COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

sábado, 1 de agosto de 2015

NÃO ASSINE MAIS PETIÇÕES DA AVAAZ, CHANGE.ORG....TUDO SOBRE O ESCÂNDALO DELES!!!

 TUDO SOBRE O ESCÂNDALO DO AVAAZ E CHANGE.ORG!!!




O Avaaz é uma ferramenta dos globalistas, parte da Rede do George Soros própria para fazer a implantação da nova Ordem Mundial.

A conexão de Soros é através do Grupo Move.On, o mesmo que esta envolvido no movimento "Occupy Wall Street". É uma rede intrincada e difícil de seguir, mas é basicamente Marxismo Cultural e Governo Mundial..

Fundadores da Avaaz são macacos velhos fazendo globalismo. Paul Hidler, Fundador de OpenDemocracy.net , um site de debate onde já participaram Kofi Annan, George Soros, e Opaco. Conta como Financiadores a Fundação Ford e a Rockefeller Brothers Fund,  Ricken Patel, Fundador da "Res Publica" da fiel América a serviço da Rockefeller Foundation, da Fundação Bill Gates e International Crisis Group (George Soros, Kofi Annan, Zbigniew Brzezinski, Jacques Delors, Shimon Peres) agora Diretor Executivo da Move.On.


SE FALA TANTO EM PETIÇÃO ESSA É BOA!
A consciência política americana.
(Texto traduzido)

Posicione-se contra a expansão comunista bolivariana no Brasil promovido pela administração de Dilma Rousseff.


Em 26/10/2014, Dilma Rousseff foi reeleita, e continuará o plano de seu partido para estabelecer um regime comunista no Brasil - nos moldes bolivarianos propostos pelo Foro de São Paulo. Sabemos que, aos olhos da comunidade internacional, a eleição foi plenamente democrática, mas as urnas utilizadas não são de confiança, além do fato de os chefes do Poder Judiciário, são na sua maioria membros do partido vencedor, PT. As políticas sociais também influenciaram na escolha da presidente, e as pessoas foram ameaçadas de perder o seu subsídio de alimentação se não reelegesse Dilma. Chamamos a atenção para um posicionamento da Casa Branca em relação à expansão comunista na América Latina. O Brasil não quer e não vai ser uma nova Venezuela, e os EUA precisam ajudar os promotores da democracia e da liberdade no Brasil.


SÃO DO MESMO GRUPO











Magno Malta denuncia uma farsa da AVAAZ





sábado, 5 de fevereiro de 2011

Petições da Avaaz rendem milhões de dólares. As campanhas são sérias ou é golpe na internet?


AVAAZ é uma ONG virtual de uma única pessoa que já faturou mais de 37 MILHÕES DE DÓLARES em doações feitas por internautas.

Pedidos de doações são disfarçados em textos apelativos de petições que exploram qualquer assunto em destaque na mídia. O dinheiro das doações vai para uma conta no exterior.

As mensagens são enviadas de um computador dos Estados Unidos. Ou seja, a ordem para brasileiros clicarem em alguma coisa vem de fora do País.
IP dos e-mails da Avaaz 69.60.9.158
Resultado da consulta: IP Address: 69.60.9.1 Country: United States

Esta ONG norte-americana surgiu há pouco tempo na internet pedindo doações em suas campanhas (petições) e já está MILIONÁRIA. Pertence a uma única pessoa conforme informações da declaração de imposto de renda apresentada ao fisco do governo dos Estados Unidos (Department of the Treasure - Internal Revenue Service).

Pesquisando na internet verifica-se que o dono da Avaaz tem várias ONGs virtuais e todas usam a mesma tática da Avaaz de pedir dinheiro pela internet enviado petições sobre assuntos com forte repercussão na imprensa.

Percebe-se que Avaaz é apenas um nome diferente para as ONGs virtuais MoveOn.org e Res Publica.

Uma de suas ONGs virtuais, Faithful América (FA), criada em 2004, explora o sentimento religioso das pessoas para pedir dinheiro em petições. O nome “Faithful América” pode ser traduzido como América da Fé. Em 2008 mudou de nome para Faith in Public Life (Fé na Vida Pública).

Pelas informações no site da FA, percebe-se claramente que trata-se de uma versão religiosa da Avaaz.org ou da MoveOn.org: A FA é uma comunidade online de milhares de cidadãos motivados pela fé para agir nas questões prementes morais do nosso tempo e mobiliza seus membros, solicitando sua participação nas petições de internet, campanhas de envio de cartas, manifestações, eventos e grupos de pressão.

A Avaaz apareceu no Brasil usando algum artifício para disparar em massa mensagens com as petições e pedido de doações para milhares de contas de e-mails do Brasil. Depois, alguns internautas brasileiros fizeram o resto do serviço para a Avaaz prospectar doadores aqui, reenviando as petições para seus contatos, que por sua vez repassaram para outros e assim por diante.

