COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

AINDA ESTÁ VÁLIDO:"Procurador oferece documento para pais combaterem ensino de IDEOLOGIA DE GÊNERO nas escolas"

ATENÇÃO PAIS: "Procurador oferece documento para pais combaterem ensino da ideologia de gênero nas escolas"

Procurador oferece documento para pais combaterem ensino da ideologia de gênero nas escolas

Publicado por Tiago Chagas em 28 de maio de 2016 
https://youtu.be/bNA21iIgIGw


A batalha contra a implementação da ideologia de gênero nas escolas vem sendo travada em diversas frentes pelas lideranças cristãs e parlamentares da bancada evangélica. Na última semana, 25 de maio, o deputado Marcelo Aguiar (DEM-SP) apresentou um documento que permite aos pais uma forma de combater a adoção dessa filosofia nas escolas.
Trata-se de uma “notificação extrajudicial”, redigida pelo procurador da República Guilherme Schelb, para que pais e/ou responsáveis possam cobrar das Diretorias de Ensino a não implementação da ideologia de gênero nas escolas.
Segundo informações da assessoria do parlamentar, por meio desse documento os professores e administradores das escolas – públicas e privadas – serão notificados pelas famílias sobre a possibilidade de serem processados por danos morais caso lecionem matérias com conteúdo associado à ideologia de gênero.
“Caso professores e escolas se recusem a assinar o documento, há duas atitudes que os pais ou responsáveis poderão tomar para que o documento tenha validade jurídica. A primeira é se dirigir ao Cartório de Registro de Títulos e Documentos com o nome e endereço da escola, para que ela seja comunicada via cartório. A segunda é encaminhar a notificação em carta registrada com AR (aviso de recebimento) via Correios”, explica a nota no site de Aguiar.
“Esta notificação pode ser feita em três vias (a família guarda uma via e as outras são dadas à direção da escola e professores) por um familiar isoladamente ou por um grupo de pais”, acrescenta.
Marcelo Aguiar destacou que a luta contra a difusão da ideologia de gênero nas escolas vem sendo travada por cristãos evangélicos e católicos: “Em todo o país, igrejas evangélicas e católicas têm distribuído cópias dessa notificação aos fiéis. Nessas igrejas, sacerdotes incentivam a formação de grupos de pais com filhos nas mesmas escolas para a entrega conjunta das notificações. Para todo esse procedimento, não é necessária a presença de advogado”.
No entanto, o deputado alerta que o processo só deve ser movido caso obtenha-se prova de que a ideologia de gênero está sendo ensinada na escola após a primeira notificação: “Para que o pedido de indenização por danos morais seja efetivado, é preciso comprovar que a escola ou professor desobedeceram à notificação da família. Vale como prova filmagem, material didático trabalhado em sala de aula, confecção de cartazes, passeatas, filmes, apresentações teatrais, palestras ou tarefas ou exercícios pedidos aos alunos”.
“É muito importante que os pais e responsáveis, pelas crianças e adolescentes, estejam atentos aos assuntos que seus filhos tem visto nas escolas. A presença dos pais na vida escolar também é importante para o bom desenvolvimento da criança e para o bom desenvolvimento das famílias”, conclui a nota.
PARA INICIAR UMA DENÚNCIA CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO OU DIVERSIDADE SEXUAL, PROCEDA COMO EXPLICADO ABAIXO:



ADENDO ADHT: Faça uma Notificação Extra-judicial dita pelo Procurador acima, clique sobre o link acima e imprima o(s) formulário(s) desejado(s). Faça as mudanças necessárias na denúncia e envie o formulário diretamente ao MPF de sua cidade ou para o da mais próxima que tenha um, incluindo a Diretora, a Professora. Inclua também: A Prefeitura Municipal, se for escola municipal, a Secretaria da Educação se for Estadual e o MEC se for Federal. DEFENDA OS DIREITOS DE SEUS FILHOS E OS SEUS TAMBÉM!  Se precisar de algum suporte de nossa parte, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Obrigado. Rev. Alberto Thieme.

domingo, 13 de maio de 2018

Professor sofre ameaças por querer falar contra ideologia de Gênero na OAB-GO:VAMOS APOIÁ-LO!

