COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

*Aos cuidados psicólogos de todo o Brasil e aos homossexuais egodistônicos*

*Aos cuidados psicólogos de todo o Brasil e aos homossexuais egodistônicos*
*O Conselho Federal de Psicologia,* por meio da Resolução 001/1999, *proíbe os psicólogos de atenderem pacientes (homossexuais egodistônicos) que buscam (re) orientação sexual, seja por algum trauma sofrido na infância, ou por outros fatores.*
Isso tudo com apoio do movimento ativista gay, que aplicou a estratagema, ardil para colocar a sociedade contra os psicólogos que faziam atendimento daqueles homossexuais, rotulando esses profissionais de “curandeiros”, pela odiosa pecha que se propagou com a retórica de “CURA GAY.”
Em razão disso, foi movida uma Ação Popular requerendo a sustação daquele ato, por entender que ele afronta o patrimônio cultural, nele inserido o estudo e desenvolvimento científico que é imprescindível ao desenvolvimento de uma sociedade, bem como o respeito ao consumidor, de poder buscar o atendimento psicológico.
Assim, *ontem, dia 15/09/2017, as 19h, a 14ª Vara Federal, (Proc. 101189-79.2017.4.01.3400 – TRF1) EM UMA DECISÃO HISTÓRICA PARA A PSICOLOGIA BRASILEIRA, entendeu que a Resolução viola o patrimônio público, ao passo de conceder liminar com a seguinte observação:*
“Sendo assim, *defiro, em parte, a liminar requerida para,* sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, *determinar ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete de modo e impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º, inciso IX, da Constituição de 1988.”*
Dessa forma, *todos os psicólogos podem atender os homossexuais egodistônicos,* aqueles que não se aceitam em sua orientação sexual, *sem o receio de serem punidos pelo Conselho Federal de Psicologia.*
Viva a liberdade científica e o direito do consumidor!
Por: Leonardo Loiola Cavalcanti
Advogado

quinta-feira, 30 de abril de 2015

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA DO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA CONTRA A DRA.MARISA LOBO, DIVULGUE!

Conselho de Psicologia ignora a Justiça e agenda novo julgamento da psicóloga Marisa Lobo

Publicado por Tiago Chagas em 29 de abril de 2015 

Conselho de Psicologia ignora a Justiça e agenda novo julgamento da psicóloga Marisa Lobo
O Conselho Regional de Psicologia (CRP-PR) decidiu agendar um novo julgamento contra a psicóloga Marisa Lobo pela acusação de que ela estaria ferindo o Código de Ética da profissão ao expor, publicamente, sua confissão de fé cristã.
A decisão do CRP-PR ignora a decisão da Justiça Federal em novembro do ano passado, quando a sentença de cassação de seu registro profissional foi anulada através de um mandado de segurança expedido pelo juiz Cláudio Roberto da Silva.
Para a psicóloga, a postura do CRP-PR configura perseguição religiosa: “Mesmo a Justiça tendo anulado o julgamento que cassou o meu registro profissional, o Conselho de Psicologia deu continuidade e marcou um novo julgamento agora no Conselho Federal [de Psicologia – CFP] e apelou no Supremo [Tribunal Federal] para anular a decisão do juiz do Paraná. É uma perseguição absurda (Golias x Davi). Me sinto sem direito algum, sendo humilhada, massacrada por um conselho arbitrário de classe”, escreveu Marisa Lobo em sua página no Facebook.
O caso vem se arrastando há anos, e em 2012, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) expediu um parecer sobre o caso, considerando “descabida” a postura do CRP contra a profissional de psicologia.
Marisa, no entanto, reforça que não vai aceitar a mordaça: “Mesmo tendo provado que não ‘curo gays’ – aliás fato inventado por eles mesmos -, querem me cassar porque me recuso a parar de dizer que sou cristã e que ex gays existem. ‪‎Ditadura e perseguição. Que Deus me ajude!”, acrescentou.
A psicóloga acredita que o agendamento do novo julgamento é uma movimentação em retaliação à participação dela em uma audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) para ouvir o depoimento de ex homossexuais.


“Coincidentemente, quando a CDHM aprovou a audiência pública para defender a existência de ex gays?”, questionou Marisa Lobo, em declaração dada ao Gospel+. Ela será representada pelo advogado Rafael Novais no julgamento do próximo dia 22 de maio.

Fonte: GospelMais

ADENDO ADHT: Vamos escrever para os Deputados Federais e Senadores pedindo que eles encaminhem a votação, urgente, do PDC 234/2011, do Deputado João Campos, já aprovado pela CDHM. Assim os itens 3 e 4 da Resolução CFP 01/99 serão eliminados. Os emails e telefones deles constam deste  link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html#.VUKONflViko



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Os prejuízos causados pelo ativismo político do Conselho Federal de Psicologia são realmente incalculáveis


Em defesa da ciência e da profissão
DOMINGO, 22 DE JULHO DE 2012

Os prejuízos causados pelo ativismo político do Conselho Federal de Psicologia são realmente incalculáveis. Quando uma determinada ciência é prostituída em benefício de ideologias, sua reputação cai no mais absoluto descrédito. Os critérios de validade que fundamentam a produção do conhecimento, e que são universalmente aceitos, acabam substituídos pela conveniência política daqueles que detém circunstancialmente o poder – mesmo que seja o poder de uma simples autarquia.

Assim, a “boa teoria” não é mais aquela que resiste ao teste de realidade ou apresenta um valor heurístico considerável, mas a que atende a certos anseios pessoais ou coletivos, por mais intangíveis que sejam.  E se os fatos negam a ideologia, tanto pior para os fatos. É que as construções ideológicas, em seu substrato mais íntimo, se assentam sobre disposições afetivas bastante arraigadas, algo que lhes confere uma capacidade de resiliência fora do comum. As ideologias não prestam contas à realidade: se limitam a criticar o que existe em nome do que não existe, e talvez jamais possa existir. É nesse ambiente de inspirações obscurantistas e degradação intelectual que a psicologia tem se tornado terreno fértil para toda sorte de impostores e demagogos.

A última audiência pública que discutiu a “cura gay” – assim carinhosamente batizada pela imprensa – foi um exemplo típico dessas distorções. Nela, houve um deputado que se sentiu à vontade para opinar sobre assuntos relacionados à Psicopatologia. Quais eram suas credenciais? Basicamente, um diploma de jornalista e uma fama exaurida em programa de reality show.

O grande problema, na verdade, não está tanto na tagarelice dos palpiteiros de ocasião, mas no silêncio obsequioso com o qual boa parte dos psicólogos vem testemunhando disparates desse jaez.  Isso mostra que a patrulha ideológica do Conselho Federal de Psicologia alcançou o efeito almejado, e a esta altura dos acontecimentos, suponho eu, já decretou toque de recolher até na comunidade acadêmica. Enquanto os psicólogos se escondem nos consultórios e guardam o mais absoluto mutismo, o deputado Jean Wyllys vem à tribuna para dizer o seguinte:

“É óbvio que alguém homossexual vai ter egodistonia, mas por viver numa cultura homofóbica que rechaça e subalterniza sua homossexualidade. O certo seria colocar o ego em sintonia com seu desejo, é sair da vergonha para o orgulho.”

Se bem entendi a opinião do deputado, ele parte da premissa de que o desejo sexual possui primazia sobre o ego; logo, é o ego que deve estar em sintonia com o desejo, e não este em sintonia com aquele. Isso, segundo o sr. Wyllys, é que é o certo. Para efeito de argumentação, vou tomar a palavra “certo” no sentido aproximado de “normal”, já que não parece sensato supor que o certo, nesse caso, significa algo bizarro, anômalo ou desviante.

Dito isso, eu perguntaria ao sr. Wyllys: por que não considerar como certo – ou normal, como queira – o desejo sexual que está em conformidade com o sexo biológico? Quais os critérios utilizados pelo deputado para definir seu padrão de normalidade? É preciso que ele aponte os fundamentos clínicos, teóricos, filosóficos, ou até metafísicos, sobre os quais está apoiada sua opinião.

Sigmund Freud, por exemplo, que é considerado o maior psicólogo clínico de todos os tempos, pressupunha em sua teoria a existência de um registro real da sexualidade – “a diferença entre os sexos” – como causa do desejo para o sujeito. Essa idéia, aliás, foi condensada numa de suas célebres frases, segundo a qual “anatomia é destino”. Em momento algum Freud disse que o desejo sexual era destino. Donde se depreende que a anatomia do sujeito é um dado de realidade anterior a qualquer processo subjetivação, e, como tal, deve orientá-lo. Aliás, não só a anatomia, mas a fisiologia também.

Se o real precede o imaginário e o simbólico, e se o ego é a instância psíquica regida pelo “princípio de realidade”, como ensinava Freud, é natural que as pessoas achem certo (ou normal) que o desejo sexual esteja em sintonia com a realidade corporal.

O que leva o desenvolvimento psicossexual de alguém a perder-se nos desvãos de suas angústias e fantasias, levando-o a desordens na identidade sexual, é algo passível de investigação científica – e, quiçá, de solução terapêutica viável.Existem muitas tentativas de entender o fenômeno (“fixação narcísica”, “horror à castração”, etc), propostas por vários estudiosos da sexualidade humana – Freud entre eles. Porém, se a cultura encara com certa perplexidade ou estranhamento as práticas homossexuais, isso não dá margem para presumir que a patologia esteja obrigatoriamente na cultura, como pretende o deputado Jean Wyllys ao chamá-la de “homofóbica” (na verdade, o intuito não é diagnosticar uma patologia, mas proferir um simples insulto).

A capacidade de discernir o real do irreal, de diferenciar os estímulos provenientes do mundo exterior dos estímulos internos, está na própria gênese do processo de subjetivação. Freud designava como “prova de realidade” a esse dispositivo que, de maneira gradativa, consolida as funções superiores da consciência, memória, atenção e juízo, entre outros atributos que singularizam a natureza humana, razão pela qual se encontram tão enraizados na cultura. A esse respeito, é Freud quem diz:

“A educação pode ser descrita, sem hesitação, como o incentivo à superação do princípio do prazer, à substituição dele pelo princípio de realidade.” (Formulações sobre os dois princípios do funcionamento psíquico, Freud, 1911)

Sendo ainda mais específico, os critérios de doença e saúde utilizados pela disciplina da psicopatologia também pressupõem em grande medida essa distinção elementar entre fenômenos meramente subjetivos e a realidade objetiva. É dentro dessa perspectiva que o delírio e a alucinação se constituem como exemplos extremos de manifestações patológicas que perturbam, respectivamente, o juízo e a percepção da realidade. Enquanto que os devaneios e as fantasias, embora considerados benignos sob o aspecto da higidez mental, nem por isso deixam de ser igualmente irreais.

Por tudo isso, não surpreende que o filósofo racionalista René Descartes, ao cabo de uma longa reflexão, tenha concluído que o fundamento indubitável da existência deve repousar sobre as faculdades humanas superiores, idéia cuja fórmula ganhou expressão lapidar no seu cogito, ergo sum. Já o sr. Wyllys, o que faz? Como um bom hedonista, ele quer nos convencer de que o fundamento da existência humana reside mesmo é nas forças cegas do baixo-ventre, o que na mais respeitável filosofia de alcova pode ser equacionado por outro mote, qual seja, o libido, ergo sum. Quem acredita que o ego deve se curvar aos desejos sexuais é porque lhes confere um estatuto primordial na própria definição de natureza humana.

Ainda que não houvesse quaisquer parâmetros para se discutir a sexualidade humana, e que todas as opiniões, portanto, fossem colocadas na vala-comum das idiossincrasias pessoais, subsistiria o fato de que as pessoas pautam suas vidas por valores.  Colocar a mera fruição de desejo sexual como o que há de mais sublime da vida humana pode não ser uma regra válida para todos. O que na concepção de uns significa “sair da vergonha para o orgulho”, pode ser o inverso para muitos outros, conforme as diferentes cosmovisões que se adote.

