COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Alemanha e Áustria: IMÃS advertem Muçulmanos a não se integrarem com a sociedade

Alemanha, Áustria: Imãs Advertem Muçulmanos a Não se Integrarem

domingo, 29 de outubro de 2017

Alemanha: Agora é Oficial, Censura Total

  • Quando funcionários de empresas de redes sociais são contratados para desempenharem o papel de patrulheiros ideológicos do estado e a eles é dado o poder de moldarem o presente formato do discurso político e cultural, decidindo quem tem o direito de se expressar e o que é passível ou não de ser dito e quem será censurado, a liberdade de expressão não passa de um conto de fadas. Não seria este o objetivo?
  • Talvez lutar contra a "islamofobia" seja uma prioridade maior do que combater o terrorismo?
Uma nova lei alemã que introduz a censura oficialmente sobre as plataformas das redes sociais entrou em vigor em 1º de outubro de 2017. A nova lei exige que as plataformas das redes sociais, como o Facebook, Twitter e YouTube censurem os usuários em nome do estado alemão. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear todo e qualquer "delito penal" online em suas respectivas plataformas, tais como calúnia, difamação, vilipêndio e incitamento, dentro de 24 horas do recebimento de uma reclamação de usuário - independentemente do fato da reclamação proceder ou não. As empresas de redes sociais têm direito a sete dias para casos mais complicados. Caso não cumpram a lei, o governo alemão poderá multá-los em até 50 milhões de euros por não cumprirem a lei.
A censura estatal faz com que a liberdade de expressão fique à mercê de decisões arbitrárias de entidades corporativas susceptíveis de censurarem mais do que o inequivocamente necessário, evitando assim correrem o risco de serem penalizadas com pesadas multas. Quando funcionários de empresas de redes sociais são contratados para desempenharem o papel de patrulheiros ideológicos do estado e a eles é dado o poder de moldarem o presente formato do discurso político e cultural, decidindo quem tem o direito de se expressar e o que é passível ou não de ser dito e quem será censurado, a liberdade de expressão não passa de um conto de fadas. Não seria este o objetivo?
Enquanto isso, o tribunal distrital de Munique condenou recentemente o jornalista alemão Michael Stürzenberger a seis meses de prisão por ele ter publicado em sua página do Facebook uma foto histórica do Grande Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, apertando a mão de um alto funcionário nazista em Berlim em 1941. O promotor acusou Stürzenberger de "incitar o ódio ao Islã" e "denegrir o Islã" ao publicar a fotografia. O tribunal considerou Stürzenberger culpado de "divulgar propaganda de organizações anticonstitucionais". Considerando-se que a admiração mútua existente entre Al-Husseini e os nazistas alemães é um fato histórico incontestável, agora a história está, inequivocamente, sendo reescrita pelos tribunais alemães. Stürzenberger apelou da sentença.
Um tribunal alemão condenou recentemente o jornalista Michael Stürzenberger (foto acima) a seis meses de prisão por ele ter publicado em sua página do Facebook uma foto histórica do Grande Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, apertando a mão de um alto funcionário nazista em Berlim em 1941. O promotor acusou Stürzenberger de "incitar o ódio ao Islã" e "denegrir o Islã" ao publicar a fotografia. (Imagem: captura de tela de do video da PI News)
A Alemanha não fez segredo em relação ao seu desejo de ver sua nova lei replicada em toda a UE, que já possui um código de conduta parecido, relacionado aos gigantes das redes sociais. A Comissária de Justiça da UE, Vera Jourova, salientou há pouco que ela estaria disposta a legislar futuramente se o código de conduta 'voluntário' não estiver produzindo os efeitos desejados. Ela ressaltou no entanto que o código de conduta 'voluntário' estava funcionando "a contento", sendo que o Facebook havia removido 66,5% do material notificado considerado de "ódio" entre dezembro e maio do ano em curso. O Twitter removeu 37,4% e o YouTube 66% das notificações dos usuários.

CONTINUE LENDO AQUI: https://pt.gatestoneinstitute.org/11244/alemanha-censura-oficial

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

FINALMENTE, os muçulmanos revelam bem como é o Islã de verdade. Não existe Islã "radical" e Islã "moderado". O islamismo é simplesmente o islamismo.

