COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Maduro sai em defesa de Dilma após pedir às venezuelanas se pentearem com os dedos!


Maduro sai em defesa de Dilma após pedir às venezuelanas se pentearem com os dedos

Enquanto o povo brasileiro comemorava o “impeachment” nas ruas, Maduro garantia que a “direita” na América latina está tentando desconhecer a soberania da região.
Brasília - O Deputado Bruno Araujo profere o voto que garante a autorizacao do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara dos Deputados (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Maduro reage contra impeachment e defende Dilma e ‘soberania’ ameaçada pelo ‘império’
Maduro reage contra impeachment e defende Dilma e ‘soberania’ ameaçada pelo ‘império’
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, se apressou a manifestar solidariedade à sua colega Dilma Rousseff, que desde domingo 17 de abril está em processo de impeachment aberto pela Câmara dos Deputados com maioria de dois terços como prescreve a Constituição.
Segundo “La Nación” de Buenos Aires, enquanto o povo brasileiro comemorava o “impeachment” nas ruas, Maduro garantia que a “direita” na América latina está tentando desconhecer a soberania da região.
O tweet circulou logo após os deputados brasileiros votarem livre e soberanamente o processo de destituição da companheira ideológica do regime chavista.

“A direita do continente desconhece a Soberania Popular, será que pretendem nos fazer desaparecer? Alerta, alerta que Camina…”, disse o líder bolivariano em um espanhol de difícil compreensão num tweet acompanhado de imagens em apoio à presidente Dilma Rousseff.
Com a verborragia e a incongruência lógica habitual nos líderes bolivarianos, Maduro defendeu que o fato de “pretender derrocar a primeira mulher presidente do Brasil fala muito da obsessão imperial que está se instalando no continente”.
As palavras de Maduro não serviram para enganar a população venezuelana que padece uma das piores crises da história, exceção feita dos países socialistas.
Madurou acabava de decretar que as sextas feiras dos meses de abril e maio serão feriados porque não há energia elétrica.
Ele apontou como culpado o fenômeno climatológico de El Niño a quem atribuiu secas que estariam devastando América Latina, além de mudanças climáticas que não conseguiu explicar.
A barragem de Guri, a maior da Venezuela, “está – disse Maduro – no ponto de entrar no ponto (sic!) de não retorno”. Ele também tripudiou contra os secadores de cabelo femininos, o ar condicionado, os secadores de roupa, noticiou a imprensa internacional.
An employee of a business closed during a blackout stands behind the door with a notice reading "There's No Light", in Caracas on September 3, 2013. Major power blackouts paralyzed Venezuela's capital and several states across the country on Tuesday but there was no official explanation for the cause. AFP PHOTO/Juan Barreto (Photo credit should read JUAN BARRETO/AFP/Getty Images)
‘No hay luz’ – ‘Não há força’: um dos resultados da ‘soberania’ bolivariana que Maduro gostaria ver implantada no Brasil com Dilma e o PT
O pior ficou reservado contra as empresas particulares que ainda sobrevivem na área do comercio e da indústria. Elas terão que “autogerar” a energia que consumem entre quatro e nove horas por dia. O Exército e inspetores bolivarianos serão enviados a pegar os infratores.
As empresas que dependem mais da energia deverão usar suas fábricas para frenar o consumo elétrico, leia-se parar de funcionar reduzindo seu consumo em 20%.
Maduro prometeu distribuir milhões de lâmpadas incandescentes de um tipo que consume menos e que é produzida numa fábrica que ele acaba de inaugurar. As demagógicas promessas do socialismo em geral não passam de fanfarronadas da hora.
O discurso foi recebido como um disparate. A causa da crise está em medidas ineficientes e irresponsáveis do socialismo bolivariano afirmam em coro a maioria dos especialistas econômicos.
Maduro pede que as mulheresMaduro pede que as mulheres
Maduro pede que as mulheres se penteiem com os dedos, no programa ‘Con el Mazo Dando’.
No primeiro trimestre do ano os preços subiram 57%, mais ainda do que no Sudão na África, o outro infeliz recordista planetário na miserabilização.
O defensor da primeira presidente mulher do Brasil, se assanhou especialmente contra os secadores de cabelo. “Eu sei que é de uso geral das mulheres, mas é um alto consumidor de energia, na mesma proporção do ferro de passar”.
Maduro nas pegadas de Chávez e do próprio Fidel Castro já fez históricas campanhas por certo tipo de panelas e pelos eletrodomésticos chineses.
“Eu acredito que uma mulher se vê mais bela quando se penteia com os dedos e quando põe a secar seus cabelos de maneira natural. É uma ideia que eu apresento às mulheres”, disse ele falou no programa “Con el Mazo Dando” (“Descendo o pau”) transmitido pela TV estatal VTV e animado por Diosdado Cabello, n.º 2 do regime.
Fica por se saber se já propôs essa ideia a Dilma Rousseff. Ou até a Cristina Kirchner que anda se exibindo em processos por improbidade administrativa que lesaram o Estado argentino em milhões de dólares. Enquanto aguarda processos penais que podem incluir um famoso assassinato…

sexta-feira, 4 de março de 2016

ATENÇÃO: Ou vamos às ruas em 13/3 p/derrubar DILMA ou poderemos sofrer ISTO, Assista!

https://youtu.be/w8mmP2V85lU

Esta é uma versão legendada de um vídeo produzido por venezuelanos com imagens dos conflitos que tomaram o país nos últimos dias e que busca explicar o que está acontecendo no país.

Vídeo Original: http://tinyurl.com/quepasavenezuela

sexta-feira, 8 de maio de 2015

VÍDEO IMPRESSIONANTE: "BEM VINDOS A VENEZUELA - O relato vivo de um sobrevivente" IMPRESSIONANTE, ASSISTA!

Ouça o relato impressionante e chocante de um sobrevivente do golpe bolivariano implantado por Chavez e seu sucessor Maduro. 

A VERDADE SOBRE O QUE SE PASSA NA VENEZUELA!

Saiba como um sistema socialista engana a sociedade e a leva ao conflito de ideias para que o "plano maior" possa ser assimilado pela população.

https://youtu.be/rf94GERmTYQ



Hà indícios de que há um plano de implantação do socialismo em curso?
Quais os métodos utilizados na Venezuela que se assemelham ao que está em curso no Brasil?
A verdade por trás dos bastidores da Venezuela...

** Vídeos relacionados
Soldados atirando nas pessoas nos prédios e destruindo tudo
https://www.youtube.com/watch?v=p6mPR...

Soldados da Guarda Nacional atacando brutalmente manifestantes indefesos
https://www.youtube.com/watch?v=8ljHU...

Coletivos agindo em nome do Governo
https://www.youtube.com/watch?v=0zUt-...

Estacionamento de supermercados vazios
https://www.youtube.com/watch?v=NkVk7...

A Galinha Chegou, viva Chaves
https://www.youtube.com/watch?v=uiF_H...

O leite chegou
https://www.youtube.com/watch?v=HfFEK...

Todos correndo para pegar uma galinha e viva chavez
https://www.youtube.com/watch?v=rmId4...

Desabastecimento total
https://www.youtube.com/watch?v=QorSV...

Soldados no mercado de rações as 4 da manhã
https://www.youtube.com/watch?v=Jd3JO...

Coletivos (gangues do governo) ROubando em nome da Lei
https://www.youtube.com/watch?v=WzBlP...

Coletivos atirando nas pessoas com ajuda da polícia
https://www.youtube.com/watch?v=DNtam...

Solados atirando nas pessoas e destruindo tudo
https://www.youtube.com/watch?v=p6mPR...

