COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 4 de abril de 2016

quinta-feira, 12 de março de 2015

VEJA ALGUMAS DAS TRAPAÇAS DO PT PARA TENTAR CALAR AS REDES SCIAIS E A MÍDIA!

Músico denuncia como o PT controla, manipula e censura o Facebook e outras redes sociais; veja vídeo



Delegado se revolta e desabafa contra o PT; assista ao vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=3MBSvRFV1Aw&list=UU65OaKMLtpEUs9BiLSb_u1g





PT CENSURA O CANAL "FICHA SOCIAL"
https://www.youtube.com/watch?v=NcgQg66PIiM



ARTISTAS SE UNEM CONTRA CENSURA GOVERNAMENTAL
https://www.youtube.com/watch?v=cqX2hJQF7Wg


PT MOSTRA VIÉS TOTALITÁRIO AO TENTAR PROIBIR ADESIVOS "FORA DILMA"
https://www.youtube.com/watch?v=a89FwBzpHj8


DEPUTADO IRMÃO DE JOSÉ GENUÍNO, O LADRÃO INDULTADO PELA DILMA, DISSE QUE O PT IRIA CALAR A MÍDIA DEPOIS DAS ELEIÇÕES...SERÁ QUE VAI MESMO?
https://www.youtube.com/watch?v=qlXQFdM5jyg


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

ATENÇÃO...ESPANHA SE PRONUNCIA SOBRE AS CHACINAS DO GOVERNO MADURO NA VENEZUELA



martes, 16 de diciembre de 2014



Aznar pide a comunidad internacional actuar contra el régimen de Maduro.

El expresidente del Gobierno español José María Aznar pidió a la comunidad internacional que actúe contra el régimen de Nicolás Maduro y contribuya “al restablecimiento del pleno respeto de las libertades, de la democracia, del Estado de derecho y de los derechos humanos en Venezuela”.

Tras ser distinguido  en Lima con la medalla a los “Valores democráticos” entregado por la universidad San Ignacio de Loyola (USIL), Aznar recordó los casos de los políticos venezolanos Leopoldo López, preso actualmente, y María Corina Machado, a la que el Gobierno de Maduro acusa de conspirar para asesinar al gobernante.

“Es hora de denunciar estas circunstancias inaceptables y aprovecho este foro para exhortar a los países y a los organismos regionales e internacionales a que actúen en consecuencia, reivindicando la libertad y los derechos de todos los demócratas venezolanos”, enfatizó.
Consideró que la acusación contra Machado es “peregrina e injustificada” y que la detención de López es “ilegal e ilegítima” y que en Venezuela se presenta una “constante presión política y judicial que de forma cotidiana sufre la oposición democrática”.

“Una pronta y contundente respuesta de la sociedad internacional contribuirá sin duda al restablecimiento del pleno respeto de las libertades, de la democracia, del Estado de derecho y de los derechos humanos en Venezuela”, remarcó.

El expresidente del gobierno español recordó que hace poco firmó junto al expresidente de Chile Sebastián Piñera “una carta abierta en defensa de la libertad y derechos de todos los demócratas venezolanos”, que le ha valido una dura respuesta de Maduro.

El jefe de Estado de Venezuela llamó “asesino” a Aznar y lanzó hoy una propuesta para que sea juzgado, junto a Estados Unidos, en la Corte Penal Internacional por crímenes de guerra por los ataques contra Libia, Irak y Siria.

Aznar dijo hoy, al respecto, que en la carta firmada junto a Piñera afirmaron que se deben tomar medidas para frenar el régimen venezolano.

“Lo reitero hoy aquí antes vosotros, que dado el agravamiento de los atentados contra las libertades, la democracia, el estado de derecho y los derechos humanos en Venezuela, ha llegado el momento de hablar y actuar alto y franco rompiendo, quien lo haya mantenido, el silencio y poniendo fin a la ambigüedad y pasividad respecto del comportamiento antidemocrático del gobierno de Venezuela”, dijo.

