COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Crianças estão sendo obrigadas a escrever que “Alá é o único deus” em aulas sobre religião!

Crianças estão sendo obrigadas a escrever que “Alá é o único deus” em aulas sobre religião

Publicado por Tiago Chagas em 16 de setembro de 2015 
Crianças estão sendo obrigadas a escrever que “Alá é o único deus” em aulas sobre religião
Trabalho escolar com os cinco pilares do islã

O ensino religioso em escolas públicas é algo que sempre levanta polêmicas, e um caso com os alunos do Ensino Fundamental no condado de Maury, Tennessee (EUA) causou revolta nos pais de alunos, que foram ensinados sobre os cinco pilares do islã de forma intensa, quase doutrinária.

Segundo uma das mães, os alunos foram obrigados a escrever em seus cadernos que “Alá é o único deus”, de acordo com informações da Fox News.

Nos Estados Unidos, a religião islâmica tem crescido, timidamente, mas ainda é vista com reservas devido aos ataques terroristas promovidos por extremistas que atribuem seus atos à religião.

“Eles pularam todo o capítulo sobre a ascensão do Cristianismo e passaram três semanas estudando o Islamismo”, desabafou Brandee Porterfield, uma das mães incomodadas. “Eu até entendo que o Islã precisa ser discutido nas aulas de História, mas o que realmente me incomodou foi que eles passaram essa tarefa de ter de escrever os Cinco Pilares do islã, e as crianças tiveram que aprender a escrever a Shahada, a qual é o credo de conversão islâmica”, ponderou.

A Shahada é um conceito religioso do islamismo, que prega que “não há outro deus além de Alá; Maomé é o mensageiro de Alá”. Segundo Poterfield, a forma como as coisas foram ensinadas às crianças não devem ser consideradas um ultraje, mas sim, como doutrinação: “Eu não sei se eu consideraria isso um ataque ao cristianismo, mas eles não estudaram nenhuma outra religião com essa intensidade […] Mesmo que eles discutam mais o cristianismo durante o capítulo da Idade Média, eles não terão as bases do cristianismo e do judaísmo como agora eles têm do islamismo”, atentou a mãe.

A mesma visão é compartilhada por Joy Ellis, outra mãe preocupada: “Eu não tive problema com a história do islã ser ensinada, mas ir a ponto de fazer minha filha escrever o Shahada é inaceitável”.

O responsável pelas escolas do condado, Chris Marczak, defendeu a forma como as escolas trabalham e negou que estivesse tentando doutrinar os alunos: “A tarefa tocou em alguns tópicos sensíveis de importância para a religião islâmica e causou grande confusão no entendimento de se estamos pedindo aos alunos para crer ou simplesmente compreender a religião. É nosso trabalho como um sistema de escola pública educar nossos estudantes sobre a história mundial a fim de deixá-los prontos para competir em uma sociedade global”, afirmou.

As mães que se queixaram, disseram não estar convencidas sobre a maneira de trabalhar escolhida pelo educador.

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/criancas-obrigadas-escrever-ala-unico-deus-79190.html



sábado, 5 de setembro de 2015

ATENÇÃO PAIS: Ideologia de Gênero: menino de 4 anos recusou usar banheiro unissex em escola de BH, ASSISTA!

Ideologia de Gênero: menino de 4 anos recusou usar banheiro unissex em escola



Banheiro unissex em escola infantil causa salutar reação dos pais
Banheiro unissex em escola infantil causa salutar reação dos pais

Bom senso natural contra a Ideologia de Gênero

Na capital de Minas Gerais, uma escola de crianças de 0 a 5 anos, por “estudos que a diretoria estava fazendo”, implementou um banheiro unissex. Um menino de 4 anos de idade se recusou a utilizá-lo e chamou a atenção do pai, o jornalista Diego Hernandez, que foi tirar satisfação e descobriu que se tratava de uma disposição da secretaria municipal. Veja a reportagem em vídeo no final deste artigo.

Desconstrução da família

Na Câmara Municipal de Belo Horizonte houve um debate sobre a Ideologia de Gênero no mês de maio pp., no qual pais reclamaram do incentivo da “desconstrução da família” em sala de aula.
Diego Hernandes, que participou da audiência, relatou que uma professora perguntou aos alunos – entre os quais se encontrava seu filho – quem deles gostaria de se vestir como uma princesa. Rapidamente as meninas responderam afirmativamente e a professora disse em seguida que os meninos também poderiam usar.

Psiquiatra alerta sobre o prejuízo psicológico dos banheiros unissex

Uma afronta contra a natureza criada por Deus não pode ficar sem ofender tão augusto Autor e não causar prejuízos naturais.  Psiquiatra e diretor da Associação Médica de Minas Gerais, Paulo Roberto Repsold disse à reportagem do site Hoje em Dia que tal prática é “algo completamente aberrante, coisa de gente irresponsável, que não vai trazer respeito por nada, apenas prejuízo psicológico, como o que vemos em adultos que sofreram violência na infância. Isso desenvolve nas crianças dúvidas sobre a sexualidade. Nessa fase, tem que ser uma coisa simplória, pão é pão, queijo é queijo. Depois, quando forem maduras, elas vão entender e aceitar as diferenças que aparecem no decorrer da vida, mas não na tenra infância. Sem falar que dividir o banheiro poderá ser um estímulo à prática sexual. Tem pessoas que são mais sexualizadas do que outras, isso é natural, mas a medida vai acabar incentivando as crianças mais avançadinhas”.

Linguagem de Gênero

Antes de ver o vídeo, chamamos a atenção para um aspecto importante reportagem. Em certo momento o narrador fala que não havia nos banheiros da escola as placas indicando se seria para o “gênero” masculino ou feminino. Aqui cabe uma explicação. Tratando-se de seres vivos, não existe “gênero”, mas sim “sexo”. Confundir esses dois termos faz parte da agenda dos militantes de “gênero” em introduzir uma “linguagem” apropriada para a “desconstrução” do conceito de família. Explico.
Para a gramática, a determinação de masculino ou feminino às palavras é arbitrário, uma vez que as mesmas não possuem sexualidade. No alemão, por exemplo, a palavra menina é do gênero neutro, embora meninas sejam biologicamente do sexo feminino. Falar em “gênero” para se referir à sexualidade de uma pessoa é concordar, nas entre linhas, que o sexo é uma imposição tão arbitrária quanto atribuir masculino ou feminino para uma palavra.

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