COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Você é contra todas as ditaduras ou somente algumas?


Você é contra todas as ditaduras ou somente algumas?

Fizemos um pequeno guia ilustrado sobre o tema.

ditadores
A internet está em polvorosa. COMO PODE ALGUÉM DEFENDER O REGIME MILITAR? Como defendem um regime autoritário? Como diabos enaltecem UMA DITADURA?
Sim, o ponto é importante. Mas a indignação só pode partir de quem não defende NENHUMA ditadura. Todas elas são deploráveis, todas elas são repugnantes, todas elas são vergonhosas. Ponto.
Reclamar de uma e bater palma para outra é coisa de quem não liga para assassinatos, violência, tortura e prisões arbitrárias. Apenas acha ruim quando quem faz isso não é de determinada ideologia.

domingo, 20 de dezembro de 2015

ACOMPANHE NESTES 2 VÍDEOS: PT é partido revolucionário comunista e tem por objetivo a ditadura, ASSISTA!


1).PT É PARTIDO COMUNISTA E TEM POR OBJETIVO IMPLANTAR A DITADURA COMUNISTA NO BRASIL
Aos 24min50seg e 26min10seg veja os generais do Exército Brasileiro ouvindo esta barbaridade dita por Maduro. As FFAA estão compradas?

https://www.youtube.com/watch?v=OHzlvK1x3tM





2).SOMOS O PT E JÁ DEMOS O GOLPE COMUNISTA NO BRASIL !

https://www.youtube.com/watch?v=B5XRoC5O_ac&spfreload=1

segunda-feira, 20 de abril de 2015

VEJA POR QUE OS EVANGÉLICOS VOTARAM EM DILMA...COMUNAS TRAIDORES COM PÉLES DE OVELHAS?

Um pastor ao lado de Hugo Chávez

Mas não para evangelizé-lo, mas sim para badalar o ditador sanguinário Venezuelano, veja!

Publicado originalmente no site Teologia Brasileira em 28 de julho de 2004




Entre 17 e 19 de julho de 2004 um pequeno grupo de brasileiros foi recebido pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e lhe entregou um manifesto de apoio à sua gestão e a favor de sua permanência no cargo até o final do mandato. No pequeno grupo estava o escritor Fernando Morais, autor de Olga e Chatô, o Rei do Brasil, entre outras biografias. Também estava Ariovaldo Ramos, presidente do conselho da ONG cristã Visão Mundial, pastor da Comunidade Cristã Reformada (CCR) e membro da equipe pastoral da Igreja Batista da Água Branca, ambas em São Paulo.

Uma visão impulsionou Ramos ao gesto, naturalmente alvo de receios velados e críticas abertas no meio evangélico brasileiro: "Onde tiver um cara andando nos caminhos de Jesus, mesmo que não confesse Jesus como eu confesso, o que eu puder fazer para ajudá-lo, eu vou fazer".

Partindo da constatação de que não há uma Teologia Política elaborada ou sequer discutida pela Igreja evangélica no Brasil, Ramos afasta as objeções apontando para a falta de prática do evangelho: "Chávez trouxe 10 mil médicos de Cuba, que moram nas favelas e cuidam de seus moradores. Aí as pessoas dizem: é, mas ele trouxe médicos de Cuba... Sim, mas de que outra nação ia trazer? Quem mais no mundo está disposto a esse nível de sacrifício? Deviam ser os americanos, que se dizem crentes, protestantes. Deviam ser os ingleses, os alemães, os escandinavos, tudo crente, tudo protestante, tudo gente boa. Vão os cubanos porque os cristãos não vão. Vão os cubanos porque os caras que têm a Bíblia na mão não fazem isso, os caras com Bíblia na mão querem ficar ricos".

Na entrevista abaixo, concedida domingo 25 de julho de 2004 depois do culto na CCR, Ramos afirma que uma das bases bíblicas da reforma agrária é o texto de Isaías 5.8 e que Gênesis 1 traz um modelo de administração do planeta. "A beleza do jardim é uma beleza comunitária, do conjunto. Não é pra ter uma exposição de vasos enormes com um espécime ali só pra se autopromover."

Você acha que falta uma teologia política na Igreja Brasileira? Qual a base de fé que te leva a uma atitude dessas de mostrar a cara, assinar um manifesto, ir até a Venezuela e entregar na mão do Hugo Chávez?

Eu acho que falta. A gente reduziu o Evangelho a uma questão de salvação pessoal, que não tem nenhuma implicação com o próximo, fica só um relacionamento particular entre o camarada e Deus. Um relacionamento que foi involuindo. No começo a pessoa ainda se convertia e virava servo de Deus, e aí era um negócio intimista, pessoal, mas ele queria ser santo, queria fazer a vontade de Deus, reconhecia que era filho, que tinha sido perdoado por seus pecados. E isso gerou um bocado de santo na história da Igreja. Mas aí a coisa involuiu. Continua sendo particular, pessoal, só que ao invés de ser servo de Deus, Deus que é servo dele. E aí, quer ser abençoado, vem à reunião para buscar sua bênção. O santo do passado não incluía o próximo na sua salvação, mas por querer ser servo de Deus, acabava amando o próximo. Esse agora nem inclui e nem ama, entendeu? Então, está faltando sim, nós não temos Teologia Política. A gente não tem a menor idéia de que o Evangelho é a recuperação do conceito de humanidade, e muito menos qual é o conceito de humanidade nas Escrituras.

E a minha base de fé é essa, que o Evangelho é a recuperação do conceito de humanidade, de homem coletivo, todos se responsabilizando por todos, que a vida, o planeta, são dons para a humanidade, e não para determinados indivíduos, e que qualquer movimento na História que segregue seres humanos é um movimento contra Deus. Para mim nosso papel é corrigir isso. Passa pela questão econômica, logo de cara. Passa pelo ataque à pobreza, pela recuperação da dignidade do ser humano, pela questão racial
nós temos de aprender a ver a humanidade como uma única raça, a raça humana, não tem outra raça , e pela recuperação da comunhão com o ser humano, porque ele é ser humano, não porque ele concorda comigo. Então essa é minha base de fé. Acho que é necessário que a gente apóie todos os movimentos que tentam corrigir essa anomalia, que é homens explorando homens e homens se tornando superiores a outros homens.

