COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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domingo, 21 de fevereiro de 2016

CONHEÇA MELHOR O EX-PADRE COMUNISTA LEONARDO BOFF, TRAIDOR DO BRASIL!

BOFF: O ILUSIONISTA


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

Os que fazem este site tentam descansar quando se trata de novas publicações do Sr. Leonardo Boff, mas este não nos dá esta opção, por sua profunda parcialidade com o embuste. A cada artigo que este indivíduo escreve, a desonestidade de sua pena eleva-se a dimensões estratosféricas. Assim, ante a desonestidade que impera no Brasil, neste indivíduo em particular e principalmente sob camisas e bandeiras vermelhas, nós, como brasileiros ansiosos pela verdade e honestidade, temos que refutar quaisquer mentiras e desonestidades que nos são apresentadas. Pois vamos lá.

Em um dos seus últimos artigos (consultar as Fontes, ao final do texto), intitulado "A sociedade do cansaço e do abatimento social", Boff se utiliza da mesma mecânica desengraxada e corroída de sempre: inicia o texto com amenidades irrelevantes, para após, sob o manto da ecologia e do socialismo, destilar o seu veneno político-esquerdista.

Na primeira parte do texto, Boff aborda o tema da sociedade do cansaço como o resultado da "a aceleração do processo histórico e a multiplicação de sons, de mensagens, o exagero de estímulos e comunicações, especialmente pelo marketing comercial, pelos celulares com todos os seus aplicativos, a superinformação que nos chega pelas mídias sociais, nos produzem, dizem estes autores, doenças neuronais: causam depressão, dificuldade de atenção e uma síndrome de hiperatividade. Efetivamente, chegamos ao fim do dia estressados e desvitalizados. Nem dormimos direito, desmaiamos". Em síntese: a massa de informação disponível exaure as pessoas. Em oito palavras disse-se o mesmo que frases e mais frases do autor. Bobagens irrelevantes para ludibriar o leitor.

Mas qual a culpa de todo esse exaurimento? Segundo Boff: o capitalismo e os EUA. Confirma o autor: "acresce ainda o ritmo do produtivismo neoliberal que se está impondo aos trabalhadores no mundo inteiro. Especialmente o estilo norte-americano cobra de todos o maior desempenho possível. Isso é regra geral também entre nós. Tal cobrança desequilibra emocionalmente as pessoas, gerando irritabilidade e ansiedade permanente". Segundo o ilusionista Boff, o capitalismo, como mal de toda a recente história da humanidade, é o responsável pelo assustador "número de suicídios" e pelas "doenças letais, perda do sentido de vida e verdadeiros infartos psíquicos". 

Omite, levianamente o autor, que nos últimos 14 (quatorze) anos milhares de brasileiros morreram em hospitais sucateados. Omite também que os verdadeiros infartos psíquicos foram desencadeados pelos diárias e constantes notícias da corrupção praticada pelo atual Governo, desvendando uma imensidão de crimes de lesa-pátria perpetrados nos últimos anos. É de causar surtos psicóticos todos estes acontecimentos, corroborados com a negação da verdade de toda uma massa de criminosos, boa parte deles de índole progressista.

Adiante, a leviandade boffiana chega ao absurdo de titubear da inteligência média brasileira, convertendo totalmente a realidade em ficção, com a consequente inversão de valores. Para Boff, o cansaço e o desalento generalizados são decorrência não das falcatruas, desmandos e corrupção do atual Governo, sua base aliada e alguns lobistas de nível internacional. Para Boff, o cansaço social é oriundo de uma "campanha eleitoral turbinada com grande virulência verbal, acusações, deformações e reais mentiras e o fato de a vitória do PT não ter sido aceita". O cansaço, assim, é consequência de todo o esforço social em não aceitar o resultado das últimas eleições. Quanto absurdo e desonestidade!

