COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 6 de setembro de 2014

Ex-Agente da CIA Revela: Os EUA Estabeleceram a Lei Islâmica no Iraque e no Afeganistão

5 de setembro de 2014


Ex-Agente da CIA: Os EUA Estabeleceram a Lei Islâmica no Iraque e no Afeganistão

Tim Brown
Em uma recente entrevista para o portal WND, a ex-especialista do Oriente Médio da CIA, Clare Lopez, não apenas disse que Barack Obama tinha mudado de lado na guerra contra o terrorismo, mas também declarou abertamente que os EUA foram os que ajudaram a estabelecer a lei da xaria nas constituições do Iraque e do Afeganistão.
Como já tínhamos relatado antes, isso vai além de apenas um problema com a Al-Qaeda ou o ISIS. Como Pamela Geller apontou em março de 2010, ele sempre foi um pró-jihad, usurpador do gabinete da presidência.
"Em uma inversão impressionante e histórica da política externa norte-americana, os Estados Unidos estão agora apoiando um dos inimigos que eles mesmos combateram na Segunda Guerra Mundial", escreveu ela. "Em vez de lutar contra o nazismo e o racismo, Obama tem efetivamente se unido à jihad que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial pelo Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini".
Enquanto Clare Lopez declarava ao portal WND, "a guerra global contra o terror havia sido um esforço para ‘ficarem livres da xaria’, ou a lei Islâmica repressiva, até que o governo Obama começou a tomar o partido de grupos jihadistas, como a Irmandade Muçulmana e suas afiliadas", mais tarde ela viria a apontar o dedo para o governo Bush, sem perceber.
Em resposta à precipitada retirada de Barack Obama, do Afeganistão e do Iraque, sabendo que o islamismo poderia dominar essas culturas, ela disse, "mas o governo dos EUA já tinha escrito as constituições desses países com base na lei da xaria, de modo que a atual dominação física definitiva já estava preparada com a fundação e precedentes legais".
Então, quando foram estabelecidas essas constituições baseadas na lei da xaria? Elas não foram criadas no governo Obama, mas sob o governo Bush.
A Constituição do Afeganistão foi aprovada em janeiro de 2004 e assinada em 26 de janeiro de 2004 pelo atual Presidente Hamid Karzai. Ela claramente contém decisões compatíveis com a xaria quando a Constituição não aborda uma questão em particular. Essas decisões podem então apelar para a jurisprudência Hanafi (é uma das quatro correntes de direito Islâmico).
Quanto ao Iraque, a atual Constituição foi aprovada em outubro de 2005. Apesar da Constituição do Iraque conter uma seção em que fala do direito à liberdade de religião, ela também diz que o islamismo é a religião do Estado e que é a base para as leis do país. Além disso, ela afirma:
•           Nenhuma lei pode ser promulgada que contradiga as provisões estabelecidas do Islã.
•           Nenhuma lei pode ser promulgada que contradiga os princípios da democracia.
•           Nenhuma lei pode ser promulgada que contradiga os direitos e liberdades fundamentais previstas na Constituição.
Com sorte, você vê o problema óbvio aqui. Desde que Maomé ensinou aos seus seguidores a matar os infiéis (todos os não-muçulmanos, especificamente  cristãos e judeus), então como não contradizer-se, afirmando que as pessoas têm liberdade de religião e, ainda assim, a lei não pode contradizer a Constituição? O fato é que este não é o caso.
Eu não estou aqui para, absolutamente, defender o governo Bush em nada disso, mas eles foram os precursores para o que vemos vindo do governo Obama. Barack Obama está apenas intensificando o que Bush fez. Ele não mudou de lado. Ele sempre esteve do lado do islamismo, ponto final.
Enquanto Lopez dizia ao portal WND que o objetivo da guerra contra o terrorismo, após o 11 de setembro de 2001, era de derrotar o jihadismo no Oriente Médio e no mundo, permanece o fato de que Bush nunca chamaria o verdadeiro inimigo pelo nome. Ele nunca diria que estávamos em guerra com o islamismo. Ele dizia que estávamos em guerra com os que "sequestraram o islamismo." Essas palavras são semelhantes aos termos de rendição conforme foram escritas pelo tenente-coronel Allen West em uma carta pouco antes de deixar o cargo.
O portal WND relatou que Lopez confirmou as minhas alegações de que não existe o "lado radical" do islamismo, apenas o islamismo.
"Acima de tudo, temos de reconhecer que o inimigo são forças supremacistas das jihad islâmicas", disse Lopez ao portal WND. "Devemos nomear, reconhecer, enfrentar o inimigo como ele é — não como gostaríamos que ele fosse".
Ela desdenhou da noção que os outros têm de dizer que o islamismo radical era uma "ideologia derrotada".
"Ah, é? Que ideologia é essa? Uma de 1.400 anos de idade, que já fez picadinho de seis ou sete grandes impérios mundiais? É essa?"