Em uma mesquita da Europa (Escandinávia), os muçulmanos revelam bem como é o Islã de verdade. Não existe Islã "radical" e Islã "moderado". O islamismo é simplesmente o islamismo.
https://youtu.be/5PCC9w9nLrE



Dezenas de mulheres são violentadas por muçulmanos na Alemanha; Imã culpa uso de perfumes

Dezenas de mulheres são violentadas por muçulmanos na Alemanha; Imã culpa uso de perfumes
Na Alemanha, gangues formadas por imigrantes árabes e norte-africanos, todos muçulmanos, atacaram sexualmente dezenas de mulheres na noite de réveillon na cidade de Colônia, e agora, semanas depois, um imã (líder religioso muçulmano) fez declarações colocando a culpa dos abusos nas vítimas.
Na ocasião, a Polícia local registrou 90 queixas, entre denúncias de assédio e estupro, contra imigrantes muçulmanos que escolhiam os arredores da estação central da cidade para fazer suas vítimas.
Agora, com o debate sobre a decisão do governo alemão em dar abrigo aos imigrantes ficando acalorado no país, um imã resolveu defender os muçulmanos afirmando que os ataques aconteceram porque as mulheres usavam perfumes e vestidos provocativos.
Sami Abu-Yusuf, imã de uma mesquita salafista na cidade de Colônia, classificou o episódio como uma “falha das garotas”, que saíram às ruas para celebrar o ano novo perfumadas e “seminuas”, com a intenção de jogar “lenha na fogueira”.
A declaração foi dada durante uma entrevista a uma emissora russa, de acordo com informações do site espanhol La Información. “Não foi surpresa que os homens as atacassem”, disse o líder muçulmano.
Segundo informações do G1, as autoridades da cidade investigam se os ataques sexuais foram organizados através da internet, por conta do número expressivo de suspeitos: cerca de mil homens. Um vídeo publicado no YouTube mostra uma aglomeração de pessoas em frente à estação central de Colônia.
O chefe da polícia da cidade afirmou que os casos de assédio e estupro são “intoleráveis” e que são “crimes de uma dimensão totalmente nova”, devido ao grande número de suspeitos. A primeira-ministra do país, Angela Merkel, uma das maiores defensoras da recepção dos imigrantes em fuga do Estado Islâmico, expressou repúdio pelos incidentes e exigiu que os culpados sejam identificados e processados.
Fonte: GospelMais