Agregó que en América Latina se han alcanzado en las últimas décadas “unas cuotas de progreso y desarrollo verdaderamente extraordinarias”, pero también “hay excepciones a esa bonanza y democratización generalizadas y una de ellas, de las más dramáticas, es la de Venezuela.”

“Allí impera un régimen de corte socialista que une rasgos premodernos, esto es el caudillismo; modernos, el marxismo leninismo más descarnado; y posmodernos, es decir, un pensamiento débil y el relativismo cultural”, acotó.

Aznar consideró que esa situación también “ahora amenaza con destruir ese preciado y eficaz orden en países del viejo mundo, uno de los cuales es desgraciadamente el mío, España”.

“El lenguaje empleado por estos populistas irresponsables es en todas partes el mismo: una retórica pueril, demagógica, insidiosa, que apela a la envidia igualitaria y que pretende dar respuestas sencillas a problemas complejos, ese es el lenguaje del populismo”, comentó.
En la ceremonia, celebrada en el Aula Magna de la USIL, en el distrito limeño de La Molina, participaron el fundador de la universidad, Raúl Diez Canseco, el expresidente peruano Alejandro Toledo y el excanciller Allan Wagner, entre otras personalidades.

En noviembre de 2009, Aznar fue nombrado Doctor Honoris Causa de la USIL y en octubre de este año fue designado presidente del Consejo Consultivo de su Facultad de Derecho. EFE.

Fonte: http://www.noticensura.com/2014/12/aznar-pide-comunidad-internacional.html

terça-feira, 25 de junho de 2013

OLHA AÍ O PERIGO...ATENÇÃO:REPETINDO O QUE FEZ HUGO CHAVEZ NA VENEZUELA....

O PT E OS COMUNISTAS FICARAM QUIETOS DURANTE TODAS AS PASSEATAS, DE REPENTE, COMO NO COMUNISMO, SURGIRÁ UMA SALVADORA DA PÁTRIA AMADA BRASILEIRA...TU ÉS MÃE GENTIL, DILMA ROUSSEFF. CUIDADO, GENTE. É HORA DE MUITA ATENÇÃO, POIS O BRASIL PODERÁ ESTAR PERTO DE SE TORNAR NUMA GRANDE CUBA COM 198 MILHÕES DE MISERÁVEIS E 2 MILHÕES DE RICASSOS. 