Fazer "picadinho de seis ou sete grandes impérios mundiais," é exatamente o que Walid Phares estava apontando em seu livro, Futuro Jihad. Os EUA estão fazendo exatamente a mesma coisa que os impérios do passado fizeram ao lutar contra os muçulmanos. Em última análise, esses impérios faliram e os islâmicos os superaram. Será que isso não se parece com algo que está acontecendo hoje?
Ela acrescentou: "Todo mundo espera que os EUA entrem em cena mais uma vez como um deus de salvações inesperadas e mirabolantes, por isso toda essa charada pode começar novamente. O sangue americano derramado e o gasto do tesouro americano, em meio ao clamor para os infiéis deixarem as terras muçulmanas, a fervente raiva muçulmana sobre o imperativo de atacar ‘o inimigo distante’ novamente, atingir o kuffar (não-muçulmano) em sua terra natal, mesmo enquanto o Califado consolida seu domínio e começa a governar como o Estado Islâmico afirma que tem que ser e, ao mesmo tempo, os domínio do xeiques que são mais ricos do que se pode imaginar estão, supostamente, mais ameaçados por esta horda 'não-islâmica' — e a hegemonia xiita emergente do Golfo Pérsico — reagem desinteressadamente, se tanto. O que está errado neste cenário?".
Compreender a diferença entre sunitas ou xiitas não importa realmente. A questão é sempre o islamismo.
A Sra. Lopez também passou a dizer exatamente como Obama foi pegando essas coisas de Bush e agora implementa a "dominação física" de um dos lados.
"De muitas maneiras, a Al-Qaeda preparou o terreno para o Estado Islâmico", disse ela. "A Al-Qaeda, que significa 'a base', fez o seu trabalho, que era de despertar as massas muçulmanas para estimular a ummah (comunidade muçulmana mundial) para agir contra os infiéis depois de um longo tempo. Ela gerou um ramo em expansão de franquias em todo o mundo, para não falar nos espaços virtuais da Internet. Ela fez o seu trabalho e agora pode ser substituída pelo [ISIS]. Nós veremos isso. "
A infiltração da Irmandade Muçulmana em posições-chave no governo federal dos EUA também tem sido um problema sério. Da substituta-chefe de Hillary Clinton, Huma Abedin, até as muitas pessoas em altos níveis de segurança que aconselham Barack Obama, tais como Mohammad Elibiary, são pessoas que não têm os melhores interesses para os Estados Unidos em seu coração. Eles têm a sua destruição em mente.
Lopez achava impossível entender a persistente desculpa para o islamismo do atual governo americano, “mesmo em face de tais atrocidades como a decapitação de Foley”, complementa, “eles tomam o cuidado para assegurar ao mundo que eles não acham que o IS (ou o Estado Islâmico, também chamado ISIS) ou qualquer criminoso que fosse, tenha alguma coisa a ver com o islamismo. Como é possível eles acreditarem nisso genuinamente, quando tudo que esses jihadistas fazem leva diretamente para o texto literal do Alcorão, dos Hadiths e da Sharia?”.
Não é difícil de entender. Eles são seguidores e apoiadores do islamismo. Isso é o que a Irmandade Muçulmana tem avançado desde o início. Leia o que eles escreveram de próprio punho!
Embora eu desconsidere suas declarações de que o ex-presidente Egípcio Morsi não estava envolvido nos ataques em Benghazi, eu gosto da perspectiva dela em como lidar com a possibilidade da ameaça islâmica e mantenho esta opinião como se fosse minha:
“Se o [ISIS] faz um movimento contra os nossos parceiros regionais — Israel, Jordânia, os Curdos — nós os esmagamos, então vamos embora”, disse ela. "Se nós acharmos que o [ISIS] está tramando algo por si só ou em conjunto com um Estado-Nação, ou com outra organização terrorista sub-nacional, como o Hezbollah, mais uma vez — como o Irã fez com o Hezbollah e a Al-Qaeda — esmagamos a ambos, todos eles, em seguida vamos embora. Sem a (re)construção da nação. Eles que juntem seus pedaços, não nós”.
Em última análise, a nossa construção nacional que os EUA fizeram no Afeganistão e no Iraque [desde Bush] estava condenada desde o início porque os EUA deixaram a raíz do mal intacta. Se você quiser a verdadeira justiça, a verdadeira lei, a verdadeira paz e prosperidade, em uma terra, então arranque pela raíz o Alcorão e coloque os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. O General Douglas MacArthur, após a Segunda Guerra Mundial, pediu aos missionários cristãos para irem e ajudarem o Japão e a pregarem o Evangelho de Jesus Cristo. Os cristãos ignoraram amplamente esse pedido. E o que está acontecendo agora, os EUA têm medo de chamar o islamismo de inimigo e os americanos não estão dispostos a tal para arrancá-lo pela raíz de dentro de sua cultura e permitiram que as sementes fossem plantadas em nosso próprio quintal. Já é hora de os americanos começarem a confrontar os islamitas dentro dos EUA antes de se preocuparem com islamistas que estão a 13.000 quilômetros de distância.
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Acidente suspeito de avião dispara candidatura presidencial de pentecostal socialista e fortalece interesses globalistas

