COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Ex-gay fala sobre como abandonou a prostituição: "Só a mão de Deus tira alguém dali"



Ramon Pedro afirma que não teria conseguido se libertar da homossexualidade, das drogas e da prostituição se não fosse pelo poder de Deus.


https://youtu.be/7gVYa-SYPd8



Quem conhece o testemunho de vida de Ramon Pedro está diante de uma grande prova da transformação que Deus pode operar no ser humano. Idealizador do Projeto Esperança, em Salvador (BA), que tem como objetivo alcançar pessoas que estão à margem da sociedade, ele conta que uma sucessão de diversos fatores o levaram não apenas à uma vida de homossexualidade, mas também de prostituição e vícios, como a pornografia e a dependência química.
Em um vídeo publicado em seu canal oficial do Youtube, Ramon destacou que a desestruturação de sua família acabou abrindo caminho para o desenvolvimento de uma carência emocional.
"Eu nasci no seio de uma família totalmente desestruturada, espiritual e emocionalmente. Os meus pais se separaram quando eu tinha 10 anos e isso trouxe para meu futuro sérias consequências: a falta da paternidade e a carência do que era uma figura paterna na minha vida", afirmou.
"A carência da afetiva que existia em mim me levou para a homossexualidade. Eu comecei a encontrar nos homens com quem me relacionava, o sentimento que eu não tive pelo meu pai, de afeto, de carinho e eu comecei a me envolver com a figura masculina, buscando preencher essa carência que existia dentro de mim, desde a minha infância", acrescentou.
O rapaz contou que acabou se envolvendo com trabalhos noturnos, tornando-se uma 'draq queen' e também se envolveu com o mundo da prostituição.
"Me tornei uma draq queen, trabalhando na noite e também com prostituição e com pessoas voltadas para esse meio", relatou.
Ramon afirmou que não via de qual outra forma poderia se ver livre daquele contexto devastador.
"Para sair desse ambiente foi muito difícil, porque é como um abismo: você entra, cai e só a mão poderosa de Deus para tirar você desses lugares", afirmou.

Dependência química
Ramon confessou que o vazio que permanecia dentro dele e a constante busca para amenizar a dor de sua alma o levou a usar drogas.
"O viciado não tem ideia do estrago que os entorpecentes fazem no organismo. A única coisa que ele quer é preencher o vazio que tem no peito e muitas vezes a droga traz um momento de prazer, 'amenizando' essa dor que existe pela falta de Jesus", destacou.
Ele acrescentou que conseguiu se libertar das drogas, depois que conheceu verdadeiramente a Jesus e entendeu que Ele tem o poder para livrar alguém de seus vícios.
"A Bíblia diz que Jesus é a liberdade, que Ele nos libertou para a liberdade", destacou.
Ramon conta que não precisou passar por nenhuma clínica de recuperação para vencer o vício da cocaína, mas reconhece que sozinho ele não teria conseguido.
"Eu larguei as drogas, só mesmo pela força de Deus em mim. Eu costumo dizer que por mim mesmo, eu não iria conseguir. A Bíblia diz que Ele é a nossa força, que é Ele quem nos fortalece", afirmou.
Atualmente, Ramon Pedro vive em Salvador (BA), liderando o Projeto Esperança e é casado com Raiane Teodoro.
"Temos o Corpo de Cristo unido aqui para resgatar essas pessoas que estão jogadas à margem da sociedade", disse Ramon sobre o projeto interdenominacional, que busca resgatar pessoas da prostituição, criminalidade e dependência química.
Confira o testemunho completo no vídeo acima.

FONTE: http://guiame.com.br/gospel/testemunhos/ex-gay-fala-sobre-como-abandonou-prostituicao-so-mao-de-deus-tira-alguem-dali.html

quarta-feira, 1 de julho de 2015

O DIREITO DE "DEIXAR DE SER GAY"! AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O DIREITO DE DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE!



AUDIÊNCIA PÚBLICA: O DIREITO DE DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE 

https://youtu.be/wxvV8QfhTjw

 



Muito bem lembrado por um dos palestrantes, Pr. Claudemiro Soares, sobre as palavras da Dep. Fed. Érika Kokay no G1.com:

“Essa audiência (EX-GAYS) é um escárnio, é um circo, espetáculo macabro”Dep. Fed. Érika Kokay, PT-DF, no website http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/06/comissao-atende-pedido-de-feliciano-e-faz-reuniao-para-ouvir-oito-ex-gays.html 

QUEM FOR DE BEM NÃO VOTARÁ NESTA DEPUTADA MAIS!!!

Publicado em 28 de jun de 2015
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados abriu as portas para a minoria da minoria: os ex-gays.