terça-feira, 22 de setembro de 2015

“Reforma” islâmica invasora na Alemanha de Lutero

“Reforma” islâmica invasora na Alemanha de Lutero

Julio Severo
Relatos de vários canais noticiosos europeus estão confirmando episódios da imigração em massa provocados por hordas de islâmicos que a mídia ocidental insiste em retratar como “refugiados.” Um dos relatos diz:
Meia hora atrás na fronteira entre a Itália e a Áustria vi uma multidão imensa de imigrantes. Com toda solidariedade para com as pessoas em circunstâncias difíceis, tenho de dizer que o que vi causa horror. Essa enorme massa de gente era — desculpe-me — selvageria pura… Vulgares, jogando garrafas, gritando “Queremos a Alemanha.” Então a Alemanha agora é um paraíso?
Vi uma idosa italiana num carro que foi cercado pelos imigrantes. Eles a arrancaram pelos cabelos do carro e queriam usá-lo para ir para a Alemanha. Eles tentaram tombar o ônibus em que eu estava. Eles jogaram fezes em nós, dando pancadas na porta para o motorista abrir, cuspiam no vidro. Minha pergunta é: qual o propósito disso? Como é que eles querem assimilar na Alemanha? Por um momento, me senti numa zona de guerra.
Entre eles quase não havia nenhuma mulher e criança. A vasta maioria eram rapazes agressivos.
Muitos milhares de “refugiados” muçulmanos estão invadindo a Europa para alcançar a Alemanha, às vezes mais de 10 mil por dia.
A Arábia Saudita, que se gaba de Meca e sua centralidade para o islamismo mundial, ofereceu “ajudar” a Alemanha. Sua oferta é construir 200 mesquitas na Alemanha para a assistência espiritual dos “refugiados.” Essa é toda a ajuda que os sauditas estão dispostos a oferecer aos seus irmãos espirituais.
A Alemanha poderia reagir à oferta saudita oferecendo-se para construir 200 igrejas evangélicas luteranas na Arábia Saudita. Afinal, se a Arábia Saudita se gaba de ser o centro da religião islâmica, a Alemanha se gaba de ser o berço do luteranismo, um movimento protestante criado para exaltar Cristo e Sua Palavra. Aliás, a Alemanha é o berço do Protestantismo mundial.
No entanto, a Arábia Saudita proíbe Bíblias e se gaba de que não existe uma única igreja cristã em seu território.
A Arábia Saudita, com a Turquia e os EUA, têm sido expostos pelo site noticioso conservador WorldNetDaily por seu envolvimento suspeito na guerra civil da Síria, principalmente por seu apoio indireto e até direto ao ISIS e à al-Qaeda, que vêm estuprando, torturando e massacrando cristãos sírios.
Essa é a principal fonte da crise de refugiados muçulmanos na Alemanha.
Se os refugiados islâmicos suspeitos podem fugir para a Alemanha, por que os refugiados cristãos não podem fugir para a Arábia Saudita? Porque essa nação islâmica radical, um forte aliado dos EUA, mata cristãos. O Cristianismo é punível com a morte no paraíso islâmico saudita.
Será que pelo menos a Arábia Saudita não pode receber refugiados islâmicos, que são seus irmãos de religião? Uma pergunta muito boa! Seria justo que uma nação islâmica radical recebesse refugiados islâmicos radicais. Mas a Arábia Saudita não tem enfrentado nem acolhido nenhuma onda de imigração islâmica em massa.
Talvez essa crise, em que potências islâmicas como a Arábia Saudita não querem ajudar seus irmãos religiosos, seja um castigo sobre a Alemanha.
Em 2011, a Alemanha prometeu dar 100 milhões de euros para apoiar a Primavera Árabe, um movimento induzido e usado pelos EUA que acabou trazendo caos e morte, especialmente para minorias cristãs, na Líbia e Síria. Como consequência direta da Primavera Árabe, o ISIS e a al-Qaeda controlam boa parte da Líbia e Síria hoje, e os cristãos são suas vítimas principais. Mas as portas da Europa, especialmente da Alemanha, não têm estado escancaradas para as multidões de cristãos sofredores que foram vítimas da Primavera Árabe. Têm estado escancaradas para seus opressores.
Há relatos de cristãos assassinados por muçulmanos quando eles tentam fugir para a Europa. Enquanto isso, refugiados muçulmanos suspeitos exigem um suposto direito de entrar e viver na Alemanha. Eles acham que a Alemanha tem a obrigação de acolhê-los e qualquer hesitação se depara com acusações de “racismo.” Até mesmo as ondas de estupros islâmicos na Europa não podem ser denunciadas por temores de acusações de “racismo.” O multiculturalismo tem sido um forte aliado e protetor da invasão islâmica, inclusive suas notórias e infames ondas de estupros.
Sob a loucura multiculturalista, a Alemanha não pode defender suas raízes cristãs contra as agressões islâmicas, mas tem a obrigação de defender o islamismo e seus adeptos.
De modo oposto, a Arábia Saudita pode livremente defender suas tradições islâmicas, matar cristãos, financiar o terrorismo islâmico mundial e rejeitar a imigração islâmica para si, mas encorajá-la para a Alemanha.
Quando a Alemanha não tinha líderes tolos, o óbvio era óbvio.
Para os ditadores sauditas, as nações muçulmanas são para os muçulmanos. Essa é a razão por que na Arábia Saudita igrejas cristãs são proibidas. Tudo bem. Vamos aplicar esse princípio de forma recíproca:
Os cristãos deveriam viver em nações cristãs. Os refugiados cristãos deveriam ser acolhidos em nações cristãs, inclusive a Alemanha.
Os muçulmanos deveriam viver em nações muçulmanas. Os refugiados muçulmanos deveriam ser acolhidos em nações muçulmanas, inclusive na Arábia Saudita.
De modo especial, a Alemanha deveria se lembrar de Martinho Lutero, que foi salvo por causa de uma ameaça islâmica à Europa. O que Lutero queria era o que a Igreja Católica de sua época não queria: cristãos livres para ler a Bíblia e adorar a Deus.
Tal liberdade era punida com a morte naquela época, e muitos foram punidos desse jeito, inclusive João Hus e William Tyndale. Apenas recorde a Inquisição. Ainda que Lutero tivesse praticamente sido sentenciado à morte pela Igreja Católica e governos católicos, a iminente ameaça de invasão islâmica na Europa manteve os assassinos tão ocupados que era muito difícil focar em Lutero.
Os muçulmanos foram como “salvadores” filisteus para Lutero. A Bíblia diz que quando o furioso e ciumento rei Saul estava perseguindo Davi e bem perto de apanhá-lo, os filisteus começaram a invadir Israel e Saul foi forçado a deixar sua perseguição de Davi para focar nos filisteus.
Davi clamou a Deus, e Ele o salvou usando os filisteus. Evidentemente mais tarde Davi lutou ferozmente contra os filisteus e os derrotou e conquistou.
Lutero clamou a Deus, e Ele o salvou usando os muçulmanos.
Mas agora que a Alemanha está sendo invadida, onde se acharão cristãos de verdade para clamar? Quem conquistará os novos filisteus? Onde estão os novos Davis?
A Alemanha precisa de um novo Lutero e uma nova Reforma contra a ameaça islâmica.
Há relatos de que os refugiados muçulmanos que estão indo em direção à Europa estão clamando: “Mamãe Merkel, nos ajude!” Mas eles não dirigem seus clamores para os ditadores islâmicos sauditas, chamando-os de “Papais.”
A tolamente “compassiva” Angela Merkel está ajudando a construir uma Alemanha sob a ideologia “compassiva” de Maomé, uma ideologia que traz “paz” somente depois que destrói seus inimigos e rivais, inclusive os cristãos. Em seu devido tempo, o Alá “compassivo” da ideologia islâmica retribuirá aos alemães tolamente compassivos.
Se Merkel continuar recebendo “refugiados” muçulmanos, a velha Alemanha de Lutero será substituída pela nova e abominável Alemanha de Maomé.
Onde os muçulmanos invadem, eles controlam e dominam. Muitas das igrejas do Novo Testamento estavam em regiões hoje controladas pela ideologia islâmica, que conquistou essas regiões que no passado eram em grande parte cristãs. A moderna Turquia islâmica, que cometeu um notório genocídio contra os cristãos armênios, era uma “Alemanha” cristã no passado.
Ditaduras, até mesmo tiranias marxistas, retrocedem. Mas uma tirania islâmica nunca retrocede.
A Alemanha está semeando uma ditadura islâmica irreversível, onde Lutero será apagado de sua história. Nessa altura, a Arábia Saudita terá a liberdade de construir quantas mesquitas quiser na Alemanha, em honra da infame “Reforma” islâmica que ela está encorajando no berço da Reforma protestante.
Versão em inglês deste artigo: Invading Islamic Reformation in Luther’s Germany
Leitura recomendada:


Livro gratuito: http://bit.ly/11zFSqq
Novo Testamento gratuito em mp3 dramatizado com música

Para fazer o download, siga este link:

http://juliosevero.blogspot.com/2012/12/novo-testamento-dramatizado-disponivel.html

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Muçulmanos Alemães Enviam Sua Mensagem Para O Ocidente: “Um Dia Nós Conquistaremos A Europa”

Muçulmanos Alemães enviam sua mensagem para o Ocidente: “Um dia nós conquistaremos a Europa”

By Theodore Shoebat
Um Alemão convertido ao Islamismo, chamado Christian Emde, enviou esta mensagem para a Europa:
Um dia nós conquistaremos a Europa. Nós não queremos isto. Nós faremos. E nós estamos certos acerca disso. .
Christian Emde
Christian Emde
Christian saiu para dizer que ele estaria disposto a participar do massacre da população Shiita: 150 milhões, 200 milhões, 500 milhões - não nos importamos com o número."
É isso que acontece quando alguém se torna um cristão indiferente numa área como a Europa Ocidental: você vê pessoas se convertendo ao Islã e se tornando terroristas. Enquanto a Europa mantiver-se em sua degradação do Cristianismo, quanto mais vai lidar com estas seitas perigosas.
Tragam de volta a cristandade e verão estes problemas desaparecem muito rapidamente.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Alemanha aprova lei contra zoofilia(sexo com animais) e gera protestos.



Certamente os Ativistas Gays já demonstraram que querem muito mais do que isto, pois os ensaios sobre a descriminalização da Pedofilia já apareceram nas falas do IX SEMINÁRIO LGBT PARA A INFANCIA.

VEJA NO VÍDEO ABAIXO A VERDADE NAS FALAS DE VARIADOS ATIVISTAS GAYS http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Vbk3jmGPxxY

Alemanha aprova lei contra zoofilia e gera protestos



A Alemanha aprovou nesta segunda-feira (4), uma curiosa lei que proíbe zoofilia no país, após polêmicas a respeito do tema ao longo do ano passado. Entretanto, apesar da multa, estimada em quase 25 mil euros, diversas pessoas protestaram em frente à Câmara de Berlim contra a decisão.

Representante do grupo zoófilo Zeta (Engajamento Zoófilo para a Tolerância e a Informação, na sigla em alemão), Michael Kiok afirmou que pretende recorrer à Justiça para anular a decisão.

