COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 3 de junho de 2015

AJA URGENTE: "A EDUCACÁO DE SUA CIDADE SERÁ DESTRUÍDA PELA IDEOLOGIA DO GÊNERO! ACIONE OS VEREADORES!

Os municípios brasileiros têm até o dia 24 de junho para aprovar seus Planos Municipais de Educação (PMEs). É justamente este o novo campo de batalha dos inimigos da família.

Em sua coluna de hoje, 02/06, a jornalista de fofocas da Folha, Mônica Bergamo, lançou um ataque contra os cidadãos que têm comparecido em audiências públicas para se manifestar contra a inserção da Ideologia de Gênero (gayzismo) nos planos municipais de educação (PME).
Ocorre que militantes – sempre minoritários e insignificantes – pretendiam impor a Ideologia de Gênero na educação no grito e imaginavam que o fariam sem resistência. Mas foram surpreendidos nas audiências por grupos maiores de opositores da referida ideologia.
Mônica Bergamo é assessora de imprensa do PT disfarçada de jornalista. Por isso, a especialista de fofocas da Folha usou sua medíocre coluna para atacar os opositores da Ideologia de Gênero, transformando-os em caricaturas: “fundamentalistas”, “cristãos conservadores” e (nas entrelinhas) “preconceituosos”.
Contagem regressivaOs municípios brasileiros têm até o dia 24 de junho para aprovar seus Planos Municipais de Educação (PMEs). É justamente este o novo campo de batalha dos inimigos da família, que lutam para fazer da educação uma plataforma da Ideologia de Gênero.
Em síntese, a Ideologia de Gênero é mais um produto podre do relativismo moral. Ela “ensina” que não existem diferenças naturais entre homens e mulheres. Daí que meninas e meninos podem dividir banheiros em escolas e assim por diante.
Não por acaso, as audiências de discussão dos PMEs têm atraído alguns grupos militantes sem qualquer ligação com a educação. Na audiência pública de Guarulhos, por exemplo, compareceram militantes de “coletivos” sem qualquer ligação com a educação infantil.
Para ter validade legal, o PME precisa ser aprovado pelas Câmaras Municipais. É aí que entram as militâncias organizadas cujo único objetivo nas audiências é o de pressionar os vereadores com a desculpa de que Ideologia de Gênero nas escolas significa combater o preconceito.
Ideologia de Gênero: a verdade e a fachada
“O ideólogo usa fachadas para esconder suas reais intenções. Ele nunca é sincero. No caso da Ideologia de Gênero, a primeira fachada é a da defesa do direito da mulher. Eles fazem uma conexão forçada entre o movimento sufragista do passado”, explicou o professor Felipe Nery, presidente do Observatório Interamericano de Biopolítica.
Especialista na temática de gênero, Felipe Nery entende que a Ideologia de Gênero é prejudicial às mulheres. “Veja o caso, por exemplo, do banheiro unissex. É um atentado contra as mulheres que agora terão que dividir o banheiro com qualquer homem que alega que se sente uma mulher. Deixa as mulheres expostas”, observou.
A segunda fachada da Ideologia de Gênero, explicou Felipe Nery, é a luta pelos direitos das minorias. “É muito forçado enxergar na Ideologia de Gênero qualquer ligação com defesa de direitos de minorias. Trata-se apenas de uma ideologia que pretende instalar o relativismo e desconstruir a família, que é a unidade básica de sobrevivência da humanidade”, afirmou.
As audiências públicas nas câmaras municipais acontecem nas próximas semanas: apoie os vereadores locais na luta contra esta ideologia nefasta. Envie e-mails dando sua opinião, ligue nos gabinetes e expresse sua posição contrária à Ideologia de Gênero. Mais informações: http://biopolitica.com.br

Thiago Cortês
 é jornalista.

