COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 7 de abril de 2014

MARCO CIVIL DA INTERNET: "Mais um passo para implantar o COMUNISMO no Brasil"

A Razão de Ser Contra o
Marco Civil da Internet
Vocês querem saber a verdade?

A questão é de confiança e credibilidade neste governo que aí está. O projeto em si é razoável e aparentemente defende direitos importantes. Até aí, estamos de acordo, apesar de em parte.

Mas tem algo obscuro e perigoso. As empresas de telecomunicações acabaram “reguladas” e já não poderão fazer o que quiserem a qualquer custo. Muito bem! Mas, que custo teremos no futuro?

A questão é que a internet sem regras governamentais ficava a mercê de problemas morais, mercantis e de usura. Entretanto, se auto regulava sem que governo nenhum se intrometesse. Na existência de problemas, a justiça decidia. Não precisava lei alguma, além das que já temos.

Se fosse um governo confiável e democrático, estaria mais ou menos certo!

A questão é: como agora existe uma lei que regulamenta e regula a internet, que garantia teremos que este mesmo governo autoritário, daqui a pouco tempo não vai fazer emendas com pretextos espúrios e censurar os conteúdos? Abre-se uma janela para em seguida haver um “Marco Civil da Imprensa”, como já existe na Venezuela, Argentina, Equador, Bolívia, Irã, Coréia do Norte e até mesmo na China.

Este governo vai, como sempre faz, impor o tal “pensamento único”; execrar quem fale mal, aponte ou denuncie as suas frequentes manobras e falcatruas. Este governo do PT, com todas as características estalinistas, vai enrolar um pouco e, posteriormente, querer mandar em tudo.

Quando futuramente emedarem a lei, a verdade afinal aparecerá. Esta história de “bonzinho e protetor” não combina com o PT. Eles, mais uma vez, com pretextos elegantes e legítimos, conseguiram aprovar uma lei para em seguida “legitimarem” as suas ilegalidades. “Pobre artigo 20” virou massa de manobra!

Quem viver verá!

Fonte: www.dizjornal.com



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Marco Civil da Internet - O ESFORÇO DO PT PARA CONTROLAR A REDE



Marco civil da Internet
(o esforço do PT por controlar a rede)
www.providaanapolis.org.br
(arquivo PDF em anexo)
Em 22 de setembro deste ano, o sítio do PT divulgou um vídeo em que o deputado federal José Guimarães (PT/CE), irmão de José Genoíno, criticava a atuação da imprensa no caso do mensalão e prometia que, após as eleições, o Partido iria controlar à força (“quer queiram quer não queiram”) os meios de comunicação no país[1]. Eis um trecho de sua fala:
“A mídia não pode ser partido político. Passadas as eleições, nós, do PT, vamos tomar uma medida, quer queiram quer não queiram: é a regulamentação da questão da comunicação no país. Nós vamos ter que enfrentar esse debate, porque foi além do limite. Nós precisamos reagir a essa ação orquestrada, às vésperas da eleição, que tem como único objetivo prejudicar o PT”[2].
O vídeo apareceu no dia seguinte à edição 2287 da revista Veja, na qual Marcos Valério fazia acusações sobre a atuação de Lula no mensalão. José Guimarães, autor do vídeo, tornou-se famoso em 2005 quando seu então assessor foi detido no aeroporto de Congonhas, em São Paulo , com R$ 200 mil em uma mala e US$ 100 mil escondidos sob a roupa íntima. Na época, o caso serviu de estopim para a saída de Genoíno da presidência nacional do PT.
Hoje, José Genoíno já está condenado pelo Supremo Tribunal Federal por formação de quadrilha e corrupção ativa relativa a pagamento de propina a parlamentares.
Passadas as eleições, o PT deseja cumprir sua promessa.  