Pessoas que não se adaptam com a homossexualidade existem em montes e um espaço de diálogo foi enfim aberto para entender estes.

Não importa o motivo que leve alguém a querer deixar e deixar de fato a homossexualidade. Se tal pessoa estiver em suas perfeitas capacidades cognitivas ela deve ser respeitada e se buscar auxílio também deve ser prestado.

Rotular algo que não se sabe a origem como não sendo doença e sem comprovação científica além de ser injusto fechou as portas e compreensão para os que não querem ser gays.

A maioria das pessoas, doutrinadas pela mídia e jogo político, deixaram de ver a situação que é séria como só mais uma invenção religiosa. A mídia faz isso porque é financiada pelos que cresceram politicamente ganhando voto de uma minoria que tem como maioria pessoas que não se questionam só aceitam tudo que lhes é oferecido. As marionetes do ativismo gay.

Assim como um hétero pode ter desilusões no mundo hétero e experimentar novidade no mundo gay e ficar. Adaptar-se. Parece ser razoável que o contrário também aconteça.

O Conselho Federal de Psicologia do Brasil é o único que proíbe pessoas adultas e em sã consciência de abandonarem a homossexualidade com auxílio profissional. Tal órgão determina que a única opção para essas pessoas é a aceitação.

Não é atoa que tal órgão saiu da audiência com fama de FÁBRICA DE GAYS.

Fonte: www.exgay.com .




sexta-feira, 30 de maio de 2014

Ex-gays manifestam repúdio ao Conselho de Psicologia por cassação do registro de Marisa Lobo

Ex-gays manifestam repúdio ao Conselho de Psicologia por cassação do registro de Marisa Lobo

Publicado por Tiago Chagas em 29 de maio de 2014

Ex-gays manifestam repúdio ao Conselho de Psicologia por cassação do registro de Marisa Lobo A psicóloga Marisa Lobo, que teve seu registro de psicóloga cassado recentemente pelo Conselho Regional de Psicologia (CRP) do Paraná por conta de sua expressão de fé, recebeu manifestação de apoio de ex-homossexuais que são contrários à decisão.
O grupo fundou uma página chamada Ex-gays no Facebook, e tem publicado depoimentos defendendo o direito de homossexuais que estejam insatisfeitos com sua orientação sexual a receber tratamento psicológico adequado, algo que hoje é proibido por uma resolução do Conselho Federal de Psicologia.
“Deus restaurou minha identidade sexual”, diz o pastor Joide Miranda, um dos que manifestaram seu apoio a Marisa Lobo. Uma foto sua com a família ilustra um depoimento de Edna, esposa do pastor: “Meu marido é ex-gay, ele existe. #Repúdio ao Conselho de Psicologia. #MarisaLobo, obrigada por respeitar nossa existência. Edna e Joide Miranda”.
Na descrição da página, os participantes dizem que “é possível deixar as práticas homossexuais! É um direito! É o que comprovam histórias de vida, livros, estudos e conteúdo científico”.
Dentre os motivos da cassação do registro de psicóloga de Marisa Lobo, está a defesa de ideias como as expressadas pelo grupo Ex-Gays. Em 2012, Lobo foi ao Congresso Nacional pedir a alteração da resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe os profissionais d área de atenderem homossexuais que desejem ajuda para deixar a prática.
ex-gays1
ex-gays2
O pastor Arlei Lopes (foto acima) publicou uma nota na página do Facebook esclarecendo a motivação em seu apoio a Marisa Lobo. Confira na íntegra:
Esclarecimento ao apoio à Psicóloga Marisa Lobo
Somos pessoas que deixamos a prática homossexual e fazemos parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento GLBTT e agora pelo Conselho Federal de Psicologia.
A psicóloga Marisa Lobo teve coragem de vir à mídia pedir respeito a nós, pois existimos. Queremos deixar claro que essa nomenclatura “Cura gay” não existe, sendo deturpação daquilo que a Psiquiatria chama de Orientação Sexual Egodistônica, isto é, pessoas cientes de sua preferência sexual, mas que desejam uma orientação sexual diferente por causa de transtornos psicológicos e comportamentais, que podem ser alterados, pois somos provas vivas dessas alterações. Porém, hoje, essas pessoas estão sendo impedidas de serem ajudadas pelos profissionais da psicologia e alguns têm recorrido à fé cristã para conseguir ajuda. A psicóloga em questão não foi cassada por fazer esse tipo de tratamento e sim por expor abertamente que é Psicóloga Cristã, e isso é inconstitucional, pois ela tem liberdade de expressão, e nisso a apoiamos.
Pr. Arlei Lopes

