COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

VEJA O TAMANHO DA CONTRADIÇÃO: "Congresso de Missão Integral na Igreja da Lagoinha: Um tiro na verdadeira caridade"

5 de dezembro de 2014



Congresso de Missão Integral na Igreja da Lagoinha: Um tiro na verdadeira caridade

Julio Severo
Num culto na Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte, o pregador, virando-se para Ana Paula Valadão, diz:
“Desafio você a doar sua enorme fortuna para os pobres, para que eles tenham comida, saúde, educação, emprego e lazer. Aliás, desafio você a dar 90 por cento de tudo o que você ganha para os pobres.”
Depois, virando-se para os outros cantores famosos da Lagoinha, o pregador faz o mesmo desafio, encorajando-os a ajudar os pobres com os próprios bolsos, não só com palavras.
Embora a estrela máxima do recente Congresso de Missão Integral na Igreja da Lagoinha tivesse sido o Rev. Antonio Carlos Costa, não foi ele quem fez o desafio. Aliás, ninguém fez tal desafio — que é apenas minha imaginação do que um “profeta” de Teologia de Missão Integral (TMI) deveria fazer.
Rev. Antonio Carlos Costa no Congresso de Missão Integral na Igreja da Lagoinha
Os defensores da TMI ganham muito bem. O caso do teólogo presbiteriano Alexandre Brasil, que recebe 15 mil reais por mês do governo do PT, é só um exemplo da vida boa dos teólogos da TMI. Claro que isso nem chega aos pés do que deve ganhar Ana Paula Valadão.
O que o Rev. Antonio Carlos Costa (ACC) pregou, em 2 de novembro de 2014, no Congresso de Missão Integral na Igreja da Lagoinha? Ele pregou muito sobre compaixão, dando apoio ao bolsa-família do governo.
A postura dele entra em conflito com o livro “Libertando as Nações,” que era amplamente promovido anos atrás pela Igreja da Lagoinha.
Esse livro, escrito por Stephen K. McDowell e Mark A. Beliles, diz que “A Bíblia revela desde tempos antigos as responsabilidades de cada indivíduo. Essas incluem: adoração, trabalho e caridade,” deixando claro que a função do governo é proteção das famílias e punição dos criminosos, não caridade.
ACC argumentou, em sua pregação, que a “seara é grande, mas poucos os trabalhadores.” Ele sugeriu que a igreja precisa ouvir o desabafo de Deus e ter compaixão, pendendo especialmente para o lado da caridade material. Ele disse que “essa é a maior necessidade da igreja.” Nesse contexto, ele convocou a igreja a se preocupar com as necessidades dos favelados de comida, emprego, saúde e lazer.
O problema dele foi focar principalmente na pobreza material. O favelado sem comida, saúde, educação, emprego e lazer é mais perdido do que o europeu rico que há muito tempo abandonou as tradições cristãs? Se dar comida, saúde, educação, emprego e lazer ajudasse na salvação, o europeu seria hoje a criatura mais “salva” do universo.
Em contrariedade às propostas de salvação material e estatal de ACC, “Libertando as Nações” mostra que o caminho para a “salvação” de um país é o governo adotar, entre outras medidas, os seguintes passos:
Deixar de financiar todos os interesses especiais, saúde e assistencialismo (alguns desses aspectos podem ser feitos gradualmente, conforme outros assumam a responsabilidade).
Fechar escolas públicas e o Ministério da Educação (isso ocorrerá gradualmente, à medida que os pais, as igrejas e o setor privado assumam sua responsabilidade).
Caridade não é função do Estado. É do indivíduo e da igreja.
Como indivíduos, tanto ACC quanto Ana Paula Valadão têm a responsabilidade cristã de doar suas riquezas aos pobres, especialmente se esse é o chamado que eles e suas igrejas sentem de Deus.
ACC é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, que é, desde pelo menos a década de 1950, uma das denominações protestantes mais afetadas pela TMI, sendo foco de seus principais expoentes, inclusive Caio Fábio, que outrora foi o maior líder presbiteriano do Brasil.
ACC é também fundador e presidente da Rio de Paz, uma ONG desarmamentista que prega o desarmamento da população como solução para acabar com a criminalidade e trazer e paz.
Sobre desarmamento, “Libertando as Nações” diz: “Qualquer tentativa de proibir um indivíduo de possuir armas é antibíblico e é uma tentativa pagã de centralizar o poder.”
A solução para acabar com a violência armada é oração e armar os bons cidadãos. Assim Israel protege, por exemplo, seus cidadãos. Os criminosos usam armas pesadas? O governo tem a obrigação de proteger e defender a liberdade e os direitos dos cidadãos portarem rifles e outras armas para defesa. A única resposta para a violência armada é a defesa armada.
Como pode então ACC pregar o desarmamento da população num país de violência armada generalizada como o Brasil? “Libertando as Nações” chama esse desarmamento de “antibíblico.” Eu chamo também de cruel irresponsabilidade.
Portanto, no evento antibíblico Congresso de Missão Integral na Igreja da Lagoinha, o Rev. Antonio Carlos Costa, representando sua ONG antibíblica Rio de Paz, pregou uma mensagem antibíblica de caridade estatal apoiada por cristãos.
Se a Igreja Batista da Lagoinha lesse e praticasse “Libertando as Nações,” não se envolveria em ensinos antibíblicos.
“Libertando as Nações” diz que a responsabilidade das famílias é:
Ser frutíferos e multiplicar-se; ter filhos.
Assumir a responsabilidade de educar seus filhos através da educação escolar em casa e ensinos suplementares através de escolas privadas.
Sobre os indivíduos, “Libertando as Nações” diz que eles precisam:
Frequentar regularmente a igreja e apoiá-la com seus recursos e esforços na proclamação do Evangelho a seus amigos incrédulos.
Buscar um bom trabalho e trabalhar conscienciosamente para expressar o Reino de Deus em tal lugar.
Contribuir com parte de seu salário para indivíduos necessitados.
Obter armas para autodefesa, se necessário.
Orar por um avivamento e um governo justo.
ACC e Ana Paula Valadão precisam praticar a caridade individual, que é bíblica, e parar de defender a “caridade” estatal. Caso contrário, estarão dando tiro na verdadeira caridade e na própria Bíblia.
Se a Igreja Batista da Lagoinha quer se envolver com a Teologia da Missão Integral para praticar “caridade” para os pobres, deveria começar fazendo conforme o que Jesus disse ao jovem rico: “Dê todas as suas riquezas aos pobres e Me siga.”
Leitura recomendada:

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Igreja Batista da Lagoinha entrando na Heresia da TMI mesmo!