1 de setembro de 2014

Acidente suspeito de avião dispara candidatura presidencial de pentecostal socialista e fortalece interesses globalistas
Julio Severo
Wayne Madsen, um jornalista investigador cujas pesquisas sobre questões de segurança conheci pela primeira vez em meu site conservador favorito, o WND, lida com a ascensão vertiginosa de Marina Silva, uma radical ambientalista e socialista que é a candidata mais provável para derrotar a presidente socialista do Brasil, Dilma Rousseff, na eleição presidencial.
Marina Silva e Leonardo Boff, da Teologia da Libertação
Madsen tem alguns pontos interessantes, mas em outros aspectos ele não consegue ver o que é óbvio para nós conservadores brasileiros. Por exemplo, ele disse: “A derrota de Dilma sinalizaria uma vitória para as atividades secretas do governo Obama para eliminar de cena os presidentes progressistas em toda a América Latina.”
Ora, por que o Obama progressista iria querer eliminar seus camaradas progressistas na América Latina? O padrão, de acordo com Madsen, parece ser “pró-negócios” versus “anti-negócios” — e os EUA são campeões em negócios. Por isso, se um presidente progressista da América Latina se opõe aos grandes negócios do presidente progressista dos EUA, ele sofrerá oposição do governo americano. Por outro lado, se um presidente progressista latino-americano defender o aborto e a homossexualidade, ele não enfrentará nenhuma oposição de seu camarada na Casa Branca. As ávidas políticas pró-sodomia e pró-aborto de Dilma nunca enfrentaram nenhuma oposição do governo dos EUA. Ela está enfrentando isso agora só por causa de questões de negócios.
Madsen também parece pensar que “socialista” e “pró-negócios” são estranhos parceiros de cama.
Se “pró-negócios” não habilita um socialista a ser socialista, então a China, com seus milhares de fábricas americanas, certamente não é socialista nessa definição. Mas a verdade é, a China é radicalmente socialista e um grande e privilegiado aliado comercial dos EUA.
Os socialistas no Brasil podem ter variadas nuanças para lidar com a economia, mas sua abordagem às questões morais fundamentais é basicamente igual. Em palavras e ações políticas, eles têm defendido, em menor ou maior grau, o aborto e a agenda gay, principalmente o “casamento” gay, do jeito que os socialistas ocidentais fazem.
Madsen diz que Marina Silva é “pró-israelense.” Qual é a base dele para tal declaração? Ele parece não gostar de Israel. Al Jazeera, um site noticioso muçulmano que não é conhecido por simpatizar com Israel, noticiou de forma simpática sobre Marina. Nenhuma menção sobre posturas “pró-israelense” de Marina.
A aparente postura anti-Israel de Madsen não faz sentido, pois George Soros, denunciado por ele como por trás da ascensão de indivíduos progressistas como Marina e, consequentemente, da “desestabilização” da eleição do Brasil, está igualmente investindo na desestabilização do tradicional apoio evangélico a Israel. Com sucesso, ele investiu na desestabilização da Ucrânia. Tal é seu poder. Como geralmente fazem os esquerdistas, Soros coloca sua ideologia socialista anti-Israel acima de sua herança judaica. De forma semelhante, Marina coloca sua ideologia socialista acima de sua fé cristã.
Conversei com um grande especialista evangélico sobre Israel, e ele nada sabe de uma Marina “pró-israelense.” Além disso, os aliados políticos dela são socialistas anti-Israel.
Talvez Madsen supôs que pelo fato de que Marina Silva é membro de uma igreja pentecostal — a Assembleia de Deus —, a conclusão lógica é que ela é naturalmente pró-Israel tal qual é a maioria dos pentecostais do Brasil. No entanto, as raízes religiosas originais dela vêm da forma mais popular de catolicismo no Brasil: a Teologia da Libertação, que é anti-Israel.
