COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Após mortes de dois sem-terra, MST promete manifestações e PM afirma que não vai tolerar represálias


Após mortes de dois sem-terra, MST promete manifestações e PM afirma que não vai tolerar represálias


Luiz Carlos da Cruz, especial para a Gazeta do Povo, e Katia Brembatti, com Folhapress. Colaboraram: Fernanda Leitóles e Fabiane Ziolla Menezes
[07/04/2016] [21h38]
Atualizado em 07/04/2016 às 21h47
Pronto Socorro de Quedas do Iguaçu recebeu os feridos do conflito | Click 3
Pronto Socorro de Quedas do Iguaçu recebeu os feridos do conflito Click 3
Após as mortes de dois sem-terra em confronto com a Polícia Militar, numa área nas proximidades do acampamento Dom Tomás Balduíno, em Quedas do Iguaçu, na tarde desta quinta-feira (7), o clima era de tensão na cidade no Oeste do Paraná.
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) promete realizar várias manifestações no município. Já o tenente-coronel da PM Washington Lee Abe, do 5.º Comando Regional Militar, afirmou que a polícia não vai tolerar represálias e está preparada para agir, caso seja necessário.
Além dos mortos, seis sem-terra ficaram feridos e foram encaminhados para hospitais da região. Nenhum policial ficou ferido. De acordo com o comandante da PM, outros dois membros do MST foram detidos porque estavam armados. O restante do grupo teria se embrenhado em uma mata.
Em entrevista coletiva na noite de quinta, Lee Abe subiu o tom contra o movimento. “Só pedimos aos inocentes que se encontram lá nesse movimento – que se intitula movimento social –, que se afastem. A Polícia Militar do Paraná não vai se curvar, não vai tolerar nenhum tipo de represália e não vai tolerar nenhum tipo de infração às leis. Nós estamos lá exatamente para manter a lei e a ordem”, afirmou o policial.
Policiais de diversas regiões do estado foram deslocados para Quedas do Iguaçu e o coronel Lee Abe assumiu a coordenação das operações que serão desencadeadas na cidade após o confronto. A polícia estima que aproximadamente 10 mil sem-terra morem na região.
A Araupel não se posicionou sobre o ocorrido, segundo informou o Jornal Nacional.

Versões do conflito

Os dois lados têm versões diferentes para o conflito. Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) afirmou que os policiais foram vítimas de uma emboscada e que eles foram ao local para tentar ajudar a combater um incêndio.
O MST nega e diz que a polícia foi ao assentamento para tentar retirar o grupo, que ocupa, desde julho de 2014, as terras da Araupel. Um líder do MST disse que os membros do movimento é que foram as “vítimas de emboscada”.
Mais tarde, o tenente-coronel da PM disse que quando a corporação chegou ao local havia uma barricada no meio do caminho para impedir a chegada dos policiais ambientais. Eles pretendiam fazer um levantamento sobre possíveis impactos ambientais e até mesmo a necessidade de autuações, caso fosse necessário.
Segundo ele, oito policiais que tentavam desobstruir o local, foram atacados por disparos de arma de fogo e, então, revidaram. Ele negou a versão dos sem-terra. “Aí eu pergunto: você faz uma emboscada com oito homens ou com 40 homens? Então nós podemos ver quem é que fez emboscada para quem”, afirmou.
Já o MST acusou a polícia de impedir que pessoas entrassem no acampamento Dom Tomas Balduíno após o confronto, até mesmo para socorrer os feridos. O movimento disse também que eles foram surpreendidos por um grupo de jagunços, seguranças da empresa Araupel e também da Polícia Militar.
A Polícia Civil já abriu um inquérito para apurar os fatos.

Batalha judicial

Uma disputa envolvendo as terras da Araupel já dura 20 anos. Em 2015, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Advocacia-Geral da União (AGU) entraram com uma nova ação pedindo a nulidade do título de propriedade das terras da empresa
Segundo o Incra, a ação formulada pela Procuradoria da União e proposta pela AGU é fundamentada nas concessões realizadas no período imperial e que caducaram com o passar dos anos. O Incra argumenta que a Companhia Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, ao qual o imóvel estava vinculado, não cumpriu com as obrigações e, em 1923, ocorreu a caducidade da área.
“Portanto, a empresa Araupel ocupou irregularmente uma área que é de domínio da União”, disse à época o superintendente do Incra no Paraná, Nilton Bezerra Guedes. Araupel informou, em 2015, que atestava a legitimidade do titulo que possui.
A área reivindicada pelo Incra está ocupada por mais de quatro mil pessoas no acampamento Dom Tomás Balduíno.