20 de fevereiro de 2014


Ariovaldo Ramos na Igreja Batista da Lagoinha

Preces da esquerda evangélica estão sendo ouvidas…

Julio Severo
“Com o objetivo de mobilizar a igreja brasileira a enviar e investir em seus missionários,” a Igreja Batista da Lagoinha realizará a ConferênciaPovos e Línguas “Por um Brasil Missionário!” nos dias 5 e 6 de abril de 2014.
O principal palestrante será Ariovaldo Ramos.
Ariovaldo Ramos
Nunca li um artigo ou vi vídeo de Ariovaldo chorando pelas almas perdidas. Mas ele chorou a morte do ditador comunista Hugo Chávez,dizendo: “O melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”
Ariovaldo conhece missões? Sim, somente nos tempos em que ele não estava ligado à Teologia da Missão Integral (TMI). Depois de aprender com Caio Fábio um novo tipo de missão, a TMI, ele viajou duas vezes à Venezuela para dar apoio a Chavez, que ele conheceu pessoalmente.
Da boca de Ari, Chavez não precisava ouvir sobre arrependimento e inferno nem que ele, com sua ideologia comunista, estava tornando a Venezuela e o mundo lugares piores. Definitivamente, não! Na atual visão missionária de Ari, Chavez deixou o mundo muito melhor.
O que a Igreja Batista da Lagoinha pretende com a presença de Ari como “mestre de missões”? Aprender a transformar o mundo “num lugar melhor”? Ah, essa é a especialidade do Ari! Afinal, ele sabe que a TMI tem bom diálogo e comunhão com o marxismo. Além disso, ele tem as conexões certas para ajudar a Lagoinha.
Em fevereiro de 2013, Ari, como representante da Aliança Evangélica, esteve com Gilberto Carvalho, do governo do PT. O motivo da reunião foi uma parceria entre evangélicos e PT.
Esse alinhamento “missionário” é muito mais profundo. Quando o PT, com todas as esquerdas do Brasil, fez oposição em massa a Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Ari assinou um manifesto contra Feliciano.
O que a Igreja Batista da Lagoinha pretende aprender de Ari? Oposição “missionária” aos cristãos conservadores que combatem a agenda de aborto e sodomia?
Por que a Igreja Batista da Lagoinha quer seguir os passos de Ari, agindo como maria-vai-com-as-outras?
Ari tem sido um proeminente “apóstolo” da TMI em igrejas mais tradicionais que rejeitam os dons sobrenaturais do Espírito Santo. Ele tem sido estrela em igrejas presbiterianas. Ele tem sido destaque na Universidade Mackenzie e outros eventos presbiterianos. Ari no Mackenzie não é nenhuma novidade. Ali ele está em casa. Mas na Lagoinha também?

Ai dos apóstolos, não da TMI

Por falar em Mackenzie, seu ex-chanceler, acompanhado de Paulo Romeiro (professor do Mackenzie), foram os principais palestrantes do “Café Teológico,” patrocinado pela Editora Vida Nova. Não, não. Os dois não trataram da TMI nem denunciaram Ari e outros que a apregoam e promovem no Mackenzie.
O ex-chanceler ficou com o tema “Apostolado no Brasil: Uma análise do movimento apostólico no Brasil.” Em vez de se preocupar com a TMI, que grandemente afeta os quintais calvinistas e já está contaminando outros quintais, sua preocupação foi com evangélicos que usam títulos de apóstolos.
Ora, já que títulos são um problema mais importante do que a TMI, vamos ao caso.
Num exemplo muito simples, o título “reverendo” é aplicado a líderes das igrejas presbiterianas e reformadas. O Dicionário Aurélio diz que o significado de “reverendo” é: “que merece reverência.”
Do ponto-de-vista da Bíblia, nenhum cristão está mais bem preparado só porque fez cursos de pós-graduação, pós-doutorado, pós-mestrado, etc., pois segundo Efésios 4:11-12, os cinco dons ministeriais são dados por Deus e não por uma faculdade ou universidade. Além disso, os doutores em teologia foram os mais criticados por Jesus.
Hoje, Jesus não agiria diferente. Depois de tantos pós disso e pós daquilo, o que os “mestres” e “doutores” em teologia fazem de melhor é blasfemar contra o Espírito Santo com suas heresias cessacionistas e colaborar com o liberalismo teológico da TMI.
Ainda assim, esses homens mortais portadores de diplomas de doutores em teologia são tratados com real “reverência.” Se eles, que são meros seres humanos, se ofendem espalhafatosamente com títulos como apóstolo e profeta, apropriados para serem usados para pessoas, como deveria Deus expressar seus sentimentos quando um homem usa o título de “reverendo,” que deveria pertencer somente a Ele?
O próprio Jesus Cristo nos alertou sobre títulos:
“Eles preferem os melhores lugares nos banquetes e os lugares de honra nas sinagogas. Gostam de ser cumprimentados com respeito nas praças e de ser chamados de ‘mestre’. Porém vocês não devem ser chamados de ‘mestre’, pois todos vocês são membros de uma mesma família e têm somente um Mestre. E aqui na terra não chamem ninguém de pai porque vocês têm somente um Pai, que está no céu. Vocês não devem também ser chamados de ‘líderes’ porque vocês têm um líder, o Messias. Entre vocês, o mais importante é aquele que serve os outros.” (Mateus 23:6-11 NTLH)
Em nossos dias, Jesus poderia igualmente nos avisar: “E aqui na terra não chamem ninguém de ‘reverendo’ porque há somente um que merece reverência e Ele está no céu”.
Por isso, um tema muito mais relevante e necessário seria: “’Apóstolos’ da TMI no Brasil: Uma análise do movimento esquerdista entre os evangélicos do Brasil.” Fica a sugestão para o “reverendo” e “doutor” Nicodemus.
Por que a Editora Vida Nova patrocina um evento contra o movimento apostólico, mas não faz o mesmo patrocínio contra a TMI deixa de ser um mistério quando vemos que o site Teologia Brasileira, que pertence à editora, abriga conhecidos “apóstolos” da TMI.

Ai dos ídolos dos outros…

No “Café Teológico,” Paulo Romeiro também não quis tratar da TMI. Coube a ele o tema “Ídolos Evangélicos: O culto à personalidade, como os evangélicos constroem seus ídolos.” Longe de mim dizer que esse é um problema que não precisa ser tratado, mas vamos lidar com nomes mais ligados à realidade do quintal de Romeiro e Nicodemus: o Mackenzie ou, mais especificamente, sua dona, a Igreja Presbiteriana do Brasil. Nos tempos em que Caio Fábio não havia caído em adultério e escândalos financeiros, não me lembro de Romeiro ou Nicodemus denunciando em livros que Caio Fábio havia se tornado o maior ídolo evangélico da história do Brasil. Não me lembro deles se queixando do “culto à personalidade de Caio,” nem de como a IPB construiu esse ídolo.
Não me lembro também de Romeiro denunciando Caio Fábio como o maior promotor da TMI no Brasil. Se ele não quer tratar de questões passadas, então vamos lá: não me lembro dele denunciando Bishara Awad, que esteve dando palestra “apologética” na igreja dele em maio de 2013. Awad tem sido denunciado pelo WND, um dos maiores portais conservadores do mundo, como um ativista palestino cuja mensagem está estreitamente ligada à Teologia da Libertação Palestina. Como é que um promotor dessa teologia é promovido por um professor do Mackenzie?
Não me lembro também de Romeiro denunciando o cessacionismo como heresia. Se fosse difícil fazer isso, o teólogo calvinista Vincent Cheung nunca teria afirmado que o cessacionismo é uma doutrina falsa e que os teólogos cessacionistas são representações de Satanás.
Dá até para entender que líderes ligados ao Mackenzie não tenham visão para enxergar a gravidade da TMI e os perigos “missionários” da ideologia de Ari. Afinal, muitos deles são cessacionistas, isto é, rejeitadores dos dons sobrenaturais do Espírito Santo. Daí, são cegos e surdos espirituais.
Por outro lado, a Igreja Batista da Lagoinha e especialmente Ana Paula Valadão é criticada há muito tempo por crer nesses dons. Ela é criticada por líderes cessacionistas que perdoam qualquer coisa de Ari e sua TMI, mas nada perdoam da Lagoinha.