Venezuela em Guerra
https://www.youtube.com/watch?v=0zUt-...

Soldados de Maduro atacando comunidade resistente
https://www.youtube.com/watch?v=Im0vz...

8 horas de Terror em Merida
https://www.youtube.com/watch?v=Y07u3...

Saiba disso e muito mais através do relato de Luis Mendoza, um venezuelano que trabalhou em áreas legadas ao governo e que após a fuga da da Venezuela conta para nós dos perigos e armadilhas que políticos e o governo nos preparam.

Sexta, 08 de maio às 21hs.
Convidado especial Luis Mendoza.
Luis Cruz - EUAS
João Guerreiro - SP
Leandro Cimino - SC
Maria Alves - SP
Galdino Garcia - SC

quinta-feira, 12 de março de 2015

VÍDEO DE CUBA: "FALA SÉRIO, ALGUÉM PODE DESEJAR ISTO PARA SEUS FILHOS E NETOS?


FALA SÉRIO, ALGUÉM PODE DESEJAR ISTO PARA SEUS FILHOS E NETOS? 

PELO VÍDEO DÁ PRA SE SABER FACILMENTE QUE DILMA, LULA,JOÃO PEDRO STÉDILE, MADURO, IRMÃOS CASTRO E OUTROS COMUNISTAS SÃO TRAIDORES DO SEU PRÓPRIO POVO! 

VAMOS DAR O "FORA" EM TODOS ELES...!

A VENEZUELA JÁ ESTÁ RUMANDO PRA ISTO!

O BRASIL SERÁ ASSIM DAQUI HÁ ALGUNS ANOS SE DEIXARMOS O COMUNISMO ENTRAR. PARA EVITAR, AJUDE-NOS DIVULGANDO ISTO!


http://www.dailymotion.com/video/x2glw39_cuba-em-20-minutos-por-yusnaby-perez-yusnaby_travel


Cuba em 20 minutos. (Por Yusnaby Perez... by OCEG_ORG


quarta-feira, 4 de março de 2015

PERIGO: Recado cifrado de Lula: Maduro vai nos defender no dia 15 de março

Recado cifrado de Lula: Maduro vai nos defender no dia 15 de março
O ex-presidente Lula (que tenta salvar Dilma com passes de mágica,  posando de gênio da garrafa) disse na outra semana que o “exército do Stedile do MST”  iria para as ruas, defender o PT. Lula referiu que os petistas também sabem brigar, “sobretudo quando o Stédile (João Pedro Stédile, um dos líderes do MST) quer colocar o exército dele nas ruas”.
O blog vai provar para vocês, com um diapasão tocado desde outubro passado, que esse exército do MST é na verdade o exército de Maduro – pronto para colaborar com a baderna, caso o dia 15 de março calcine o PT.
Arapongas já infiltram Black Blocs para atazanar dia 15 e quebrar tudo. O MST já vem sendo treinado pelos venezuelanos. 
Os milicos entenderam o recado do Lula. E o Clube Militar foi pra cima e metralhou o discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em durante o ato em defesa da Petrobras, na última terça-feira (24), no Rio de Janeiro.
O Clube Militar chamou Lula de “agitador”, referindo ser  ”inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação”.
A nota do Clube Militar estabeleceu, como vocês já leram: “Neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas”, diz a nota. O texto também faz referências a Operação Lava Jato da Polícia Federal que investiga denúncias de desvios e corrupção na Petrobras. “O que há mais por trás disso? Atitude prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso?”, questiona a publicação.
Confira aqui a íntegra do texto do publicado pelo Clube Militar.
Por que Lula deu o recado conectando suas forças armadas pessoais, em defesa do PT, às forças do MST?
Porque, para o bom entendedor, meia palavra bos.
O recado de Lula foi: se a Lava Jato me fulminar, as forças de Maduro me ajudam…
Loucura? Não!  Stédile fala diariamente com o pessoal de Maduro. E não é de hoje…
Em 29 de outubro do ano passado este blog noticiou com exclusividade que o ministro das comunas da Venezuela, Elias Jaua, havia vindo ao Brasil treinar nosso MST. Tudo estava claro no site do Ministério do Poder Popular Para as Comunas e Movimentos Sociais.
Trouxemos também a carta que ele foi obrigado a escrever, pedindo desculpas por ter plantado seu revólver em sua babá, para poder invadir o Brasil armado, e assim, quem sabe, dar aulas de tiro ao alvo para o MST.
A PF abriu inquérito para investigar o caso, citando como inicial nosso post.
Quer ver a inicial da PF repercutindo na Venezuela, com menções ao post desse blog na Íntegra?Clique aqui e veja!
O general reformado venezuelano Antonio Rivero denuncia que há na Venezuela 20 mil cubanos treinados para entrar em guerra, contra a própria população venezuelana, se necessário, para apoiar Nicolas Maduro e manter o chavismo vivo.
Segundo ele, dos 100 mil cubanos que vivem na Venezuela, 20 mil foram devidamente “treinados para guerra”.
Sabem quem comanda esse exército cubano, segundo o general?
Ninguém menos que Elias Jaua, o cidadão que veio armado ao Brasil treinar nosso MST.
Ou seja: vir armado ao Brasil, e encontrar-se com o MST, era um passo apenas de Elias Jaua, paramontar uma milícia bolivarista, junto com Cuba, conforme Rivero diz nesta matéria.
Também já relatei aa vocês que um tradutor, que trabalhou na Copa, entrou em contato com este blog. Ele acompanhava Elias Jaua e uma comitiva de 50 venezuelanos: com todas as despesas e estadias, refere o tradutor, pagas por duas empreiteiras ora investigadas pela PF na Operação Lava Jato. Seria uma parte do pagamento por Elias Jaua ter arrumado obras na Venezuela, para tais empreiteiras brazucas, obviamente sem licitação.
Pegaram as conexões? Lula mandou um recado cifrado, do tipo “decifra-me ou te devoro…”

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

VEJA 6 FOTOS DE COMO A SITUAÇÃO NA VENEZUELA ESTÁ FICANDO PRETA...O Brasil com Dilma pode ficar IGUAL!