Como é que você encara por exemplo um cristão muito comprometido com a sua igreja na Venezuela, mas que seja frontalmente oposição ao Hugo Chavez? Outro exemplo, no Brasil: um cristão comprometido que é radicalmente contra o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) e vota em candidatos da elite com graves suspeitas de corrupção. Ou é contra as cotas para estudantes negros nas Universidades. Nessas questões pontuais, como é que você explica?

Acho que se explica justamente por esse evangelho que não considera o outro, um evangelho muito pessoal, muito particular, Deus e eu, eu e Deus, e o outro não é chamado. Isso em primeiro lugar. Em segundo lugar, é claro que o camarada tem direito de pensar diferente de mim, ele pode ser contra a reforma agrária, ser contra as cotas e isso é um direito dele. Agora, como cristão, até onde eu entendo o Cristianismo, essa pessoa vai ter dificuldades para se expilcar. Eu não tiro dele o direito de pensar diferente, mas se nós nos sentarmos pra conversar de cristão pra cristão, considerando o que Jesus Cristo ensinou, viveu, fez, eu acho que ele vai ter dificuldade de se explicar. É muito difícil um cristão explicar porque que é contra redistribuição das terras quando Isaías 5.8 diz: "Ai dos que ajuntam casa sobre casa e terra sobre terra até serem os únicos moradores do lugar".

Acho difícil um cristão que vota em um camarada declaradamente tido como corrupto quando as Escrituras dizem que a justiça tem de correr como um rio perene, que é abominação para Deus quando os príncipes subvertem o direito. É difícil entender um cristão que não queira a indenização aos que foram escravizados e que foram abandonados e marginalizados na História quando as Escrituras nos ensinam que devemos privilegiar os despossuídos, os que estavam nus, com fome, sede, os enfermos, os encarcerados, que devemos socorrer os aviltados, que devemos levantar os joelhos cansados, que devemos ser a voz dos oprimidos.

Eu acho que como cristão ele vai ter uma dificuldade para explicar isso. Como cidadão, é um direito dele, lógico. Eu vou respeitar o tempo todo, óbvio. Mas quando eu sentar com ele de irmão para irmão, eu vou perguntar "escuta, justifica isso como seguidor de Jesus, como filho de Deus, justifica pra mim esse apego à propriedade, justifica pra mim esse apego à riqueza, justifica pra mim esse apego a um sistema que é marcadamente sustentado pela exploração". Não sei, gostaria de ouvir, quem sabe uma hora que eu sente com algum desses irmãos queridos e ele me ensine coisas que eu não estou conseguindo ver. Mas pra mim é difícil.

Faça um breve relato dessa viagem. Como surgiu esse manifesto, e o que você viu lá?

O que me levou a assinar o manifesto foi, primeiro, que o Hugo Chávez é um camarada democraticamente eleito. Ele foi deposto pelas oligarquias e foi reconduzido ao poder pelo povo. Depois, tendo ido lá eu pude assistir in loco que ele realmente está fazendo uma revolução social. Ele está trabalhando pela erradicação da pobreza mesmo, construindo escolas, trouxe 10 mil médicos de Cuba que moram nas favelas e cuidam das pessoas que moram ali. Aí as pessoas dizem "é, mas ele trouxe médicos de Cuba e tal". Sim, mas de que outra nação ele ia trazer? Quem mais no mundo está disposto a esse nível de sacrifício? Deviam ser os americanos, que se dizem crentes, protestantes. Deviam ser os ingleses, que se dizem protestantes, deviam ser os alemães, que se dizem luteranos. Deviam ser os escandinavos, que são luteranos, que é tudo crente, tudo protestante, tudo gente boa. Mas parece que Jesus Cristo está enfrentando a mesma situação que enfrentou quando foi fazer a Ceia e teve de pedir para um grupo que não era seu discípulo. Quando foi entrar em Jerusalém e mandou seus discípulos buscarem o jumentinho num grupo que também não era seu discípulo, que os discípulos não conheciam. Então parece que Jesus tem gente que O segue e os Seus discípulos não conhecem. Aí os caras falam assim "é, mas justo os cubanos?". É, os cubanos porque os cristãos não vão, né? Os cubanos porque os caras que têm a Bíblia na mão não fazem isso, os caras com Bíblia na mão querem ficar ricos. Então tem de ir essa gente. Que pena que essa gente não está no nosso meio.

Chávez pegou o dinheiro do petróleo e dividiu em centros de custo, uma parte vai para a agroindústria, outra para educação, outra para infra-estrutura, outra para saúde. Vai mexer na questão da terra? Certamente. As pessoas dizem "você não pode fazer isso, por causa do direito de propriedade". Mas a Bíblia já disse "ai dos que ajuntam casa sobre casa e terra sobre terra até serem os únicos moradores do lugar". Então, que isso significa? Que tem limite. Eu não posso ter tudo que eu quero. Eu só posso ter aquilo que não imponha ao próximo ter de viver embaixo da ponte, ter de viver nos morros, em casas de papelão e de madeira, que quando chover serão soterradas e ele vai morrer. Então tem limite, tem de ter limite.

O Senhor quando disse pra gente dominar o planeta, ele botou a gente num jardim. Quando fez isso, deu um modelo. Um jardim é a capacidade de administrar todos os recursos para o bem de todos. A beleza do jardim é uma beleza comunitária. Todos os nutrientes são repartidos. Você tem a beleza do conjunto. Não é pra ter uma exposição de vasos enormes com um espécime ali só pra se autopromover. Não foi esse o modelo que Deus deu. O Senhor Jesus Cristo repartiu o pão, fez as pessoas se assentarem em comunidades pequenas, abriu espaço para o pão chegar para todos, ensinou que só o caminho da cooperação e da solidariedade alimenta todo mundo. Ele deu o tom para nós, disse o que tínhamos de construir. Onde tiver um cara andando nos caminhos de Jesus, mesmo que não confesse Jesus como eu confesso, o que eu puder fazer para ajudá-lo, eu vou ajudar.