Pior: cheirar ou simular, eis a questão

Quando o Pr. Lucinho Barreto, que tem um ministério voltado aos jovens na Igreja Batista da Lagoinha, “cheirou a Bíblia” meses atrás, houve um “escândalo” nacional, com muitos chamando-o de “herético” e dizendo que ele estava “envergonhando” o Evangelho. Pelo menos para mim, deu para entender que o pastor não estava com a intenção nem de profanar a Bíblia nem de defender o uso de drogas, mas estava apenas usando a simulação com a Bíblia para dar aos jovens a mensagem de que a Bíblia deve ser sempre consumida. Se o uso desse tipo de simulação é correto ou não, deixo para critério do leitor.
Pr. Lucinho cheirando a Bíblia
Quando Ari e seus colegas da TMI defenderam as drogas (não a mera simulação) em junho de 2013, houve algumas queixas aqui e ali, mas nada de escândalo nacional. A reação à simulação do Pr. Lucinho foi muito mais pesada do que a reação à defesa do uso de drogas feita por Ari.
A ala da TMI e simpatizantes não poupou críticas ao Pr. Lucinho. Renato Vargens, um pastor viciado em localizar e fabricar apostasias em pentecostais e neopentecostais, disse que a simulação do pastor da Lagoinha foi uma “vergonha” para o Evangelho. Sobre Ari e sua defesa das drogas? Vargens ficou de bico fechado.
Então, o que a Igreja Batista da Lagoinha pretende aprender de Ari? Amansar as incessantes críticas da ala da TMI? Esse é um resultado inevitável. Quando a Lagoinha realizou no ano passado um congresso sobre missão integral, um conhecido blog calvinista “apologético,” que sempre ataca neopentecostais e seus dons sobrenaturais, pulou de alegria com o evento da igreja batista neopentecostal.
Na época, eu perguntei: “O que virá depois? Vargens pregando em culto na Lagoinha? Ariovaldo Ramos dando palestra no próximo Congresso de Missão Integral ali? Danilo Fernandes, o dono do Genizah, ensinando ‘apologética’ na escola dominical da Lagoinha?”
Agora, só faltam Vargens e Danilo.
Há caminhos melhores para se aprender a fazer missões? Sem dúvida: a igreja apostólica original. Os apóstolos oravam e o Espírito Santo dirigia:
“Na Igreja em Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, conhecido por seu segundo nome, Niger, Lúcio de Cirene, Manaém que era irmão de criação de Herodes, o governador, e Saulo. Enquanto serviam, adoravam e jejuavam ao Senhor, o Espírito Santo lhes ordenou: ‘Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a missão a qual os tenho chamado.’” (Atos 13-1-2 KJA)
No caso de Ari, o que a Igreja Batista da Lagoinha vai aprender com ele agindo como maria-vai-com-as-outras? Tudo o que Ari aprendeu — inclusive confundir Evangelho com ideologia socialista e alianças com o PT — veio de seu pai espiritual, Caio Fábio.
De acordo com Caio Fábio, o ex-chanceler do Mackenzie parece ter dito que a igreja brasileira ainda precisa dele . Prova disso é que oMackenzie está aberto para o maior filho espiritual dele.
Para quem não gosta de evidências e da voz do Espírito Santo, é perfeitamente natural ser enganado.
Estou apresentando algumas evidências, com links. Se a Igreja Batista da Lagoinha tem dúvidas, por que não recorre ao Espírito Santo? Por que não deixá-lo falar? Por que abraçar a TMI, que tem tudo a ver com a ideologia marxista e nada a ver com o Evangelho?

C. Peter Wagner: o maior combatente contra o liberalismo teológico da TMI

Não sou o primeiro evangélico a alertar sobre os perigos da TMI. O Dr. C. Peter Wagner tem experiências de décadas contra essa teologia. Aliás, ele escreveu o prefácio do meu e-book sobre esse assunto, com as seguintes palavras:
“É muito importante se conscientizar das invasões que a ideologia marxista tem feito em alguns ramos do Cristianismo. Na América Latina, o conceito de aparência bonita chamado de misión integral (missão integral) se revelou no final como uma plataforma sutil para políticas esquerdistas. Julio Severo compreende isso e desmascara de forma habilidosa essas ideias potencialmente prejudiciais em seu livro, Teologia da Libertação versus Teologia da Prosperidade. Nesse livro, ele ajuda a revelar a realidade que dá para se produzir com eficácia mudança social ainda mais profunda e mais permanente da pobreza para a prosperidade proclamando-se e praticando-se a doutrina bíblica do Reino, abrindo a porta para o poder transformador do Espírito Santo. Este é um livro que muito recomendo!”
Para quem quer ler e divulgar meu e-book, siga este link para mais informações: http://bit.ly/141G7JH
Por mais de 40 anos, C. Peter Wagner tem combatido a Teologia da Libertação e sua versão protestante, a TMI. Hoje, ele ocupa posição proeminente no movimento apostólico. Não é à toa pois que os adeptos e simpatizantes da TMI sejam os maiores inimigos do movimento apostólico, especialmente de C. Peter Wagner.
Augustus Nicodemus, que se retrata como combatente contra o liberalismo teológico, é incapaz de atacar frontalmente tal liberalismo na TMI e citar seus promotores. Mas cita com facilidade Peter Wagner em ataques ao movimento apostólico, cujo maior líder é o maior combatente contra a TMI. Assim, quem deveria ajudar, atrapalha — mas não atrapalha Ari no Mackenzie!
Entretanto, é de estranhar que a Lagoinha, que aceita apóstolos, esteja se aliando à teologia-ideologia mal-intencionada de seus críticos.

O feitiço e a síndrome da maria-vai-com-as-outras

Claro que se a Lagoinha estiver se aproximando da TMI como estratégia para acalmar os ânimos dos críticos calvinistas cessacionistas ou obter algumas vantagens político-financeiras, Ari tem experiências “missionárias” de sobra nessas áreas.
Depois do aprendizado, não estranhe se, a exemplo de Ari chorando por Chávez, a Igreja Batista da Lagoinha chorar a morte vindoura de Fidel Castro, dizendo, junto com a ala da TMI, que ele deixou o mundo melhor.
Não estranhe também se famosos calvinistas cessacionistas, ferrenhos inimigos dos neopentecostais e ferrenhos amigos da TMI e seus simpatizantes, riscarem a Lagoinha da lista negra, de modo que nunca mais ouviremos Vargens ou outros calvinistas se queixando das experiências sobrenaturais de Ana Paula Valadão.
Se posso parafrasear um recado de Deus, digo:
“Ó insensatos líderes da Igreja Batista da Lagoinha! Quem vos enfeitiçou? Ora, não foi diante dos vossos olhos que Jesus Cristo foi exposto como crucificado? Quero tão-somente que me respondais: Foi por intermédio da Teologia da Missão Integral que recebestes o Espírito Santo, ou pela fé naquilo que ouvistes? Estais tão enlouquecidos assim, a ponto de, tendo começado pelo Espírito de Deus, estar desejando agora vos aperfeiçoar por meio do mero esforço humano? É possível que vos tenha sido inútil sofrer tudo o que sofrestes? Se é que isso foi por nada! Aquele que vos dá o seu Espírito, e que realiza milagres entre vós, será que assim procede pela Teologia da Missão Integral, ou por meio da fé com a qual recebestes a Palavra?” (Gálatas 3:1-5 KJA)
Talvez tenham sido enfeitiçados ou coisa pior. Nesta altura, dá para desconfiar se a atitude do Pr. Lucinho de “cheirar a Bíblia” tenha sido mesmo simulação ou não. Se não foi, isso explica a razão de ele e a Lagoinha estarem cheirando as drogas da TMI.
Do contrário, como a Igreja da Lagoinha quer o “objetivo de mobilizar a igreja brasileira a enviar e investir em seus missionários” se enchendo da teologia-ideologia de Ari? Exatamente do jeito que a esquerda gosta: com a cabeça cheia de drogas.
Querem ajudar os pobres e necessitados? A Igreja Cristã tem feito exatamente isso por dois mil anos, sem nenhuma necessidade de recorrer ao socialismo e outra ideologias.
Será que é um mistério que os apóstolos originais de Jesus tenham ajudado os pobres sem terem conhecido a TMI? Então por que se encher agora de uma teologia-ideologia que chora por ditadores comunistas e cria pregadores que os exaltam como criaturas que deixam o mundo melhor?
Leitura recomendada:


Resposta de Julio Severo a um Anônimo que já sabemos quem é. Quem vocês acham que vive ameaçando Júlio Severo?

"Anônimo, conheço você pelo comportamento costumeiro. Como sempre, ameaçando de forma anônima. Isto é atitude de covarde. Quem não tem rabo preso com a justiça se identifica. 

Compreendo sua reação. Os frutos de mentoria de um pastor se revelam no seu “discípulo.” Fofoca é “abominação”para Deus e isso é pior que “derramar sangue inocente,” conforme Provérbios 6:16-19.

Vamos agora às razões do seu incomodo. Você disse que estou “prejudicando e atormentando Ariovaldo.” Ora, senhor Anônimo, a TMI e Hugo Chavez representam muito mal. E quem é que apoia isso? Eu ou seu mentor? Quem disse que a TMI é uma versão protestante da Teologia da Libertação? Foi seu mentor. Quem disse que a TMI conversa com o marxismo? Seu mentor. Ele faz isso de forma pública, e só lidei com informação pública. Se eu tivesse o seu caráter, Anônimo, eu revelaria tudo o que sei de privado do seu mentor. E também acrescentaria muito, muito mais — exatamente do jeito que você faz, com fofocas e palavrões.

Seja como for, que fique bem claro: a ideologia do seu mentor está prejudicando a igreja brasileira. E você, como braço laranja dele e outros, está igualmente prejudicando a igreja.

Você e seu mentor não querem ser incomodados com denúncias de suas próprias declarações? Arrependam-se! Mudem de caminho. Abandonem o mal. Larguem a TMI.

Se você tivesse um mínimo de caráter cristão, você combateria as minhas denúncias provando se são ou não verdadeiras. Como você é incapaz disso, precisa se esconder na moita e apelar para ameaças pessoais.

Você disse: “Seus antigos amigos e aliados te entregaram.” Sei quem são esses e seu caráter. Hoje sei muito, muito mais sobre eles e você, e seu mentor.

Você não está numa via de mão única.

O artigo vai ficar no ar até quando Deus quiser. Seja por meio do meu blog ou outros, vai prosseguir a luta contra a máfia esquerdista que detém o poder com mentiras, fofocas e ameaças".
quinta-feira, 20 fevereiro, 2014

quarta-feira, 17 de julho de 2013

A VERDADE VEM Á TONA SOBRE AS CANTORAS GOSPEL: "O cachê é mais importante do que a vida de um bebê?"

Link deste artigo: http://bit.ly/13k31gO

O cachê é mais importante do que a vida de um bebê?

Cantoras gospel, “machismo”, dinheiro e omissão

Julio Severo
Cantoras gospel, que estiveram com a prezidenta Dilma Rousseff nesta semana, foram muito cobradas. Não, não foi cobrança de cachê. Foi cobrança de posturas morais diante da prezidenta, que está para sancionar, a qualquer momento, lei que praticamente torna o aborto legal no Brasil.
Show gospel

Apoio e solidariedade ao quê? Aos bebês em gestação? Às famílias ameaçadas pelas políticas de iniquidade do governo e partido da prezidenta?

Talvez elas quisessem ser usadas por Deus. Mas é certo que Dilma também as usou.

O Brasil está há anos sob a opressão e pressões petistas para legalizar o aborto, a agenda gay e outras iniquidades. Querendo ou não, uma demonstração de apoio e solidariedade a quem luta nessas causas acaba apoiando essas próprias causas — a não ser que elas tivessem aberto a boca para falar o ponto-de-vista de Deus sobre essas questões.

Contudo, não falaram. A explicação que ouvi, de fonte ligada diretamente a elas, é que elas precisavam desse encontro como primeiro passo para outros encontros com Dilma. Posteriormente (e suspostamente, se Dilma de fato continuar abrindo suas portas), as cantoras começariam a conversar com Dilma sobre aborto.Hummmmmm?

Mas será que temos tanto tempo assim para esperar para falar o que é urgente? Será que as crianças ameaçadas pela lei do Holocausto do Aborto podem aguardar?

Ou será que as cantoras estão tão desligadas dos problemas e realidade do Brasil que não podem tratar deles diante da prezidenta?


Uma cantora gospel desabafou pelo Twitter que as críticas às suas amigas cantoras deve-se ao “machismo” — termo fartamente empregado pelas feministas, que estão na linha de frente na luta a favor do aborto. Isto é, além de nada falarem de aborto para dona Dilma, ainda acusam quem expõe sua omissão de “machistas.” Preferem um alinhamento feminista a um alinhamento pró-família.

A Dra. Marisa Lobo, que é mulher e não pode ser acusada de “machista,” acabou de me contar sobre um comício contra o aborto a ser realizado no Rio de Janeiro. Cantores seculares e católicos prontamente aceitaram sem nada cobrar. Até o momento, não há nomes evangélicos para o evento. As cantoras gospel conseguiriam participar sem cobrar seus habituais cachês pesados? 

Os evangélicos, que deveriam se diferenciar na sociedade pelo caráter de santidade, estão se destacando pelos interesses financeiros.

Será que seria preciso cachê até para defender a vida de um bebê em gestação? E Jesus, também precisaria pagar cachê para ter um encontro agendado com as senhoras cantoras que têm boca aberta para acusar de “machismo,” mas não têm boca aberta para falar para Dilma sobre vidas em perigo ou coração aberto e boa vontade para cantar a favor da vida?

Será que é só o bolso delas que está mais aberto do que suas bocas?

Diante de uma eventual indisponibilidade das cantoras gospel por falta de cachê, talvez a Dra. Marisa devesse se dispor a cantar, representando os evangélicos no evento. Ela não é cantora profissional, mas pelo menos tem boa vontade e está mais do que disposta a falar em defesa dos bebês em gestação.

A luta em defesa da vida é feita por boa vontade, não por um bolso cheio de cachê.
Anos atrás, participei de um evento em Rondônia em defesa da família. Nada cobrei. Fui com os bolsos vazios e sai com os bolsos vazios. Mas o famoso cantor gospel que fez a parte inicial do evento cobrou na época 20 mil reais. Ele saiu com os bolsos cheios, mesmo tendo abandonado sua esposa e filhos pequenos para viver com a amante. Mas eu não havia sido avisado da participação dele. Tudo o que pude fazer, em protesto, foi dizer aos organizadores que eu não poderia participar do evento, pois não fazia sentido algum defender a família ao lado de um cantor adúltero.

