COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Blog Julio Severo entrevista Joide Miranda: “Deus tem uma vida melhor para os homossexuais”

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Blog Julio Severo entrevista Joide Miranda: “Deus tem uma vida melhor para os homossexuais”

Um conto de tragédias se transformou, no final, num canto de vitória. Joide Miranda, estuprado aos 6 anos de idade por um homossexual, viveu várias outras tragédias: pai ausente, violento e alcoólatra; abuso sexual de um pai de santo e opressão espiritual nas religiões afro-brasileiras; e uma vida de prostituição homossexual no Brasil e até na Itália e na França. Mas em meio à destruição, a luz de Jesus Cristo entrou, trazendo graça, esperança, cura, perdão e restauração. Recentemente, ele publicou seu testemunho completo no livro “A intimidade de um ex-travesti”, publicado pela Editora Central Gospel de Silas Malafaia.
Passado de travesti: Joide Miranda em Paris
Ele conta para os leitores do Blog Julio Severo como foi sua vida na homossexualidade e como foi sair dela.
A melhor arma contra as mentiras gayzistas é a verdade. Por isso, divulgue este testemunho a todos os seus amigos. Homossexualidade, como comprova o testemunho de Joide Miranda, não é uma prisão inescapável. Existe saída, e Joide a encontrou. Leve esta verdade vital adiante. A seguir, a entrevista completa:
Julio Severo: Qual foi a causa de sua entrada na prática homossexual?
Joide Miranda: Ausência Paterna e Abuso Sexual — Meu pai era um homem extremamente violento e alcóolatra, e aos 6 anos de idade fui abusado sexualmente por um advogado que morava de frente para minha casa. O abuso continuou por um ano. No dia que aconteceu o abuso, cheguei em casa assustado e com muita vontade de compartilhar com alguém, mas não tive um pai presente e amigo. Meu pai estava deitado no sofá alcoolizado. Aquele que era para ser meu herói e amigo, era pra mim dentro de casa um inimigo.
Julio Severo: O que deixava você mais inquieto na prática homossexual?
Joide Miranda: A insatisfação. Eu sempre buscava uma felicidade verdadeira, mas nunca encontrei. Minha felicidade era momentânea, externando aquilo que na verdade meu interior desejava. No final das noitadas, quando nos reuníamos em quatro paredes, o comentário que muitos diziam era: que vida miserável é esta que estou vivendo.
Julio Severo: Há uma ideia imposta hoje de que a psicologia pode e dever ser usada para manter homens nas práticas homossexuais, mas não pode ser usada em favor do homem que quer sair dessas práticas. O que você acha?
Hoje: Pr. Joide Miranda
Joide Miranda: Isso é um absurdo. Vivemos em um país que se diz ser “democrático” (sabemos que não é), onde as pessoas deveriam ter liberdade de ir e vir, porém nem todos têm essa liberdade, principalmente as pessoas que voluntariamente querem deixar o estado da homossexualidade. Eu fui acompanhado durante 3 anos por uma psicóloga, que ajudou a encontrar-me com a verdadeira identidade com a qual eu nasci. Fui acompanhado por uma pastora e por uma psicóloga. As duas coisas precisam andar juntas.
Julio Severo: Você crê que Deus liberta os homossexuais sem psicologia?
Joide Miranda: Com certeza. O poder de Deus não é limitado a recursos humanos. Creio que ele usa a psicologia, mas ele pode trazer restauração sem um acompanhamento psicológico também. Conheço pessoas que nunca foram a psicólogos e são totalmente restauradas em sua identidade sexual. Dois exemplos: o Pr. João Carlos Xavier de Cabo Frio e o missionário Antônio do Rio de Janeiro. Na minha opinião, a psicologia deve andar junto com a Palavra de Deus, caso contrário não há efeito.
Joide antes de Cristo
Julio Severo: Há uma grande afinidade entre religiões afro-brasileiras (candomblé, por exemplo) e homossexualidade. O deputado gayzista Jean Wyllys disse que foi guiado por exus para entrar na política. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, é também simpatizante das religiões afros. O que você acha dessa relação?
Joide Miranda: Esta afinidade é uma grande verdade, pois as religiões afro-brasileiras não se importam com a sexualidade do seu membro. Quando passei pelo espiritismo (umbanda, candomblé), todos os pais e mães de santos que conheci tinham envolvimento com o homossexualismo, inclusive na infância fui abusado por um pai de santo. Na época isso era normal.
