COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

ATENÇÃO PAIS: "Livro Infantil Promove Satanismo" sendo distribuido nas escolas. Denuncie, bote a boca no trombone!


Livro Infantil Promove Satanismo


A Máquina de Brincar, de Paulo Bentancur, é um livro infantil que claramente invoca o Diabo e desdenha de Deus. Como descrito no site do autor, o livro A Máquina de Brincar (Bertrand Brasil, 2005) que foi adotado pelo Governo do Estado de São Paulo através do PNLD, é dividido em duas partes, “Para Ler no Claro” e “Para Ler no Escuro”, um conjunto de vinte e cinco poemas para “nos fazer e curtir na primeira parte e bater os dentes, atemorizados, na segunda”. Metade do livro tem páginas brancas com letras e desenhos coloridos e fala de coisas boas. A outra metade traz poemas impressos em papel pintado de preto e fala de bruxas, fantasmas, castelos em ruínas, seres esquisitos, muito esquisitos… Uma descrição meio ingênua apresentando um livro com um evidente fim ideológico nada ingênuo.
Como se não bastassem filmes, seriados, novelas etc., que fazem apologia ao mal e às suas práticas destruidoras da família e da sociedade, de forma direta ou indireta, até a literatura infantil não anda sendo poupada. Com a ideologia de gênero, a desconstrução da sexualidade e da família confundindo e pervertendo a cabeça das crianças; e agora, por que não, livros infantis que, nitidamente têm o propósito de desconstruir o cristianismo, promovem o satanismo e incentivam o caos social.
O livro infantil, em questão, faz um verdadeiro culto à Satanás, uma invocação simpática e direta ao Diabo e, ao mesmo tempo, debocha de Deus, cultiva o Mal e menospreza o Bem. Corrupção de menores? A Bíblia não pode nas escolas, mas a veneração ao Diabo pode? A sociedade já não anda violenta demais?
Tire as suas próprias conclusões:
Comentário de uma mãe:
“Você acha que os seus filhos estão seguros no quarto lendo livros? Leia o que aconteceu com a minha família:
Todos sabem como incentivo a leitura para minhas filhas desde bebê. O contato das crianças com os livros passa por várias fases. Primeiro eu lia para elas, depois eu lia com elas e hoje elas leem sozinhas. Na hora de comprar um livro eu olho a capa, o tema, a sinopse, sobre o autor e a faixa etária. Depois peço que elas me falem sobre o que leram. Achei que isso era mais do que suficiente até o dia em que a minha filha Ana Ester, de nove anos, me disse: ‘Mãe, tem algo errado com esse livro, no meio dele encontrei uma página com o título para ler no escuro e depois coisas horríveis…
Me desculpe o autor, mas se alguém torna uma obra pública, eu tenho o direito de criticar e emitir minha opinião. Um livro para criança que invoca o diabo para ser seu amigo, diz que Deus não aparece porque é covarde e pequenino, e termina dizendo que o capeta venceu, para mim é uma literatura totalmente imprópria. Não venha me dizer que isso é poesia. Isso, para mim, é pura heresia. Estou indignada por ter colocado algo assim na minha casa e nas mãos das minhas filhas. Que critério usar quando compro livros infantis? Vou ter que ler antes todas as páginas? Como algo assim pode ser liberado para publicação e considerado literatura infantil?” (Janilda Prata [1] – a denunciante)
Outro livro de Paulo Bentancur, que se diz “Um descrente que faz de tudo para desmoralizar sua descrença” [2], é A Solidão do Diabo [3]
Paulo Bentancur: A Solidão do Diabo
Paulo Bentancur: A Solidão do Diabo
[1]www.facebook.com/janilda.prata
[2]www.blogger.com/profile/17397945706691195345
[3]www.paulobentancur.com/?pg=4202
Fonte: Livro Infantil Promove Satanismo

Veja o que o Comunismo causa: "Venezuela à beira do abismo"