6 IMAGENS QUE MOSTRAM COMO A
SITUAÇÃO NA VENEZUELA ESTÁ
FICANDO PRETA

A escassez bate recorde na Venezuela, a terra do socialismo do século XXI, e obriga
Maduro 
a ir ao exterior pedir ajuda - inclusive ao Brasil.
Venezuelans line up to register their families in a national-wide register for people who do not own their own house, in Caracas
Funcionários do supermercado Unicasa, no bairro de Cumbres Curumo – área de classe média alta, onde muitos militares vivem, por suas proximidades com Fort Tiuna, a principal fortaleza militar da Venezuela, em Caracas – estão vivendo dias tensos. Na semana passada, o estabelecimento recebeu um novo carregamento de leite em pó, produto que na Venezuela é tão escasso quanto água no deserto. Imediatamente se estabeleceu o caos. Moradores de todos os cantos da capital venezuelana foram avisados e em pouco tempo se juntaram aos moradores locais na fila para comprarem sua cota de quatro pacotes, o máximo permitido.
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Num esforço para tentar assegurar a todos os bens mais procurados no país – leite (em pó e líquido), café, arroz, papel higiênico, açúcar, sabão e óleo –, o governo de Caracas regulamentou a venda desses produtos nos supermercados. Mas isso não tem sido o bastante. Cada dia que passa a procura tem sido muito maior do que a oferta.
Há dois anos, a escassez extrema é vista diariamente em cerca de 60% dos produtos pelos venezuelanos, que dispendem entre 6 a 8 horas por semana em filas para comprar os gêneros alimentícios mais básicos, assim como a produtos de higiene e limpeza.
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O pior lugar para encontrar comida no país são os centros de abastecimento estatal – onde tudo está sempre em falta –  como o Pdval, o Bicentenário e o Mercales, que são subsidiados e, por isso, oferecem preços mais baixos do que as redes de supermercados privados, tais como a Excelsior Gamma, o Central Madeirense e a Central Plaza.
Francisco Martinez, vice-presidente sênior da FEDECAMARAS (a principal confederação de associações empresariais do país) disse, na última sexta-feira, que, embora seja normal haver alguma porcentagem de produtos em falta ao se iniciar um novo ano, a principal causa da atual escassez é o sistema de controle de preços e de câmbio imposto pelo governo, presente desde 2003.
No último dia 8, a Ministra de Interior, Carmen Melendez, pediu aos consumidores para que “parem de desespero”, pois, segundo ela, há produtos para todos.
“[Fiquem] em silêncio, com paciência, e as prateleiras estarão cheias”.
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O desabastecimento da Venezuela ocorre graças a um contexto nacional de recessão econômica, onde há descontrole das contas públicas e inflação anual de 60%, segundo o Banco Central do país. A queda no preço do barril de petróleo, a principal fonte de renda do governo venezuelano, também tem acentuado ainda mais a crise instaurada na nação latino-americana.
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O presidente em exercício do país, Nicolás Maduro, está realizando, neste momento, viagens à Rússia, China e outros países da OPEP, tentando conseguir um empréstimo para livrar as contas públicas venezuelanas, arrasadas pela diminuição das receitas fiscais – fato ocasionado pela queda de 55% nos preços do petróleo. O colapso do setor petrolífero no país afetou a importação de alimentos e medicamentos, além de despesas públicas.
O chefe da República Bolivariana tem adiado, há mais de um ano, a implantação de medidas de austeridade, como a revisão do preço da gasolina no país – a mais barata do mundo –  e a unificação dos controles de câmbio (há três taxas de câmbio oficiais que vão de 6,30-50 bolívar/dólar, coabitando com o mercado negro, no qual cada unidade da moeda americana vale cerca de 173 bolívares).
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Maduro, cuja popularidade, de acordo com o instituto Datanálisis, despencou para 22% em 2015, acredita fielmente que a salvação do país virá dos países aliados –  como a Rússia e a China – que, caso ele esteja certo, deverão fornecer uma linha de crédito de 15 bilhões de dólares para aliviar o gigantesco déficit nas contas públicas venezuelanas.
Entretanto, o presidente ainda precisa conseguir um sinal concreto acerca do empréstimo para que a economia venezuelana possa respirar.
Maduro, que esteve presente na posse do segundo mandado de Dilma, foi o primeiro compromissooficial da petista nesse ano – e também pediu ajuda para fortalecer os laços comerciais entre as duas nações.
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Para diminuir os impactos – e a divulgação – da crise, o governo de Caracas, junto com os proprietários das redes de supermercado, concordaram em proibir os clientes de tirar fotos das geladeiras e prateleiras vazias, registrando a escassez do país. Caso alguém venha a desobedecer a nova ordem e seja pego, os funcionários dos mercados estão instruídos a chamar os soldados da Guarda Nacional, que, na melhor das hipóteses, confiscarão a câmera – e na pior, confiscarão o fotógrafo.
A situação na Venezuela está ficando preta. Resta saber quanto tempo Maduro – e a população – resistem, antes de novos protestos tomarem conta do noticiário internacional.
Fonte: http://spotniks.com/situacao-na-venezuela-esta-ficando-preta/

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

VIDEO NOVO:"Máduro antecipa o Plano de Dilma: Gerar Crise na Economia para implantar COMUNISMO", assista!

VIDEO NOVO:"Máduro antecipa o Plano de Dilma: Gerar Crise na Economia para implantar COMUNISMO", assista!

EU SEMPRE DISSE ISSO AQUI... DILMA PROVOCARÁ O CAOS NA ECONOMIA E NA POLÍTICA PARA IMPLANTAR O REGIME COMUNISTA BOLIVARIANO.

MENTINDO COMO TODO "COMUNISTA" FAZ, MÁDURO FALA EM DISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZA COMO SE FOSSE VERDADE. É PAPO PURO! UMA VEZ IMPLANTADO O COMUNISMO, O POVO VIVERÁ NA MISÉRIA E A "ELITE COMUNISTA" SE APOSSARÁ DE TODA RIQUEZA DO PAÍS, COMO VEZ HUGO CHÁVEZ E MADURO, NA VENEZUELA.

https://www.youtube.com/watch?v=E-8glcCWqiQ


sábado, 10 de janeiro de 2015

VEJA O QUE A POLÍCIA BOLIVARIANA DE MADURO ESTÁ FAZENDO COM AS PESSOAS EM PROTESTOS PACÍFICOS!

VEJA O QUE A POLÍCIA BOLIVARIANA DE MADURO ESTÁ FAZENDO COM AS PESSOAS EM PROTESTOS PACÍFICOS. Vamos às ruas protestar contra isso! 

O COMUNISMO TOMOU CONTA DA VENEZUELA E ESTÃO OPRIMINDO O POVO. ACABOU A LIBERDADE DELES.

AMANHÃ PODERÁ SER CONOSCO.

AJA COM FIRMEZA ! BOTE A BOCA NO TROMBONE.

DIVULGUE ESTE VÍDEO PARA OS DEPUTADOS E SENADORES BEM COMO PARA SEUS AMIGOS E PARENTES.


http://linkis.com/www.youtube.com/F7myu

sábado, 29 de novembro de 2014

VENEZUELA - Maduro cubaniza a Venezuela com dezenas de leis.. O QUE ESPERAR DE DILMA???

26 de Novembro, 2014 - 13:20 ( Brasília )

VENEZUELA - Maduro cubaniza a Venezuela com dezenas de leis

O Presidente Nicolás Maduro assinou dezenas de leis, parte de um pacote de leis elaboradas pelo Governo e entregues pelo presidente sem processo legislativo, por causa de uma "Lei Habilitante" que foi aprovada pela maioria parlamentar chavista em 19 NOV.

Nicolas Maduro assinou dezenas de leis, com a platéia de ministros e militares sob vigilância de guarda-costas, Palácio Miraflores 19NOV14. Foto - @TERESAMANIGLIA
 
Nota DefesaNet

Matéria em espanhol Diario Las Americas


Maduro cubaniza a Venezuela con decenas de leyes Link

O editor

 

Edgar C. Otálvora / Analista
@ecotalvora


O Regime Venezuelano deu um salto no sentido de controle total do Estado através de um pacote de leis promulgadas por Nicolás Maduro. Dezenas de decretos confirmam a aliança de Chávez com a elite militar, confirma a economia estatizada, e procura buscar capitais estrangeiros ao estilo cubano, e que expõe o desespero oficial para aumentar a renda para seus próprios bolsos.

Na noite de 19NOV14, no salão Simón Bolívar,  Palácio de Miraflores, Nicolás Maduro reuniu altos funcionários do regime, ministros, parlamentares e demais autoridades nacionais. Como esperado, não houve presença de representantes das várias forças políticas opositoras. No entanto, a poucos metros do presidente foi colocada um agente de segurança presidencial, que dirigiu seu olhar vigilante para os participantes. A cerimônia foi transmitida ao vivo pela televisão venezuelana.