É por isso que o psicólogo não pode usar de sua autoridade profissional na tentativa de abolir sentimentos de vergonha ou culpa em seus pacientes. A missão do psicólogo clínico, segundo Freud, limita-se a transformar todo sofrimento neurótico em infelicidade humana normal – essa que todos nós, em maior ou menor medida, sentimos.  Quem acredita que o objetivo da psicoterapia é liberar os desejos sexuais de suas “amarras” culturais, convertendo indivíduos neuróticos em discípulos de Marquês de Sade, é porque pretende impor convicções hedonistas aos próprios pacientes. Como alertava o psicanalista Gregory Zilboorg:

“O Homem não pode ser curado das exigências ético-morais e religiosas de sua personalidade, que nele vivem e dele fazem o que realmente é. Só o morboso, o irreal e inútil podem ser analisados.”

Em outra direção, tornou-se lugar-comum o argumento de que o homossexualismo seria prática natural porque é observada com freqüência em diversas espécies animais. Esse entendimento, porém, é bastante falho, pois compara entre si fenômenos essencialmente diversos. Ainda que, em uma determinada espécie, se observe o coito em indivíduos do mesmo sexo, não se pode defini-lo como homossexualismo sem incorrer naquilo que os etólogos chamam de “antropomorfização” do comportamento animal.

Os animais não possuem desejo sexual no sentido empregado por nós. Animais possuem tão-somente impulsos sexuais, e esses impulsos, em condições normais, seguem o comando fixo dos instintos estabelecidos ao longo de sua cadeia evolutiva. Acrescente-se que, sob o ponto de vista evolutivo, não pode haver algo como um “instinto homossexual” entre animais, pois é certo que os indivíduos com essa tendência não repassariam sua carga genética adiante. Até um suposto “instinto bissexual” teria chances bem reduzidas de proliferação, o que olhado na perspectiva da longa escala de evolução seria uma desvantagem bastante significativa.

A hipótese explicativa mais plausível para a ocorrência desse fenômeno entre os animais segue outra direção. Quando premidos por um forte impulso sexual cujo meio de satisfação original encontra-se ausente, os animais comportam-se de modo a favorecer uma satisfação alucinatória do impulso. Quem nunca testemunhou cães que, ao verem-se privados de uma fêmea, passam a “montar” em nossas pernas, simular coito em outros animais, com um ursinho de pelúcia ou com o ”puff” da sala?  Por que não poderiam fazê-lo – como de fato fazem – com outros cães do mesmo sexo? Se isso for homossexualismo, o que seriam os outros comportamentos?

Segundo Freud, o modo de satisfação alucinatório também é encontrado nos seres humanos, bem nos primórdios de seu desenvolvimento. Bebês que choram de fome e são acalmados por uma chupeta, ainda que não estejam sendo nutridos, experimentam também um modo de satisfação alucinatório. Com o passar do tempo, na medida em que acumulam frustrações e percebem que esse tipo de mecanismo não é capaz de aplacar a fome, as crianças o abandonam em favor de um “sentido de realidade”. É a partir desse momento que ego vai se estruturando no aparelho psíquico. Só os seres humanos são capazes disso.
Postado por Luciano P. Garrido às 16:34 

domingo, 1 de julho de 2012

O Conselho Federal e a Psicologia Chapa-branca - COMENTEM


“Posso não concordar com o que dizes, mas defenderei até a morte teu direito de dizê-lo”. Voltaire

A atual gestão do Conselho Federal de Psicologia tem se notabilizado por uma série de vedações arbitrárias ao exercício profissional da psicologia. Agindo desta forma, a autarquia federal exorbita o rol de atribuições que lhe foi conferido pela legislação pátria. A Lei 5.766 de 1971, no seu artigo 6º, alíneas “c” e “d”, é bastante clara quanto aos limites do poder regulamentador da autarquia:
Art. 6º - São atribuições do Conselho Federal:

c) expedir as resoluções necessárias ao cumprimento das leis em vigor e das que venham modificar as atribuições e competência dos profissionais de Psicologia;

d) definir nos termos legais o limite de competência do exercício profissional conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestadas em escolas ou institutos profissionais reconhecidos;

Contrariando os comandos expressos na lei, o CFP tem sido useiro e vezeiro na criação de óbices ao livre exercício profissional dos psicólogos; e, por isso mesmo, tornou-se alvo não só de questionamentos técnico-científicos como, em alguns casos, teve decretada a nulidade de suas resoluções pela via judicial. É o caso da resolução nº 10/2010, que criou enormes embaraços ao chamado “Depoimento Sem Dano”, um projeto pioneiro implantado pelo Tribunal de Justiça do estado do Rio Grande do Sul, no qual psicólogos jurídicos se colocam na condição de intérpretes das crianças vítimas de violência sexual no momento em que são inquiridas pelo magistrado durante audiência. Tal procedimento tem como objetivo evitar que a atmosfera aversiva da persecução penal contribua para revitimização da criança, acrescentando sofrimentos desnecessários ao trauma vivenciado. Portanto, é uma medida protetiva que encontra amplo respaldo legal no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA.
No Mandado de Segurança Nº 5017910-94.2010.404.7100, impetrado pelo governo do RS, a juíza federal Marciane Bonzanini foi enfática ao declarar que atuação do Conselho Federal de Psicologia está adstrita ao texto da Lei 5.766/71, de modo que a autarquia não competência para expedir resoluções que modifiquem o conjunto de atribuições dos psicólogos, já previamente estabelecido no texto da Lei 4.119/62. O limite de sua competência se restringe ao poder de regulamentar o estrito cumprimento desta norma. Ainda de acordo com a juíza, “essa é a essência do poder regulamentar”, sendo tal poder o único de que desfruta a autarquia em nosso ordenamento jurídico.
A juíza federal Marciane Bozanini prossegue sua argumentação afirmando que a resolução 10/2010, ao vedar uma prática profissional, extrapola o âmbito de competência do CFP e afronta o inciso XIII do art. 5º da Constituição Federal (“é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”). A prerrogativa de regulamentar e disciplinar a profissão, segundo a magistrada, só existe nos limites da ética profissional, ressalvando-se que o pretexto ético jamais deve ser usado como artifício para “burlar a regra constitucional” (ver sentença judicial).

Ao analisar o teor da resolução 10/2010, a magistrada pode constatar o “furor legisferante” do Conselho Federal de Psicologia, que, além de usurpar atribuições do parlamento brasileiro, move-se dentro de uma perspectiva teórico-ideológica bastante particular. O que a magistrada talvez não saiba é que o protagonismo ideológico da atual gestão do CFP vem se mostrando uma compulsão praticamente irrefreável, e já foi alvo de exaustiva denúncia em outro artigo.

No que diz respeito à resolução 01/99, que versa sobre a assistência psicológica aos homossexuais, as posições teórico-ideológicas do CFP também podem ser identificadas com nitidez no texto do documento. E aqui convém esclarecer que pouco importa qual arcabouço teórico ou inspiração ideológica possa um psicólogo valer-se para opinar sobre o tema tratado na referida resolução.  O que se pretende garantir é que a pluralidade teórica e o livre exercício da atividade profissional e científica prevaleçam sobre os espasmos totalitários de um grupo politicamente organizado.
Tornou-se prática corrente na psicologia brandir o código internacional de doença - CID como forma de chancelar concepções teóricas acerca de patologias e desordens do comportamento. Embora o termo homossexualidade não conste expressamente no elenco de categorias nosológicas dos códigos internacionais, tal orientação sexual pode, como qualquer outra, assumir formas patológicas passíveis de tratamento, como atesta o próprio CID 10 (ver F66). E mesmo na hipótese de que todas as manifestações da sexualidade venham um dia a ser normalizadas por um documento oficial, isso não seria impeditivo a que outros estudiosos do comportamento humano postulassem teoricamente uma opinião diversa. Os critérios de normalidade e anormalidade, de patologia ou doença, segundo o eminente filósofo e médico francês Georges Canguilhem, autor do livro O Normal e o Patológico, pressupõem concepções filosóficas, ideológicas e pragmáticas do profissional (ver Paulo Dalgalarrondo, Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais). Embora o CID seja objeto de acordo entre um grupo de estudiosos, não pode ser tomado como a última palavra em termos de critério diagnóstico, até porque tais estudiosos também não estão isentos de sofrer pressões de ordem política. É bom que se diga que os códigos internacionais de doença não são uma espécie de bíblia da psicologia clínica, como querem os fundamentalistas que fizeram do CFP a meca do marxismo cultural. É bom lembrá-los de que o pensamento científico não conhece tabus e jamais caberá na cama de Procusto do politicamente correto.
Voltando à resolução 01/99, mais precisamente no seu artigo 4, que impede  os psicólogos de se pronunciarem “de modo a reforçar preconceitos sociais existentes” (sic), a conclusão que se tira deste comando é que, não importando quão empiricamente fundamentada esteja a posição do psicólogo acerca de um determinado tema, se essa posição diverge de uma pretensa “psicologia oficial” do CFP, ela será fatalmente rotulada como preconceito.

A título de ilustração, vamos recorrer a um dos principais discípulos do dr. Freud, o psicanalista austro-húngaro Sandor Ferenczi. Num texto intitulado O Homoerotismo: Nosologia da Homossexualidade, ele escreve:

“Confessarei desde já que realmente quebrei a cabeça para resolver este problema [relativo às particularidades da constituição sexual e as experiências que estão na base da homossexualidade]. O único objetivo de minha comunicação é relatar alguns dados que são fruto da experiência e apresentar pontos de vista que se me impuseram, quase por si mesmos, ao longo de vários anos de observação psicanalítica de homossexuais. Eles deveriam facilitar a classificação nosológica correta dos quadros clínicos da homossexualidade.
Sempre tive a impressão de que, em nossos dias, aplicava-se o termo ‘homossexualidade’ a anomalias psíquicas demasiado diferentes e fundamentalmente sem relação alguma entre si. A relação sexual com o próprio sexo é apenas, com efeito, um sintoma, e esse sintoma tanto pode ser a manifestação de doenças e transtornos muito diversos do desenvolvimento, como uma expressão da vida psíquica normal. Portanto, era pouco provável, de imediato, que tudo o que designa hoje pelo termo genérico ‘homossexualidade’ pertencesse realmente a uma só entidade clínica.

Que se recorra a outros fundamentos teóricos para discordar, no todo ou em parte, da tese apresentada na citação, é algo absolutamente legítimo e até necessário. A evolução da ciência se dá precisamente pelo embate das conjecturas e refutações. O que não se pode fazer, sem incorrer em ato de leviandade, é acusar o referido psicanalista de simples “preconceito”. Todos sabem que o termo “pré-conceito” denota atitudes irracionais, irrefletidas e infundadas, o que não se aplica, de modo algum, a um estudioso da sexualidade humana que dedicou boa parte de seu tempo à compreensão do assunto.

Donde se conclui que o uso da palavra preconceito, no texto da resolução 01/99, não passa de um simples estratagema retórico, cujo único objetivo é o de abafar qualquer possibilidade de uma discussão racional em torno do tema, evocando reações emocionais de repulsa ou ódio frente a quaisquer opiniões divergentes. Se existe uma definição exata de preconceito, aí está ela...

Se o CFP continuar editando resoluções com essa linguagem apelativa, típica de panfletos estudantis, não vai demorar muito para que todo e qualquer diagnóstico em psicologia seja tomado como preconceito ou prática discriminatória. Ora, qualquer psicólogo principiante sabe que não existem diagnósticos sem discriminações, distinções, classificações, descrições e comparações. Porém, quando a resolução 01/99 emprega o termo ‘discriminação’, o faz de modo semanticamente condicionado pelo viés ideológico para eliciar na platéia respostas automáticas de oposição – da mesmíssima forma com que os cães de Pavlov babavam ao som da sirene.

Mais cedo ou mais tarde, quando todos os portadores de transtorno ou desordem mental assimilarem, sem exceção, a tese contida na resolução do CFP, também eles começarão a se sentir alvo de preconceitos e discriminações sociais diversos, ao ponto de fazer suas suscetibilidades pessoais inviabilizarem a própria atividade profissional e científica. Ironicamente, quando esse dia chegar, o direito à patologia estará assegurado justamente por aquela instituição que, por princípio, deveria promover a saúde mental e zelar pela respeitabilidade profissional dos psicólogos; enquanto que os códigos internacionais de doença, hoje usados como “argumento de autoridade” para referendar causas politicamente corretas, correrão sério risco de ser queimados em plena praça pública. Ou, quem sabe, na próxima parada do orgulho gay.

