COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

AINDA ESTÁ VÁLIDO:"Procurador oferece documento para pais combaterem ensino de IDEOLOGIA DE GÊNERO nas escolas"

ATENÇÃO PAIS: "Procurador oferece documento para pais combaterem ensino da ideologia de gênero nas escolas"

Procurador oferece documento para pais combaterem ensino da ideologia de gênero nas escolas

Publicado por Tiago Chagas em 28 de maio de 2016 
https://youtu.be/bNA21iIgIGw


A batalha contra a implementação da ideologia de gênero nas escolas vem sendo travada em diversas frentes pelas lideranças cristãs e parlamentares da bancada evangélica. Na última semana, 25 de maio, o deputado Marcelo Aguiar (DEM-SP) apresentou um documento que permite aos pais uma forma de combater a adoção dessa filosofia nas escolas.
Trata-se de uma “notificação extrajudicial”, redigida pelo procurador da República Guilherme Schelb, para que pais e/ou responsáveis possam cobrar das Diretorias de Ensino a não implementação da ideologia de gênero nas escolas.
Segundo informações da assessoria do parlamentar, por meio desse documento os professores e administradores das escolas – públicas e privadas – serão notificados pelas famílias sobre a possibilidade de serem processados por danos morais caso lecionem matérias com conteúdo associado à ideologia de gênero.
“Caso professores e escolas se recusem a assinar o documento, há duas atitudes que os pais ou responsáveis poderão tomar para que o documento tenha validade jurídica. A primeira é se dirigir ao Cartório de Registro de Títulos e Documentos com o nome e endereço da escola, para que ela seja comunicada via cartório. A segunda é encaminhar a notificação em carta registrada com AR (aviso de recebimento) via Correios”, explica a nota no site de Aguiar.
“Esta notificação pode ser feita em três vias (a família guarda uma via e as outras são dadas à direção da escola e professores) por um familiar isoladamente ou por um grupo de pais”, acrescenta.
Marcelo Aguiar destacou que a luta contra a difusão da ideologia de gênero nas escolas vem sendo travada por cristãos evangélicos e católicos: “Em todo o país, igrejas evangélicas e católicas têm distribuído cópias dessa notificação aos fiéis. Nessas igrejas, sacerdotes incentivam a formação de grupos de pais com filhos nas mesmas escolas para a entrega conjunta das notificações. Para todo esse procedimento, não é necessária a presença de advogado”.
No entanto, o deputado alerta que o processo só deve ser movido caso obtenha-se prova de que a ideologia de gênero está sendo ensinada na escola após a primeira notificação: “Para que o pedido de indenização por danos morais seja efetivado, é preciso comprovar que a escola ou professor desobedeceram à notificação da família. Vale como prova filmagem, material didático trabalhado em sala de aula, confecção de cartazes, passeatas, filmes, apresentações teatrais, palestras ou tarefas ou exercícios pedidos aos alunos”.
“É muito importante que os pais e responsáveis, pelas crianças e adolescentes, estejam atentos aos assuntos que seus filhos tem visto nas escolas. A presença dos pais na vida escolar também é importante para o bom desenvolvimento da criança e para o bom desenvolvimento das famílias”, conclui a nota.
PARA INICIAR UMA DENÚNCIA CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO OU DIVERSIDADE SEXUAL, PROCEDA COMO EXPLICADO ABAIXO:



ADENDO ADHT: Faça uma Notificação Extra-judicial dita pelo Procurador acima, clique sobre o link acima e imprima o(s) formulário(s) desejado(s). Faça as mudanças necessárias na denúncia e envie o formulário diretamente ao MPF de sua cidade ou para o da mais próxima que tenha um, incluindo a Diretora, a Professora. Inclua também: A Prefeitura Municipal, se for escola municipal, a Secretaria da Educação se for Estadual e o MEC se for Federal. DEFENDA OS DIREITOS DE SEUS FILHOS E OS SEUS TAMBÉM!  Se precisar de algum suporte de nossa parte, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Obrigado. Rev. Alberto Thieme.

sábado, 19 de setembro de 2015

ATENÇÃO PAIS, ISTO É MUITO SÉRIO: Vídeo: Procurador da República, Guilherme Schelb e da Dep.Sandra Faraj

Vídeo: Procurador da República, Guilherme Schelb, sobre o princípio da pedofilia

Vídeo entrevista com o Procurador da República, Guilherme Schelb, sobre o princípio da pedofilia e o ensino da Ideologia de Gênero na resolução nº 12/2015


No dia 12 de março passado, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, seguindo a cartilha da Ideologia de Gênero, publicou a Resolução nº 12/2015 (clique no link ao lado para visualizar o documento), que autoriza estudantes, de qualquer idade, a usar nome social e frequentar banheiros e vestiário conforme sua orientação sexual.
Comentando sobre isso, o Procurador da República, Guilherme Schelb, concedeu uma importante entrevista ao programa “Família & CIA” da “TV Medicina & Saúde” (Cascavel/PR), sobre o ensino da Ideologia de Gênero e o princípio da pedofilia.


