COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 2 de julho de 2015

DEMAIS VÍDEOS SOBRE A AUDIÊNCIA PÚBLICA : "EX-GAYS - O DIREITO DE DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE"

EX-GAYS.... VEJA O RESTANTE AQUI:


2). AUDIÊNCIA PÚBLICA: O DIREITO DE DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE -  PARTE II

https://m.youtube.com/watch?v=J5foGZTrokg




3). AUDIÊNCIA PÚBLICA: O DIREITO DE DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE - PARTE FINAL

https://m.youtube.com/watch?v=XCObi7RKbEA



Fazem varias denuncias contra o grupo LGBT

Muito bem lembrado por um dos palestrantes, Pr. Claudemiro Soares, sobre as palavras da Dep. Fed. Érika Kokay no G1.com:

“Essa audiência (EX-GAYS) é um escárnio, é um circo, espetáculo macabro”Dep. Fed. Érika Kokay, PT-DF, no website http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/06/comissao-atende-pedido-de-feliciano-e-faz-reuniao-para-ouvir-oito-ex-gays.html . 

QUEM FOR DE BEM NÃO VOTARÁ NESTA DEPUTADA MAIS!!!


Publicado em 28 de jun de 2015
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados abriu as portas para a minoria da minoria: os ex-gays.

Pessoas que não se adaptam com a homossexualidade existem em montes e um espaço de diálogo foi enfim aberto para entender estes.

Não importa o motivo que leve alguém a querer deixar e deixar de fato a homossexualidade. Se tal pessoa estiver em suas perfeitas capacidades cognitivas ela deve ser respeitada e se buscar auxílio também deve ser prestado.

Rotular algo que não se sabe a origem como não sendo doença e sem comprovação científica além de ser injusto fechou as portas e compreensão para os que não querem ser gays.

A maioria das pessoas, doutrinadas pela mídia e jogo político, deixaram de ver a situação que é séria como só mais uma invenção religiosa. A mídia faz isso porque é financiada pelos que cresceram politicamente ganhando voto de uma minoria que tem como maioria pessoas que não se questionam só aceitam tudo que lhes é oferecido. As marionetes do ativismo gay.

Assim como um hétero pode ter desilusões no mundo hétero e experimentar novidade no mundo gay e ficar. Adaptar-se. Parece ser razoável que o contrário também aconteça.

O Conselho Federal de Psicologia do Brasil é o único que proíbe pessoas adultas e em sã consciência de abandonarem a homossexualidade com auxílio profissional. Tal órgão determina que a única opção para essas pessoas é a aceitação.

Não é atoa que tal órgão saiu da audiência com fama de FÁBRICA DE GAYS.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual, não confirmado ainda!

Não há mal entendidos não....veja novo artigo postado em 10/05/2013. Está confirmado. 

AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual

AFA
Atualização da revista Charisma: A AFA não está conseguindo confirmar sua pesquisa nessa questão. Por favor, clique aqui para ver um matéria atualizada sobre os novos fatos em inglês. Pedimos desculpas pelo erro. A AFA é uma fonte confiável nos meios de comunicação cristãos. Fizemos contato com a Associação de Psiquiatria Americana em busca de uma declaração oficial e estamos aguardando a resposta deles.
A APA agora classifica a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem
De acordo com a Associação da Família Americana, um anúncio chocante feito pela Associação de Psiquiatria Americana (APA) em sua mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais causou muita revolta entre organizações pró-família e muitos outros, pelo fato de que agora a APA está classificando a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem.
Sandy Rios, especialista cultural e apresentadora de programa de entrevistas na rede de Rádio da Família Americana, fez uma declaração no nome da Associação da Família Americana em resposta à postura da APA sobre a pedofilia:
“Exatamente como a APA declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ sob tremenda pressão dos ativistas homossexuais em meados da década de 1970, agora, sob pressão dos ativistas da pedofilia, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma ‘orientação.’ Não é difícil ver onde isso levará. Mais crianças se tornarão presas sexuais. A sanidade mental só voltará a esta cultura quando recuperarmos a verdade. Nem hoje nem nunca é aceitável que homens ou mulheres desejem sexo com crianças. Qualquer luta com isso deve pelo menos saber que é errado antes de poderem combater isso e buscar mudança.”
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Pedophilia Officially Classified as Sexual Orientation by American Psychiatric Association
Leitura recomendada:

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Psicologos querem direito de ter suas identidades profissionais com confissão de fé

 

GUIAME

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012 as 09:58


Fonte: Guiame

Psicólogos querem direito de ter confissão de fé na identidade profissional


A psicóloga Marisa Lobo, Presidente da ASSOCIAÇÃO DE PSICÓLOGO E PROFISSIONAL PRÓ FAMILIA (ACPPF), recém-criada pra defender direitos de profissionais, bem como proteger a família biológica natural tradicional, e orientar profissionais em sua liberdade de crença e de expressão, que é Cristã protestante (evangélica), e tem sido conhecida como a psicóloga que está sofrendo processo ético por  negar retirar de suas redes sociais referencia que faz a DEUS, e sua fé; e  o PSICÓLOGO de Brasília especialista em direitos Humanos Luciano Garrido Católico Apostólico Romano estão requerendo direitos de constar sua identidade religiosa na carteira  PROFISISONAL de psicólogo, e Juntos divulgando e fazendo conhecer aos psicólogos que este é um direito legítimo.

