O Senador por São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira Filho (São José do Rio Preto, 5 de abril de 1945) é um advogado e político brasileiro, era o responsável pela ALN (Aliança Libertadora Nacional), Grupo Terrorista responsável pelas rajadas de Metalhadora (cerca de 50 tiros ou mais) atingindo acima de 15 pessoas em frente as vitrines da ex-loja do Mappin, que para desgraçar a vida dos inocentes Brasileiros atingidos, uma bomba de alto poder destrutivo foi explodida a seguir, sobre as pessoas que haviam sido fuziladas pelos marginais comunistas comandado por este Senador. Eu e mais 20 jovens evangélicos de uma igreja da Zona Norte de São Paulo, somos testemunhas oculares deste horror cometido pelos guerrilheiros da ALN, aliada do MR-8 de Dilma Rousseff, em Agosto/1969.
Será que a Comissão da Verdade irá julgar estes cafajestes comunistas que queriam a todo custo implantar o COMUNISMO no Brasil desde a décda de 60?
Assumiu na clandestinidade o
pseudônimo Mateus. Durante muito tempo foi motorista e guarda-costas de Marighella. As ações da
Aliança Libertadora Nacional incluíram assaltos para angariar fundos que sustentariam a resistência armada. Em agosto de
1968, Aloysio Nunes participou do assalto ao
trem pagador da antiga
Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Segundo relatos da imprensa da época, a ação ocorreu sem que houvesse o disparo de qualquer tiro. Aloysio Nunes foi o motorista do carro no qual os assaltantes fugiram do local com os malotes que continham NCr$ 108 milhões(US$ 21.600), dinheiro suficiente para o pagamento de todos os funcionários da
Companhia Paulista de Estradas de Ferro[1][4]. Em outubro do mesmo ano, participou do assalto ao carro-pagador da Massey-Ferguson interceptando o veículo na praça Benedito Calixto, no bairro paulistano de Pinheiros
[5][6][7][8].
Sofrendo um processo penal em que já havia um pedido de prisão preventiva e com a possibilidade de que descobrissem algo sobre suas ações armadas, foi enviado a
Paris por Marighella utilizando um passaporte falso
[1]. Foi posteriormente identificado como guerrilheiro e condenado com base na extinta
Lei de Segurança Nacional. Pretendia realizar um treinamento de guerrilha em
Cuba, mas a gravidez de sua mulher o fez desistir. Tornou-se representante da
Ação Libertadora Nacional no exterior e coordenou as ligações desta com movimentos de esquerda de todo o mundo
[1][2][9][10]. Filiou-se ao Partido Comunista Francês em
1971[1] e negociou com o presidente Boumedienne, da
Argélia para que brasileiros recebessem treinamento militar de guerrilha naquele país.
Pôde, finalmente em
1979, regressar ao Brasil devido à promulgação da Lei de
Anistia, a qual beneficiou todos que cometeram crimes políticos de qualquer tipo, assim como aqueles que torturaram e mataram em nome da repressão, durante os anos anteriores da
Ditadura Militar.
Foi vice-governador de
São Paulo de
1991 a
1994, eleito na chapa de
Luiz Antônio Fleury Filho. Acumulou a função de vice-governador com a de secretário estadual de Negócios Metropolitanos. Assumiu provisoriamente o governo quando Fleury viajou ao exterior
[11]. Foi o primeiro ex-comunista a ocupar este cargo.
Foi secretário municipal de São Paulo durante o governo
José Serra/
Gilberto Kassab. Quando Serra foi o governador de São Paulo, Aloysio foi o chefe da Casa Civil.
No dia 3 de outubro de
2010, Aloysio foi eleito senador pelo PSDB de São Paulo com 11.189.168 votos (30,42% dos válidos), tendo superado o recorde de
Aloizio Mercadante estabelecido em
2002 como o senador mais votado no país e ficado bem à frente de
Marta Suplicy – também eleita senadora com 8.314.027 votos (22,61% dos válidos) – e
Netinho de Paula, até então os favoritos nas pesquisas.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aloysio_Nunes