relação professor-aluno, uma vez que o professor é preposto do fornecedor dos serviços prestados ao aluno — enumera entre os princípios da Política Nacional das Relações de Consumo a “educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres” (art. 4º, inciso IV).
Além disso, o art. 2º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) estabelece que uma das finalidades da educação é preparar o educando “para o exercício da cidadania”.
Assim, tanto por força da Constituição, como por força do Código de Defesa do Consumidor e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, as escolas públicas e privadas têm o dever jurídico de educar e informar os estudantes sobre o direito que eles têm de não ser doutrinados por seus professores.
Como cumprir esse dever? É simples: basta afixar em locais onde possam ser lidos por estudantes e professores (preferentemente nas salas de aula, mas também nas salas dos professores) cartazes com os seguintes preceitos:
1. O professor não abusará da inexperiência, da falta de conhecimento ou da imaturidade dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente político-partidária, nem adotará livros didáticos que tenham esse objetivo.
2. O professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, religiosas, ou da falta delas.
3. O professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas.
4. Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.
5. O professor não criará em sala de aula uma atmosfera de intimidação, ostensiva ou sutil, capaz de desencorajar a manifestação de pontos de vista discordantes dos seus, nem permitirá que tal atmosfera seja criada pela ação de alunos sectários ou de outros professores.
Negar aos alunos o conhecimento desses deveres do professor é o mesmo que sonegar-lhes as condições mínimas necessárias ao exercício da cidadania dentro da própria escola!
Portanto, é necessário e urgente educar e informar os estudantes sobre os direitos compreendidos na sua liberdade de aprender, a fim de que eles mesmos possam exercer a defesa desses direitos, já que, dentro da sala de aula, ninguém mais poderá fazer isso por eles.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

“Homossexualidade – um engano na vida de quem a pratica”

Blog Julio Severo entrevista ex-homossexual Saulo Navarro: “Homossexualidade – um engano na vida de quem a pratica”

Falsa propaganda, sustentada pelo governo e pela mídia elitista para doutrinar crianças e jovens na homossexualidade, se combate com testemunho de quem viveu essa prática.
Saulo Navarro tem esse testemunho. Ele viveu a homossexualidade.
Se você quer combater a propaganda da mentira gay patrocinada pelo governo e pela mídia, leia e divulgue a entrevista que Saulo Navarro deu a seguir:
Saulo Navarro
Julio Severo: Qual foi a causa de sua entrada na prática homossexual?
Saulo Navarro: Passei por situações de traumas e abusos na minha infância e pré-adolescência que me deixaram totalmente inseguro para desempenhar minha masculinidade. Chamo esta fase de “pré-homossexualidade”, ou seja, houve uma construção que favoreceu minha entrada na prática da homossexualidade. Durante minha juventude, fiz algumas tentativas frustradas de namorar garotas. Uma namorada, ao perceber que eu não iniciava alguns “contatos” físicos falou ao meu ouvido que às vezes achava que eu não era homem. Estas palavras feriram profundamente minha alma. Ocorreu mais tarde, com esta mesma namorada, uma situação de abuso sexual. Este abuso gerou em mim pensamentos de incompetência, medo, angústia, frustração. A partir deste momento decidi nunca mais namorar garotas. Só que não disse que iria ser homossexual. Porém, tive contato com o meio homossexual através de um amigo que estava nesta prática há anos. Então, depois de toda esta construção, acabei por me declarar homossexual. Ainda mais convivendo com amigos(as) que praticavam a homossexualidade de forma tão aberta.

JS: O que deixava você mais inquieto na prática homossexual?
SN: A infidelidade e instabilidade. Busquei ser fiel em cada relacionamento, mas via a infidelidade reinar. Durante 12 anos na prática da homossexualidade jamais presenciei uma dupla ser fiel. A pornografia também me deixava inquieto. Menciono também a questão sexual, pois o sexo homossexual masculino acaba numa mistura de fezes com esperma que não serve para nada.

JS: Há uma ideia imposta hoje de que a psicologia pode e dever ser usada para manter homens nas práticas homossexuais, mas não pode ser usada em favor dos homens que querem sair dessas práticas. O que você acha?
SN: Conselho Federal de Psicologia se dobrou ao movimento LGBT. Tenho acompanhado as tomadas de decisões deste Conselho com relação à censura que os psicólogos sofrem ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo. Se todas as pessoas que sofrem por sentirem atração pelo mesmo sexo falassem que não querem estar homossexuais é bem provável que este Conselho, que trabalha em favor do movimento LGBT, avalie estas limitações impostas aos profissionais da psicologia. Estas pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP. É uma tremenda vergonha o que este Conselho tem feito ao limitar seus profissionais por pura manipulação do movimento gay. Na verdade quando o CFP age desta forma está demonstrando para a sociedade que a ferramenta psicologia não serve para algumas áreas da vida de uma pessoa, está dizendo que não serve para ajudar um indivíduo que está em sofrimento psíquico e deseja abandonar a homossexualidade. Vou mais além, as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento LGBT. Esta geração de psicólogos já está aí, nas clínicas, propagando ideologias como a do movimento gay e de gênero. Ou seja, vivemos um momento em que a psicologia trabalha em favor da Nova Era.