Alfredo MacHale

Dossies

A imprensa internacional reproduz despachos diários de Caracas sobre o conflito entre o governo marxista e a oposição. Isso acabará ou não em guerra civil aberta? É provável que esta venha a tardar, mas quanto maior for a demora, mais terrível será. O único meio de evitá-la é uma fortíssima e contínua pressão internacional sobre o regime para que respeite a ordem jurídica. 
Repressão da Guarda Nacional Bolivariana aos estudantes que protestam nas ruas de Caracas contra o governo ditatorial na Venezuela
Repressão da Guarda Nacional Bolivariana aos estudantes que protestam nas ruas de Caracas contra o governo ditatorial na Venezuela.
Como mostram incontáveis artigos e notícias, a situação na Venezuela torna-se cada dia mais insustentável, aparentemente a caminho do colapso econômico final, sem que se saiba de modo exato quando este ocorrerá. Por muitos lados parece iminente, pois as medidas do governo procuram de modo sistemático apenas atenuações mais o menos pequenas, sem implementar qualquer política conducente a uma solução de fundo.

Socialismo funciona mal por todos os lados — fracasso irremediável

Com efeito, além da ilegitimidade insanável dos princípios marxistas, sucede que o governo não toma nenhuma medida para restabelecer a normalidade econômica e social, por exemplo cortando a torrente de dinheiro desperdiçado pela Venezuela no sustento dos demais países comunistas e pró-comunistas da América Latina, como Cuba, Bolívia e Nicarágua. Nos últimos três anos foram 18 bilhões de dólares, sem qualquer resultado. Mas Maduro e Fidel Castro não querem obviamente que se dê esse passo, ruinoso para este último.
Outra medida seria ajustar o preço interno dos derivados do petróleo até aproximá-lo dos preços internacionais, ou seja, ao valor real desses produtos, o que daria algum alívio econômico ao Estado, que no fundo paga por quase todo esse consumo. Mas isto também causaria uma forte diminuição da popularidade do governo, uma vez que esses preços praticamente se decuplicariam, causando um aumento de todos os demais preços do comércio venezuelano. E por isso o governo não quer proceder dessa maneira, embora o prejuízo nacional aumente a cada dia.
Igualmente, se o Estado venezuelano saldasse suas dívidas com as empresas privadas, permitir-lhes-ia continuar produzindo com alguma normalidade. Mas ele não o faz, porque sua política consiste em demolir a economia privada nacional, sem importar-se muito com o efeito simultâneo de destruir junto à população o pouco que ainda resta de prestígio ao “socialismo bolivariano”. Afinal de contas — parece ponderar —, se isto continuar, teremos de reprimir…
Os exemplos poderiam multiplicar-se indefinidamente com a insuficiência dos salários pagos pelo Estado aos empregados e operários dele dependentes, totalmente defasados devido ao aumento constante do custo de vida, já que a inflação venezuelana é a mais alta das Américas. A isto cumpre acrescentar o efeito da emissão monetária inorgânica produzida nos últimos meses. Obviamente, tal situação não deveria continuar, mas o simples reajuste de salários tampouco resolveria o problema, pois a política do governo é errada de início ao fim.
A Venezuela já caiu na trágica situação de cessar parcialmente os pagamentos em suas relações econômicas internacionais. O que só tende a se agravar, afetando um setor depois de outro da economia e repercutindo nos diversos aspectos da vida diária da população, em um processo que inicialmente pode ter tido problemas mais ou menos contornáveis, mas que a longo prazo tornaram-se crônicos e perturbadores.