Esta semana entregaram um requerimento formal junto ao conselho de psicologia de seus estados, Marisa Lobo que já havia questionado o Conselho regional sobre esta possibilidade e ainda não obtendo resposta esta semana seguindo o exemplo de Luciano Garrido entregou novamente o pedindo por meio de requerimento formal, e esperam resposta bem como represálias já que o conselho federal de psicologia tem se mostrado relutante em aceitar discutir direitos de religião aos profissionais de psicologia.

Para Luciano Garrido, que já vem denunciando os desmando do conselho de psicologia, e que recentemente foi chamado ao conselho para dar explicações por suas declarações contra atitudes que considera usurpação de poder,

Luciano foi um dos primeiros psicólogos a concordar com a posição da psicóloga Marisa Lobo e apesar de sua luta não ser religiosa dentro dos questionamentos que faz contra o conselho, após a perseguição contra Marisa Lobo resolveu manifestar sua fé e como  profissional  também quer ter  direito de ter os mesmo direitos dado aos homossexuais, que tem em sua carteira de identidade seu nome social direito concedido pelo conselho de psicologia isonomia é o que defende, e liberdade religiosa..

Para a psicóloga Marisa Lobo, além desse direito, diz “meu paciente também tem o dele de escolher o profissional, sabendo de qual religião pertence se for da vontade do profissional deixar isso explícito”. Estamos inseridos em uma sociedade Cristã, e  como clínica não posso negar que meus pacientes se sentem confortáveis ao saber que sou Cristã creio este ser um direito dele.

É impossível não ser influenciado  pelo seu terapeuta 100%, e creio que o paciente, sabendo de minha fé, ainda que no setting terapêutico, não faça referência, será produtivo meu paciente se sentirá seguro, pois se ele me procura tem que saber quem sou eu, e minha fé é minha identidade. Se há uma seleção ai, talvez sim, mas não eu quem me procura o que é um direito do meu paciente.

Muitos pacientes procuram sim, seus terapeutas pela confissão de fé, até mesmo os sem religião, não podemos negar esta verdade, tanto que existe associação Brasileira de psicólogos espiritas, budista, parapsicólogos etc., só querem deixar de ser hipócritas e assumir de forma legal nosso direito para não sermos perseguidos, isso não quer dizer que induzirei quais quer convicções dentro do meu consultório, porém de certa forma protege o profissional de futuras armadilhas.

Abaixo segue o requerimento elaborado por Luciano Garrido e divulgado pela Psicóloga em seus sites e redes sociais. Marisa Lobo esclarece que este requerimento foi entregue ao deputado Marco Feliciano, que transformará em projeto de lei, e ou indicação legal para estender esse direito a todos os profissionais que assim desejarem.

Marco Feliciano, que está defendendo a psicóloga Marisa Lobo, juntamente com a frente parlamentar, acredita ser este um dos meios legais para se requerer direitos, “se”, foi dado direto civil ao travesti, de colocar em sua carteira profissional seu nome social, tem que ser dado igualmente direito àqueles que desejarem que conste sua confissão de fé e como parlamentar, tenho a obrigação de lutar legalmente para que esse direito seja legitimado ao profissional não somente ao psicólogo, mas a todo e qualquer profissional, pois não podemos esquecer que vivemos em um país laico e professar sua fé e expô-la é direito constitucional, argumenta deputado Feliciano.

 

MODELO:


AO PRESENTE CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO …

Eu, ........................, estado civil................, psicólogo(a), inscrit(o)a no CRP... sob o número ........., CPF .........., residente e domiciliado à Rua ......... Bairro .......Cidade ........ Estado........ CEP ……., respeitosamente venho requerer direitos civis de profissional como se segue.

Esclarecendo e informando que:

CONSIDERANDO o direito a livre manifestação da crença religiosa, previsto na declaração universal de direitos humanos, no seu artigo XVIII.

CONSIDERANDO o direito à cidadania e o princípio da dignidade da pessoa humana, previstos no artigo 1º,inc.I e III da constituição Federal de 1988;

CONSIDERADO que ninguém pode ser privado de direitos por motivo de crença religiosa, conforme Art 5º, inciso VIII, da constituição Federal de 1988.

CONISDERANDO o dispositivo na lei nº 6.206/75, a qual dá valor de documento de identidade ás carteiras expeditas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional;

CONSIDERANDO que nos termos do artigo 14 da lei nº 5.766/71 e art 47 do decreto nº 79.822/77 e art 47 da resolução CFP nº 003 /2007, o documento de identificação do psicólogo é a carteira de identidade profissional;

CONSIDERANDO que o artigo 47 do Decreto nº 79.822/77 estabelece que deferida a inscrição será fornecida ao psicólogo carteira de identidade profissional, em que serão feitas anotações relativas á atividade do portador;

CONSIDERANDO decisão do plenário do Conselho Federal de Psicologia do dia 17 de Junho de 2011 e

CONSIDERANDO A resolução 14/2011, que dispõe sobre a inclusão do Nome Social no campo “observação” da carteira de identidade profissional do psicólogo e da outras providências.

Dessa forma, requer a este Conselho que assegure o direito á manifestação de minha crença religiosa, autorizando que a denominação “…” conste no campo “observação” da minha Carteira de Identidade Profissional de Psicólogo(a) , pois é desta maneira que sou reconhecido(a) em minha comunidade e em minha inserção social.

A identidade religiosa merece tratamento isonômico frente a outras formas de Identidade.

Termos em que

Pede deferimento

Cidade, data 2012

Assinatura

CRP. .......