Julio Severo: Uma das aflições com as quais Jesus mais lidou em sua pregação e demonstração do Evangelho do Reino de Deus era a possessão demoníaca. Ele expulsava demônios frequentemente e deu autoridade aos seus seguidores em todas as gerações de também oferecerem libertação espiritual aos possessos. Em que ponto existe uma relação entre práticas homossexuais e possessão demoníaca?
Joide Miranda: Entendo que o inimigo age dentro de brechas que o homem lhe concede. Onde há pecado, ali ele está. Quando fui abusado na infância por várias pessoas, sendo uma delas um pai de santo, fui levado a um cemitério para um ritual que diziam que era para desenvolver a minha mediunidade e minha mãe conta que fiquei inconsciente, possesso por demônios que tomaram o meu corpo e minha mente.
Já orei com pessoas que estavam homossexuais que também ficaram possessas, porque tinham envolvimentos espirituais e com pessoas que nunca tiveram homossexuais e que também ficaram possessas. A possessão vai acontecer de acordo com o envolvimento direto ou indireto que a pessoa tem o mundo das trevas.
Joide e esposa
Julio Severo: Nas épocas em que não existia propaganda gay, a entrada na homossexualidade se dava quase que exclusivamente pelo abuso sexual. Você teme que agora, com a enorme e onipresente propaganda gay estimulando abertamente a homossexualidade e apresentando-a como alternativa atraente e desejável, os jovens fiquem confusos e optem por experimentar?
Joide Miranda: Com certeza, já ouviu aquela frase que diz que “a propaganda é a alma do negócio”. Já atendi jovens que entraram na homossexualidade por curiosidade. O massacre da mídia tem levado muitos jovens a experimentar a prática homossexual e com isso acabam se viciando.
Joide e a Bíblia
Julio Severo: O que você pensa da forte política moderna dos EUA, que apenas algumas décadas atrás eram uma potência protestante, de liderar o imperialismo homossexual internacional?
Joide Miranda: Quando a filha do Pr. Billy Graham foi questionada onde estava Deus quando as Torres Gêmeas foram atacadas, ela respondeu: por muitos anos nós temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas… Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua bênção e sua proteção se nós exigimos que ele não se envolva mais conosco? 
O imperialismo homossexual é resultado da ausência de Deus na vida das pessoas e de uma sociedade humanista e gayzista e, como diz em Romanos 1.25, a sociedade e a mídia estão mudando a verdade de Deus em mentira… Por isso, a prática homossexual tem crescido tanto não só nos EUA, mas também no mundo.
Julio Severo: O que você acha do PLC 122 e outras leis que criminalizam a opinião cristã contra as práticas homossexuais?
Joide Miranda: É outro absurdo. O movimento gayzista quer dominar nosso país e tirar a nossa liberdade de expressão. Onde está a tal “democracia”?
Joide e sua família
Julio Severo: Como as igrejas devem lidar com homossexuais que chegam aos seus templos pedindo ajuda?
Joide Miranda: Com amor, paciência e dedicação. E perguntar a si mesmo como Jesus receberia esse homem.
Enxergar o pecado dele como qualquer outro pecado, enxergá-lo como um pecador arrependido e que precisa de cuidados.
Infelizmente a maioria das igrejas não está preparada para lidar com o pecado exposto do ser humano, que é o caso por exemplo de um travesti que chega a uma igreja, sendo que muitos estão na igreja com seus pecados encobertos e se sentem melhores que ele, como diz Romanos 3:23.
Julio Severo: Como as igrejas devem lidar com a militância gay organizada que pressiona os cristãos a se renderem diante das exigências da agenda gay?
Joide Miranda: Orar, não se intimidar, lutar sem medo em favor da família e ser corajosa como os ativistas são. Mas infelizmente a igreja tem recuado. Muitos líderes não gostam nem que toquem neste assunto, com medo de suas denominações serem perseguidas e muitas ainda se rendem a agenda gayzistas.
Julio Severo: Grandes denominações protestantes nos EUA, inclusive a presbiteriana e a luterana, estão ordenando pastores homossexuais. O que os cristãos brasileiros precisam fazer para se proteger dessa influência da apostasia americana e da teologia gay?