A outra coisa que eu ouvi, segundo o pastor com quem conversei, é que 80% da Igreja evangélica na Venezuela está com Hugo Chávez. Perguntei ao pastor o motivo. Ele disse: "porque a Igreja evangélica é pobre, e os pobres estão com o Chávez". Perguntei pra ele o que era a Venezuela antes do Chávez e ele disse: "era uma grande fazenda dominada por 30 famílias". Perguntei como era essa coisa do dinheiro, porque afinal de contas a Venezuela tem 80 bilhões de barris de petróleo de reserva, então um país que tem tanto petróleo não pode ter pobreza. Aí ele disse: "entrou aqui na Venezuela nos últimos 25 anos o equivalente a 12 planos Marshall [ajuda americana para reconstruir a Europa depois da 2ª Guerra Mundial], mas 70% da nossa população está na pobreza total". Como não apoiar um sujeito que diz "vamos mudar isso"?. Vamos mudar isso, pelo amor de Deus! Não quer dizer que não vai haver ricos, mas quer dizer que não vai haver gente na miséria. Não vai haver gente morrendo e matando pra sobreviver.



segunda-feira, 2 de março de 2015

SOCIALISTAS=BANDIDOS: "Hugo Chávez depositou 12 BILHÕES no HSBC após desapropriações na Venezuela"

Hugo Chávez depositou 12 BILHÕES no HSBC após desapropriações na Venezuela


Socialista? Bolivarianos? Com o estouro do escândalo das contas do HSBC, descobriu-se que o regime chavista levou essa dinheirama para o banco agora investigado.


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Recentemente, estourou um escândalo referente a contas no banco HSBC da Suíça. Confiramaqui.
Pois, agora, descobriu-se que justamente o regime de Hugo Chávez, declarado socialista e bolivariano, colocou DOZE BILHÕES DE DÓLARES num conta até então protegida por sigilo. Com o vazamento, demonstrando que a grana entrou justamente depois das desapropriações na Venezuela, fica clara a farsa chavista.
O país é o TERCEIRO maior depositante desse esquema que vazou.

Ou nem tanto uma farsa, não é mesmo? Todo regime socialista é assim: as pessoas numa igualdade de miséria e os chefões milionários. Ou melhor, bilionários. Aguardemos as desculpas da militância (que já precisa queimar a cabeça para defender o Petrolão).

Fonte: http://www.implicante.org/blog/hugo-chavez-depositou-12-bilhoes-no-hsbc-apos-desapropriacoes-na-venezuela/

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Cadê o LAMENTO do Pr.ARIOVALDO RAMOS (TMI) sobre A MORTE DE HUGO CHÁVEZ?


(200 MUERTOS FUERON POCOS EL #4F) Libro revela el sangriento plan golpista de Hugo Chávez

Por NotiCensura : martes, febrero 17, 2015

La intentona golpista de Venezuela del 4 de febrero de 1992, insurrección militar encabezada por el entonces desconocido teniente Coronel Hugo Chávez Frías, era un complot pobremente planificado que solo podía tener éxito si los conspiradores lograban ejecutar su más funesto objetivo: el asesinato del presidente Carlos Andrés Pérez.

Y es que la conspiración dejaba en manos de la improvisación aspectos claves del levantamiento, dado a que Chávez estaba más preocupado de una delación que una eficiente coordinación de las tareas y de la actuación de las unidades comprometidas en el movimiento.

Los detalles de la insurrección militar y sus nexos con el régimen de los hermanos Castro quedaron plasmados en el libro El Delfín de Fidel, escrito por el ex comandante del Ejercito venezolano Carlos Julio Peñaloza.

El general, quien fue uno de los primeros en alertar que Chávez había conformado una logia castrista dentro de las Fuerzas Armadas, desglosa en su obra la cadena de eventos que condujeron al 4 de Febrero de 1992, para luego mostrar una radiografía del golpe, relatando las acciones de sus actores y de quienes trataron de beneficiarse políticamente desde la sombra.

“El primer paso de todo el golpe dependía de la captura, pero si lo capturaban lo iban a matar”, agregó el general, quien meses antes del golpe había arrestado a Chávez y a varios integrantes de su logia, pero éstos fueron posteriormente liberados por el propio Pérez, quien ordenó que no se interfiriera con la carrera de los oficiales hasta que se presentaran más pruebas.

La decisión de Pérez le salió sumamente caro al presidente, que luego estuvo en riesgo de ser apresado y eliminado por los mismos oficiales.

Según el libro, los golpistas tuvieron varias oportunidades para capturar el presidente, el primer de ellos fue al momento que llegó a Venezuela desde Davos.

A cargo de la operación estaba el contralmirante, Hernán Gruber Odreman, quien era el oficial de más alto cargo dentro de la conspiración, pero éste se rehusó a participar a última hora al enterarse que Caldera encabezaría la junta de gobierno en vez de él.

“Al oír el mensaje, Gruber se enardeció al saber que no sería el presidente de la junta, manifestando iracundo: ‘Esto no fue lo acordado’”.


El segundo intento de aprender a Pérez vino horas después, cuando el entonces capitán del Ejército Miguel Rodríguez Torres fue tomar la residencia presidencial, conocida como La Casona.

Ya pare ese entonces, Pérez estaba al tanto de la conspiración y había abordado un vehículo que salió de la residencia con las luces apagadas. Una vez en la calle, el vehículo presidencial aceleró hacia la autopista, sorprendiendo a Torres, quien exclamó: “Qué vaina, se me escapó el presidente”.

Torres ordenó a sus soldados disparar contra el vehículo que se marchaba a toda velocidad.

Otra oportunidad para capturar al mandatario vendría media hora después en el palacio presidencial de Miraflores, cuando los insurgentes trataron de tomarlos con vehículos blindados Dragon.

En realidad los planes contemplaban que unidades dentro del palacio se unirían a los golpistas, “esperándolos con las puertas abiertas”.

Pero esto no fue así.