Em uma de suas primeiras mensagens a Avaaz dizia que tinha o poder até de “persuadir” o Presidente Lula. Imagine se isso fosse verdade. Uma ONG estrangeira, comandada por uma única pessoa, sem registro no Brasil (as doações de brasileiros vão para uma conta no exterior, via cartão de crédito internacional), dispara mensagens em massa de outro país capazes de influenciar até nosso Presidente.

Nos Estados Unidos é obrigatório as ONGs tornarem públicas suas declarações de imposto de renda. No ano passado a AVAAZ Foundation publicou em seu site as declarações de imposto de renda (Form 990), do período de 01 junho de 2006 até 31 de dezembro de 2009, apresentadas ao fisco do governo dos EUA (Department of the Treasure - Internal Revenue Service), que estão disponíveis nestes links
ARRECADAÇÃO de doadores

De acordo com estas declarações de imposto de renda apresentadas ao governo dos EUA a AVAAZ Foundation arrecadou em doações as seguintes quantias
01jun2006 a 31mai2007 – 1,093 MILHÕES DE DÓLARES
01jun2007 a 31mai2008 – 4,398 MILHÕES DE DÓLARES
01jun2008 a 31dez2008 – 1,275 MILHÕES DE DÓLARES
01jan2009 a 31dez2009 – 4,767 MILHÕES DE DÓLARES
01jan2010 a 31dez2010 – 6,742 MILHÕES DE DÓLARES
01jan2011 a 31dez2011 – 7,549 MILHÕES DE DÓLARES
01jan2012 a 31dez2012 – 11,611 MILHÕES DE DÓLARES 
TOTAL DO PERÍODO (jun/2006 – dez/2012): 37,437 MILHÕES DE DÓLARES.

DESPESAS – salário do diretor-executivo: R$ 40 mil por mês

Atividade de disparar mensagens em massa na internet tem um custo muito baixo, como pode ser verificado pelo reduzido número de funcionários declarado no imposto de renda (em 2008, por exemplo, tinha apenas seis). Então, o que o dono da avaaz.org faz com os milhões de dólares que arrecada?
Observem na declaração de imposto de renda de 2012, por exemplo, que foram gastos com consultoria 3,2 milhões de dólares e com salários, 2 milhões de dólares, enquanto que ajuda para entidades da África foi de 10 mil dólares e para salvar a Amazônia (Save the Amazon) foram gastos 15 mil dólares (declaração de 2011), temas que Avaaz mais explora para sensibilizar os doadores do primeiro mundo.

CREDIBILIDADE da AVAAZ - AS PETIÇÕES FUNCIONAM? 

A comodidade de alguém exercer a cidadania por você tem um preço. Já se constatou vários equívocos nas petições, como falhas de interpretação de matérias jornalísticas (do congresso nacional, exemplo), comemoração de vitórias que foram terríveis derrotas. Basta ler atentamente os textos que já se percebe algo estranho. O que é motivo para muitas desconfianças.

Petição sobre a Lei da Grilagem da Amazônia
Veja o equívoco da Avaaz na informação em seu site sobre o resultado da votação Medida Provisória (MP) da legalização da grilagem de terras na Amazônia. Ao contrário do que a Avaaz informa, a MP da grilagem virou lei e foi considerada uma das maiores derrotas da história do ambientalismo brasileiro.

Do site da Avaaz

A floresta Amazônica - No ápice de um momento de decisão em junho de 2009, membros da Avaaz no Brasil fizeram mais de 14.000 ligações e enviaram mais de 30.000 mensagens online ao presidente Lula em dois dias. No último momento, a pressão pública reverteu a lei que daria boa parte da floresta Amazônica para a exploração de agronegócios (Junho 2009). Uma grande vitória para o Brasil, e para o planeta, já que a Amazônia consome enormes quantidades de gases estufa que vem aquecendo o planeta.

Como todos sabemos, a MP da grilagem virou lei, isto é, foi aprovada e sancionada. Veja o que imprensa publicou na época
Petição sobre a Lei da Ficha Limpa. 

Em seu site a Avaaz comete exageros em sua propaganda internacional. Reinvidica ter sido responsável pela lei da ficha limpa no Brasil. A Avaaz faz propaganda para sensibilizar doadores dos países desenvolvidos que acordou os brasileiros e ensinou como se combate a corrupção. Com sua poderosa força das petições tomou a iniciativa de mobilizar os brasileiros e pressionou o Congresso Brasileiro para fazer a Lei da Ficha Limpa, que acabou com os políticos corruptos.

Do Site da Avaaz

Brasil (730.000 membros) Nós fizemos um movimento online civil da sociedade e encaminhamos uma lei anti-corrupção através do congresso que está colocando um largo número de políticos na rua - largamente propagada como revolução política.

Para quem não sabe, as assinaturas da iniciativa popular já estavam sendo coletadas bem antes da Avaaz ter prospectado o assunto na mídia porque estava tendo forte repercussão. Na verdade, a Avaaz disparou a petição da ficha limpa pela primeira vez somente na véspera da votação na câmara. E existem regras para se propor leis por iniciativa popular e não são válidas petições de internet. Precisa ser um abaixo-assinado convencional (com assinatura a caneta e anotação dos documentos de identificação, como o título de eleitor).

