COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 2 de março de 2015

VEJA O 1º LISTÃO DA PROPINA: PALOCCI, RENAN, GLEISI, LOBÃO, DELCÍDIO, SERGIO CABRAL, ROMERO, TIÃO VIANA, LINDBERGH, ROSEANA...

PALOCCI, RENAN, GLEISI, LOBÃO, DELCÍDIO, SERGIO CABRAL, ROMERO, TIÃO VIANA, LINDBERGH, ROSEANA...
VEJA O 1º LISTÃO DA PROPINA
Publicado: 19 de dezembro de 2014 às 08:17
Redação
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O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa entregou 28 políticos envolvidos no escândalo na estatal durante cerca de 80 depoimentos em âmbito de delação premiada na Operação Lava Jato, ocorridos entre agosto e setembro, segundo informações do jornal "O Estado de S. Paulo". A lista de políticos envolvidos no esquema inclui um ministro e ex-ministros do governo Dilma Rousseff (PT), deputados, senadores, um governador e ex-governadores. Na relação constam nomes de parlamentares da base aliada do governo e da oposição. Na lista dos partidos estão PT, PMDB, PSB, PSDB e PP. 

Veja abaixo a lista de Paulo Roberto Costa: 

PT 

Antonio Palocci - ex-ministro dos governos Lula e Dilma 
Gleisi Hoffmann - senadora (PR) e ex-ministra da Casa Civil 
Humberto Costa - senador (PE) e líder do PT na Casa 
Lindbergh Farias - senador (RJ) 
Tião Viana - governador reeleito do Acre 
Delcídio Amaral - senador (MS) 
Cândido Vaccarezza - deputado federal (SP) 
Vander Loubet - deputado federal (MS) 

PMDB 

Renan Calheiros - presidente do Senado (AL) 
Edison Lobão - ministro de Minas e Energia 
Henrique Eduardo Alves - presidente da Câmara (RN) 
Sérgio Cabral - ex-governador do Rio de Janeiro 
Roseana Sarney - ex-governadora do Maranhão 
Valdir Raupp - senador (RO) e 1º vice-presidente do partido 
Romero Jucá - senador (RR) 
Alexandre José dos Santos - deputado federal (RJ) 

PSB 

Eduardo Campos - governador de Pernambuco de 2007 a 2014 (morto em 2014) 

PSDB 

Sérgio Guerra - presidente nacional do PSDB de 2007 a 2013 (morto em 2014) 

PP 

Ciro Nogueira - senador (PI) 
João Pizzolatti - deputado federal (SC) 
Nelson Meurer - deputado federal (PR) 
Simão Sessim - deputado federal (RJ) 
José Otávio Germano - deputado federal (RS) 
Benedito de Lira - senador (AL) 
Mário Negromonte - ex-ministro de Cidades 
Luiz Fernando Faria - deputado federal (MG) 
Pedro Corrêa - ex-deputado federal (PE) 
Aline Lemos de Oliveira - deputada federal (SP) 

Apenas os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Benedito de Lira (PP-AL) e os deputados José Otávio Germano (PP-RS) e Simão Sessim (PP-RJ) não quiseram se pronunciar. Os demais afirmam que não é verdade. 

Iniciada em março deste ano, a Operação Lava Jato investiga o esquema de lavagem e desvios de dinheiro em contratos assinados entre empreiteiras e a Petrobras, que somam R$ 59 bilhões, considerando o período de 2003 a 2014. 

Segundo as investigações, parte desses contratos se destinava a "esquentar" o dinheiro que irrigava o caixa de políticos e campanhas no país. 

Na sétima fase da operação, a Polícia Federal prendeu 23 executivos, entre eles presidentes de empreiteiras e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, ligado ao PT. 
listao da propina 02
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=23932697678


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

ESCÂNDALO DA PETROBRÁS: "Ex-diretor envolve base de Dilma e Eduardo Campos"



Ex-diretor envolve base de Dilma e Eduardo Campos

Nomes apontados como beneficiários de corrupção na Petrobras por Paulo Roberto Costa vão de parlamentares, como Renan e Henrique Alves, a Roseana Sarney, Sérgio Cabral e Eduardo Campos, diz a revista Veja. Confira a relação dos citados por ele em depoimento, segundo a semanal



Roberto Stuckert Filho/PR
Com o macacão autografado por Dilma, Paulo Roberto deixa sua assinatura nas costas dela

A edição da revista Veja que começou a circular neste sábado traz a relação de políticos (confira abaixo) que, segundo a semanal, foram apontados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como beneficiários de um esquema de corrupção na estatal operado por ele em sua passagem pela diretoria de Abastecimento, entre 2004 e 2012. Os nomes remetem a aliados das duas candidatas que lideram as pesquisas eleitorais para a Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB).