Essa teologia é muito comum entre católicos do Brasil, que é a maior nação católica do mundo. Mas não é comum entre pentecostais. Geralmente, as pessoas que têm uma conversão na Assembleia de Deus ficam sob a obrigação de abandonar sua vida passada, inclusive o catolicismo e a Teologia da Libertação. Não existe explicação para o que aconteceu no caso de Marina. Não se conhece a razão de seu marxismo católico popular ter tido liberdade de sobreviver à sua conversão religiosa ao pentecostalismo.
Meu livreto “Teologia da Libertação versus Teologia da Prosperidade” diz: “Marina Silva, que hoje é membra da Assembleia de Deus em Brasília, se gaba de que conheceu o “evangelho vivo” na Teologia da Libertação que aprendeu com Leonardo Boff, um dos maiores propagandistas dessa teologia no Brasil. Boff e sua teologia foram oficialmente condenados pelo Vaticano durante o papado de João Paulo 2, mas essa condenação oficial não impediu Marina de seguir o homem e sua teologia” (p. 12). Boff é seu conselheiro.
Marina Silva se queixou da “onda de conservadorismo” que quase derrotou Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010. A onda conservadora foi a expressão de fortes sentimentos cristãos contra o aborto e o homossexualismo. Em vez de se colocar frontalmente contra o histórico e posições patentemente abortistas e homossexualistas de Dilma e do PT, Marina, em sua “Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, criticou abertamente o que ela enxergou como “esse conservadorismo renitente que coloniza a política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites” (p. 16).
O histórico político dela é o mesmo de Dilma: o Partido dos Trabalhadores.
A análise de Madsen tem só uma conclusão: os EUA só apoiarão progressistas “pró-negócios” (isto é, pró-EUA).
Minha opinião é que o Brasil deveria se livrar de ambos progressistas (pró e anti-EUA). E os EUA deveriam também se livrar de seu progressista na Casa Branca.
Sobre a CIA assassinando indivíduos que atrapalham os interesses do governo dos EUA, recomendo o livro “Target: Patton: The Plot to Assassinate General George S. Patton” (Alvo: Patton: O Complô para Assassinar o General George S. Patton), que mostra como a organização predecessora da CIA pode ter sido responsável pelo assassinato de Patton, que queria derrubar a União Soviética. Aliás, este livro mostra a CIA e sua predecessora matando muitos outros inimigos (inocentes ou não) dos interesses dos EUA.
Não me entenda mal: não me oponho se o governo dos EUA e a CIA matam bandidos. Há informação de que quando os militares do Brasil derrubaram os comunistas na década de 1960, o governo americano os “ajudou.” Mas o atual governo dos EUA está traindo os militares anticomunistas e ajudando apenas os progressistas do Brasil a fortalecer os interesses dos progressistas americanos “pró-negócios.”
Agora a guerra não é sobre comunistas versus conservadores. É progressistas pró-EUA versus progressistas anti-EUA. É progressistas americanos “pró-negócios” contra progressistas estrangeiros “anti-negócios.”
O que é interessante é que Madsen não faz nenhuma menção acerca da obsessão socialista unificada e enorme em prol da promoção do aborto e homossexualismo. Questões econômicas importam mais para ele do que questões morais e éticas? Obama e Dilma não têm nenhuma discordância sobre impor suas ideologias progressistas de aborto e homossexualidade. As discordâncias deles são apenas econômicas. Em outros aspectos, eles são “família” — uma família progressista.
Agora leia a análise de Madsen tendo em mente o que a Bíblia diz:
“Examinai todas as evidências, retende o que é bom.” (1 Tessalonicenses 5:21 KJA)

Todos os fatores apontam para a CIA no assassinato por meio de um acidente aéreo do candidato à presidência do Brasil