De acordo com o artigo 61 da Constituição, uma "iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados do projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles". Portanto, as pessoas tinham que assinar em uma folha de papel timbrado e anotar seus documentos.

E o que a Avaaz fez quando prospectou o assunto na mídia foi enviar e-mails para as pessoas explorando o tema com pedidos de doações induzindo as pessoas a pensarem que estavam contribuindo para as 1,6 milhões de assinaturas. Outra questão: Seria inconstitucional uma ONG estrangeira tomar uma iniciativa de propor uma lei. Seria violação da soberania nacional. A constituição é bem clara: somente cidadãos brasileiros podem tomar a iniciativa de propor leis.

Outra constatação do oportunismo da Avaaz ocorreu quando a lei tinha sido aprovada na Câmara havia 20 dias e já estava há 3 dias no senado (e voltou a ser destaque na mídia). Então, a Avaaz mandou uma mensagem estranha com o seguinte teor: Vencemos! A lei da ficha limpa foi aprovada, agora deverá ir para o Senado. Nas próximas semanas vamos precisar de vocês novamente para pressionar o Senado. Ou seja, mandou esta mensagem esquisita do resultado da votação na Câmara 20 dias depois do fato ter ocorrido e quando faltava apenas 1 dia para o prazo dos senadores aprovarem a Lei da Ficha Limpa (para valer nas eleições de 2010).

É incrível as pessoas acreditarem na seriedade destas petições. Exercer a cidadania, provocar as mudanças no Mundo, exige muito mais esforço do que ficar na frente do computador clicando e repassando e-mails com pedido de doações. Exercer a cidadania não é ajudar a iludir as pessoas espalhando pela internet estas mensagens.

Se arrecadaram milhões de dólares por que não contratam jornalistas especializados? Por que não contratam um sistema de auditoria para atestar a autenticidade destas petições?

No exterior, há também muitas críticas, dúvidas e desconfianças sobre a eficácia das campanhas. Uma pessoa, por exemplo, acusa a Avaaz de ter fornecido seu e-mail para anunciantes (veja abaixo); quando se conferiu a autenticidade de uma petição no Canadá, descobriu-se IPs falsos. O dono da Avaaz alega que alguém entrou no sistema e inseriu aqueles milhares de IPs falsos e entrou na justiça exigindo investigação. Comenta-se na imprensa que devido ao sucesso de arrecadação de MILHÕES DE DÓLARES em doações é provável que muitos golpistas já tenham clonado a Avaaz pelo mundo inteiro e lançam as petições com pedido de doações desviados para uma conta particular.

COMENTÁRIOS – Forum da Austrália e blog da Irlanda

AUSTRÁLIA - Forum, acessado em 05/02/2011
Tradução
18 de dezembro 2010
Titulo da postagem: Avaaz é uma farsa

Recentemente aderi a uma petição da Avaaz, enviada por um amigo.

Hoje recebi um e-mail pedindo dinheiro. Eles dizem que têm 6,5 milhão de membros e que aumenta em 60.000 por semana.

Uma doação muito pequena de $ 3 ou $ 5 por semana a partir de 10.000 Avaazers cobriria todos os custos para manter uma pequena equipe, ajudando a salvar vidas em situações de emergência humanitária, a proteção do meio ambiente e dos animais, combater a corrupção e o crime organizado, trazer a paz e reduzir a pobreza ..
Objetivos ambiciosos: Eu me pergunto o que aconteceria se os 6,5 milhões doassem US $ 3 a US $ 5 por semana.

Que efeito isso teria? Eu entendo que eles mantenham em sigilo as identidades das pessoas que assinam suas petições. Isto quer dizer que é um desperdício de tempo e eles poderiam simplesmente inventar um número qualquer de adesões? Os governos realmente dão importância para números de petição que não se pode ser verificado?

Eu estou querendo saber se isso pode ser um golpe visando atingir os sentimentos das pessoas de querer fazer algo pela humanidade mas na verdade acabam deixando alguém rico.

Texto original

Avaaz is it a scam
Recently I joined a Avaaz petition as a result of having it forwarded to me by a friend.
Today I received an email asking for money. They say they have 6.5 million members and are growing by 60,000 per week.
A very small donation of $3 or $5 per week from 10,000 Avaazers would cover all the core costs of our small team, helping to save lives in humanitarian emergencies, protect the environment and wildlife, fight corruption and organized crime, push for peace and reduce poverty.
Lofty aims. I wonder what could happen if the 6.5 million donate $3 to $5 per week.
What effect have they actually had. I understand they keep confidential the identities of people that sign their petitions. Does this mean it is a waste of time and they could just make up the numbers? Do governments really take notice of petition numbers that they cannot have verified.
I am wondering if this may be a scam targeting peoples feelings of wanting to have an effect in the world but in the end making someone rich.