Fonte:  Gospel Mais

domingo, 29 de setembro de 2013

NÃO PERCA: Christian Post divulga testemunho de ex-homossexual que saiu no Blog Julio Severo

Link deste artigo: http://bit.ly/1hcF8ey

Christian Post divulga testemunho de ex-homossexual que saiu no Blog Julio Severo

Comentário de Julio Severo: A chave para destruir a mentira é divulgar a verdade. Publico a matéria do Christian Post que reproduziu nesta semana a entrevista do ex-homossexual Saulo Navarro ao meu blog. Essa entrevista completa está neste link: http://bit.ly/1gHPK4S
A matéria do Christian Post, que resumiu a entrevista, vem a seguir:

Ex-gay Saulo Navarro afirma que é preciso ‘agir urgentemente para combater este imperialismo gay’

Em entrevista, ex-homossexual fala sobre as novas gerações, o Conselho de Psicologia e a importância da Igreja

Maria Carolina Caiafa Correspondente do The Christian Post
O ex-gay Saulo Navarro, autor do livro Homossexualidade – Um Engano Em Minha Vida, concedeu entrevista a Julio Severo, que a publicou em seu blog no dia 20 de setembro. Ele fala da necessidade de “agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay”.
Ex-homossexual Saulo Navarro
Saulo analisa que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) se dobrou ao movimento LGBT. Segundo ele, alguns profissionais sofrem censura da insituição “ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo”.
“Pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP”, afirma Saulo. E completa: “as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento [LGBT]”.
O ex-gay observa a importância da religião neste processo de reorientação sexual, a partir da sua própria experiência: “Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. [...] Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a seguí-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. [...] Durante quatro anos, caminhei dentro da Igreja sentindo atração pelo mesmo sexo. Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. [...] Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento”.
Sobre as novas gerações, Saulo acredita que houve um estímulo para a homossexualidade e a bissexualidade. “A propaganda gay e a mídia têm estimulado uma geração inteira para que pratiquem não só a homossexualidade como a bissexualidade também. [...] Estes jovens se declaram livres, parte de uma geração tolerância, que se acham donos do próprio nariz. [...] Para estes jovens eu digo, cuidado – você que se acha livre, que faz o que quer, você está mais preso do que possa imaginar. Esta geração que se assume homossexual está apenas agindo como os ideólogos gays, feministas e de gênero querem. Estes jovens são usados e manipulados por ideologias que têm o único interesse de destruir a família tradicional, projetada por Deus. Enquanto se dizem livres, na verdade são bonecos de fantoche nas mãos destes movimentos”, conclui ele.
Em seguida, o entrevistado explana sobre assuntos legais e políticos desse fenômeno LGBT: “A imoralidade está aprovada e amparada por lei [...] A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A Igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A Igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay”.
Saulo comenta ainda sobre a necessidade das Igrejas estarem preparadas para receber os arrependidos: “Se a Igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade, então alguns passos já foram dados. A omissão da Igreja foi grande e agora é apagar incêndio. A Igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma Igreja em busca de apoio. As Igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado e uma vida em Cristo”.
Ele conta que, na adolescência, traumas, amigos e abusos sexuais o levaram a experimentar o homossexualidade. Ele realizou essa prática por 12 anos, apesar de o incomodar a infidelidade e a pornografia.
O depoimento de Navaro serviu de base para outros testemunhos: “durante minha adolescência eu fui muito assediado por homossexuais. Eles moravam próximos à escola, onde fazia a quinta série em Taguatinga (DF). Confesso que na adolescência cheguei a ter dúvida da minha masculinidade, mas percebi que tudo está ligado à orgia sexual”, diz um usuário nos comentários.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Blog Julio Severo entrevista ex-homossexual Saulo Navarro: “Homossexualidade – um engano na vida de quem a pratica”


Blog Julio Severo entrevista ex-homossexual Saulo Navarro: “Homossexualidade – um engano na vida de quem a pratica”

Falsa propaganda, sustentada pelo governo e pela mídia elitista para doutrinar crianças e jovens na homossexualidade, se combate com testemunho de quem viveu essa prática.
Saulo Navarro tem esse testemunho. Ele viveu a homossexualidade.
Se você quer combater a propaganda da mentira gay patrocinada pelo governo e pela mídia, leia e divulgue a entrevista que Saulo Navarro deu a seguir:
Saulo Navarro
Julio Severo: Qual foi a causa de sua entrada na prática homossexual?
Saulo Navarro: Passei por situações de traumas e abusos na minha infância e pré-adolescência que me deixaram totalmente inseguro para desempenhar minha masculinidade. Chamo esta fase de “pré-homossexualidade”, ou seja, houve uma construção que favoreceu minha entrada na prática da homossexualidade. Durante minha juventude, fiz algumas tentativas frustradas de namorar garotas. Uma namorada, ao perceber que eu não iniciava alguns “contatos” físicos falou ao meu ouvido que às vezes achava que eu não era homem.