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Os prejuízos causados pelo ativismo político do Conselho Federal de Psicologia são realmente incalculáveis


Em defesa da ciência e da profissão
DOMINGO, 22 DE JULHO DE 2012

Os prejuízos causados pelo ativismo político do Conselho Federal de Psicologia são realmente incalculáveis. Quando uma determinada ciência é prostituída em benefício de ideologias, sua reputação cai no mais absoluto descrédito. Os critérios de validade que fundamentam a produção do conhecimento, e que são universalmente aceitos, acabam substituídos pela conveniência política daqueles que detém circunstancialmente o poder – mesmo que seja o poder de uma simples autarquia.

Assim, a “boa teoria” não é mais aquela que resiste ao teste de realidade ou apresenta um valor heurístico considerável, mas a que atende a certos anseios pessoais ou coletivos, por mais intangíveis que sejam.  E se os fatos negam a ideologia, tanto pior para os fatos. É que as construções ideológicas, em seu substrato mais íntimo, se assentam sobre disposições afetivas bastante arraigadas, algo que lhes confere uma capacidade de resiliência fora do comum. As ideologias não prestam contas à realidade: se limitam a criticar o que existe em nome do que não existe, e talvez jamais possa existir. É nesse ambiente de inspirações obscurantistas e degradação intelectual que a psicologia tem se tornado terreno fértil para toda sorte de impostores e demagogos.

A última audiência pública que discutiu a “cura gay” – assim carinhosamente batizada pela imprensa – foi um exemplo típico dessas distorções. Nela, houve um deputado que se sentiu à vontade para opinar sobre assuntos relacionados à Psicopatologia. Quais eram suas credenciais? Basicamente, um diploma de jornalista e uma fama exaurida em programa de reality show.

O grande problema, na verdade, não está tanto na tagarelice dos palpiteiros de ocasião, mas no silêncio obsequioso com o qual boa parte dos psicólogos vem testemunhando disparates desse jaez.  Isso mostra que a patrulha ideológica do Conselho Federal de Psicologia alcançou o efeito almejado, e a esta altura dos acontecimentos, suponho eu, já decretou toque de recolher até na comunidade acadêmica. Enquanto os psicólogos se escondem nos consultórios e guardam o mais absoluto mutismo, o deputado Jean Wyllys vem à tribuna para dizer o seguinte:

“É óbvio que alguém homossexual vai ter egodistonia, mas por viver numa cultura homofóbica que rechaça e subalterniza sua homossexualidade. O certo seria colocar o ego em sintonia com seu desejo, é sair da vergonha para o orgulho.”

Se bem entendi a opinião do deputado, ele parte da premissa de que o desejo sexual possui primazia sobre o ego; logo, é o ego que deve estar em sintonia com o desejo, e não este em sintonia com aquele. Isso, segundo o sr. Wyllys, é que é o certo. Para efeito de argumentação, vou tomar a palavra “certo” no sentido aproximado de “normal”, já que não parece sensato supor que o certo, nesse caso, significa algo bizarro, anômalo ou desviante.

Dito isso, eu perguntaria ao sr. Wyllys: por que não considerar como certo – ou normal, como queira – o desejo sexual que está em conformidade com o sexo biológico? Quais os critérios utilizados pelo deputado para definir seu padrão de normalidade? É preciso que ele aponte os fundamentos clínicos, teóricos, filosóficos, ou até metafísicos, sobre os quais está apoiada sua opinião.

Sigmund Freud, por exemplo, que é considerado o maior psicólogo clínico de todos os tempos, pressupunha em sua teoria a existência de um registro real da sexualidade – “a diferença entre os sexos” – como causa do desejo para o sujeito. Essa idéia, aliás, foi condensada numa de suas célebres frases, segundo a qual “anatomia é destino”. Em momento algum Freud disse que o desejo sexual era destino. Donde se depreende que a anatomia do sujeito é um dado de realidade anterior a qualquer processo subjetivação, e, como tal, deve orientá-lo. Aliás, não só a anatomia, mas a fisiologia também.

Se o real precede o imaginário e o simbólico, e se o ego é a instância psíquica regida pelo “princípio de realidade”, como ensinava Freud, é natural que as pessoas achem certo (ou normal) que o desejo sexual esteja em sintonia com a realidade corporal.

O que leva o desenvolvimento psicossexual de alguém a perder-se nos desvãos de suas angústias e fantasias, levando-o a desordens na identidade sexual, é algo passível de investigação científica – e, quiçá, de solução terapêutica viável.Existem muitas tentativas de entender o fenômeno (“fixação narcísica”, “horror à castração”, etc), propostas por vários estudiosos da sexualidade humana – Freud entre eles. Porém, se a cultura encara com certa perplexidade ou estranhamento as práticas homossexuais, isso não dá margem para presumir que a patologia esteja obrigatoriamente na cultura, como pretende o deputado Jean Wyllys ao chamá-la de “homofóbica” (na verdade, o intuito não é diagnosticar uma patologia, mas proferir um simples insulto).