Fonte: Mídia Sem Máscara

quinta-feira, 2 de abril de 2015

MAIS UMA AÇÃO FUNESTA DESTE GOVERNO CORRUPTO:"Mesmo com o rechaço dos parlamentares à ideologia de gênero no PNE, pretendem introduzi-la nas escolas do DF"

Mesmo com o rechaço dos parlamentares à ideologia de gênero no PNE, pretendem introduzi-la nas escolas do DF

AJUDANDO O DISTRITO FEDERAL, ESTAREMOS AJUDANDO TODOS OS ESTADOS BRASILEIROS 

DISTRITO FEDERAL IMPÕE ENSINO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO ÀS SUAS ESCOLAS. DIGA NÃO!


05.000
3.233
 
3.233 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 5.000 assinaturas.
Não à ideologia de gênero nas escolas do Distrito Federal

Aos conselheiros do CE-DF (com cópia para o secretário de educação e para os deputados distritais):
Senhores Conselheiros,

O Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF) baixou em 2012 resolução que define as matérias que devem ser obrigatoriamente ensinadas a todos os alunos matriculados na pré-escola, no ensino fundamental e no ensino médio das escolas públicas e particulares pertencentes ao sistema de ensino do Distrito Federal (Resolução nº 1/2012); e, entre essas matérias, incluiu (art. 19, VI):
“Direitos da mulher e OUTROS ASSUNTOS COM RECORTE DE GÊNERO nos currículos dos ensinos fundamental e médio.”

Como poucos entendessem o significado da expressão “recorte de gênero”, o então Presidente do CEDF baixou, em agosto de 2013, a seguinte orientação:
“Para a adequada compreensão do referido inciso VI do artigo 19 da Resolução nº 1/2012-CEDF, é válido recorrer ao conceito de gênero, criado para distinguir a dimensão biológica dos sexos feminino e masculino da sua dimensão social, baseando-se no raciocínio de que há machos e fêmeas na espécie humana, no entanto, a maneira de ser homem e de ser mulher é realizada pela cultura.”

Por meio desse ato, o CEDF instituiu nada menos que uma ideologia oficial para o sistema de ensino do Distrito Federal: a ideologia de gênero.

Por força desse ato do CEDF, os professores do Distrito Federal -- inclusive os das escolas particulares confessionais --, concordem ou não, serão obrigados a ensinar a seus alunos que, embora existam machos e fêmeas na espécie humana, “a maneira de ser homem e de ser mulher é realizada pela cultura”, sendo, pois, arbitrário tratar indivíduos do sexo masculino como meninos e indivíduos do sexo feminino como meninas.
Por força desse ato do CEDF, os pais dos estudantes do Distrito Federal serão obrigados a aceitar que seus filhos aprendam na escola que “a maneira de ser homem e de ser mulher é realizada pela cultura”, sendo, pois, uma questão de simples escolha.

Por força desse ato do CEDF, os estudantes do Distrito Federal -- crianças e adolescentes em processo de formação -- serão induzidos a duvidar da sua identidade biológica de sexo, na fase mais crítica do seu desenvolvimento psíquico e social.

Ao impor o ensino da ideologia de gênero nas escolas do Distrito Federal, o CEDF não apenas afronta a liberdade de consciência e de crença dos professores e dos estudantes -- o que ofende o art. 5º, VI, da Constituição Federal --, como usurpa clamorosamente o direito dos pais a que seus filhos recebam aeducação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, direito assegurado pelo art. 12 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, que possui, em nosso país, a mesma hierarquia das normas constitucionais, segundo o entendimento do Supremo Tribunal Federal.

Além disso, o art. 19, VI, da Resolução 1/2012 se choca com a recente e enfática recusa do Congresso Nacional -- órgão máximo da soberania popular -- de incluir o ensino da ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação (PNE).

É inaceitável que a vontade dos membros do CEDF se sobreponha à do Congresso Nacional; é inaceitável que se reconheça aos membros do CEDF o direito de utilizar o sistema de ensino para promover suas próprias concepções ideológicas e morais sobre temas controvertidos na sociedade do Distrito Federal.