De pouco vale remediar o acidental, se se mantém o essencial

A uma vintena de empresas aéreas internacionais, por exemplo, o Estado deve mais de quatro bilhões de dólares, dívida que veio se acumulando durante os últimos anos. Depois de muita demora, sua atitude foi de resolver recentemente pagar “uma parte” a algumas delas, e o resto mais adiante.
Contudo, a essas poucas empresas o Estado pagará somente o que lhes deve desde 2012 e 2013, quando o problema era menos agudo, de modo que no fundo a medida é pouco significativa. O restante da dívida será adiado por tempo indefinido, o que equivale a um escárnio, pois é exigir dessas empresas que financiem os gastos faraônicos do Estado venezuelano.
Isso para não perguntar o que será feito das dívidas com as demais empresas de aviação, às quais o Estado de momento aparentemente nada pagará, ameaçando-as ademais com a suspensão de suas licenças de operar nos aeroportos venezuelanos se elas cancelarem seus voos, não obedecerem normas do governo ou lhe fizerem demasiadas exigências.
Assim, quando se tornar claro que grande parte dessas políticas é um conjunto de medidas meramente dilatórias, ou que o governo fez pagamentos insignificantes, reiniciar-se-ão os protestos, acentuando-se a sensação de crise total; e a negativa do regime em reconhecer essa realidade não fará senão agravar a sensação de descalabro.
Maduro faz o clássico gesto comunista diante de um quadro do falecido Hugo Chávez
Maduro faz o clássico gesto comunista diante de um quadro do falecido Hugo Chávez.

Complemento da política econômica do Estado: a repressão

Por ser um governo estatista, favorável à luta de classes, demagógico no uso dos recursos fiscais para a obtenção de maior apoio popular, favorável à igualdade social completa, e indiferente diante da crise que desse modo provoca, Maduro opta por atacar e ameaçar todas as correntes de opinião que não lhe são afins, agravando assim sua impopularidade.
O resultado é que uma parte considerável de seus próprios partidários passa para a oposição, pois fica evidente a inviabilidade de um diálogo sério. Desse modo, a perspectiva é de que a rejeição recíproca entre governo e oposição se acentue fortemente rumo à ruptura total, com a provável eclosão de uma violência nunca vista até o momento.
É útil citar o artigo O que acontece com a Venezuela e com as organizações internacionais, de Ezequiel Vásquez-Ger, publicado no “El País” de Madrid, em 6 de junho último. Ele descreve as condições imperantes na Venezuela e a indiferença das organizações internacionais, que deveriam se pronunciar e impor respeito ao Estado de Direito.
“Na Venezuela, a situação é evidente para os que querem ver: durante os últimos 15 anos o país sofreu a paulatina decomposição de todas as instituições democráticas. Desde o começo do ano, esse processo destrutivo se intensificou. O governo de Nicolás Maduro atacou sistematicamente, reprimiu e criminalizou as manifestações de protestos estudantis indefesos, em alguns casos mediante a prática brutal e ilegal da tortura; perseguiu ​​e prendeu, sem processo judicial, a dissidência política, hoje convertida em resistência; fechou meios de comunicação, limitou o acesso à informação, promoveu a impunidade, confiscou a propriedade privada, impediu a livre circulação dos cidadãos, desprezou o direito à vida, à integridade física, à alimentação e à educação. [...]
“Internacionalmente, a situação torna-se evidente quando se observa a atuação da Organização dos Estados Americanos no transcurso do corrente ano. Por meio de dólares e do petróleo, a Venezuela conseguiu controlar, quase em sua totalidade, os votos dentro da dita Organização, a qual não só permaneceu em silêncio a respeito da situação catastrófica que vive a Democracia no país, mas nem sequer permitiu que se debatesse a situação em seu Conselho Permanente.”
Em consequência, a ordem jurídica e a segurança não existem na Venezuela, pois o governo as destruiu de modo sistemático, para reduzir a cinzas a opinião pública e torná-la totalmente inerme diante dos abusos do Poder. Ou seja, a população sente-se acossada pela Guarda Nacional e pela Polícia bolivarianas, pelos tribunais de Justiça dominados pelo Executivo, pela Fiscalia Geral da Nação, que formula as acusações aos opositores, e também pelas hordas de delinquentes que atuam em todas as partes a seu bel-prazer, obviamente porque sabem que o governo as vê com simpatia, como a expressão da “fúria popular” revolucionária.
Por isso os índices de mortes violentas na Venezuela são de longe os mais altos entre os países que não se encontram em guerra declarada. O mesmo sucede com os sequestros, assaltos, roubos e extorsões, fenômenos que aumentaram brutalmente devido ao grande número de máfias, quadrilhas e milícias ilegais, toleradas se não criadas, pelo regime vigente.
Nessas circunstâncias, deve-se temer que o governo de Maduro — apoiado por Cuba, por várias nações de tendência “bolivariana” da América, bem como pelas entidades internacionais por elas formadas, além da Rússia, da China e de vários países dominados pelo islamismo radical —, longe de cair em breve, vá acentuando sua faceta ditatorial, fazendo com que o regime vigente e a própria Venezuela agonizem conjuntamente por longo tempo, em um ambiente ao mesmo tempo caótico, miserável e infernal.