Eu poderia citar para as cantoras gospel o exemplo do profeta Elias, que orava, agia e falava o que Acabe e Jezabel precisavam ouvir. Mas temo que esse exemplo será tachado de “machista,” pelo fato de que Elias era homem.

Tudo bem. Temos o exemplo da rainha Ester. Quando eu estava orando de madrugada sobre as cantoras gospel, me veio esta palavra:
Quando Mardoqueu recebeu essa resposta de Ester, imediatamente mandou adverti-la: “Não imagines que, somente por estares vivendo no palácio do rei, serás a única a escapar da matança dos judeus, porquanto se calares neste momento crucial, certamente socorro e salvação surgirão de outra parte para os judeus, mas tu e a casa de teu pai, os teus familiares, todos sereis aniquilados. Quem sabe se não foi para este dia que foste nomeada rainha da Pérsia?”Então Ester mandou a seguinte resposta a Mardoqueu: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem na capital, Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que esse seja um gesto considerado rebelde e contra a lei; se perecer por isso, pereci!” Então, partiu Mardoqueu e agiu exatamente como Ester lhe havia pedido. (Ester 4:12-17 KJA)

Ester teve de orar e falar coisas importantes ao rei, que havia sancionado assassinatos de inocentes. As cantoras gospel só ficaram com a primeira parte: oraram. Mas não falaram com Dilma sobre aborto e sua decisão de sancioná-lo.

Sônia Hernandes chefiou reunião das cantoras gospel com Dilma

O encontro com Dilma foi organizado por Marcelo Crivella e ajudado especialmente por Sônia Hernandes, dois nomes ligados ao PT. Crivella fez a ponte para que as cantoras gospel, sob a liderança de Sônia, tivessem o encontro oficial com Dilma. A imprensa nacional destacou não só o papel de Sônia, mas também seus vários escândalos financeiros e judiciais.

Eu não sei como Sônia leva o sobrenome Hernandes, mas conheci um Hernandes que teria tido boca para falar o que Dilma precisa ouvir. Clodovil Hernandes, o homossexual mais famoso do Brasil, era também o maior inimigo de Marta Suplicy, considerada a rainha do movimento supremacista gay do Brasil.

Se até Clodovil conseguia falar o que os grandes precisavam ouvir, por que Sônia Hernandes não pode? Por que suas amigas cantoras também não podem? Será para não magoar o PT, que também financia a Marcha para Jesus?

O povo vai à Marcha apenas pelo nome de Jesus. Se o evento se chamasse Marcha do Casal Hernandes, o grande público evangélico pensaria duas vezes antes de ser usado.
Na última Marcha para Jesus, um famoso pastor levou uma equipe com vários cartazes contra o aborto, o PLC 122 e outras políticas do PT. Mas o casal Hernandes havia dado ordens aos seus seguranças para removerem e proibirem tal manifestação contra seus patrocinadores petistas.

Não se pode, então, levar cartazes contra as políticas do PT na Marcha para Jesus, porque o casal Hernandes não gosta. Afinal, não se pode prejudicar o lucrativo relacionamento entre eles e o PT.

Não se pode ter famosas cantoras gospel para representar os evangélicos numa manifestação contra o aborto, pois, parafraseando um versículo da Bíblia, “sem cachê é impossível agradar aos deuses e deusas do estrelato gospel.”

Na reunião com Dilma, as cantoras gospel não puderam falar sobre aborto e a Lei da Palmada, pois o grupo estava encabeçado por Sônia Hernandes, que tem fortes interesses com o governo do PT.

E, ainda por cima, não se pode expor essas falhas das cantoras gospel sob risco, no meu caso, de ser chamado de “machista.”

Eu acho, Sônia Hernandes, que Clodovil Hernandes saberia muito mais como agir em cada uma dessas situações. Talvez ele nem soubesse orar. Mas o que importa? É melhor saber agir do que orar sem saber o que fazer.

Poderiam, pelo menos, pensar tanto na defesa da vida humana quanto pensam em seus cachês.

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terça-feira, 16 de julho de 2013

Marco Feliciano critica encontro de Dilma Rousseff com Ana Paula Valadão e outras cantoras gospel: “Mais um engodo. Acorda Igreja”

Marco Feliciano critica encontro de Dilma Rousseff com Ana Paula Valadão e outras cantoras gospel: “Mais um engodo. Acorda Igreja”

Publicado por Tiago Chagas em 16 de julho de 2013

Marco Feliciano critica encontro de Dilma Rousseff com Ana Paula Valadão e outras cantoras gospel: “Mais um engodo. Acorda Igreja”

O encontro realizado pela presidente Dilma Rousseff com um grupo de cantoras evangélicas na tarde de ontem, 15 de julho, no Palácio do Planalto, foi duramente criticado pelo pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) em seu perfil no Twitter.

Feliciano classificou como “engodo” o encontro que, segundo ele, foi articulado pelo ministro Marcelo Crivella (PRB-RJ) para que Dilma fique “bem na foto com os evangélicos”.

Ontem, as cantoras deram declarações afirmando que no encontro havia sido uma “festa bonita”, e que haviam ouvido promessas da presidente de melhorias sociais, além de cantarem e orarem com Dilma, Crivella, e os ministros Gilberto Carvalho e Gleisi Hoffmann.

Na reunião, estiveram presente Ana Paula Valadão, Bruna Karla, Cássia Helena de Sousa, Damares, Eyshila Oliveira Santos, Ezenete Alexandrina, Fernanda Hernandes Rasmussen, Irene Maria Hermenegildo Lopes Correa, Juliana Alonso Machado, Leonor Alonso Machado, Mara Maravilha, Maria do Carmo Araujo, Maurizete da Silva Catarina Acioli, Rubia Pinheiro Fernandes, Sonia Hernandes e Valnice Milhomens Coelho.

Marco Feliciano disse que não tinha “nada contra as cantoras”, mas o episódio apenas confirmava que Crivella havia sido nomeado ministro para que representasse os evangélicos no governo Dilma.
“Não existe assessoria mais ineficaz do que a da Presidenta Dilma. No afã de ‘ouvir os evangélicos’, lideradas por Crivella, recebe cantoras. Nada contra as cantoras, todavia, as convidadas nada sabem sobre o real motivo de suas visitas, ficar bem na foto com os evangélicos”, afirmou o pastor e deputado.

Segundo ele, se a reunião fazia parte de uma iniciativa do governo para dar resposta à série de manifestações pelo país, Dilma deveria ter recebido lideranças pastorais: “A 1ª manifestação foi liderada pelo Pr. Silas, que com lideres (pastores) de todo o Brasil dia 5/6 levaram 70 mil pessoas a Brasília.

Será que as cantoras pediram o veto do PLC 003/2013? Lei que tornará o aborto legal? Com certeza não e por quê? Porque não tem conhecimento!