JS: Você crê que Deus liberta os homossexuais sem psicologia?
SN: Creio. Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. Vejo a psicologia como mais uma ferramenta que pode ser utilizada por Deus para levar saúde emocional ao ser humano. Aponto o seguinte: após 12 anos de prática homossexual percebi que as instabilidades do meio gay estavam me levando a um estado emocional deplorável. Recebi um convite de um amigo para ir numa reunião da igreja em que participava. Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a segui-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. Ao chegar em casa, após aceitar Jesus em minha vida, percebi que o desejo pelo mesmo sexo ainda estava lá, era real. Durante 4 anos caminhei dentro da igreja sentindo atração pelo mesmo sexo. Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. Entendi que Deus estava proporcionando ferramentas para me ajudar na caminhada. Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento. Em um determinado momento precisei da ajuda de uma psicóloga que tratou as consequências dos abusos que sofri durante minha vida, inclusive o abuso sexual sofrido por uma namorada. Acredito que um psicólogo sério (cristão ou não), que não tenha se dobrado às imposições do CFP, pode ajudar um indivíduo a abandonar o comportamento homossexual. Esta pessoa que busca ajuda para abandonar o comportamento homossexual precisa estar inserida numa relação de ajuda. Sozinho é praticamente impossível vencer.
Saulo Navarro
JS: Há uma grande afinidade entre religiões afro-brasileiras (candomblé, por exemplo) e homossexualidade. O deputado gayzista Jean Wyllys disse que foi guiado por exus para entrar na política. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, é também simpatizante das religiões afros. O que você acha dessa relação?
SN: Antes de entrar na prática da homossexualidade fui abordado por um homem que participava de uma destas religiões afro-brasileiras que veio me pedir algo: “para que eu me desenvolva lá dentro será preciso ter uma relação homossexual e escolhi você”. Ele não se considerava homossexual, mas disse que precisaria se envolver com a homossexualidade. A prática da homossexualidade não faz parte do projeto de Deus para o ser humano. Interessante o que houve com este rapaz: ele teria que se sujeitar a uma prática sexual para atender à imposição de uma religião e desta forma adquirir crescimento e poder. Neste caso este rapaz não se considerava homossexual. Conheci pessoas que se consideravam homossexuais e que se envolveram com religiões afro-brasileiras porque encontraram ali um local que não exigiria mudança de comportamento. Pode-se estar homossexual sem problema algum, assim como podemos ver nas igrejas inclusivas.

JS: Uma das aflições que Jesus mais lidou em sua pregação e demonstração do Evangelho do Reino de Deus era a possessão demoníaca. Ele expulsava demônios frequentemente e deu autoridade aos seus seguidores em todas as gerações de também oferecerem libertação espiritual aos possessos. Em que ponto existe uma relação entre práticas homossexuais e possessão demoníaca?
SN: O mundo em que vivemos jaz no maligno. Homens e mulheres, homossexuais ou não, sofrem opressões demoníacas e alguns chegam a ser possessos de demônios. Estive na prática da homossexualidade por 12 anos, passei por momentos de libertação na igreja em que congregava e não tive manifestação de demônios por conta deste envolvimento com a homossexualidade. Conheci pessoas no meio homossexual que se envolveram com situações que permitiram demônios entrarem em suas vidas. Um amigo foi possesso de demônios e houve libertação durante um momento de expulsão dos mesmos. A expulsão destes demônios não anulou a atração que ele sentia pelo mesmo sexo. Ele entendeu que o comportamento homossexual foi aprendido e poderia ser desaprendido dentro de um processo de ajuda.