A capacidade de discernir o real do irreal, de diferenciar os estímulos provenientes do mundo exterior dos estímulos internos, está na própria gênese do processo de subjetivação. Freud designava como “prova de realidade” a esse dispositivo que, de maneira gradativa, consolida as funções superiores da consciência, memória, atenção e juízo, entre outros atributos que singularizam a natureza humana, razão pela qual se encontram tão enraizados na cultura. A esse respeito, é Freud quem diz:

“A educação pode ser descrita, sem hesitação, como o incentivo à superação do princípio do prazer, à substituição dele pelo princípio de realidade.” (Formulações sobre os dois princípios do funcionamento psíquico, Freud, 1911)

Sendo ainda mais específico, os critérios de doença e saúde utilizados pela disciplina da psicopatologia também pressupõem em grande medida essa distinção elementar entre fenômenos meramente subjetivos e a realidade objetiva. É dentro dessa perspectiva que o delírio e a alucinação se constituem como exemplos extremos de manifestações patológicas que perturbam, respectivamente, o juízo e a percepção da realidade. Enquanto que os devaneios e as fantasias, embora considerados benignos sob o aspecto da higidez mental, nem por isso deixam de ser igualmente irreais.

Por tudo isso, não surpreende que o filósofo racionalista René Descartes, ao cabo de uma longa reflexão, tenha concluído que o fundamento indubitável da existência deve repousar sobre as faculdades humanas superiores, idéia cuja fórmula ganhou expressão lapidar no seu cogito, ergo sum. Já o sr. Wyllys, o que faz? Como um bom hedonista, ele quer nos convencer de que o fundamento da existência humana reside mesmo é nas forças cegas do baixo-ventre, o que na mais respeitável filosofia de alcova pode ser equacionado por outro mote, qual seja, o libido, ergo sum. Quem acredita que o ego deve se curvar aos desejos sexuais é porque lhes confere um estatuto primordial na própria definição de natureza humana.

Ainda que não houvesse quaisquer parâmetros para se discutir a sexualidade humana, e que todas as opiniões, portanto, fossem colocadas na vala-comum das idiossincrasias pessoais, subsistiria o fato de que as pessoas pautam suas vidas por valores.  Colocar a mera fruição de desejo sexual como o que há de mais sublime da vida humana pode não ser uma regra válida para todos. O que na concepção de uns significa “sair da vergonha para o orgulho”, pode ser o inverso para muitos outros, conforme as diferentes cosmovisões que se adote.

É por isso que o psicólogo não pode usar de sua autoridade profissional na tentativa de abolir sentimentos de vergonha ou culpa em seus pacientes. A missão do psicólogo clínico, segundo Freud, limita-se a transformar todo sofrimento neurótico em infelicidade humana normal – essa que todos nós, em maior ou menor medida, sentimos.  Quem acredita que o objetivo da psicoterapia é liberar os desejos sexuais de suas “amarras” culturais, convertendo indivíduos neuróticos em discípulos de Marquês de Sade, é porque pretende impor convicções hedonistas aos próprios pacientes. Como alertava o psicanalista Gregory Zilboorg:

“O Homem não pode ser curado das exigências ético-morais e religiosas de sua personalidade, que nele vivem e dele fazem o que realmente é. Só o morboso, o irreal e inútil podem ser analisados.”

Em outra direção, tornou-se lugar-comum o argumento de que o homossexualismo seria prática natural porque é observada com freqüência em diversas espécies animais. Esse entendimento, porém, é bastante falho, pois compara entre si fenômenos essencialmente diversos. Ainda que, em uma determinada espécie, se observe o coito em indivíduos do mesmo sexo, não se pode defini-lo como homossexualismo sem incorrer naquilo que os etólogos chamam de “antropomorfização” do comportamento animal.

Os animais não possuem desejo sexual no sentido empregado por nós. Animais possuem tão-somente impulsos sexuais, e esses impulsos, em condições normais, seguem o comando fixo dos instintos estabelecidos ao longo de sua cadeia evolutiva. Acrescente-se que, sob o ponto de vista evolutivo, não pode haver algo como um “instinto homossexual” entre animais, pois é certo que os indivíduos com essa tendência não repassariam sua carga genética adiante. Até um suposto “instinto bissexual” teria chances bem reduzidas de proliferação, o que olhado na perspectiva da longa escala de evolução seria uma desvantagem bastante significativa.

A hipótese explicativa mais plausível para a ocorrência desse fenômeno entre os animais segue outra direção. Quando premidos por um forte impulso sexual cujo meio de satisfação original encontra-se ausente, os animais comportam-se de modo a favorecer uma satisfação alucinatória do impulso. Quem nunca testemunhou cães que, ao verem-se privados de uma fêmea, passam a “montar” em nossas pernas, simular coito em outros animais, com um ursinho de pelúcia ou com o ”puff” da sala?  Por que não poderiam fazê-lo – como de fato fazem – com outros cães do mesmo sexo? Se isso for homossexualismo, o que seriam os outros comportamentos?

Segundo Freud, o modo de satisfação alucinatório também é encontrado nos seres humanos, bem nos primórdios de seu desenvolvimento. Bebês que choram de fome e são acalmados por uma chupeta, ainda que não estejam sendo nutridos, experimentam também um modo de satisfação alucinatório. Com o passar do tempo, na medida em que acumulam frustrações e percebem que esse tipo de mecanismo não é capaz de aplacar a fome, as crianças o abandonam em favor de um “sentido de realidade”. É a partir desse momento que ego vai se estruturando no aparelho psíquico. Só os seres humanos são capazes disso.
Postado por Luciano P. Garrido às 16:34 

sábado, 14 de julho de 2012

CURA OU LIBERTAÇÃO DA HOMOSSEXUALIDADE...A FALSIDADE DOS CONTRÁRIOS

Psicologia Sem Ideologia
Em defesa da ciência e da profissão
SÁBADO, 14 DE JULHO DE 2012