Impõe-se, portanto, que as disposições da Resolução nº 1/2012 do CEDF que tornam obrigatório o ensino de “assuntos com recorte de gênero” nas escolas públicas e particulares pertencentes ao sistema de ensino do Distrito Federal sejam revogadas ou anuladas com a máxima urgência, sendo da mesma forma cancelados ou inutilizados todos os cursos e materiais correlatos destinados a professores e estudantes.
É o que pedimos a Vossas Senhorias.
Atenciosamente,
[Seu nome]

domingo, 21 de dezembro de 2014

PAIS LEIAM ESTA MATÉRIA, VOCÊS PRECISAM SABER MAIS SOBRE ISSO: "Totalitarismo de gênero"

20 de dezembro de 2014


Totalitarismo de gênero

No Brasil e no exterior, ideologia de gênero causa perseguição

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Por ocasião da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, foi distribuída aos jovens uma cartilha intitulada “Keys to Bioethics” (Chaves para a Bioética). Produzida pela Fundação Jéròme Lejeune e traduzida em diversas línguas, ela pretendeu ser um manual de Bioética para jovens, respondendo a questões atuais de maneira direta, objetiva e repleta de ilustrações. Um apêndice de oito páginas foi dedicado a explicar e refutar a “teoria do gênero”. A cartilha explica que, segundo essa ideologia, “a identidade sexual do ser humano depende do ambiente sociocultural e não do sexo – menino ou menina – que caracteriza cada ser humano desde o instante da concepção. [...]

A nossa identidade feminina ou masculina teria muito pouco a ver com a realidade do nosso corpo, e de fato nos seria imposta pela sociedade. Sem outra escolha, desde a mais tenra infância cada pessoa interiorizaria o papel que supostamente deve desempenhar na sociedade na condição de mulher ou de homem”. Após a explicação, vem a crítica: “A teoria de gênero subestima a realidade biológica do ser humano. Reducionista, supervaloriza a construção sociocultural da identidade sexual, opondo-a à natureza”.
Exemplares da cartilha que sobraram da JMJ 2013 foram distribuídos em março de 2014 aos professores que participaram do X Fórum de Ensino Religioso, promovido pela Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Ora, esse material incomodou o grupo de pesquisa “Ilè Obà Òyó”, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

A coordenadora do grupo, professora Maristela Gomes de Souza Guedes (autodenominada Stela Guedes Caputo) noticiou o fato ao Ministério Público do Rio de Janeiro, dizendo que as páginas da cartilha são “recheadas de conservadorismo, homofobia e discriminação contra a mulher, com ilustrações perversas e debochadas”[1].

A promotora Renata Scharfstein, da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, após a abertura de um inquérito civil, determinou que a Secretaria de Educação recolhesse as cartilhas distribuídas no Fórum por considerar seu conteúdo “discriminatório (homofóbico e machista)”, além de vinculado a religiões (!).

Determinou ainda a realização de campanhas em toda a rede estadual sobre a necessidade do “respeito a todos os modelos familiares [sic] e orientações sexuais [sic] existentes na sociedade, bem como a fim de neutralizar qualquer conteúdo eminentemente religioso [sic] divulgado na (s) cartilha (s)”, em especial aquele que repudia “o conteúdo descrito como teoria do gênero”[2].

A decisão da promotora surpreendeu a própria denunciante Stela Caputo, que a considerou “inédita e histórica”. Espantosa foi a subserviência da Secretaria de Educação, que, sem questionar o abuso de poder do Ministério Público, informou que já havia providenciado o recolhimento das cartilhas e comprometeu-se a não mais realizar fóruns de ensino religioso[3].
Ora, o Ministério Público deve agir como fiscal da lei, e não como partidário de uma ideologia. Muito menos de uma ideologia que, desprezando a base biológica da natureza humana, pretende legitimar os mais aberrantes comportamentos sexuais, desde o homossexualismo até o incesto e a pedofilia.
Ao agir desse modo, o Ministério Público abriu um perigoso precedente. Se a cartilha sobre Bioética foi condenada por opor-se à ideologia de gênero, de modo análogo poderia ser condenado o uso da Bíblia, que usa palavras muito duras para qualificar o homossexualismo: “abominação” (Lv 18,22; 20,13), “paixões aviltantes”, “relações contra a natureza”, “torpezas”, “aberração” (cf. Rm 1,26-27).
Note-se que essa arbitrariedade do Ministério Público foi cometida sem que esteja em vigor qualquer lei federal que considere crime a oposição ao homossexualismo. Imagine-se qual será a intensidade da perseguição da ideologia de gênero se uma lei “anti-homofobia” for aprovada, como tanto deseja nosso governo do PT.