Se o regime se radicalizar, Maduro converter-se-á em demolidor

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Se isso suceder, Maduro passará para a História como o demolidor da Venezuela em continuidade a Hugo Chávez, do mesmo modo como Fidel Castro se converteu no demolidor de Cuba. Isso não impede que o regime castro-comunista continue a receber todo tipo de elogios dos oportunistas de sempre, assim como dos fanáticos do igualitarismo e da luta de classes, satisfeitos com o afundamento daquela nação na miséria.
De fato, Maduro já é visto como o demolidor de seu país, diminuindo dia a dia a parte da população que o apoia. Beneficia-se com isso a oposição, que se sente cada vez mais esmagada ao longo de um processo que está se tornando galopante devido ao inescrupuloso apoio da maioria dos governos da região ao regime ditatorial venezuelano. Embora este possa cair de um dia para outro, poderá também durar meses ou anos, o que seria devastador para a Venezuela e altamente daninho para toda a América, tanto ou mais do que a eclosão de uma guerra civil.
A esperança de Maduro vir a ser vencido em uma eleição de vital importância, abrindo-se as vias à normalização do país, é totalmente utópica. Isso porque as contendas eleitorais vêm sendo contaminadas por uma disparidade escandalosa e crescente nas campanhas, com o uso maciço de dinheiro público para seduzir a população, a distribuição entre os partidários do governo de fundos da mesma origem, a utilização sem a menor equidade dos meios de comunicação estatais, e naturalmente o uso também maciço das fraudes eleitorais, pois o regime maneja à vontade todos os mecanismos de controle que deveriam impedi-las.
Por exemplo, na última eleição presidencial de que Chávez participou, o uso do rádio e da televisão por parte deste foi doze vezes maior do que o de Henrique Capriles, o candidato opositor. E se houvesse eleição agora, essa disparidade seria muito maior. Ademais, o regime bolivariano estabeleceu para as massas que lhe são favoráveis, formas de subsídio popular que em muitos casos compensa de sobra a pobreza em que caiu toda a população, de modo que este setor continuará apoiando-o só por cumplicidade.
Quanto mais durar a atual situação, mais cruento e demolidor será o confronto geral, pois, segundo o costume comunista, para manter o Poder nas mãos da minoria vermelha, vale tudo, inclusive as piores brutalidades e que o país caia na mais profunda miséria e nos mais tempestuosos conflitos.
Isso só não se dará caso o comunismo sinta que lhe é absolutamente forçoso tolerar uma mudança de rumo, provocada por uma fortíssima reação da população venezuelana e um apoio internacional muito categórico a ela, o que ainda não aconteceu. Pelo contrário, como dissemos, a maior parte dos governos da América do Sul é cúmplice do chavismo, e se pudesse levaria seus respectivos países pelo mesmo rumo.