Durante o evento, Maduro assinou dezenas de leis, parte de um pacote de leis elaboradas pelo Governo e entregues pelo presidente sem processo legislativo, por causa de uma "Ley Habilitante" que foi aprovada pela maioria parlamentar chavista em 19 novembro. Enquanto a "ley habilitante”  foi passada para fazer leis "contra a corrupção e enfrentar “guerra econômica” contra a Pátria", o instrumento tem sido utilizado por Maduro para criar uma estrutura legal que deixa impotentes as instâncias estaduais e municipais, reforça os órgãos municipais controlados pelo governo, cria uma estrutura de espionagem doméstica e reorienta o aparato militar.

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Durante o mês de novembro, a poucos dias para completar o mandato da  “ley habilitante” Maduro sancionou mais de cinqüenta leis. A maioria delas, passada uma semana desde a sanção, ainda não foram publicadas, portanto, seu conteúdo é desconhecido pela população. A legislação ditada por Maduro impacta sobre a vida da sociedade venezuelana e seu conteúdo nunca foi objecto de divulgação e discussão, mesmo entre altos quadros do regime.

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Pela chamada lei “Seguridad de la Nación” (segurança da nação), Maduro criou uma nova polícia política sob a sigla SP3 (Sistema de Protección Popular para la Paz). Será centro de um  "processo integrado que processará a informação a ser obtida a partir dos agentes de inteligência em conjunto com os centros especializados", disse aalmirante Carmen Meléndez,  ministra de “Relaciones Interiores” (Nota DefesaNet – A Alm Meléndez foi Ministra da Defesa) .

É um "sistema" que estará sob a liderança de um "comandante" e "Estado-Maior", que vai ligar grupos de base controladas pelos Chavistas (municípios, conselhos comunitários, "movimentos sociais", etc.), com os diversas agências militares e policiais (da Guarda Nacional, do Exército, da Guarda Presidencial e a  SEBIN polícia política). Na prática, é um esquema de espionagem doméstica nas mãos dos quadros políticos do regime. Confirmando a ausência de independência dos poderes públicos na Venezuela, a lei promulgada por Maduro inclui até mesmo o Conselho Nacional Eleitoral como parte deste "sistema" de policiamento.

O SP3 terá a sua própria entidade operacional para atuar como "centro integrado de processamento de informação". As implicações políticas desse corpo policial foram devidamente destacadas por Maduro e Meléndez. O SP3 derrotará a "ameaça paramilitar que foi introduzida no país pela “derecha”, em nosso país", disse Maduro em 19 de novembro. Sua ministra confirmou que o sistema procura abordar eventos como os protestos ocorridos na Venezuela, no início de 2014, que durante uma entrevista na televisão em 20 de novembro no canal VTV, Meléndez tratou como  "terroristas".
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Como cópia do funcionamento do governo cubano, Maduro alterou a Lei da Administração Pública para criar a figura do  "Vice-Presidente setorial" não contemplada na Constituição.

Para os efeitos do "socialismo territorial", o país ficou dividido em regiões de desenvolvimento integral, as zonas de desenvolvimento estratégico, distritos motores, zonas económicas especiais, áreas de conhecimento produtivo. O presidente pode criar outras "figuras organizacionais" e ditar regimes fiscais especiais para atrair investimentos. Maduro também aprovou uma lei de investimento estrangeiro, que juntamente com as zonas especiais de desenvolvimento são imitações de receitas existentes do regime cubano.

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As novas divisões territoriais criado por Maduro sobrepõem-se aos atuais estados e municípios, diminuindo as capacidades de gestão para essas instâncias.

Os governos municipais perdem a sua autoridade sobre os serviços urbanos, ou seja, a sua razão de ser. Na lei  “Desarrollo Socio-productivo de la Patria”, alegando "o direito à cidade, consubstanciado na construção do socialismo", afirma que os equipamentos e serviços urbanos passou para as mãos do governo nacional. Governadores e prefeitos (eleitos pelo voto popular...) "podem elaborar planos para infra-estrutura urbana", mas a sua implementação depende da aprovação de um ministério. Até mesmo as decisões sobre o uso da terra, tipicamente local, por ordem de Maduro foram entregues às funções de um ministério.
*****
A Lei  "Gestão Comunitária" (Gestión Comunitaria), constante do pacote de leisde Maduro, amplia a transferência de recursos em detrimento das autoridades municipais e em favor do "Poder Popular" (inexistente na Constituição) e é formada pela rede de comunas, conselhos comunitários e "empresas sociais" Chavistas controladas através do Ministério dos Municípios (Comunas), administrado por Elias Jaua.

No meioaos preparativos para as eleições legislativas de 2015, o regime Chavista definiu o "poder popular" reconhecido e financiado pelo Est6ado, como uma das chaves de operação para a sua campanha. Mediante a lei de  financiamento com "organizações de base do Poder Popular",  Maduro tem um mecanismo para financiar "empreendedores" dos conselhos minicipais, municípios, empresas de propriedade social, unidades de produção familiar comunais e "sistemas de troca" (sic !!!).

Os Recursos do Estado, supostamente reembolsáveis, serão drenados pelo "Banco del Pueblo Soberano" e pelo “Fondo de Desarrollo Microfinanciero” (sob o controle do Ministro Jauá) e pode ser destinado a um vasto leque de objetivos: formação para o trabalho, fazer compras veículos, capital de giro, a saúde da comunidade ou "lazer e recreação".

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A nova lei amplia os controles já amplos sobre a atividade econômica privada. A lei do "Sistema Nacional Integral Agroalimentario" estabelece o sistema de controles e autorizações para a mobilização de insumos e produtos em toda a cadeia de abastecimento, incluindo marketing para venda. A lei também cria um "sistema de registo integral de: processos, atores e setores" do setor agrícola.

Com a aparência de lei para promover livre concorrência económica também foi ditada por Maduro, sob o título de "Ley Antimonopolio". Não será aplicada a empresas governamentais ou aquelas que pertencem ao "poder popular". A lei proíbe práticas que limitam a "concorrência económica", mas também as que se referem a "democratização" da produção. O confisco sem defesa julgamento do acusado, foi estabelecido na “Ley de Precios Justos" (Lei do Preço Justo) em casos de "contrabando".
 
*****
As leis de Maduro incluem a criação de dezenas de novas órgãos da burocracia, muitos dos quais não substituem os já existentes, mas acrescentam à longa lista de agências governamentais. Uma pequena listadas novas agências:

Sistema Popular de Protección de la Paz (SP3);
Cuerpo Nacional contra la Corrupción;
Policía Nacional Anticorrupción;
Coordinación General Nacional de Misión Agrovenezuela;
Superintendencia Antimonopolio;
Consejos de gestión para cada zona de desarrollo estratégico:
Consejo de Planificación Comunal;
Brigadas mineras, e,
Fondo Social para la Minería, entre outros.
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*****
Com um sentido arrecadador inegável, mas com um impacto direto sobre a capacidade de mobilidade da população, Maduro decidiu aumentar o valor da emissão de passaportes, tirando o seu caráter de identidade e chama-o de "documento de viagem". A taxa para emissão de passaporte subiu de US$ 141 para US$ 231 (equivalente na taxa de câmbio oficial). Na busca de mais receita não esqueceu de taxar pesadamente o imposto sobre a fabricação de cigarros e tabaco para 70% e exigem que os fabricantes paguem antes de colocar o produto em circulação.

A taxa do imposto sobre as bebidas de alcool passou de 20% para 50%. Com o foco nas universidades privadas, Maduro emitiu uma reforma tributária que elimina as isenções que beneficiam as fundações privadas.
*****
O Direito Militar também foi sujeito a alterações por parte das leis promulgadas po Maduro. Sobre esta questão vamos nos concentrar no próximo Relatório Otálvora.