JS: Nas épocas em que não existia propaganda gay, a entrada na homossexualidade se dava quase que exclusivamente pelo abuso sexual. Você teme que agora, com a enorme e onipresente propaganda gay estimulando abertamente a homossexualidade e apresentando-a como alternativa atraente e desejável, os jovens fiquem confusos e optem por experimentar?
SN: Tenho ouvido vários pré-adolescentes e adolescentes envolvidos com a homossexualidade e bissexualidade que me procuram para desabafar. Os pais descobrem o envolvimento do filho na homossexualidade e se inicia um enorme stress em cima do filho para que mude de comportamento o mais rápido possível. Chamo estes pré-adolescentes e adolescentes de “Geração Tolerância”. Alguns falam de abusos sexuais e abusos emocionais como parte de sua história, a maioria me fala o seguinte: “Saulo, sua história de vida é marcada por traumas e abusos. Eu não tenho nada disto do que você fala e escreve, estou na homossexualidade porque gosto e não vejo problema algum. Entendo que Deus é amor e que Ele não condena o meu amor por uma pessoa do mesmo sexo.” Esta geração recebeu estímulo para ver a homossexualidade e bissexualidade como normal, desde o berço. A propaganda gay e a mídia têm estimulado uma geração inteira para que pratiquem não só a homossexualidade como a bissexualidade também. Esta geração não passou por abusos sexuais e traumas. Sofrem estímulos e manipulações há anos. Atualmente as famílias estão colhendo os frutos desta manipulação toda que vemos ser propagada ao nosso redor. Para estes jovens, a palavra tem de ser de alerta total. Eles precisam saber do que há por trás desta manipulação. Ideologias gays, de gênero, feministas e outras têm grande interesse em destruir às famílias que possuem valores principalmente cristãos, e isto se consegue através das influências feitas na mente das crianças.

Para estes escrevo: Fantoches úteis, isto mesmo, fantoches úteis. Vivemos numa época onde pré-adolescentes, adolescentes e jovens assumem abertamente aos pais sua homossexualidade e bissexualidade. Estes jovens se declaram livres, parte de uma geração tolerância que se acham donos do próprio nariz. Gritam em alta voz que são livres para viver a sexualidade da forma que acharem melhor. Para estes jovens eu digo, CUIDADO – VOCÊ QUE SE ACHA LIVRE, QUE FAZ O QUE QUER, VOCÊ ESTÁ MAIS PRESO DO QUE POSSA IMAGINAR. Esta geração que se assume homossexual está apenas agindo como os ideólogos gays, feministas e de gênero querem. Estes jovens são usados e manipulados por ideologias que têm o único interesse de destruir a família tradicional, projetada por Deus. Enquanto se dizem livres, na verdade são bonecos de fantoche nas mãos destes movimentos que buscam desmontar a sociedade atacando a célula nuclear, a família. 

JS: O que você pensa da forte política moderna dos EUA, que apenas algumas décadas atrás eram uma potência protestante, de liderar o imperialismo homossexual internacional?
SN: Os EUA estão se prostituindo com a Nova Ordem Mundial que tem por objetivo não só proliferar a homossexualidade como destituir a família projetada por Deus da posição em que sempre esteve. Esta forte política moderna dos EUA atende a uma agenda do inferno, de homens interessados em dizimar a família cristã do mapa. 

JS: O que você acha do PLC 122 e outras leis que criminalizam a opinião cristã contra as práticas homossexuais?
SN: A intenção de todas estas leis é não somente tratar da legalização da imoralidade como também eliminar todo pensamento que trata do pecado. A imoralidade está aprovada e amparada por lei, então, por que tratar a homossexualidade como pecado? O pecado deixando de ser considerado pecado elimina os feitos de Jesus e, logicamente, acontece uma verdadeira caça às bruxas, uma caça aos cristãos que verdadeiramente dão nome ao pecado. Cala-se a boca dos cristãos e elimina valores embasados no que Deus projetou para o ser humano. O PLC 122 não só criminaliza a opinião cristã como gera novos valores na sociedade, exemplo: o casamento entre um homem e uma mulher sempre teve um valor, hoje uma dupla do mesmo sexo recebeu um valor através da PLC122, e posteriormente um homem com três mulheres também terá um valor dentro da sociedade.

JS: Como as igrejas devem lidar com homossexuais que chegam aos seus templos pedindo ajuda?
SN: Primeiramente a igreja precisa urgentemente entender o que acontece no mundo. Entender como os grupos gays, feministas e de gênero estão agindo na sociedade. As igrejas precisam de homens e mulheres sarados em sua feminilidade e masculinidade para conseguir proporcionar apoio ao que sofre com sua sexualidade. É preciso voltar ao discipulado, ao caminhar junto, dentro de uma relação de ajuda. É preciso estar a par do que há por trás da pessoa que chega pedindo ajuda. Se a igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade então alguns passos já foram dados. A omissão da igreja foi grande e agora é apagar incêndio. A igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável, e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma igreja em busca de apoio. As igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado com uma vida em Cristo. 