Professor sofre ameaças por querer falar contra ideologia de Gênero na OAB-GO (13 de maio de 2018)

Curso que será ministrado nos próximos dias 19 e 26 na ESA (Escola Superior da Advocacia) da OAB-GO se tornou alvo de perseguição ideológica por um grupo de mulheres advogadas e não advogadas que entregou um nota de repúdio na sede da instituição contra a realização do evento Direito, Sociedade, Ideologia e Gênero.

A manifestação contrária ao estudo e liberdade de expressão ocorreu sem que fosse conhecido o conteúdo fruto de profunda pesquisa feita em fontes primárias, como resoluções da ONU e leitura de autoras reconhecidas pelo movimento LGBTT.
Em resposta ao ocorrido o professor ministrante Jean-Marie Lambert, professor emérito da PUC-Goiás, respondeu com um artigo que segue abaixo na íntegra.
Corão Gay para Aiatolás de Gênero …
Interessante olhar para os países em guerra. O Iraque, a Líbia ou a Palestina são uma lição de democracia, porque aprender o que convém fazer passa pelo entendimento do que não se deve fazer. E conflito armado é disso exemplo vivo, pois ninguém conversa em tal conjuntura. É só bombas sem a menor troca de ideias.
O final do enredo é geralmente mais educado, porque os combatentes acabam negociando um acordo. O problema é que terminam por onde deveriam começar, pois melhor seria trocar milhões de palavras para não ter de trocar um só tiro. Mas, costumam quebrar tudo primeiro, mesmo sabendo que terão de sentar à mesa para entender-se mais tarde ou mais cedo.
A opção democrática aposta justamente na inversão das etapas e conversa antes de jogar pedras. Garante a solução pacífica de maneira contínua e antecipada, desarmando a violência na contenda filosófica, no diálogo e na crítica. Deixa fluir o debate e não represa os problemas, porque sabe que a barragem cede no estrondo lá na frente.
Quebrar a dialética do contraditório é suicídio sistêmico que conduz fatalmente à selvageria, porque a disfunção se instala, o mal-estar se avoluma, e o que não se resolve no suave cotejo das ideias explode na rua. A liberdade de expressão é, portanto, viga mestra da civilidade laica. Constitui o direito tronco de que nascem todos os demais em questão de tempo. Sem ela, o edifício desaba. E muito preocupa ver a vertente LGBT torpedear o princípio na mídia, nos sindicatos, na universidade, na escola, na arte e em todos os ambientes de debate a plasmar a sensibilidade do eleitor e a direcionar as iniciativas do legislador.
A noção de minoria está induzindo mudanças profundas na cultura. Propõe formas novas de relacionar-se com a realidade, com o mundo e com a vida. Questiona os conceitos de ciência e de natureza. Sugere uma revisão do senso de pudor e das pautas morais. Promove uma transformação do quadro institucional matricial da família, do casamento e da filiação. Projeta a reformulação dos valores a pilotar as relações entre homem e mulher, pais e filhos ou cidadão e Estado.
A pautar-se pelos defensores do conceito, é ferramenta de mudança civilizatória e de metamorfose antropológica … o que não é pouca coisa. No mínimo, portanto, vale discutir o assunto e trocar ideias. Mas, eis que o lobby gay não deixa. E é exatamente onde reside o problema.
A ideologia de gênero funciona bem, porque incorpora o elemento da própria eficiência. Comporta um sistema imunológico que dispara na menor ameaça. Trabalha ao amparo da própria censura, mutilando a democracia para forçar a entrada. Porque, em resumo, mata a liberdade de expressão a pretexto de promover a inclusão.