Wayne Madsen
O acidente de avião que matou o candidato à presidência do Brasil, Eduardo Campos, que estava cotado em segundo lugar, atrás da atual Presidente Dilma Rousseff, tem prejudicado gravemente as chances de Dilma à reeleição. A substituta de Eduardo Campos na linha de sucessão, a ex-líder do Partido Verde, Marina Silva, é uma fantoche de George Soros, que agora tem uma boa chance de derrubar Dilma Rousseff, num provável segundo turno da eleição. A derrota de Dilma sinalizaria uma vitória para as atividades secretas do governo Obama para eliminar de cena os presidentes progressistas em toda a América Latina.
Uma revisão da história pós-Segunda Guerra Mundial revela que, de todas as muitas maneiras que os serviços de inteligência têm usado para eliminar as ameaças políticas e econômicas, o assassinato através de um acidente aéreo classifica-se em segundo lugar, à frente de acidentes automobilísticos e envenenamento, só ficando atrás do uso de armas de fogo e munições, como o “modus operandi” favorito da Agência Central de Inteligência (CIA) para efetuar um assassinato político.
Os assassinatos por meio de acidentes aéreos do secretário-geral das Nações Unidas, Dag Hammarskjöld, do presidente de Ruanda, Juvenal Habyarimana, do presidente do Burundi, Cyprien Ntaryamira, do primeiro-ministro português, Francisco Sá Carneiro, do presidente do Paquistão, Muhammad Zia Ul-Haq, do futuro primeiro-ministro indiano, Sanjay Gandhi, do presidente da União dos Trabalhadores Automotivos Unidos dos EUA, Walter Reuther, do ex-senador pelo Texas, John Tower, e do senador de Minnesota, Paul Wellstone, todos eles traziam as marcas do envolvimento de uma ou mais agências de inteligência dos EUA no intuito de pôr um fim à carreira política que ameaçava os fundamentos da América imperial.
A América Latina, em particular, tem sido marcada por acidentes aéreos que mataram dois líderes que estavam determinados a se afastar da influência da política americana, o presidente Jaime Roldós Aguilera, do Equador e do presidente Omar Torrijos do Panamá. Ambos os líderes morreram em 1981, com Roldós morrendo poucos meses antes de Torrijos. John Perkins, o autor de “Confissões de um Assassino Profissional Econômico” e ex-membro dos serviços de inteligência dos EUA, apontou os Estados Unidos em ambos os assassinatos realizados através de um acidente aéreo.
Esse antecedente do envolvimento dos EUA em assassinatos através de acidentes aéreos torna a queda da aeronave Cessna Citation 560XLS, no dia 13 de agosto, em Santos, Brasil, que matou o candidato “pró-negócios” à presidência, pertencente ao Partido Socialista Brasileiro, Eduardo Campos, seus assessores e a tripulação, ainda mais suspeita. O momento do acidente, durante uma campanha eleitoral que favorecia uma vitória fácil para Dilma Rousseff, provoca questões significativas entre os investigadores brasileiros e o público em geral.
Desde a sua introdução em 1996, o modelo Cessna Citation 560XLS tem desfrutado de um histórico de segurança perfeito. A morte repentina de Campos inverteu a campanha presidencial brasileira de uma forma que pode beneficiar os Estados Unidos e a agenda de longo prazo da Agência Central de Inteligência (CIA) para a América Latina.
Questões perturbadoras estão sendo levantadas sobre a propriedade da aeronave que carrega o número de cauda PR-AFA. Os obscuros registros da inscrição e dos proprietários do avião, juntamente com a falta da gravação do áudio do voo, graças a uma aparente avaria no gravador de voz da cabine do avião, têm levado um grande número de brasileiros a quererem saber se o avião foi sabotado pelos Estados Unidos. Ao invés de ter a gravação das conversas da tripulação do voo do acidente de Eduardo Campos, o gravador só tinha as gravações de voz de um voo anterior.
O avião estava voando na rota do Rio de Janeiro – Aeroporto Santos Dumont – para o Guarujá, quando caiu em uma área residencial de Santos.
O avião era operado pela AF Andrade Empreendimentos e Participações, que tem sede em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, mas arrendado da Cessna Finance Export Corporation, uma divisão da Textron, um dos principais fornecedores de defesa e inteligência dos EUA. A Cessna é uma divisão da Textron. O gravador de voz com defeito foi fabricado por outra fornecedora de defesa e inteligência dos EUA, a L-3 Communications. Os negócios da AF Andrade estão centrados em sua propriedade de uma destilaria. Um porta-voz da AF Andrade disse que a aeronave de 9 milhões de dólares não tinha sido recentemente inspecionada, mas salientou que tinha um registro perfeito de manutenção.
No entanto, o porta-voz da AF Andrade não podia declarar especificamente quem era o proprietário da aeronave, mas admitiu provavelmente apenas o contrato de arrendamento, que o avião estava à venda e, recentemente, tinha sido comprado por um grupo de “donos de fábricas e importadores” de Pernambuco. Campos era um ex-governador de Pernambuco.
Os compradores fizeram um consórcio que incluía a Bandeirantes Pneus Ltda. A empresa de pneus disse que as negociações sobre a transferência de propriedade estavam em curso quando o avião caiu e que a Cessna Finance Export Corporation ainda não tinha aprovado os direitos finais de leasing. Observadores brasileiros acreditam que o Cessna que caiu era um “avião fantasma”, com propriedade obscura, a fim de acobertar o uso do avião para operações secretas envolvendo a CIA. Aviões similares com registros de propriedade e registros manchados foram usados pela CIA para sequestros de muçulmanos rendidos para interrogatório e aprisionamento nos “locais negros” da América em todo o mundo.
O Conselho de Segurança Nacional de Transporte dos Estados Unidos (National Transportation Safety Board – NTSB) enviou um equipe ao Brasil para investigar o acidente aéreo. No entanto, se o desempenho do NTSB sobre acidentes, como o TWA 800 e o voo 587 da American Airlines, é alguma indicação, a agência só se destaca no acobertamento de ações criminosas.