JS: Como as igrejas devem lidar com a militância gay organizada que pressiona os cristãos a se renderem diante das exigências da agenda gay?
SN: A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay. 

JS: Grandes denominações protestantes nos EUA, inclusive a presbiteriana e a luterana, estão ordenando pastores homossexuais. O que os cristãos brasileiros precisam fazer para se proteger dessa influência da apostasia americana e da teologia gay?
SN: Os cristãos brasileiros devem estar atentos a todo movimento contrário à verdadeira palavra de Deus. Para isto é preciso se voltar à Palavra de Deus pura e limpa. A teologia gay ganha espaço na mente de uma parte dos cristãos justamente pelo desconhecimento que estes tem da Palavra de Deus. A manipulação da teologia gay é grande, tem convencido cristãos de que Deus aceita toda forma de amor. O povo cristão brasileiro precisa parar de ver novela. As novelas brasileiras vêm há décadas mostrando mentiras como verdades, o povo cristão brasileiro tem dado atenção a essas porcarias que passam na TV. Com isto temos uma geração que tem um olhar totalmente normal quanto à homossexualidade e bissexualidade. Escrevo sobre este assunto por justamente ouvir jovens que receberam esta lavagem cerebral durante toda uma infância e adolescência. E infelizmente pais cristãos assistem a toda esta porcaria na TV ao lado de seus filhos. Enquanto isto a teologia gay caminha em passos largos. É hora de se levantar e se posicionar contra estas mentiras pregadas pela teologia gay, que tenta a todo custo convencer cristãos de que o amor entre duas pessoas do mesmo sexo são aceitas por Deus desde que estejam numa relação estável. Uma mentira contada mil vezes se torna uma verdade.

JS: Quase vinte anos atrás, quando Marta Suplicy apresentou um projeto de lei de união civil homossexual, ela negou completamente que o alvo era casamento e adoção de crianças por duplas gays. Vinte anos depois, o alvo deles é claro: casamento e adoção. Você acha que há mais objetivos que eles querem conquistar a curto ou longo prazo, embora neguem hoje?
SN: Esta manipulação toda começou com a união estável entre um homem e uma mulher, o que abriu espaço para a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Com isto, conquistou-se o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, inseminação e adoção. Agora abriu-se espaço para outros tipos de uniões, como dois homens e uma mulher, uma mulher e dois homens... Não tenho dúvida alguma que o objetivo a curto prazo seja a legalização da pedofilia. O pedófilo terá agora uma orientação sexual assim como os homossexuais. Toda esta manipulação vem acontecendo gradativamente, como um conta gotas. Mentiras são contadas infinitas vezes e a sociedade engole como se fosse verdade. É a tal da ideologia de gênero que trabalha com a manipulação da linguagem.

JS: Qual é o seu ministério hoje?
SN: Desenvolvo palestras, estudos, seminários e oficinas dentro das igrejas cujo foco é a conscientização do povo de Deus para oferecer apoio e graça ao que busca ajuda para abandonar a prática da homossexualidade. Através destas atividades levo esclarecimentos quanto a temas como Ideologia gay, ideologia de gênero (Teoria Queer), Prevenção da Homossexualidade, Crianças Transgênero Futuros Transexuais, Quando Alguém do seu Convívio Diz que é Homossexual, Nova Ordem Mundial, etc. O tempo que dedico a estas atividades é parcial.

JS: Você tem livros publicados?
SN: Não. O único material que escrevi foi minha história de vida e está disponibilizado na internet: Homossexualidade – Um Engano em Minha Vida.
JS: Como você alcança homossexuais?
SN: Através das atividades que desenvolvo nas igrejas e materiais que disponibilizo na internet. Com a conscientização que levo às igrejas consigo mobilizar outras pessoas para se posicionarem neste tipo de ajuda ao que sofre devido a atração que sente pelo mesmo sexo. Raramente tenho tempo para aconselhar pessoas.

JS: Seu ministério ajuda apenas homossexuais ou também outras pessoas oprimidas?
SN: De início o foco foi apenas homossexuais, porém devido à demanda tenho ajudado pais de homossexuais e pessoas que sofrem com a homossexualidade de alguém de seu convívio

JS: O que você aconselharia aos intercessores, que clamam diante de Deus pela libertação dos homossexuais e contra o imperialismo homossexual que está sendo imposto sobre crianças e famílias?
SN: Agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay. Tenho visto muita teoria e pouca prática dentro de nossas igrejas. As crianças aqui no Brasil em breve serão preparadas para o “gênero neutro”, e os pais não estão percebendo a manipulação destes movimentos. Se você é um intercessor então parta para a ação. Interceda para que os líderes cristãos possam preparar uma nova geração de homens e mulheres sarados em sua masculinidade e feminilidade, para que possam ser instrumentos de bênçãos na vida de seus filhos.