“Cuando el primer Dragón se destuvo ante la reja, los centinelas [que ya estaban advertidos sobre el golpe] abrieron fuego. Para el Capitán [Antonio] Rojas Suárez, la feroz resistencia fue una sorpresa”, resalta el libro. 

“Esto indicaba que algo iba mal en relación con los previsto”, Rojas Suárez declaró posteriormente.

En medio de la feroz resistencia proveniente del palacio presidencial, Rojas Suarez y el capitán Ronald Blanco La Cruz, solicitan a Chávez que enviara refuerzos, pero el teniente coronel, que se encontraba en el cercano Museo Militar, no responde.

“En medio del fuego cruzado, Blanco La Cruz y Rojas Suarez estaban furiosos al no ver a Chávez al frente del combate. En ese momento llamaron al sargento Iván Freites y Rojas Suarez le dijo: ‘Cuando veas al maldito Chávez, mátalo’”, resalta la obra.

Al final, Pérez logra escapar, poniendo fin a toda posibilidad de éxito que tenía la intentona.

“En la concepción de Chávez, la toma de Miraflores no era una simple batalla, sino una apuesta ‘todo o nada’”, resalta Peñaloza. “El concepto era muy riesgoso porque de no capturar al presidente, el plan se desplomaría. Chávez corrió ese albur influenciado por [el general Ramón] Santeliz, quien lo convenció que gracias al factor sorpresa, la captura de CAP [Pérez] era un hecho”, redactó Peñaloza.

Pero ninguno de los conspiradores planificaron planes alternativos a ser ejecutados ante cualquier improvisto, y Santeliz –otro de los militares pertenecientes a la logia castrista--“parecía ignorar que la neblina de la guerra y los errores humanos pueden hacer fracasar hasta los mejores planes”, sentenció Peñaloza.

FUENTE El Nuevo Herald

segunda-feira, 12 de maio de 2014

O VÍDEO DIZ TUDO: "ARIOVALDO RAMOS elogiou os feitos de Hugo Chávez como grande estadista da América Latina". SERÁ?


O AMIGO E GRANDE ESTADISTA HUGO CHÁVEZ, SEGUNDO OS PALESTRANTES DA TEOLOGIA DA MISSÃO INTEGRAL E PARTICULARMENTE ARIOVALDO RAMOS, PODERIA SER ELOGIADO POR UM PASTOR? 

FOI ELE QUEM IMPLANTOU O COMUNISMO NA VENEZUELA. VEJA COMO ELES ESTÃO HOJE!

Compare as falas de Ariovaldo Ramos, Ed Rene Kivitz, Ricardo Gondim e toda a turma de Preletores da TEOLOGIA DA MISSÃO INTEGRAL.

https://www.youtube.com/watch?v=Z7VRDm-IJAQ


sexta-feira, 9 de maio de 2014

Estudantes da Venezuela pedem socorro ao Brasil: Resposta do governo de Dilma Rousseff: SILENCIO!

9 de maio de 2014



Estudantes da Venezuela pedem socorro ao Brasil


Estudantes da Venezuela pedem socorro ao Brasil

Resposta do governo de Dilma Rousseff: silêncio

Julio Severo
Líderes estudantis venezuelanos vieram ao Brasil para revelar os graves abusos de direitos humanos cometidos pelo sucessor de Hugo Chávez, Nicolás Maduro. Eles também denunciaram a intromissão de Cuba na Venezuela. O objetivo de sua curta missão no Brasil é bem simples: pedir socorro ao Brasil.
Jovens venezuelanos com Dra. Damares Alves
Os jovens que vieram foram:
Gabriel Lugo: presidente do Centro de Estudantes de Arquitetura da Universidade Central da Venezuela, campus de Barquisimeto.

Eusebio Costa: presidente de Centro de Estudantes da Universidade Católica Santa Rosa, de Caracas.

José Martínez: conselheiro da Faculdade de Ciências Jurídicas e Políticas da Universidade Central da Venezuela, Caracas.
Eles chegaram ao Brasil na segunda-feira à noite. Na terça-feira, estiveram na Universidade de São Paulo (USP). Ali, estudantes brasileiros a favor do chavismo protestaram contra os jovens venezuelanos e houve certa tensão.
Eles vieram ao Brasil com muito sacrifício. Outros estudantes na Venezuela fizeram vaquinhas e pessoas da sociedade também ajudaram para que eles pudessem comprar a passagem
Eles viriam em cinco, mas um foi preso antes de embarcarem para o Brasil e outro, receoso, não embarcou. No final, só vieram três.
Eles vieram para buscar ajuda na USP e no Congresso Nacional. Devido ao radicalismo esquerdista na USP, o grito de socorro deles mal foi ouvido.
No Congresso eles só tiveram apoio e espaço, além do PSC, graças à intervenção do Dep. Aroldo Oliveira e da Dra. Damares Alves. Com a documentação dos jovens, o deputado denunciou da tribuna (neste vídeo http://youtu.be/VG39uyvGRUA) o massacre de cidadãos venezuelanos nas mãos de um dos regimes mais tirânicos do continente americano.

