COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador IDENTIDADE DE GÊNERO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IDENTIDADE DE GÊNERO. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de setembro de 2015

ATENÇÃO PAIS, ISTO É MUITO SÉRIO: Vídeo: Procurador da República, Guilherme Schelb e da Dep.Sandra Faraj

Vídeo: Procurador da República, Guilherme Schelb, sobre o princípio da pedofilia

Vídeo entrevista com o Procurador da República, Guilherme Schelb, sobre o princípio da pedofilia e o ensino da Ideologia de Gênero na resolução nº 12/2015


No dia 12 de março passado, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, seguindo a cartilha da Ideologia de Gênero, publicou a Resolução nº 12/2015 (clique no link ao lado para visualizar o documento), que autoriza estudantes, de qualquer idade, a usar nome social e frequentar banheiros e vestiário conforme sua orientação sexual.
Comentando sobre isso, o Procurador da República, Guilherme Schelb, concedeu uma importante entrevista ao programa “Família & CIA” da “TV Medicina & Saúde” (Cascavel/PR), sobre o ensino da Ideologia de Gênero e o princípio da pedofilia.


terça-feira, 8 de setembro de 2015

A ideologia de gênero no banco dos réus: Professores podem vir a ser processados!

A ideologia de gênero no banco dos réus


Ao tratar seus alunos como cobaias da "teoria" de gênero, os professores estão correndo um altíssimo risco de vir a ser processados por danos morais pelos pais dos seus alunos. O professor é pessoalmente responsável pelos danos que causar no exercício das suas funções.

Miguel Nagib
As famílias paulistanas compareceram em massa para dizer "NÃO!" ao Gênero
Confesso minha ignorância: até ontem, nunca tinha ouvido falar de Judith Butler, uma filósofa americana, feminista radical, que veio ao Brasil para participar de um megaevento sobre sexualidade, feminismo e questões de gênero na Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, de 4 a 7 de setembro. O 2.º Seminário Internacional “Desfazendo Gênero”. “Em quatro dias”, promete o coordenador do evento, “iremos produzir muitas reflexões, babados, gritarias, confusões, afetos, laços e rupturas”. Tudo com o nosso dinheiro, claro.

A temática desse evento vem sendo repetida ad nauseam em milhares de congressos, seminários, encontros, simpósios, mesas-redondas etc. realizados todos os anos pelas universidades e secretarias estaduais e municipais de Educação. O público-alvo quase sempre é formado por professores da educação básica (infantil, fundamental e médio); e o objetivo – que está sendo plenamente alcançado — não podia ser mais claro: martelar esses assuntos nas cabeças dos professores para que eles os martelem nas cabeças dos alunos.

A obsessão dessa turma, como se sabe, é a chamada teoria (ou ideologia) de gênero. Indiferente às decisões soberanas do Congresso Nacional e da imensa maioria das Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores — que se negaram a incluir a ideologia de gênero nos seus respectivos planos de educação —, a burocracia do ensino continua utilizando a máquina do Estado para promover suas próprias convicções, induzindo professores desavisados a violar o direito dos pais dos alunos sobre a educação moral dos seus filhos.

Ao cair nessa conversa e tratar seus alunos como cobaias da teoria de gênero, esses professores estão correndo um altíssimo risco. Refiro-me à possibilidade de os pais dos seus alunos entenderem que essa prática pedagógica implica algum tipo de dano aos seus filhos ou ao seu direito de dar a eles a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções — direito previsto no artigo 12, IV, da Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

Se isso acontecer, os professores poderão vir a ser processados por danos morais pelos pais dos seus alunos. Ser réu numa única ação judicial já é motivo de dor de cabeça. Imagine figurar como réu em dezenas de processos ajuizados por dezenas de pais de alunos!
A lei facilita enormemente a propositura dessas ações de reparação de dano. As causas cujo valor não exceda 40 salários mínimos podem ser ajuizadas perante os juizados especiais cíveis; nessas ações, nem sequer é necessário estar assistido por advogado (se o valor da indenização pleiteada for igual ou inferior a 20 salários mínimos, atualmente R$ 15.760). Além disso, não há cobrança de custas judiciais nem se a demanda for julgada improcedente, bem como condenação ao pagamento de honorários ao advogado da parte contrária (a não ser que o juiz reconheça a litigância de má-fé). Caso haja recurso da sentença, aí, sim, a parte vencida será condenada a pagar custas e honorários advocatícios.

O professor é pessoalmente responsável pelos danos que causar no exercício das suas funções. Por isso, é melhor ficar esperto e pensar duas vezes antes de seguir as recomendações do MEC. Na dúvida, vale consultar um advogado.
_______
(*) Miguel Nagib, advogado, é coordenador do Escola sem Partido
.
Fonte: Gazeta do Povo, 6-9-2015.
Fonte secundária: http://ipco.org.br/ipco/noticias/ideologia-de-genero-banco-dos-reus

sábado, 8 de agosto de 2015

Vereadores aprovam Lei que proíbe transgêneros de usarem banheiro com base na identidade de gênero


Vereadores aprovam Lei que proíbe transgêneros de usarem banheiro com base na identidade de gênero



Ainda segundo o parlamentar, a proposta não discute a orientação sexual do indivíduo e os direitos civis que são garantidos pela constituição, mas visa proteger o psicológico das crianças, já que o ensino fundamental abrange alunos com idade 7 a 14 anos.