JS: Qual a mensagem que você daria às igrejas nestes tempos em que se aproxima uma ditadura gay?
SN: Estejam preparadas para defender sua crença. Agora veremos quem é o verdadeiro cristão. A ditadura gay está com o terreno preparado e os líderes das igrejas terão que ser firmes em seu posicionamento. Atualmente não tenho ouvido pregações que falam do pecado, já existe um medo instalado. A igreja será o único local que poderá se opor a ditadura gay. Igrejas, estejam atentas a tudo o que acontece no mundo. Estejam a par das leis que favorecem a ditadura gay. Orar é bíblico, e agir também é.

Para ouvir uma palestra de Saulo Navarro, clique neste link: http://youtu.be/kyN0ed2TDeY


Leitura recomendada:

VÍDEO: Ex-homossexual, palestrante alerta igrejas a se prepararem para “combater o imperialismo gay”

Ex-homossexual, palestrante alerta igrejas a se prepararem para “combater o imperialismo gay”

Publicado por Tiago Chagas em 30 de setembro de 2013 
Ex-homossexual, palestrante alerta igrejas a se prepararem para “combater o imperialismo gay”
As discussões no meio cristão sobre a homossexualidade e a militância gay tem acontecido sob tom de alarme, e cada vez mais frequente. Questões como o casamento gay, ou a criticada PLC 122, são fonte de preocupação para as lideranças evangélicas, que tem ser amordaçadas pela Justiça na pregação bíblica contra a prática homossexual.

O palestrante evangélico Saulo Navarro, ex-homossexual e vítima de abusos sexuais na infância, concedeu entrevista sobre o assunto ao blogueiro e ativista Julio Severo, falando sobre seu testemunho e atividades contra ao que chama de “propaganda gay” imposta pela mídia aos brasileiros.

“Passei por situações de traumas e abusos na minha infância e pré-adolescência que me deixaram totalmente inseguro para desempenhar minha masculinidade. Chamo esta fase de ‘pré-homossexualidade’, ou seja, houve uma construção que favoreceu minha entrada na prática da homossexualidade.

Durante minha juventude, fiz algumas tentativas frustradas de namorar garotas. Uma namorada, ao perceber que eu não iniciava alguns ‘contatos’ físicos falou ao meu ouvido que às vezes achava que eu não era homem. Estas palavras feriram profundamente minha alma. Ocorreu mais tarde, com esta mesma namorada, uma situação de abuso sexual. Este abuso gerou em mim pensamentos de incompetência, medo, angústia, frustração.

A partir deste momento decidi nunca mais namorar garotas. Só que não disse que iria ser homossexual. Porém, tive contato com o meio homossexual através de um amigo que estava nesta prática há anos. Então, depois de toda esta construção, acabei por me declarar homossexual. Ainda mais convivendo com amigos(as) que praticavam a homossexualidade de forma tão aberta”, relatou Navarro.

Para ele, a proibição explícita imposta pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) aos profissionais do ramo, de atenderem homossexuais insatisfeitos com o comportamento e/ou a atração por pessoas do mesmo sexo é uma declaração de apoio à militância gay.

“Conselho Federal de Psicologia se dobrou ao movimento LGBT. Tenho acompanhado as tomadas de decisões deste Conselho com relação à censura que os psicólogos sofrem ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo. Se todas as pessoas que sofrem por sentirem atração pelo mesmo sexo falassem que não querem estar homossexuais é bem provável que este Conselho, que trabalha em favor do movimento LGBT, avalie estas limitações impostas aos profissionais da psicologia.

Estas pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP. É uma tremenda vergonha o que este Conselho tem feito ao limitar seus profissionais por pura manipulação do movimento gay.

Na verdade quando o CFP age desta forma está demonstrando para a sociedade que a ferramenta psicologia não serve para algumas áreas da vida de uma pessoa, está dizendo que não serve para ajudar um indivíduo que está em sofrimento psíquico e deseja abandonar a homossexualidade. Vou mais além, as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento LGBT. Esta geração de psicólogos já está aí, nas clínicas, propagando ideologias como a do movimento gay e de gênero. Ou seja, vivemos um momento em que a psicologia trabalha em favor da Nova Era”, lamentou.

Questionado por Severo se ele cria que Deus pode libertar um homossexual sem a ajuda da psicologia, Saulo Navarro foi enfático: “Creio. Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. Vejo a psicologia como mais uma ferramenta que pode ser utilizada por Deus para levar saúde emocional ao ser humano”, afirmou.