A queda do chavismo poderia produzir o colapso do castrismo

Nesse sentido, pesa também o fato de que, se a ditadura bolivariana cair, acarretará de imediato uma crise fortíssima no castro-comunismo na própria Ilha-prisão. Simplesmente porque este não poderá suportar o corte da ajuda econômica venezuelana. Se esta é enorme e ruinosa para o país que a dá, muito maior será sua falta para o regime esquálido que até hoje a recebe. De onde Cuba fazer de tudo para proteger e, ao mesmo tempo, dominar o regime de Maduro.
Mas a diferença entre ambos os países é que, enquanto a população de Cuba já se acostumou à miséria mais negra, com a da Venezuela tal não sucedeu. Ao contrário, a abundância de dinheiro durante mais de uma década de regime bolivariano tranquilizou um tanto a população, permitindo de algum modo ao chavismo instalar-se no Poder e nele se manter. Mas a presente escassez estimula os protestos de rua em um nível de inédita intrepidez, pois ficou claro para todo o país que é indispensável lutar e fazer todos os sacrifícios necessários.

A Venezuela vai sendo transformada em campo de concentração


Em Cuba, Raúl Castro acompanhado por Maduro e José Mujica, presidente do Uruguai
Em Cuba, Raúl Castro acompanhado por Maduro e José Mujica, presidente do Uruguai
De outro lado, o isolamento da Venezuela das demais nações, como é típico dos regimes comunistas, já começou a se produzir com a suspensão dos voos de várias companhias internacionais e o encarecimento das passagens aéreas. Estas últimas só farão aumentar, não apenas porque outras companhias suspenderão por sua vez seus voos, mas também pelo fato de o país ir sendo transformado num verdadeiro campo de concentração do qual os venezuelanos podem cada vez menos sair. Mas isto também mostra à opinião pública que o combate é hoje essencial; não em tese, mas de imediato.
Algo de semelhante parece suceder com a desmontagem do parque industrial, privado de todo crédito, da mais elementar segurança jurídica, do poder aquisitivo de toda a população e de qualquer estabilidade. Acrescentem-se a isso as infindas tropelias dos organismos estatais e de seus respectivos funcionários, que tornam quase impossível a vida da maioria da população.
E no que tange às subsidiárias das empresas estrangeiras, some-se a todo o anterior que a tolerância destas a um tal sistema tem limite, pois do contrário equivaleria a que aceitassem seu definitivo despojamento. Tudo isso se transforma assim em estímulo para luta e a urgente necessidade da mesma, porque a estratégia de Maduro poderia chamar-se a de “país arrasado”.
Também sucede que durante décadas a Venezuela viveu do consumo de produtos importados, pagos com o dinheiro oriundo do petróleo. Mas não pode mais arcar com esse enorme gasto, pois muitas de suas vendas foram feitas com pagamento antecipado dos países compradores, em especial da China. Assim, Caracas deve agora simplesmente fornecer-lhes o petróleo vendido, pois o dinheiro correspondente ela já o gastou.
Em consequência, a escassez dos produtos mais essenciais tende a ficar dramática, sem que haja remédio à vista. A escassez tornar-se-á no melhor dos casos rotativa e a população irá se acostumando com as maiores e mais variadas privações, sem conseguir a satisfação de todas as suas necessidades. A alternativa é lutar sem descanso e com ânimo sempre alto, porque o efeito da perseverança é a vitória.
Se para o geral da população as condições são dramáticas, elas são altamente lucrativas para a minoria incondicional do regime, que se transformou em uma máfia parasita do Estado, com acesso a negócios com o mundo oficial que são vedados ao comum das pessoas; ademais de graves desfalques denunciados amiúde pela imprensa.