Mas continua Boff apelando para o racismo, preconceito, ódio, luta de classes bem característicos da agenda esquerdista, ela própria a implantar estes costumes nas civilizações por onde passou. Para o autor, a derrota não aceita "fez perder costumes civilizados. A linguagem se canibalizou. Saiu do armário o preconceito contra os nordestinos e a desqualificação da população negra. [...] Tal situação se agravou com a ameaça de impeachment da Presidenta Dilma, por razões discutíveis". Embora tangenciando o tema corrupção, Boff apenas sinaliza que a mesma existe (pois não há, humanamente, como afirmar o inverso), restando obscuro quem a institucionalizou: "bandeiras sagradas do PT foram traídas pela corrupção em altíssimo grau, gerando decepção profunda". Omite o autor que a corrupção foi institucionalizada pelo próprio partido que detém o poder há quase década e meia.

Na "luta de classes", a mesma balela de sempre:
"Descobrimos um fato, não uma teoria, de que entre nós, vigora uma verdadeira luta de classes. Os interesses das classes abastadas são antagônicos aos das classes empobrecidas. Aquelas, historicamente hegemônicas, temem a inclusão dos pobres e a ascensão de outros setores da sociedade que vieram ocupar o lugar, antes reservado apenas para elas. Importa reconhecer que somos um dos países mais desiguais do mundo, vale dizer, onde mais campeiam injustiças sociais, violência banalizada e assassinatos sem conta que equivalem em número à guerra do Iraque. Temos ainda centenas de trabalhadores vivendo sob condição equivalente à  escravidão".

Sob o elevado número de assassinatos de brasileiros, sinteticamente, vale a pena lembrar ao leitor que o número crescente de homicídios decorre, dentre outras variáveis, de uma política desarmamentista implantada pelo Governo Federal, embora a sociedade brasileira tenha se posicionado contra o Estatuto do Desarmamento.

Na mesma toada, Boff não perde a oportunidade, sob a mentira da luta de classes, de atacar frontalmente o Cristianismo, outro pilar de destruição para a agenda esquerdista: "grande parte destes malfeitores se professam cristãos: cristãos martirizando outros cristãos, o que faz do cristianismo não uma fé mas apenas uma crença cultural, uma irrisão e uma verdadeira blasfêmia". Reduz o Cristianismo a uma seita, uma simples crença, algo irrisório, uma blasfêmia. Quão covarde!

Mas qual a solução para todo o cansaço social, para todos os problemas da atualidade vivenciados no Brasil? O autor a tem na ponta do lápis: o velho e carcomido comunismo, em sua mais alta voltagem, envolvendo utopias, Nova Constituinte (sic!), Ecologia, Movimentos Sociais, Biocivilização (seja lá o que isso for!), reforma agrária (no comunismo, sempre gerando improdutividade!), novo design de educação (leia-se: doutrinação esquerdista na educação):
"Vejo uma saída possível, a partir de outro lugar social, daqueles que vem debaixo, da sociedade organizada e dos movimentos sociais que possuem outro ethos e outro sonho de Brasil e de mundo. Mas eles precisam estudar, se organizar, pressionar as classes dominantes e o Estado patrimonialista, se preparar para eventualmente, propor uma alternativa de sociedade ainda não ensaiada mas que possui raízes naqueles que no passado lutaram por um outro Brasil e com projeto próprio. A partir daí formular outro pacto social via uma constituição ecológico-social, fruto de uma constituinte exclusiva, uma reforma política radical, uma reforma agrária e urbana consistentes e a implantação de um novo design de educação e de serviços de saúde. Um povo doente e ignorante nunca fundará uma nova e possível biocivilização nos trópicos. Tal sonho pode nos tirar do cansaço e do desamparo social e nos devolver o ânimo necessário para enfrentar os entraves dos conservadores e suscitar a esperança bem fundada de que nada está totalmente perdido, mas que temos uma tarefa histórica a cumprir para nós, para nossos descendentes e para a própria humanidade".

Nada mais quer Boff, com a “solução” proposta, do que fazer crescer as raízes da discórdia entre os indivíduos, do anarquismo, do ódio, da agenda gay, do anticristianismo, do anticapitalismo, da desmoralização total, da desestabilização das relações sociais.