Segundo sua denúncia, desde a instalação do regime chavista na Venezuela mais de 200 mil venezuelanos foram mortos.
Através da voz do Dep. Arolde, o grito de socorro de três jovens cristãos venezuelanos foi ouvido dentro do Congresso Nacional.
A agenda e organização desses estudantes em Brasília foi feita pelo Partido Social Cristão (PSC). Tudo cuidadosamente planejado e mantido em sigilo, para que tanto o governo venezuelano quanto seus aliados no governo brasileiro não impedissem a missão dos jovens em Brasília
Com a ajuda do Pastor Everaldo Dias e outros líderes dos PSC, os estudantes da Venezuela se encontraram com vários deputados e senadores, inclusive com o presidente do Senado e o presidente da Câmara dos Deputados, e depois foram defendidos, em Plenário, por senadores que pediram ao ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, proteção em sua volta para casa.
— Eles denunciam que do nosso país são enviadas armas, armas fabricadas no Brasil, que estão sendo vendidas à Venezuela e utilizadas na repressão às manifestações populares naquele país — informou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR).
Alvaro Dias pediu ao ministro que acione a Embaixada do Brasil na Venezuela para receber os três estudantes já no aeroporto de Caracas, no próximo sábado (10), quando eles retornam a seu país. Segundo o senador, por terem vindo ao Brasil denunciar os abusos do governo venezuelano, eles estão sujeitos tanto ao risco de violência, como ao de serem presos ilegalmente, assim que chegarem em casa.
— O governo brasileiro tem a obrigação de estender a mão ao povo venezuelano nesta hora tão difícil — cobrou o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), acrescentando que os estudantes vieram ao Brasil em uma atitude de desespero, na tentativa de evitar mais mortes em seu país.
Em Plenário, o senador Magno Malta (PR-ES) cobrou da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) que ouça os relatos dos três jovens. Eles contaram aos parlamentares que mais de 250 mil pessoas morreram nos últimos 12 anos e que o país enfrenta hoje repressão e escassez de alimentos.
— O que faremos? Tiramos uma foto com eles e não fazemos nada? — questionou.
Por onde passaram no Congresso, os jovens pediram socorro.
Eles denunciaram que a Venezuela vem sofrendo intromissões escandalosas de Cuba, inclusive com a presença de agentes das Forças Armadas cubanas dentro do Exército venezuelano, desde o governo de Hugo Chávez [1999-2013].
“A participação de Cuba vem de muito tempo. Hoje temos bandeiras cubanas içadas em instituições públicas na Venezuela. A ingerência militar cubana é anticonstitucional. Nenhum país pode permitir outro país de mandar no seu próprio exército,” disse Gabriel Lugo.
Eles também denunciaram a importação de médicos cubanos à Venezuela — modelo também adotado no Brasil em 2013 pelo governo de Dilma Rousseff.
Para assistir ao pedido de socorros dos jovens venezuelanos, clique nestes links:
Pessoas inocentes estão morrendo na Venezuela e o povo brasileiro precisava saber a verdade.
Há anos o regime chavista está assassinando pessoas, e um dos grandes representantes evangélicos do Brasil, Ariovaldo Ramos, visitou a Venezuela duas vezes no passado para dar apoio ao ditador Hugo Chávez. No ano passado, Ariovaldo lamentou publicamente a morte do ditador, dizendo: “o melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”
Se esse elogio tivesse vindo de Fidel Castro, a múmia ditadora de Cuba, ninguém estranharia. Mas vindo de um pastor reformado que tem amplo espaço em meios reformados, presbiterianos e calvinistas — inclusive a Universidade Presbiteriana Mackenzie, considerada por alguns como bastião de indeterminado conservadorismo — é de assustar.
Em vez de dar espaço para evangélicos esquerdistas como Ariovaldo, Ricardo Bitun e outros, o Mackenzie bem que poderia dar oportunidade para os três jovens venezuelanos. Assim, eles não precisariam ser repudiados por estudantes esquerdistas da USP, os quais desconhecem o que é viver num regime que mata os inocentes e tapa a boca das vítimas.
Gabriel Lugo, Eusebio Costa e José Martínez conseguiram, totalmente desprotegidos e agora ameaçados por seu governo, vir ao Brasil e quebrar o silêncio imposto por uma tirania comunista. Eles mostraram ao Brasil que Hugo Chávez e seu legado político infernal não deixaram o mundo melhor. E, definitivamente, não deixaram a Venezuela melhor.
De acordo com a Folha de S. Paulo, Lugo disse acreditar que, se os brasileiros soubessem das violações de direitos humanos na Venezuela, não deixariam o governo do Brasil apoiar o chavista Nicolás Maduro. “Acredito que o Poder Executivo do Brasil não recebe as informações verdadeiras do que se passa na Venezuela. Se recebe está errado em apoiar esse regime ditatorial [de Maduro],” disse Lugo.
O Congresso Nacional agora tem as informações necessárias para cobrar a indecente união do governo brasileiro com o governo venezuelano.
O que se espera agora é que o Congresso não se omita nem seja conivente com a mortes e com a violação de direitos humanos na Venezuela.
A vinda dos jovens ao Brasil, durando de segunda até a próxima sexta, tem sido a maior manifestação de venezuelanos fora da Venezuela.
A Dra. Damares disse: “Temo pela vida do Gabriel, do Vicente e do Eusébio no retorno, são meninos, são tão jovens, mas movidos por uma coragem invejável. O PSC fez uma favor à Venezuela, ao Brasil e ao mundo.”
Com informações de Damares Alves, Agência Senado e Folha de S. Paulo.
Leitura recomendada:

quinta-feira, 13 de março de 2014

URGENTE: a Venezuela sangra nas ruas; cabe perguntar: onde está Ariovaldo Ramos?

URGENTE: a Venezuela sangra nas ruas; cabe perguntar: onde está Ariovaldo Ramos?