Será que aproveitaram para falar sobre o PL 122 que semana passada quase foi colocado em pauta por Renan Calheiros?”, questionou, citando duas das principais questões políticas mais comentadas por líderes cristãos no Brasil, atualmente.

twitter marco feliciano

“Mais uma vez o ministro Gilberto de Carvalho, ministra Gleisi Hofffman confirmam o que uma vez desmentiram: o cargo dado ao Min. Crivella. Porque Crivela ‘representa’ os evangélicos. Erro gravíssimo! Mais um tiro dado no pé, pois acende a indignação dos líderes evangélicos. Hoje as mídias sociais das cantoras mostram suas fotos, sorrisos e ficarão para seus currículos, todavia as necessidades que temos continuarão. Acorda igreja! Porque não chamaram pastores? Porque haveria reivindicações, conversa séria sobre problemas reais. Mais um engodo!”, publicou no Twitter.
Segundo Feliciano, embora a presidência da República tenha necessidade de receber orações, questões políticas não se resolvem apenas dessa maneira, e seria necessário que a presidente se reunisse com líderes que possuem representatividade política entre evangélicos.
“A presidenta Dilma precisa e muito de orações, mas também precisa manter sua palavra como ser contra ao aborto, coisa que não tem feito! Ou pensa ela que nos esquecemos sobre os ministérios que estão nas mãos de suas ministras que nos rotulam como fundamentalistas e reacionários? Na 6ª feira alertei um assessor do min. Gilberto de Carvalho, mas não adiantou, não respeitam, então que arquem com as consequências”, esbravejou.
[Atualização]
Pastor Marco Feliciano voltou a criticar a reunião promovida pela presidente em seu perfil no Twitter:
Boa tarde a todos, sempre na paz que excede todo o entendimento.
Gostaria de me antecipar aqui e dizer que meus posts na madrugada foram um ataque frontal ao Palácio do Planalto. Nada contra as cantoras. Pelos nomes que li são mulheres abnegadas que receberam um convite do ministro Crivella que se colocou como representante dos evangélicos. É inadmissível que o Planalto se porte dessa forma. Usar a bondade das cantoras evangélicas pra tapar o sol com a peneira.
Por quê não convidaram: Valdemiro Santiago, Edir Macedo, Manoel Ferreira, R. R. Soares, Silas Malafaia, Estevam Hernandes, Jabes de Alencar, Mário de Oliveira, Rodovalho, Samuel Câmara, José Wellington Bezerra da Costa, Isaias de Souza Maciel, Renê Terra Nova, Ap. Ouriel, Ap. Cezar Augusto, Marcio Valadão, Paulo Freire (que é o presidente da Frente Parlamentar Evangélica), e outros? Por quê não os convidaram?
Não os convidaram porque a presidenta seria confrontada, cobrada, e o Planalto neste momento queria ficar bem na foto, jogar para a platéia. Terminando, louvo a Deus pelas nossas irmãs que estiveram e oraram pela presidenta. Fizeram sua parte da melhor maneira possível. Fica então meu protesto ao Palácio do Planalto, na pessoa da Presidenta. E também ao ministro Crivella que arquitetou esse encontro. Desmereceu os líderes evangélicos vendendo a imagem de representante-mor do povo evangélico que sempre é usado como massa de manobra.
*Atualizado às 14h44
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

'O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos'. Oséias 4:6


Renato Russo ou Ana Paula Valadão?

Música com palavrões e obscenidades ou música de adoração a Deus: o que um pastor deve escutar?

Julio Severo
Ele escuta e recomenda Renato Russo. Ele é pastor e defende seu gosto musical. Ele diz que ninguém tem o direito de criticá-lo por ouvir o cantor gay que morreu de AIDS e cantava palavrões e obscenidades. Em defesa de sua liberdade, ele bate o pé no chão e nos “religiosos fanáticos”: os que criticam sua liberdade de gostar das músicas obscenas do cantor gay.
E esse não parece ser um problema isolado. Uma amiga nossa, que é hoje missionária na África cuidando de crianças órfãs, estudou teologia numa universidade presbiteriana onde, segundo ela, os reverendos-professores atacavam o neopentecostalismo e ouviam músicas não muito diferentes dos palavrões cantados pelo gay aidético.
Eu mesmo já presenciei um teólogo calvinista que conseguia falar muito bem da Bíblia e, nos intervalos e a noite, colocar tranquilamente o fone de ouvido para escutar Iron Maiden. Precisei adverti-lo do perigo espiritual de se fazer isso.
Eu e minha esposa já precisamos pedir a um pastor — cuja filha adorava o maconheiro assumido Bob Marley — que parasse de ouvir música profana. Muitas vezes, ele nos dava carona, e deixava o ambiente do carro repleto de sons nada celestiais. Não queríamos tirar a liberdade dele, mas ao mesmo tempo não queríamos expor nem a nós nem aos nossos filhos pequenos à música profana e desagradável.
Afinal, o repertório musical evangélico ou gospel é enorme e rico. Como é que pastores têm tempo, disposição e coragem de dar o precioso santuário de seus ouvidos e mentes para lixo?

O Apóstolo Paulo e sua inspiração

O Apóstolo Paulo, que falava em línguas e tinha revelações, disse:
“Habite ricamente em vós a Palavra de Cristo; ensinai e aconselhai uns aos outros com toda a sabedoria, e cantai salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão no coração.” (Colossenses 3:16 KJA)
Você não precisa ser pastor para ter esse entendimento. Minha esposa, que desde berço era luterana, escutava Renato Russo e Iron Maiden na adolescência. Mas quando ela se converteu de verdade para Cristo, os cânticos de Ana Paula Valadão passaram a ser os louvores do seu coração. Ela sabe, por experiência pessoal, que religiosidade evangélica formal não é sinônimo de salvação.
Tenho certeza de que na época de Paulo havia música profana, mas o conselho claro dele é dedicar nosso coração, ouvidos e lábios não para o profano, mas para o espiritual. Essa é a razão simples por que Paulo era capaz de nos dar instruções tão edificantes. Com o coração, os ouvidos e os lábios cheios do louvor a Deus, ele estava bem preparado para receber e dar inspiração do Espírito Santo.
Com a inspiração certa e o coração em adoração, Paulo atacava o erro e promovia o certo.
Com a inspiração de músicas profanas, pastores hoje atacam o certo e promovem o erro, e ainda se julgam “apologetas”. Julgam-se “defensores do Evangelho”, quando na verdade são juízes da fé.
Essa descrição se aplica ao pastor que gosta das músicas de Renato Russo.
Ele não escuta nem recomenda Ana Paula Valadão, uma cantora evangélica famosa da Igreja Batista da Lagoinha.
Aliás, ele ataca Valadão.
Quando ele escuta Russo, ele vê a obra de Deus na música do aidético.
Quando ouve Valadão, ele vê heresia, modismo gospel, sandices e doiduras. Enfim, ele vê o diabo.
Será que é eu que tenho problema? Quando ouço Valadão, vejo louvor a Deus. Meus filhos adoram as músicas dela. Veja um exemplo dela louvando a Deus: http://youtu.be/Cdoxj-_0E1U

As razões do pastor parecem simples e óbvias: Renato Russo não falava em línguas nem tinha revelações. Ana Paula Valadão tem esses “problemas” e “muito mais”.