Eduardo Campos foi substituído na chapa por Marina Silva, que é uma queridinha financiada por George Soros e direcionada para os movimentos de globalização e a “sociedade civil”. Marina Silva, que é membro pró-Israel da Igreja Pentecostal da Assembleia de Deus, é muito mais pró-negócios e pró-EUA do que Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores, um partido de esquerda brasileiro. Recentemente, Dilma Rousseff, junto com seus colegas líderes dos BRICS da Rússia, Índia, China e África do Sul, criaram um novo banco de desenvolvimento que desafia a supremacia dos EUA que opera o Banco Mundial. A criação do banco enfureceu Washington e Wall Street.
Marina Silva pode estar desfrutando de mais do que um mero voto de simpatia, recentemente adquirido nas pesquisas contra Dilma Rousseff. A presidente brasileira é vista por Washington como uma adversária, especialmente depois que os detalhes foram divulgados, por Edward Snowden, da enorme vigilância da Agência de Segurança Nacional (NSA) sobre a presidente brasileira.
Se Dilma Rousseff foi forçada a ir para um segundo turno com Marina Silva, como primeiro ou segundo lugar no primeiro turno, Aécio Neves, do “conservador” Partido Social Democrata afirmou que ele endossaria Marina Silva se ele ficar em terceiro lugar. A aritmética política poderia significar problemas para Dilma Rousseff, que provavelmente teria deslizado para a vitória se não tivesse sido o avanço de Marina Silva para a cabeça de chapa do Partido Socialista Brasileiro. O candidato à vice-presidência na chapa de Marina Silva é Beto Albuquerque, cujas credenciais na “sociedade civil” estão na proteção dos direitos humanos e do consumidor, o que indica uma “criação” ao estilo Soros.
As pesquisas atuais para 5 de outubro no primeiro turno é de Dilma Rousseff, com 36% dos votos, Marina Silva, com 21%, e Aécio Neves, com 20%. No entanto, com Aécio Neves fora da disputa no segundo turno, agendado para o dia 26 de outubro, algumas pesquisas mostram Marina Silva batendo Dilma Rousseff com 47% contra 43%, enquanto outros mostram Marina Silva derrotando Dilma Rousseff por uma margem de 9%. É claro que as pesquisas de opinião já não são independentes, mas são artifícios de agências de inteligência corporativas e ocidentais usados para influenciar a opinião pública e se envolver na “programação preditiva” de populações inteiras.
O ambiente favorável para Marina Silva como resultado do possível assassinato através do acidente aéreo de Eduardo Campos e seus assessores possui muitas suspeitas sobre o papel da CIA na queda do avião, especialmente depois que impressões digitais da CIA foram descobertas em assassinatos através de acidentes aéreos dos presidentes Torrijos e Roldós, em 1981. Recentemente, em fevereiro deste ano, o helicóptero presidencial normalmente usado pelo presidente do Equador, Rafael Correa, um forte opositor das políticas de Washington e um aliado de Dilma Rousseff, caiu nas montanhas em um voo de Guayaquil a Quito. O piloto pessoal de Rafael Correa morreu no acidente. Rafael Correa, que estava se dirigindo a um comício de campanha no momento do acidente, ressaltou que ele não estava programado para estar no voo helicóptero Dhruv, produzido na Índia. Entretanto, a suspeita de sabotagem pela CIA não podia ser contida entre a população equatoriana.
Marina Silva está sendo apontada como uma candidata de “Terceira Via” no Brasil. A “Terceira Via” é um movimento internacional que tem sido usado por políticos corporativos, muitos deles financiados por George Soros, para se infiltrarem e assumirem partidos historicamente pró-trabalhista, socialistas e progressistas. Os políticos mais notáveis das “Terceiras Vias” incluem Bill Clinton, Tony Blair,  Gerhard Schroeder da Alemanha, Justin Trudeau do Canadá, o presidente Francês françois hollande, o primeiro-ministro francês manuel valls, o primeiro-ministro italiano matteo renzi e o ex-primeiro-ministro italiano Romeo Prodi, José Sócrates de Portugal, Ehud Barak de Israel e funcionários do Partido Socialista Brasileiro, do Partido Verde e dos Partidos Sociais-Democratas, incluindo Marina Silva, Aécio Neves, o falecido Eduardo Campos e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No entanto, quando se torna vantajoso assassinar um membro da “Terceira Via” a fim de promover outro, não há nenhum problema em eliminar alguém como Eduardo Campos, a fim de abrir caminho para um político mais popular (e controlado) como Marina Silva, especialmente quando os interesses de Israel e Wall Street estão em jogo.
O Cessna levando o primeiro-ministro português Sá Carneiro, que caiu enquanto o primeiro-ministro estava voando para um comício de reeleição em Porto, destruiu as perspectivas futuras da esquerdista Aliança Democrática, porque os dois sucessores leais a Sá Carneiro que o substituíram não tinham o seu carisma. Eventualmente, Mario Soares, da “Terceira Via” e pró-OTAN, “socialista apenas no nome”, tornou-se primeiro-ministro e conduziu Portugal no caminho da “Terceira Via” subserviente a uma Europa unida e à globalização. O embaixador de Portugal, na época da morte de Sá Carneiro, era o agente da CIA Frank Carlucci, cujas impressões digitais estavam no assassinato do ex-primeiro-ministro Patrice Lumumba, no Congo, em 1961. Carlucci tornou-se vice-diretor da CIA, Conselheiro de Segurança Nacional e o secretário de Defesa no governo do presidente Ronald Reagan. Carlucci também é o presidente emérito do Grupo Carlyle, conectado a CIA. A morte suspeita de Eduardo Campos no Brasil parece ser uma cópia exata da execução rápida de Sá Carneiro efetuada pela CIA, com Dilma Rousseff como o alvo final da ação e Marina Silva e seus apoiadores globalistas como beneficiários.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo da Fundação de Cultura Estratégica: All factors point to CIA aerially assassinating Brazilian presidential candidate
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