Por Thiago Cortês em 15 de fevereiro de 2013
URGENTE: a Venezuela sangra nas ruas; cabe perguntar: onde está Ariovaldo Ramos?
Norma Braga conclama os evangélicos a orar pela Venezuela que, neste momento, vive uma crise institucional de proporções dramáticas. O povo foi às ruas enfrentar o regime revolucionário implantado por Hugo Chávez e herdado por Nicolás Maduro.
Reforço o apelo, trazendo ao leitor um breve resumo do que lá ocorre. Em seguida, lembro o apoio do pastor Ariovaldo Ramos ao regime revolucionário implantado por Chávez.
Enquanto escrevo este artigo, leio notícias sobre a erupção da violência em Caracas, Chacao e outras cidades onde milhares de venezuelanos estão sendo duramente reprimidos pelo governo Maduro, que tem feito uso de violência letal para dispersar os protestos.
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O Alto-Comissariado para Direitos Humanos da ONU alertou ontem para o risco de um ciclo de violência na Venezuela. Na contagem oficial de vítimas, os protestos em massa contra o governo bolivariano já deixaram três mortos, cerca de 70 presos e 66 feridos.
Não se sabe, contudo, quantos venezuelanos já morreram, foram feridos ou estão presos porque o fluxo de notícias está sendo bloqueado pelo regime bolivariano.
Por ordem expressa do ditador-em-chefe Nicolás Maduro, foram bloqueadas imagens de usuários da Venezuela que usam a ferramenta para atualizar o mundo sobre o que ocorre por lá. O Twitter confirmou que o regime bolivariano bloqueou o envio de imagens.
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Antes do bloqueio, o mundo soube pelos manifestantes que uma das vítimas das tropas do governo em Caracas foi o estudante Bassil Alejandro Dacosta, de 24 anos. Ele foi atingido por um tiro na cabeça. Um jovem cujo único crime foi protestar contra o regime revolucionário.
Há relatos de outras vítimas fatais que não são contabilizadas pelo governo porque foram assassinadas por forças paramilitares – por obra do então presidente Chávez foram criadas na Venezuela milícias que defendem o país de “espiões e traidores da Pátria”.
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Manifestantes são terroristas?
O governo Nicolas Maduro está fazendouso de uma “lei antiterrorismo” – bastante semelhante a um projeto de lei que deve ser aprovado pelo Congresso brasileiro – pra realizar prisões em massa de oposicionistas.
A ONU criticou a classificação de “terrorismo” usado pelo regime bolivariano para processar os manifestantes. O manifestante considerado “terrorista” pode ter sua prisão imediatamente decretada, sem passar por processo ou ser ouvido em tribunal.
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O “presidente” Nicolás Maduro não admite o fato de que povo, espontaneamente, foi às ruas para exigir mudanças políticas. Como todo bom fascista, ele prometeu usar todo o poderio militar do Estado para submeter o povo à ordem revolucionária.
Em discurso transmitido por cadeia de rádio e televisão, Maduro chamou as manifestações de “golpe de Estado em curso” e prometeu que “a revolução bolivariana vai triunfar”. O presidente disse ter dado “instruções muito claras às forças de segurança” e ameaçou prender os manifestantes.
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Pastor brasileiro apoiou regime chavista
Nos idos dos anos 2000, eu entrevistei o pastor Ariovaldo Ramos durante programação na Faculdade Latino Americana de Teologia Integral (FLAM) para a revista “GENTE S/A”, que parou de circular. Na época, ele via Chávez como “democrata” que lutava contra uma oposição brutal e golpista.
Ariovaldo era um entusiasta da democracia plebiscitária de Chávez. O pastor brasileiro entendia que o regime bolivariano seria um oásis de democracia genuína e igualdade social na América Latina assaltada pelo FMI e pelos caudilhos da direita.
Em 2004, o pastor integrou uma comitiva de brasileiros que foi à Venezuela prestar apoio ao regime bolivariano. O grupo foi recebido pelo próprio Hugo Chávez, a quem entregou um manifesto de apoio.
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É claro que para construir esta bonita e épica narrativa, no qual um populista ascende ao poder para libertar a Venezuela das injustiças sociais, Ariovaldo Ramos tinha que ignorar alguns fatos bastante desagradáveis na biografia de Chávez.
A história política de Hugo Chávez começou na fracassada tentativa de golpe contra o presidente Carlos Andrés Pérez em fevereiro de 1992. O episódio deixou 17 soldados mortos e 50 feridos. Chávez admitiu em rede nacional a autoria do golpe.
O governo “revolucionário” de Chávez foi marcado pela censura à imprensa, a perseguição aos opositores do regime, pelo controle das informações, acusações de manipulação, etc.
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Nada disso impediu que, após a morte de Chávez, o pastor Ariolvado Ramos reafirmasse sua admiração ao caudilho esquerdista:
“Todos os que, em todo lugar, lutam pela erradicação da pobreza, pela emancipação do ser humano, e por justiça e acesso ao direito para todos, tiveram, em Hugo Chávez, uma referência de compromisso para com o pobre, para com o despossuído, para com o injustiçado.
Eu, que aprendi a agradecer à Trindade, O Deus do Universo, em Cristo Jesus, por tudo, agradeço pelo privilégio de ter convivido com essa personalidade de minha geração, com quem tive o privilégio de estar por duas vezes.”
A Venezuela pela qual Chávez tanto lutou é uma realidade hoje: um país polarizado, dos ricos contra os pobres, do governo contra a mídia, do exército contra o povo, no qual os opositores do regime, mais do que traidores, são caçados como terroristas.
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"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."
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Formado em sociologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP) de São Paulo, trabalha como jornalista há mais de dez anos e atualmente trabalha como assessor. Escreve periodicamente no blog: http://soudescortes.blogspot.com.br

terça-feira, 25 de junho de 2013

OLHA AÍ O PERIGO...ATENÇÃO:REPETINDO O QUE FEZ HUGO CHAVEZ NA VENEZUELA....

O PT E OS COMUNISTAS FICARAM QUIETOS DURANTE TODAS AS PASSEATAS, DE REPENTE, COMO NO COMUNISMO, SURGIRÁ UMA SALVADORA DA PÁTRIA AMADA BRASILEIRA...TU ÉS MÃE GENTIL, DILMA ROUSSEFF. CUIDADO, GENTE. É HORA DE MUITA ATENÇÃO, POIS O BRASIL PODERÁ ESTAR PERTO DE SE TORNAR NUMA GRANDE CUBA COM 198 MILHÕES DE MISERÁVEIS E 2 MILHÕES DE RICASSOS. 

