COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

VITÓRIA! A Eslováquia disse sim à vida e à família! PETIÇÃO ASSINADA E DIVULGADA PELA ADHT!

Olá, alberto!

Há alguns dias eu lhe enviei uma mensagem para pedir seu apoio ao referendo em defesa da vida e da família realizado na Eslováquia no último sábado (07/02).

Caso não se lembre da campanha, você pode acessá-la aqui:
http://www.citizengo.org/pt-pt/17167-apoie-o-referendo-em-defesa-da-familia-na-eslovaquia

Hoje escrevo para lhe dizer que o resultado foi extraordinário! Antes de entrar em detalhes, porém, permita-me falar brevemente sobre o contexto no qual o referendo foi realizado.

Na Eslováquia, os índices de abstenção nos períodos de votação costumam ser muito elevados. Nas últimas eleições européias, apenas 13.05% da população participou do processo eleitoral. No referendo do último final de semana, porém, 21% dos eslovacos participaram da votação. Desses 21%, mais de 90% votou a favor da família, da vida e da liberdade de educação dos pais! É um índice impressionante, alberto!

Além disso, houve uma pressão imensa da mídia para desqualificar a iniciativa e grande parte desse trabalho foi feito sob a influência dos lobbies abortista e LGBT, que não queriam correr o risco de ver que suas propostas não são bem-vindas para a maioria esmagadora da população.

Como se não bastasse, o próprio presidente da Eslováquia, Andrej Kiska, posicionou-se contra o referendo. Após a divulgação dos resultados, ele disse:
"Sinto tristeza e desânimo depois do que esse referendo legou ao país”.

Mesmo com toda a resistência dos meios de comunicação e com toda a pressão dos grupos anti-vida e anti-família, os eslovacos disseram sim à família e sim à vida.

As assinaturas foram entregues aos coordenadores da organização Aliança pela Família, que preparou o referendo. Nosso diretor de campanhas para língua italiana, Matteo Cattaneo, foi até Bratislava para realizar a entrega.

O apoio de mais de 100.000 pessoas de todo o mundo foi muito importante para o excelente resultado do referendo. Portanto, alberto, quero lhe agradecer por seu apoio a esta campanha. Foi uma vitória espetacular!

Se você identificar algum ataque à vida, à família ou à liberdade em sua cidade ou em seu estado, não deixe de utilizar a nossa ferramenta de petições para fazer com que os políticos tomem conhecimento daquilo que os cidadãos realmente querem.

Basta acessa este link: http://www.citizengo.org/pt-pt/crie-uma-peticao. Porém, antes de criar sua petição, não deixe de ler o manual de criação de petições, que contém dicas valiosas para tornar sua iniciativa mais eficaz: http://www.citizengo.org/pt-pt/help

alberto, seguiremos trabalhando em todo o mundo para defender a vida, a família e a liberdade!

Um forte abraço.
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO
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CitizenGO é uma plataforma de participação cidadã que trabalha para defender a vida, a família e as liberdades fundamentais em todo o mundo. Para saber mais sobre CitizenGO, clique aqui,ou siga-nos via Facebook ou Twitter.

domingo, 27 de janeiro de 2013

650 mil pessoas (ACIPrensa) marcharam pela vida e contra o aborto na capital dos EUA


Luis Dufaur
·
Segundo cálculos da agênciaACIPrensa e da rede de TV e imprensa EWTN, por volta de 650.000 pessoas marcharam em 25 de janeiro de 2013 na “Marcha pela Vida” em Washington D.C., protestando contra a legalização do aborto no país.
O lema da manifestação foi: “40 anos = 55 milhões de bebês mortos pelo aborto”.
Veja vídeo
2013: 650 mil (ACIPrensa)
contra o aborto
em Washington D.C.
A Marcha se realizou no lúgubre 40º aniversario da decisão do Supremo Tribunal de Justiça dos EUA no caso “Roe vs. Wade”. Interpretando de modo distorcido a Constituição, o acórdão do Supremo legalizou o aborto em todo o país.
Numerosos Estados americanos impuseram sérios entraves à execução dessa decisão criminosa, tornando-a inviável em grandes áreas do país.
Centenas de milhares de participantes, jovens na sua maioria, enfrentaram as gélidas temperaturas e a neve para participar ativamente na “Marcha pela Vida”.
Entusiasmo e esperança constituíram as notas dominantes nos jovens, que defendiam a moral natural e católica, e a dignidade da vida humana desde a concepção até a morte natural.
Para o seminarista Tony Visintainer, 23, a marcha deste ano mostrou “muita energia”. “Não sei se é pelo 40º aniversario, mas há uma diferencia na atmosfera”.
Visintainer comentou que a multidão cantava e dançava nas ruas de Washington D.C.
A Marcha atravessou o centro político da cidade e chegou, como acontece anualmente, até o prédio da Corte Suprema. Muitos portavam faixas, cartazes, bandeiras e outras formas de manifestar seu descontentamento com aquela iníqua norma que instituiu o aborto.
Outros rezavam em silêncio ou em voz alta.
Christy Guillory, estudante secundarista de St. Emory, Louisiana, disse que estava “muito emocionada” por participar da Marcha pela primeira vez, apesar do frio.
“A neve é algo novo para mim”, disse, mas a experiência junto à multidão pela vida lhe fornecia “muita coisa para assimilar”.
Derek Smith, de Chillicothe, Ohio, veio com sua paróquia e explicou que havia se convertido à Igreja Católica após sua primeira participação na Marcha pela Vida, há quatro anos.
“Isto foi o que me decidiu a ficar católico”, disse. Há um “poder por trás” da Marcha que se traduz nas orações e na dedicação dos participantes.
Josephine Todd, de 59 anos – que fez um aborto em 1980, antes de se tornar militante pela vida –, sublinhou a dor que esse crime instalou em seu coração e em sua mente.
Ela foi à Marcha pela Vida para “oferecer seu coração” e defender o que está certo, mostrando “que nunca deveria ter feito isso” e exortando os outros a não cometerem o mesmo erro.
Muitos estudantes universitários tiveram participação destacada na Marcha, especialmente os da Ivy League, que inclui as prestigiosas Universidades de Harvard, Yale e Princeton, consideradas até hoje centros de esquerdismo e liberalismo moral.
Caroline Bazinet, da Universidade de Princeton, disse ser muito importante mostrar aos jovens o número milionário de crianças que foram mortas pelo aborto.
Chrissy Rodriguez, 20, da Universidade de Harvard, disse acreditar que o movimento pela vida vai mudar as coisas.
“Eu sou apenas uma só pessoa”, disse, “mas só uma pessoa que pode gritar para o mundo inteiro ouvir: ‘Eu acredito nisto!”.
As centenas de milhares de pessoas que marcharam em Washington somaram-se a outras centenas de milhares que vêm se manifestando no mundo inteiro contra o massacre dos inocentes, perpetrado em nome da “liberdade”, da igualdade e da laicidade.
Fonte: www.ipco.org.br em 27, janeiro, 2013
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