Materia Relacionada

Venezuela -  Novo Sistema de Inteligência SP3 Link

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Veja o que o Comunismo causa: "Venezuela à beira do abismo"

Alfredo MacHale

Dossies

A imprensa internacional reproduz despachos diários de Caracas sobre o conflito entre o governo marxista e a oposição. Isso acabará ou não em guerra civil aberta? É provável que esta venha a tardar, mas quanto maior for a demora, mais terrível será. O único meio de evitá-la é uma fortíssima e contínua pressão internacional sobre o regime para que respeite a ordem jurídica. 
Repressão da Guarda Nacional Bolivariana aos estudantes que protestam nas ruas de Caracas contra o governo ditatorial na Venezuela
Repressão da Guarda Nacional Bolivariana aos estudantes que protestam nas ruas de Caracas contra o governo ditatorial na Venezuela.
Como mostram incontáveis artigos e notícias, a situação na Venezuela torna-se cada dia mais insustentável, aparentemente a caminho do colapso econômico final, sem que se saiba de modo exato quando este ocorrerá. Por muitos lados parece iminente, pois as medidas do governo procuram de modo sistemático apenas atenuações mais o menos pequenas, sem implementar qualquer política conducente a uma solução de fundo.

Socialismo funciona mal por todos os lados — fracasso irremediável

Com efeito, além da ilegitimidade insanável dos princípios marxistas, sucede que o governo não toma nenhuma medida para restabelecer a normalidade econômica e social, por exemplo cortando a torrente de dinheiro desperdiçado pela Venezuela no sustento dos demais países comunistas e pró-comunistas da América Latina, como Cuba, Bolívia e Nicarágua. Nos últimos três anos foram 18 bilhões de dólares, sem qualquer resultado. Mas Maduro e Fidel Castro não querem obviamente que se dê esse passo, ruinoso para este último.
Outra medida seria ajustar o preço interno dos derivados do petróleo até aproximá-lo dos preços internacionais, ou seja, ao valor real desses produtos, o que daria algum alívio econômico ao Estado, que no fundo paga por quase todo esse consumo. Mas isto também causaria uma forte diminuição da popularidade do governo, uma vez que esses preços praticamente se decuplicariam, causando um aumento de todos os demais preços do comércio venezuelano. E por isso o governo não quer proceder dessa maneira, embora o prejuízo nacional aumente a cada dia.
Igualmente, se o Estado venezuelano saldasse suas dívidas com as empresas privadas, permitir-lhes-ia continuar produzindo com alguma normalidade. Mas ele não o faz, porque sua política consiste em demolir a economia privada nacional, sem importar-se muito com o efeito simultâneo de destruir junto à população o pouco que ainda resta de prestígio ao “socialismo bolivariano”. Afinal de contas — parece ponderar —, se isto continuar, teremos de reprimir…
Os exemplos poderiam multiplicar-se indefinidamente com a insuficiência dos salários pagos pelo Estado aos empregados e operários dele dependentes, totalmente defasados devido ao aumento constante do custo de vida, já que a inflação venezuelana é a mais alta das Américas. A isto cumpre acrescentar o efeito da emissão monetária inorgânica produzida nos últimos meses. Obviamente, tal situação não deveria continuar, mas o simples reajuste de salários tampouco resolveria o problema, pois a política do governo é errada de início ao fim.
A Venezuela já caiu na trágica situação de cessar parcialmente os pagamentos em suas relações econômicas internacionais. O que só tende a se agravar, afetando um setor depois de outro da economia e repercutindo nos diversos aspectos da vida diária da população, em um processo que inicialmente pode ter tido problemas mais ou menos contornáveis, mas que a longo prazo tornaram-se crônicos e perturbadores.

De pouco vale remediar o acidental, se se mantém o essencial

A uma vintena de empresas aéreas internacionais, por exemplo, o Estado deve mais de quatro bilhões de dólares, dívida que veio se acumulando durante os últimos anos. Depois de muita demora, sua atitude foi de resolver recentemente pagar “uma parte” a algumas delas, e o resto mais adiante.
Contudo, a essas poucas empresas o Estado pagará somente o que lhes deve desde 2012 e 2013, quando o problema era menos agudo, de modo que no fundo a medida é pouco significativa. O restante da dívida será adiado por tempo indefinido, o que equivale a um escárnio, pois é exigir dessas empresas que financiem os gastos faraônicos do Estado venezuelano.
Isso para não perguntar o que será feito das dívidas com as demais empresas de aviação, às quais o Estado de momento aparentemente nada pagará, ameaçando-as ademais com a suspensão de suas licenças de operar nos aeroportos venezuelanos se elas cancelarem seus voos, não obedecerem normas do governo ou lhe fizerem demasiadas exigências.
Assim, quando se tornar claro que grande parte dessas políticas é um conjunto de medidas meramente dilatórias, ou que o governo fez pagamentos insignificantes, reiniciar-se-ão os protestos, acentuando-se a sensação de crise total; e a negativa do regime em reconhecer essa realidade não fará senão agravar a sensação de descalabro.
Maduro faz o clássico gesto comunista diante de um quadro do falecido Hugo Chávez
Maduro faz o clássico gesto comunista diante de um quadro do falecido Hugo Chávez.

Complemento da política econômica do Estado: a repressão

Por ser um governo estatista, favorável à luta de classes, demagógico no uso dos recursos fiscais para a obtenção de maior apoio popular, favorável à igualdade social completa, e indiferente diante da crise que desse modo provoca, Maduro opta por atacar e ameaçar todas as correntes de opinião que não lhe são afins, agravando assim sua impopularidade.
O resultado é que uma parte considerável de seus próprios partidários passa para a oposição, pois fica evidente a inviabilidade de um diálogo sério. Desse modo, a perspectiva é de que a rejeição recíproca entre governo e oposição se acentue fortemente rumo à ruptura total, com a provável eclosão de uma violência nunca vista até o momento.
É útil citar o artigo O que acontece com a Venezuela e com as organizações internacionais, de Ezequiel Vásquez-Ger, publicado no “El País” de Madrid, em 6 de junho último. Ele descreve as condições imperantes na Venezuela e a indiferença das organizações internacionais, que deveriam se pronunciar e impor respeito ao Estado de Direito.
“Na Venezuela, a situação é evidente para os que querem ver: durante os últimos 15 anos o país sofreu a paulatina decomposição de todas as instituições democráticas. Desde o começo do ano, esse processo destrutivo se intensificou. O governo de Nicolás Maduro atacou sistematicamente, reprimiu e criminalizou as manifestações de protestos estudantis indefesos, em alguns casos mediante a prática brutal e ilegal da tortura; perseguiu ​​e prendeu, sem processo judicial, a dissidência política, hoje convertida em resistência; fechou meios de comunicação, limitou o acesso à informação, promoveu a impunidade, confiscou a propriedade privada, impediu a livre circulação dos cidadãos, desprezou o direito à vida, à integridade física, à alimentação e à educação. [...]
“Internacionalmente, a situação torna-se evidente quando se observa a atuação da Organização dos Estados Americanos no transcurso do corrente ano. Por meio de dólares e do petróleo, a Venezuela conseguiu controlar, quase em sua totalidade, os votos dentro da dita Organização, a qual não só permaneceu em silêncio a respeito da situação catastrófica que vive a Democracia no país, mas nem sequer permitiu que se debatesse a situação em seu Conselho Permanente.”
Em consequência, a ordem jurídica e a segurança não existem na Venezuela, pois o governo as destruiu de modo sistemático, para reduzir a cinzas a opinião pública e torná-la totalmente inerme diante dos abusos do Poder. Ou seja, a população sente-se acossada pela Guarda Nacional e pela Polícia bolivarianas, pelos tribunais de Justiça dominados pelo Executivo, pela Fiscalia Geral da Nação, que formula as acusações aos opositores, e também pelas hordas de delinquentes que atuam em todas as partes a seu bel-prazer, obviamente porque sabem que o governo as vê com simpatia, como a expressão da “fúria popular” revolucionária.
Por isso os índices de mortes violentas na Venezuela são de longe os mais altos entre os países que não se encontram em guerra declarada. O mesmo sucede com os sequestros, assaltos, roubos e extorsões, fenômenos que aumentaram brutalmente devido ao grande número de máfias, quadrilhas e milícias ilegais, toleradas se não criadas, pelo regime vigente.
Nessas circunstâncias, deve-se temer que o governo de Maduro — apoiado por Cuba, por várias nações de tendência “bolivariana” da América, bem como pelas entidades internacionais por elas formadas, além da Rússia, da China e de vários países dominados pelo islamismo radical —, longe de cair em breve, vá acentuando sua faceta ditatorial, fazendo com que o regime vigente e a própria Venezuela agonizem conjuntamente por longo tempo, em um ambiente ao mesmo tempo caótico, miserável e infernal.