Como parte de seu testemunho pessoal, afirmou que a psicologia foi uma das ferramentas que o ajudaram a abandonar a homossexualidade: “Após 12 anos de prática homossexual percebi que as instabilidades do meio gay estavam me levando a um estado emocional deplorável. Recebi um convite de um amigo para ir numa reunião da igreja em que participava.

Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a segui-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. Ao chegar em casa, após aceitar Jesus em minha vida, percebi que o desejo pelo mesmo sexo ainda estava lá, era real. Durante 4 anos caminhei dentro da igreja sentindo atração pelo mesmo sexo.

Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. Entendi que Deus estava proporcionando ferramentas para me ajudar na caminhada. Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento. Em um determinado momento precisei da ajuda de uma psicóloga que tratou as consequências dos abusos que sofri durante minha vida, inclusive o abuso sexual sofrido por uma namorada.

 Acredito que um psicólogo sério (cristão ou não), que não tenha se dobrado às imposições do CFP, pode ajudar um indivíduo a abandonar o comportamento homossexual. Esta pessoa que busca ajuda para abandonar o comportamento homossexual precisa estar inserida numa relação de ajuda. Sozinho é praticamente impossível vencer”, pontuou Navarro.

Sobre a influência de espíritos malignos na adesão ao comportamento homossexual, Navarro afirmou que é importante que os cristãos olhem para esse ponto da questão com atenção, e entendam que nem tudo é possessão, pois a homossexualidade é uma questão complexa.

“O mundo em que vivemos jaz no maligno. Homens e mulheres, homossexuais ou não, sofrem opressões demoníacas e alguns chegam a ser possessos de demônios. Estive na prática da homossexualidade por 12 anos, passei por momentos de libertação na igreja em que congregava e não tive manifestação de demônios por conta deste envolvimento com a homossexualidade.

Conheci pessoas no meio homossexual que se envolveram com situações que permitiram demônios entrarem em suas vidas. Um amigo foi possesso de demônios e houve libertação durante um momento de expulsão dos mesmos. A expulsão destes demônios não anulou a atração que ele sentia pelo mesmo sexo. Ele entendeu que o comportamento homossexual foi aprendido e poderia ser desaprendido dentro de um processo de ajuda”, explicou o palestrante.

Saulo Navarro manifestou o mesmo temor de outros líderes cristãos brasileiros quanto ao projeto de lei 122, em tramitação na Câmara dos Deputados: “A intenção de todas estas leis é não somente tratar da legalização da imoralidade como também eliminar todo pensamento que trata do pecado. A imoralidade está aprovada e amparada por lei, então, por que tratar a homossexualidade como pecado? O pecado deixando de ser considerado pecado elimina os feitos de Jesus e, logicamente, acontece uma verdadeira caça às bruxas, uma caça aos cristãos que verdadeiramente dão nome ao pecado.

Cala-se a boca dos cristãos e elimina valores embasados no que Deus projetou para o ser humano. O PLC 122 não só criminaliza a opinião cristã como gera novos valores na sociedade, exemplo: o casamento entre um homem e uma mulher sempre teve um valor, hoje uma dupla do mesmo sexo recebeu um valor através da PLC122, e posteriormente um homem com três mulheres também terá um valor dentro da sociedade”, observou.

O papel da igreja cristã frente a essas questões é mais abrangente e importante do que a maioria dos líderes enxerga, segundo Saulo Navarro: “Primeiramente a igreja precisa urgentemente entender o que acontece no mundo. Entender como os grupos gays, feministas e de gênero estão agindo na sociedade. As igrejas precisam de homens e mulheres sarados em sua feminilidade e masculinidade para conseguir proporcionar apoio ao que sofre com sua sexualidade. É preciso voltar ao discipulado, ao caminhar junto, dentro de uma relação de ajuda.

É preciso estar a par do que há por trás da pessoa que chega pedindo ajuda. Se a igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade então alguns passos já foram dados. A omissão da igreja foi grande e agora é apagar incêndio.

A igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável, e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma igreja em busca de apoio.

As igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado com uma vida em Cristo”, disse, antes de ressaltar: “A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay”.

O palestrante fez uma crítica direta e pontual à igreja como um todo: “Os cristãos brasileiros devem estar atentos a todo movimento contrário à verdadeira palavra de Deus. Para isto é preciso se voltar à Palavra de Deus pura e limpa. A teologia gay ganha espaço na mente de uma parte dos cristãos justamente pelo desconhecimento que estes tem da Palavra de Deus.