Uma aliança contra o Espírito Santo

O pastor em questão, Renato Vargens, diz: “Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir”.
Os homens podem determinar, por sua obstinação pessoal ou teológica, o que Deus pode ou não pode fazer, mas Deus tem compromisso de atender às obstinações humanas? Seu compromisso é com Sua Palavra.
Com sua aliança de rejeitar o que o Espírito Santo dá, Vargens diz que escuta Renato Russo, Tim Maia, Police, Dire Straits e muito mais.
Ele repetiu tal aliança duas vezes, uma delas se referindo a pastores pentecostais que acreditam em revelações, e outra com relação a Valadão. O que ela fez que deixou o autonomeado apologeta tão indignado?
Vargens ataca Valadão por ter dito que, num momento em que ela e sua família foram muito difamados, anjos lhes massagearam.

“Maria e o anjo”

Ora, posso imaginar a adolescente Maria, com seus 14 ou 16 anos, chegando até o pastor e dizendo: “Pastor, um anjo me visitou ontem a noite e me disse que vou ficar grávida pelo Espírito Santo”.
Se o pastor fosse Vargens, dá até para imaginar a resposta: “Minha filha, aqui na igreja tem o Dr. Cascudão, psiquiatra renomado. Ele é um ‘anjo’ em cuidados de casos como o seu. Vamos falar com ele?”
Ou então ele se comunicaria com os pais dela e, girando os dedos na própria cabeça, diria: “Lamento informar que a filha de vocês está com sérios distúrbios mentais. Ela provavelmente transou com o namorado, engravidou e agora tá dizendo que anjos lhe falaram que foi o Espírito Santo. Imagine acreditar que Deus envia anjos. Podemos crer nisso apenas como história dentro da Bíblia, mas nunca fora dela. História é história!”
Mas em resposta às revelações que Valadão teve, Vargens teve palavras mais duras: “A cada novo dia surgem novas heresias nos arraiais evangélicos… Que Cristianismo ensandecido é esse?”
Se Valadão tivesse dito que, como no caso da mãe de Sansão, um anjo apareceu e lhe revelou sobre o bebê que ela teria, Vargens gritaria: “Heresia! Insanidade! Loucura gospel!”?
Ah, é? Quer dizer então que todos os homens da Bíblia sofriam de heresia, insanidade e loucura gospel?
Como um juiz inglês, Vargens aponta seu dedo acusador de juiz da fé e condena os cristãos que vivem experiências do Espírito e santifica seus camaradas calvinistas apologetas esquerdistas, que, como ele, acreditam que profecias, revelações e outras obras do Espírito Santo cessaram com os primeiros apóstolos.
Há dois mil anos, o Espírito Santo tinha autorização de dar dons de profecia, línguas, visões e revelações. Mas segundo os preconceitos teológicos de Vargens, a autorização do Espírito Santo expirou depois disso. Por isso, ele ataca pentecostais e neopentecostais por não estarem, conforme sua crendice teológica, autorizados por Deus a ter os dons descritos em Marcos 16:16-18 e 1 Coríntios 12.
Mas ele mira suas armas nos alvos errados. Ele poderia denunciar a presença de Luiz Mott, o maior ativista gay do Brasil, palestrando no maior seminário luterano da América Latina, mas nunca o fez.
Em ambos os casos, a denúncia partiu do meu blog.

Renato Vargens: “Louvo a Deus pelo Genizah, Púlpito Cristão e Hermes Fernandes”

O mais ridículo de tudo é que Vargens recomenda toda uma linhagem de tabloides e criaturas esquerdistas em seu blog, conforme denunciei no artigo “Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”, onde Vargens disse: “Louvo a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o da Nani, Genizah, Púlpito Cristão, Márcio de Souza, Hermes Fernandes, e dezenas de outros mais que diariamente lutam contra os ensinamentos espúrios dos apóstolos modernos”.
Como é que ele consegue louvar como “defensor da fé” o Genizah, que tem explicitamente apoiado evangélicos marxistas?
Como é que ele consegue louvar como “defensor da fé” o Genizah, que tem publicamente se aliado a um dos maiores heréticos do Brasil?
De fato, não dá para louvar a Deus ouvindo Valadão e elogiando o Genizah. Mas com Renato Russo dá e sobra!
Como é que ele consegue louvar como “defensor da fé” o Púlpito Anti-Cristão, que tem publicado artigos marxistas?
De fato, não dá para louvar a Deus ouvindo Valadão e elogiando o Púlpito Anti-Cristão. Mas com Renato Russo dá e sobra!
De fato, não dá para louvar a Deus ouvindo Valadão e elogiando Hermes Fernandes. Mas com Renato Russo dá e sobra!

Louvando pelos mentirosos

Desses “apologetas” e “defensores da fé”, o mais íntimo de Vargens parece ser o Púlpito Anti-Cristão, cuja sede fica em Lima, no Peru, para onde Vargens viajou tempos atrás para rever o amigo.
O aliado íntimo de Vargens é um dos maiores tabloides apologéticos sensacionalistas do Brasil, mas, depois de ser denunciado por mim por ser esquerdista, desmentiu seu esquerdismo. Entretanto, depois confirmou, publicando outro artigo esquerdista, que acabou sendo denunciado pelo jornalista Edson Camargo. E mais recentemente, o Púlpito Anti-Cristão publicou outro artigo esquerdista, intitulado “Leonardo Boff para Crianças”. Faz toda uma defesa esquerdista sem aceitar o título de esquerdista. O único rótulo que aceita é o de “apologético”.
Em tempos passados, negar o que você é e faz seria enquadrado como mentira. Mas hoje parece se enquadrar num rótulo diferente: “defensor da fé”.
Como é que Vargens consegue louvar como “defensor da fé” um tabloide que rotineiramente publica artigos marxistas, mas desmente quando confrontado por uma genuína apologética?
De fato, não dá para louvar a Deus ouvindo Valadão e elogiando um tabloide que mente sobre sua própria natureza. Mas com Renato Russo dá e sobra!
Mentiras. Malandragens. Charlatanismo. Marxismo. Esquerdismo. Nada disso impede Vargens de recomendar e “louvar a Deus pelos defensores da fé… pelos blogs de apologética como o Genizah, Púlpito Cristão e Hermes Fernandes”.
É com essas alianças “apologéticas” que Vargens se sente a vontade para escutar os palavrões e obscenidades do seu xará gay. Mas escutar sobre revelações e profecias — isso sim é intolerável, em Ana Paula Valadão e outros. Se Valadão falasse palavrões e obscenidades e não tivesse experiências “pentecostais”, não haveria problemas.