O controle da Internet
De todos os meios de comunicação, a Internet é o que mais ameaça os interesses de um Estado totalitário. Por meio da rede mundial de computadores, é possível que qualquer cidadão tenha acesso a informações praticamente inacessíveis pelos outros meios. Uma simples navegação pelo sítio do PT demonstra não só que esse partido é comprometido com o aborto, mas também que todo candidato petista assume esse compromisso. Uma visita ao portal do Ministério da Saúde desmascara a mentira, tantas vezes repetida pelos abortistas, de que centenas de milhares de mulheres morrem a cada ano por causa de abortos “mal feitos”. O acesso ao portal da Câmara e do Senado permite monitorar a tramitação das propostas legislativas, dificultando os golpes das votações-surpresa. As notícias que a grande imprensa se recusa a publicar podem hoje ser encontradas em “blogs” mantidos e atualizados por simples internautas, sem qualquer necessidade de investimentos financeiros. Para um Partido que ostenta em sua logomarca a cor vermelha e a estrela de cinco pontas do comunismo, a Internet certamente é uma ameaça. Por meio dela - eis o grande perigo! - o povo pode exercer sua cidadania.
O projeto petista de domesticar a Internet foi apresentado pela Presidente Dilma Rousseff em 24/08/2011 e converteu-se no Projeto de Lei 2126/2011, que “estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil”. A proposição, apelidada de Marco Civil da Internet, pretende ser “um primeiro passo no caminho legislativo”[3], conforme palavras dos autores do anteprojeto entregue à presidente. Se aprovado, muitas outras medidas virão para disciplinar a rede.
Não é crível que o PT esteja preocupado em zelar pela “privacidade”, “acesso à informação” e “liberdade de expressão” dos usuários, como aparece no texto do projeto. De fato, o PT é, por sua índole, um partido totalitário. Sempre se notabilizou por cercear a liberdade dos dissidentes, por censurar as informações desfavoráveis e por impor a todos a sua ideologia. Crer que o PT cuidará para que a Internet seja livre é o mesmo que crer que a raposa cuidará bem do galinheiro ou que o cabrito será um bom vigia da horta.
O texto do PL 2126/2011, na forma do substitutivo apresentado pelo relator Alessandro Molon (PT/RJ)[4], deve ser lido com muita cautela. O importante não está nas “boas intenções” descritas (“promover o acesso da Internet a todos”, “assegurar a liberdade de expressão e evitar a censura”...), mas nas exceções previstas para os direitos, bem como nos princípios (art. 3º), fundamentos (art. 2º) eregras de interpretação (art. 6º) da lei.
Entre os fundamentos da disciplina do uso da Internet, o texto propõe os “direitos humanos” (art. 2º, II), a “pluralidade e a diversidade” (art. 2º, III). Que significam “direitos humanos”? Segundo o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), aprovado pelo Decreto 7037/2009, assinado pelo então presidente Lula e pela então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff[5], o PT considera direitos humanos: o aborto, o homossexualismo, a adoção de crianças por duplas homossexuais e a prostituição. “Pluralidade” e “diversidade” são termos insistentemente usados pelo PT para designar a aceitação de novas “orientações” sexuais e novas “formas de família”. Com base nesses fundamentos, que servem de base para a interpretação da lei (art. 6º), alguém poderia ser obrigado a retirar do ar, por exemplo, alguma matéria contrária ao aborto ou favorável à família natural. A pregação da castidade seria passível de censura por ofender os “direitos humanos” daqueles que não a praticam.
Além disso, a razão de ser da lei, embora seus defensores não o confessem, está nas exceções que ela admite. Leiamos este dispositivo aparentemente inofensivo:
Art. 9º, §3º - Na provisão de conexão à Internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados, ressalvadas as hipóteses admitidas na legislação.
O que está em negrito é o mais importante: haverá uma lei que permitirá ao governo fazer tudo aquilo que o início da frase proíbe: bloquear, monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados.
Os propagandistas do Marco Civil têm chamado a atenção para o seu artigo 15, que isenta de responsabilidade civil o provedor de aplicações por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros. O provedor só responderá se não obedecer à ordem judicial ordenando a retirada do conteúdo do ar. No entanto, é bom verificar como termina o artigo:
Art. 15. Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e evitar a censura, o provedor de aplicações de Internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.
Haverá, portanto, uma lei que fará o provedor responder pelo conteúdo hospedado mesmo antes de receber qualquer ordem judicial. Em que casos? Possivelmente em caso de matérias que ameacem gravemente a ideologia ou os interesses do Partido.
O PL 2126/2012 é cheio de referências a leis ou regulamentos que ainda não existem: “nos termos da lei” (art. 3º, VI), “nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer” (art. 7º, II), “nas hipóteses previstas em lei” (art. 7º, VI), “ressalvadas as hipóteses admitidas na legislação” (art. 9º, § 3º), “padrões definidos em regulamento” (art. 10, § 2º), “sanções cíveis, criminais e administrativas previstas em lei” (art. 10, § 3º), “nos termos do regulamento” (art. 11, caput), “ressalvadas as disposições legais em contrário” (art. 15, caput), “salvo expressa previsão legal” (art. 16, caput). Aprovar o “Marco Civil” é abrir as portas para uma avalanche de decretos, portarias, resoluções ou mesmo medidas provisórias cujo teor ignoramos.
Neste fim de ano, o PT vem fazendo um esforço enorme por votar e aprovar esse projeto, que, por sinal, tramita em regime de urgência. O mesmo PT manifestou apoio expresso à “Ley de Medios” da Argentina, em reunião de seu Diretório Nacional de 7 de dezembro deste ano, e pretende fazer uma lei semelhante no Brasil[6]. Sob o pretexto de combater os monopólios, o governo argentino de Cristina Kirchner pretende, e está conseguindo, com essa lei, obter o controle dos meios de comunicação. Brasil e Argentina caminham juntos rumo ao totalitarismo.