Se o regime se radicalizar, Maduro converter-se-á em demolidor

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Se isso suceder, Maduro passará para a História como o demolidor da Venezuela em continuidade a Hugo Chávez, do mesmo modo como Fidel Castro se converteu no demolidor de Cuba. Isso não impede que o regime castro-comunista continue a receber todo tipo de elogios dos oportunistas de sempre, assim como dos fanáticos do igualitarismo e da luta de classes, satisfeitos com o afundamento daquela nação na miséria.
De fato, Maduro já é visto como o demolidor de seu país, diminuindo dia a dia a parte da população que o apoia. Beneficia-se com isso a oposição, que se sente cada vez mais esmagada ao longo de um processo que está se tornando galopante devido ao inescrupuloso apoio da maioria dos governos da região ao regime ditatorial venezuelano. Embora este possa cair de um dia para outro, poderá também durar meses ou anos, o que seria devastador para a Venezuela e altamente daninho para toda a América, tanto ou mais do que a eclosão de uma guerra civil.
A esperança de Maduro vir a ser vencido em uma eleição de vital importância, abrindo-se as vias à normalização do país, é totalmente utópica. Isso porque as contendas eleitorais vêm sendo contaminadas por uma disparidade escandalosa e crescente nas campanhas, com o uso maciço de dinheiro público para seduzir a população, a distribuição entre os partidários do governo de fundos da mesma origem, a utilização sem a menor equidade dos meios de comunicação estatais, e naturalmente o uso também maciço das fraudes eleitorais, pois o regime maneja à vontade todos os mecanismos de controle que deveriam impedi-las.
Por exemplo, na última eleição presidencial de que Chávez participou, o uso do rádio e da televisão por parte deste foi doze vezes maior do que o de Henrique Capriles, o candidato opositor. E se houvesse eleição agora, essa disparidade seria muito maior. Ademais, o regime bolivariano estabeleceu para as massas que lhe são favoráveis, formas de subsídio popular que em muitos casos compensa de sobra a pobreza em que caiu toda a população, de modo que este setor continuará apoiando-o só por cumplicidade.
Quanto mais durar a atual situação, mais cruento e demolidor será o confronto geral, pois, segundo o costume comunista, para manter o Poder nas mãos da minoria vermelha, vale tudo, inclusive as piores brutalidades e que o país caia na mais profunda miséria e nos mais tempestuosos conflitos.
Isso só não se dará caso o comunismo sinta que lhe é absolutamente forçoso tolerar uma mudança de rumo, provocada por uma fortíssima reação da população venezuelana e um apoio internacional muito categórico a ela, o que ainda não aconteceu. Pelo contrário, como dissemos, a maior parte dos governos da América do Sul é cúmplice do chavismo, e se pudesse levaria seus respectivos países pelo mesmo rumo.

A queda do chavismo poderia produzir o colapso do castrismo

Nesse sentido, pesa também o fato de que, se a ditadura bolivariana cair, acarretará de imediato uma crise fortíssima no castro-comunismo na própria Ilha-prisão. Simplesmente porque este não poderá suportar o corte da ajuda econômica venezuelana. Se esta é enorme e ruinosa para o país que a dá, muito maior será sua falta para o regime esquálido que até hoje a recebe. De onde Cuba fazer de tudo para proteger e, ao mesmo tempo, dominar o regime de Maduro.
Mas a diferença entre ambos os países é que, enquanto a população de Cuba já se acostumou à miséria mais negra, com a da Venezuela tal não sucedeu. Ao contrário, a abundância de dinheiro durante mais de uma década de regime bolivariano tranquilizou um tanto a população, permitindo de algum modo ao chavismo instalar-se no Poder e nele se manter. Mas a presente escassez estimula os protestos de rua em um nível de inédita intrepidez, pois ficou claro para todo o país que é indispensável lutar e fazer todos os sacrifícios necessários.

A Venezuela vai sendo transformada em campo de concentração


Em Cuba, Raúl Castro acompanhado por Maduro e José Mujica, presidente do Uruguai
Em Cuba, Raúl Castro acompanhado por Maduro e José Mujica, presidente do Uruguai
De outro lado, o isolamento da Venezuela das demais nações, como é típico dos regimes comunistas, já começou a se produzir com a suspensão dos voos de várias companhias internacionais e o encarecimento das passagens aéreas. Estas últimas só farão aumentar, não apenas porque outras companhias suspenderão por sua vez seus voos, mas também pelo fato de o país ir sendo transformado num verdadeiro campo de concentração do qual os venezuelanos podem cada vez menos sair. Mas isto também mostra à opinião pública que o combate é hoje essencial; não em tese, mas de imediato.
Algo de semelhante parece suceder com a desmontagem do parque industrial, privado de todo crédito, da mais elementar segurança jurídica, do poder aquisitivo de toda a população e de qualquer estabilidade. Acrescentem-se a isso as infindas tropelias dos organismos estatais e de seus respectivos funcionários, que tornam quase impossível a vida da maioria da população.
E no que tange às subsidiárias das empresas estrangeiras, some-se a todo o anterior que a tolerância destas a um tal sistema tem limite, pois do contrário equivaleria a que aceitassem seu definitivo despojamento. Tudo isso se transforma assim em estímulo para luta e a urgente necessidade da mesma, porque a estratégia de Maduro poderia chamar-se a de “país arrasado”.
Também sucede que durante décadas a Venezuela viveu do consumo de produtos importados, pagos com o dinheiro oriundo do petróleo. Mas não pode mais arcar com esse enorme gasto, pois muitas de suas vendas foram feitas com pagamento antecipado dos países compradores, em especial da China. Assim, Caracas deve agora simplesmente fornecer-lhes o petróleo vendido, pois o dinheiro correspondente ela já o gastou.
Em consequência, a escassez dos produtos mais essenciais tende a ficar dramática, sem que haja remédio à vista. A escassez tornar-se-á no melhor dos casos rotativa e a população irá se acostumando com as maiores e mais variadas privações, sem conseguir a satisfação de todas as suas necessidades. A alternativa é lutar sem descanso e com ânimo sempre alto, porque o efeito da perseverança é a vitória.
Se para o geral da população as condições são dramáticas, elas são altamente lucrativas para a minoria incondicional do regime, que se transformou em uma máfia parasita do Estado, com acesso a negócios com o mundo oficial que são vedados ao comum das pessoas; ademais de graves desfalques denunciados amiúde pela imprensa.