Luciano Garrido é psicólogo e especialista em Direitos Humanos.

domingo, 22 de abril de 2012

EMAIL ENVIADO AO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA EM 2010 E JAMAIS RESPONDIDO


AO CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA - SEGURA A BOMBA!
sexta-feira, 23 de julho de 2010

O texto abaixo foi escrito pelo Dr. Alberto Thieme (pastor nos EUA) e publicado aqui com sua autorização formal. As perguntas que não calam são: por onde andariam os políticos que "se dizem" evangélicos para se manifestarem sobre isso uma vez que todo Conselho Profissional é uma autarquia? E a igreja evangélica então que não se manifesta? E os(as) psicólogos(as) evangélicos(as) que viram sua colega ser axincalhada, massacrada pelo CFP e associações ativistas homossexuais e apenas colocaram o rabo entre as pernas e entraram nos seus consultórios despreocupadamente para mais uma consulta para aconselhamento "cristão"?

SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA NA RESOLUÇÃO CFP 01/99 - URGENTE

From: ALBERTO THIEME <thiemeus@yahoo.com>
To: 'gerencia@pol.org.br'; 'sg@pol.org.br';
cotec2@pol.org.br
Cc: Dep-Luiz-Bassuma <
dep.luizbassuma@camara.gov.br>; Dep-Henrique-Afonso <dep.henriqueafonso@camara.gov.br>; Dep. Lincoln Portela <dep.lincolnportela@camara.gov.br>; Assist-Exmo.Senador Crivella <mcabral@senado.gov.br>; Assist-Exmo Senador Magno Malta <gplopes@senado.gov.br>; Assist2-Exmo Senador Magno Malta <giselle@senado.com.br>; Exmo. Dep. Federal Paes de Lira <dep.paesdelira@camara.gov.br>; Exmo. Senador Crivella <crivella@senador.gov.br>; Exmo. Senador Magno Malta <'magnomalta@magnomalta.com'>; Exmo. Senador Romeu Tuma <'romeu.tuma@senador.gov.br'>; Frente-Parlamentar-Evangelica <frenteparlamentarevangelica@gmail.com>; MINISTERIO SILAS MALAFAIA <gr.avec@vitoriaemcristo.org>; cotec2@pol.org.br
Sent: Thu, July 22, 2010 11:00:46 PM
Subject: SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA NA RESOLUÇÃO CRP 01/99 - URGENTE



Ao
Dr. Humberto Verona e Conselheiros do CFP,

Ref. Correção ou Cancelamento da Resolução CFP 01/99.

De todos os emails que enviei a V.Sa, recebi apenas uma simples resposta de Fabíola Corrêa, Assessora Técnica, Conselho Federal de Psicologia, email : cotec2@pol.org.br, sem explicar detalhadamente nossos questionamentos feito ao Presidente e ao Conselho da CFP por punir a Dra. Rosangela Justino, causando um enorme estardalhaço na imprensa.

Tal atitude acarretou grande perigo de vida a nossa estimada psicologa, tendo que sair as escondidas no dia do julgamento. Pois bem, esta senhora, foi exposta a ignomínia pelo CFP e por centenas de associacoes e ativistas homossexuais, principalmente a ABGLT.

Dra Rosangela por mais de 30 anos tem ajudado os carentes e que desde 1981, com muito esforço, formou-se em psicologia e se especializou em algumas areas especiais relativas a familia, podendo assim ajudar alguma centenas de homossexuais que muitas vezes, sem cobrar um centavo, atendeu-os por amor que tem as pessoas carentes. Todos esses homossexuais a procuraram voluntariamente e V.Sa foi questionado sobre a Resolução CFP 01/99 conter a proibição injusta e contra a vida de varios desses homossexuais por ela atendidos que se não fosse o atendimento teriam dado fim a vida.

Penso que as ONGs a que damos assessoria a nivel Brasil merecem uma resposta e o cancelamento da clausula que proibe os psicologos de atenderem homossexuais que desejam deixar a homossexualidade com a liberdade complete de ajuda-los nesta decisão. Pois bem, após mais de ano do julgamento de Dra. Rosangela não fomos informados por V.Sa. sobre a possivel alteração que V.Sa mencionou ser possivel em sua entrevista apos o julgamento de nossa colega de ministério social.

Agora a ADHT – Associação para Defesa dos Heterossexuais contra quaisquer abusos e crimes a que estão sendo submetidos diariamente junta-se a nós para solicitar ao CFP a retirada de tal proibição imediata da Resolução acima citada.

Até o momento, estamos esperando por uma resposta do Presidente e Conselheiros da CFP, e não apenas da assessor da Presidencia como ocorreu anteriormente que não respondeu nossos questionamentos por completo e nos enviou uma resposta evasiva, para nada servindo.

Para deixar outras pessoas a par do que lhes passamos anteriormente, sem qualquer evidencia de reestudo de tal resolução para uma solução definitiva, nos levou a contatar pessoas de altas esferas do governo, da Camara e do Senado Federais a par da situação. Por isto, os mesmo estão recebendo uma copia deste email-carta.

Lamentamos ter que ter chegado a este ponto para obter de V.Sa uma resposta sobre a retirada desta clausula que com certeza além de já ter feito algumas centenas de suicidios, tem ocasionado uma evasão quase que total do apoio que a maioria das ONGs associadas a nossa Federação tinham de psicologos voluntarios, as quais tem reclamado do êxodo ocorrido devido a falta de cuidado da CFP/CRP-RJ de ter exposto uma simples psicologa com um passado admirado por todos os brasileiros que tiveram o privilegio de ouvir Dra Rosangela em seus seminarios orientadores a familias com problemas de relacionamentos a filhos, bem como a cessação de ajuda a dezenas de homossexuais que a procuravam voluntariamente solicitando ajuda, muitas vezes em desespero, por não conseguirem deixar a pratica homossexual almejada por eles/elas.

A seguir expomos a lembrança do Dr. Humberto Verona o que ele afirmou quando indagado por uma reporter e sua resposta:

1.Lembra-se quando o senhor estava dando entrevistas apos o julgamento e uma reporter lhe fez a seguinte pergunta: Dr. Humberto, quer dizer que os senhores preferem que um homossexual que queira deixar o homossexualismo chegue ao suicidio do que permitir que os psicologos deem o devido tratamento para o mesmo deixar a homossexualidade que tanto deseja, mas que não tem encontrado forças e nem direção para tal?

Lembra de sua resposta, Dr. Humberto? Eu a tenho escrita aqui, porque escrevi toda a entrevista. O Senhor respondeu que esta resolução CFP 01/99 foi criada e nada impede dela ser alterada. Lembra-se? Se não lhe envio a fita contendo suas declarações. Foi feito alguma reanálise da CFP 01/99, uma vez que V.Sa. citou esta possibilidade. Favor informar o que foi feito acerca de sua resposta.
2. Foi feito alguma coisa até hoje, como o senhor afirmou que a resolução poderia ser mudada? Se não, o que o senhor e os Conselheiros do CFP estão esperando para corrigir este erro crasso? Entre a Lei e a vida, doutor, nós ficamos sempre com a vida e foi por isto que Dra. Rosangela foi punida indevidamente, porque optou por salvar centenas de homossexuais de um possivel suicídio. Entre a Lei e a vida, ela optou corretamente pela vida. Jamais qualquer psicologo consciencioso poderá atender os caprichos desta resolução que não tem razão de existir, pois é contra a liberdade do individuo e principalmente contra a vida.

Por um erro na confecção desta Resolução expôs uma profissional em risco de vida que teve que parar com suas atividades porque a maioria das associações homossexuais, bem como a CFP a expôs ao ódio de milhares de ativistas homossexuais brasileiros.

3. Quem entrou com o pedido de penalização de Dra Rozangela? Nós respondemos: A ABGLT, com certeza, e o Dr. Luiz Mott(provavelmente). Todos os diretores e ativistas de associaçoes homossexuais que não querem perder sua clientela porque consomem produtos que somente as associacoes homossexuais possuem, fazem de tudo para que nenhum homossexual deixe a pratica. Isto já está confirmado por nós. Temos suficientes testemunhas. Quando a reporter perguntou para o senhor: o que vale mais doutor, a vida ou a lei? Foi quando o senhor respondeu que a resolução pode ser mudada. Estamos esperando por bem mais de um ano por tal mudança e sequer a resposta devida a nossas duas cartas enviadas ao Presidente e Conselheiros do CFP, recebemos.

4. Perguntamos-lhe quantos dos 9 Conselheiros do CFP, e tambem se o senhor, são homossexuais ou adeptos/simpatizantes do homossexualismo? O senhor nao repsondeu. Isto não é Discriminação não, é apenas para saber se realmente este Conselho é democratico, isto é, se tem 50% de homossexuais e simpatizantes, deverá ter também 50% de Heterossexuais que não concordem com a pratica homossexual. Isto se chama democracia. Pois somente assim, poderemos ter um equilibrio em nossa sociedade. Nós também lutamos contra a HOMOFOBIA e quaisquer outros tipos de Discriminação, mas também lutamos contra a HETEROFOBIA. Por acaso o Conselho pensou em também proteger os Heterossexuais?

5. Fizemos a mesma pergunta relativa as CRPs e o senhor, conhecendo bem o perfil de sua instituição deverá saber o que pensam os que nela operam, ou seja, os conselheiros das CRP’s.

6. No jurado (de ambas as instituições) CFP E CRP-RJ que condenaram Dra. Rozangela, quantos heterossexuais que são contra a pratica homossexual participaram do juri? O senhor tambem nao respondeu.

7. Nós afirmamos em email-carta anterior que este julgamento foi um julgamento politico, discriminatório, porque a clausula incluida na CFP -01/99 discrimina os psicologos de ajudarem os homossexuais a deixarem tal pratica. Foi ela feita com a participação apenas de simpatizantes e/ou homossexuais? A confirmação disto é a sua atitude ao declarar no décimo aniversario desta CFP que o senhor estará lutando por esta bandeira contra a Homofobia no Nordeste. Nós esperamos que o senhor seja justo e lute também pela bandeira contra a HETEROFOBIA.

Para ser democratico, meu caro, o CFP e CRP’s deveriam ter 50% de heteros que respeitam o dreito de todos mas não aprovam a pratica homossexual e 50% de homossexuais, o senhor não acha? Até agora eu nao conheço o perfil destes Conselhos. Nós não fomos informados. Por que?

8. A Psicologia não é ciencia exata. O senhor e todos os Conselheiros sabem disto. Então por que os senhores deixaram incluir uma clausula que favorece as associacoes homossexuais em detrimento dos direitos dos homossexuais que querem deixar a homossexualidade por vontade propria? Onde está o direito igual para todos declarado pela nossa Carta Magna. Esta proibição é anti-constitucional.

9. Eu lhe disse que por 18 anos eu, Pr. Dr. Alberto Thieme e outros de nossos companheiros do MEN-Mov.Evang.Nacional  atuamos como palestrantes de ONGs desde 1986, ajudando as ONGs de recuperação de viciados em drogas, alcoolatras e prostitutas e que algumas centenas da clientela destas entidades, bem como dos dois orfanatos que fundamos, tendo um deles hoje uma clientela proximo a 700 criancas e adolescentes, e de outros que participam dos congresos do M.E.N, estão passando por dificuldades de contar com mão de obra voluntaria especializada em Psicologia porque todo o rumor feito pelo CFP, juntamente com as associacoes e ativistas homossexuais, afugentou os psicologos que já não podemos contar mais com a maioria deles. Então a sua falta de sabedoria, juntamente com a da 5a. vara do Rio de Janeiro, por atenderem os interesses de associações homossexuais, colocam em risco a vida de milhares de homossexuais e lésbicas que querem voluntamente deixar a pratica homossexual.