Enquanto isso, na Alemanha...

Matéria do jornalista Leone Grotti transcrita da revista italiana on line Tempi.it de 13/11/2014[4]
Em 24 de outubro [de 2014], um oficial da polícia apresentou-se à porta da família Martens em Eslohe, pequeno município da Renânia Setentrional, Vestfalia, na Alemanha. Enquanto abria a porta, Eugen já sabia a finalidade daquela visita: a prisão da esposa e mãe dos seus nove filhos Luise. Sabia tudo de antemão porque pelo mesmo motivo ele próprio já tinha sido preso em 8 de agosto de 2013.
O que fizeram de tão grave os dois cônjuges de 37 anos de modo a merecerem a prisão? Não mataram, não roubaram nem causaram dano a ninguém. Sua única culpa é a de serem pai e mãe de uma menina que se recusou a participar duas vezes das aulas de educação sexual previstas pelas escolas primárias. No ano passado Luise não foi levada à prisão com o marido porque estava grávida. Neste ano, o oficial da polícia não a “levou à força como deveria” porque está ainda amamentando o último filho. “Infelizmente, porém, não termina aqui. A procuradoria fará aplicar a decisão do juiz”, afirma o policial...
“Muitíssimas famílias estão nesse mesma situação do casal Martens na Alemanha, declara a tempi.it Matias Ebert, casado, com quatro filhos, que depois de tomar conhecimento da história dos Martens, decidiu fundar em Colônia a associação “Besorgte Eltern” (“Pais preocupados”). O movimento já organizou diversas manifestações na Alemanha com milhares de participantes a fim de que “se discuta publicamente esse escândalo gigantesco e se impeça a corrupção de nossos filhos”, que a partir de seis anos devem participar de cursos de educação sexual onde se propugna a ideologia de gênero.
Por que se uma menina falta a duas oras de aula os pais são colocados na prisão?
Na Alemanha a escola é obrigatória e se uma criança falta às lições, a escola tem a faculdade de denunciar os pais e o tribunal pode multar a família. Os cônjuges Martens por isso receberam uma multa de cerca de 30 euros. Isso é absurdo porque a filha abandonou a aula por sua própria iniciativa.
A família não podia pagar e pronto?
Não, porque é uma questão de princípio. O que irrita é que o tribunal use dois pesos e duas medidas. Algumas crianças não vão à escola por meses e nada acontece com os pais. Mas quando uma menina falta duas horas de educação sexual, a família é prontamente denunciada. [...]
Por que a menina não queria participar dos cursos de educação sexual?
Porque o conteúdo das lições é perverso. Não só se mostra às crianças como funciona o sexo dos homens e das mulheres, mas se lhes põe diante de uma “variedade” de práticas sexuais: sexo oral, sexo anal e muitos outros.
Diz-se também às crianças, desde a escola primária, que o seu gênero não é determinado e que não podem saber se são meninos ou meninas, que devem refletir sobre isso. Isso para mim se chama manipulação dos pequeninos.
Há outros casos além do da família Martens?
Certamente. Não conheço o número exato dos pais presos, mas só o pequeno grupo de pais da cidade de Paderborn (150 mil habitantes) passou ao todo nos últimos anos 210 dias na prisão. É um escândalo gigantesco também porque são as próprias crianças que querem sair da aula. Na cidade de Borken, por exemplo, em uma classe a lição perturbou tanto as crianças que seis delas desmaiaram.
[1] http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-04-26/mp-cartilha-polemica-na-mira.html
[2] http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/11/1553289-governo-do-rio-recolhe-cartilhas-consideradas-homofobicas-pelo-mp.shtml. O destaque é nosso
[3] Cf. http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/por-ordem-do-mp-governo-do-rio-recolhe-cartilhas-homofobicas-suspende-foruns-religiosos-14648765#ixzz3K6uRCn8e
[4] http://www.tempi.it/germania-scandalo-genitori-incarcerati-figli-corsi-gender-scuola#.VIcmOTHF9qV
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

quinta-feira, 24 de abril de 2014

PROF.HERMES RODRIGUES NERY:"Ideologia de gênero deve ser combatida, pois visa destruir a família"