“Fala-se dos homossexuais. Trata-se dos homossexuais. Não se curam os homossexuais. E o mais impressionante é que não são curados, a despeito de serem absolutamente curáveis” (Jacques Lacan, Seminário ‘As formações do Inconsciente’, livro 5, Capítulo XI, pág. 214, ed. Jorge Zahar, 1999)

Suponhamos que a Psicanálise estivesse regulamentada como profissão no Brasil e seu órgão de classe fosse à imagem e semelhança do Conselho Federal de Psicologia. Suponhamos ainda, caro leitor, que o eminente psicanalista Jacques Lacan, uma vez nascido brasileiro, cá estivesse entre nós, mais vivo do que nunca. Alguém tem dúvida de que as declarações em epígrafe, feitas durante um de seus inúmeros seminários, seriam motivo suficiente para atiçar a fúria dos ativistas LGBTs, deflagrando contra seu autor uma espécie de campanha macarthista? Creio que não. Com toda certeza, veríamos uma militância radical e facciosa despejar sobre o hipotético “Conselho Federal de Psicanálise” – doravante designado pela sigla CFP – uma saraivada de protestos, denúncias e representações disciplinares, algo capaz de infernizar a vida de qualquer profissional consciencioso.  
Imagine a cena kafkiana: conselheiros do CFP se reúnem às pressas num gabinete cor-de-rosa da capital para redigir censura pública contra um dos maiores psicanalistas do século XX! Como qualquer pessoa razoável, você deve estar se perguntando de que autoridade intelectual ou moral se valem esses conselheiros, e se existiriam de fato motivos plausíveis para punir o psicanalista. Alguma heresia? Algum pecado capital? Algum delito de opinião? Nada disso. A grande encrenca de Jacques Lacan é que sua opinião sobre a “cura gay”, certa ou errada, se pauta unicamente por critérios empíricos, teóricos e/ou clínicos. E se há uma coisa que os conselheiros, ou melhor, que os “comissários do povo” não podem aceitar, é a “alienação” de uma “ciência burguesa”.
Na cartilha submarxista dos comissários, toda e qualquer construção teórica que se atenha aos indícios e evidências da prática clínica, padece de um vício de origem absolutamente intolerável.  Idéias sem pedigree ideológico não assumem “compromissos sociais”, não propiciam o engajamento político ou favorecem a “justiça social”. E não adianta. Por mais que você tente explicar aos comissários que o maior compromisso social da ciência é produzir conhecimento, eles não querem nem saber. O negócio deles é afagar ativistas radiais e barulhentos, coisa que sempre fazem sob o nobre pretexto de defender os “direitos humanos”.
É nessa atmosfera mental que pronunciamentos como o de Jacques Lacan, independente do mérito científico que porventura tenham, acabam sendo alvo dos mais variados vitupérios. Como bons burocratas, os comissários do CFP fogem às discussões teóricas, sobretudo quando o assunto é complexo e demanda certo esforço intelectual. Para eles, é mais fácil baixar uma resolução e, usando seu poder de polícia, suprimir possíveis controvérsias. 
A lógica stalinista dos comissários do CFP funciona como o tribunal da rainha de copas em Alice nos País das Maravilhas. Se existe uma contenda científica em torno d’algum tema, eles proferem a sentença por meio de uma resolução, e só depois, quando se instaura o processo disciplinar, é que vem o julgamento. Eu sei que o método não é lá muito democrático, mas é o jeito soviético de ser dos nossos comissários.
Agora, sejamos francos: existe gesto mais boçal do que “barnabés” de uma repartição pública chamando às falas um intelectual do porte de Jacques Lacan? Logo ele, um queridinho das esquerdas, acusado injustamente de “reforçar preconceitos sociais” (vide art. 3º da resolução 01/99), apenas porque teve a petulância de defender publicamente a tal “cura gay”? Quanta infâmia, não?!
E se esse "linguarudo" pensa que seus problemas acabaram, está enganado. Tão-logo os ativistas gays se dêem conta de que suas mais loucas pretensões foram averbadas pelo carimbo de um órgão oficial, eles largam o mundo da fantasia e passam imediatamente ao ato, iniciando uma verdadeira "caça às bruxas" contra o ilustre psicanalista. Assim, eles se infiltram no seu consultório, filmam clandestinamente sua prática clínica, jogam sua reputação profissional na sarjeta, até que o pobre coitado, infectado por uma espécie de lepra social, perde por completo os meios de subsistência. Quem já não viu esse filme? Basta lembrar o caso da psicóloga Rozângela Justino, contra a qual foi perpetrado o maior “assassinato de personalidade” já registrado na história da psicologia brasileira. 
Mas, caro leitor, nem só de simpatias gayzistas vive nosso hipotético CFP. As teses materialistas e atéias também despertam afinidades entre os comissários. Embora não cheguem ao ponto de assumi-las em público, suas tendências niilistas acabam transparecendo sob a forma atenuada de um discurso laicizante. Com a alegação de que defendem uma “ciência secular” desde a autoridade de um Estado laico, o CFP crê piamente que pode impedir psicólogos de professar sua fé ou manifestar adesão a valores religiosos. Nem precisa lembrá-los de que as garantias constitucionais, válidas para todos os cidadãos, também se aplicam aos psicólogos.  Basta que eles entendam que, num Estado laico, só quem não pode ostentar preferências religiosas é o próprio poder público, e não os cidadãos que ele governa. O mesmo raciocínio se aplica à relação existente entre o CFP e seus associados.
Eu me pergunto, cá com os meus botões, o que fariam os comissários do CFP se um dia topassem com as seguintes declarações: 
  
1.      “Coisa alguma da mensagem do Cristo está em contradição com as descobertas freudianas”    

2.      “Freud, sem o saber, estabeleceu uma base empírica de vida que está de acordo com o ideal cristão.”