Dezenas de milhares de cubanos: força decisiva para a conquista

Como pode acontecer tudo isso sem que os conflitos se multipliquem sem medida? Simplesmente porque a Venezuela está invadida por dezenas de milhares de soldados, milicianos, agitadores e pistoleiros cubanos, que atuam de modo ao mesmo tempo clandestino e ostensivo, cometendo crimes e preparando-se para eles, sem que haja a menor possibilidade de serem reprimidos, castigados ou expulsos pelo governo, pois procedem assim por desejo expresso deste; ou antes, em razão do combinado entre ele e a cúpula castrista.
Ademais, as violências que praticam têm por fim amedrontar a população, mostrando-lhe que os abusos poderiam tornar-se muitíssimo maiores, se o governo de Maduro assim o desejar. É o que permitiu a este radicalizar-se de modo notório ultimamente, enquanto a população se manteve paralisada. Apenas nos últimos meses, com os corajosos protestos estudantis e a solidariedade da maioria das demais classes com os mesmos, é que se produziu um impasse entre o governo e a oposição, o qual perdura até agora.
Assim, a ameaça de guerra civil se mantém, com a ditadura dispondo de um poder bélico desproporcionalmente maior do que o da oposição, enquanto os demais países da América mostram uma escandalosa indiferença pelo que sucede na Venezuela, ou simplesmente apoiam sem reservas o regime opressor.
Parece haver um profundo descontentamento no seio das Forças Armadas com a infiltração cubana, sobretudo porque esta se converteu em um poder paralelo à hierarquia oficial. E embora as manifestações castrenses sejam sumamente cautas, o governo lança contínuas denúncias sobre supostas conspirações nos corpos militares, provavelmente para inibir toda reação e para que possa prender oficiais passíveis de se transformarem em opositores.

Protestos estudantis abriram nova etapa no conflito

Jovens enfrentam valentemente a polícia bolivariana
Jovens enfrentam valentemente a polícia bolivariana
A resposta do governo à mobilização estudantil foi violenta. De um lado, ele se valeu de hordas de delinquentes fortemente armados — alguns da Guarda Nacional, outros simplesmente anônimos e por vezes encapuzados —, e de outro lado, de organismos judiciais e policiais totalmente facciosos, porque o regime é totalitário.
Um dos líderes da oposição, Leopoldo López, foi perseguido até se entregar. Transcorridos vários meses, não lhe foram feitas acusações verossímeis, porque as gratuitas são abundantes e sempre desprovidas de provas. Por exemplo, a afirmação de que ele estaria preparando um “magnicídio” — o assassinato do Presidente Maduro.
A deputada Maria Corina após ter sido agredida a socos e pontapés por seguidores de Maduro no Congresso venezuelano
A deputada Maria Corina após ter sido agredida a socos e pontapés por seguidores de Maduro no Congresso venezuelano

A deputada Maria Corina Machado [foto ao lado e abaixo] foi por sua vez acusada de “assassina” pelo próprio Maduro, o que é perfeitamente ridículo. Ele afirmou que quer vê-la presa, também por suposta tentativa de “magnicídio”. A Fiscalia Geral da Nação, dirigida por Luisa Ortega, esposa de Maduro, deve intervir no caso, naturalmente para endossar a absurda e grotesca acusação.
Analogamente, os prefeitos de San Cristóbal e de San Diego foram presos, acusados, destituídos e julgados de modo parcial, no fundo por terem uma indiscutível liderança sobre suas respectivas cidades; mas também a fim de intimidar outros opositores com prováveis perseguições, para que abandonem suas posições e se dobrem diante das hostes do regime.
Maduro não conseguiu contudo amedrontar os prefeitos, nem suas famílias e relações. A prova é que suas esposas se apresentaram como candidatas para substituí-los — pois estão presos —, tendo ambas obtido estrondosas vitórias. Demonstrou-se assim um claro apoio da população aos prefeitos depostos. Mas isto não impedirá o governo de continuar com os seus abusos, nem a oposição com os seus protestos.
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Realmente, devido à falta de princípios morais do governo, a impressão que se tem é de que se está preparando, não um “magnicídio” propriamente dito, mas um simulacro deste destinado ao fracasso e que sirva de pretexto para repressões brutais e indiscriminadas contra toda a oposição. Isto porque as investigações ficariam a cargo de súditos de Maduro, que lhe obedeceriam cegamente nas várias providências, e, sobretudo, nas decisões judiciais.
O princípio mais básico da função governativa exige que todas as acusações lançadas por uma autoridade contra a oposição, em particular em matéria penal, sejam meticulosamente provadas. Se não o forem, devem ser recusadas. Mas a prática no atual regime venezuelano é a sucessão ininterrupta de embustes e calúnias, na aparência com a ideia de que, de tanto repetida, uma falsidade se torne verossímil. É o que parece suceder com a acusação do “magnicídio”.