Bibliotecário de Munique, Kiok mantém relações sexuais com Cissy, sua cachorra da raça pastor alemão, há pelo menos sete anos. “Nos sentimos como criminosos. Isto é tudo por causa dos fanáticos defensores dos direitos animais que pensam que nós magoamos os nossos companheiros”, disse, de acordo com o jornal “El País”.

Após um levantamento, o governo alemão afirma que cerca de 500 mil animais são mortos por ano, pouco depois de passarem por abusos sexuais. Os manifestantes de Berlim apresentavam cartazes com dizeres “amamos os animais”, “condenamos qualquer tipo de violência que possa causar sofrimento e nos machuca a alma ver animais sofrerem”.

Kiok, que já foi casado e diz ter percebido seu desejo por animais aos 15 anos, deixou claro que deverá recorrer à Suprema Corte da Alemanha para reverter a decisão. De acordo com o membro do Zeta, cerca de 100 mil alemães praticam zoofilia pelo país. “É mais fácil compreender os animais do que uma mulher, por exemplo”, encerrou o bibliotecário.

FONTE: YAHOO

ENVIADO POR: OLGA IBARRA PARA PR.RICARDO RIBEIRO

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A caminho da pedofilia e da bestialidade (SEXO COM ANIMAIS)

29, novembro, 2012


Caros leitores, chegamos ao paroxismo de maldades inauditas. Já assistimos a aprovação de um partido promotor da pedofilia na Holandae o aparecimento de termos como “amor intergeneracional”3 para dar ares de legitimidade à pedofilia.
Mas, quando pensamos que já não se poderia ofender mais a Deus, surge a ponta de um novo iceberg feito de águas imundas. Leiam a notícia abaixo, que fala por si.
Quem não acredita no processo revolucionário que faz da tolerância a palavra de ordem, um talismã para alcançar a mudança das mentalidades, não percebeu nada dos verdadeiros métodos e objetivos dos inimigos de Deus e dos homens.
Acredita, leitor, que há ativistas que querem que a lei proteja a bestialidade? E tudo em nome da liberdade e da tolerância.
Alemanha tenta mudar lei para proibir sexo com animais
Ativistas pró-bestialidade prometem recorrer na Justiça se proibição foraprovada: ‘Animais são mais fáceis de ser compreendidos do que mulheres’, diz defensor
BBC Brasil | 28/11/2012 11:14:27
A coalizão de partidos que governa a Alemanha está tentando aprovar modificações na legislação do país para proibir bestialidade – a prática de sexo com animais.
O comitê de agricultura do Parlamento alemão está considerando emendas que estabelecem multas de até 25 mil euros (mais de R$ 65 mil) para quem praticar bestialidade. A votação final sobre o tema acontecerá no dia 14 de dezembro no Bundestag, a câmara baixa do Parlamento alemão.
A bestialidade foi legalizada na Alemanha em 1969 para casos em que o animal não seja maltratado “de forma significativa”. Esta lei era alvo de ativistas pró-direitos dos animais.
O diretor do comitê parlamentar alemão, Hans-Michael Goldmann, disse ao jornal Tageszeitung que o objetivo da nova lei é esclarecer quais práticas não são permitidas. “Com esta proibição explícita, ficará mais fácil impor penas que melhorem a proteção aos animais”, disse ele. O projeto de lei estabelece multas para quem pratica “ações que não são da natureza das espécies”.
Alguns alemães são contrários à mudança na lei. Um grupo de ativistas chamado Engajamento Zooófilo pela Tolerância e Informação (Zeta, na sigla em alemão) diz que vai entrar na Justiça contra a nova lei, caso ela seja aprovada.
“É impensável que qualquer ato sexual com animal seja punido, mesmo sem provas de que o animal tenha sido maltratado”, disse Michael Kiok, diretor do Zeta. Para ele, os animais são capazes de expressar de diversas formas o que gostam ou não gostam. “Nós vemos animais como parceiros, e não apenas como meios para obter satisfação. Nós não os obrigamos a fazer nada. Animais são mais fáceis de ser compreendidos do que mulheres”, disse Kiok.
A bestialidade é proibida em diversos países europeus, como Holanda, França e Suíça.Na Grã-Bretanha, o crime dava prisão perpétua, mas em 2003 a pena foi reduzida para dois anos.
Outros países, como Bélgica, Dinamarca e Suécia, permitem a bestialidade. Na Suécia, há discussões para mudanças na lei semelhantes às que estão sendo propostas na Alemanha.
Fontes: 1 – Pedófilos criam partido político na Holanda http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1027786-EI1141,00.html
2 – Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional” http://noticiasprofamilia.blogspot.com
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