Estas palavras feriram profundamente minha alma. Ocorreu mais tarde, com esta mesma namorada, uma situação de abuso sexual. Este abuso gerou em mim pensamentos de incompetência, medo, angústia, frustração. A partir deste momento decidi nunca mais namorar garotas. Só que não disse que iria ser homossexual. Porém, tive contato com o meio homossexual através de um amigo que estava nesta prática há anos. Então, depois de toda esta construção, acabei por me declarar homossexual. Ainda mais convivendo com amigos(as) que praticavam a homossexualidade de forma tão aberta.


JS: O que deixava você mais inquieto na prática homossexual?
SN: A infidelidade e instabilidade. Busquei ser fiel em cada relacionamento, mas via a infidelidade reinar. Durante 12 anos na prática da homossexualidade jamais presenciei uma dupla ser fiel. A pornografia também me deixava inquieto. Menciono também a questão sexual, pois o sexo homossexual masculino acaba numa mistura de fezes com esperma que não serve para nada.

JS: Há uma ideia imposta hoje de que a psicologia pode e dever ser usada para manter homens nas práticas homossexuais, mas não pode ser usada em favor dos homens que querem sair dessas práticas. O que você acha?
SN: Conselho Federal de Psicologia se dobrou ao movimento LGBT. Tenho acompanhado as tomadas de decisões deste Conselho com relação à censura que os psicólogos sofrem ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo. Se todas as pessoas que sofrem por sentirem atração pelo mesmo sexo falassem que não querem estar homossexuais é bem provável que este Conselho, que trabalha em favor do movimento LGBT, avalie estas limitações impostas aos profissionais da psicologia. Estas pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP. É uma tremenda vergonha o que este Conselho tem feito ao limitar seus profissionais por pura manipulação do movimento gay. Na verdade quando o CFP age desta forma está demonstrando para a sociedade que a ferramenta psicologia não serve para algumas áreas da vida de uma pessoa, está dizendo que não serve para ajudar um indivíduo que está em sofrimento psíquico e deseja abandonar a homossexualidade. Vou mais além, as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento LGBT. Esta geração de psicólogos já está aí, nas clínicas, propagando ideologias como a do movimento gay e de gênero. Ou seja, vivemos um momento em que a psicologia trabalha em favor da Nova Era.

JS: Você crê que Deus liberta os homossexuais sem psicologia?
SN: Creio. Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. Vejo a psicologia como mais uma ferramenta que pode ser utilizada por Deus para levar saúde emocional ao ser humano. Aponto o seguinte: após 12 anos de prática homossexual percebi que as instabilidades do meio gay estavam me levando a um estado emocional deplorável. Recebi um convite de um amigo para ir numa reunião da igreja em que participava. Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a segui-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. Ao chegar em casa, após aceitar Jesus em minha vida, percebi que o desejo pelo mesmo sexo ainda estava lá, era real. Durante 4 anos caminhei dentro da igreja sentindo atração pelo mesmo sexo. Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. Entendi que Deus estava proporcionando ferramentas para me ajudar na caminhada. Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento. Em um determinado momento precisei da ajuda de uma psicóloga que tratou as consequências dos abusos que sofri durante minha vida, inclusive o abuso sexual sofrido por uma namorada. Acredito que um psicólogo sério (cristão ou não), que não tenha se dobrado às imposições do CFP, pode ajudar um indivíduo a abandonar o comportamento homossexual. Esta pessoa que busca ajuda para abandonar o comportamento homossexual precisa estar inserida numa relação de ajuda. Sozinho é praticamente impossível vencer.
Saulo Navarro
JS: Há uma grande afinidade entre religiões afro-brasileiras (candomblé, por exemplo) e homossexualidade. O deputado gayzista Jean Wyllys disse que foi guiado por exus para entrar na política. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, é também simpatizante das religiões afros. O que você acha dessa relação?
SN: Antes de entrar na prática da homossexualidade fui abordado por um homem que participava de uma destas religiões afro-brasileiras que veio me pedir algo: “para que eu me desenvolva lá dentro será preciso ter uma relação homossexual e escolhi você”. Ele não se considerava homossexual, mas disse que precisaria se envolver com a homossexualidade. A prática da homossexualidade não faz parte do projeto de Deus para o ser humano. Interessante o que houve com este rapaz: ele teria que se sujeitar a uma prática sexual para atender à imposição de uma religião e desta forma adquirir crescimento e poder. Neste caso este rapaz não se considerava homossexual. Conheci pessoas que se consideravam homossexuais e que se envolveram com religiões afro-brasileiras porque encontraram ali um local que não exigiria mudança de comportamento. Pode-se estar homossexual sem problema algum, assim como podemos ver nas igrejas inclusivas.