Ideologia de gênero deve ser combatida, pois visa destruir a família      

Prof. Hermes Rodrigues Nery

No campo político põe em movimento a apologia a tais transgressões, utilizando-se de eufemismos e sutilezas de linguagem, com o discurso emocionalista de não discriminação
Agência Zenit, 14-4-2014
Ideologia de GeneroA ideologia de gênero tornou-se uma ferramenta política e “um conceito-chave da reengenharia social anti-cristã para subverter o conceito de família”, como afirma o Monsenhor Juan Cláudio Sanahuja. E mais, ele explica que “a ONU adota a perspectiva  de gênero no começo dos anos 90. Assim nos apresenta e quer impor-nos uma visão anti-natural de sexualidade autoconstruída a serviço do prazer”.  E para isso surtir efeito, a médio prazo, faz-se necessário difundir nas escolas a ideologia de gênero, para quebrar as resistências contra a cultura que quer se impor. A educação sexual então está imbuída fortemente desta ideologia contrária à família, com uma visão reducionista da dimensão da pessoa humana. O fato é que existem somente duas identidades sexuais, daí a realidade humana na distinção “homem e mulher”. Institucionalizar uma outra situação fora desta realidade, verdadeiramente humana, é desconhecer com profundidade a essência e a natureza da pessoa humana, e mais ainda: agravar os fatores da violência contra o ser humano, em todos os aspectos. É despessoalizar o ser humano e torná-lo fragilizado e vulnerável a toda e qualquer violência.
A crise da identidade em nosso tempo se explica numa sociedade sempre mais pulverizada  na atomização do indivíduo, que se vê perdido na volúpia de uma sociedade consumista, de falsas necessidades, que coloca o prazer como finalidade e aniquila o indivíduo desarraigado e desterritorializado, na lógica do descartável, sem ter ao que se ater, sem contar mais com a família como suporte, porque, com a ideologia de gênero, a família é descaracterizada e diluída, dissolvida enquanto instituição primeira e principal da sociedade. Daí o grande mal-estar de muitos diante dos apelos da anarquia sexual difundida pelos meios de comunicação, na promoção da homossexualidade e de outras perversões e transgressões, que medram mais facilmente na sociedade atomizada, de híper-consumismo. Daí ser necessário por um dique a tudo isso, para salvaguardar a instituição primeira e principal, sem a qual o ser humano não tem como subsistir e se realizar como pessoa.
Todas estas formas de agressão, se não forem contidas, se tornarão grilhões culturais a asfixiar a pessoalidade de cada ser humano. No campo político, a ideologia de gênero põe em movimento a apologia a tais transgressões, utilizando-se de eufemismos e sutilezas de linguagem, com o discurso emocionalista de não discriminação, para avançar ainda mais numa agenda que discrimina a família. E mais: visando destruí-la, com a corrosão dos princípios e valores cristãos, que a defendem, por inteiro.
O ideário de gênero (mais uma expressão de idealismo totalmente irreal) proposto então pelo PNDH3, e que se quer agora incluir no PNE, perverte a finalidade social das instituições nascidas para defender a pessoa daquilo que a despessoaliza. Com uma educação sexual assim, a escola se torna um lugar perigoso, um barril de pólvora que certamente irá explodir com danos sociais inimagináveis. Por isso, nos empenhamos no combate em favor da vida e da família, por uma escola que promova verdadeiramente a família como suporte da pessoa humana.
_______________

(*) Prof. Hermes Rodrigues Nery é especialista em Bioética (pela PUC-RJ) e membro da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB.