IRLANDA - Blog, acessado em 05/02/2011
Posted on 2007/06/14 by dahamsta (dahamsta is Adam Beecher, an Internet consultant based in Cork City, Ireland)

Tradução
Titulo da postagem: NÃO ASSINE AS PETIÇÕES DA AVAAZ

Não se dá valor ao seu endereço de e-mail, esta é a verdade. Eu assinei um bom número de petições estimulado pela minha irmã, mas recentemente eu comecei a receber spam no e-mail exclusivo que criei para se inscrever no site da Avaaz. Eu relatei isso para a Avaaz e recebi a garantia de que eles não vendem ou compartilharam a sua lista, mas que já receberam denúncias semelhantes e estão investigando. Perguntei-lhes sobre os resultados da investigação, mas eles não responderam nada. Obviamente, a segurança foi violada.

Texto original

Don’t sign avaaz.org petitions
Not if you value your email address, that is. I’ve signed quite a few of them on prompting from Sista, but recently I’ve started received spam on the unique email address I set up to subscribe. I reported it to Avaaz and received an assurance that they don’t sell or share their list, but that they’ve received reports and are investigating. I asked them to follow up, they didn’t. Obviously their security has been breached.

 Germano Woehl Jr .    Fonte: (AQUI)



Osvaldo Aires Bade Remarks Bem Roubados na "Socialização" - ESTOU Entre OS 80 Milhões   Me Adicione no Facebook 

Sites de petição Opaco Recomendo:
1 º - A Casa Branca ( Aqui )

2 º - Petição Pública Brasil ( Aqui )
3 º - Citizengo ( Aqui

- MAIS SOBRE O TEMA!


.
2 º - AVAAZ, O bolivarianismo DE Butique DE ABRAMOVAY. OU: SOMOS TODOS Obrigados A FAZER AS VONTADES DOS Financiadores DE UMA MULTINACIONAL ONG (AQUI)
.
3 º - A PIADA do Milênio: SENADOR MÁRIO COUTO E A NOVA JOANA D'ARC DA POLITICA NACIONAL - E PARA QUE SERVE A AVAAZ (AQUI) 
4 º - LINKS AQUI To Us Link: ( AQUI ), ( AQUI ), ( Aqui ), ( Aqui ), ( Aqui ), ( Aqui ), ( Aqui )

PETROBRAS, JORNAL O GLOBO E REVISTA VEJA: NÃO CHAMEM UM HOMEM HONESTO DE CORRUPTO“. Clique e assine.