Dilma vai convocar plebiscito para realização de uma reforma política no Brasil

24/6/2013 17:40
Por Redação - de Brasília

Dilma fala em reunião com governadores e ministros
Dilma fala em reunião com governadores e ministros
A presidenta Dilma Rousseff conversou com integrantes do Movimento Passe Livre, na tarde desta segunda-feira, sobre as exigências dos manifestantes quanto às medidas necessárias a garantir o direito de ir e vir da população. Mas os segmentos políticos do governo trataram de um assunto mais espinhoso, que é a consistência da base aliada no Congresso, após o tsunami das ruas que varreram as casas legislativas de Brasília e Rio de Janeiro.
Diante de 27 governadores e 26 prefeitos de capitais brasileiras, Dilma falou em um plebiscito para tratar de uma “ampla e profunda reforma política” no país, como forma de melhorar o equilíbrio de forças no Parlamento após as passeatas que, ao longo dos últimos dias, têm levado milhões de brasileiros às ruas, com as mais diversas exigências junto aos setores públicos brasileiros.
Dilma lembrou que a reforma política “já entrou e saiu da pauta do país por várias vezes” e nunca chegou a termo, mas afirmou que é hora de romper o impasse com a realização de um plebiscito popular para a formação de uma constituinte específica.
– O Brasil está maduro para avançar. Não quer ficar parado onde está – afirmou a presidenta.
Pactos populares
Além da questão política, foram tratados pela presidenta temas como o equilíbrio fiscal, para o controle da inflação e a garantia de investimento na economia brasileira, as mudanças no segmento de transportes, saúde e educação.
Dilma iniciou seu discurso aos governadores e prefeitos presentes no Palácio do Planalto com a exigência de um pacto pelo equilíbrio fiscal no país, de forma a assegurar o crescimento da economia. Ainda assim, ela propôs um investimento de R$ 50 bilhões em mobilidade urbana, além da manutenção das desonerações fiscais iniciadas em 2003, ainda no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para a saúde, Dilma propôs o incentivo aos médicos brasileiros para que trabalhem no interior e nas áreas mais pobres do país e a contratação de médicos estrangeiros caso nenhum profissional brasileiro se interesse pelas vagas oferecidas.
– A saúde do povo brasileiro deve prevalecer sobre quaisquer interesses – pontuou a presidenta.
Na educação, Dilma voltou a propor que todos os recursos conseguidos com o pré-sal sejam destinados ao segmento, com apoio dos governadores e prefeitos das cidades que se beneficiem com este recurso natural.
Quanto às manifestações, Dilma reafirmou seu repúdio à violência de “vândalos e arruaceiros” nas recentes manifestações, mas advertiu que é importante ouvir “as vozes democráticas que saem, emergem das ruas, e que pedem mudanças”.
– É preciso saber escutar. É preciso que todos, sem exceção entendam esses sinais com humildade e acerto. Se aproveitarmos bem o impulso dessa nova energia política, poderemos fazer (muito mais) de forma mais rápida – frisou.
Voz do MPL
No final da manhã, Dilma reuniu-se com representantes do Movimento Passe Livre (MPL), um dos grupos que organizaram as manifestações em São Paulo contra o aumento da tarifa do transporte público. Compareceram ao Palácio do Planalto, representando o MPL, Matheus Nordon, Marcelo Hotimsky, Mayara Vivian e Rafael Siqueira.
Além da presidenta, do lado do governo, participam os ministros das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, a secretária Nacional da Juventude, Severine Macedo, e o secretário-executivo da Secretaria-Geral, Diogo de Sant’ana.
No programa Café com a Presidenta desta segunda-feira, Dilma também retomou os principais pontos abordados na principal reunião do dia, como a necessidade de se aproveitar a força das manifestações para acelerar as realizações no país.
– Se aproveitarmos bem o impulso desta nova energia política, poderemos fazer, melhor e mais rápido, muita coisa que o Brasil ainda não conseguiu realizar por causa de limitações políticas e econômicas. Mas, se deixarmos que a violência nos faça perder o rumo, estaremos não apenas desperdiçando uma grande oportunidade histórica, como também correndo o risco de colocar muita coisa a perder. Como presidenta, eu tenho a obrigação tanto de ouvir a voz das ruas, como dialogar com todos os segmentos, mas tudo dentro dos primados da lei e da ordem, indispensáveis para a democracia – afirmou.