ADENDO ADHT: URGENTE: "Existe uma PETIÇÃO feita pelo IPCO - Instituto Plinio Correa de Oliveira solicitando aos Deputados Federais para não aprovarem este Plano Diabólico que vai desestruturar toda a família Brasileira. É tempo de guerrearmos amigos. Não podemos "engolir" esse lixo de PLano de Educação. Os Comunistas querem a todo custo destruir os principios morais e espirituais dos Brasileiros e implantar o Comunismo no Brasil. VOTE CONTRA. Entre no link: http://www.defesahetero.org/2014/04/urgente-assine-peticao-contra-ideologia.html e VOTE AGORA, POR FAVOR.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dra.Rozangela Justino: "VOTAÇÃO DO PNE continua hoje...LIGUE 0800 619 619 - Tecle "9"...É Gratuito. Vamos impedir o mal da IDEOLOGIA DO GÊNERO!


Posted: 23 Apr 2014 07:27 AM PDT
Continua hoje, a votação do PNE no Congresso Nacional, pois a referência à IDEOLOGIA DE GÊNERO, permeiam as METAS do PNE.

Conseguimos uma vitória ontem quando foi aprovada a redação do Senado. A luta continua para a retirada de toda a referência às notas desta IDEOLOGIA fundamentada no marxismo para a destruição da instituição familiar, dentro do PNE. Por isso a sua participação é fundamental:

Ligue para o Disque Câmara 0800 619 619 – Tecle “9”
Desejo enviar uma mensagem aos membros da Comissão que votará o Plano Nacional de Educação (PL 8035/2010).
Solicito a Vossa Excelência que retire do PNE toda a referência a palavra GÊNERO nas METAS DO PNE. A família brasileira agradece.

ESCREVA TAMBÉM PARA OS DEPUTADOS:
DEPUTADOS DA COMISSÃO ESPECIAL

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E QUE DEUS NOS ABENÇOE, RICAMENTE, EM NOME DE JESUS!

Rozangela Alves Justino

domingo, 13 de abril de 2014

Famílias boicotam escolas que ensinam a “ideologia de gênero”

Famílias boicotam escolas que ensinam a “ideologia de gênero” 

Luis Dufaur

A abstrusa “ideologia de gênero” pretende eliminar a ideia das diferenças naturais entre os homens e mulheres
A abstrusa “ideologia de gênero” pretende eliminar a ideia das diferenças naturais entre os homens e mulheres.

Muitas famílias francesas retiram seus filhos das aulas que ensinam ou viriam a ensinar a inexistência “das diferenças sexuais entre homens e mulheres”. A reação foi provocada pelo programa “ABCD da Igualdade”, dos Ministérios da Educação e dos Direitos das Mulheres, do governo socialista.
O pretexto do programa é combater as ideias homofóbicas, mas o temor generalizado é de que o governo tente incutir a “ideologia do gênero” na mente das crianças a fim de eliminar a ideia das diferenças naturais biológicas e sociais existentes entre os homens e mulheres e promover a homossexualidade. Entretanto, o objetivo real é ainda mais profundo e filosófico: trata-se de formar as crianças numa falsa “religião”, visceralmente igualitária e anticatólica. É o que se depreende da explicação do ministro da Educação, Vincent Peillon.

O governo tentou desanimar a oposição, porém a resistência oferecida pela moral familiar está ganhando força no país.