O juiz federal, professor e escritor William Douglas, que escreveu em coautoria com Rubens Teixeira o best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso”  e a sua continuação, o livro “Sociedade Com Deus, publicou texto  em sua página do Facebook que está dando muita repercussão.
No artigo, o escritor, apresentando-se como cidadão brasileiro, cobra, de forma dura, esclarecimentos a Petrobras acerca da forma obscura em que destituiu Rubens Teixeira do cargo de Diretor Financeiro e Administrativo da Transpetro, colocando em seu lugar Fernando Kamache, um ex-diretor da Refinaria de Passadena, aquela que foi comprada quando Dilma Rousseff era presidente do Conselho de Administração da Petrobras e a deixou em situação complicada politicamente. A seguir, estranhamente, vazaram informações internas de uma auditoria que alega que alguns diretores e gerentes tinham bandeiras vermelhas em seus nomes. Diante disto, Rubens Teixeira notificou o presidente da Petrobras e o diretor de governança para que venham a público dizer qualquer coisa que tenham descoberto a seu respeito. E, a Petrobras estranhamente se cala e nada diz.
>>> Campanha no AVAAZ “PETROBRAS, JORNAL O GLOBO E REVISTA VEJA: NÃO CHAMEM UM HOMEM HONESTO DE CORRUPTO“. 
Rubens Teixeira que foi diretor financeiro e administrativo da Petrobras Transporte por sete anos não responde a qualquer processo e pretende ir ao Judiciário para que o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, e o diretor de governança, João Adalberto Elek Junior, venham a público explicar o que sabem a seu respeito.
Inclusive foi criada uma Petição na AVAAZ – que já foi assinada por intelectuais, juízes e personalidades –  com o fim de que sejam identificados no Brasil os verdadeiros corruptos e que não se lance lama em cima de pessoas corretas.
Leia abaixo o texto de William Douglas, intitulado “Não chame homem honesto de corrupto (uma lição para quem faz assassinato de reputações)”, em que critica duramente a forma obscura e o silêncio da direção da Petrobras.
NÃO CHAME HOMEM HONESTO DE CORRUPTO
(uma lição para quem faz assassinato de reputações)
“Queridos,
Vou falar sobre a corrupção no Sistema Petrobras e sobre honradez.
Fui advogado aos 21 anos, Delegado de Polícia aos 23, e, em seguida, Defensor Público, Juiz e Professor. Acreditem: eu conheço bastante os meandros da maldade. Não bastasse tudo isso, frequento desde favelas até as altas rodas. Da favela, mudaram o nome, mas não a realidade; nas altas rodas, tirando a possibilidade de ser preso, nada mudou.
Veiculo aqui uma lição aos corruptos e aos irresponsáveis, aos que falam mal dos outros sem ter o curial e básico cuidado de não falar besteiras.
Eis a lição: se tem algo que não se deve fazer é chamar um homem honesto de corrupto.
Se você chamar um corrupto de corrupto ele vai negar, reclamar, dizer um monte de coisas por si ou por seu advogado, mas garanto: não vai insistir nas reclamações. No fundo, ele não quer ser investigado e por isso se cala. Sabe-se que aquele que tem culpa no cartório não vai além da protocolar arguição de inocência, de dar alguma desculpa e ficar quieto torcendo para que o escândalo seguinte tire o foco de cima dele. E, como não faltam escândalos no Brasil, tudo fica por isso mesmo. Por ser assim, num país cheio de corruptos, as pessoas estão acostumadas a ofender a esmo e sem qualquer responsabilidade. Mas, repito, não faça isso com um homem honesto.
Quem não se vende não vai ficar quieto se for ofendido, não vai querer que a coisa esfrie até passar tudo a limpo. Não, quem não vende contratos ou a coisa pública é diferente do corrupto. Este tem tudo, menos a honra; já o honesto tem uma casa menor, um carro menos luxuoso, viaja menos e não bebe o melhor do vinho que a França produz. O vinho caro do homem honesto é seu travesseiro, é sua consciência em paz, é poder olhar seus filhos sem ter vergonha do que fez no mandato passado. Isto é tudo que resta ao homem de bem. E, por incrível que pareça, e para alívio de um país cansado e desanimado, eis a notícia: servir e ter honra, sem se vender, é o que basta para alguns homens públicos.
Então, não tire do honesto seu bem mais precioso: sua honra. E honra é algo difícil de ser compreendido por aqueles que abriram mão dela em prol de algo vil, seja o metal, seja o poder. Ou o melhor vinho da França.
Sou amigo de Rubens Teixeira. Confiava em sua honestidade por mil motivos diferentes, mas nunca auditei sua vida. Só fiz as checagens possíveis antes de elegê-lo como meu coautor, e ele se saiu bem em todas. Sempre o vi dedicado à Transpetro, e quando vi seu relatório de atividades, percebi o quanto é competente e o quanto melhorou todos os índices de produtividade e qualidade da companhia.
Um dos meus orgulhos como seu amigo era ver que enquanto a Petrobras afundava em denúncias concretas de superfaturamento, a Transpetro seguia incólume. Muito mal, na época das eleições, vazamentos de uma auditoria errada deram o que parte da imprensa gosta: acusações, mesmo que sem provas e sem ouvir o outro lado. Ou seja, qualquer pessoa que compare as duas empresas verá que alguma coisa boa acontecia na Transpetro. Enfim, sempre tive muito orgulho de ver sua dedicação, seus resultados e, em especial, a inexistência de acusações sobre sua pessoa. E ele faz por merecer esse nome limpo. Não é um acidente.
Então, foi com grande surpresa que vimos, ao ser substituído do cargo de Diretor Financeiro da Transpetro, dizerem que era porque havia “suspeitas”, que era porque havia “bandeiras vermelhas”. Eles poderiam substituir o Rubens sem dizer nada, o cargo é demissível ad nutum, algo simples de ser feito. Mas não, era preciso passar a imagem de que alguma limpeza estava sendo feita, ou de que todos são corruptos, ou sei lá o quê, mas o fato é que tinham que denegrir a imagem de quem sai. O problema é que estamos diante de um homem probo: lançaram lama sobre quem usa trajes decentes. Isso não, isso não se pode aceitar. Não.
Desde a primeira hora, a população, acostumada a tanta corrupção, achou que era só mais um dentre tantos casos. A imprensa, fazendo mal seu papel, não ouviu o Rubens. Os que o acusaram não se preocuparam, eu suponho, já que, como se diz, “a manchete do jornal de hoje embala o peixe amanhã” e porque é bem difícil alguém insistir em apuração de denúncias. O problema é que quando se cospe em gente de bem, em gente que optou por não se vender, por não enriquecer às custas do povo, por não financiar campanha política (claro, sempre cobrando sua parte), a vítima das acusações vai querer que a verdade apareça.