A mecânica inibitória opera geralmente por rotulagem. Vale-se, na realidade, de etiquetas que interditam o uso do entendimento e que mandam apagar a luz da razão para deixar o mundo no escuro. Um é homofóbico. Outro é sexista. Um terceiro, racista, machista, preconceituoso ou misógino. E assim vai o expurgo construindo uma equação mental feita de gays e simpatizantes convencidos até a medula da própria razão … porque quem poderia eventualmente contestar já não existe.
Os termos acima não atuam como conceitos a comunicar conteúdo preciso. Funcionam antes como a buzina do Programa dos Calouros que manda parar de cantar quando o cantor desafina. Evocar uma fobia é, pois, outra forma de dizer “sai do jogo e cala a boca”.
Quem não está no mundo, não precisa falar e nem merece qualquer direito. É, desde então, a cultura mais excludente e intolerante a aparecer no panorama político dos últimos anos, pois há um chavão para cada pensamento distinto. O somatório dá meia sociedade, e resulta difícil entender quem afinal entra na diversidade. Não fica claro onde cabe a diferença daquele cuja diferença é justamente não gostar muito das diferenças propostas. De qualquer forma, as piruetas semânticas em questão abortam qualquer análise racional do fenômeno para trancar o público num pensamento único e deixar todo mundo para sempre no vago.
Preconceito é justamente um conceito formado antes mesmo de conhecer o objeto por experiência ou exame refletido. Que tal, então, um curso para juntar elementos de juízo e construir um pós-conceito devidamente fundamentado? Saber se convém entrar na onda implica obviamente esse padrão de consciência. E professor serve para isso desde as primeiras civilizações letradas. Mas, tem para expressar repúdio!
Deve haver algo a esconder.
O cenário lembra o Irã sob certos aspectos. A República Islâmica, com efeito, organiza-se em dois níveis. O primeiro é composto pelo alto escalão da hierarquia religiosa e é guardião da lei divina, enquanto o segundo configura um legislativo, executivo e judiciário nos moldes clássicos e rege os interesses mundanos.
A fisionomia não difere muito do sistema brasileiro. Porém, o plano espiritual supervisa o secular, filtrando os candidatos a postos eletivos e eliminando os registros eleitorais de quem não tem perfil corânico.
É uma regra perversa, porque deixa a classe modernizante sem voz institucional por falta de representantes, e esse universo de interesses tende naturalmente a expressar-se na rua com virulência.
Um Corão LGBT balizando a liberdade de expressão com aiatolás transgêneros a conceder ou negar certificados de conformidade não é, pois, boa ideia. Porque impedir alguém de discordar do credo gay implica proibir outro alguém de dar uma entrevista em falso com o Evangelho. Ou pressupõe aceitar de fechar a ESA a pedido de um pai de santo. O que, com certeza, não casa com pluralismo democrático.
O Brasil é laico e desconhece qualquer religião de Estado. A dogmática de gênero, portanto, se estuda como qualquer outra. O curso da OAB será, pois, oferecido a todos sem discriminação de cor, sexo, idade ou orientação sexual. Os advogados do repúdio, por sinal, estarão bem-vindos. Porque a pretensão não é entregar uma verdade revelada. Trata-se, pelo contrário, de fazer ciência. E, para tanto, toda contribuição ajuda.
Prof.Dr.Jean-Marie Lambert.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