Dilma pontuou que o Brasil não aceitará que “uma minoria violenta destrua o patrimônio público e privado, tentando levar o caos aos principais centros urbanos do país”.
Contato com o povo
Para o jornalista Gilberto Maringoni, da agências brasileira de notícias Carta Maior, “os encontros (da presidenta com os movimentos populares) podem significar várias viradas tanto no comportamento do governo, quanto na atuação dos movimentos que sacudiram o país nas últimas duas semanas. Podem também representar a superação de uma fase do chamado lulismo. Sublinho o verbo “poder”.
“A presidenta parece ter saído de um período de governo pretensamente ‘técnico’, exaltado pela mídia como um salto adiante em relação ao seu antecessor. Durante dois anos e meio, Dilma governou principalmente a partir de planilhas e modelagens de metas e desempenhos. Dirigir um país seria algo como gerenciar um empreendimento que já está com suas engrenagens e rumos azeitados, bastando apertar um parafuso aqui e outro ali”, afirmou, em artigo publicado nesta segunda-feira.
Ainda segundo Maringoni, o “contato com o povo e o mundo político foi feito, no mais das vezes, através de intermediários e de pesquisas quantitativas e qualitativas. Algo próprio de quem não tem muita familiaridade com a política estrito senso”.
“Algo bem diverso da atuação do ex-presidente Lula em seu segundo mandato (2007-11). O então mandatário – depois da crise do mensalão – usou e abusou de visitas a todo o país e deixou de conceder entrevistas exclusivas a órgãos de imprensa que o atacavam impiedosamente. Passou a dar coletivas a torto e a direito, em quase todas as manifestações públicas e a falar mais. Desceu dos palanques para apertar mãos e cumprimentar os que acorriam a inaugurações e atividades oficiais”.
“Dilma faz um governo de gabinete. Justamente o que está sendo criticado nas manifestações. Pode ser que a presidenta tenha descoberto que nada substitui a política na atividade administrativa”, afirmou o articulista.
Manifestação
Ainda nesta manhã, o MPL divulgou a Carta Aberta do Movimento Pase Livre São Paulo à Presidenta, a qual o Correio do Brasil publica, a seguir, na íntegra:
“À Presidenta Dilma Rousseff,
Ficamos surpresos com o convite para esta reunião. Imaginamos que também esteja surpresa com o que vem acontecendo no país nas últimas semanas.
Esse gesto de diálogo que parte do governo federal destoa do tratamento aos movimentos sociais que tem marcado a política desta gestão. Parece que as revoltas que se espalham pelas cidades do Brasil desde o dia seis de junho tem quebrado velhas catracas e aberto novos caminhos.
O Movimento Passe Livre, desde o começo, foi parte desse processo. Somos um movimento social autônomo, horizontal e apartidário, que jamais pretendeu representar o conjunto de manifestantes que tomou as ruas do país. Nossa palavra é mais uma dentre aquelas gritadas nas ruas, erguidas em cartazes, pixadas nos muros. Em São Paulo, convocamos as manifestações com uma reivindicação clara e concreta: revogar o aumento.
Se antes isso parecia impossível, provamos que não era e avançamos na luta por aquela que é e sempre foi a nossa bandeira, um transporte verdadeiramente público. É nesse sentido que viemos até Brasília.
O transporte só pode ser público de verdade se for acessível a todas e todos, ou seja, entendido como um direito universal. A injustiça da tarifa fica mais evidente a cada aumento, a cada vez que mais gente deixa de ter dinheiro para pagar a passagem.
Questionar os aumentos é questionar a própria lógica da política tarifária, que submete o transporte ao lucro dos empresários, e não às necessidades da população.
Pagar pela circulação na cidade significa tratar a mobilidade não como direito, mas como mercadoria. Isso coloca todos os outros direitos em xeque: ir até a escola, até o hospital, até o parque passa a ter um preço que nem todos podem pagar.
O transporte fica limitado ao ir e vir do trabalho, fechando as portas da cidade para seus moradores. É para abri-las que defendemos a tarifa zero.
Nesse sentido gostaríamos de conhecer o posicionamento da presidenta sobre a tarifa zero no transporte público e sobre a PEC 90/11, que inclui o transporte no rol dos direitos sociais do artigo 6o da Constituição Federal.