10. Recentemente li um artigo na internet que tenho guardado onde o senhor visitando uma associacao homossexual do Nordeste afirmou que a CFP tambem abraçou a luta contra a homofobia. Meu caro, esta luta não é de sua alçada, nem dos conselhos de psicologia. Isto foi feito pelo Governo Federal. Portanto, o senhor deixa clara sua idéia de aconchavo com as associacoes homossexuais em detrimento da vida de muitos que já se suicidaram e outros que se suicidarão. Porém, não vi o senhor dizer que também luta contra a HETEROFOBIA. Vistes a atitude dos ativistas gays na entrevista com o Deputado Federal Paes de Lyra, no POP show? De repente um ativista homossexual faz uma pergunta ao Deputado se ele votou contra ou a favor do PLC 122/06. Ele disse que votou contra. Imediatamente veio a resposta, como centenas deles fazem imediatamente:Então o Senhor é “HOMOFÓBICO”. Neste momento ele cometeu o crime de Heterofobia, porque dirigiu-se diretamente ao Deputado que tem o direito de votar contra ou a favor. No final do Program, aparece um homossexual “esculachando” com a Biblia, isto é crime: isto é Discriminação contra os que seguem os ensinos bílblicos que tem levado milhões, por séculos a uma vida com maior dominio, abençoada devido seguir os principios nela contidos. E o que os heteros fizeram? Alguém abriu algum processo contra os dois homossexuais?

Por isto, temos certeza, que o CFP abriu um precedente inconstitucional a favor das associacoes e ativistas homossexuais e contra a vida, aprovando esta Resolução. Este deslize precisa ser corrigido urgentemente.

11. O que o senhor chama de codigo de Ética, se tornou com esta clausula na CFP 01/99 a coisa mais anti-etica do mundo: permitir pessoas se destruirem, ao invés de dar-lhes as mãos para que sejam curados.

12. Dra. Rozangela descumpriu uma norma absurda, aprovada sem a participação total dos psicologos. Resoluções como estas, devem passar pelo crivo de todos os psicologos e não apenas dos Conselheiros Federais que se forem homossexuais ou simpatizantes apenas o que o senhor acha que aconteceria?

Por ultimo: Fico no aguardo de sua resposta, item por item. E peço-lhe a gentileza de ler o texto completo e levar nosso veemente pedido de eliminação desta clausula que proibe os psicologos de atenderem homossexuais que queiram deixar a pratica homossexual e ajuda-los na concretização de seus desejos através dos psicólogos.

Para seu conhecimento, várias autoridades federais já tomaram conhecimento e com certeza estão aguardando, como nós, a sua resposta e ação para atender nosso pedido de retirada deste artigo que impede os homossexuais que desejam voluntamente deixar a homossexualidade, serem assistidos por qualquer psicologo.

No aguardo de sua breve resposta.

Atenciosamente,

Pr. Dr. Alberto Thieme – email: thiemeus@yahoo.com
Ex-diretor de orfanatos e Pastor evangelico, fundador de 2 orfanatos, sendo que o primeiro deles acolhe mais mde 1.000 criancas hoje em S.Paulo

Palestrante sobre como Educar filhos pelo Instituto Haggai de Liderança Avançada

Palestrante sobre o Papel Social da Igreja pelo M.E.N. – Mov. Evang.Nacional para Redenção de Crianças e Adolescentes

Palestrante para ONGs que trabalham com drogados, prostitutas, homossexualismo, alcoolatras etc

ADHT – Associação para Defesa dos Heterosseuxais contra quaisquer abusos e crimes e ajuda aos homossexuais, lesbicas e do genero que queiram deixar a pratica homossexual
Emai: Defesa_hetero@yahoo.com.br –
Rev.Dr. Alberto Thieme
Presidente.

 




quarta-feira, 28 de março de 2012

DENUNCIA AO MPF-RJ SOBRE A JUSTIFICATIVA DO CFP SOBRE A RESOLUÇÃO CFP 0199

A/C  do Núcleo de Atendimento ao Cidadão da Procuradoria da República no Rio de Janeiro.

Ref. Petição Pública Nr. 2011.08.02.205518

Ref. DENUNCIA sobre os problemas que a Resolução CFP 01/99 tem causado a homossexuais que desejam deixar a pratica voluntariamente, e bem como informar sobre o grande problema que está causando ás ONGs que desenvolvem trabalhos sociais envolvendo homossexais, lésbicas e prostitutas, além dos incontestaveis comentários negando as informações principais que levaram os Conselheiros do CFP a  incluir os parágrafos 2 e 3, possívelmente devido a influencia da diretoria da ABGLT cujo Ofício Nr. PR 250/2010 (TR/dh) - Curitiba, 30 de julho de 2010 - Enviado pelo Sr. Toni Reis a MPF-RJ, tenta justificar em nome do CFP. Então isto denota claramente o interesse das ONGs de ativistas homossexuais em manter todos homossexuais obrigados a conviver com um comportamento que estão lhe causando males, porém, não conseguem deixa-lo pois a influencia das ONGs e ativistas homossexuais é muito forte, não os permitindo deixa-lo sem a ajuda de um psicologo, pastor, padre ou OBREIRO bem treinado para ajuda-los a superar tal comportamento não mais desejado.



I) FALHAS TÉCNICAS NA ELABORAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFP 001/99

Primeiramente peço-lhe desculpas ter que escrever um artigo longo, porém, os detalhes nele contido, julguei ser necessario informa-los a V.Sas para que tenham uma visão maior dos problemas causados por ativistas e associações homossexuais que possivelmente não sejam de seu conhecimento, bem como, informa-lo como os cristãos atuam nos trabalhos sociais onde estão envolvidos homossexuais. Está lançado o desafio. Leia somente quando puder lê-lo por completo. Desde já agradeço sua acolhida.

RESOLUÇÃO CFP N° 001/99

DE 22 DE MARÇO DE 1999

"Estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da Orientação Sexual"

OBS.: Estabelecer normas de atuação sobre  um tema tão polêmico e controvertido é  impor uma censura “a priori”, o que representa um retrocesso prejudicial à própria causa  que se pretende promover.



O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

OBS.:  Fazer uso de suas atribuições e  estabelecer normas onde a participação se limitou a seis pessoas, sem consultar os Conselhos Regionais, sem  uma discussão ampla, minimamente,  com a categoria profissional, não  reunindo as diversas contribuições das correntes psicológicas; ...

... sem consultar o  saber de outras ciências; ...

...  e nem ouvir  as diversas vozes  da sociedade  que estão  implicadas  com o  tema ...



Não é o esperado por parte dos representantes de uma categoria profissional que se coloca diante da sociedade como ouvidora dos sentimentos e emoções humanos para sua maior compreensão e apoio não só à  pessoa  como também à  comunidade em que vive;

...  não é o  que se espera  de uma instituição que se propõe a ser séria, ética, científica e respeitosa para com os Direitos Humanos.



O fato foi que,  esta postura parcial, além de restringir a liberdade de expressão dos que pensam diferente  sugere:

v  Censura científica; Tendenciosidade; Patrulhamento dos profissionais; Discriminação; Preconceito; Exclusão; Imposição; Autoritarismo; Coerção; Intimidação; Intolerância; Desrespeito;

v  Tentativa de impedir a livre expressão de opiniões;

v  Uma forma de desinformar à mídia e à população;

v  Uma maneira de enquadrar as pessoas;

v  Obrigar a pessoa a se submeter a um fatalismo existencial;

v  Uma tática de quem quer arbitrariamente impor sua visão dos fatos, sua ideologia e preferências sobre os demais;

v  Uma forma de calar as diferenças.

 

CONSIDERANDO que o psicólogo é um profissional da saúde;

OBS.: O interesse de atuação do psicólogo é mais amplo que o campo da saúde. O tema da orientação sexual  poderá ser discutido segundo o  binômio saúde-doença, que mesmo não sendo considerado “doença” pela OMS, torna-se em doença a partir do instante que seu praticante passa a ter distúrbios psicologicos e para o qual necessita de um profissional do ramo de Psicologia, mas não se limita ao mesmo. Os aspectos históricos, culturais, sociais,  religiosos, biológicos e outros são tão importantes quanto os psicológicos. As diversas visões e saberes ampliam o conhecimento e percepção acerca do tema para a sua maior e melhor compreensão.



CONSIDERANDO que na prática profissional, independentemente da área em que esteja atuando,  o psicólogo é freqüentemente interpelado por questões ligadas à sexualidade.

CONSIDERANDO que a forma como cada um vive sua sexualidade faz parte da identidade do sujeito, a qual deve ser compreendida na sua totalidade;

OBS.: Os profissionais ligados à psicologia, sociologia, antropologia e outros devem saber  que os estudos apontam para os múltiplos  fatores que contribuem para a  construção da  identidade de uma pessoa, um processo ao longo da vida.



O fato da  expressão sexual  fazer parte da identidade do sujeito não significa que não poderá sofrer alterações. O ser humano é dinâmico e sujeito a mudanças de acordo com as suas possibilidades internas e influências sócio-culturais.



Não podemos limitar a pessoa e nem impor a ela  a fatalidade da imutabilidade. A identidade do sujeito é formada por diversos papéis que  poderão se desenvolver e, outros, que  poderão ser abandonados, de acordo com as possibilidades e desejo de cada um.



Abalizar uma construção que sugere a imutabilidade,  além de violenta e a serviço de uma determinada ideologia,  constitui-se num  “psicologismo” inaceitável, um retrocesso para o crescimento e saber da ciência psicológica.



CONSIDERANDO que foi dito que a pratica da homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão; o que é contestável diante dos fatos documentados,

vemos aqui, mais claramente, a censura científica.  O CFP  impõe  uma posição sobre um assunto controverso e toma como definitivas posições  em que o saber científico não reconheceu. Esta consideração:

v  Não encontra  eco nas diferentes correntes psicológicas;

v  Sugere que o CFP está se respaldando em  correntes políticas e ideológicas relativistas hegemônicas do momento, o que é uma limitação ao saber psicológico ;

v  Baseia-se num entendimento parcial da CID 10, publicação da OMS, que procura ser ateórica,  em constante revisão e sofre influências culturais e políticas
(anexo 2).



O Conselho não deveria se pronunciar sobre o prognóstico de seus profissionais, no exercício das suas profissões. Isto coloca,  claramente,  o caráter tendencioso desta Resolução, que é o motivo maior de queixa de qualquer profissional consciente, além  da censura científica “a priori”.

Impor uma ideologia e filosofia não cabe a uma categoria profissional – seria  o mesmo que tentar moldar a identidade da pessoa à sua maneira, um dano não só para os adultos como também para as crianças e adolescentes em processo de desenvolvimento, o que constitui uma violência  social. A gravidade está no fato desta violência ser cometida por uma classe  profissional que deveria se preocupar, apenas, com o estudo para a compreensão do comportamento humano, como é a dos psicólogos.



Compreender os fenômenos sociais e psicológicos não nos dá o direito de ditar normas de conduta,  “fazendo a cabeça do outro”. É inaceitável este tipo de postura que deve ser  banida do nosso meio.



CONSIDERANDO que há, na sociedade, uma inquietação em torno de práticas sexuais desviantes da norma estabelecida sócio-culturalmente;

OBS.: O papel do psicólogo é conhecer, estudar e entender as inquietações sociais e suas normas. Não é  legislar sobre elas e nem  impor a sua ideologia e nem convicções políticas. Estar ao lado da pessoa/comunidade  ajudando-as  na reflexão acerca das  suas inquietações, assim como a fazer uma análise crítica sobre as suas possibilidades e responsabilidades comportamentais  no meio em que vive  é diferente de legislar e impor uma única forma de pensar.



CONSIDERANDO que a Psicologia pode  e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e  discriminações;

OBS.: O CFP, através desta  Resolução, apresenta a  idéia de que está  contribuindo para a superação de possíveis preconceitos e  discriminações.



De forma sutil podemos perceber o seu caráter discriminatório e  preconceituoso para  com outras pessoas/grupos sociais. Estou me referindo às pessoas que deixaram, espontaneamente, a homossexualidade e grupos de mútua-ajuda.



O CFP comete o agravante de construir  um instrumento  para a  discriminação de pessoas que requerem, urgentemente, a ajuda de um profissional baseado no conhecimento estereotipado destes deles,   em razão da sua fé cristã evangélica. Esta atitude  aponta para um ato criminoso, já mencionado na carta a qual esta Resolução e comentários são  anexo.