PETIÇÃO, ASSINE: A Europa quer impor a IDEOLOGIA DE GÊNERO ao MERCOSUL

PETIÇÃO DIRIGIDA À UNIÃO EUROPEIA E AO MERCOSUL

 

A EUROPA QUER IMPOR A IDEOLOGIA DE GÊNERO AO MERCOSUL

0100.000
  57.042
 
57.042 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir100.000 assinaturas.
Estão em curso negociações para um acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).
A CitizenGO teve acesso ao texto - um documento confidencial - e identificou que o acordo inclui uma cláusula que visa “fomentar a transversalidade efetiva do gênero”, ou seja, a União Europeia só aceitará o tratado se os países do Mercosul se comprometerem a promover a ideologia de gênero. Isso é o que significa a expressão “transversalidade efetiva de gênero”.
Querem fazer isso sem nenhuma base legal, de forma silenciosa, sem que a população saiba do que estão tentando impor.
Assine a petição para enviar um e-mail à Comissão Europeia e dizer a eles que os brasileiros não aceitarão essa imposição ideológica. 

ASSINE ESTA PETIÇÃO AGORA!

Ao assinar você aceita os termos de uso da CitizenGO e sua política de privacidade, e aceita receber mensagens de e-mail sobre nossas campanhas. Você pode cancelar seu cadastro na lista a qualquer momento.
Não aceitaremos a imposição da ideologia de gênero
Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia
Caecilia Malmstrom, Comissária Europeia de Comércio
Federica Mogherini, Representante Experior da União Europeia
O novo acordo entre a União Europeia e o Mercosul contém uma cláusula que, se aprovada, incorrerá em nova obrigação para os estados signatários: “fomentar a transversalidade efetiva de gênero”.
A ideologia de gênero tem sido duramente questionada nos países do Mercosul, particularmente no Brasil.
Não há nenhuma base legal ou científica para essa imposição ideológica.
Por isso, peço que elimine do texto do acordo os conteúdos relativos à ideologia de gênero. 
…
President Juncker, Dear President Tajani, Dear President Tusk,
Dear Commissioners Mogherini and Malmstrom,
The EU/Mercosur Association Agreement currently under negotiation contains a provision that, if it is allowed to enter into force, would create a new obligation for all countries involved to "foster gender mainstreaming" as a horizontal policy.
"Gender mainstreaming" and the "gender ideology" it relates to are highly controversial not only in Latin America, but also within the EU itself. There is no scientific basis for "gender ideology". There is no legal base for "gender mainstreaming" in EU law, and there are many countries even within the EU itself that currently do not practise any such "mainstreaming".
Including a clause on "gender mainstreaming" into an international agreement would be unprecedented. It would cast into binding international law concepts and policies that are controversial within the EU itself, and which – given their status as international commitments – would subsequently be very difficult for individual Member States to get rid of, should they so choose.
Wrapping such concepts and obligations into the terms of what essentially is intended to be a trade agreement, obliging State parties to accept or reject the package as a whole, is an act of cultural colonialism.
We believe that States should be left free to decide whether they want to embrace "gender theory" or apply "gender mainstreaming". We therefore urge you to remove the reference to "gender mainstreaming" from the text that is currently being negotiated.
Atenciosamente,
[Seu nome]

sábado, 25 de novembro de 2017

Psicóloga cristã é ameaçada de morte por falar contra ideologia de gênero

Psicóloga cristã é ameaçada de morte por falar contra ideologia de gênero

Marisa Lobo diz que enfrentar a ideologia de gênero com ciência requer coragem


A psicóloga Marisa Lobo, conhecida por ser uma das maiores defensoras da “terapia de reversão da orientação sexual” de gays e lésbicas, foi convidada para fazer uma palestra na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Parte da programação do “I Ciclo de Estudos sobre Corpo Humano, Filosofia e Sociedade: Reflexões sobre aborto, drogas e gênero”, a presença de Marisa acabou provocando a ira de ativistas LGBT. Pelas redes sociais, ela vem recebendo muitas ameaças, inclusive de morte. O caso, segundo a coordenação do evento, é levado à sério e já foram tomadas as medidas legais.
Programado para acontecer dia 7 de dezembro no Auditório das Aves no Centro de Biociências (CB), a palestra da psicóloga foi transferida para outro local. A Divisão de Segurança Patrimonial da Universidade afirmou em memorando que “poderá ter dificuldades para garantir a segurança na referida manifestação após vistoria técnica, que constatou a grande diversidade de acessos, que poderá gerar dificuldade em necessidade suplementar de controle”.
A palestra da psicóloga cristã também gerou uma série de desistências por parte dos palestrantes. O organizador do evento, Bento Abreu, anunciou que o Conselho do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) emitiu uma nota de repúdio à discussão sobre uma terapia conhecida como “cura gay” na Universidade. O documento segue com as assinaturas do Consec e de outros órgãos signatários.
Abreu lamentou a reação. “O que deveria ser um ciclo de palestras com proposta de debate pacifico se tornou uma situação extremamente delicada. As pessoas tentaram de toda forma fazer que o evento fosse cancelado. Estamos lutando contra centros, estudantes e professores que fogem do debate acadêmico”.
Procurada pelo Gospel Prime, Marisa Lobo afirmou que “É lamentável que os que mais dizem defender a democracia, que dizem lutar contra a opressão e a ditadura de opinião, sejam os que mais perseguem o contraditório e, portanto, a democracia. É exatamente assim que o marxismo e a esquerda trabalha, ameaçando, desfilando ódio com ameaças de morte”.
Mesmo assim, ela não irá cancelar sua palestra: “Não tenho medo, não vou desistir de ocupar este espaço que me foi dado por alunos e professores conservadores que estão lutando pela ciência, que estão cansados da esquizofrenia coletiva que está gerando está ditadura ideológica de gênero. Eles estão com medo do meu discurso? Sabe por quê? Porque é científico e não impositivo nem proselitismo”.
A psicóloga diz que as ameaças são causadas por uma questão ideológica, não científica: “A ciência está ao meu lado, não podemos mais aceitar sermos pautados pelo que uma minoria de acadêmicos querem como sociedade. Direitos humanos é para todos, não uma bandeira ideológica das minorias contra as maiorias. Enfrentar a ideologia de gênero com ciência requer coragem e bom senso. Eu tenho os dois”.
Recentemente, na Universidade Federal da Bahia, militantes de esquerda fizeram protestos agressivos contra um evento de conservadores. Além de agressões, havia cartazes pedindo “morte aos cristãos”.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ativista de ideologia de gênero processa Marisa Lobo por denunciar estratégias da militância LGBT...Vamos DENUNCIAR isto, URGENTE!