08/08/2015 17h48 | Atualizado em: 08/08/2015 17h58
A Câmara de Sorocaba (99 km de São Paulo) aprovou uma lei que proíbe que transexuais utilizem os banheiros de escolas do ensino fundamental, públicas ou privadas com base na identidade de gênero. A norma também proíbe o uso de uniformes, vestimentas ou demais elementos de indumentária contrários ao sexo de nascimento da criança.

Durante a sessão, houve protestos de grupos de defesa dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) e os banheiros do Legislativo foram pichados e rabiscados.

O projeto foi aprovado pro 15 votos favoráveis e 3 contrários, todos da bancada do PT. De acordo o vereador Irineu Toledo (PRB), o projeto de lei visa combater a Resolução nº 12, de 16 de janeiro de 2015, do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de LGBTs, que recomenda que os transexuais usem o banheiro que combine com sua identidade. "Antes que começassem a implantar isso a torto e a direito, resolvi me antecipar", disse o vereador.

Ainda segundo o parlamentar, a proposta não discute a orientação sexual do indivíduo e os direitos civis que são garantidos pela constituição, mas visa proteger o psicológico das crianças, já que o ensino fundamental abrange alunos com idade 7 a 14 anos.

"Imagina um garoto de 14 anos, todo desenvolvido, que alega ser menina. Aí ele usa o banheiro feminino. Imagine agora uma menina de sete anos lá dentro, a cabeça dela, que não está acostumada com aquilo. Não concordo com isso e quero evitar essa situação", continua o vereador Toledo. "Quem sabe um dia, no futuro, a ação possa ser colocada em prática, desde que se comece com adultos, fora das escolas. Poderíamos começar nos fóruns, por exemplo."

Durante a votação, as portas do banheiro feminino da Câmara foram pichadas com os dizeres "Este banheiro é todas as mulheres (inclusive as trans)." Toledo condenou o que considerou "vandalismo". "Não sou homofóbico nem contra o direito dos gays. Fiz uma proposta utilizando os meios democráticos, e ela foi vencedora. Crime é vandalizar os bens públicos como foi feito hoje nessa Casa."

O projeto recebeu um substitutivo e duas emendas de autoria dos vereadores Izídio de Brito e Francisco França, ambos do PT, que foram rejeitados. O substitutivo sujeitava a utilização de banheiros, vestiários e demais instalações segregadas das escolas ao acompanhamento e avaliação, sempre que requisitado, e previa o acompanhamento dos casos pelo Conselho Municipal de Educação. Já as emendas previam que a lei entraria em vigor dois anos depois de sua aprovação e após a criação do Conselho Municipal LGBT.

"Eles tiveram o tempo todo de tramitação do projeto, que foi de meses, para apresentar sugestões, propor audiências, tudo o que eles quisessem. Agora decidem fazer isso no dia da votação?", disse o vereador Toledo. Já o petista Brito afirmou que o substitutivo foi apresentado para aprimorar e ampliar a proposta visando proteger as crianças dentro das escolas do município.


Repúdio

De acordo com o Fórum LGBT Sorocaba, que reúne militantes da causa gay na cidade, a medida trata-se de "significa um verdadeiro desrespeito aos direitos LGBT". A entidade divulgou uma nota em sua página no Facebook onde repudia a lei.

Segundo Felipe Martins, integrante da organização, os vereadores da cidade já demonstraram desrespeito aos direitos dos gays anteriormente. "Eles aprovaram, no mês passado, um Plano Municipal de Educação que deixa de fora a discussão de identidade de gênero. É evidente que a questão da sexualidade e do gênero tem que ser debatida nas escolas, não podem excluir como se essa não fosse uma questão importante."


O jurista Gustavo Bugalho, especializado em direito administrativo, diz que a lei aprovada pelos vereadores não contraria nenhum preceito constitucional e pode ser considerada dentro da legalidade. "Uma resolução tem força inferior à lei, e a Câmara tem poder para legislar sobre aspectos municipais mesmo que exista uma resolução de um órgão federal sobre o assunto", disse.

Ainda segundo ele, no campo ético e moral, esse é um debate que precisa ser feito. "É possível defender tanto o ponto de vista de que os transexuais devem utilizar os banheiros de acordo com sua identidade de gênero quanto os contrários com argumentos igualmente relevantes e constitucionais. Tanto os transexuais podem se sentirem ofendidos por serem barrados quanto eventuais heteros com a permissão da entrada deles. Creio que esse debate deva ser feito e que está apenas no princípio". Com informações UOL

- See more at: http://www.jmnoticia.com.br/brasilmundo-7460-vereadores-aprovam-lei-que-proibe-transgeneros-de-usarem-banheiro-com-base-na-identidade-de-genero.html#sthash.otfbFYHQ.jLloIWno.dpuf


terça-feira, 14 de julho de 2015

ENQUETES DO CONGRESSO: COLABORE, ASSINE. VEJA ALGUMAS DE ALTA IMPORTÂNCIA PARA OS CRISTÃOS!