Dezenas de milhares de cubanos: força decisiva para a conquista

Como pode acontecer tudo isso sem que os conflitos se multipliquem sem medida? Simplesmente porque a Venezuela está invadida por dezenas de milhares de soldados, milicianos, agitadores e pistoleiros cubanos, que atuam de modo ao mesmo tempo clandestino e ostensivo, cometendo crimes e preparando-se para eles, sem que haja a menor possibilidade de serem reprimidos, castigados ou expulsos pelo governo, pois procedem assim por desejo expresso deste; ou antes, em razão do combinado entre ele e a cúpula castrista.
Ademais, as violências que praticam têm por fim amedrontar a população, mostrando-lhe que os abusos poderiam tornar-se muitíssimo maiores, se o governo de Maduro assim o desejar. É o que permitiu a este radicalizar-se de modo notório ultimamente, enquanto a população se manteve paralisada. Apenas nos últimos meses, com os corajosos protestos estudantis e a solidariedade da maioria das demais classes com os mesmos, é que se produziu um impasse entre o governo e a oposição, o qual perdura até agora.
Assim, a ameaça de guerra civil se mantém, com a ditadura dispondo de um poder bélico desproporcionalmente maior do que o da oposição, enquanto os demais países da América mostram uma escandalosa indiferença pelo que sucede na Venezuela, ou simplesmente apoiam sem reservas o regime opressor.
Parece haver um profundo descontentamento no seio das Forças Armadas com a infiltração cubana, sobretudo porque esta se converteu em um poder paralelo à hierarquia oficial. E embora as manifestações castrenses sejam sumamente cautas, o governo lança contínuas denúncias sobre supostas conspirações nos corpos militares, provavelmente para inibir toda reação e para que possa prender oficiais passíveis de se transformarem em opositores.

Protestos estudantis abriram nova etapa no conflito

Jovens enfrentam valentemente a polícia bolivariana
Jovens enfrentam valentemente a polícia bolivariana
A resposta do governo à mobilização estudantil foi violenta. De um lado, ele se valeu de hordas de delinquentes fortemente armados — alguns da Guarda Nacional, outros simplesmente anônimos e por vezes encapuzados —, e de outro lado, de organismos judiciais e policiais totalmente facciosos, porque o regime é totalitário.
Um dos líderes da oposição, Leopoldo López, foi perseguido até se entregar. Transcorridos vários meses, não lhe foram feitas acusações verossímeis, porque as gratuitas são abundantes e sempre desprovidas de provas. Por exemplo, a afirmação de que ele estaria preparando um “magnicídio” — o assassinato do Presidente Maduro.
A deputada Maria Corina após ter sido agredida a socos e pontapés por seguidores de Maduro no Congresso venezuelano
A deputada Maria Corina após ter sido agredida a socos e pontapés por seguidores de Maduro no Congresso venezuelano

A deputada Maria Corina Machado [foto ao lado e abaixo] foi por sua vez acusada de “assassina” pelo próprio Maduro, o que é perfeitamente ridículo. Ele afirmou que quer vê-la presa, também por suposta tentativa de “magnicídio”. A Fiscalia Geral da Nação, dirigida por Luisa Ortega, esposa de Maduro, deve intervir no caso, naturalmente para endossar a absurda e grotesca acusação.
Analogamente, os prefeitos de San Cristóbal e de San Diego foram presos, acusados, destituídos e julgados de modo parcial, no fundo por terem uma indiscutível liderança sobre suas respectivas cidades; mas também a fim de intimidar outros opositores com prováveis perseguições, para que abandonem suas posições e se dobrem diante das hostes do regime.
Maduro não conseguiu contudo amedrontar os prefeitos, nem suas famílias e relações. A prova é que suas esposas se apresentaram como candidatas para substituí-los — pois estão presos —, tendo ambas obtido estrondosas vitórias. Demonstrou-se assim um claro apoio da população aos prefeitos depostos. Mas isto não impedirá o governo de continuar com os seus abusos, nem a oposição com os seus protestos.
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Realmente, devido à falta de princípios morais do governo, a impressão que se tem é de que se está preparando, não um “magnicídio” propriamente dito, mas um simulacro deste destinado ao fracasso e que sirva de pretexto para repressões brutais e indiscriminadas contra toda a oposição. Isto porque as investigações ficariam a cargo de súditos de Maduro, que lhe obedeceriam cegamente nas várias providências, e, sobretudo, nas decisões judiciais.
O princípio mais básico da função governativa exige que todas as acusações lançadas por uma autoridade contra a oposição, em particular em matéria penal, sejam meticulosamente provadas. Se não o forem, devem ser recusadas. Mas a prática no atual regime venezuelano é a sucessão ininterrupta de embustes e calúnias, na aparência com a ideia de que, de tanto repetida, uma falsidade se torne verossímil. É o que parece suceder com a acusação do “magnicídio”.

Diálogo problemático porque seu êxito é muito improvável

Isso tem, entretanto, outra consequência adicional: o diálogo iniciado entre o governo e a oposição fica impossível, pois não se pode tratar de temas graves entremeando-os com imputações caluniosas, ameaças, afrontas, insultos, impropérios e medidas repressivas. E, de fato, o diálogo não tardou em ser suspenso. Houve algumas esperanças de reinício, mas logo se tornou patente que não era possível, pois parte da oposição havia sido maltratada, e o governo suspendido várias vezes os encontros sem explicações válidas.
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Em princípio, em qualquer conflito, caso as partes queiram chegar a um entendimento, ou ao menos que a coexistência entre elas se torne possível, cumpre que dialoguem a partir de princípios comuns e com um raciocínio também comum, para chegarem a uma conclusão compartilhada. Isto é precisamente o que faltou no início do diálogo venezuelano e o que augurava desde o começo o seu fracasso: todos os argumentos jurídicos da oposição são recusados pelo governo, por não coincidirem com os pressupostos marxistas nem com própria estratégia deste, cuja única “moral” são as conveniências da revolução.
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Algumas pessoas propuseram certos personagens estrangeiros para mediadores nos diálogos,

pensando com isso conferir talvez a estes alguma objetividade. Em tempos de Hugo Chávez houve uma tentativa semelhante, quando se propôs o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter para idêntica função. Mas a proposta resultou um grande fiasco quando Carter declarou que estava muito de acordo com a política de Chávez, a quem dava toda a razão — o que, aliás, não constituiu surpresa…