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

ATENÇÃO PAIS: Procurador de Brasília dá a DICA de como defender-se da IDEOLOGIA DE GÊNERO!


ATENÇÃO PAIS: Procurador de Brasília dá a DICA de como defender-se da IDEOLOGIA DE GÊNERO e de Palestras sobre DIVERSIDADE SEXUAL (ou melhor, HOMOSSEXUAL!

https://www.youtube.com/watch?v=HzpRBc8EgaY&feature=youtu.be



COMO FAZER UMA NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL

NÃO DEIXE DE ESCREVER UM EMAIL EXIGINDO QUE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FORCE OS DIRETORES DO MEC A VOLTAR ATRÁS NESTAS MUDANÇAS. NOSSOS FILHOS NÃO PRECISAM APRENDER IDEOLOGIAS GAYZISTAS E MARXISTAS MAS SIM SEREM PREPARADOS NA GRADE CURRICULAR JÁ EXISTENTE.

PARA INICIAR UMA DENÚNCIA CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO OU DIVERSIDADE SEXUAL, PROCEDA COMO EXPLICADO ABAIXO:

ADENDO ADHT: Precisando fazer a Notificação Extra-judicial dita pelo Procurador acima, clique sobre o link acima e imprima o(s) formulário(s) desejado(s). Faça as mudanças necessárias na denúncia e envie o formulário diretamente ao MPF de sua cidade ou para o da mais próxima que tenha um, incluindo a Diretora, a Professora. Inclua também: A Prefeitura Municipal, se for escola municipal, a Secretaria da Educação se for Estadual e o MEC se for Federal. DEFENDA OS DIREITOS DE SEUS FILHOS E OS SEUS TAMBÉM!  Se precisar de algum suporte de nossa parte, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Obrigado. Rev. Alberto Thieme.



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

ATENÇÃO PAIS: Procurador ensina como proteger seu filho contra a Ideologia de Gênero: ASSISTA!

Quer proteger seu filho contra a Ideologia de Gênero?     

Guilherme Schelb, Procurador da República, ensina como fazer uma notificação extra-judicial aos diretores.

Guilherme_Schelb
Mais de 90% dos municípios brasileiros rejeitaram inserir termos da Ideologia de Gênero no texto final dos Programas Municipais de Educação (PME). Mesmo assim, os militantes de gênero afirmam que irão ministrar aulas com o tema para seus alunos.

Nessa situação, como proteger seu filho contra a Ideologia de Gênero?

Diversos parlamentares já alertaram que não basta ganhar a batalha nas Câmaras, os pais devem estar atentos sobre as matérias que seus filhos recebem nas escolas.
Para auxiliar os pais, Guilherme Schelb (foto acima), mestre em Direito Constitucional e Procurador da República, ensina como fazer uma notificação extra-judicial aos diretores e apresenta um modelo do documento que o leitor pode obter através deste link.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Vaias e clima de hostilidade marcam presença de Jean Wyllys no Mackenzie !

Gente, este artigo tem imagens. Se você não conseguir visualizar, vá a este link: http://juliosevero.blogspot.com/2013/03/vaias-e-clima-de-hostilidade-marcam.html Vaias e clima de hostilidade marcam presença de Jean Wyllys no Mackenzie Apesar de negação, documento do diretório do Mackenzie registra que houve parceria com chancelaria para debate de Wyllys na instituição presbiteriana Julio Severo Depois da enorme repercussão do artigo “http://juliosevero.blogspot.com/2013/03/jean-wyllys-no-mackenzie.html"> 

Jean Wyllys no Mackenzie”, o chanceler do Mackenzie, Augustus Nicodemus Lopes, se pronunciou. Jean Wyllys Jean Wyllys esteve ou não esteve no Mackenzie? Está confirmado: Esteve. Se o artigo “http://juliosevero.blogspot.com/2013/03/jean-wyllys-no-mackenzie.html">Jean Wyllys no Mackenzie” não tivesse trazido à tona essa informação, aparentemente ninguém trataria da polêmica visita e debate de Jean Wyllys na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Não foi com a ajuda de revelações sobrenaturais que fiquei sabendo do evento. Tudo o que precisei fazer foi conferir documento da própria instituição. O documento registra a “parceria” entre a chancelaria da universidade com o Centro Acadêmico João Mendes, que pertence ao Mackenzie. A chancelaria garante a liberdade acadêmica? Sim. Mas também teria o pleno direito de vetar a participação de um supremacista gay num evento dentro de suas dependências? Teria. E por que não fez valer seu direito?