“Situação no local é tensa; era uma bomba-relógio”, diz assessor fundiário

“A gente sabia que não podia ter confronto. Estávamos tentando evitar justamente isso.” A declaração é do assessor especial para Assuntos Fundiários do governo do Paraná, Hamilton Luiz Serighelli, para quem a região de Quedas do Iguaçu se assemelha a “uma bomba-relógio”, prestes a explodir a qualquer momento. Ele está viajando para a região e espera chegar no local às 22 horas desta quinta-feira.
Serighelli comenta que as informações que chegam estão desencontradas, com acusações mútuas de emboscada, e que a prioridade no momento é acalmar os ânimos. Ele conta que está conversando por telefone com várias lideranças da região, com o objetivo de que mais nenhum ato de violência ocorra nas próximas horas. Para o assessor, a concentração de pessoas na área complica a situação, que ele considera tensa. “São 12 mil acampados, mais 12 mil assentados e ainda os 36 mil moradores da cidade”, contabiliza.
O assessor afirma que, nos últimos 11 dias, a Araupel conseguiu trabalhar sem interferências do movimento sem-terra, graças a muita negociação, e que o conflito na região só vai se encaminhar para uma solução quando a Justiça Federal tomar decisões definitivas sobre a propriedade da área.

Terras Contestadas

Saiba onde ficam os assentamentos e os acampamentos do MST que envolvem a empresa madeireira Araupel:
 

LITÍGIO

A Araupel possui cerca de 30 mil hectares de terras entre as regiões de Pinhal Ralo e Rio das Cobras, espalhadas pelos municípios de Rio Bonito do Iguaçu, Quedas do Iguaçu, Espigão Alto do Iguaçu e Nova Laranjeiras. Originalmente, ela tinha cerca de 80 mil hectares, mas 49 mil hectares foram destinados aos assentamentos Ireno Alves, Marcos Freire e Celso Furtado nos últimos 20 anos. A empresa tenta a reintegração de posse de duas áreas ocupadas pelo MST nos últimos 12 meses. São os acampamentos Herdeiros da Luta e Dom Tomás Balduíno.
 

*Foi a partir de 2003 que o acampamento começou a crescer. Em 2004, saiu o título provisório da terra para o Incra.

Fonte: Incra, MST e Araupel. Infografia: Gazeta do Povo.
FONTE:
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/apos-mortes-de-dois-sem-terra-mst-promete-manifestacoes-e-pm-afirma-que-nao-vai-tolerar-represalias-3vuo9yexfu0df1cb59s54aems

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

COM OS MILITARES FUNCIONA: "Modelo de escola gerida pela PM beneficia Amazônia e Nordeste"


 

 Modelo de escola gerida pela PM beneficia Amazônia e Nordeste


Luis Dufaur (*)



A educação que é a finalidade da escola teve salto qualitativo.
Segundo informou O Globo, de 2011 para 2013 a escola estadual Prof. Waldocke Fricke de Lyra deu um salto no IDEB. Nos anos iniciais do ensino fundamental, a média subiu de 3,3 para 6,1. Nos demais, aumentou de 3,1 para 5,8, enquanto o índice de reprovação caiu de 15,2% em 2012 para zero no ano passado. 

A melhoria no desempenho apareceu também nas Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas. Órfã de pai aos 8 anos, Jennyfer da Silva Veloso, hoje com de 16, levou o bronze e uma menção honrosa na competição. Ela foi aprovada em primeiro lugar no vestibular da Universidade Estadual do Amazonas, onde começou a cursar matemática este ano.
Ela conta a dificuldade que encontrou para se adaptar por ocasião da transição da escola para o regime militar e se lembra do primeiro dia da mudança. Ela estava com o cabelo pintado, usava piercing no nariz e tinha franja. Os alunos foram levados para a quadra, onde lhes foi explicado o regulamento. Segundo ela, “explicaram tudo. Tive de tirar o esmalte e prender a franja”.
Com o tempo, prossegue, foi se acostumando e percebendo que, “aqui, realmente o que importa é o conhecimento, e não a aparência”. A escola melhorou muito com o novo modelo.
Outro medalhista foi Yuri Macedo, que garantiu a primeira medalha de ouro. Tímido, o garoto de 13 anos, aluno do 8º ano, falou da felicidade dos pais — a mãe, dona de casa e o pai, vendedor em uma fábrica de sorvetes — com a conquista. Entre os colegas, a sua popularidade de “aluno olímpico”, aumentou.
Maria do Rosário de Almeida Braga, de 54 anos, diz que é uma das poucas educadoras que continuaram no colégio depois que a PM assumiu o controle: “Aqui só fica professor que quer trabalhar. Há exigências para o aluno e para o professor. Mas o retorno é muito grande, inclusive financeiro”.
A escola Raimundo Nogueira, no conjunto Ajuricaba de Manaus, também adotou o modelo das escolas administradas pela Polícia Militar. O assédio de traficantes aos alunos, casos de violência contra os estudantes no entorno da escola e até ameaças sofridas pelos professores faziam parte dos relatos de insegurança envolvendo a escola.
Por meio de parceria entre a Secretaria da Educação e a Polícia Militar, o programa-piloto Educando com Segurança busca incentivar a disciplina e oferecer as condições ideais para o processo de ensino-aprendizagem no ambiente escolar.
Com o aval dos pais e professores, a escola passou a adotar uma cartilha com as mesmas regras dos colégios da Polícia Militar: formação antes de entrar na sala de aula, Hino Nacional e hasteamento da bandeira, rigidez no horário de entrada e cobrança maior quanto à participação dos pais no dia-a-dia da escola. 
Somam-se às atividades cívicas palestras de motivação e prevenção às drogas, apoio às atividades culturais e esportivas extraclasse, formação de grupo de escoteiro e de percussão.
Quantas crianças estão sendo estragadas, talvez para sempre, por falta de coragem dos responsáveis em pôr ordem na educação no Brasil? É claro que o coro dos direitos humanos, das ONGs e da esquerda católica não gosta da ordem nem de disciplina, preferindo a pastoral de meninos de rua, supostamente mais “democrática” e “cristã”...
Poderão eles até tentar frustrar essa iniciativa. Mas não valeria a pena dar um chega para lá nessa filosofia distorcida e prejudicial para as novas gerações?
 