Na pura verdade, a sociedade brasileira cansou de tipos como você, Sr. Leonardo Boff, que através de uma linguagem deturpada e temerosa inverte a normalidade dos fatos, nega a realidade dos acontecimentos, terceiriza a culpa dos males brasileiros, inventa um Brasil que só existe nas mentes psicopatas da esquerda brasileira

Fonte:



Brasil, 15 de janeiro de 2016.



quinta-feira, 28 de maio de 2015

Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, em congresso teológico evangélico

28 de maio de 2015



Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, em congresso teológico evangélico

Julio Severo
A Faculdade Unida, uma instituição evangélica que se gaba de ser “a única faculdade do Espírito Santo com curso de bacharelado em teologia reconhecido pelo MEC,” estará realizando, de 9 a 12 de junho, o II Congresso Internacional de Teologia e Ciências da Religião, em Vitória, no Espírito Santo.
Alguns dos palestrantes são:
·         Leonardo Boff, considerado o principal promotor da Teologia da Libertação no Brasil.
·         Harvey Cox, que já foi professor de teologia na Universidade de Harvard. Ele é considerado especialista em Teologia da Libertação. Entre seus livros está “The Silencing of Leonardo Boff: Liberation Theology and the Future of World Christianity” (O Silenciamento de Leonardo Boff: a Teologia da Libertação e o Futuro do Cristianismo).
·         Leopoldo Cervantes-Ortis, autor do livro “A Teologia de Rubem Alves” e membro da Comissão Ecumênica do Conselho Mundial de Igrejas
·         Luiz Longuini, que falará de Rubem Alves. Longuini, que é reverendo da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), tem um livro publicado pela Editora Ultimato defendendo a Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.
Rubem Alves, discípulo do Rev. Richard Shaull, já expunha as ideias da Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral antes que essas teologias fossem reconhecidas oficialmente. De teólogo da IPB inicialmente, Alves terminou como agnóstico.
Mesmo assim, Rubem Alves, já falecido, e Leonardo Boff serão elogiados, juntamente com seu liberalismo teológico, num congresso teológico evangélico. A cerimônia de abertura do II Congresso Internacional de Teologia e Ciências da Religião fará menção especial de Rubem Alves.
Se fosse um congresso isolado, imaginaríamos que os efeitos negativos seriam menores. Mas esse congresso conta com o enorme apoio oficial da:
·         Visão Mundial, que é a filial da poderosa organização americana World Vision. A Visão Mundial no Brasil é presidida porAriovaldo Ramos, grande promotor da Teologia da Missão Integral.
·         Associação de Seminários Teológicos Evangélicos.
·         Associação Evangélica de Educação Teológica na América Latina.
·         Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI).
·         Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião.
·         Fonte Editorial.
·         Editora Paulinas.
No documento organizador do congresso constam vários nomes, inclusive Magali do Nascimento Cunha, professora na Universidade Metodista de São Paulo. Essa é uma das universidades evangélicas mais esquerdistas do Brasil. Magali é conhecida por suas posturas claramente socialistas.
O que está acontecendo com as instituições teológicas evangélicas? A Faculdade Unida, em sua ânsia de ser reconhecida e elogiada pelo mundo, acompanha a tendência de se prostrar diante da ideologia esquerdista. É mais importante ser reconhecida pelo MEC do que ganhar a aprovação de Deus?
Mas não é só a Faculdade Unida que está apresentando problemas. Em 2006, Luiz Mott, o patrono do movimento homossexual do Brasil, deu palestra na Escola Superior de Teologia da Igreja Evangélica Luterana no Brasil (IECLB).
A Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2013 convidou o deputado Jean Wyllys, um dos maiores ativistas gays do Brasil, para um debate com um advogado evangélico. Os estudantes dessa universidade da IPB vaiaram o evangélico e aplaudiram o ativista gay. O evento ocorreu durante a gestão do Rev. Augustus Nicodemus, que também aceitava Ariovaldo Ramos como professor de aulas especiais de teologia.
O liberalismo teológico está avançando, por meio das instituições teológicas, na Igreja Evangélica do Brasil. Em 2014, sob a liderança de um pastor da IPB, a Faculdade Teológica Sul Americana realizou seu Congresso Internacional de Missão Integral.
Afinal, o que a Faculdade Unida pretende ao elogiar Leonardo Boff e Rubem Alves?
O que a Faculdade Unida pretende ao dar espaço para promotores da Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral?
A IECLB, que dá amplos espaços para ambas teologias, tem um teólogo e professor homossexual e homossexualista em sua Escola Superior de Teologia.
O liberalismo teológico da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral é solo fértil para a Teologia Gay.
Tanto Harvey Fox quanto Leonardo Boff são apoiadores das causas homossexuais.
Leitura recomendada:

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Braços cruzados: Leis homossexuais avançam no Estado de São Paulo enquanto líder do PSDB ali, que é pastor evangélico, ocupa seu tempo admirando Leonardo Boff, criticando conservadorismo evangélico e condenando ataques jornalísticos ao PT

10 de novembro de 2014


Braços cruzados: Leis homossexuais avançam no Estado de São Paulo enquanto líder do PSDB ali, que é pastor evangélico, ocupa seu tempo admirando Leonardo Boff, criticando conservadorismo evangélico e condenando ataques jornalísticos ao PT

Julio Severo
Alguns ficaram chocados com a notícia recente de que o PSDB e o PT fizeram um acordo para encobrir suas sujeiras mútuas no escândalo da Petrobras.
Ficaram chocados como se fosse impossível o PSDB ter o caráter socialista do PT.
Não, não é impossível.
Dou um exemplo: há um deputado estadual em São Paulo que é pastor da Comunidade da Graça. Ele é fã do Leonardo Boff, que é um dos líderes da Teologia da Libertação. Esse pastor é um dos líderes da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação. Se você concluiu que com essas credenciais ele só pode se deputado no PT, você errou. Na verdade, ele é o principal líder do PSDB na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Leonardo Boff e Carlos Bezerra, líder do PSDB no Estado de S. Paulo
O Dep. Carlos Bezerra representa o governo Alckmin na política de São Paulo. Mas a forma como ele age, ele parece representar o próprio governo do PT. Em reportagem intitulada “O assassinato da verdade pelo covarde Carlos Bezerra,” o jornalista Thiago Cortês denuncia como o líder do PSDB se coloca até contra a liberdade de imprensa para defender um suposto direito do PT de praticar seus crimes de forma impune. (Por ameaça judicial de Bezerra e seus advogados, o artigo do Thiago foi removido do GospelPrime. Mas o mesmo artigo encontra-se agora disponível, sem censura, no Mídia Sem Máscara, neste link: http://bit.ly/1wLVAh8)
O líder máximo do PSDB na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo também foi desmascarado, em suas defesas do totalitarismo esquerdista contra a liberdade de imprensa, pelo jornalista Luciano Ayan.
Carlos Bezerra é prova viva de que o demônio esquerdista que possui a alma dos petistas também habita nas entranhas dos militantes do PSDB, partido fundado por um estrategista marxista.
Quando consideramos que sob o PSDB em São Paulo a agenda homossexual avançou muito mais do que em nível federal sob o PT, a pergunta que vem é: “Então, o que foi que o pastor da Comunidade da Graça fez para impedir esse avanço?”
Ele não fez e nunca faria nada. De acordo com esse pastor, Jesus nunca condenou o homossexualismo — sendo por isso considerado pelo tabloide Genizah como o político evangélico ideal. Daí, para ele, ficou fácil cruzar os braços.
Entretanto, quando Silas Malafaia realizou a Marcha pela Família em 2013 para denunciar as políticas de aborto e homossexualismo do PT, o pastor da Comunidade da Graça descruzou os braços para atacar o evento pró-família. Ele fez o que todo militante — do PT, PSDB e outros partidos esquerdistas — possuído pelo demônio esquerdista faria.
Esse conhecido líder do PSDB só aprova eventos esquerdistas, inclusive na Universidade Mackenzie, onde ele é palestrante.
Ele pode ter pouco ou nenhum compromisso com o Evangelho, mas seu compromisso com essa teologia é total, para alegria do PSDB e PT.
Com políticos “ideais” assim, o socialismo do PSDB e do PT só pode se dar muito bem.
Leitura recomendada:

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A nova Geni no cenário evangélico brasileiro = TEOLOGIA INTEGRAL

A nova Geni no cenário evangélico brasileiro

Edson Camargo
O neopentecostalismo e a teologia da prosperidade são a nova Geni. Feitos para apanhar, bons de cuspir. Só num ambiente onde impera a tosquice e a desonestidade intelectual trataria-se o neopentecostalismo como um fenômeno homogêneo, uniforme, desprovido de diferenças gritantes e essenciais entre alguns de seus elementos – no caso, denominações evangélicas – que são abrangidos pelo conceito. E o pior: pessoas que reconhecem, em algum momento, a diversidade do neopentecostalismo, quando o criticam, atacam-no como um todo: “o neopentecostalismo”. Maldita Geni! Não há como perceber que há aí, em muitas situações, uma motivação ilegítima, baseada não só na promoção da denominação que representa, por parte do criticastro, como num sentimento de superioridade intrínseca à tudo aquilo que dela não se aproxime.
A outra evidência de que a tosquice, a desonestidade intelectual imperam entre nossos autopropalados “apologetas” e “defensores das doutrinas bíblicas”, é o estardalhaço contra a tal ‘teologia’ da prosperidade. Qualquer professorzinho de EBD, com meia dúzia de versículos bíblicos que falam da fidelidade a Deus sob toda e qualquer circunstância e do desapego a bens materias enquanto virtude cristã,  desmonta, em segundos, a distorção promovida pela ‘teologia’ da prosperidade’, que é, sobretudo, de ênfase.
Enquanto isso, outro problema, muito maior, mais grave, mais sedutor e que apresenta mais resistências, é jogado para debaixo do tapete enquanto se bate na Geni: a onipresença e a aura de inquestionabilidade em torno da farsa socialistóide chamada ‘teologia da Missão Integral”, pensada justamente para ser a “versão protestante da ‘teologia’ da ‘libertação”’ católica, segundo as palavras de um ícone do movimento, Ariovaldo Ramos, conhecido apologeta do socialismo, do MST, outrora de Lula e mais recentemente de Marina Silva.
Sabe-se que a ‘teologia’ da ‘libertação’ nada mais foi que um instrumento para a infiltração comunista na igreja de Roma. Nem por isso os pseudo-apologetas que se descabelam contra a ‘teologia’ da prosperidade deixam de cantar loas aos mentores dessas farsas teológicas socialistas, como o “social-panteísta” Leonardo Boff, Richard Shaull, René Padilla, o tosco e apóstata do Rubem Alves, Caio Fábio, Ariovaldo, e outros que chamo de “lausannéscios”, por idolatrarem o Pacto de Lausanne. Aí temos uma verdadeira ópera de malandros. Para agravar o erro, entre os apoiadores da ‘missão integral’ estão teólogos tidos como fiéis às Escrituras, mas que não só se calam diante o liberalismo teológico grosseiro de outros entusiastas da farsa, como até dividem com estes espaços na Internet e em conferências.
Fica claro, portanto, que o apoio ao embuste socialista os motiva mais que a defesa daquilo que as Escrituras deixam explícito. O que importa é cuspir na nova Geni, que, por sinal, tem nojo, e coberta de razão, da agenda cultural do esquerdismo: “casamento” gay, feminismo, liberação de drogas, aborto, eutanásia, etc.
“Maldita Geni!”
Fonte: GospelMais
Divulgação: www.juliosevero.com
Uma reflexão sobre o neopentecostalismo
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