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/familias-boicotam-escolas-que-ensinam-ideologia-de-genero#.U0q7xGfjjIU

ADENDO ADHT: Se você souber de alguma escola que esteja aplicando livros didáticos ou material para divulgar a IDEOLOGIA DO GÊNERO, entre em contato conosco, pelo email: defesa_hetero@yahoo.com, passando o endereço completo, telefone, email, etc do Diretor da Escola para que possamos passar esses dados para o MPF responsável pela cidade onde se encontra a Escola e formularmos uma denuncia legal contra a Secretaria da Educação do Estado onde ela se encontra. Ajude-nos a ajudar as crianças de sua cidade. Obrigado, Rev. Dr. Alberto Thieme

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Governo lança edital de R$ 8 milhões para pesquisas sobre igualdade de gênero

11/10/201211h53

Carolina Sarres
Da Agência Brasil, em Brasília
Pesquisadores terão acesso a R$ 8 milhões para elaborar estudos científicos e tecnológicos sobre igualdade de gênero, violência contra a mulher, instrumentos de ação do Estado, feminismo, entre outros. O aporte foi anunciado nesta quinta-feira (11), no lançamento da quarta chamada do Edital Relações de Gênero, Mulheres e Feminismos, no âmbito do Programa Mulher e Ciência, que visa a estimular a produção científica, a reflexão crítica sobre as desigualdades e a sensibilização da sociedade. Essa é a primeira linha de financiamento específica para estudos no campo do gênero.

O edital foi lançado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação em parceria com o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a Secretaria de Políticas para as Mulheres e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Dos R$ 8 milhões disponíveis, R$ 3 milhões são do MCTI, R$ 3 milhões da SPM e R$ 2 milhões do MDA.

Segundo o edital, estarão disponíveis duas linhas de financiamento de pesquisas. A primeira, que corresponde a 25% do total, irá para acadêmicos com doutorado concluído há menos de cinco anos, no valor de até R$ 50 mil. A segunda, 75% do total, será destinada a doutores com o título há mais de cinco anos.

Os interessados terão até o dia 14 de novembro para apresentar as propostas ao CNPq. Os resultados serão divulgados a partir da segunda quinzena de dezembro. A bolsa para pesquisa será concedida aos pesquisadores em duas parcelas, dependendo de previsão orçamentária. Dúvidas podem ser tiradas por e-mail chamada.genero2012@cnpq.br

"A questão de gênero tem de transversalizar a atuação de vários ministérios e não ser concentrada só na secretaria [SPM], que deve ser um ponto impulsionador. Sabemos que se deixarmos para os ministérios pensarem sobre as políticas públicas para as mulheres, isso não tomaria o lugar importante que tem de ser tomado˜, informou a ministra da SPM, Eleonora Menicucci.

Segundo ela, a secretaria estará empenhada, ainda, em incluir o tema de gênero no Programa Ciência sem Fronteiras, que promove a oportunidade a estudantes brasileiros de cursarem universidades no exterior.

"A discussão sobre esse tema faz com que nós saiamos do nosso lugar de conforto para pensar e introduzir novas questões e temáticas, que, na verdade, já são velhas. As mulheres são 52% da população e mãe da outra metade˜, disse Eleonora.

De acordo com o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, o objetivo do financiamento, além de estimular a produção científica, é o de promover a participação da mulher na pesquisa e em carreiras acadêmicas.

"Esperamos que esse edital gere riqueza de conhecimento e possibilite a elaboração de novas políticas públicas em todos os âmbitos da administração pública”, explicou o presidente do CNPq.

O lançamento do edital ainda contou com a participação do ministro do MCTI, Marco Antônio Raupp, e do secretário executivo do MDA, Laudemir André Müller.


ADENDO ADHT : Para enteder bem a má intenção do governo Brasileiro com 
este programa, veja as explicações da psicóloga, Dra. Marisa Lobo no link:

Nova ordem mundial Gender Neutral Parenting

[CRIAÇÃO DE GÊNERO NEUTRO] O PAPEL SEXUAL, SOCIAL SENDO AMEAÇADO, A FAMÍLIA BIOLÓGICA NATURAL, TRADICIONAL  BRASILEIRA ESTÁ SENDO DESCONSTRUÍDA, no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/09/nova-ordem-mundial-criacao-de-genero.html#.UHjBzcXhqVY, e bem como do Prof. Saulo navarro, no artigo

IDEOLOGIA DO GÊNERO: Saiba como se defender dessa arma psicológica contra a Família, postado no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/08/ideologia-de-genero-saiba-como-se.html#.UHjDL8XhqVY




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