JS: Uma das aflições que Jesus mais lidou em sua pregação e demonstração do Evangelho do Reino de Deus era a possessão demoníaca. Ele expulsava demônios frequentemente e deu autoridade aos seus seguidores em todas as gerações de também oferecerem libertação espiritual aos possessos. Em que ponto existe uma relação entre práticas homossexuais e possessão demoníaca?
SN: O mundo em que vivemos jaz no maligno. Homens e mulheres, homossexuais ou não, sofrem opressões demoníacas e alguns chegam a ser possessos de demônios. Estive na prática da homossexualidade por 12 anos, passei por momentos de libertação na igreja em que congregava e não tive manifestação de demônios por conta deste envolvimento com a homossexualidade. Conheci pessoas no meio homossexual que se envolveram com situações que permitiram demônios entrarem em suas vidas. Um amigo foi possesso de demônios e houve libertação durante um momento de expulsão dos mesmos. A expulsão destes demônios não anulou a atração que ele sentia pelo mesmo sexo. Ele entendeu que o comportamento homossexual foi aprendido e poderia ser desaprendido dentro de um processo de ajuda.

JS: Nas épocas em que não existia propaganda gay, a entrada na homossexualidade se dava quase que exclusivamente pelo abuso sexual. Você teme que agora, com a enorme e onipresente propaganda gay estimulando abertamente a homossexualidade e apresentando-a como alternativa atraente e desejável, os jovens fiquem confusos e optem por experimentar?
SN: Tenho ouvido vários pré-adolescentes e adolescentes envolvidos com a homossexualidade e bissexualidade que me procuram para desabafar. Os pais descobrem o envolvimento do filho na homossexualidade e se inicia um enorme stress em cima do filho para que mude de comportamento o mais rápido possível. Chamo estes pré-adolescentes e adolescentes de “Geração Tolerância”. Alguns falam de abusos sexuais e abusos emocionais como parte de sua história, a maioria me fala o seguinte: “Saulo, sua história de vida é marcada por traumas e abusos. Eu não tenho nada disto do que você fala e escreve, estou na homossexualidade porque gosto e não vejo problema algum. Entendo que Deus é amor e que Ele não condena o meu amor por uma pessoa do mesmo sexo.” Esta geração recebeu estímulo para ver a homossexualidade e bissexualidade como normal, desde o berço. A propaganda gay e a mídia têm estimulado uma geração inteira para que pratiquem não só a homossexualidade como a bissexualidade também. Esta geração não passou por abusos sexuais e traumas. Sofrem estímulos e manipulações há anos. Atualmente as famílias estão colhendo os frutos desta manipulação toda que vemos ser propagada ao nosso redor. Para estes jovens, a palavra tem de ser de alerta total. Eles precisam saber do que há por trás desta manipulação. Ideologias gays, de gênero, feministas e outras têm grande interesse em destruir às famílias que possuem valores principalmente cristãos, e isto se consegue através das influências feitas na mente das crianças.

Para estes escrevo: Fantoches úteis, isto mesmo, fantoches úteis. Vivemos numa época onde pré-adolescentes, adolescentes e jovens assumem abertamente aos pais sua homossexualidade e bissexualidade. Estes jovens se declaram livres, parte de uma geração tolerância que se acham donos do próprio nariz. Gritam em alta voz que são livres para viver a sexualidade da forma que acharem melhor. Para estes jovens eu digo, CUIDADO – VOCÊ QUE SE ACHA LIVRE, QUE FAZ O QUE QUER, VOCÊ ESTÁ MAIS PRESO DO QUE POSSA IMAGINAR. Esta geração que se assume homossexual está apenas agindo como os ideólogos gays, feministas e de gênero querem. Estes jovens são usados e manipulados por ideologias que têm o único interesse de destruir a família tradicional, projetada por Deus. Enquanto se dizem livres, na verdade são bonecos de fantoche nas mãos destes movimentos que buscam desmontar a sociedade atacando a célula nuclear, a família.
 
JS: O que você pensa da forte política moderna dos EUA, que apenas algumas décadas atrás eram uma potência protestante, de liderar o imperialismo homossexual internacional?
SN: Os EUA estão se prostituindo com a Nova Ordem Mundial que tem por objetivo não só proliferar a homossexualidade como destituir a família projetada por Deus da posição em que sempre esteve. Esta forte política moderna dos EUA atende a uma agenda do inferno, de homens interessados em dizimar a família cristã do mapa. 