Considerando a informação dada no programa de TV SUPERPOP de que a cada 10 adolescentes homossexuais não aceitos pelos pais por causa da prática OITO deles acabam se suicidando, quando poderia ser evitado pelo tratamento de um profissional de psicologia porque muitas vezes, tanto os pais, quanto o filho homossexual não aceita serem aconselhados por um padre, pastor ou rabino, a presença de uma pessoa neutra religiosamente seria fundamental no processo de reversão dos desejos do adolescente por fim a vida. Sendo realmente válida esta informação ou não, a verdade é que muitos suicídios tem ocorrido entre os adolescentes homossexuais.



OS SETE CONSELHEIROS DA CFP REUNIDOS, RESOLVEM EM 01/1999:

Art. 1° - Os psicólogos atuarão segundo os  princípios éticos da profissão notadamente aqueles que disciplinam a não discriminação e a promoção e bem‑estar das pessoas e da humanidade.

OBS.: Em que ética o CFP se baseou? Não contribuímos para a não discriminação discriminando, mas,  sim, dialogando, isto é,  quando  toleramos as  diferenças.



Qual é o bem estar que o CFP tem promovido com a Resolução 01/99?



A que humanidade se refere? As pessoas que deixaram a homossexualidade, os grupos de mútua-ajuda, os profissionais que contribuem com o seu conhecimento para ajudar a estes grupos não fazem parte da humanidade?



Art. 2° - Os psicólogos deverão contribuir, com seu conhecimento, para uma reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas.


OBS.: Também cabe ao psicólogo contribuir com o seu conhecimento para uma reflexão e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que desejam deixar as práticas homoeróticas.



Da mesma maneira,  os psicólogos não deverão discriminar e nem estigmatizar os colegas  em função de sua fé religiosa,  desqualificando-os, enquanto profissionais, mesmo sendo graduados, especialistas, mestres, doutores, portanto, tendo a mesma formação acadêmica que os seus pares. Também não deverão discriminar  os colegas em função do seu conhecimento diferenciado, a partir de sua  experiência profissional com  uma  população específica com que trabalha ou contribui com o seu conhecimento científico.



Não se resolve uma discriminação impondo outra. O reconhecimento, tolerância  e respeito às diferenças deverão ser perseguidos por todo cidadão de bom senso.



Art. 3° - os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.


OBS.:  É o paciente quem dá a direção do trabalho para o psicólogo e o papel deste é estar ao lado do paciente para ajudá-lo a efetivar as mudanças que ele mesmo desejar. Quando o psicólogo tenta dirigir o paciente para o que ele não deseja  ele sai do atendimento. Se o homossexual procurou um psicólogo é porque ele está ávido pela solução tão desejada: “deixar a prática da homossexualidade”.

As pessoas só mudam o que desejam mudar, na hora que querem e podem mudar. Muitas vezes não querem mudança, mas, apenas,  entenderem o motivo pelo qual se  comportam desta ou daquela maneira, sentem  isto ou aquilo e ...  só. Cada caso deverá ser tratado de forma particular e não generalizada.

Porém, parece ingenuidade supor que não hajam pessoas insatisfeitas  com a  orientação homossexual e  não desejosas de receberem  ajuda para mudar.  As pessoas que procuram atendimento psicológico o fazem espontaneamente, por estarem em  estado de sofrimento – egodistônicas.


Considerando que a pessoa esteja adaptada à condição homossexual não teríamos fundamento para “tratá-la” e isto é um fato.
 Quem não deseja atendimento psicológico,   esteja egosintônica,   em não estado de sofrimento,  não vai procurar ajuda  profissional.  Se  procurar o profissional por outros motivos só será trabalhada nas questões que deseja    abordar.

A proposta de cura é desmedida, pois nem médicos nem psicólogos devem prometer cura para qualquer enfermidade ou desconfortos, pois  as recaídas poderão acontecer em todo tratamento,  quer físico ou   emocional. Por estas razões, fala-se  tanto em  prevenção e prevenção da recaída – é uma abordagem utilizada para aqueles que dela desejam e necessitam.

Este item sugere uma limitação da ação do profissional, impondo-lhe um único direcionamento, pois não se evita a patologização banalizando a mesma.

Esta parece uma medida restritiva aos que desejam e recorrem, livremente, ao atendimento psicológico. Em se tratando de crianças e adolescentes, ainda com identidade em formação o que o CFP  recomenda? Colegas não sabem o que fazer -  foi o que foi visto no Seminário de Direitos Humanos (CFP dez/02):  uma colega fez  uma pergunta que não foi respondida – a dúvida dela era com relação ao  que fazer com uma criança e o que falar para a mãe que procura o profissional porque o seu filho está apresentando sinais de transtorno de identidade sexual.

Esta Resolução trouxe mais confusão que ajuda, pois esta colega  deve ser uma dentre os diversos profissionais que não sabem o que fazer e  desconhecem  a recomendação da CID 10 que veremos no anexo 2, que respalda a intervenção do profissional de saúde mental nestas situações.

Parágrafo único - Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que  proponham  tratamento e cura das homossexualidades.

Vejam a que ponto chegaram os praticantes da homosssexualidade. Se isto não é uma doença, existe problemas sérios aí que os psícologos poderiam ajudar a evitar estes casos.

Existe um erro crasso nesta definição da OMS e repetida pelo Dr. Humberto Verona na entrevista que deu logo depois da condenação administrativa de Dra.  Rosangela. Veja sua palavra no link que tivemos que copiar internamente porque haviam dois com as mesmas declarações que foram retirados do YOUTUBE. Então veja nosso original abaixo:


O Presidente do CFP, Dr. Humberto Verona fez as seguintes declarações neste vídeo acima:

“E’uma questao não é considerada mais um transtorno, um desvio, uma perversão uma doença. É uma orientação da sexualidade humana e é assim que nós entendemos”



1. É UM TRANSTORNO SIM.

Se não fosse, não tinahmos tantos suicídios de homossexuais que não encotram apoio nos pais, na familia, em psiclogos (PORQUE ESTÃO PROIBIDOS) e restam apenas as ONGs de recuperação de HOMOSSEXUAIS, os pastores, padres e outros OBREIROS de ONGs especializadas no assunto.

Veja os seguintes links de homicídios de homossexuais:

1. Homossexuais e do genero, insatisfeitos com a pratica homossexual compõem o grupo de risco. Veja o link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o_sexual

Veja em FATORES DE RISCO:

Idade entre 13 e 19 anos (35% dos adolescentes brasileiros entre 13 e 19 anos tem ideação suicida)[47] ou depois dos 65;

OBS: Abuso de substâncias
O abuso de alcóol é um dos principais indicadores de ideação suicida.
Veja também:
Drogadição, Cocaína, Droga psicoativa, Alcoolismo


ATT. Estas drogas são muito usadas pelos homossexuais e uma investigação em SHOWS, FESTAS, E PARADAS GAYS demonstram esta realidade cruel. Isto eu vivenciei na pratica já no final da década de 60 quando fui Policial  Militar. Normalmente os travestis e gays encontravam-se sob efeito de drogas e alcoolismo.  Veja o link :  



Veja o que ele diz e o que causou o estardalhaço das Associações e Ativistas Gays pondo em alto risco a vida de Dra. Rozangela que recebeu várias ameaças de morte.

Neste LinVeja os seguinte  links :



REALIDADE INCONTESTÁVEL SOBRE O HOMOSSEXUALISMO – DEBATE PELO DR.ZENOBIO FONSECA
http://www.youtube.com/watch?v=N5lw809gB94&feature=fvw

Att. Veja ao final as palavras de um travesti espalhando ódio a quem ver suas declarações enfáticas porem COMPLETAMENTE ERRÔNEAS em relação a Bíblia Sagrada, sendo que ela comete crime por atingir os cristãos e judeus que tem uma reverencia fortissima considera a Bíblia como a unica regra de fé e prática.

Se a prática homossexual não fosse um TRANSTORNO  para muitos, a Dra Rosangela não teria atendido tantos homossexuais.



2. É UM DESVIO, DA PERSONALIDADE MUITAS VEZES, SIM.

Não há a menor sombra de dúvida de que a pratica homossexual é um TRANSTORNO ao praticante e que muitos perdem a noção do “certo” e “errado” sendo incitados por líderes ativistas homossexuais, como Léo Mendes em seu BLOG.  Veja o link abaixo:


OBS: Nesta semana (fim de setembro/2011) escrevi um email ao Sr. Leorcinio Mendes(Léo), aconselhando-o que retirasse este artigo acima. Veja o que este homossexual que foi um dos primeiros a obter o reconhecimento do casamento gay escreveu. ESTE É O FAMOSO PROSELITISMO E SEVICIAMENTO QUE tenho tido que tem havido fortemente por parte de líderes homossexuais

e nós tambem através de variados ministérios com ONGs que trabalham com dependentes de drogas, alcoolatras, prostitutas, homossexuais, criançs e adolescentes de rua, dentre os quais, calculamos que nestes 25 anos mais de 600 homossexuais deixaram a pratica devido a maneira como foram ajudados. Importante: O resultado de reversão da homossexualidade para a heterossexualidade normalmente foi solicitada por eles mesmos, por participarem diariamente de treinamentos para que fossem libertos das drogas e de todo tipo de vício ou comportamento ao qual a pessoa passa a ser uma escrava dela. Muitas das crianças que acolhemos das ruas de S.Paulo e cidades vizinhas traziam marcas profundas na alma de terem sido abusadas por um marginal jovem de rua. Com a continuidade do abuso, houve um  desvio de comportamento de variadas crianças e adolescentes que estavam assumindo serem homossexuais, quando não eram.



1.      É UM ATO PERVERSO SIM, EM MUITOS CASOS E ANTI-CONSTITUCIONAL.
Uma grandiosa maioria da população considera a pratica homossexual anti-natural e por serem cristãos, um ato de desagravo aos ensinamentos da Bíblia, lida e tida como regra de fé pela maioria da população Brasileira, que de Gênesis a Apocalipse condena esta prática desde quae 7.000 anos atrás e a população secular a considera uma pratica anti-natural peo mesmo periodo.

A perversidade contida na pratica homossexual vai refletir mais tarde, depois que acabou o show, quando o homossexual (conforme muitos depoimentos que temos) disseram que se julgavam um lixo e quando a festa termina, acaba-se o show, apagam–se as luzes e aí vem os “grilos” na consciencia do praticante que depois de alguns anos, acabam, alguns a ter sua mente CAUTERIZADA e já  a prática deste mal os incomoda menos. Veja o tesemunho do próprio Clodovil que declarou diante das telas da TV (um homem tão rico dque tinha tudo que precisava para viver), ter a coragem de dizer que não era feliz com a vida homossexual. Somente os SURDOS e CEGOS não estão vendo isto. Agora para provar um pouco mai da realidade, veja o que dizem os proprios gays das PARADAS GAYS, nos links abaixo:
RELAÇÃO DE VÍDEOS DAS PARADAS GAYS E A SAFADEZA EM PÚBLICO

0. PARADAS GAYS – A FESTA DA IMORALIDADE
http://www.jornaldiadia.com.br/jdd/artigos-e-opinioes/14118-parada-gay-a-festa-da-imoralidade

1.
É verdade que em paradas gays os homossexuais fazem sexo na rua e demais lugares públicos?
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110323075922AAZMII8

2. Katilene TV – PARADAS GAYS
http://www.youtube.com/watch?v=UVqh9XbE7mU

3. PARADA GAY DE SALVADOR – 2007
http://www.youtube.com/watch?v=7O6t0-yGHTA

4.PARADA GAY DE S.PAULO – 2010
http://www.youtube.com/watch?v=Sk7S_1zNxQI


6. Muitos Gays dando a maior pinta na Av.Parou viado !express# !metadata#! - 2008
http://www.youtube.com/watch?v=vURragbkf-4

7.TRAVESTI SE EMPOLGA NA PARADA GAY 2010
http://www.youtube.com/watch?v=hNSv34Wnnzs


9.Flagras.com -Parada GLS 2008 (Mossoró-RN)
http://www.youtube.com/watch?v=8C4QRfgKzGY&NR=1