Vargens não é o único a se basear nas fraquezas humanas de Lutero

A aliança antipentecostal de Vargens, segundo ele diz, é a mesma aliança que Martinho Lutero fez.
Esta não é a primeira vez que alguém usa e abusa de Lutero para falar bobagens.
Os nazistas pregavam ódio aos judeus e diziam que sua base era Lutero, que demonstrava em alguns de seus escritos hostilidade aos judeus.
Eu creio na supremacia da Palavra de Deus. Se Lutero manifestava, em alguns de seus escritos, ódio aos judeus, eu fico com a Palavra de Deus. Se Lutero fez uma aliança para não receber sonhos e visões, eu fico com a Palavra de Deus, que promete que nos últimos dias — os dias em que estamos — Deus visitaria a humanidade exatamente desta forma:
“Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão”. (Atos 2:17-18 KJA)
Seja como for, Deus quebrou a aliança que Lutero aparentemente impôs a Ele de forma unilateral. O pastor reformado William Gurnall (1617–1679) conta sobre uma revelação ou visão que Lutero teve sobre o futuro da Alemanha. Em seu livro “The Christian in Complete Armour” (O Cristão na Armadura Completa), publicado pela editora reformada Banner of Truth Trust, Gurnall disse: “Foi um discurso heroico de Lutero, que previu uma nuvem negra do juízo de Deus sobrevindo à liderança da Alemanha, mas disse a alguns de seus amigos que ‘ele faria tudo o que pudesse para impedi-la de sobrevir em sua época’… ele disse: ‘Quando eu partir, que as próximas gerações deem atenção a esse assunto’”.
Lutero teve também outras experiências que se enquadram como visões.
Deus conhece o coração de cada um. Ele quebra a aliança que alguns fazem por ignorância pessoal ou religiosa, e deixa outros se endurecerem mais ainda.
Mas mesmo que Lutero não tivesse tido nenhuma visão, nenhuma experiência dele deveria estar acima da Palavra de Deus ou deveria ser usada para dirigir nossa interpretação da Palavra de Deus.
Tudo deve ser examinado e interpretado conforme a Palavra de Deus, não conforme a experiência de nulidade de dons carismáticos na vida de um teólogo frio e seco. Mas alguns pastores, em vez de realmente fazerem uma aliança com o Deus sobrenatural, fazem alianças com a ignorância humana de Lutero e outros teólogos de carne e osso, como se a palavra deles estivesse acima da Palavra de Deus. Tenho certeza de que Lutero se oporia a isso.
Não podemos usar o ódio aos judeus presente em alguns escritos de Lutero para justificar rejeição aos judeus ou como base para não defender o direito exclusivo dos judeus à Terra Prometida que Deus lhes deu em herança.

Jesus Cristo é ou não é o mesmo ontem e hoje?

Os calvinistas, como o próprio Renato Vargens, que acreditam que Deus deu dons espirituais (línguas, profecias, revelações, curas, etc.) somente aos 12 primeiros apóstolos não deveriam utilizar seus preconceitos teológicos e religiosos para atacar os que acreditam que:
“Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e eternamente!” (Hebreus 13:9 KJA)
“Em verdade, em verdade vos asseguro que aquele que crê em mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará, pois eu vou para o meu Pai”. (João 14:12 KJA)
 “Aquele que crer e for batizado será salvo. Todavia, quem não crer será condenado! E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu Nome expulsarão demônios; em línguas novas falarão. Pegarão serpentes com as mãos; e, se algo mortífero beberem, de modo nenhum lhes fará mal, sobre os enfermos imporão as mãos e eles serão curados!” Jesus sobe à direita do Pai”. (Marcos 16: 16-18 KJA)
O xará gay de Vargens não acreditava nisso, e morreu de AIDS. Eu duvido que, crendo nessas passagens, Valadão merece ser alvo de críticas. Como é público, ela tem um carinho especial pelos homossexuais. Ela não ouve a música deles, mas eles ouvem a música dela, e se convertem.
Eu duvido que Renato Russo teria vontade de escutar Vargens e seus preconceitos teológicos, mas homossexuais estão escutando Valadão. E é muito importante que os pecadores escutem uma mensagem de esperança e salvação em Cristo.

Julgando e condenando

Mas o que importa, para Vargens, é cumprir seu papel de “juiz da fé” de Valadão e outros que não fizeram uma aliança de rejeitar dons espirituais. Nessa aliança teológica unilateral, quer Deus goste ou não, ele vai rejeitar os dons e condenar os que os têm.
Com sua experiência passada como colunista no tabloide sensacionalista Genizah e ligação atual com o tabloide Púlpito Anti-Cristão, que se considera igualmente calvinista, Vargens continuará, como juiz da fé, julgando e condenando pentecostais e neopentecostais.
Recentemente, o Púlpito Anti-Cristão se queixou de que a esquerda evangélica está fragmentada, pois já não bate tanto nas igrejas neopentecostais como fazia antes. Será que está faltando mais criaturas como Vargens ou até mesmo Caio Fábio, cujos vídeos “apologéticos” antineopentecostais são amplamente divulgados por Vargens e Púlpito Anti-Cristão? Será que está faltando criaturas que se inspirem nas músicas de Renato Russo?
Os críticos têm toda a liberdade de criticar minha crítica ao Renato Vargens e ao seu gosto pelas músicas de seu xará gay e sua antipatia por Ana Paula Valadão.
Ele tem toda a liberdade de bater o pé no chão e nos “religiosos fanáticos” que não aceitam a atitude dele.
Por minha vez, com a mesma liberdade, eu baterei nos “religiosos fanáticos” da esquerda apologética.
Minha pergunta é: que tipo de inspiração “apologética” sai de um pastor que está com a cabeça cheia da música obscena de Renato Russo?
Se Lutero realmente fez uma aliança unilateral com Deus de não ter dons sobrenaturais, foi por ignorância e fica claro que Deus não tem obrigação de seguir a ignorância de ninguém.

Um Evangelho só de palavras?

Se os apóstolos de Jesus tivessem tal ignorância, o Evangelho deles seria só de palavras. Não haveria curas, nem expulsões de demônios, nem direções sobrenaturais de Deus. Nem filosofia haveria, pois os 12 apóstolos não eram estudados, e Paulo havia deixado claro que havia jogado no lixo seu conhecimento filosófico. Haveria só palavras.
O apóstolo Paulo afirma que não havia tal aliança em sua vida. Ele disse:
“Minha mensagem e minha proclamação não se formaram de palavras persuasivas de conhecimento, mas constituíram-se em DEMONSTRAÇÃO DO PODER DO ESPÍRITO”. (1 Coríntios 2:4 KJA)
O mesmo Deus que quebrou a aliança unilateral de Lutero também, quebrando as formalidades religiosas, visitou no século XIX o pastor luterano Johann Christoph Blumhardt, cujo ministério envolvia expulsão de demônios e curas — curas tão abundantes, no nome de Jesus Cristo, que médicos da região haviam contratado assassinos para matá-lo.
As grandes curas estavam trazendo prejuízo aos médicos, que estavam se sentindo incomodados com a ação do Espírito Santo.
Hoje, vê-se esse mesmo incomodo nos juízes da fé.

“Aos barrigudos”

Em vez de fazerem ridículas e antibíblicas alianças unilaterais com Deus, eles deveriam fazer o que diz o Salmo 101:3:
“Não colocarei diante dos meus olhos nada que seja pernicioso. Detesto a conduta dos infiéis; tais atitudes jamais me conquistarão!” (KJA)
Isso inclui, evidentemente, não colocar música perniciosa diante dos ouvidos. Ou dá para chamar do que uma música com palavrões e obscenidades cantadas por um gay imoral?
Ana Paula Valadão não costuma criticar ninguém. O máximo que poderiam chamar de crítica foi seu recente conselho de que pastores barrigudos — não sejam maliciosos: ela não citou o nome do Vargens e Caio Fábio! — deveriam dedicar jejuns a Deus.
A esse conselho importante, que todos deveriam acolher, eu acrescentaria: os “pastores barrigudos” — sim, estou me referindo aos dois pançudos que são astros nos tabloides calvinistas da esquerda apologética — deveriam fazer jejum de Renato Russo, Iron Maiden, Bob Marley e outras inspirações que engordam a alma de sujeira e malícia.
Tal jejum os livraria de falar muitas, muitas besteiras, difamações e calúnias no nome do Evangelho.
Leitura recomendada:

O herético neo-panteísta e seus fãs apologéticos

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