É por entender que o transporte deveria ser tratado como um direito social, amplo e irrestrito, que acreditamos ser necessário ir além de qualquer política limitada a um determinado segmento da sociedade, como os estudantes, no caso do passe livre estudantil.
Defendemos o passe livre para todas e todos!
Embora priorizar o transporte coletivo esteja no discurso de todos os governos, na prática o Brasil investe onze vezes mais no transporte individual, por meio de obras viárias e políticas de crédito para o consumo de carros (IPEA, 2011). O dinheiro público deve ser investido em transporte público!
Gostaríamos de saber por que a presidenta vetou o inciso V do 16º artigo da Política Nacional de Mobilidade Urbana (lei nº 12.587/12) que responsabilizava a União por dar apoio financeiro aos municípios que adotassem políticas de priorização do transporte público. Como deixa claro seu artigo 9º, esta lei prioriza um modelo de gestão privada baseado na tarifa, adotando o ponto de vista das empresas e não o dos usuários.
O governo federal precisa tomar a frente no processo de construção de um transporte público de verdade. A municipalização da CIDE, e sua destinação integral e exclusiva ao transporte público, representaria um passo nesse caminho em direção à tarifa zero.
A desoneração de impostos, medida historicamente defendida pelas empresas de transporte, vai no sentido oposto. Abrir mão de tributos significa perder o poder sobre o dinheiro público, liberando verbas às cegas para as máfias dos transportes, sem qualquer transparência e controle. Para atender as demandas populares pelo transporte, é necessário construir instrumentos que coloquem no centro da decisão quem realmente deve ter suas necessidades atendidas: os usuários e trabalhadores do sistema.
Essa reunião com a presidenta foi arrancada pela força das ruas, que avançou sobre bombas, balas e prisões. Os movimentos sociais no Brasil sempre sofreram com a repressão e a criminalização. Até agora, 2013 não foi diferente: no Mato Grosso do Sul, vem ocorrendo um massacre de indígenas e a Força Nacional assassinou, no mês passado, uma liderança Terena durante uma reintegração de posse; no Distrito Federal, cinco militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) foram presos há poucas semanas em meio às mobilizações contra os impactos da Copa do Mundo da FIFA. A
resposta da polícia aos protestos iniciados em junho não destoa do conjunto: bombas de gás foram jogadas dentro de hospitais e faculdades; manifestantes foram perseguidos e espancados pela Polícia Militar; outros foram baleados; centenas de pessoas foram presas arbitrariamente; algumas estão sendo acusadas de formação de quadrilha e incitação ao crime; um homem perdeu a visão; uma garota foi violentada sexualmente por policiais; uma mulher morreu asfixiada pelo gás lacrimogêneo. A verdadeira violência que assistimos neste junho veio do Estado – em todas as suas esferas.
A desmilitarização da polícia, defendida até pela ONU, e uma política nacional de regulamentação do armamento menos letal, proibido em diversos países e condenado por organismos internacionais, são urgentes.
Ao oferecer a Força Nacional de Segurança para conter as manifestações, o Ministro da Justiça mostrou que o governo federal insiste em tratar os movimentos sociais como assunto de polícia. As notícias sobre o monitoramento de militantes feito pela Polícia Federal e pela ABIN vão na mesma direção: criminalização da luta popular.
Esperamos que essa reunião marque uma mudança de postura do governo federal que se estenda às outras lutas sociais: aos povos indígenas, que, a exemplo dos Kaiowá-Guarani e dos Munduruku, tem sofrido diversos ataques por parte de latifundiários e do poder público; às comunidades atingidas por remoções; aos sem-teto; aos sem-terra e às mães que tiveram os filhos assassinados pela polícia nas periferias.
Que a mesma postura se estenda também a todas as cidades que lutam contra o aumento de tarifas e por outro modelo de transporte: São José dos Campos, Florianópolis, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Goiânia, entre muitas outras.
Mais do que sentar à mesa e conversar, o que importa é atender às demandas claras que já estão colocadas pelos movimentos sociais de todo o país. Contra todos os aumentos do transporte público, contra a tarifa, continuaremos nas ruas! Tarifa zero já!
Toda força aos que lutam por uma vida sem catracas!
Movimento Passe Livre São Paulo
24 de junho de 2013″.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