Alguém arriscaria um palpite sobre sua autoria? Quem pensou na psicóloga Marisa Lobo, errou. Tais declarações partiram de dois renomados psicanalistas, a saber, François Dolto e Gregory Zilboorg, respectivamente. A primeira delas foi retirada do livro Os Evangelhos à luz da Psicanálise (Verus editora, 2010) e a segunda, do livro Psicanálise e Religião (Editora Vozes, 1969). Ambos eram cristãos professos e escreveram obras com o objetivo de, cada um a seu modo, estabelecer interseções entre a religião cristã, a mensagem bíblica e a psicanálise. E fizeram isso, diga-se de passagem, com uma boa dose de criatividade. Mas será que os comissários do nosso hipotético CFP teriam a audácia de intimar os psicanalistas cristãos à sede da autarquia, e em seguida ameaçar-lhes com um processo disciplinar, caso as menções ao cristianismo não fossem retiradas de suas obras num prazo de 15 dias? Chegariam a tanto? Ninguém se sabe...
O certo é que a tragédia da psicologia brasileira, como se vê, beira o mais rematado ridículo. Os conselhos de psicologia, em sua maior parte, foram tomados por uma horda de bárbaros, uma arraia-miúda cuja mentalidade foi forjada na agitação das passeatas, na violência dos piquetes e no burburinho dos diretórios acadêmicos. Quanto mais intelectualmente inepta, quanto mais inculta, tanto mais essa corriola exala seu fanatismo ideológico.  Como não possui argumentos, persegue, intimida e protesta com gritos e palavras de ordem.  Quando dialoga, o faz com aquela linguagem manietada dos clichês e slogans politicamente corretos. Enfim, seus atos e pensamentos refletem os paradoxos de uma loucura: são intolerantes quando clamam por tolerância, totalitários quando defendem a diversidade, injustos quando reivindicam direitos e autoritários em nome da democracia. Viva o comissariado do povo!



segunda-feira, 16 de abril de 2012

TONI REIS DA ABGLT DENUNCIA E CFP PERSEGUE MAIS UMA PSICÓLOGA CRISTÃ - ESTÁ VIRANDO MODA?

Exclusivo: Julio Severo entrevista Marisa Lobo, psicóloga cristã ameaçada pelo CFP


Perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia, Marisa Lobo dá suas razões para defender sua fé em meio a hostilidades profissionais, legais e sociais.

Marisa Lobo é psicóloga clínica, formada em 1996, pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduada em saúde mental, com curso de extensão em sexualidade humana, dependência química, cursos de entrevista motivacional, psicossomática, psicodiagnóstico, psicoterapia breve, arte terapia, bibliodrama, aconselhamento pastoral e teologia.

Marisa Lobo

Ela estagiou, a convite do governo dos Estados Unidos, no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, na Divisão Internacional de Atenção Primária à Saúde. Ministra cursos e palestras e possui experiência de mais de 13 anos em clinica e dependência química.

Ela realizou estudos sobre depressão infantil, violência e abuso sexual na infância, depressão, síndrome da adolescência e todos os tipos de compulsão, vícios e suas consequências.

Ela é idealizadora e coordena o curso de Dependência Química: Tratamento, diagnóstico e prevenção — Restituição sem internação.

Livros já publicados:

COMO FAZER DE SEU FILHO UMA CRIANÇA FELIZ, pela editora Arte Editorial, com prefácio do Dr. Silmar Coelho.
POR QUE AS PESSOAS MENTEM, pela editora Arte Editorial, Prefácio do Pr. Jabes de Alencar.
PSICOPATAS DA FÉ pela Editora Fôlego, com prefácio do Senador Magno Malta.

Julio Severo: Por que o Conselho Federal de Psicologia está ameaçando você?

Marisa Lobo: Por me expor na internet como psicóloga cristã, por defender minha fé e principalmente por questionar o kit gay, que para mim não é uma forma de prevenção ao preconceito e sim incentivo às práticas homossexuais. O kit gay é muito expositivo, e pelo que entendo de políticas públicas, não se justifica sua aplicabilidade de forma tão pessoal. O kit gay é dar privilégios e instituir um preconceito ainda maior. Com crianças as coisas devem acontecer ao seu tempo, de forma natural e globalizada. Devemos sim ter kits que falem de preconceito como um todo, do bullying que sofrem os gordinhos, os nerds, os baixinhos, os evangélicos, os homossexuais, os feios, os negros, os cegos, etc. Enfim, se dermos atenção privilegiada apenas a uma categoria, estamos discriminando as outras. Isso não é acabar com preconceito; é apenas uma tática maquiavélica de privilegiar e instituir uma ditadura e uma raça superior, e eu primo pela igualdade.

JS: Se uma pessoa envolvida em homossexualidade lhe pede ajuda para sair desse estilo de vida, o que você faz?