Já ouviu falar em “Cristofobia”?

Trata-se de um termo criado para explicar o preconceito contra católicos e evangélicos, seus cultos e crenças.
Este termo passou a ser usado após recentes casos de protestos realizados por pessoas contrárias aos sermões de padres e pastores sobre homossexualidade.
No Votenaweb está em votação um projeto de lei que vai aumentar a punição para quem interromper, perturbar ou impedir a realização de cultos religiosos. Com a aprovação do projeto, este crime chamado de ultraje ao culto será considerado crime hediondo.
Saiba mais sobre esta proposta e dê sua opinião!
Vtn newsletter culto

VEJA NOSSAS SUGESTÕES ABAIXO....

Vote também nestas outras propostas que selecionamos para você:


Padre criminoso %28663%29
Tornará a pedofilia crime hediondo quando for praticada por sacerdote religioso. VOTE NÃO. O Deputado Eduardo Cunha precisa ser mais cuidadoso!
Rj dep eduardo  cunha 2015
Proposto pelo deputado
Eduardo Cunha do PMDB
ApproveReprove
Votação: 1.640 votos, 1.257 sim, 383 não
Chart?cht=p&chd=t:23,77&chs=137x137&chco=ef0d2b,58c23c&chf=a,s,000000|bg,s,ffffff663

Será considerado cultura toda arte evangélica que não tenha conotação de culto.
VOTE SIM POIS O GOVERNO CONSIDEROU A PRÁTICA DO SEXO ANAL COMO CULTURA, JÁ PERCEBEU ISSO?
Lourival mendes
Proposto pelo deputado
Lourival Mendes do PTdoB
ApproveReprove
Votação: 538 votos, 32 sim, 506 não
Chart?cht=p&chd=t:94,6&chs=137x137&chco=ef0d2b,58c23c&chf=a,s,000000|bg,s,ffffff2446


Plc 309 2011
Obrigará as escolas públicas oferecerem ensino religioso, permitindo os alunos escolherem se querem se matricular nas aulas ou não.
VOTE SIM, POIS É MELHOR TER ENSINO BÍBLICO NA ESCOLA DO QUE IDEOLOGIA DE GÊNERO QUE VAI ENSINAR HOMOSSEXUALIDADE COMO ALGO NORMAL PARA NOSSAS CRIANÇAS.
Pastor marco feliciano %28psc sp%29
Proposto pelo deputado
PR. Marco Feliciano do PSC
ApproveReprove
Votação: 1.687 votos, 299 sim, 1.388 não
Chart?cht=p&chd=t:82,18&chs=137x137&chco=ef0d2b,58c23c&chf=a,s,000000|bg,s,ffffff2698

Plc 881 2011
Pastor marco feliciano %28psc sp%29
Proposto pelo deputado
PR. Marco Feliciano do PSC
ApproveReprove
Votação: 1.748 votos, 212 sim, 1.536 não
Chart?cht=p&chd=t:88,12&chs=137x137&chco=ef0d2b,58c23c&chf=a,s,000000|bg,s,ffffff3202
Igreja %284462%29
Impedirá o Estado de interferir nos atos litúrgicos das igrejas. 
VOTE SIM, POIS IMPEDIRÁ DOS PASTORES E PADRES SEREM OBRIGADOS A FAZER A CERIMÔNIA PARA DUPLAS HOMOSSEXUAIS. É UM DIREITO DELES!
Anto%cc%82nio carlos biffi %28pt ms%29
Proposto por 38 deputados
Antonio Carlos Biffi do PT
Aureo %28prtb rj%29
Aureo do SD
ApproveReprove
Votação: 7.574 votos, 2.564 sim, 5.010 não
Chart?cht=p&chd=t:66,34&chs=137x137&chco=ef0d2b,58c23c&chf=a,s,000000|bg,s,ffffff4462

Plc 5544 2013
Tornará as entidades religiosas que prestam serviços de assistência social como “colaboradoras de interesse público”, para pagar menos impostos.
VOTE SIM POIS É O CÚMULO ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PAGAR IMPOSTOS, SENDO QUE O GOVERNO AJUDA COM MIGALHAS E DÁ MILHÕES PARA ONGs GAYS.
Liliam sa%cc%81
Proposto pela deputado
Liliam Sá do PR
ApproveReprove
Votação: 7.401 votos, 1.246 sim, 6.155 não
Chart?cht=p&chd=t:83,17&chs=137x137&chco=ef0d2b,58c23c&chf=a,s,000000|bg,s,ffffff7022

Plc 1411 2011
Washington reis %28pmdb rj%29
Proposto pelo deputado
Washington Reis do PMDB
ApproveReprove
Votação: 2.947 votos, 1.013 sim, 1.934 não
Chart?cht=p&chd=t:66,34&chs=137x137&chco=ef0d2b,58c23c&chf=a,s,000000|bg,s,ffffff7264


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...