Anoto que a imprensa costuma chamar o Rubens de “pastor da Assembleia de Deus”. Isto é modalidade de perseguição e intolerância, é apedrejamento por outra via. Qual a razão de a imprensa rotular o homem pela sua fé (como se isso o desabonasse) em vez de reconhecer seu invejável currículo? Por que não dizem que é Engenheiro Civil, que tem mestrado em energia /engenharia nuclear pelo IME, que é Bacharel em Direito, que tem Doutorado em Economia pela UFF, que tem obras publicadas, e, inclusive, prêmios por seu doutorado? Por que não mencionam que foi aprovado nos concursos para a AMAN, IME, EEAR, Oficial do Corpo de Bombeiros do RJ, TCU e Analista do Banco Central do Brasil?
Que vergonha, imprensa, que vergonha! Sempre defendi e defenderei a liberdade de imprensa, mas me entristece quando vejo que esquecem que se a liberdade da imprensa é importante, a responsabilidade com a verdade também o é.
Voltemos, porém, às dicas para quem quer assassinar reputações ou quer sustentar que “todo mundo faz”: informo com alegria que nem todo mundo faz, e não chame homem honesto de corrupto. Ele não vai se calar.
Pois bem, o fato é que já estamos há 90 dias da substituição do Rubens Teixeira. As notícias, algumas no Ministério Público do Trabalho, é que até a cárcere privado submeteram funcionários da Transpetro. Tudo para tentar achar alguma falcatrua, alguma sujeira, algum “por fora”, alguma coisa desse naipe. Mas, curiosamente, nada foi achado. Imagino que frustração deve ser para um quem acusa saber que, ao contrário do que se disse, não houve nada fraudulento. “Como é que pode ser isso?”, deve pensar. Mas e se for dito, de de forma leviana, que alguém é “suspeito”? Quem disse, vendo que errou, deve pedir desculpas, não? É o mais ético a fazer.
Pois bem, o Rubens Teixeira está há três meses, em sucessão de e-mails e notificações diretas e, agora, por cartório, insistentemente pedindo uma mesma e única coisa: “Digam por que vocês disseram que têm suspeitas contra mim, digam por que falaram em meu nome com ‘bandeiras vermelhas!’”
A insistência do Rubens é a dos homens honestos, é a dos homens que nada têm a temer, que nada devem. Para muitos, em um país onde pululam sem-vergonhas, essa pergunta é de um “louco” ou de um “chato”. Para um país envergonhado por tanta corrupção, essa pergunta é um alento. Se existiam “bandeiras vermelhas” e “suspeitas” sobre o bom nome do Rubens, por que não vieram a público?
Se depois de três meses de pesquisa, e, tenham certeza, de esmeradas pesquisas, algo se achou, porque não contam? Seria ótimo para a sociedade saber qual foi a suspeita, qual foi a falcatrua. E, claro, isso mostraria que a demissão motivada “por suspeitas” não foi feita com irresponsabilidade ou má-fé. Sim, não há outra possibilidade: ou você sabe que a pessoa é corrupta e a demite, ou não sabe, ou não tem provas, e nunca deveria ter acusado levianamente uma pessoa de bem. Aliás, nem aos corruptos se pode acusar levianamente. A única diferença é que os honestos reclamam bastante.
Pois bem, eu respondo usando minha experiência de 30 anos lidando com o Direito e com o serviço público: se estão quietos é porque nada foi achado. O problema é que o silêncio de quem acusou levianamente não limpa a mácula. O certo, o digno, o probo, o ético, o decente seria emitir uma nota pública, indicando as suspeitas ou declarando que nada se achou.
Se as suspeitas são mostradas, o acusado pode se defender; se o acusador admite que errou, o dano ainda existe mas se reduz drasticamente. Mas não, parece que o Sistema Petrobras não está interessado em ser ético aqui, e isso só pode ser feito agora de dois modos: ou mostra a suspeita ou oficialmente retira a pecha de suspeito.
Como eu gostaria de que algumas pessoas agissem como o Rubens. Eu gostaria muito de que todos os que participaram da compra de Pasadena, de Premium I e II, de Abreu Lima e do Comperj fizessem como o Rubens, que pede investigações, que quer saber qual é a acusação, que se coloca à disposição da imprensa para responder a toda e qualquer pergunta. Lamento também a imprensa cala, que parece que só quer ouvir quem tem medo de falar.
O Brasil merece e precisa saber que há homens públicos que não levam dinheiro e que, quando acusados de suspeitos, ficam meses insistindo para saber qual é, afinal de contas, a acusação. Nunca chamem um homem honesto de corrupto.
Aos que falam que Rubens é pastor, e é, mas não falam do seu currículo invejável, vale ler a Bíblia, a quem ele imputa seu sucesso profissional. A leitura de Provérbios 28:1 será bem útil: “Os maus fogem, mesmo quando ninguém os persegue, mas o homem honesto é valente como um leão”.
Há, no país, pessoas entrando com habeas corpus preventivo e dizendo temer serem presos. Não sei se é o caso, mas me lembra o verso. E há pessoas valentes, que não aceitam que tirem sua honra, porque a preservam e valorizam. Tire tudo do homem honesto; tire o cargo, tire a oportunidade de servir, mas jamais tire do homem honesto sua honra e dignidade. Se fizer isso, tenha uma certeza: ele não vai ficar quieto até que mostrem o que têm contra ele, ou peçam desculpas. Se em algum momento você achar que o Rubens está sendo “chato” ou “insistindo demais nesse assunto”, é porque a epidemia de pusilânimes e ladrões está prejudicando sua avaliação. Um homem honesto leva essas coisas à exaustão.
O Rubens (e eu, como seu amigo e cidadão) não vai parar enquanto o Conselho de Administração da Transpetro não revelar as tais “suspeitas” ou declarar publicamente que, mesmo após a demissão e três meses de esforços, nada tem contra ele. Espero que o presidente da Petrobras, que preside o Conselho de Administração da Transpetro, venha a público dizer quais são as suspeitas que mencionou ao demitir Rubens, ou se achou alguma após três meses de auditoria. Se não tiver, que diga que não acharam nada.
Rubens não tem a força política dos que levianamente o acusaram, nem conta com uma imprensa leal ao contraditório, que só se agrada de falar de corruptos e que parece não gostar de publicar sobre os homens de bem. Mas Rubens tem três coisas: um, insiste em que a verdade venha à tona; dois, é um homem bem perseverante; três, como pastor e cristão (qualidades tão regularmente citadas pela imprensa), também conta com a justiça divina, da qual habeas corpus algum haverá de livrar os que agirem mal.
Se Rubens Teixeira precisar ir para a Justiça dos homens para repor a verdade, sem problema, homens honestos não têm medo da Justiça. Ao contrário, é justamente a lei quem prevê a reposição da honra, as indenizações civis e as merecidíssimas reprimendas penais para os que levianamente desrespeitam a honra e a dignidade alheias.
William Douglas, na qualidade de cidadão.
 Fonte: Gospel Mais