Para evitar essa tragédia, ligue para o Disque Câmara 0800 619 619
“Desejo enviar uma mensagem ao presidente da Câmara, aos presidentes das Comissões e aos líderes dos Partidos:
Solicito a Vossa Excelência que vote CONTRA o PL 2126/2011 (Marco Civil da Internet), que ameaça a liberdade de expressão na Internet e prepara o controle totalitário de seu conteúdo”.

Anápolis, 12 de dezembro de 2012.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.
Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

domingo, 18 de novembro de 2012

Marco civil - regulação da internet no Brasil deve ser votada nesta terça-feira


Marco civil - regulação da internet no Brasil deve ser votada nesta terça-feira:


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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Congresso vai decidir se fica do lado dos internautas ou dos lucros dos provedores de conexão

Marco Civil: Para relator, Congresso vai escolher entre internautas ou lucro das teles
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Escrito por Luís Osvaldo Grossmann, Convergência Digital, terça-feira, 13 de novembro de 2012   
Qua, 14 de Novembro de 2012 08:32
Com uma única modificação no texto do relator, o Marco Civil da Internet foi ao plenário da Câmara, mas mais uma vez não foi votado- houve acordo de líderes e o projeto será recolocado na pauta na próxima semana. O dia foi de intensas negociações.

Como prometido, o relator, Alessandro Molon (PT-RJ), fez a modificação que pretendia. No artigo relativo à neutralidade de rede, definiu que a regulamentação desse princípio será feita por Decreto, resgatando uma das versões anteriores do texto e substituindo a que chegou a ser apresentada na semana passada, que mencionava o regramento pelo Poder Executivo.


“A troca foi feita para proteger ainda mais a neutralidade. Cheguei a propor que [a regulamentação] fosse feita pela administração direta, mas o ministro [das Comunicações] Paulo Bernardo entendeu que isso permitiria que ficasse à cargo da Anatel. À Anatel cabe fiscalizar, mas não regulamentar”, afirmou o relator na manhã desta terça-feira, 13/11, em encontro com jornalistas.

De sua parte, o governo já sinalizou que quer tratar a neutralidade de rede de forma flexível, a ponto de permitir que os provedores de conexão – essencialmente as teles – possam fazer gerenciamento de tráfego e cobranças diferenciadas com base no volume de dados. Para o relator, essa ideia tem implicações nocivas ao uso da rede, a começar por uma premissa muito cara às operadoras, a livre iniciativa.

“Não queremos uma Internet em que só se veja o conteúdo de quem pagar mais, por isso proibir taxas especiais que deem preferência a determinados provedores de conteúdo. Isso protege a livre concorrência, protege quem está surgindo hoje e não pode pagar essa ‘taxa’, do contrário estaríamos congelando a Internet”, insistiu Molon. Para ele, “o Congresso vai decidir se fica do lado dos internautas ou dos lucros dos provedores de conexão”.

A prática, no entanto, vai depender muito da regulamentação posterior. O relator entende que, como está, a lei garante a neutralidade como regra, cabendo apenas normatizar as exceções. Mas com a previsão de que tal regulamentação versará sobre os “requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações”, há campo para diferentes interpretações sobre seu alcance.

Conteúdo

No texto que pode ser votado nesta terça, Molon deixou intacto o parágrafo segundo do artigo 15, que trata da remoção de conteúdos. Como regra geral, um provedor só pode ser responsabilizado se desrespeitar uma decisão judicial pela retirada, mas o parágrafo cria uma exceção para casos de violação de direito de autor – para os quais bastaria uma notificação dos interessados.

“A regra é para a liberdade de expressão. Nos casos de direito de autor, fica como já acontece hoje, sendo que esse tema será tratado diretamente em legislação específica, com a revisão da Lei do Direito Autoral”, disse Molon. Mas este é outro caso com leituras distintas – diferentes entidades, de provedores de conteúdo a defesa do consumidor, entendem que o parágrafo com a exceção seja eliminado.

O pedido foi formalmente apresentado em carta assinada por várias entidades e associações, inclusive Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência. A interpretação é que, como está, significa a adoção do modelo chamado internacionalmente de ‘notice and take down’, pois uma notificação extrajudicial teria o poder de remover conteúdos da rede.

O mais forte argumento do relator, nesse caso, é eminentemente político. “O ótimo é inimigo do bom no processo legislativo. Quatro partidos apresentaram destaques para retirar todo o artigo, caso em que cairia toda a proteção à liberdade de expressão. Simplesmente não estamos inovando nesse caso, mas deixando para ser tratado em uma lei específica de direito autoral”.
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