Joide Miranda: Não só as denominações nos EUA, mas algumas denominações brasileiras também. Infelizmente muitas igrejas perderam a visão cristocêntrica, deixando o discipulado bíblico, deixando de pregar sobre arrependimento e sobre o valor da cruz, estão se rendendo às pregações humanistas e intelectuais, que agradam os ouvidos de seus membros, como diz em Gálatas 1:10.
Julio Severo: Quase vinte anos atrás, quando Marta Suplicy apresentou um projeto de lei de união civil homossexual, ela negou completamente que o alvo era casamento e adoção de crianças por duplas gays. Vinte anos depois, o alvo deles é claro: casamento e adoção. Você acha que há mais objetivos que eles querem conquistar a curto ou longo prazo, embora neguem hoje?
Joide Miranda: Com certeza, o alvo do movimento gayzista é dominar nosso país, com leis que excluem a família tradicional e a liberdade religiosa.
Eles estão lutando para isso e têm tido conquistas, pois a igreja tem fechado os olhos para essa realidade. Efésios 5:31.
Julio Severo: Qual é o seu ministério hoje?
Joide Miranda: Meu ministério é trabalhar com famílias, mostrando que ninguém nasce homossexual, que a homossexualidade é um conduta aprendida e que pode ser desaprendida, trabalhar com os pais e futuros pais com a prevenção da homossexualidade, mostrando as causas que levam uma criança a vivenciar o estado da homossexualidade e como preveni-los desta prática. 
Julio Severo: Você tem livros publicados?
Joide Miranda: Tenho minha biografia que foi lançada este ano pela editora Central Gospel “A intimidade de um ex-travesti”, onde compartilho minha história, mostrando as causas que me levaram a vivenciar o estado da homossexualidade por 20 anos de minha vida e como fui totalmente restaurado em minha sexualidade.
Julio Severo: Como você alcança homossexuais?
Joide Miranda: Contra fatos não há argumento: através do meu testemunho. Sou prova de que ninguém nasce homossexual e de que a restauração é 100%.
Eles me procuram porque se identificam com minha história. E com muito amor eu mostro a eles que esta prática é mentirosa e enganadora e que Deus tem uma vida melhor e que em Cristo é possível uma restauração completa.
Falo da mentira que eles já sabem sobre a vida “homoafetiva”, das decepções, das frustrações do mundo gay, do sexo nojento entre eles, dos amores comprados, e etc. Mostro através da minha vida que a felicidade plena só Deus pode nos proporcionar. Mostro o amor de Jesus para com eles e o plano futuro de Deus na vida de todo aquele que se rende aos seus pés.
Julio Severo: Seu ministério ajuda apenas homossexuais ou também outras pessoas oprimidas?
Joide Miranda: Atendo pessoas de todo o Brasil e exterior. Já atendi pessoas de alguns países do exterior (Japão, Alemanha, Itália, França, Espanha, Suíça), pessoas que depois de ouvir meu testemunho se identificam com alguma área de minha vida e me ligam em busca de ajuda, não só para deixar o estado da homossexualidade, mas também para resolver problemas no casamento, depressão, ou algum outro desvio sexual; problemas específicos de adolescentes, jovens, pessoas casadas e etc. Até pessoas que buscam um milagre de Deus na saúde me ligam acreditando que assim como Deus me e restaurou pode curá-las também. Isso é muito gratificante.
Julio Severo: O que você aconselharia aos intercessores, que clamam diante de Deus pela libertação dos homossexuais e contra o imperialismo homossexual que está sendo imposto sobre crianças e famílias?
Joide Miranda: Não desistir jamais. A oração é a mola que move a mão de Deus. Minha mãe é prova desta verdade. Ela orou por mim quase 10 anos quando eu ainda estava na Itália cego em meus delitos e pecados e olha o resultado: Fui alcançado primeiramente através da oração e a Palavra de Deus me lavou e restaurou-me por completo.
Julio Severo: Qual a mensagem que você daria às igrejas nestes tempos em que se aproxima uma ditadura gay?
Joide Miranda: Não se calar diante das mentiras gayzistas. A igreja precisa entender que o plano deles é destruir a primeira instituição que Deus criou — família. A igreja precisa lutar para que este projeto cresça dentro e fora das 4 paredes. A igreja precisa investir primeiramente nas crianças na prevenção, investir nos adolescentes, nos jovens, nos casais. Enfim, levar um alimento sólido para que lá fora seus membros não sejam engodados pelas mentiras do diabo. 
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terça-feira, 25 de junho de 2013