          ( * ) Luis Dufaur é escritor e colaborador da ABIM





Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

segunda-feira, 23 de março de 2015

A Farda e a Democracia: "O recado das ruas foi claro: o cinza-bandeirante de nossa farda combina muito bem com as cores da Democracia"

A Farda e a Democracia

Segue abaixo artigo do Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo a respeito das manifestações de 15 de março:

A FARDA E A DEMOCRACIA

Ricardo Gambaroni – Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
No último domingo, dia 15/3, a população que foi às ruas para se manifestar realizou um desfile de colaboração e civilidade, sem qualquer impostura grave que pudesse manchar a ordem, o patrimônio ou a liberdade de expressão. Em meio ao verde e amarelo das camisas e bandeiras, lá estava a farda cinza-bandeirante do soldado paulista.
Só que, desta vez, os policiais militares foram recebidos, não com pedras e rojões, mas com uma sonora e prolongada rajada de palmas. Incontáveis gestos de carinho e admiração espocaram também pelas redes sociais. Para muitos policiais militares, as cenas serão inesquecíveis, pois o povo e a sua polícia pareciam formar, entre si, um cinturão de confiança e cordialidade nunca antes visto num passado recente. Crianças queriam selfies com os policiais, adultos pediam para entrar nas viaturas, famílias inteiras acenavam para a tropa… Enfim, foram tantos os votos de apoio que só nos resta a seguinte conclusão: a Polícia Militar ainda tem lugar no coração da comunidade.
Afinal, somos a única Instituição que está presente nos 645 municípios do Estado de São Paulo, a serviço do cidadão. Um policial militar fardado é capaz de resolver uma crise, mediar um conflito, restabelecer a paz, auxiliar um parto, salvar uma vida e trazer alívio às pessoas nos piores momentos da vida.
Pelo que vimos no último dia 15 de março, uma parcela significativa das pessoas confia em sua polícia e tem percepções positivas quando vê um militar fardado. Dentre todas as reações, porém, a mais importante é invisível aos olhos. Como assim? Ocorre que a farda da Polícia Militar ainda encarna todo o arsenal de valores éticos e morais tão fora de moda hoje em dia. O uniforme militar ostenta as marcas irremovíveis da nossa história e é bordada com o sangue dos policiais militares que perderam suas vidas para defender pessoas que sequer conheciam. Em outras palavras, a farda é tingida pela cor inconfundível do nosso caráter e dos ideais que um dia juramos defender.
O recado das ruas foi claro: o cinza-bandeirante de nossa farda combina muito bem com as cores da Democracia. Por esta razão, todos os policiais militares são concitados a continuar honrando a farda que vestem, principalmente por fazer cumprir a lei sem ferir os direitos humanos. Nunca devemos permitir que nossa farda seja manchada pela desonestidade, pela falta de decoro ou por práticas policiais censuráveis.
Que jamais troquemos nosso uniforme brunido pelo trapo imundo que veste os agressores da sociedade, os bandidos, os covardes. Estes, sim, são os que geralmente sentem repulsa ao militar fardado.
COMUNICAÇÃO SOCIAL
Última fonte: http://reaconaria.org/blog/reacablog/a-farda-e-a-democracia/

sábado, 28 de fevereiro de 2015

VÍDEO: "PM do Paraná recusa ordem do Governador Beto Richa", Assista!

PM do Paraná recusa ordem de Beto Richa

Da Redação - 26 de Fevereiro de 2015
Momento épico – PM do Paraná recusa ordem de Beto Richa de expulsar professores da ALEP e se retira do local. Professores e estudantes vão ao delírio e aplaudem em agradecimento pela compreensão e racionalidade dos profissionais da segurança.
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