JS: O que você acha do PLC 122 e outras leis que criminalizam a opinião cristã contra as práticas homossexuais?
SN: A intenção de todas estas leis é não somente tratar da legalização da imoralidade como também eliminar todo pensamento que trata do pecado. A imoralidade está aprovada e amparada por lei, então, por que tratar a homossexualidade como pecado? O pecado deixando de ser considerado pecado elimina os feitos de Jesus e, logicamente, acontece uma verdadeira caça às bruxas, uma caça aos cristãos que verdadeiramente dão nome ao pecado. Cala-se a boca dos cristãos e elimina valores embasados no que Deus projetou para o ser humano. O PLC 122 não só criminaliza a opinião cristã como gera novos valores na sociedade, exemplo: o casamento entre um homem e uma mulher sempre teve um valor, hoje uma dupla do mesmo sexo recebeu um valor através da PLC122, e posteriormente um homem com três mulheres também terá um valor dentro da sociedade.

JS: Como as igrejas devem lidar com homossexuais que chegam aos seus templos pedindo ajuda?
SN: Primeiramente a igreja precisa urgentemente entender o que acontece no mundo. Entender como os grupos gays, feministas e de gênero estão agindo na sociedade. As igrejas precisam de homens e mulheres sarados em sua feminilidade e masculinidade para conseguir proporcionar apoio ao que sofre com sua sexualidade. É preciso voltar ao discipulado, ao caminhar junto, dentro de uma relação de ajuda. É preciso estar a par do que há por trás da pessoa que chega pedindo ajuda. Se a igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade então alguns passos já foram dados. A omissão da igreja foi grande e agora é apagar incêndio. A igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável, e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma igreja em busca de apoio. As igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado com uma vida em Cristo. 

JS: Como as igrejas devem lidar com a militância gay organizada que pressiona os cristãos a se renderem diante das exigências da agenda gay?
SN: A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay. 

JS: Grandes denominações protestantes nos EUA, inclusive a presbiteriana e a luterana, estão ordenando pastores homossexuais. O que os cristãos brasileiros precisam fazer para se proteger dessa influência da apostasia americana e da teologia gay?
SN: Os cristãos brasileiros devem estar atentos a todo movimento contrário à verdadeira palavra de Deus. Para isto é preciso se voltar à Palavra de Deus pura e limpa. A teologia gay ganha espaço na mente de uma parte dos cristãos justamente pelo desconhecimento que estes tem da Palavra de Deus. A manipulação da teologia gay é grande, tem convencido cristãos de que Deus aceita toda forma de amor. O povo cristão brasileiro precisa parar de ver novela. As novelas brasileiras vêm há décadas mostrando mentiras como verdades, o povo cristão brasileiro tem dado atenção a essas porcarias que passam na TV. Com isto temos uma geração que tem um olhar totalmente normal quanto à homossexualidade e bissexualidade. Escrevo sobre este assunto por justamente ouvir jovens que receberam esta lavagem cerebral durante toda uma infância e adolescência. E infelizmente pais cristãos assistem a toda esta porcaria na TV ao lado de seus filhos. Enquanto isto a teologia gay caminha em passos largos. É hora de se levantar e se posicionar contra estas mentiras pregadas pela teologia gay, que tenta a todo custo convencer cristãos de que o amor entre duas pessoas do mesmo sexo são aceitas por Deus desde que estejam numa relação estável. Uma mentira contada mil vezes se torna uma verdade.

JS: Quase vinte anos atrás, quando Marta Suplicy apresentou um projeto de lei de união civil homossexual, ela negou completamente que o alvo era casamento e adoção de crianças por duplas gays. Vinte anos depois, o alvo deles é claro: casamento e adoção. Você acha que há mais objetivos que eles querem conquistar a curto ou longo prazo, embora neguem hoje?
SN: Esta manipulação toda começou com a união estável entre um homem e uma mulher, o que abriu espaço para a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Com isto, conquistou-se o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, inseminação e adoção. Agora abriu-se espaço para outros tipos de uniões, como dois homens e uma mulher, uma mulher e dois homens... Não tenho dúvida alguma que o objetivo a curto prazo seja a legalização da pedofilia. O pedófilo terá agora uma orientação sexual assim como os homossexuais. Toda esta manipulação vem acontecendo gradativamente, como um conta gotas. Mentiras são contadas infinitas vezes e a sociedade engole como se fosse verdade. É a tal da ideologia de gênero que trabalha com a manipulação da linguagem.