Marisa: Atendo. Meu juramento meu código de ética me diz que tenho que atender, dar ouvidos ao sofrimento psíquico, e se o fato de ser homossexual está causando qualquer tipo de  sofrimento, atendo sim, é minha obrigação, ainda que seja, para reverter sua orientação, condição e ou opção, se assim for de sua vontade absoluta. Nem poderia negar. Estaria ferindo o código de ética, não é mesmo? Mas é evidente que como psicóloga devo respeitar a resolução 01/999. A Organização Mundial de Saúde diz que homossexualidade não é doença, porém ao mesmo tempo não entendo por que tanta pressão da militância gay que tem medo de psicólogos que não negam auxílio. Os militantes gays pervertem e ficam vigiando nossos passos. O que acontece no setting terapêutico deve ser comandado pelo paciente. Acontece que a neurose é tanta que os psicólogos têm medo e são induzidos a deixar claro para o paciente que não é doença, independente de ser ou não. Mas se ele está indo ao consultório é porque está sofrendo. E se, repito, for da vontade dele, tenho que ser um canal, sem impor, como nunca fiz isso. O que falam de mim é mentira e mais uma estratégia de condenação de pessoas que são cristãs.

JS: As ameaças do CFP impedem você de ajudar homossexuais?

Marisa: A decisão da pessoa deve ser respeitada sempre. Devemos ter em mente que a demanda é do paciente sempre. Respeitarmos a sua vontade sem pressão. A reversão pode sim acontecer em muitos casos.  Acontece que o terrorismo do CFP não deixa que os homossexuais acreditem nisso. O CFP vem com aquela conversa de que se a pessoa deseja mudança, é por causa da imposição religiosa, e, como eles não creem de Deus — pois Deus para muitos lá é mito — então sempre vão tratar este assunto com preconceito religioso.  Eu já deixo o meu paciente decidir, se é o que deseja, vamos lá, e no decorrer, ele vai se achando, e até mesmo se assegurando se é isso mesmo o que deseja.

JS: Por que o CFP, que não impede psicólogos espíritas de aplicar técnicas espíritas em suas consultas, estão tão intrometidos no você faz como cristã que se importa com seus clientes?

Marisa: Por quê? Olha, não sei. Agora, é impossível até hoje eles não saberem que existe uma associação brasileira de psicólogos espiritas, ou psicologia budista, ou judaica, ou esotérica, ou parapsicologia, etc. Existe um número grande. É só acessar o Google e comprovar. O Conselho Federal de Psicologia é a autarquia mais persecutória, mais antiética da história. Eles não têm moral para me perseguir. Eles são militantes de ideologias, políticas, de orientação sexual, de ateísmo, e destilam seu ódio e preconceito contra os cristãos, principalmente os evangélicos. Mas a resposta está clara: o Cristianismo fala abertamente sobre homossexualidade. Então, eles querem nos destruir por sermos cristãos. Eles combatem a Bíblia punindo quem a segue, por preconceito religioso. É preciso dar um fim na militância do CFP, que deveria ser investigado pelo ministério publico, pois comete vários crimes, fere suas diretrizes, é hipócrita, antiético, persegue claramente quem se opõe. Por isso, tenho sido perseguida. A guerra é porque questiono esse conselho e sua diretoria hoje.

JS: Se o CFP cassar seu registro, o que você fará?

Marisa: Não vou desistir da minha profissão por isso. Nem tudo que é legal é moral. O CFP não tem moral, pois nos colocou uma mordaça, e ninguém ousa discutir suas decisões. Somos obrigados a aceitar como verdade ainda que seja uma mentira.

São surfistas sociais, vão se adaptando à evolução da sociedade, independente se essa evolução seja ruim, pois perderam a referência do que é “bem”, e ou “mal” para o indivíduo, do que é família, da necessidade de regras, ética, moral, princípios. Eles apenas vão surfando. Com isso, vão aumentando as crises familiares, maldade humana, a legalização de aborto chegando, divórcio batendo recorde, camisinhas nas escolas, legalização de drogas,  e a psicologia se adaptando. Daqui a pouco, vamos ver sexo nas praças, e todo mundo aplaudindo porque a psicologia vai achar que é direito de expressar a sexualidade. Ou seja, assim está caminhando a humanidade.  

JS: O que motivou a denúncia contra você no CFP?

Marisa: O fato de falar de Deus em minhas redes sociais e ter pedido aos deputados que prestassem atenção no conteúdo do kit gay, que era uma aberração, um conteúdo extremamente descabido e sexualizado que de forma alguma extingui o preconceito, mas sim cria mais ainda. Eles não gostaram. Aí, quando souberam que era uma cristã falando, começaram a me perseguir, como psicóloga que se denomina cristã, depois no processo como homofóbica, porque eu disse em um Twitter que amo os gays, mas prefiro meu filho hetero. E até agora não sei onde ter uma opinião instiga violência. Agora, eu perder o meu direito de dizer que sou feliz sendo hetero, e de que prefiro meus filhos hetero?

Eles querem que a sociedade pense que eu persigo gays, ofereço tratamento para gays porque sou fundamentalista, preconceituosa, decidiram isso e pronto. Não ACEITO. A verdade é que eles são contraditórios. Estão tentando usar tudo para me qualificar como “homofóbica”. E em 15 anos de trabalho, nunca nenhum paciente meu denunciou que em meu consultório imponho convicções religiosas. O caso contra mim é de PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA, PRECONCEITO RELIGIOSO. O CFP achou que eu ia me calar, porque muitos endeusam a psicologia. Pois bem: Eu, MARISA LOBO, só tenho um Deus, e não sirvo a insanidade desses membros do conselho. Se me cassarem, vão cavar a sepultura moral.

JS: Há uma tendência cada vez maior da classe de psicologia de rotular a pedofilia como orientação sexual. Como você encara o papel disso na perversão social?