27 de julho de 2017

Professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Leandro Colling, coordenador do grupo de estudos Cultura e Sexualidade (CUS)

A oposição feita por Marisa Lobo à ideologia de gênero e à tese que a inspira, chamada Teoria Queer, motivou um ativista LGBT a processá-la. O professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Leandro Colling, coordenador do grupo de estudos Cultura e Sexualidade (CUS), acionou a Justiça acusando a palestrante de “ofender sua honra” e “demonizá-lo”.
A motivação para o processo, segundo os autos, surgiu da citação por parte de Marisa Lobo ao professor durante uma palestra em que ela o cita como um dos principais defensores da Teoria Queer no Brasil.
Em pesquisa rápida feita no Google é possível encontrar o nome do professor Leandro Colling associado ao tema, em artigos e até um dossiê sobre sua admiração a Judith Butler, uma das principais defensoras da ideologia de gênero internacionalmente.
No processo, Colling acusa Marisa Lobo de colocá-lo “como inimigo de tudo o que é bom e justo” na palestra, o que teria causado prejuízo à sua moral em “esfera objetiva e subjetiva”.
“Não se podem negar os efeitos íntimos e intrínsecos à psique do demandante com tais ataques, especialmente quando descobre que ele é utilizado em todas as palestras da demandada Brasil afora, personificando tudo aquilo que deve ser combatido nessa guerra em que ela e outros como ela deflagraram”, argumentam os advogados nos autos.
O professor, por meio de seus advogados, alega que sua imagem sai arranhada após as declarações de Marisa Lobo, que teria feito associação dele com “temas e pautas das mais diversas pelas quais nunca militou e sobre as quais nunca escreveu”.
Em declaração feita ao Gospel+, Marisa Lobo alega que está sendo vítima de uma “tentativa de mordaça”, pois sua citação a Leandro Colling acontece a partir de seus artigos publicados na internet e acessíveis a qualquer um que pesquisar. Citações ao professor, por exemplo, foram feitas pelo jornalista Reinaldo Azevedo, à época colunista do site da Revista Veja.

Reinaldo Azevedo

O jornalista e apresentador do programa O É da Coisa, na rádio Band News FM, além de colunista do jornal Folha de S. Paulo e comentarista da RedeTV!, já escreveu sobre Leandro Colling, criticando-o por suas ideias, em tom semelhante ao usado por Marisa Lobo durante a palestra.
No vídeo que motivou o processo, Marisa Lobo cita as críticas feitas por Azevedo contra o professor universitário, mas Leandro Colling omite nos autos do processo as citações da palestrante ao jornalista.
“A Folha de hoje traz um artigo espantoso, escrito por um certo ‘Leandro Colling’, identificado como ‘professor da Universidade Federal da Bahia, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura e membro do Conselho Nacional LGBT’. Será professor de quê? Leandro deixa claro o seu propósito: ele não quer apenas a afirmação das ‘identidades’ sexuais ‘LGBTTs’, WXYZ, XPTO… Nada disso! Ele também quer ‘problematizar’ as demais identidades, compreenderam?”, questiona Azevedo, em tom crítico aos escritos do ativista.
Reinaldo Azevedo, católico, é conhecido por suas críticas contundentes, e amplia a denúncia da estratégia de Leandro Colling para justificar a defesa de sua militância: “Em particular, seu texto deixa claro, ele quer ‘problematizar a heterossexualidade’ para discutir a ‘heteronormatividade’. Ele acha que os heterossexuais vivem na ‘zona de conforto’. Certo! Leandro é do tipo que acredita que ninguém pode estar em paz com a sua sexualidade, especialmente se for hétero… Santo Deus!”, pontuou o jornalista.
“Estupidez”