EUA abrigariam espiões da CIA no Brasil com apoio da PF

EUA abrigariam espiões da CIA no Brasil com apoio da PF
17/9/2013 13:50
Por Redação - de São Paulo 
Manoel dos Santos Guerra Júnior, um dos espiões contratados pela CIA no Brasil, segundo documentos do CenimarManoel dos Santos Guerra Júnior, um dos espiões contratados pela CIA no Brasil, segundo documentos do Cenimar.

A agência central de inteligência norte-americana (CIA, na sigla em inglês) age com desenvoltura no Brasil, amparada por um convênio firmado entre o governo dos EUA e a Polícia Federal brasileira (PF), em 2010, logo após a posse da presidenta Dilma Rousseff.

Assim, a ação do segmento acusado de espionar as principais empresas brasileiras, entre elas a Petrobras e a própria presidenta do país, segue disfarçada nos “assuntos diplomáticos” dos dois países. Este é o fato que revela a matéria do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, em matéria assinada pelo jornalista Marco Antônio Martins.

Segundo o renomado repórter, “pelo menos uma vez por semana, dois agentes da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, chegam a um dos prédios da Polícia Federal em Brasília, no setor policial sul da capital. Em menos de cinco minutos, eles passam pela portaria e se dirigem a uma reunião em um dos edifícios onde ficam os cerca de 40 agentes brasileiros da Divisão Antiterrorismo (DAT).

A desenvoltura dos (norte-)americanos não é por acaso: ali, os computadores, parte dos equipamentos e até o prédio, dos anos 90, onde estão reunidos e trabalham os policiais que investigam terrorismo no Brasil, foram financiados pelos EUA”.

“Nas duas últimas semanas, a Folha entrevistou policiais federais, militares da inteligência do Exército e funcionários do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

Todos admitem que os acordos de cooperação entre a Embaixada dos EUA e a PF são uma formalidade. E que, na prática, os americanos têm atuação bastante livre em território brasileiro. Procurada, a Embaixada dos EUA no Brasil não se pronunciou.

Segundo a Folha apurou, a atuação da inteligência (norte-)americana no Brasil não se limita à espionagem eletrônica, revelada em documentos do ex-analista da NSA (Agência de Segurança Nacional) Edward Snowden”, acrescenta.