A relação dos citados pelo ex-executivo vai dos atuais presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) – dois dos principais aliados de Dilma no Congresso – até o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em um desastre aéreo no último dia 13 e de quem Marina era candidata a vice-presidente. A participação de cada um dos mencionados ainda será objeto de investigação.

Nos depoimentos que prestou até agora à Justiça, por meio da chamada delação premiada – acordo que prevê a redução da pena do acusado em caso de colaboração efetiva com as investigações –, Paulo Roberto apontou o envolvimento dos seguintes políticos no desvio de dinheiro público da estatal:Edison Lobão (PMDB) – ministro das Minas e Energia
João Vaccari Neto (PT) – secretário nacional de finanças do partido
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara
Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado
Ciro Nogueira (PP-PI), senador e presidente nacional do partido
Romero Jucá (PMDB-RR), senador e ex-líder dos governos FHC, Lula e Dilma
Cândido Vaccarezza (PT-SP), deputado federal
João Pizzolatti (PP-SC), deputado federal
Mario Negromonte (PP), ex-ministro das Cidades, ex-deputado e atual conselheiro do TCM-BA
Sergio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio de Janeiro
Roseana Sarney (PMDB), governadora do Maranhão
Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência, morto no dia 13 de agosto em um desastre aéreo


Revista usa fundo vermelho na capa, a exemplo do que fizera em edição com depoimento de Marcos Valério sobre o mensalão em 2012
Segundo a revista Veja, Paulo Roberto entregou, ao todo, os nomes de três governadores (considerando-se aí a atual governadora Roseana Sarney e os ex-governadores Sergio Cabral e Eduardo Campos), um ministro (Edison Lobão), um ex-ministro (Mário Negromonte), seis senadores e 25 deputados, além do secretário de finanças do PT. O ex-diretor da Petrobras também confirma que houve pagamento de propina no negócio que resultou na polêmica compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. O prejuízo bilionário para a empresa brasileira com a compra da unidade norte-americana motivou a instalação da CPI da Petrobras.

De acordo com Paulo Roberto, relata Veja, algumas das maiores empreiteiras do país participavam do esquema. Segundo o ex-diretor contou, elas transferiam parte do lucro a funcionários da estatal, a partidos e políticos da base aliada para fechar contratos milionários com a Petrobras. Antes de chegar ao destino final, o dinheiro era lavado por doleiro, diz a revista.

Os números dos envolvidos pelo ex-diretor no esquema variam conforme a apuração. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Paulo Roberto disse que 32 parlamentares, um governador e cinco partidos políticos recebiam 3% de comissão sobre o valor de cada contrato da estatal. O único nome mencionado na reportagem do Estadão é o do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

De acordo com a Folha de S. Paulo, 61 congressistas e pelo menos um governador receberam dinheiro desviado da empresa. A  exemplo de Veja, a Folha cita o envolvimento direto de três partidos da base de Dilma: PT, PMDB e PP.

Por envolverem parlamentares e ministro de Estado, os depoimentos serão remetidos ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por andar andamento e julgar processos contra autoridades federais. Réu em duas ações penais – uma sobre ocultação e destruição de documentos e outra sobre corrupção –, o ex-diretor da Petrobras aceitou a delação premiada para escapar de uma pena que poderia chegar a 50 anos.

Um dos principais alvos da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, Paulo Roberto é acusado de ter recebido propina e de participar de um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. Ele está preso em Curitiba, mas, pelo acordo firmado, deverá ser posto em liberdade com uma tornozeleira assim que concluir a série de depoimentos.

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Atualizada em: 07/09/2014 ás 20:47
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