No artigo publicado na Veja, Azevedo afirma que Colling, “numa manifestação de rara estupidez”, argumenta de forma equivocada na defesa de seus ideais, “contrariado a história, a psicanálise, a psicologia, a biologia, a sociologia, a Lei da Evolução…”.
Azevedo reproduz, em seu artigo, o trecho da produção de Colling que o espantou: “Ela [heterossexualidade] é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória. Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física. A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas”, escreveu o professor, em trecho reproduzido pelo jornalista.
“Num raciocínio de rara delinquência intelectual, ele conclui que, se a heterossexualidade fosse normal e/ou natural, não haveria homossexuais… E ele é professor universitário!”, protesta Reinaldo Azevedo.
Danos Morais

Colling pede reparação por danos morais contra Marisa Lobo, alegando que sua palestra – ministrada em 2011 para uma plateia cristã – pode afetar sua imagem de profissional e prejudicar suas relações “estabelecidas em função da integridade e do respeito que sempre manifestou em relação à diversidade de pensamentos”.
O pedido de indenização feito pelo professor contra Marisa Lobo é de 40 salários mínimos. No processo, os advogados de Colling também solicitam a remoção do vídeo do YouTube, assim como a proibição “do uso do nome e da imagem do autor pela ré em suas palestras”.
“Ele quer me amordaçar. Quer trazer o pensamento dele para o Brasil inteiro. Quer que se promova [a ideologia de gênero] e que ninguém questione, que ninguém o contradiga. É um ativismo político-ideológico”, resumiu Marisa Lobo.
Confira, no vídeo abaixo, a íntegra da palestra de Marisa Lobo sobre ideologia de gênero que virou alvo de processo:
FONTE: https://noticias.gospelmais.com.br/ideologia-de-genero-processa-marisa-lobo-danos-morais-91671.html 

Escreva para este psicopata comunista combatendo os pensamentos pedofilos dele. O email dele é: colling@oi.com.br

telefone do trabalho: (48)3283-7044
celular: (48)

8643-3137 


Área de Atuação: Políticas LGBT e o ativismo queer em Portugal, Espanha, Chile, Argentina e Equado


Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1996), mestrado (2000) e doutorado (2006) em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente, é professor adjunto do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) Professor Milton Santos(email e fone acima) e do Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade, ambos da Universidade Federal da Bahia(email e telefones acima). Atualmente, pesquisa as políticas LGBT e o ativismo queer em Portugal, Espanha, Chile, Argentina e Equador. Coordenador do grupo de pesquisa Cultura e Sexualidade (www.politicasdocus.com)


domingo, 18 de junho de 2017

Membro do CRP-RJ tenta intimidar Marisa Lobo em Seminário e termina desmascarado, ASSISTA!




Psicólogo ativista tenta intimidar Marisa Lobo em seminário e termina desmascarado; Assista


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Há anos a psicóloga Marisa Lobo vem enfrentando a patrulha ideológica de setores do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CFP-PR), por declarar sua fé em Jesus abertamente nas redes sociais, e militar contra a doutrinação da ideologia de gênero nas escolas. Agora, a perseguição vem se espalhando Brasil afora.
Na última segunda-feira, 12 de junho, Marisa compareceu, como convidada, a um seminário chamado “Gênero: aspectos educacionais, históricos e jurídicos”, que visava discutir as influências da chamada ideologia de gênero sobre a sociedade e as consequências possíveis.
Dentre os presentes, estavam representantes católicos e evangélicos, entre eles opProfessor Felipe Nery, da Universidade Católica S. Toribio de Mogroveja, no Peru, o juiz de direito Daniel Serpentino e o psiquiatra Italo Marsili, segundo informações do site Opinião Crítica.
No momento em que foram abertas perguntas para a plateia, um membro do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CFP-RJ) pediu a palavra e passou a encorajar os presentes a denunciarem Marisa Lobo por, supostamente, difundir os ideais da “psicologia cristã”, uma vertente que não é reconhecida no Brasil e é aderida por poucos profissionais ao redor do mundo.
Diante das acusações, Marisa Lobo interrompeu a fala do integrante do CRP-RJ e afirmou que ele estava se valendo de “comunicação ardilosa”, por distorcer suas palavras e fazendo “denunciação caluniosa” para constrangê-la.
“Você está dizendo que eu disse que sou psicóloga cristã. Sou psicóloga, e cristã. Direito constitucional, artigo 5º. [Artigo] 18 [da declaração universal] dos Direitos Humanos. E você está me constrangendo, sou eu que vou processar você”, afirmou Marisa Lobo, perguntando à plateia quem dos presentes se disporia a ser sua testemunha.
Assista:
https://youtu.be/DySe6E85eNY