A manipulação da teologia gay é grande, tem convencido cristãos de que Deus aceita toda forma de amor. O povo cristão brasileiro precisa parar de ver novela. As novelas brasileiras vêm há décadas mostrando mentiras como verdades, o povo cristão brasileiro tem dado atenção a essas porcarias que passam na TV. Com isto temos uma geração que tem um olhar totalmente normal quanto à homossexualidade e bissexualidade. Escrevo sobre este assunto por justamente ouvir jovens que receberam esta lavagem cerebral durante toda uma infância e adolescência.

E infelizmente pais cristãos assistem a toda esta porcaria na TV ao lado de seus filhos. Enquanto isto a teologia gay caminha em passos largos. É hora de se levantar e se posicionar contra estas mentiras pregadas pela teologia gay, que tenta a todo custo convencer cristãos de que o amor entre duas pessoas do mesmo sexo são aceitas por Deus desde que estejam numa relação estável. Uma mentira contada mil vezes se torna uma verdade”, alertou.

Saulo Navarro aconselha que as pessoas encarregadas de interceder e liderar os fiéis devem buscar capacitação para enfrentar o que o entrevistador, Julio Severo, classificou como “imperialismo homossexual”, e não fugir do embate: “[A igreja deve] agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay. Tenho visto muita teoria e pouca prática dentro de nossas igrejas. As crianças aqui no Brasil em breve serão preparadas para o ‘gênero neutro’, e os pais não estão percebendo a manipulação destes movimentos.

Se você é um intercessor então parta para a ação. Interceda para que os líderes cristãos possam preparar uma nova geração de homens e mulheres sarados em sua masculinidade e feminilidade, para que possam ser instrumentos de bênçãos na vida de seus filhos”.

Em resumo, Saulo orienta as igrejas: “Estejam preparadas para defender sua crença. Agora veremos quem é o verdadeiro cristão. A ditadura gay está com o terreno preparado e os líderes das igrejas terão que ser firmes em seu posicionamento. Atualmente não tenho ouvido pregações que falam do pecado, já existe um medo instalado. A igreja será o único local que poderá se opor a ditadura gay. Igrejas, estejam atentas a tudo o que acontece no mundo. Estejam a par das leis que favorecem a ditadura gay. Orar é bíblico, e agir também é”.

Assista a uma das palestras de Saulo Navarro na Igreja Batista do Prado:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/ex-homossexual-alerta-igrejas-combater-imperialismo-gay-60975.html

Negros são macacos? Assim mostrou “Blog da Dilma”


Link deste artigo: http://bit.ly/1dSsthb

Negros são macacos? Assim mostrou “Blog da Dilma”

A esquerda e suas macaquices criminosas contra os inimigos da revolução

Julio Severo
Meses atrás, no auge dos ataques da esquerda contra o Dep. Marco Feliciano por causa de sua nomeação à presidência da Comissão de Direitos Humanos, usaram uma pregação de anos atrás onde o deputado, que é pastor da Assembleia de Deus, disse que os negros, por serem descendendes de Cão, estariam sob maldição pelo simples fato de que Cão foi amaldiçoado por Noé.
A interpretação teológica do pastor foi usada para acusá-lo de “racista.”

