COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador STJ. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador STJ. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Pr.Silas: Ativistas Gays são "FUNDAMENTALISTAS DO LIXO MORAL"

MANIFESTAÇÃO pacífica em BRASÍLIA - Pr. SILAS MALAFAIA a favor da VIDA e LIBERDADE DE EXPRESSÃO.


http://www.youtube.com/watch?v=-bcJTjfvP2o&feature=youtu.be





Em sua fala, o Pr. Silas Malafaia convida a todos que vejam o vídeo"Aborto - O grito silencioso" : Este filme é antigo mas mostra cientificame sendo
abortado reage ao aborto. Veja com discrição CENAS FORTES: 
http://www.youtube.com/watch?v=XjUGoSr4MWE.
 



ATENÇÃO: MANIFESTE-SE TAMBÉM. ESCREVA PARA O CNJ, STF, STJ, DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES DE SEUS ESTADO NO MÍNIMO. LIGUE PARA ELES TAMBÉM. OS EMAILS E TELEFONES DELES SE ENCONTRAM NO NOSSO LINK:
http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

É O CÚMULO: Norma obriga cartórios de São Paulo a celebrar casamento gay


Norma obriga cartórios de São Paulo a celebrar casamento gay

Agência EstadoEm São Paulo

Todos os cartórios do Estado de São Paulo terão de habilitar obrigatoriamente homossexuais para o casamento civil.
O Diário Eletrônico da Justiça publicou nesta terça-feira (18) alterações nas Normas de Serviço da Corregedoria-Geral que aplicam ao casamento ou à conversão de união estável em casamento de pessoas do mesmo sexo as regras exigidas de heterossexuais. A medida entra em vigor em 60 dias.
Os casais homossexuais não precisarão mais ter de registrar primeiramente a união estável para depois solicitar a conversão em casamento.
ADENDO ADHT: Vamos fazer uma forte oposição a esta ação totalitária do STJ. Devemos agir com firmeza e escrever tanto para o juíz que liberou o casamento gay quanto enviar outro email para o STF cancelar o posicionamento prévio deles com relação a este tema. Veja no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html#.UNIUM2_hqmg. Escreva para os Deputados Federais e Senadores de seu Estado também, solicitando uma ação através da confecção de uma lei invalidando a ação do STF e do STJ. 

Em 2011, São Paulo teve casamento gay coletivo

Foto 16 de 30 - 10 casais participaram de casamento gay coletivo realizado no início da noite de sábado (25) na faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo Mais Monalisa Lins
Nem terão de recorrer à Justiça para garantir o casamento ou a conversão da união. Basta ir diretamente ao cartório de registro de pessoas naturais e solicitar a habilitação para o casamento.
O procedimento da Corregedoria pacifica decisões judiciais. Em setembro, um acórdão do Conselho Superior da Magistratura determinara o registro de casamento entre pessoas do mesmo sexo em São Paulo em todos os cartórios.
A norma administrativa terá efeito vinculante. "Agora, há a dispensa de provocação judicial. Os cartórios terão a obrigação de cumprir a regra", explica Alberto Gentil de Almeida Pedroso, juiz assessor da Corregedoria. Recusas serão revistas pelo juiz-corregedor do cartório.
O vice-presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), Luis Carlos Vendramin Junior, diz que a entidade apoia a medida.
"Desde o reconhecimento da união estável homoafetiva (no Supremo Tribunal Federal em maio de 2011), a Arpen defende o registro do casamento homossexual. Não precisa nem mudar a lei, porque o STF já disse que é inconstitucional negar a união", diz Vendramin. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Famosos participam de ato a favor do casamento civil gay

Foto 11 de 11 - A cantora Zélia Duncan posa ao lado do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), idealizador da campanha pelo "Casamento Civil Igualitário", lançada nesta quinta-feira (12) na casa noturna Galeria Café, em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro Mais Ricardo Leal/UOL

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

VEJA MAIS UMA PROVÁVEL MANIPULAÇÃO DO PT E SEUS ALIADOS ?

Uma carta esclarecedora  -  27, fevereiro, 2012

Fonte: http://www.ipco.org.br/home/noticias/uma-carta-esclarecedora/comment-page-1#comment-11905


Em 24 de fevereiro realizou-se em São Paulo, na sede do Tribunal de Justiça, uma audiência pública para debater o capítulo sobre a vida do anteprojeto de Código Penal que está sendo elaborado por uma Comissão, presidida pelo Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Dr. Gilson Dipp. O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira esteve representado por vários de seus colaboradores, que apoiaram decididamente as manifestações anti-abortistas bem como o combate à impunidade.

O auditório foi praticamente tomado de assalto por feministas pró-descriminalização do aborto, que inclusive cantavam ali uma modinha previamente ensaiada defendendo o aborto, e vaiavam os oradores que não concordavam com elas. Ninguém soube explicar como elas ali se reuniram em grande número para exercer sua costumeira pressão, pouco condizente com o sentir da maioria dos brasileiros. Não só falaram acaloradamente em prol da descriminalização do aborto, como algumas chegaram a defender a não-penalização do infanticídio pós-parto e aplaudiram com força os pronunciamentos de ativistas do lobby pró-homossexualismo. Não deixa de ser sintomática essa ligação aborto-infanticídio-homossexualismo.

Algumas dessas ativistas chegaram a apresentar-se como “católicas”, na tentativa de tornar mais palatável sua posição pró-liberação do aborto, o que prova que o argumento religioso contra o aborto é o que mais incomoda os abortistas, por ir ao fundo da questão e ser naturalmente muito eficaz.