Segundo Martins, “os (norte-)americanos estão espalhados pelo país atrás de informações sobre residentes no Brasil, brasileiros ou não. Eles dão a linha em investigações e apontam quem deve ser o alvo dos policiais federais, dizem essas fontes. Na prática, os (norte-)americanos acabam se envolvendo em operações das mais diversas.

 Em 2004, por exemplo, a Operação Vampiro, que desmantelou uma quadrilha que atuava em fraudes contra o Ministério da Saúde na compra de medicamentos, teve participação da CIA. Em 2005, os (norte-)americanos estiveram diretamente envolvidos no rastreamento do lutador de jiu-jítsu Gouram Abdel Hakim, suspeito de pertencer a uma célula da rede terrorista Al Qaeda”.

Mas a parceria entre a Embaixada dos EUA e a Polícia Federal, formalizada por meio da assinatura de um memorando em 2010, mas ativa na prática desde muito antes disso, não escapa da polêmica. Um dos críticos é o ex-secretário nacional Antidrogas Walter Maierovitch.

– Opinei pela não oficialização do convênio, em relação às drogas, porque era um acobertamento para a espionagem desenfreada, sem limites – lembra Maierovitch.

À época, a justificativa para o convênio era que o auxílio entre americanos e brasileiros serviria para o combate às drogas. Depois do 11 de Setembro, no entanto, o foco passou a ser o terrorismo. “Os norte-americanos mantêm escritórios próprios no Rio, com a justificativa da realização da Copa do Mundo e da Olimpíada de 2016, e em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, para vigiar a atuação das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) na fronteira”.
– O que mais tem é (norte-)americano travestido de diplomata fazendo investigação no Brasil – afirma o policial federal Alexandre Ferreira, diretor da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef).

A CIA, no entanto, já agia no passado, com a mesma desenvoltura de agora, protegida pela facção mais à direita no Exército Brasileiro, responsável pelo golpe de Estado em 1964, que durou mais de duas décadas. Uma das práticas da agência norte-americana é a cooptação de olheiros no país-alvo da espionagem, a exemplo de Manoel dos Santos Guerra Júnior, hoje com 81 anos. O Cenimar o trata como informante da repressão brasileira e da CIA.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/noticias/brasil/eua-abrigariam-espioes-da-cia-no-brasil-com-apoio-da-pf/645852/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20130918

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

CIA dando armas para islâmicos que estão estuprando e matando cristãos na Síria !

Link deste artigo: http://bit.ly/17TFXaB

Pessoal, anos atrás, com a grave ameaça do comunismo, muitas vezes orávamos para os EUA serem usados para ajudar os cristãos perseguidos por essa ideologia maligna. Mas agora tudo virou de cabeça para baixo. Os EUA, que no passado eram muito evangélicos, agora dão armas para os que matam cristãos. Por favor, orem para que Deus tenha esse gigante.

CIA dando armas para islâmicos que estão estuprando e matando cristãos na Síria

Julio Severo
Durante meses, meu blog tem publicado artigos e traduções, com a colaboração do tradutor Luis Gustavo Gentil, reportagens cruciais do WND mostrando a parceria do governo dos EUA com os rebeldes islâmicos da Síria, que estão perseguindo, estuprando e matando cristão. Isso não é surpresa, pois como WND tem denunciado, muitos dos rebeldes têm ligações com a organização terrorista al-Qaida.
A notícia de hoje do WND diz que a CIA começou a entregar armas para os rebeldes na Síria. Os carregamentos começaram duas semanas atrás e estão entrando ilegalmente na Síria com a ajuda direta do serviço secreto do governo dos EUA. O Departamento de Estado dos EUA está enviando veículos e outros materiais militares, inclusive equipamento sofisticado de comunicações.
A outrora maior potência protestante do mundo ajuda os opressores islâmicos, não suas vítimas cristãs.
No inicio do século XVII, chegaram aos EUA os Peregrinos — protestantes puritanos que estavam fugindo da perseguição de outros protestantes na Inglaterra. Eles foram para a América do Norte para fundar uma nação com liberdade cristã e tendo Cristo como Rei.
Se eles pudessem ver no futuro a nação fundada por eles fornecendo armas para radicais islâmicos massacrarem cristãos, eles prontamente voltariam para a Inglaterra. No mínimo, eles chorariam.
Os EUA se desviaram do propósito de seus fundadores cristãos e estão seguindo a meta do Anticristo.
Leitura recomendada:


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