ANAJURE ENTREVISTA O PR. JOIDE MIRANDA (ex-travesti)

Joide Miranda: Deus não é incompetente, ninguém nasce homossexual – Leia a entrevista completa!

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Joide Miranda site
FOTO: Joide Miranda e Família
Em entrevista concedida à Assessora de imprensa da ANAJURE, e também administradora do portal Gospel Voice – Jussara Teixeira, o líder cristão e ex-homossexual Joide Miranda dá seu testemunho e diz que preconceito contra homossexuais nas igrejas tem que acabar.

CONFIRA:
Joide chegou a adquirir fama, beleza, dinheiro, poder. Alcançou o status de terceiro travesti mais bonito do Brasil, e seu nome era conhecido por toda a Itália, país onde morava, mas deixou tudo e entregou sua vida a Cristo. Joide Miranda, hoje pastor, pregador e palestrante teve tudo o que o mundo lhe podia proporcionar mas trocou isso pela paz de uma nova vida transformada e regenerada pelo Espírito Santo.

Eu olhava para meus amigos mais velhos e via que uma hora a beleza ia acabar, eu ia ter que pagar alguém para estar do meu lado. Foi fácil para mim? Não! Mas eu decidi deixar aquela vida por que o que eu mais desejava era a paz interior”, contou Miranda nessa entrevista exclusiva ao Gospel Voice, feita por telefone de Cuiabá, onde mora coma esposa Edna e o filho Pedro Henrique.
Como pastor itinerante da Igreja do Evangelho Integral, ele atende centenas de chamados de todo o Brasil de pessoas que querem deixar o estado da homossexualidade. Dirige o ministério Associação Brasileira de Ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Trangêneros – ABEX-LGBTT, dedicado a ajudar aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade voluntariamente.
Eu me sinto muito pequeno devido à quantidade de pessoas que me procuram e ligam pedindo ajuda”. Em sua experiência ele diz que nas igrejas existem homossexuais que muitas vezes não tem com quem confessar seu problema, por medo de serem excluídos.

“Em todas as igrejas existe o problema”, estima. “Não estou julgando. Não digo que todos estão na prática, muitos lutam contra esses desejos. Muitos sofrem com isso mas tem medo de se expor. Eles temem não ser compreendidos, mas eu sempre digo que este é um pecado como qualquer outro pecado”, conta.

O preconceito e a discriminação, segundo o líder religioso, são as grandes barreiras que impedem das pessoas de se abrir e expor as dificuldades. Segundo ele, muitos vivem uma vida religiosa por abrigarem secretamente desejos e pensamentos carnais, procurando muitas vezes a internet e a pornografia, e gerando com isso um vício.

Segundo Miranda, não se deve condenar pessoas que estão na homossexualidade como sendo um peso para as igrejas. Citando Corínthios capítulo 6:10, ele questiona: “quantos adúlteros estão na igreja, quantos mentirosos, quantos jovens estão louvor e tem uma vida promíscua, quantos pastores são desonestos e não honram as esposas? Então porque o indivíduo está na prática da homossexualidade está condenado? Precisamos parar de rotular esse tipo de pecado”, afirma.
Nesta entrevista, ele conta um pouco sobre sua conversão, terapias para quem deseja deixar a homossexualidade e como exerce o ministério de aconselhamento e apoio a ex-homossexuais.

Gospel Voice: O sr. atende a muitos homossexuais que estão nas igrejas e que o procuram para aconselhamento. Dentre esses, quantos participam ativamente em ministérios?
Joide Miranda: Em todas das igrejas existe o problema. Não estou julgando. Muitos lutam contra esses desejos. Eu não digo que eles estejam na prática. Muitos sofrem com isso mas tem medo de expor o problema. Eles temem não ser compreendidos mas eu digo que este é um pecado como qualquer outro pecado. Eles se sentem constrangidos em falar sobre o assunto e terminam ficando anos e anos sofrendo, acabam achando que Deus é culpado e muitos terminam desistindo. A grande maioria está no ministério de louvor e no ministério de música. Eles tem medo de serem discriminados e não serem aceitos nas igrejas, por isso muitas vezes não falam e não abrem o problema. Além de não terem aquela renúncia, muitos querem andar com suas próprias pernas, com medo de não serem aceitos pelas igrejas, pois muitos não sabem lidar com o problema nas igrejas. Muitos filhos de pastores estão vivendo em estado de homossexualidade dentro das igrejas, infelizmente essa é a realidade.Muitos não vivem na prática mas tem um estado mental de homossexuais. Os que não vivem na prática procuram internet ou a pornografia, o que gera um vício. Aí a pessoa se torna religiosa.É importante dizer que não devemos condenar e sim entendê-los. Nos atendimentos, eles começam a conversar e se identificam comigo, daí começamos a fazer um trabalho maravilhoso.Eu me sinto muito pequeno devido a quantidade de pessoas que me procuram pedindo ajuda.

GV: Como o pecado da homossexualidade afeta a vida espiritual nas igrejas?
JM: Cada um vai prestar contas a Deus, um dia nos apresentaremos diante de Deus. Mas é claro que há uma brecha na igreja, quando a liderança está em pecado.A gente sente então um cansaço maior, dor no corpo, a batalha espiritual é maior, porque sentimos um peso espiritual na igreja.Hoje nós temos vários tipos de Evangelho sendo pregados que não condiz com a Bíblia, então Deus vai honrar a fé de cada um.

GV: O senhor diz isso para que os homossexuais não sejam discriminados nas igrejas?
JM: Não devemos condenar as pessoas que estão na prática da homossexualidade como se estivessem sendo um peso para as Igrejas. Quantos adúlteros estão na igreja, quantos mentirosos, quanto jovens estão no louvor e tem uma vida promíscua e quantos pastores são desonestos, não honram as esposas. Então porque o indivíduo que está na prática da homossexualidade está condenado ao inferno? Precisamos parar de rotular esse tipo de pecado. Em 1º Corinthios 6:10 , fala sobre o pecado do efeminado e sodomita, bem como do ladrão, avarento e maldizente. Quem nunca falou mal de alguém?