Dilma vai convocar plebiscito para realização de uma reforma política no Brasil

24/6/2013 17:40
Por Redação - de Brasília

Dilma fala em reunião com governadores e ministros
Dilma fala em reunião com governadores e ministros
A presidenta Dilma Rousseff conversou com integrantes do Movimento Passe Livre, na tarde desta segunda-feira, sobre as exigências dos manifestantes quanto às medidas necessárias a garantir o direito de ir e vir da população. Mas os segmentos políticos do governo trataram de um assunto mais espinhoso, que é a consistência da base aliada no Congresso, após o tsunami das ruas que varreram as casas legislativas de Brasília e Rio de Janeiro.
Diante de 27 governadores e 26 prefeitos de capitais brasileiras, Dilma falou em um plebiscito para tratar de uma “ampla e profunda reforma política” no país, como forma de melhorar o equilíbrio de forças no Parlamento após as passeatas que, ao longo dos últimos dias, têm levado milhões de brasileiros às ruas, com as mais diversas exigências junto aos setores públicos brasileiros.
Dilma lembrou que a reforma política “já entrou e saiu da pauta do país por várias vezes” e nunca chegou a termo, mas afirmou que é hora de romper o impasse com a realização de um plebiscito popular para a formação de uma constituinte específica.
– O Brasil está maduro para avançar. Não quer ficar parado onde está – afirmou a presidenta.
Pactos populares
Além da questão política, foram tratados pela presidenta temas como o equilíbrio fiscal, para o controle da inflação e a garantia de investimento na economia brasileira, as mudanças no segmento de transportes, saúde e educação.
Dilma iniciou seu discurso aos governadores e prefeitos presentes no Palácio do Planalto com a exigência de um pacto pelo equilíbrio fiscal no país, de forma a assegurar o crescimento da economia. Ainda assim, ela propôs um investimento de R$ 50 bilhões em mobilidade urbana, além da manutenção das desonerações fiscais iniciadas em 2003, ainda no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para a saúde, Dilma propôs o incentivo aos médicos brasileiros para que trabalhem no interior e nas áreas mais pobres do país e a contratação de médicos estrangeiros caso nenhum profissional brasileiro se interesse pelas vagas oferecidas.
– A saúde do povo brasileiro deve prevalecer sobre quaisquer interesses – pontuou a presidenta.
Na educação, Dilma voltou a propor que todos os recursos conseguidos com o pré-sal sejam destinados ao segmento, com apoio dos governadores e prefeitos das cidades que se beneficiem com este recurso natural.
Quanto às manifestações, Dilma reafirmou seu repúdio à violência de “vândalos e arruaceiros” nas recentes manifestações, mas advertiu que é importante ouvir “as vozes democráticas que saem, emergem das ruas, e que pedem mudanças”.
– É preciso saber escutar. É preciso que todos, sem exceção entendam esses sinais com humildade e acerto. Se aproveitarmos bem o impulso dessa nova energia política, poderemos fazer (muito mais) de forma mais rápida – frisou.
Voz do MPL
No final da manhã, Dilma reuniu-se com representantes do Movimento Passe Livre (MPL), um dos grupos que organizaram as manifestações em São Paulo contra o aumento da tarifa do transporte público. Compareceram ao Palácio do Planalto, representando o MPL, Matheus Nordon, Marcelo Hotimsky, Mayara Vivian e Rafael Siqueira.
Além da presidenta, do lado do governo, participam os ministros das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, a secretária Nacional da Juventude, Severine Macedo, e o secretário-executivo da Secretaria-Geral, Diogo de Sant’ana.
No programa Café com a Presidenta desta segunda-feira, Dilma também retomou os principais pontos abordados na principal reunião do dia, como a necessidade de se aproveitar a força das manifestações para acelerar as realizações no país.
– Se aproveitarmos bem o impulso desta nova energia política, poderemos fazer, melhor e mais rápido, muita coisa que o Brasil ainda não conseguiu realizar por causa de limitações políticas e econômicas. Mas, se deixarmos que a violência nos faça perder o rumo, estaremos não apenas desperdiçando uma grande oportunidade histórica, como também correndo o risco de colocar muita coisa a perder. Como presidenta, eu tenho a obrigação tanto de ouvir a voz das ruas, como dialogar com todos os segmentos, mas tudo dentro dos primados da lei e da ordem, indispensáveis para a democracia – afirmou.
Dilma pontuou que o Brasil não aceitará que “uma minoria violenta destrua o patrimônio público e privado, tentando levar o caos aos principais centros urbanos do país”.
Contato com o povo
Para o jornalista Gilberto Maringoni, da agências brasileira de notícias Carta Maior, “os encontros (da presidenta com os movimentos populares) podem significar várias viradas tanto no comportamento do governo, quanto na atuação dos movimentos que sacudiram o país nas últimas duas semanas. Podem também representar a superação de uma fase do chamado lulismo. Sublinho o verbo “poder”.
“A presidenta parece ter saído de um período de governo pretensamente ‘técnico’, exaltado pela mídia como um salto adiante em relação ao seu antecessor. Durante dois anos e meio, Dilma governou principalmente a partir de planilhas e modelagens de metas e desempenhos. Dirigir um país seria algo como gerenciar um empreendimento que já está com suas engrenagens e rumos azeitados, bastando apertar um parafuso aqui e outro ali”, afirmou, em artigo publicado nesta segunda-feira.
Ainda segundo Maringoni, o “contato com o povo e o mundo político foi feito, no mais das vezes, através de intermediários e de pesquisas quantitativas e qualitativas. Algo próprio de quem não tem muita familiaridade com a política estrito senso”.
“Algo bem diverso da atuação do ex-presidente Lula em seu segundo mandato (2007-11). O então mandatário – depois da crise do mensalão – usou e abusou de visitas a todo o país e deixou de conceder entrevistas exclusivas a órgãos de imprensa que o atacavam impiedosamente. Passou a dar coletivas a torto e a direito, em quase todas as manifestações públicas e a falar mais. Desceu dos palanques para apertar mãos e cumprimentar os que acorriam a inaugurações e atividades oficiais”.
“Dilma faz um governo de gabinete. Justamente o que está sendo criticado nas manifestações. Pode ser que a presidenta tenha descoberto que nada substitui a política na atividade administrativa”, afirmou o articulista.
Manifestação
Ainda nesta manhã, o MPL divulgou a Carta Aberta do Movimento Pase Livre São Paulo à Presidenta, a qual o Correio do Brasil publica, a seguir, na íntegra:
“À Presidenta Dilma Rousseff,