11. PARADA GAY 2009 - TRAVESTI SEMI-NU NA RUA
http://www.youtube.com/watch?v=ID0CzgG3MzU&feature=related

12. Jovens deixam aula para práticar sexo no banheiro do colégio Estadual do Paraná
http://www.youtube.com/watch?v=Uu4H0YL98ZA&feature=related



16. VEJAM OUTRAS DECLARAÇÕES CONTRA AS PARADAS GAYS PELOS PROPRIOS GAYS
http://gaysdedireita.blogspot.com/ .....LEIA OS ARTIGOS ABAIXO :

16.1. A PARADA DA SEM-VERGONHICE
16.2. Crimes homofóbicos -  Será verdade -  Veja Neste Artigo
16.3. É verdade que em paradas gays os homossexuais fazem sexo na rua e demais lugares públicos
16.4. PARADAS GAY - VEJA O QUE OS PROPRIOS HOMOSSEXUAIS FALAM DAS DEPRAVAÇÕES SEXUAIS
16.5. Sair do armário - Direito ou Obrigação
16.6. SENTI VERGONHA DE SER GAY
16.7. Sexo na Parada Gay

Veja também o anexo abaixo:




17.
PRATICA DA HOMOSSEXUALIDADE NO EXERCITO....VEJA COMO AGEM OS HOMOSSSEXUAIS MILITARES

17.1. Ex-soldados forçados a fazer sexo com superior homossexual – 3/10/2010
http://www.youtube.com/watch?v=jO539oJgv3A

17.2. DENUNCIAS contra o major tenente coronel Alberto Almeida do Pará
http://noticias.r7.com/videos/ex-soldados-denunciam-que-eram-obrigados-a-fazer-sexo-para-continuar-a-carreira-militar-/idmedia/c31ebbf682550bb4b5eb1a28d8a46729-1.html

17.3. Programa "Aconteceu" relembra o caso dos militares homossexuais_ RedeTV! 20/10/2010 - PARTE 2.wmv
http://www.youtube.com/watch?v=gjqeiZhC9Dg

17.4.SOLDADOS HOMOSSEXUAIS DO EXERCITO dançam funk e assumem ser viados
http://www.youtube.com/watch?v=9fxzNvlltVE&feature=related

17.5. EXERCITO PRENDE O OUTRO SARGENTO GAY
http://www.youtube.com/watch?v=wzpgDgEmtGE&feature=related

17.6. Exército puniu soldados dançarinos de swingueira com prisão EM 15/12/2009
http://www.youtube.com/watch?v=dlhSD4BpB70&feature=related


OBS.: Como já vimos a compreensão do comportamento e orientação homossexual deve buscar a contribuição de diversos  saberes, quer  da psicologia, medicina, sociologia e outros, considerando o  entendimento de  cada área da ciência.



A proposta da psicologia não é o tratamento da homossexualidade em si, mas de uma ou quaisquer outras condições relacionadas à maneira de viver que coloquem esta pessoa em conflito com ela mesma. Isto deveria ser esclarecido para toda a população. A homossexualidade é como um sintoma e o profissional trabalha o que está por trás do sintoma e não o sintoma em si. Vejam que a maioria (praticamente mais de 90%) dos homicídios, a mídia não publica para não incentiva-lo áqueles que se encontram descontentes em não encontrar uma maneira e nem apoio de profissionais para conseguir deixar a “pratica da homossexualidade”. É um direito inalienável que esta Resolução está impedindo, levando centenas e centenas de homossexuais ao SUICIDIO.



Pessoas em conflito com a sua homossexualidade  precisam saber que encontrarão profissionais que se disponham a ajudá-las a superar este conflito. Não apresentar esta possibilidade  pode constituir-se  um ato criminoso, como os advogados americanos estão atentos e os advogados e legisladores brasileiros já estão na hora de se preocupar.



As instituições religiosas são mais procuradas que os profissionais para receberem suporte na área emocional. A Resolução 01/99 reforça para as mesmas o quanto ineficazes são estes profissionais que não conseguem compreendê-las em sua totalidade, muito menos  ouvi-las e  menos ainda ajudá-las.



É importante  lembrar que muito antes da psicologia existir, enquanto ciência,   pessoas contavam com a ajuda religiosa para as suas  questões emocionais e isto ainda ocorre. Diversos  estudos apontam para a eficácia da fé religiosa e o seu suporte para ajudar as pessoas.



Termos como tratamento e cura  não são de domínio da psicologia e nem da medicina. Além do mais,  podem ser  usados em vários contextos diferentes e segundo entendimentos diversos até mesmo por parte de religiosos.



É preciso tomar cuidado com os julgamentos ignorantes e  injustos nos meios psicológicos com relação aos religiosos, pois além de tendenciosidade,  que causam exclusão e constrangimentos, são incompatíveis com a proposta dos Direitos Humanos.



Art. 4° - Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

OBS.: A observação abaixo também se aplica ao Art 3º desta Resolução.

Uma Resolução de qualquer classe profissional não poderá ferir a Lei Magna da nossa nação.



O  Art 5º da CF/88 nos assegura o direito à liberdade, igualdade, reunião, livre expressão de pensamento, ir e vir, consciência e de crença, e outros, além de estar muito claro nos Artigos:

v Art. IV – “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;”

Como também no:

v Art. IX - “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independente de censura ou licença;” 



Art. 5° - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 6° - Revogam-se todas as disposições em contrário.

Brasília, 22 de março de 1999.

ANA MERCÊS BAHIA BOCK

Conselheira Presidente



OBS.: As observações feitas sobre esta Resolução são de minha autoria, acrescidas da contribuição das falas ouvidas a partir de 1999  e dos escritos dos amigos, colegas, advogados, psicólogos e psiquiatras e outros das minhas relações. Os seus nomes não foram citados  por não ter tido tempo hábil para consultar a todos;   alguns que consultei desejam ficar no anonimato, pelas razões expostas na carta e outras de fórum íntimo, que merecem todo respeito.





ii) MAIS FALHAS NA CONCEPÇÃO E APLICAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFP 001/99

Lendo o pronunciamento do CFP sobre questionamentos feitos pelo Ministério Publico Federal quanto a Resolução CFP 01/99, gostaria de expor alguns sérios problemas que provavelmente V.Sa. não tomou conhecimento ainda e que tem afetado não apenas os homossexuais que querem (e tem o direito de acordo com nossa Carta Magna) de contar com o apoio de profissionais ou pessoas qualificadas, no caso os pastores, padres e obreiros com especialização nesta area, e psicologos(que desde 1999 estão proibidos) para deixarem a prática da homossexualidade tão desejada por centenas de Brasilieros que infelizmente acabaram sendo enganados ou forçados, ou por outros motivos acabaram por serem iludidos a se tornaram homossexuais.

O caso é mais grave do que tanto os Conselheiros e o Presidente do CFP quanto V.Sa não terem tomado conhecimento em “campo” do que ocorre com um homossexual que precisa de cuidados de um psicologo e este o nega, por estar impedido pela CFP 01/99 de dar o atendimento solicitado para deixar a pratica homossexual.

No documento da CFP está o parágrafo seguinte: “O documento inclui relevante posicionamento do psicólogo e reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ricardo Vieiralves, que declara apoio integral á Resolução. O reitor afirma que A literatura séria e reconhecida da ciência psicológica e a comunidade científica não consideram homosexualismo doença e, por isto, intervenções indevidas nos direitos de opção livre de indivíduos só servem à intolerância, à barbarie e à violência social”.

Sabemos perfeitamente o parecer da OMS e do CID 10 que não considera doença o homossexualismo mais. Porém, a partir do momento que esta prática passa a incomodar o praticante, muitos deles se não tiverem o apoio de um profissional da area da psicologia, ou de um pastor, padre, rabino ou obreiros experientes  de ONGs que trabalham em varios segmentos e acabam por receber homossexais dentro dos sub-segmentos que elas atuam e que se não fossem as ajudas recebidas dessas ONGs, muitos homossexuais já teriam dado fim a sua propria vida, sendo que antes essas ONGs contavam com psicologos que ofereciam seus serviços gratuitamente, sendo agora impedidos por esta Resolução.

Para seu conhecimento nenhum cristão considera o homossexualismo uma doença, tendo alguns usado palavras como ‘curar’ apenas no sentido de “libertar” para identificar que os praticantes da homossexualidade que foram tratados pelas ONGs tiveram que contar com a ajuda de medicos, psicologos e particurlamente de pastores, e obreiros cristãos experientes, porque no nosso ponto de vista este problema não é apenas humano como pudemos constatar em variados casos. Os cristãos jamais considerou a pratica homossexual, uma doença. Outro detalhe não pesquisado a fundo pela OMS é sobre os malefícios que esta pratica trazem ao praticante do homossexualismo com o passar ds anos pois o anus não foi feito para receber penetração e isto está mais do que confirmado pela medicina. E a partir do instante que o praticante do homossexualismo não deseja mais continuar na pratica mas psicologicamente ele está completamente afetado. E daí a OMS considera uma doença?  O mais terrivel é a OMS não considerar perversão, classificando-a como uma prática normal. Se fosse normal não seria combatida pela maioria do povo brasiliero e de todo o mundo.  Desculpe-me, mas por trás da OMS tem outros interesses ligados a ONU relativos a redução da população que ela já se declarou oficialmente. Veja o link: http://mortificatio.blogspot.com/2009/12/onu-propoe-reducao-da-populacao.html

Nós a classificamos como um comportamento anti-natural e grave pecado segundo os ensinos Bíblicos e segundo a propria humanidade sem considerar o fator religião, muitos também a considera como pratica depravada desde vários milenios atrás. Para entenderes porque Deus inspirou profetas e apostolos para escreverem contra esta pratica é porque quem comete este pecado não peca apenas contra Deus.

Ele peca contra seu proprio corpo, contra o parceiro(a), contra as famílias representadas por um ato sexual egoísta que apenas traz prazer aos seus praticantes, sem jamais este prazer redundar em em continuidade da vida, satisfação dos pais e parentes que esperam sempre que um dia seus filhos venham a constituir familia e os pais verem a sua geração, fruto de suas uniões matrimoniais. Mas infelizmente muitos por variados motivos preferiram buscar os prazeres apenas para satisfazer sua egoista satisfação carnal. 

Esta teoria “do prazer a qualquer custo”, tem trazido o devido dividendo a seus praticantes, como exposto acima, afirma a Palavra de Deus e a história de vida de muitas pessoas que aconselhamos e preferiram continuar na pratica do prazer temporal pecaminoso já não estão mais entre nós, tendo muitos deles morte horrenda devido a AIDS e outras doenças venéreas. Temos certeza que esta prática deve contar com outras alternativas e não apenas oferecer proteção, mas sim orientação dos resultados que ela provoca no praticante, nos seus familiares e em terceiros que acabam por contrair doenças também. Já é sabido pelos medicos que a camisinha já não protégé o individuo de outro tipo de infecção o HPV. Veja o link : http://www.virushpv.com.br/novo/ .

E já temos tratado muitos casos  em que o praticante da homossexualidade nos informou que já havia pensado no suicidio por não ter encontrado ajuda, e hoje centenas de centenas deles são gratos pela ajuda de inumeras ONGs e igrejas cristãs, catolicas e judias que estenderam a mão para ajuda-los a deixar tal pratica.

Por variadas vezes encontramos meninos e adolescentes como verdadeiros “farrapos humanos” forçados por adolescentes, jovens de rua  e marginais que abusam dessas crianças e adolescentes forçando-as a terem relações homossexuais e com o passar do tempo, o problema de identificação sexual torna-se um sério problema psicológico. Graças a Deus a grande dos que temos tratado deixaram a pratica homossexual devido ao amor recebido e as variadas sessões de aconselhamento pastoral, pois não podemos contar mais com psicologos que após a condenação de Dra Rosangela Justino, nossa colega de ministerio, querida em todo o Brasil pelas preciosas palestras de como educar filhos e conselhos sábios aos pais na Educação de seus filhos, ganhou notória apreciação não somente pela comunidade evangelica Brasileira (hoje quase 40 milhões), mas pela maioria das ONGs, pastores, padres, rabinos e outros envolvidos com algum trabalho na area social.