GV: O Sr. sofre algum tipo de perseguição de ativistas homossexuais por conta deste trabalho?
JM: Não, primeiro por que eu não condeno, não sou juiz para condenar ninguém. Incentivo as pessoas a olhar para a homossexualidade como um pecado igual aos outros. Tenho como exemplo o meu testemunho. Antes de me converter eu morava na Itália, eu discutia muito com minha mãe e dizia que era assim e ia morrer assim. Ela orava muito por mim. Incentivo as igrejas a olhar para os homossexuais com olhar de compaixão. Eu sei hoje o que leva o indivíduo a viver o estado da homossexualidade. Alguma coisa aconteceu com ele lá na infância. Se falamos que uma pessoa nasceu homossexual estamos chamando Deus de incompetente, e Ele não é. Então antes de discriminar, devemos perguntar a Deus o que levou aquele indivíduo à homossexualidade. 

GV: O Sr. sofreu abuso durante a infância?
JM: No meu caso começou aos seis anos de idade. Eu fui abusado por um advogado e eu não tinha um pai presente. Então ao invés das pessoas condenarem, acharem que a pessoa é sem vergonha tem que pensar o que levou àquela situação. O diabo ataca no início, na infância. De 1 a 3 anos a criança tem que receber muito amor. A partir de 3 anos já começa a ter as correções. Tem que colocar limites, dos 4 anos aos 8 é quando as crianças começam a registrar. Existem vários tipos de abuso, rejeição no ventre, palavras de maldição, crianças criadas sem limites. Eu sempre falo para a igreja: Nós precisamos amar essas pessoas e não condená-las. Quando os gays ouvem essa fala minha eles se identificam muito, por isso não sofro retaliações de militantes homossexuais. Eles estão com os pecados expostos, mas muitos estão com os pecados encobertos e se sentem melhores que eles. Nós não somos melhores que eles. Todos pecaram e destituídos estão da graça de Deus. Então precisamos amar.

GV: Muitos homossexuais não tem a quem recorrer. Qual o papel do suporte psicológico na ajuda aos homossexuais que querem mudar sua orientação?
JM: O trabalho psicológico é maravilhoso porque muitas vezes as pessoas não estão satisfeitas com a sua orientação. Então o interior do indivíduo está todo bagunçado. Chamo isso de feridas expostas na alma pelo pecado. Isso serve tanto para heterossexuais quanto para homossexuais. Então as pessoas se convertem, sai do sistema mundano e vem para Jesus Cristo. Aí precisa da ajuda, tanto no lado espiritual como no lado psicológico. Eu explico que uma vez a pessoa convertida, é necessário colocar minha carne na cruz, preciso morrer para esse mundo. O que o apóstolo Paulo diz em Gálatas 2:20, já estou crucificado. A morte pra este mundo nos tira da zona de conforto. Aí eu entro com meu testemunho de vida. 

GV: Como foi a decisão de sua conversão?
JM: Quando eu aceitei Jesus, não foi por que minha vida estava de mal a pior, foi uma questão de inteligência. Pois a vida me proporcionou tudo, fama, beleza, poder, dinheiro. Eu cheguei a me tornar o terceiro travesti mais belo do Brasil, na Itália só se ouvia falar do meu nome, eu era famosíssimo lá. Eu olhava para meus amigos mais velhos e via que uma hora a beleza ia acabar, eu ia ter que pagar alguém para estar do meu lado. Foi fácil para mim? Não! Mas eu decidi deixar aquela vida por que o que eu mais desejava era a paz interior. Então quando eu ia dormir, mesmo eu tendo de tudo, eu vi que não tinha uma felicidade plena, mas sim momentos alegres. Me converti em 1991 e decidi morrer para este mundo. Existem algumas tarefas que dependem exclusivamente de nós. Eu decidi morrer, pagar um preço, então Cristo passou a dirigir a minha vida e não mais eu. Eu era dono do meu nariz, não dava satisfação para ninguém mas agora tenho que prestar contas a Cristo, Ele dirige minha vida. Então eu mostro que há uma esperança, por meio da minha própria vida. Hoje todos me vêem pregando, dando palestras, mas ninguém sabe o que eu passei em 91 a 94. Foram muitas lágrimas, muitas noites em claro, lutando contra meus próprios desejos, e colocando minha carne na cruz. ‘Submetei-vos a Deus e resisti ao diabo e ele fugirá de vós’.

GV: Alguns gays utilizam até a Bíblia para justificar sua prática…
JM: Então, muitas pessoas pegam um texto e usam como pretexto para fazer a vontade da carne. A Bíblia não é só para ser lida, ela só faz efeito nas nossas vidas e sim para ser vivida. Na hora certa, no momento certo vai chegar o refrigério, pois o deserto é só uma fase. Hoje estou muito bem casado há 14 anos, amo a minha esposa, Deus purificou minha mente e o meu coração, temos um menino lindo que é o Pedro Miranda, e estamos aí nesse ministério mostrando que ninguém nasce homossexual. O projeto de Deus é a família, e que Deus pode restaurar a mente do homem e da mulher se fizerem as tarefas que dependem exclusivamente de nós.