Houve também diversas manifestações contrárias ao aborto, que merecem todo nosso apoio, e que tiveram grande efeito no público não-comprometido, que os aplaudiu. Com isso os campos ficaram divididos, senão quanto ao número, certamente quanto ao efeito produzido.

Entre essas manifestações louváveis esteve a da jovem Lorena Leandro, que posteriormente difundiu a esclarecedora carta que abaixo transcrevemos na íntegra.

* * *

O que vi da audiência pública sobre Crimes Contra a Vida

Estive na Audiência Pública que ocorreu em São Paulo para discussão das mudanças no Código Penal com relação aos Crimes Contra a Vida. Minha motivação foram as mudanças propostas sobre a penalização do aborto. Gostaria, aqui, de contar o que vi.

Vi desprezo pela verdadeira democracia, em uma evidente manipulação para que os movimentos pró-aborto dominassem a sessão. Afinal, quais seriam as chances estatísticas de todos, eu disse TODOS, os grupos feministas e abortistas terem se inscrito primeiro do que os outros grupos, como me foi alegado? Chances maiores são de que, ou foram avisados antes de todos sobre a audiência, ou eles mesmos se mexeram para que tal audiência acontecesse.

Vi, portanto, o triste espetáculo da velha ladainha sobre liberdade feminina. Não que as feministas não possam se superar. Houve indignação porque a mulher grávida é chamada de gestante. Uma mulher, com aparência claramente indígena, incluía-se no grupo “pobres e negras” e reclamava do preconceito. Teve mulher estrangeira dando pitaco na legislação. Houve proposta de criminalizar o preconceito contra as mulheres que abortam (trocando em miúdos: coloquem quem for contra o aborto na prisão). Teve até defesa do infanticídio, e tudo isso temperado pela tão famigerada comparação: se não podemos abortar, então não comamos ovo, que estamos a matar o filho da galinha!

Foram horas de insanidade até que a primeira voz se pronunciasse contra o aborto, já com o plenário completamente esvaziado. Aí sim, ainda que vindos de poucas bocas, argumentos bem fundamentados começaram a surgir. O primeiro a falar foi o historiador e jornalista Hermes Rodrigues Nery, o primeiro também a (finalmente) citar um detalhezinho esquecido pelas feministas: o feto. Nery presenteou o ministro Dipp, moderador da mesa, com um modelo em tamanho real de um feto de 12 semanas. A indignação abortista foi geral: chegaram a dizer, com o ódio típico de quem despreza a vida, que se era para sair por aí distribuindo “fetinhos”, elas teriam levado fotos de mulheres ensaguentadas por decorrência do aborto. Sim, foi esse o nível da “discussão”.

O deputado Paes de Lira, apresentado por Dipp simplesmente como “ex-coronel”, e cuja fala aguardei ansiosamente, disse a maior verdade de todas: aquela mulherada gosta mesmo é de ditadura. Também falou um advogado em defesa da vida, indo contra todos os outros ditos advogados e médicos que defenderam, em nome da bioética e do direito, que feto não é gente.

Somente no fim da tarde tive minha chance de falar, ou de, pelo menos, tentar. Assim que me levantei, ouvi “essa aí deve ser pastora”, porque, para essa corja, ter religião é xingamento. Fui a PRIMEIRA mulher, em horas de falatório, a defender a vida. Não só a vida, como também o direito da mulher de obter informações sobre as graves sequelas do aborto. Isso despertou a ira do grupo, que se levantou e, como uma torcida organizada de futebol, vociferou em minha direção. O moderador foi obrigado a intervir para que eu pudesse continuar. Apresentei dados de estudos sérios sobre a relação do aborto e do câncer de mama, dos nascimentos prematuros e do aumento de doenças psicológicas e de suicídio entre mulheres que abortam. Aliás, os defensores da vida foram os únicos a citarem as fontes de todos os dados que apresentaram, diferentemente das feministas, que jogaram na nossa cara números fictícios a tarde inteira.

Além de mim, somente outra mulher esteve lá para defender a vida, e num depoimento emocionado e bonito, disse que a filha de 3 anos, ao olhar a imagem de um feto, já sabe dizer o que ele é: um bebê. Também me surpreendeu um rapaz bastante jovem que, numa fala muito bem estudada, citou até Aristóteles. Vê-se bem que o tipo de discurso pró-vida é muito superior àquele que nos incita à dieta sem ovo.

Mas é preciso falar, também, do que não vi. Alguém pode me dizer onde estavam os movimentos de defesa da vida? Também os representantes religiosos, onde se esconderam? Especialmente os católicos, num ano em que o tema da Campanha da Fraternidade é a saúde pública! NENHUM esteve presente na audiência. O que justifica essa ausência maciça? Se foi uma estratégia, peço que seja mudada! Incomoda-me ver que o mal sempre é mais organizado e articulado que o bem. Incomoda-me ver que os poucos defensores da vida presentes estavam decepcionados pela falta de liderança. Incomoda-me parecer que as mulheres brasileiras são representadas por aquela corja, aquela falsa maioria que certamente será noticiada na imprensa como sendo a grande defensora dos direitos da mulher.

Por isso mesmo fiz questão de estar lá, para provar que elas NÃO me representam. E tenho certeza, não representam a verdadeira sociedade brasileira. Foi um tapa na minha cara ver que poucos fizeram o mesmo. Mas também foi um tapa na cara das feministas ver que, lá mesmo, esses poucos começaram a se unir.

Lorena Leandro 25/02/2012
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...