Então creio que a ultima definição feita pela OMS e o CID 10 não reflete a realidade de “campo” comprovada por variadas ONGs Brasileiras, e também por orfanatos como o que fundamos (distribuidos em variadas casas-lares) que acolhem quase 1000 criancas e adolescentes, dando assistencia integral a crianças e adolescentes na faixa de 0 a 18 anos. 

Todas estas definições foram feitas, infelizmente com outras intenções e não representam a realidade vivida por muitos, uma vez que de tempos em tempos a propria ciencia muda, como os conceitos destas entidades mudaram há poucos anos atras. E quem pode garantir que daqui a 20 anos eles não estarão contradizendo o que hoje é uma verdade para eles? Se isto já ocorreu recentemente poderá sofrer mudanças novamente. Principalmente numa ciencia inexata e nova como é o caso da Psicologia. No Brasil ela foi reconhecida há apenas 47 anos atrás, estou certo?

Por isto acho imprópria a afirmação de V.Sa, querer rotular toda intervenção como sendo “ïndevida”quando somente no caso de Dra Rosangela Justino, mais de 300 homossexuais deixaram a homossexualidade sem barbárie, nem intolerancia e muito menos violencia social. E foi injustamente julgada. Já escrevi para o CFP tres cartas com perguntas muito sérias, mas até o momento recebi apenas uma pequena satisfação querendo justificar o julgamento da psicóloga carioca. Resposta esdruxula e sem fundamento, pois entre a Lei e a vida, sempre os cristãos optam pela vida. É um principio Biblico.

O mesmo tem ocorrido com nossos ministerios no Brasil todo e da mesma forma, todos que tomaram a decisão de deixar a pratica homossexual, o fizeram por livre e espontanea vontade, sendo apenas orientados e ajudados a abandonar esta pratica anti-natural que para a maioria da população Brasileira que é catolica, cristã, é também considerada “pecado abominável” como bem descrevem variados textos sobre este assunto de Genesis a Apocalipse Temos variados testemunhos escritos, mas bom seria se o pessoal do MPF-RJ pudesse ver na íntegra um ex-gay e ex-travesti explicando com clareza o grande problema que esta pratica causa aos seus praticantes. Veja os Links abaixo:
Testemunho de Joide Miranda - Ex-homossexual e ex-travesti
http://www.youtube.com/watch?v=tJB1X4XDcDk
http://www.youtube.com/watch?v=bzhAeu3NqkM&NR=1
http://www.youtube.com/watch?v=AZXa_dWUl_c&NR=1

e o seu Senhor também foi crucificado.  8 E jazeräo os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama So   O que a CFP (seu Presidente e seus NOVE Conslheiros), com a ajuda da ABGLT e outras associações e ativistas homossexuais fez foi expor á ignomínia nacional,  uma senhora de bem, casada, mãe de dois filhos que há mais de 30 anos desenvolveu com muito amor um trabalho social nas dependencias de sua igreja da mesma forma como desafiamos centenas de lideres e pastores nos CONGRESSOS do MEN – Movimento Evangelico Nacional para a Redenção da Criança e do Adolescente desde 1986, para que fizessem o mesmo, ou seja, usassem melhor seus templos que tem um uso em torno de apenas 20% do tempo, para desenvolver alguma obra social. Resultado disto, temos denominações evangelicas que abraçaram o desafio e a maioria acabou por desenvolver variados trabalhos sociais, desde escolas, crèches, até fundar ONGs com a ajuda financeira dos dizimos e ofertas dos proprios membros.

Uma delas nos contou num dos Congressos onde havia mais de 1.000 lideres que trabalham ou desejam desenvolver algum trabalho social que uma das denominações evangelicas saltou de 6 trabalhos sociais que desenvolviam em 1986 para mais de 186 até 2005.

Tenho absoluta certeza que suas palavras “…intervenções indevidas nos direitos de opção livre de indivíduos só servem à intolerância, à barbarie e à violência social” são injustamente aplicáveis aos trabalhos desenvolvidos por tantas ONGs e igrejas cristãs. Como V.Sa. fez uma declaração genérica, foi infeliz porque V.Sa. não foi a campo visitar as ONGs que cito neste documento,  pois jamais se aplica este conceito preconceituoso as mais de 1.000 ONGS e igrejas que desenvolvem trabalhos sociais sérios e jamais ocorreram tais “intervenções indevidas” e muito menos com a Dra Rosangela Justino, batalhadora a favor do bem de todos que a procuraram, e muitas vezes, sem dinheiro, ela deixou de cobrar para ajudar alguem que desesperadamente pediu-lhe ajuda. ISTO NINGUÉM VIU.
 
   Mostre-nos apenas uma falha em ONGs ou no trabalho da propria Dra. Rosangela cuja intervenção foi indevida, já que seu conceito é generico.  E acredito piamente de que todos os apoios que recebemos (e já não recebemos mais por um “furo” ideológico, interesseiro da CFP, que fez aconchavo com a ABGLT  que abriu o processo administrativo contra a Dra Rosangela, com o aval de outras associações homossexuais, que tem por pratica perseguir os cristãos e judeus (pastores e padres principalmente) com ações judiciais e ameaças de morte conforme fizeram com outros que tiveram que se refugiar em outros paises para não serem mortos, como o filósofo Alvaro de Carvalho, o escritor Julio Severo, eu, Pr. Dr. Alberto Thieme que recebi 5 ameaças de morte e 4 ameaças de agressão fisica quando for identificado pelos ativistas homossexuais, o Bispo de Olinda cujos clamores pela maneira como foi tratado nos emails e na mídia. Veja o link: http://www.dar.org.br/episcopal/383-da-intolerancia-homossexual.html.
   Desculpe-me mas a imagem passada para qualquer leitor é que existe um  aconchavo claro nas declarações do proprio presidente do CFP e da ABGLT conforme artigo da Folha de S.Paulo “Conselho comemora dez anos de resolução contra homofobia”,

por MARCELO CERQUEIRA SALVADOR, 27/08/09

O que na verdade está ocorrendo não é um combate a HOMOFOBIA, mas sim uma ajuda assumida pelos governos Federal, Estaduais e Municipais contribuindo fortemente para o aumento de adeptos da pratica homossexual através do proselitismo desenvolvido pelos ativistas homossexuais treinados pelas associações homossexuais.

Infelizmente a CFP tornou-se aliada em tudo das associações homossexuais e logicamente luta para manter esta Resolução que impede o homossexual de deixar a prática da homossexualidade que é exatamente o que as associações homossexuais querem, para não perder um cliente. Por isto, digo que estamos diante de uma possível “gaystapo”.

O CFP não pode se posicionar nem a favor e nem contra a homossexualidade. Não é do ambito das funções dos Conselheiros opinar a favor ou contra um comportamento, pois não é de sua competencia interferir na sociedade quanto a isso, mas sim cuidar dos psicólogos de tal forma que venham a ser uteis a sociedade e não impedi-los de ajudar aqueles que clama por ajuda. Desculpe-me pela sinceridade, mas a meu ver deveriam ter vergonha de ter lançado uma Resolução como esta,  e isto está provado pelo convite de como combater os cristãos e judeus que recebi e que posso repassa-lo na integra.

Jamais uma instituição séria como deve ser um Conselho Federal de Psicologia, tomar partido de um tema que não lhes cabe opinar. O que está em jogo aqui é a ajuda que a Psicologia pode dar e não o que ela pensa sobre o tema.  Veja os comentarios do escritor Julio Severo no seu BLOG, link: http://juliosevero.blogspot.com/2009_08_01_archive.html

Temos mais do que certeza de que hoje os ativistas homossexuais tem um modo de agir semelhante ao usar o mesmo palavreado, jargões e frases repassadas por lídres homossexuais promovendo o Treinamento dos mais novatos tanto no Brasil como no exterior para se tornarem ativistas homossexuais.

Para que os homossexuais se tornem ativistas, recebem Treinamento gratuito, conforme convite que recebi para que 250 Homossexuais Brasileiros fossem  gratuitamente a Lima-Peru, em Maio/2010,  para serem treinados para aprendem a combater os cristão e judeus. Percebi, claramente nos mais de 300 emails que recebi, que a primeira coisa que mais incomoda os gays é a Biblia, os princípios cristãos que não aceitam tal pratica por ser considerada anti-natural por toda humanidade por mais de SETE milenios e grave pecado em toda a Biblia, de Gênesis em Apocalipse em 56 textos. Vejam a atitude do travesti quando o program de entrevista do Dr. Zenóbio Fonseca se encerra. Jamais isto poderia ser feito pois aquele cidadão, com certeza, a pedido de alguma Associação Homossexual,  aviltou a Biblia considerando-a um “lixo” desprezivel e caduca.  Este comportamento feriu milhões de brasileiros que assistiram aquele debate. Veja  no link:
REALIDADE INCONTESTÁVEL SOBRE
O HOMOSSEXUALISMO

http://www.youtube.com/watch?v=N5lw809gB94&feature=fvw

Percebemos a mesma tônica de argumentos simplerrimos usados por todos ativistas homossexuais que aprenderam o básico de como distorcerem os textos biblicos que podem ser encontrados através do  www.google.com.br que foram devidamente combatidos e nenhum deles teve a coragem de contradize-los.

O “apartheid” não é algo que vai acontecer, já está acontecendo e isto causará piores danos ao segmento gay. Eu disse isto ao Toni Reis e ao Leo Mendes, Presidentes da ABGLT, a maior associação homossexual do Brasil,  e a um cem numeros de ativistas homossexuais há mais de 2 anos atrás e por isto fui maltratado por grande parte deles. E hoje já vemos os resultados: aumentou o numero de crimes envolvendo homossexuais. Outro dado que não vejo os defensores da pratica homossexual observer é o crescimento de casos de AIDS no segmento gay. Nos EUA, em 2008, a AAP anunciou um crescimento de 50% de soro positivo no segmento gay. E no Brasil tem alguem se importando com isto? Ou apenas importam-se com as ricas realizações das PARADAS GAYS para atrair mais inocentes brasileiros a esta prática depravada. Se não o fosse, não estariam drogados e bebados mais de 20 garotos na faixa dos 10 aos 15 anos, na Parada Gay de 2009. Isto foi visto pessoalmente por um Jornalista que publicou a materia logo depois daquela Parada Gay. Veja o link: http://www.jornaldiadia.com.br/jdd/artigos-e-opinioes/14118-parada-gay-a-festa-da-imoralidade.

Conheço perfeitamente o perfil dos homossexuais, travesties, etc, porque na década de 60 fui militar e não foram poucas as vezes que tivemos que retira-los do Centro de S.Paulo porque estavam transtornando a vida de transeuntes, principalmente na região do bairro Santa Efigenia.

Infelizmente depois de mais de 40 anos, o mesmo volta a ocorrer recentemente em um bairro residencial de Curitiba-PR onde a policia teve que intervir novamente quando um grupo de homossexuais e travestis resolveram fazer ponto num bairro residencial, tentando atrair jovens moradores do proprio bairro.

Seria bom se os vários psicologos que me escreveram cuja maioria se intitulou marxistas/Leninistas lessem o livro “ ERA KARL MARX UM SATANISTA? De Richard Wurmbrand. Logo na introdução vais encontrar as seguintes frases de Marx: "Os vapores infernais elevam-se e enchem o cérebro, Até que eu enlouqueça e meu coração seja totalmente mudado vê esta espada? O príncipe das trevas, Vendeu-a para mim." (Marx) . Vemos com clareza que a negação da existencia de Deus levou-o á fazer um pacto com o Principe das trevas.

Escrevendo ao Caro Dr. Ricardo Vieiralves, deixando Marx de lado, pois não comungamos com o apoio por ele expressado a Resolução CFP 001/99, conforme V.Sas podem perceber no oficio recebido da CFP,  gostaria muito de que o Dr. Vieralalves fosse a “campo” visitar variadas visitar ONGs que cuidam de crianças e adolescentes de rua e abandonados, bem como as ONGs de recuperação de viciados, de alcoolatras, de prostitutas e de homossexuais/lésbicas e do genero e a “calçar os sapatos” de seus dirigentes e obreiros por alguns dias no atendimento aos drogados homossexuais, alcoolatras homossexuais, meninos e adolescentes homossexuais” e sentisse bem de perto o pulsar do coração deles que almejam por libertação desta pratica maldita e não de conselhos chulos de continuarem nesta pratica e se afundar mais no lamaçal da pratica anti-natural e abominavel do homossexualismo, como declara o Livro dos livros.