DESCOBERTO PORQUE LULA DEU 25 MILHÕES PARA O HAMAS E DILMA ENDOSSOU:SÃO TERRORISTAS COMO ELES!

VEJAM POR QUE TANTOS BRASILEIROS DEFENDEM A PALESTINA! ENTIDADE QUE FINANCIAVA O TERRORISMO DO HAMAS ERA DIRIGIDA POR BRASILEIRO, HOJE NA CADEIA


O brasileiro Shukri Abu Baker deixa o tribunal em Dallas, no Texas, em outubro de 2007. Ele cumpre pena nos EUA por financiar entidade terrorista; seu irmão Jamal, também brasileiro, foi dirigente do Hamas no Sudão e no Iêmen, e hoje está na convulsionada Síria (Foto: Jéssica Rinaldi / Reuters)

A conexão brasileira do Hamas
Para começar não é a toa que o Brasil não tem lei contra Terrorismo.
Documentos da maior entidade de financiamento do grupo terrorista, fechada em 2001, revelam que seu ex-chefe é brasileiro e que seus agentes atuaram no país
Por mais que as autoridades brasileiras neguem, seguem aparecendo provas de que organizações terroristas de orientação islâmica estendem seus tentáculos no país. Em abril de 2010, uma reportagem de VEJA revelou as conexões de cinco grupos extremistas no Brasil.
Agora, a análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos expõe laços de extremistas que vivem aqui com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que durante treze anos financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel.
A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul.
Em 2001, entrou para a lista de organizações consideradas terroristas pela ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land, que hoje cumpre a duríssima pena numa cadeia do Texas.
Curiosamente, passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui.

O manual: A Holy Land era uma entidade filantrópica de fachada, cujo verdadeiro objetivo era arrecadar fundos para o Hamas e montar células do grupo terrorista nos Estados Unidos e na América do Sul. A polícia americana encontrou entre os documentos da Holy Land um “Manual de Implementação do Plano para o Ano (1991-1992)”. Entre as metas estavam: “63 — Multiplicar o número de Ikhwans (milícias a favor da Jihad) no Brasil. (...) 161 — Completar a identificação do nível (de comprometimento) dos irmãos brasileiros e das Guianas. (...) 166 — Assegurar um computador e um gravador de fita para o Brasil. (...) 168 — Abrir Usras (grupos de doutrinação islâmica) no Brasil”

Shukri Abu Baker nasceu em Catanduva, no interior de São Paulo, em 3 de fevereiro de 1959. Sua mãe, Zaira Guerzoni, é filha de italianos e seu pai, Ahmad Abu Baker, um imigrante palestino.
Em 1965, Shukri, seus pais e seus dois irmãos mudaram-se para a Cisjordânia.
Ele terminou os estudos no Kuwait, mudou-se para a Inglaterra, onde fez faculdade, e em 1980 se estabeleceu nos Estados Unidos. Em 1988, com Mohammed El-Mezain e Ghassan Elashi, fundou a Holy Land. Enquanto isso, seu irmão Jamal Abu Baker, também brasileiro, adotava o nome de Jamal Issa e subia as escadas de poder do Hamas — primeiro na filial do Sudão e, depois, na do Iêmen.
Jamal, atualmente radicado na Síria, foi um dos líderes do Hamas a receber os 1 027 presos que Israel libertou em troca do soldado Gilad Shalit, em outubro passado.