Em contraste, o “Blog da Dilma,” que se apresenta como “o maior portal de Dilma Rousseff na internet,” debochou do ministro Joaquim Barbosa com uma foto dele com um macaco. Não foi uma interpretação teológica. Foi um ataque direto ao ministro com base exclusivamente na cor da pele dele. Foi um ataque vindo do blog mais importante que apoia Dilma Rousseff. Foi um ataque vindo das entranhas da esquerda. E qual foi a reação?
Silêncio. Até mesmo o movimento negro, gordamente esquerdista e sustentado pelas esquerdas, calou-se, para não prejudicar os “companheiros.”
Por esse ataque direto, de natureza explicitamente racista, os autores “Blog da Dilma,” por mais ligações que tenham ou tivessem com Dilma Rousseff, deveriam ser enquadrados em crime de racismo, que é inafiançável. Prisão imediata para eles seria o mínimo da coerência legal.
Contudo, não foi o que aconteceu. As mesmas esquerdas histéricas, inclusive a esquerda evangélica adoradora da Teologia da Missão Integral e o movimento negro, souberam controlar sua histeria no caso do racismo nu e cru do “Blog da Dilma.”
Assim são as esquerdas — sempre. Quando lhes convêm, usam toda e qualquer coisa para acusar de “racismo” os que ousam atrapalhar seus planos. Mas quando um esquerdista pratica real racismo, a operação abafa é automática: nada de acusação, nem crime e muito menos prisão inafiançável.
No caso de Feliciano, que tem sangre negro, sua intenção não foi atacar nem debochar de seus irmãos de sangue. Ele apenas expôs uma opinião com base no modo como ele viu a Bíblia, deixando claro que Jesus Cristo quebra toda maldição. Além disso, a mesma Bíblia mostra que todos nascem sob a sombra da maldição, por causa do pecado.
Quer ou não concordemos com as interpretações teológicas de Feliciano, ficou muitíssimo óbvio que em momento algum ele atacou os brasileiros que têm sangre negro, entre os quais ele se encontra.
No entanto, o que ficou patente no “Blog da Dilma” é que se você não fizer as vontades da esquerda, você perderá seus direitos de cidadão e poderá ser xingado e atacado até mesmo com deboches racistas. Para a esquerda, os inimigos não merecem piedade.
Nesse sentido, qualquer esquerdista que atacar um inimigo da revolução marxista — que, no caso, significa qualquer pessoa que não satisfazer a todas as suas birras — é digno de misericórdia, por mais racista que seja.
Quando Joaquim Barbosa ou outro negro faz as vontades das esquerdas, ele é um herói. Recentemente, ele assim foi aclamado por elas ao obrigar os cartórios a realizar “casamentos” para os adeptos do sexo fecal (http://bit.ly/10XZYp9). Mas quando Barbosa não quis dar uma mãozinha para os criminosos petistas do Mensalão, ele virou “macaco.” Sem dó nem piedade, a esquerda que posa de defensora dos negros não teve o mínimo pudor de retratar o ministro negro de “macaco.”
Há um artigo importante (http://bit.ly/1dSnUUb) de Walter Williams, um professor universitário negro, desmascarando o racismo de Karl Marx. O fato de que o “Blog da Dilma” escapou impune de uma prisão inafiançável só mostra que o “crime de racismo” nada mais é do que uma arma política e social das esquerdas contra seus inimigos.
A esquerda é hipócrita. 

Tempos atrás, a atriz Paris Hilton, que participa de campanhas contra a “homofobia,” disse a um amigo que os “gays são nojentos” e que “a maioria deles tem AIDS” (http://bit.ly/1dSrihV). Diante das câmeras, eles pregam os sermões costumeiros: gays são maravilhosos. Fora das câmeras, eles são o que são, seja com relação a gays ou negros, que são apenas usados como arma de poder ideológico.
Dentro das esquerdas, todo racismo será perdoado. Fora delas, tudo poderá ser interpretado como racismo para destruir seus inimigos.
Dentro das esquerdas, não importa se os negros são retratados como macacos ou gorilas. O que importa é que a acusação de racismo não foi feita para puni-los, mas para destruir seus inimigos.
Os descendentes de Karl Marx são cínicos e diabólicos como seu mestre.
Leitura recomendada:

VEJA A BRUTALIDADE DOS GAYZISTAS EM BRUXELAS TAMBÉM !

A “tolerância” dos intolerantes: ativistas feministas agridem arcebispo de Bruxelas.


Esta não é a primeira vez que o arcebispo de Bruxelas, monsenhor Andre-Joseph Leonard, é agredido covardemente por integrantes dos novos movimentos sociais (que clamam por “tolerância”, mas, de tolerantes mesmo, não têm nada). Havíamos denunciado aqui, há dois anos, um ato de zombaria ao qual o prelado belga fora submetido, simplesmente por defender, como bispo católico, a doutrina moral da Igreja. Hoje, o monsenhor Leonard foi mais uma vez agredido. O grupo extremista da vez é o Femen, conhecido por reunir mulheres histéricas que gostam de ficar nuas em lugares públicos. Recentemente, as “feminazis” invadiram a Catedral de Notre Dame, em Paris, comemorando a renúncia do Papa Bento XVI. Agora, o alvo é um purpurado católico. De acordo com O Globo, “o protesto foi contra a homofobia”.



As fotos são das agências AFP e Reuters. Todas foram editadas e devidamente tarjadas.
No fim da arruaça, “o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala”.

VERDADE INCONTESTÁVEL...A SITUAÇÃO ATUAL E OS PRENÚNCIOS DO FIM DO MUNDO !

VALE A PENA OUVIR ESTE VÍDEO POR COMPLETO. MESMO QUE VOCÊ PENSE DIFERENTE, MESMO QUE VOCÊ NÃO CONCORDE COM ELE, MESMO QUE VOCÊ NÃO GOSTE DO ASSUNTO....ASSISTA ATÉ O FIM.

FELIZMENTE ELE ESTÁ DIZENDO A VERDADE. VEJA ATÉ O FIM. NÃO FAÇA JULGAMENTOS ANTECIPADOS:

PREGAÇÃO FEITA EM 4 DE AGOSTO DE 2013.


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