DITADURA JÁ ESTÁ AÍ: A Esquerda Está Dando Um Golpe de Estado no Brasil

Siga o twiter @defesahetero.

O Brasileiro, se não quiser sofrer uma ditadura estilo Chavista ou Castrista,PRECISA ABRIR OS OLHOS. A Esquerda está Dando um golpe de estado no Brasil, diante dos nossos olhos, e estamos nos preocupando apenas em atacar "A Copa do Mundo", "Marco Feliciano", dentre outras BOBAGENS se compararmos com tudo que está acontecendo.

Já falei antes que a corrupção é o menor dos problemas que estão vindo à tona. Falei de como é utilizada a corrupção para desmoralizar o governo, fazer o povo perder a crença nos seus representantes e pedir (erradamente) o fechamento do congresso (o que acarretaria numa ditadura). Falei também, no início do ano, que a Liberdade de Imprensa está ameaçada no Brasil. Eles também estão lutando para desarmar a população com constantes campanhas de desarmamento, o que impedirá a população de reagir, mas eles estarão armados.

Brasil já vive o Real Socialismo com despropriações no interior do país, estão tirando liberdade de expressão e opinião no Brasil e estãodestruindo as bases da cultura brasileira aos poucos.

O mais grave e evidente desse Golpe de Estado que a Esquerda (PT) está dando no Brasil é exatamente o Plano Nacional de Direitos Humanos 3, que ataca TODOS os pontos que são a base de uma sociedade democrática.

Até aqui, apresentei apenas links. Vale a pena dar uma olhada (e estudada) em todos eles. São ameaças evidentes e quem está preocupado com a democracia no Brasil deve estar atento a eles. Um pouco mais sobre oPlano Nacional de Direitos Humanos você pode ver no vídeo abaixo, em que Reinaldo Azevedo fala, inclusive, do Golpe de Estado que o PT está preparando para o Brasil:



E qual foi a última (até a presente data) desse governo que está ARMANDO UM GOLPE DE ESTADO NO BRASIL?

Agora estão desequilibrando os três poderes da democracia (Executivo, Legislativo e Judiciário). Estão "inflando" o poder do Legislativo e minguando o poder do Judiciário. Pior que para isso, estão usando de ações inconstitucionais para deixar atacar ainda mais a constituição.

Leia:
Deputados querem poder para mudar decisões do STF
Comissão aprova proposta que submete decisões do STF ao Congresso
QUE ABSURDO! A Câmara aprovou hoje um golpe de Estado! Nada menos do que isso!
Os nossos bolivarianos estão assanhados. Ou: A espiral negativa das respostas erradas para os problemas certos

Ou seja, para conseguir a aprovação, enfiaram um item que ataca o "Ativismo Judiciário", assim a bancada que é contra aborto, casamento gay e etc engolirão, mas parecem esquecer que tem também o fato de a Câmara poder REJEITAR decisões do STF em relação a inconstitucionalidade.

Trocando em miúdos, quem vai julgar, em última instância, se as leis aprovadas são constitucionais será exatamente quem as faz.

Mas, o que realmente está atrás disso? Vamos lembrar que Genoíno e Cunha, condenados no Mensalão, não podem assumir o mandato deles. O STF já informou que isso NÃO É POSSÍVEL! Só que a Cãmara, cheia desses bandidos, debatem a possibilidade deles assumirem o cargo mesmo condenados. Com isso aprovado, bingo!! O Mensalão acaba em pizza!!

Para não me estender muito, vou nem comentar, agora, as consequências que isso pode acarretar. Resumindo a ópera toda, uma DITADURA SOCIALISTA NOS MOLDES CHAVISTA! Estão usando o "Ativismo Judiciário" como uma isca para implantar essa ditadura.

Vale ressaltar que sou TOTALMENTE CONTRA O FATO DO JUDICIÁRIO LEGISLAR (como fez com o aborto e casamento gay, por exemplo), mas não podemos usar isso como DESCULPA para inflar o poder do Legislativo e minguar o poder do judiciário. Usando uma expressão popular: "Cada Um No Seu Quadrado", cada qual na sua competência e limitações.

É esse o Golpe de Estado que a Esquerda está Dando no Brasil.

Fonte: http://desmascarandoaesquerda.blogspot.com/2013/04/golpe-de-estado-no-brasil.html?spref=bl

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