Quando pressionado pelos supremacistas gays em 2012, o chanceler Augustus Nicodemus Lopes usou da sua autoridade para retirar um manifesto presbiteriano contrário à agenda gay do site da universidade. A retirada foi feita apenas para atender às exigências dos supremacistas gays. No caso de Wyllys, a chancelaria tinha igualmente total autoridade — sem mencionar responsabilidade cristã — de agir com muito mais energia. Afinal, é de conhecimento público que num seminário realizado por Wyllys no Congresso Nacional, http://juliosevero.blogspot.com/2012/10/ativista-gay-afirma-que-esta-disposto.html"> o ativista gay Márcio Retamero ameaçou o uso de violência armada contra os cristãos, sem que Wyllys condenasse a ameaça.

Pelo contrário, Wyllys mesmo tem feito ameaças aos cristãos. Tenho certeza de que se algum diretório estudantil do Mackenzie convidasse um criminoso nazista ou comunista, o chanceler vetaria, e com boas razões. Por que então poupar Wyllys? Deve-se poupá-lo em nome de uma suposta liberdade acadêmica? Tudo o que o chanceler disse que pôde fazer foi escolher um “debatedor” para argumentar com Wyllys. O escolhido foi seu colega de ANAJURE Guilherme Schelb.

Contudo, por incrível que pareça, os estudantes da instituição presbiteriana não gostaram do escolhido do chanceler. De acordo com informações que recebi, e que foram confirmadas numa nota da ANAJURE, Schelb foi vaiado e sofreu um clima de hostilidade dos estudantes do Mackenzie. A moçada gostou foi do Wyllys. Parabéns ao Mackenzie pela promoção do Wyllys! Mesmo discordando totalmente das ideias radicais do supremacista gay e mesmo não tendo a intenção direta de fazer tal promoção, o chanceler deu um tiro no pé ao não vetar o “debate”, que foi na verdade espaço de publicidade gratuita para Wyllys.

Se tivesse vetado, poderia pelo menos ter poupado o representante da ANAJURE das vaias e hostilidade que sofreu. Dá para imaginar um jurista evangélico ser humilhado diante de um supremacista gay dentro de uma universidade evangélica? É um quadro apocalíptico, e aconteceu no Mackenzie.

(Twitter) De estudante do Mackenzie para Jean Wyllys: “Sou da Mackenzie e acabei de voltar do debate! Estou IMPRESSIONADA com a sua capacidade de debate e sua inteligência”.

Se no nome de uma suposta liberdade acadêmica, podemos abrir as instituições evangélicas para indivíduos como Wyllys, que defendem a perseguição aos cristãos, promoverem seus radicalismos, qual é o limite? Por que então não convidar nazistas e terroristas islâmicos? O chanceler, ao invés de ter agido com firmeza contra a entrada de um notório fomentador de perseguição anticristã antes do debate, tentou defender a falta de firmeza e desqualificar a denúncia.

Só após a enorme exposição pública do caso no artigo “Jean Wyllys no Mackenzie” foi que o chanceler declarou no Facebook: “Augustus Nicodemus Lopes Infelizmente numa universidade do porte do Mackenzie diretórios estudantis realizam eventos se valendo da autonomia universitária dos quais só tomamos conhecimento em cima da hora, como foi o caso, só nos restando achar uma pessoa para fazer o contraponto, para tentar ao menos minimizar os efeitos.

Lamento profundamente tudo isto ocorrido em nosso quintal e em nossas costas. O evento não foi promovido pelo Mackenzie, sua reitoria ou chancelaria - jamais. Fomos pegos de surpresa. É uma pena que pessoas que se dizem cristãs alardeiam fatos e os distorcem sem qualquer conhecimento de causa..” A declaração foi enviada por um leitor que questionou Nicodemus e recebeu a resposta dele. Mas as palavras do chanceler, de que o evento não foi promovido por sua chancelaria, estão em conflito com o documento do diretório do Mackenzie, que registra a parceria.

 Documento do diretório do Mackenzie registra parceria com chancelaria para debate de Wyllys Ele poderia ter vetado a entrada de Jean Wyllys na instituição? Há pouca dúvida sobre isso. Agora fica sobre os ombros dele a responsabilidade de esclarecer o motivo por que, se não havia nenhuma parceria, há o registro oficial da parceria por parte do próprio diretório estudantil que realizou o debate. Quem foi que errou? O diretório? A impressora?

Esta não é a primeira vez que denuncio um notório ativista gay convidado para debate numa grande instituição protestante. No ano passado, denunciei a Escola Superior de Teologia (EST) da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil. Eu queria ter podido fazer tal denúncia anos atrás, mas não tinha os documentos. Somente no ano passado, os obtive.

No caso do Mackenzie, foi mais rápido porque fui auxiliado na obtenção dos documentos. A providência da EST foi apagar todos os registros públicos do evento e fazer de conta que nunca ocorreu. Qual vai ser a providência do Mackenzie?

Fonte: www.juliosevero.com
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