JS: Qual é o seu ministério hoje?
SN: Desenvolvo palestras, estudos, seminários e oficinas dentro das igrejas cujo foco é a conscientização do povo de Deus para oferecer apoio e graça ao que busca ajuda para abandonar a prática da homossexualidade. Através destas atividades levo esclarecimentos quanto a temas como Ideologia gay, ideologia de gênero (Teoria Queer), Prevenção da Homossexualidade, Crianças Transgênero Futuros Transexuais, Quando Alguém do seu Convívio Diz que é Homossexual, Nova Ordem Mundial, etc. O tempo que dedico a estas atividades é parcial.

JS: Você tem livros publicados?
SN: Não. O único material que escrevi foi minha história de vida e está disponibilizado na internet: Homossexualidade – Um Engano em Minha Vida.

JS: Como você alcança homossexuais?
SN: Através das atividades que desenvolvo nas igrejas e materiais que disponibilizo na internet. Com a conscientização que levo às igrejas consigo mobilizar outras pessoas para se posicionarem neste tipo de ajuda ao que sofre devido a atração que sente pelo mesmo sexo. Raramente tenho tempo para aconselhar pessoas.

JS: Seu ministério ajuda apenas homossexuais ou também outras pessoas oprimidas?
SN: De início o foco foi apenas homossexuais, porém devido à demanda tenho ajudado pais de homossexuais e pessoas que sofrem com a homossexualidade de alguém de seu convívio

JS: O que você aconselharia aos intercessores, que clamam diante de Deus pela libertação dos homossexuais e contra o imperialismo homossexual que está sendo imposto sobre crianças e famílias?
SN: Agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay. Tenho visto muita teoria e pouca prática dentro de nossas igrejas. As crianças aqui no Brasil em breve serão preparadas para o “gênero neutro”, e os pais não estão percebendo a manipulação destes movimentos. Se você é um intercessor então parta para a ação. Interceda para que os líderes cristãos possam preparar uma nova geração de homens e mulheres sarados em sua masculinidade e feminilidade, para que possam ser instrumentos de bênçãos na vida de seus filhos.

JS: Qual a mensagem que você daria às igrejas nestes tempos em que se aproxima uma ditadura gay?
SN: Estejam preparadas para defender sua crença. Agora veremos quem é o verdadeiro cristão. A ditadura gay está com o terreno preparado e os líderes das igrejas terão que ser firmes em seu posicionamento. Atualmente não tenho ouvido pregações que falam do pecado, já existe um medo instalado. A igreja será o único local que poderá se opor a ditadura gay. Igrejas, estejam atentas a tudo o que acontece no mundo. Estejam a par das leis que favorecem a ditadura gay. Orar é bíblico, e agir também é.

Para ouvir uma palestra de Saulo Navarro, clique neste link: http://youtu.be/kyN0ed2TDeY

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

EX-TRAVESTI AFIRMA A GLOBO : "A Homossexualidade pode ser desaprendida"


Em entrevista a site da Globo, ex-travesti que hoje é pastor evangélico afirma: “A homossexualidade pode ser desaprendida”


Por Dan Martins em 31 de julho de 2012 
O pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, concedeu uma entrevista ao G1, na qual falou de sua mudança de vida e de como tem trabalhado para auxiliar pessoas que queira largar a homossexualidade.
Líder da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs), Miranda usa sua experiência como ex-travesti para ajudar quem deseja abandonar a homossexualidade e diz que é visto como referência para “aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade”.
- A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida – afirma o pastor Joide Miranda.
Ele assumiu a homossexualidade aos 14 anos de idade e, se dizendo “totalmente restaurado”, afirma que o trabalho que desenvolve busca a cura e a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele. Apesar do Conselho Federal de Psicologia (CFP) orientar profissionais da área a não colaborar com serviços que ofereçam tratamento e cura para homossexualidade, ele afirma que a ajuda da psicologia seria importante nesse processo.
- Quando a pessoa resolve mudar, o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos – ressalta o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.
Édna, mulher com quem o pastor é casado há 14 anos, hoje o acompanha nas palestras e aconselhamentos, e diz que no início ajudou o marido com a mudança.
- Falava para ele que não era para colocar a mão na cintura, nem cruzar as pernas como mulher – ressalta Édna, que enfatiza, porém, que se casou com um heterossexual, e que nunca teve dúvidas quanto à mudança de Joide, mas que no início do relacionamento enfrentou certo preconceito por parte daqueles que não acreditavam na mudança de Joide.
- Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia – recorda Joide, ao se dizer realizado hoje com a mulher e o filho.
O pastor conclui a entrevista afirmando que a homossexualidade está na mente e, por isso, pode ser restaurada. Ele ainda cita a própria experiência como exemplo, e afirma que teve sua heterossexualidade violada quando sofreu abuso na infância.
Redação Gospel+

sábado, 7 de julho de 2012

NOSSA LUTA É GRANDE, MAS AS VITÓRIAS VIRÃO... MPF ACATA NOSSA DENUNCIA CONTRA O CFP

O DIA

6.07.2012 às 01h15 > Atualizado em 6.07.2012 às 02h02

MPF dá entrada em ação que permite a 'cura' de gays

POR PAMELA OLIVEIRA

Rio -  O Ministério Público Federal (MPF) deu entrada em ação civil pública para anular parte da resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe que profissionais prometam a cura da homossexualidade.