É, portanto, de desejar que Carter seja agora descartado, por sua falta de imparcialidade. Tão evidente que, ao morrer Chávez, ele destacou o “compromisso” do falecido com a melhoria nas condições de vida de milhões de pessoas (!), bem como sua “visão” para abordar “profundas mudanças em seu país” e“beneficiar os setores mais esquecidos e marginalizados da população”. Ou seja, pior do que Jimmy Carter só seria mesmo Vladimir Putin…
Mas existe também outra condição a ser preenchida pelo mediador: este não pode estar ao alcance de ataques de nenhuma das partes. Houve propostas para que se nomeasse como árbitro o novo Secretário de Estado da Santa Sé, Cardeal Pietro Parolin, por vários anos Núncio Apostólico na Venezuela. Mas tal proposta parece não ter prosperado, primeiro porque o Vaticano não deu o menor sinal de que fosse aceitá-la, e depois porque o diálogo seria difícil, longo e com poucas possibilidades de êxito, devido às numerosas altercações de Chávez com vários bispos venezuelanos e suas frequentes expressões irreverentes em relação à Igreja.
De outro lado, se o diálogo fracassasse estrepitosamente, como é provável, haveria risco de as represálias do regime bolivariano afetarem a liberdade da Igreja na Venezuela, o que o Sumo Pontífice, como é óbvio, não poderia desejar. Também, as incontáveis ocupações do cardeal Parolin na Secretaria de Estado do Vaticano não lhe permitem assumir uma missão quase intérmina, justamente porque a tática chavista consiste em prolongar a situação enquanto vai assumindo novos controles do Poder e desgastando a oposição.
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Mas, à margem dos mediadores, há outro aspecto a ser analisado: é a participação da UNASUR — aliança de nações sul-americanas com governos afins ao chavismo — no diálogo, a cujo respeito transcrevemos parte do artigo “O ‘diálogo’ deve continuar”, escrito por Alek Boyd (“El País”, Madrid, 17 de maio de 2014):
“Cumpre lembrar que a mesma UNASUR anunciou seu apoio, em abril de 2013, a uma auditoria total dos resultados da eleição que Maduro supostamente ganhou. Dita auditoria nunca foi levada a cabo, pelo que a credibilidade dos representantes da UNASUR, como observadores supostamente imparciais, é igual à dos atores [governamentais] já mencionados”. Ou seja, nula.
“[...] O que nenhum dos comentaristas e especialistas de ofício ressaltam é que transcorreu mais de um ano desde aquele apoio a uma auditoria total dos resultados eleitorais, combinado em Lima pela UNASUR e que legitimaria a Nicolás Maduro como Presidente, a qual não se realizou, nem se realizará. Os ‘bem dispostos’ chanceleres da UNASUR não disseram qualquer palavra de discriminação ou crítica a respeito, por considerações econômicas [leia-se: negócios com o chavismo] que são as que ditam a agenda. [...]
“O ‘diálogo’ entre as partes não produziu um só resultado: os presos políticos continuam presos e seus ‘processos judiciais’ regidos pela Fiscalia chavista continuam sendo uma farsa; os estudantes continuam sendo presos, torturados e acusados falsamente; os coletivos do terror campeiam livremente; altas autoridades do governo continuam fabricando evidências e denunciando complôs inexistentes; quer dizer, nada mudou. O chavismo não deu nem uma só mostra que indique uma intenção diferente à de manter-se no poder a qualquer custo.”
Pois bem, como esperar algo de positivo no diálogo com tais participantes?

Em meio às trevas, surgem algumas luzes de esperança

Venezuela-11Portanto, por muitos lados a situação é opressiva e de algum modo sem muita esperança. 

Mas há dois aspectos sumamente alentadores, como acontece amiúde nas grandes tragédias que caem sobre os povos. É que estas suscitam energias, espírito de luta, patriotismo e religiosidade que pouco antes pareciam quase extintos ou, pelo menos, profundamente deteriorados, e a cujo influxo se acende uma ardente combatividade que se propaga com celeridade pela multidão.
Com efeito, milhares de jovens saem quase todos os dias às ruas de muitos bairros de numerosas cidades venezuelanas, para expressar pacífica mas energicamente sua rejeição à violência ditatorial, à ilegalidade sistemática, à prepotência irracional e à descristianização do país. E isso eles o fazem depois de ter visto muitas vezes outros jovens como eles caírem massacrados pelos esbirros do regime comunistoide, ou serem presos por prazos cuja extensão é impossível prever e que talvez incluam torturas, porque tudo depende da arbitrariedade insana de um ditador nacional, comunal ou distrital, que em algum canto escuro decide que violências perpetrar, como intimidar, sabendo que tudo ficará impune para ele.
Entretanto, a perspectiva do risco não detém nem assusta os jovens. Pelo contrário, os alenta, pois a presença do ódio que notam contra si é um sintoma de tudo o que se prepara para o país, do perigo que o circunda, não só a ele, mas a todo o Continente, e que urge enfrentar. Estão cônscios de que, se são ameaçados, é porque os agressores veem o perigo que significa para eles a força e o arrojo da combatividade cristã, na qual brilham o idealismo, a apetência pela luta heroica e a generosidade.
Se tal combatividade fosse tudo, ainda seria pouco e insuficiente. Mas a isso se acrescenta uma religiosidade como há décadas não se via, a qual leva os jovens a rezarem, não somente antes de começarem e depois de terminarem as manifestações, mas também durante as mesmas, nas praças, nas ruas e, obviamente, nas situações de perigo. Em muitos deles, é palpável a graça de Deus quando se lançam ao combate e imploram por meio do Rosário à Virgem de Coromoto, Padroeira da Venezuela, que lhes conceda sua proteção, mas, sobretudo, que resgate sua Pátria.
Os estudantes dão assim as costas ao mundanismo, aos interesses pessoais, às conveniências imediatas, às diversões, à frivolidade, e ao próprio instinto de sobrevivência, para abraçarem a causa da salvação nacional, certos da ajuda da Providência Divina e de que essa resistência será assumida por incontáveis outros jovens, junto aos quais lutarão até a vitória.
Há provavelmente mais de um século que não se via algo assim na América, ao menos nessas proporções e com tanta autenticidade. Na realidade, os próprios esquerdistas — falo daqueles que entendem de fato a realidade profunda das coisas, não de seus esbirros — devem estar lamentando profundamente que os irmãos Castro, Chávez, Maduro e outros tiranos tenham levado sua perfídia até ao extremo, como está descrito nas páginas precedentes, suscitando toda essa magnífica reação.
Dentro de alguns dias, Maria Corina Machado, Leopoldo López e muitos outros estarão sendo julgados por juízes venais, aos quais Maduro mandou que os sentenciassem à prisão. Mas inúmeros outros jovens se porfiarão para ocupar seus lugares, tendo isso como um privilégio e uma honra, à espera de lances gloriosos porque árduos, sabendo que muitos outros quererão depois seguir seus exemplos.
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É muito provável que não haja publicidade para eles, salvo quando alguém queira difamá-los. 

Mas sabem que um dia os homens serão julgados considerando apenas o que fizeram, o que os inspirou e as perseguições que enfrentaram. E que aqueles que os julgaram serão por sua vez julgados… A admiração que os heróis suscitarão será mais silenciosa, mas também mais sincera.
É inegável que os jovens estudantes já obtiveram uma conquista de primeira ordem: o fato de que
em todo o mundo civilizado tenha pelo menos quintuplicado o número dos que ouviram falar de sua luta e dos que agora sabem que o regime bolivariano é ditatorial, repressivo e marxista, servindo assim para alertar fortemente a opinião pública de muitas nações contra semelhantes enganos.


Para encerrar, não me resta senão fazer votos para que esta chama não se apague, mas, ao contrário, continue servindo de exemplo aos jovens de outras latitudes, a fim de que, sempre que for necessário, eles optem pelo combate legal, pacífico e intrépido, e pelo revigoramento do autêntico espírito religioso contra os inimigos da Cristandade.

ADENDO ADHT: "Diante dos fatos documentados acima, não podemos ficar calados. Envie emails ao Embaixador e telefone para a embaixada da Venezuela repudiando as ações COMUNISTAS do Presidente Maduro. Fala-se que já executaram 200.000 venezuelanos por se oporem ao Regime Comunista implantado por Hugo Chávez na Venezuela. 

Não se cale, bote a boca no trombone, conosco!" 

Vamos lutar para que o decreto de Dilma Rousseff, Nr. 8243/2014 seja cancelado. AVISE SEUS AMIGOS ANTES QUE NÃO SEJA TARDE DEMAIS E NÃO VENHAMOS A ENFRENTAR OS SÉRIOS PROBLEMAS QUE OS RUSSOS, NORTE KOREANOS, CUBANOS E VENEZUELANOS ESTÃO ENFRENTADO AGORA, NESTE MOMENTO!
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