Marisa: É um crime, claro, que merece prisão perpétua em minha opinião. Escrevi até um livro, PSICOPATAS DA FÉ, que tem uma capitulo sobre pedofilia, e mostra que é doença, e quem é psicólogo sabe, se formos levar ao pé da letra, é uma perversão da libido original, uma orientação, condição e ou escolha. A pedofilia está associado a psicopatia sem dúvida. Os psicólogos canadenses dizem claramente que para eles é considerado uma orientação sexual. Se acreditarmos nisso, aí quero ver como sair dessa. O que quero dizer é que, quando aceita socialmente, deixa de ser doença? Se a lei disser que não é crime, nada poderei fazer? 

JS: Como você encara a homossexualidade: doença ou pecado?

Marisa: Como psicóloga respeito a OMS, que diz que não é doença e não podemos trata como tal, porém distúrbio de identidade social existe, é doença. O travestismo está no CID 10 inscrito como doença. Para a psicologia, que só aceita a medicina em partes quando lhe convém, é orientação apenas.

Se é pecado ou não, não poderei falar sobre isso, porque sou como psicóloga. Pecado é uma referência de cada religião. Temos que saber o que a religião diz sobre o assunto. Se responder sobre isso, serei cassada em prazo recorde.

JS: A ABGLT, que é a maior entidade gay do Brasil, está por trás de todos os grandes casos de perseguição aos cristãos no Brasil, inclusive contra mim e Silas Malafaia. Você tem algum conhecimento de que a ABGLT está também em conluio ou colaboração com o CFP para perseguir você?

Marisa: A ABGLT publicou uma nota parabenizando e defendendo o CFP pela atitude contra mim e pedindo inclusive ao ministério público que me investigue por oferecer cura aos homossexuais, mentindo descaradamente sobre isso, apenas lançando no mercado esquizofrênico uma mentira para torná-la verdade. Agora só falta provarem. Mas essa intimidade está clara. Parece que são parceiros de “cama”. Não preciso dizer mais nada.

JS: O que você sente pelos homossexuais?

Marisa: Compaixão, amor de verdade. Mas tenho pena e desprezo pela militância desleal, porque usam os homossexuais e suas angústias. Observem: sempre são os mesmo ativistas que aparecem, lucrando e perdendo tempo em nos perseguir. Eles poderiam estar fazendo trabalho voluntário nas ruas, tirando os homossexuais comuns da prostituição, por exemplo. Mas, em vez disso, incentivam, até como profissão. Isso é lutar pelo ser humano? Usam suas ONGs para perseguir qualquer um que se oponha à sua militância. Quem ousar falar qualquer coisa é taxado de homofóbico. Eles ridicularizam nossa fé, nossa Bíblia, e querem respeito. A militância gay não merece respeito. E se isso for homofobia, queridos, o mundo inteiro é homofóbico.

Mas, pessoalmente, meu médico de pele é homossexual. Só lavo meu cabelo com um homossexual. Tratei de um homossexual em minha casa com AIDS por 7 meses, onde ele viveu comigo e minha família. O fato de não aprovar este ou aquele comportamento não me torna inimigo. A questão aqui é inversa. A militância gay quer nos tornar inimigos. Eles precisam alimentar essa guerra. Afinal, como vão se sustentar?  

JS: Além do CFP, outras entidades ou indivíduos também ameaçam você por causa de suas posturas cristãs?

Marisa: Os ateus, principalmente. Eles fazem vídeos contra mim e postam, me xingando de tudo, principalmente de burra, e têm o CFP como aliado. Nessa demente perseguição, ateus famosos fazem vídeos e conseguem status tentando me humilhar. Recentemente, um ateu fez um desafio para outros ateus entrarem em minhas redes sociais e negativar todos os meus vídeos. Eles falam cada coisa desumana que se eu não acreditasse de fato em Deus tinha desistido de viver. Mas os ateus não sabem que cada comentário de ódio que vejo sinto é pena, não raiva. Meus mecanismos de defesa funcionam, todos, e minha fé me sustenta. Sinto-me desafiada a continuar. Eles querem promoção.

JS: O Cristianismo verdadeiro é “perder para ganhar”. Você tem medo de perder sua carreira de psicóloga por causa do seu testemunho cristão?

Marisa: O único medo que tenho é de Deus virar sua face de mim. Deus me deu a oportunidade de ser perseguida por amor a ele, e aceitei. Deus quer mudar algo, e aqui falo como pastora. Sou apenas um instrumento. Se for cassada, vou lutar em todas as instâncias. Meu medo maior é de Jesus me negar diante do Pai, e isso não acontecerá, porque não o estou negando perante os homens.

JS: Você tem colocado seu testemunho por Cristo acima de sua carreira. Por quê?

Marisa: Foi uma luta ter me formado, e tenho amor pela minha profissão. Minha área é dependência química. Quantas pessoas nestes 15 anos de carreira deixaram as drogas. Quantas pessoas deixaram de abortar. Quantas pessoas pude ajudar a melhorar sua saúde mental. Quantas me agradecem até hoje. Enfim, amo minha carreira.

A dor vai ser grande, mas não será maior do que a de Jesus, que morreu na cruz por mim. O preço será alto, mas não maior que o preço que Jesus pagou pela minha alma. A certeza que estou fazendo a coisa certa e cumprindo a sua vontade acalma minha alma.

Deus está acima da minha profissão e da minha carreira. NÃO NEGO MEU DEUS POR NADA. 







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