A ação, proposta por três procuradores do Rio, argumenta que a norma “impede que psicólogos atendam clinicamente homossexuais que desejam mudar a orientação sexual”. O pedido do MPF deixou ativistas de direitos humanos indignados.

“Retomar a discussão sobre a homossexualidade ser ou não uma doença é um absurdo do mesmo tipo que seria retomar a discussão sobre se o sol gira em torno da terra. Um dos procuradores, o Fábio Aragão é evangélico e está colocando o cargo dele a serviço da crença pessoal dele. Isso é um erro grave porque a Justiça deve ser laica”, afirmou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia e George Magaraia / Portal IG

Carlos Tufvesson (de preto),ao lado de seu companheiro André Piva, ficou indignado com a ação. Já o pastor Joide, ex-travesti, defende a ‘cura’ | Fotos: Carlo Wrede / Agência O Dia e George Magaraia /Portal IG

A resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, de março de 1999, se baseia na classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a OMS, a homossexualidade não é doença, distúrbio nem perversão. Portanto, não é passível de cura.

Revolta

“Onde o Brasil está querendo chegar? Quer ir na contramão da política de Direitos Humanos? A OMS já deu parecer que a homossexualidade não é doença. Não cabe ao Ministério Público Federal questionar isso, mas, sim, defender as minorias. Na minha opinião, essa ação é um desserviço que desqualifica o Judiciário”, afirma o estilista e ativista pelos direitos dos homossexuais Carlos Tufvesson.

A ação, que teve o pedido de liminar rejeitado em 1ª e 2ª instância, afirma que o conselho permite que o psicólogo trate o “cidadão que deseja sair da heterossexualidade para tornar-se homossexual”.

O pedido do MPF argumenta que a resolução “viola tanto os direitos dos psicólogos quanto o direito daqueles que optarem pelo auxílio psicológico para resolver a angústia que traz a opção sexual que está seguindo em dado momento da vida”.

Bancada evangélica luta em Brasília

Semana passada, discussão do projeto legislativo do deputado João Campos (PSDB-GO) — que tenta derrubar a resolução do Conselho de Psicologia e liberar atendimento para quem queira mudar a orientação sexual — gerou tumulto no Congresso.

O tema mistura política e religião: Campos é da bancada evangélica. O pastor Joide Miranda, 47, defende o ponto de vista polêmico. Ex-travesti, hoje casado e pai de um menino, ele fundou em Cuiabá a Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que ajuda pessoas que “desejam deixar voluntariamente o estado da homossexualidade”. “Deus restaurou minha identidade”, diz.


ADENDO ADHT :


A denúncia foi feita pela ADHT  inicialmente em 2/8/2011, conforme se pode ver neste link, porém enviamos novamente por estar faltando algumas informações em 7/12/2011, conforme se pode verificar pelo email recebido hoje por nós.

Esperamos que o juiz julgue favorável a denuncia que fizemos e que foi acatada por tres procuradores do MPF-RJ.  Continuemos nossa luta porque a batalha ainda não está ganha, porém, o parecer favorável do MPF-RJ já é uma grande vitória.


From: Sec. Proc. Andre Coutinho [mailto:SecProc_AndreTC@prrj.mpf.gov.br]
Sent: Friday, July 06, 2012 2:10 PM
To: defesa_hetero@yahoo.com
Subject: Promoção de Arquivamento Proc. Admin. 1.30.001.003172/2011-00

A Sua Senhoria o Senhor

Reverendo Doutor Alberto Thieme

<endereço removido nesta publicação>

Prezado Senhor,

Cumprimentando-o, sirvo-me do presente para, de ordem, encaminhar a Vossa Senhoria a peça inicial oferecida na Ação Civil Pública n.º 2011.51.01.018794-3 e a anexa cópia da promoção de arquivamento do Procedimento Administrativo 1.30.001.003172/2011-00, ficando facultada a interposição de razões escritas e documentos até a apreciação da promoção de arquivamento pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, nos termos do § 3º do art. 17 da Resolução CSMPF nº 87/2006.

Atenciosamente,

Elson Gonçalves da Silva

Assessor
Gab. Dr. Andre Tavares Coutinho

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