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

ATENÇÃO PAIS: Fátima Bernardes defende ideologia de gênero para crianças na TV

Fátima Bernardes defende ideologia de gênero para crianças na TV

Encontro tenta mostrar crianças transgênero como algo natural



O programa Encontro, apresentado pela rede Globo pelas manhãs, abordou nesta sexta-feira (17), mais uma vez a questão das crianças transgênero. Fátima Bernardes anunciou logo no início que iria falar sobre “crianças que não se identificam com o sexo com que nasceram”.
O especialista convidado foi o psiquiatra Alexandre Saadeh, que é coordenador do Ambulatório transdisciplinar de identidade de gênero e orientação sexual do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ele fez questão de frisar que “Não tem nada de errado” com as crianças que desde cedo acreditam ter nascido “no corpo errado”. Citou ainda que atende meninos e meninas com “3 ou 4 anos de idade”.
Usando um conhecido discurso, alegou que o Ambulatório “não faz intervenção” e que cada um pode ser o que quiser, pois “criança não tem preconceito”. Para o psiquiatra, o gênero é uma construção social e mencionou que eles acompanham casos “até a entrada da puberdade”, antes de começar o tratamento hormonal, que gera mudanças no corpo.
Fatima alegou que ainda existe muito preconceito e falta de informação sobre o assunto, por isso estava apoiando uma “Campanha de aceitação e respeito”, simbolizada pelas borboletas que decoravam o cenário do programa. Também apresentou alguns dados sobre o assunto, alegando que a disforia de gênero atingiria “1 homem a cada 100 mil e uma mulher a cada 400 mil”.
Uma das convidadas era Alexsandra, mãe da Isabela, de 10 anos, que nasceu menino, mas nunca se identificou com o gênero de nascimento. Agora, apoiado pelo Ambulatório do HC de São Paulo, “assumiu” uma identidade de menina e trocou inclusive de nome.
Em seguida, foi mostrado o caso de “Renata”, um adulto transexual que afirma ter recebido todo o apoio da família para assumir essa condição aos 13 anos. Estava presente no palco o ator Ricardo Tozzi, que afirmou ver uma questão espiritual nesse tipo de situação. “Se nasceu na sua família é uma questão que você tem de desenvolver”, afirmou.
De modo geral, o programa tentou dar uma luz positiva sobre uma questão complexa, tentando mostrar que ela deveria ser vista com “naturalidade”.  A certa altura Fátima reclamou dos comentários na internet que faziam críticas ao programa por tratar desse assunto.
A média de audiência do Encontro é 10 pontos no Ibope. Se cada ponto de audiência equivale a 690 mil espectadores, portanto são cerca de 7 milhões de brasileiros ouvindo sobre mudança de sexo biológico de crianças.Pelo fato de ir ao ar no horário matutino, chama atenção de não haver qualquer alerta sobre o conteúdo.
FONTE: https://noticias.gospelprime.com.br/fatima-bernardes-ideologia-de-genero-criancas/?utm_source=onesignal&utm_medium=noticias&utm_campaign=push

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

ABSURDO: VEJA COM DISCRIÇÃO O "DEVER DE CASA" PARA ALUNOS DE 10 ANOS, EM CONTAGEM-MG

E isso que o governo do PT junto com a prefeitura de contagem está ensinando as crianças na Escola, NAO VOTEM NESSES CRIMINOSOS.
Ser de Direita é Fundamental
Crianças dessa idade?
Quem acha que esse tipo de conteúdo deve passar pela aprovação dos pais antes de ser apresentado aos alunos, compartilhe essa imagem, em apoio ao projeto Escola Sem Partido.
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