Ficamos surpresos com o convite para esta reunião. Imaginamos que também esteja surpresa com o que vem acontecendo no país nas últimas semanas.
Esse gesto de diálogo que parte do governo federal destoa do tratamento aos movimentos sociais que tem marcado a política desta gestão. Parece que as revoltas que se espalham pelas cidades do Brasil desde o dia seis de junho tem quebrado velhas catracas e aberto novos caminhos.
O Movimento Passe Livre, desde o começo, foi parte desse processo. Somos um movimento social autônomo, horizontal e apartidário, que jamais pretendeu representar o conjunto de manifestantes que tomou as ruas do país. Nossa palavra é mais uma dentre aquelas gritadas nas ruas, erguidas em cartazes, pixadas nos muros. Em São Paulo, convocamos as manifestações com uma reivindicação clara e concreta: revogar o aumento.
Se antes isso parecia impossível, provamos que não era e avançamos na luta por aquela que é e sempre foi a nossa bandeira, um transporte verdadeiramente público. É nesse sentido que viemos até Brasília.
O transporte só pode ser público de verdade se for acessível a todas e todos, ou seja, entendido como um direito universal. A injustiça da tarifa fica mais evidente a cada aumento, a cada vez que mais gente deixa de ter dinheiro para pagar a passagem.
Questionar os aumentos é questionar a própria lógica da política tarifária, que submete o transporte ao lucro dos empresários, e não às necessidades da população.
Pagar pela circulação na cidade significa tratar a mobilidade não como direito, mas como mercadoria. Isso coloca todos os outros direitos em xeque: ir até a escola, até o hospital, até o parque passa a ter um preço que nem todos podem pagar.
O transporte fica limitado ao ir e vir do trabalho, fechando as portas da cidade para seus moradores. É para abri-las que defendemos a tarifa zero.
Nesse sentido gostaríamos de conhecer o posicionamento da presidenta sobre a tarifa zero no transporte público e sobre a PEC 90/11, que inclui o transporte no rol dos direitos sociais do artigo 6o da Constituição Federal.
É por entender que o transporte deveria ser tratado como um direito social, amplo e irrestrito, que acreditamos ser necessário ir além de qualquer política limitada a um determinado segmento da sociedade, como os estudantes, no caso do passe livre estudantil.
Defendemos o passe livre para todas e todos!
Embora priorizar o transporte coletivo esteja no discurso de todos os governos, na prática o Brasil investe onze vezes mais no transporte individual, por meio de obras viárias e políticas de crédito para o consumo de carros (IPEA, 2011). O dinheiro público deve ser investido em transporte público!
Gostaríamos de saber por que a presidenta vetou o inciso V do 16º artigo da Política Nacional de Mobilidade Urbana (lei nº 12.587/12) que responsabilizava a União por dar apoio financeiro aos municípios que adotassem políticas de priorização do transporte público. Como deixa claro seu artigo 9º, esta lei prioriza um modelo de gestão privada baseado na tarifa, adotando o ponto de vista das empresas e não o dos usuários.
O governo federal precisa tomar a frente no processo de construção de um transporte público de verdade. A municipalização da CIDE, e sua destinação integral e exclusiva ao transporte público, representaria um passo nesse caminho em direção à tarifa zero.
A desoneração de impostos, medida historicamente defendida pelas empresas de transporte, vai no sentido oposto. Abrir mão de tributos significa perder o poder sobre o dinheiro público, liberando verbas às cegas para as máfias dos transportes, sem qualquer transparência e controle. Para atender as demandas populares pelo transporte, é necessário construir instrumentos que coloquem no centro da decisão quem realmente deve ter suas necessidades atendidas: os usuários e trabalhadores do sistema.
Essa reunião com a presidenta foi arrancada pela força das ruas, que avançou sobre bombas, balas e prisões. Os movimentos sociais no Brasil sempre sofreram com a repressão e a criminalização. Até agora, 2013 não foi diferente: no Mato Grosso do Sul, vem ocorrendo um massacre de indígenas e a Força Nacional assassinou, no mês passado, uma liderança Terena durante uma reintegração de posse; no Distrito Federal, cinco militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) foram presos há poucas semanas em meio às mobilizações contra os impactos da Copa do Mundo da FIFA. A
resposta da polícia aos protestos iniciados em junho não destoa do conjunto: bombas de gás foram jogadas dentro de hospitais e faculdades; manifestantes foram perseguidos e espancados pela Polícia Militar; outros foram baleados; centenas de pessoas foram presas arbitrariamente; algumas estão sendo acusadas de formação de quadrilha e incitação ao crime; um homem perdeu a visão; uma garota foi violentada sexualmente por policiais; uma mulher morreu asfixiada pelo gás lacrimogêneo. A verdadeira violência que assistimos neste junho veio do Estado – em todas as suas esferas.
A desmilitarização da polícia, defendida até pela ONU, e uma política nacional de regulamentação do armamento menos letal, proibido em diversos países e condenado por organismos internacionais, são urgentes.
Ao oferecer a Força Nacional de Segurança para conter as manifestações, o Ministro da Justiça mostrou que o governo federal insiste em tratar os movimentos sociais como assunto de polícia. As notícias sobre o monitoramento de militantes feito pela Polícia Federal e pela ABIN vão na mesma direção: criminalização da luta popular.
Esperamos que essa reunião marque uma mudança de postura do governo federal que se estenda às outras lutas sociais: aos povos indígenas, que, a exemplo dos Kaiowá-Guarani e dos Munduruku, tem sofrido diversos ataques por parte de latifundiários e do poder público; às comunidades atingidas por remoções; aos sem-teto; aos sem-terra e às mães que tiveram os filhos assassinados pela polícia nas periferias.
Que a mesma postura se estenda também a todas as cidades que lutam contra o aumento de tarifas e por outro modelo de transporte: São José dos Campos, Florianópolis, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Goiânia, entre muitas outras.
Mais do que sentar à mesa e conversar, o que importa é atender às demandas claras que já estão colocadas pelos movimentos sociais de todo o país. Contra todos os aumentos do transporte público, contra a tarifa, continuaremos nas ruas! Tarifa zero já!
Toda força aos que lutam por uma vida sem catracas!
Movimento Passe Livre São Paulo
24 de junho de 2013″.
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