GV: Ainda hoje existem terapias em igrejas, principalmente nos EUA, que incluem exorcismo para “libertação” dos homossexuais. O que acha disso?
JM: Eu não concordo, por que a Palavra de Deus é suficiente. A psicologia é boa para ajudar o indivíduo na área emocional, mas na área espiritual é a Palavra de Deus. Fiz terapia com psicóloga cristã. Por que a minha identidade estava violada, perturbada. É como os remédios, Deus os usa para curar as enfermidades também. Mas a sua confiança maior tem que estar em Deus. Eu sou totalmente contra o exorcismo. Eu creio, sim, na libertação. Eu preciso de pessoas do meu lado para me ajudar, mas eu preciso ser verdadeiro comigo, aí eu vou encontrar pessoas de confiança, que vão me amar, um ombro amigo. Deus verá a sinceridade do meu coração, e aí virá a libertação. Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João 8:32)

GV: De vez em quando aparecem alguns homossexuais dizendo que tentaram mudar sua orientação com ajuda da igreja, mas voltaram a ser gays. O que acontece nesses casos?
JM: Muitos querem entender Deus, e Deus não é para entender. Paulo em Romanos capítulo 12, mostra que precisamos ter um posicionamento diante de Deus. Sacrifício vivo, santo e agradável, mudança de vida, se converter verdadeiramente. Você estará confiante que está prestando um sacrifício vivo, não podemos nos conformar com esse mundo, mas transformar-nos… Tem que encher a mente com as coisas de Deus, transformar a mente, prestando um culto agradável. A consequência do meu pecado, eu tenho que arcar com ela. Hoje eu tenho cicatrizes profundas no meu corpo. Eu olho para elas, e elas não me fazem mais mal, mas antes, sim. Tenho 170 marcas cirúrgicas no meu corpo, por causa da retirada do silicone. Hoje as cicatrizes foram saradas. 

GV: A Lanna Holder faz esse discurso, de que já tentou mudar sua orientação por meio da igreja…
JM: Eu vi a Lana Holder dando uma entrevista dizendo que já passou por libertação, já fez desligamento de alma, fogueira santa etc, e nada disso adiantou. Se não houver um arrependimento, não tem como Deus trabalhar. Judas viveu, viu os milagres e fazia parte dos milagres de Jesus, no entanto ele o traiu. Pedro também traiu Jesus, mas a diferença é que ele se arrependeu. Por isso diz em Atos, capítulo 3: arrependei-vos e convertei-vos para que sejam apagados os vossos pecados e venha assim o refrigério do nosso Senhor. Então existem muitas pessoas mortas espiritualmente dentro da igreja culpando a Deus. Mas elas não fazem nada para Deus, não querem pagar o preço, renunciar, viver o Evangelho. Isso é uma tarefa que cada um tem que fazer. Cristo não vai fazer por mim, o Espírito Santo não vai fazer, isso depende de mim. O pecado jaz à porta, cabe a mim dominar. Eu fiquei sete anos sem fazer sexo. E não morri. Eu posso dizer que eu casei virgem, pois eu era uma nova criatura e tudo se fez novo. Então as pessoas não conseguem crucificar a carne.

GV: Como foi seu processo para deixar a homossexualidade?
JM: Oração constante, jejum, lia muito a Bíblia, obediência total, conversava muito com meus líderes, nos momentos de conflito e angústia, Quando você coloca o pecado para fora, ele vai se esvaziando de dentro de você. Mas se não coloca para fora, ele toma força dentro de você. Minha esposa me ajudou muito, orando comigo. Foi uma busca incessante, então eu tomei essa decisão. Você vai apresentando seu corpo em sacrifício, renunciando, chorando, compartilhando, com pessoas que vão te levar uma palavra de Deus, estar junto nos momentos difíceis. Às vezes a gente ora e quer que Deus responda de imediato e Deus tem o tempo dele. É no silêncio que Deus trabalha.

GV: Hoje em dia com o egocentrismo predominando dentro das igrejas, é difícil encontrar alguém que escute e ajude?
JM: Até com as pessoas que você vai compartilhar suas lutas e suas dificuldades você tem que saber a pessoa certa e que realmente vai te ajudar. Hoje infelizmente estão voltados só para si mesmos. Mas quando eu começo a olhar para as outras pessoas e entender a dor do meu irmão, aí Deus começa a cuidar do meu problema, por que eu esqueço para ajudar o meu irmão. Esse evangelho é lindo, e infelizmente não estamos vivendo. Hoje cada um é voltado para si mesmo e para conseguir bens, casa, carro. As igrejas são catedrais faraônicas.