A verdade é que nos mais de 300 emails que recebi de homossexuais, cada um grita de uma forma que demonstra a insatisfação da vida que levam e infelizmente o governo, psicologos, CFP e CRPs nunca pararam para estudar outras alternativas de ajuda a esta classe de pessoas desnorteadas nos valores morais e sociais da familia, como V.Sa pode ver no testemunho abaixo. O clamor da maioria das centenas que também ajudamos a serem libertos deste mal,  tiveram o mesmo problema que o ex-homossexual testemunha abaixo.



Isto não se caracteriza como uma mistura do Cristianismo com Psicologia. De maneira nenhuma, seria como falar em misturar água com oleo. Cada um tem sua função, porém o que a Psicologia não resolve, para Deus não há impossiveis, principalmente para aqueles que realmente creem nEle.

Estejam atentos ao que ele diz e que escrevi tres emails para o Presidente da CFP que não respondeu ao seríssimo problema enfrentado por muitos homossexuais que querem uma solução eficaz para deixar a pratica homossexual e não conselhos para continuar na pratica e aprender como superar seus “grilos” psicológicos. Isto não atende aos anseios dos muitos homossexuais que recebemos e que Dra. Rozangela também recebeu e teve sucesso absoluto na libertação destas pobres criaturas que estavam sofrendo por causa da pratica homossexual, que nehum outro psicologo teve a coragem de peitar o CFP e resgatar mais de 300 homossexuais para uma vida com Deus, pautada no bom senso, na familia tradicional e hoje são felizes pais de familia e até avós. Lembrem-se que quando conflita fé com lei, e morte com a vida, todos os cristãos verdadeiros, optam pela fé e pela vida.

NOTÓRIO SABER????  

Deixei para o fim os comentários que CFP escreveu para MPF-RJ sobre o participantes para elaboração da CFP 01/99. Ele disse o seguinte:”O texto apresentado ao MPF reafirma a posição do CFP na defesa a livre orientação sexual e dos direitos humanos. Para sua elaboração, o Conselho Federal de Psicologia convidou profissionais e pesquisadores de notório saber na profissão, como os professores Pedro Paulo Bicalho, Sandra Elena Sposito, Anna Paula Uziel, Marcus Vinícius de Oliveira e Marco Antônio Coutinho Jorge, além do professor Paulo Cecarelli, que participou da construção da Resolução CFP nº 001/99.

Pois  bem “os profissionais e pesquisadores de NOTÓRIO SABER na profissão(psicologos, óbvio) tiveram seus curriculos atuais retroagidos a 1999 e para completa surpresa nossa, não existe um sequer  que pudesse realmente arcar com tamanha responsabilidade e talvez exceto um que possamos dizer que possuia “RAZOÁVEL SABER”. Sómente o saber não é o suficiente para se fazer uma Resolução como esta. É preciso “anos de Estrada” de experiencia prática no tratamento de homossexuais. Fiz tres faculdades e não saí formado em nenhuma delas. Saí apens INFORMADO, como a maioria que foi citada com NOTORIO SABER, tinha apenas informações por ter cursado uma Faculdade de psicologia, mas não tinham ainda a FORMAÇÃO que vem com a experiencia no dia a dia trabalhando. E este não é o caso da maioria citada.

Tenho todos os curriculos salvos em uma pasta. Se desejar analiza-los como estando no ano de 1999 e desejasse contratar um professor de psicologia para a UERJ, duvido que muitos deles estariam aptos para tal. Pode ser que talvez um ou dois deles possam ter experiencia de campo antes de 1999 que pudesse ser selecionado por V.Sa.

Leia-o no link o interesssante testemunho de Jairo Machado Junior: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=1211              Deus me Tirou do Homossexualismo - Publicado em 7/28/2005

Fim das Considerações Praticas sob ao Oficio enviado pelo CFP ao MPF, Nr.



III) . VEJAMOS O TESTEMUNHO DE OUTRO PSICÓLOGO SOBRE O ASSUNTO:

Psiquiatra Pró-Gays Agora Acredita Que a Mudança é Possível



(9 de Maio de 2001)... O psiquiatra que liderou o grupo que retirou a homossexualidade do manual de diagnósticos em 1973, agora diz que a homossexualidade pode ser mudada. 

Seu novo estudo voltou a atenção da mídia em todo o mundo para a conferência anual da American Psychiatric Association – APA (Associação Americana de Psiquiatria) que aconteceu no dia 9 de Maio.

O estudo do Dr. Robert L. Spitzer foi financiado pela unidade de pesquisa do seu departamento. Ele é Professor de Psiquiatria e Chefe de Biometria na Universidade de Columbia.

"Da mesma forma que muitos psiquiatras," diz o Dr. Spitzer, "eu pensava que alguém poderia resistir contra o comportamento homossexual – mas que ninguém poderia realmente mudar a orientação sexual. Agora acredito que isso é falso – algumas pessoas podem mudar e realmente mudam."

Muitas associações de saúde mental têm divulgado recentemente avisos sobre a terapia que muda a orientação sexual. Pode-se renunciar ou resistir aos sentimentos e fantasias homossexuais, muitos clínicos concordam – mas não se pode transformá-los.

Mas em um painel de discussão apresentado durante o encontro anual da A.P.A., Spitzer apresentou a evidência das suas conclusões.

Ele relatou as entrevistas que fez com 200 pessoas (143 homens e 57 mulheres), as quais descreveram suas histórias de sexualidade e envolvimento emocional, incluindo a experiência pessoal de mudança da orientação homossexual para heterossexual.

Dr. Spitzer é conhecido na história da psiquiatria pelo papel científico que desempenhou em 1973 – ele liderou o grupo que investigava se a homossexualidade deveria ser removida do manual de psiquiatria. Dr. Spitzer lançou duras críticas, durante aquele evento histórico, sobre os psicanalistas que queriam manter a homossexualidade na lista das desordens. Desde então, Dr. Spitzer esteve convencido de que a orientação sexual é imutável. 

Mas no dia de abertura da conferência anual da A.P.A há dois anos – em 1999 – um grupo de ex-homossexuais que se manifestava à entrada do edifício onde aconteceria a conferência chamou a atenção do Dr. Spitzer.

Os manifestantes faziam objeção à recente resolução da A.P.A., a qual desencorajava a terapia de mudança da homossexualidade para a heterossexualidade. Eles carregavam cartazes com os seguintes dizeres, "Homossexuais Podem Mudar – Nós Mudamos – Perguntem-nos!"

Outros diziam, "Não Me Confirme em Um Estilo de Vida que Estava me Matando Física e Espiritualmente,” e “a A.P.A Traiu a América com a Ciência Politicamente Correta.”

Alguns psiquiatras jogavam fora os folhetos que estavam sendo distribuídos pelos manifestantes. Mas outros paravam para lhes dar algumas palavras de apoio.

Dr. Spitzer estava cético, mas decidiu descobriu por si mesmo se a orientação sexual pode ser mudada. Ele elaborou uma entrevista por telefone com 45 minutos de duração na qual ele mesmo dirigia os tópicos. Muitos dos entrevistados foram indicados pelas organizações - The National Association of Research and Therapy of Homosexuality – NARTH (Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade) e pelo Exodus, um ministério de ajuda para os que lutam com a homossexualidade. Para ser candidato à entrevista, a pessoa tinha que ter experimentado uma mudança significativa da atração homossexual para a heterossexual, e que estivesse durando por pelo menos cinco anos.

Muitos disseram que a fé religiosa era muito importante em sua vida, e aproximadamente 50% das mulheres e 75% dos homens entrevistados tinham se casado (casamento heterossexual). Muitos deles buscaram a mudança porque o estilo de vida gay lhes deixara emocionalmente insatisfeitos. Muitos estiveram perturbados pela promiscuidade, por relacionamentos conturbados, conflitos com valores religiosos e o desejo de viver o casamento heterossexual (ou de permanecer nele, no caso dos que já eram casados).

De um modo geral, os esforços para a mudança não produzem resultados significativos nos primeiros dois anos. Os entrevistados disseram que encontraram ajuda ao examinar suas  famílias e vivências da infância, e ao entender como aqueles elementos podem ter contribuído com sua própria identidade e orientação sexual. Relacionamentos saudáveis com pessoas do mesmo sexo, técnicas terapêuticas de comportamento e terapia em grupo também foram mencionados como sendo especialmente úteis.

Para a surpresa dos pesquisadores, de acordo com os entrevistados, um bom desenvolvimento da heterossexualidade foi obtido por 67% dos homens que raramente ou nunca sentiram atração pelo sexo oposto antes do processo de mudança. Quase todos os entrevistados disseram que agora se sentiam mais masculinos (no caso dos homens) e mais femininas (no caso das mulheres). 

"Ao contrário do que diz a sabedoria convencional,” Spitzer concluiu, “alguns indivíduos altamente motivados, fazendo uso de vários recursos para mudar, podem alcançar uma mudança significativa em múltiplos indicadores da orientação sexual, e alcançam bom desempenho heterossexual."

Ele acrescentou que a mudança da homossexualidade para a heterossexualidade geralmente não é uma questão de “ser uma coisa ou outra”, i.e., trata-se de um processo contínuo de diminuição da homossexualidade e expansão do potencial heterossexual, o que é demonstrado em ampla diversidade de graus.

Mas, Dr. Spitzer disse, suas descobertas sugerem que a mudança completa – a extinção de todas as fantasias e atrações homossexuais (que geralmente é um alvo considerado irreal em muitas terapias) é provavelmente muito incomum. E mais: quando os entrevistados realmente não mudaram de orientação sexual – por exemplo, a mudança ocorreu na área do controle do comportamento e da identidade própria, mas as atrações pelo mesmo sexo não cessaram completamente – eles disseram ter havido um desenvolvimento da saúde emocional e em seu funcionamento como um todo.

Até hoje, este parece ser o estudo mais detalhado sobre a mudança de orientação sexual que já se fez, versando sobre vários indicadores da homossexualidade. Estudos anteriores normalmente abordavam uma ou duas dimensões da orientação sexual, como comportamento e atração. As ferramentas dessa recente investigação foram desenvolvidas com a colaboração de um psiquiatra de Nova York, Dr. Richard C. Friedman.

Dr. Spitzer usou uma entrevista elaborada de modo que outras pessoas pudessem saber exatamente quais perguntas foram feitas e quais as opções de respostas os entrevistados tiveram para escolher. Todos os dados estão disponíveis para outros pesquisadores, inclusive fitas cassetes onde ficou gravado em torno de 1/3 das entrevistas, as quais (com a permissão dos entrevistados e sem referência aos nomes) podem ser ouvidas por pesquisadores que desejem avançar neste tipo de pesquisa.

Ele expressou sua gratidão a Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade e ao ministério com ex-homossexuais Exodus, “sem o qual este estudo não teria sido possível.”

O presidente da Associação Americana de Psiquiatria, Daniel Borenstein, foi procurado pelo jornal Washington Post para comentar sobre o estudo recente do Dr. Spitzer. “Há um grupo de pessoas que pensa que todo comportamento homossexual deve ser mudado... e eles tentam impor seus valores [sobre os homossexuais], o que é inapropriado”, ele disse.” Só que Saniel Boreinstein se esqueceu que quem desejou deixar a homossexualidade foi o proprio homossexal antes de procurar por um psicólogo”.

Dr. Spitzer concordou que este estudo não deva ser usado para justificar coação, nem como argumento para negar os direitos civis. “Mas os pacientes devem ter o direito,” afirmou Spitzer, “de explorar seu potencial heterossexual.”

--Linda Ames Nicolosi

Aguardamos sua acolhida e resposta favorável ao cancelamento da Resolução CFP 01/99.

Um forte abraço,

Pr.Dr. Alberto Thieme
p/MEN – Mov. Evangélico Nacional para a Redenção da Criança e do Adolescente, com representantes em mais de 20 Estados e alguns com mais de um repr
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