O indiciamento: Documento de 2004 do processo contra os diretores da Holy Land afirma: "Em ou por volta de 1988, a Fundação Holy Land para Assistência e Desenvolvimento ('HLF') foi criada, entre outros, pelos acusados Shukri Abu Baker, Mohammed El-Mezain e Ghassan Elashi, para dar apoio financeiro e material ao Hamas". Em outro trecho, o documento descreve uma reunião do grupo: "Os presentes discutiram a necessidade de esconder seus verdadeiros motivos e objetivos doando quantidades pequenas a outras obras de caridade não palestinas. O acusado Shukri Abu Baker expressou o consenso ao dizer: 'Podemos dar 100 000 aos islamitas e 5000 aos outros'".

Na transcrição de uma ligação telefônica feita no dia 30 de janeiro de 2000, Jamal e Shukri Baker discutem as vantagens de usar um programa de computador para fazer chamadas internacionais para o Brasil.
Os contatos com o país natal que realmente interessavam aos irmãos terroristas não eram os familiares. Eles tinham “negócios” por aqui. Prova disso é que a Holy Land pagou viagens de representantes do Hamas ao Brasil, a fim de arrecadar fundos.
El-Mezain esteve no país por três semanas em 1993, para conseguir dinheiro e “avaliar como andavam as atividades da Holy Land”, diz um documento da fundação. Entre os planos de ação para o ano de 1992 estava “aumentar o número de Ikhwans (milícias jihadistas) no Brasil”.

El-Din posa como papagaio de pirata com Lula, em foto postada pelo xeque no Facebook

Segundo o depoimento do ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega ao Congresso dos EUA em julho passado, as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira — região entre Brasil, Argentina e Paraguai — eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din.
De fato, o clérigo islâmico aparece nas agendas telefônicas da Holy Land como um contato “importante” na América do Sul. Noriega também confirmou informações de que, em 1995, El-Din hospedou em Foz do Iguaçu Khalid Sheikh Mohammed, terrorista da Al Qaeda que organizou os atentados de 11 de setembro de 2001.
O xeque estava à frente da mesquita de Guarulhos havia onze anos, mas pediu demissão em junho passado. Hoje, é diretor para assuntos islâmicos da Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (Fambras).





Procurado por VEJA, El-Din negou envolvimento com a Holy Land e com Shukri Baker. Outro contato da Holy Land no Brasil, de acordo com uma investigação encomendada pelo Departamento de Justiça americano em 2005, era Ayman Hachem Ghotme, considerado o principal arrecadador de fundos para o Hamas na Tríplice Fronteira.
O libanês chegou a ser preso em 1998 pela Polícia Nacional do Paraguai, suspeito de envolvimento com o grupo terrorista Hezbollah. Depois do fechamento da Holy Land, Ghotme teria passado a comandar uma célula do Hamas especializada em contrabando e tráfico de drogas em Foz do Iguaçu, onde reside até hoje. Na semana passada, a reportagem de VEJA foi informada por seus parentes na cidade de que Ghotme está no Líbano.

O xeque: Entre os documentos da Holy Land há uma agenda em árabe intitulada “Importantes números de fax e telefone (seção Palestina/Fora da América)”. O 12º nome da lista é o de Khaled Taky El-Din, que então vivia no Araguai.

Documentos secretos divulgados pelo WikiLeaks revelam que os Estados Unidos não têm conseguido sensibilizar o governo brasileiro para prestar atenção nas conexões do terror estabelecidas no país.
Entre novembro de 2002 e fevereiro de 2010, a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília produziu 279 telegramas que tocam nessa questão. Em duas dezenas deles, informa-se que os americanos pediram ao governo brasileiro a investigação de dezesseis pessoas e organizações ligadas ao terrorismo internacional.
As autoridades daqui se limitaram a pesquisar no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). No âmbito policial, a julgar pelo relato dos telegramas, nenhuma medida foi tomada. O governo brasileiro também hesita em estabelecer uma lei antiterror, alegando que ela atrairia terroristas, o que em raciocínio inverso equivale a dizer que ladrões só roubam porque existem leis de crimes contra o patrimônio.
“Não se percebe a relevância de uma lei antiterror porque até agora fomos poupados de ataques”, diz Rubens Ricupero, ex-embaixador nos Estados Unidos. Enquanto isso, extremistas estão livres para conspirar no Brasil.
(Reportagem de Julia Carvalho publicada na edição de VEJA de 21 de dezembro de 2011)




Publicado em 4 de out de 2013

Quais os planos do Islã (Irmandade Muçulmana)? Como pode a esquerda está apoiando eles e vice-versa? 

Não deixem de assistir! No Brasil isso também está ocorrendo. Ou vocês ainda não notaram o crescimento do Islã, principalmente nas regiões mais pobres?

E, engraçado é que as estratégias são bem parecidas (iguais em diversos pontos) às estratégias comunistas. 


Fonte: http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2014/07/vejam-por-que-tantos-brasileiros.html


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões


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