GV: Qual mensagem deixa para os leitores?
JM: Deus é soberano. E ele não falhou quando ele fez o homem e a mulher. Então nós não temos a segunda opção, Deus te fez homem e mulher. Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho Unigênito… Muitos podem podem não estar perecendo agora, mas quando estiverem, lembre-se que Deus deu o que tinha de melhor, que foi seu filho Unigênito. A vida da homossexualidade é uma vida carnal. Cedo ou tarde, a frustração vai bater à porta. Eu não conheço nenhum casal homossexual que fez bodas de ouro. Na velhice vem a depressão, a angústia, a solidão, a tristeza e nessa hora, que possam lembrar que Deus deu seu único filho e Jesus sempre esteve e sempre estará de braços abertos. Hoje ele é nosso advogado, temos direito de pedir perdão para ele, e ele esquecer nossas falhas e nos abraçar. 
O triste é quando o encontrarmos não mais como nosso advogado e sim como nosso juiz. Todos aqueles que quiserem deixar o estado da homossexualidade podem me procurar pois estou de braços abertos para ajudar e não para condenar. Mas venham aqueles que quiserem, eu não ajudo quem não quer. Se está feliz assim, continue, mas se não está satisfeito, pode me procurar. Hoje posso dizer que sou um homem feliz e realizado e a minha família tem um valor que o mundo jamais poderia pagar.

sábado, 7 de julho de 2012

NOSSA LUTA É GRANDE, MAS AS VITÓRIAS VIRÃO... MPF ACATA NOSSA DENUNCIA CONTRA O CFP

O DIA

6.07.2012 às 01h15 > Atualizado em 6.07.2012 às 02h02

MPF dá entrada em ação que permite a 'cura' de gays

POR PAMELA OLIVEIRA

Rio -  O Ministério Público Federal (MPF) deu entrada em ação civil pública para anular parte da resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe que profissionais prometam a cura da homossexualidade.

A ação, proposta por três procuradores do Rio, argumenta que a norma “impede que psicólogos atendam clinicamente homossexuais que desejam mudar a orientação sexual”. O pedido do MPF deixou ativistas de direitos humanos indignados.

“Retomar a discussão sobre a homossexualidade ser ou não uma doença é um absurdo do mesmo tipo que seria retomar a discussão sobre se o sol gira em torno da terra. Um dos procuradores, o Fábio Aragão é evangélico e está colocando o cargo dele a serviço da crença pessoal dele. Isso é um erro grave porque a Justiça deve ser laica”, afirmou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia e George Magaraia / Portal IG

Carlos Tufvesson (de preto),ao lado de seu companheiro André Piva, ficou indignado com a ação. Já o pastor Joide, ex-travesti, defende a ‘cura’ | Fotos: Carlo Wrede / Agência O Dia e George Magaraia /Portal IG

A resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, de março de 1999, se baseia na classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a OMS, a homossexualidade não é doença, distúrbio nem perversão. Portanto, não é passível de cura.

Revolta

“Onde o Brasil está querendo chegar? Quer ir na contramão da política de Direitos Humanos? A OMS já deu parecer que a homossexualidade não é doença. Não cabe ao Ministério Público Federal questionar isso, mas, sim, defender as minorias. Na minha opinião, essa ação é um desserviço que desqualifica o Judiciário”, afirma o estilista e ativista pelos direitos dos homossexuais Carlos Tufvesson.

A ação, que teve o pedido de liminar rejeitado em 1ª e 2ª instância, afirma que o conselho permite que o psicólogo trate o “cidadão que deseja sair da heterossexualidade para tornar-se homossexual”.

O pedido do MPF argumenta que a resolução “viola tanto os direitos dos psicólogos quanto o direito daqueles que optarem pelo auxílio psicológico para resolver a angústia que traz a opção sexual que está seguindo em dado momento da vida”.

Bancada evangélica luta em Brasília

Semana passada, discussão do projeto legislativo do deputado João Campos (PSDB-GO) — que tenta derrubar a resolução do Conselho de Psicologia e liberar atendimento para quem queira mudar a orientação sexual — gerou tumulto no Congresso.

O tema mistura política e religião: Campos é da bancada evangélica. O pastor Joide Miranda, 47, defende o ponto de vista polêmico. Ex-travesti, hoje casado e pai de um menino, ele fundou em Cuiabá a Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que ajuda pessoas que “desejam deixar voluntariamente o estado da homossexualidade”. “Deus restaurou minha identidade”, diz.


ADENDO ADHT :


A denúncia foi feita pela ADHT  inicialmente em 2/8/2011, conforme se pode ver neste link, porém enviamos novamente por estar faltando algumas informações em 7/12/2011, conforme se pode verificar pelo email recebido hoje por nós.

Esperamos que o juiz julgue favorável a denuncia que fizemos e que foi acatada por tres procuradores do MPF-RJ.  Continuemos nossa luta porque a batalha ainda não está ganha, porém, o parecer favorável do MPF-RJ já é uma grande vitória.


From: Sec. Proc. Andre Coutinho [mailto:SecProc_AndreTC@prrj.mpf.gov.br]
Sent: Friday, July 06, 2012 2:10 PM
To: defesa_hetero@yahoo.com
Subject: Promoção de Arquivamento Proc. Admin. 1.30.001.003172/2011-00

A Sua Senhoria o Senhor

Reverendo Doutor Alberto Thieme

<endereço removido nesta publicação>

Prezado Senhor,

Cumprimentando-o, sirvo-me do presente para, de ordem, encaminhar a Vossa Senhoria a peça inicial oferecida na Ação Civil Pública n.º 2011.51.01.018794-3 e a anexa cópia da promoção de arquivamento do Procedimento Administrativo 1.30.001.003172/2011-00, ficando facultada a interposição de razões escritas e documentos até a apreciação da promoção de arquivamento pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, nos termos do § 3º do art. 17 da Resolução CSMPF nº 87/2006.

Atenciosamente,

Elson Gonçalves da Silva

Assessor
Gab. Dr. Andre Tavares Coutinho

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Homossexualidade é uma conduta aprendida", afirma pastor ex-travesti


http://networkedblogs.com/zAqYM

Pastor acredita que ninguém nasce homossexual. "Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança?", indaga
A proposta do deputado João Campos (PSDB-GO), de derrubar dispositivo do Conselho Federal de Psicologia que proíbe profissionais de atender pacientes gays que desejam mudar sua orientação sexual tem causado polêmica.

Na última semana, uma audiência pública da Câmara dos Deputados, para discutir o projeto entitulado 'cura' dos homossexuis, acabou em bate-boca.

Enquanto alguns especialistas insistem em afirmar que essa mudança é impossível, Joide Miranda é prova de que é, sim, possível.


Hoje Joide tem 47 anos, é pastor, casado há 17 anos e pai de um garoto de 1 ano e 9 meses. Mas quem o conheceu até os 26 anos pode não acreditar no que vê hoje. Aos 12 anos ele assumiu sua homossexualidade, aos 14, virou travesti, aos 21, foi viver uma relação homoafetiva com um italiano. Só aos 26 anos resolveu deixar tudo para trás e hoje garante estar 100% restaurado do homossexualismo.

“A homossexualidade é uma conduta aprendida. Deus restaurou minha identidade e, quando ele faz isso, não há força maligna que faça voltar atrás. A pessoa precisa substituir aqueles desejos, comportamentos, amizades e a forma de falar. Tem que encher a mente com as coisas de Deus. Precisa do esforço da pessoa”, diz ele.

Em entrevista ao iG, Joide Miranda comentou o surgimento das chamadas 'igrejas inclusivas' e frisou a possibilidade de transformação de qualquer homossexual.

Após a conversão, o pastor criou a ABexLGBTT - Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que trabalha apoiando as pessoas que também querem deixar a homossexualidade. "A entidade serve para mostrar a eles que há, sim, uma resposta. Atendo há mais de dez anos essas pessoas e tenho uma metodologia que não sai da Bíblia. Não sou psicólogo, sou um estudioso da Bíblia", detalha.
Firme no posicionamento de que Deus não cria ninguém homossexual, Joide revela que também acreditava nisso antes, "mas a homossexualidade é uma conduta aprendida. Quando você conhece Deus, percebe que ele é soberano em todas as coisas. Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança? Se ele quisesse que eu vivenciasse aquele estado em que estava, tinha me feito com uma vagina", completou.
  "Que Deus é esse que faz um homem sentir prazer ao penetrar no ânus de outro homem?", indagou o pastor ao responder a existência de amor em um relacionamento entre dois homens.

Joide Miranda afirma que, de fato, é possível abandonar as práticas homossexuais, "se não fosse, a Bíblia estaria mentindo", expõe. Mas ele explica que o pecado não está 'embaixo' e sim na mente, pois alguns homossexuais deixam de se relacionar, mas se masturbam pensando em pessoas do mesmo sexo, o que continua a ser homossexualismo.

'Jesus é amor, mas é justiça', esse é o argumento do pastor que não aceita a idéia das chamadas 'igrejas inclusivas', que aceitam gays sem que precisem serem transformados e abandonarem as práticas homossexuais. "As pessoas usam a Bíblia para satisfazer a vontade da carne. Elas não querem crucificar a carne, querem viver um cristianismo sem renúncia.

O fato de as pessoas andarem com Jesus, falarem dele e abrirem igrejas não quer dizer que elas estão com Jesus", pondera, "Esses pseudopastores fundam essas igrejas dizendo que Jesus é amor, mas ele também é justiça. É mais fácil achar que Jesus é só amor e viver no pecado. A crucificação dói e muitos não querem isso".

Com informações do iG
Guiame
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