Diálogo problemático porque seu êxito é muito improvável

Isso tem, entretanto, outra consequência adicional: o diálogo iniciado entre o governo e a oposição fica impossível, pois não se pode tratar de temas graves entremeando-os com imputações caluniosas, ameaças, afrontas, insultos, impropérios e medidas repressivas. E, de fato, o diálogo não tardou em ser suspenso. Houve algumas esperanças de reinício, mas logo se tornou patente que não era possível, pois parte da oposição havia sido maltratada, e o governo suspendido várias vezes os encontros sem explicações válidas.
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Em princípio, em qualquer conflito, caso as partes queiram chegar a um entendimento, ou ao menos que a coexistência entre elas se torne possível, cumpre que dialoguem a partir de princípios comuns e com um raciocínio também comum, para chegarem a uma conclusão compartilhada. Isto é precisamente o que faltou no início do diálogo venezuelano e o que augurava desde o começo o seu fracasso: todos os argumentos jurídicos da oposição são recusados pelo governo, por não coincidirem com os pressupostos marxistas nem com própria estratégia deste, cuja única “moral” são as conveniências da revolução.
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Algumas pessoas propuseram certos personagens estrangeiros para mediadores nos diálogos,

pensando com isso conferir talvez a estes alguma objetividade. Em tempos de Hugo Chávez houve uma tentativa semelhante, quando se propôs o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter para idêntica função. Mas a proposta resultou um grande fiasco quando Carter declarou que estava muito de acordo com a política de Chávez, a quem dava toda a razão — o que, aliás, não constituiu surpresa…

É, portanto, de desejar que Carter seja agora descartado, por sua falta de imparcialidade. Tão evidente que, ao morrer Chávez, ele destacou o “compromisso” do falecido com a melhoria nas condições de vida de milhões de pessoas (!), bem como sua “visão” para abordar “profundas mudanças em seu país” e“beneficiar os setores mais esquecidos e marginalizados da população”. Ou seja, pior do que Jimmy Carter só seria mesmo Vladimir Putin…
Mas existe também outra condição a ser preenchida pelo mediador: este não pode estar ao alcance de ataques de nenhuma das partes. Houve propostas para que se nomeasse como árbitro o novo Secretário de Estado da Santa Sé, Cardeal Pietro Parolin, por vários anos Núncio Apostólico na Venezuela. Mas tal proposta parece não ter prosperado, primeiro porque o Vaticano não deu o menor sinal de que fosse aceitá-la, e depois porque o diálogo seria difícil, longo e com poucas possibilidades de êxito, devido às numerosas altercações de Chávez com vários bispos venezuelanos e suas frequentes expressões irreverentes em relação à Igreja.
De outro lado, se o diálogo fracassasse estrepitosamente, como é provável, haveria risco de as represálias do regime bolivariano afetarem a liberdade da Igreja na Venezuela, o que o Sumo Pontífice, como é óbvio, não poderia desejar. Também, as incontáveis ocupações do cardeal Parolin na Secretaria de Estado do Vaticano não lhe permitem assumir uma missão quase intérmina, justamente porque a tática chavista consiste em prolongar a situação enquanto vai assumindo novos controles do Poder e desgastando a oposição.
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Mas, à margem dos mediadores, há outro aspecto a ser analisado: é a participação da UNASUR — aliança de nações sul-americanas com governos afins ao chavismo — no diálogo, a cujo respeito transcrevemos parte do artigo “O ‘diálogo’ deve continuar”, escrito por Alek Boyd (“El País”, Madrid, 17 de maio de 2014):
“Cumpre lembrar que a mesma UNASUR anunciou seu apoio, em abril de 2013, a uma auditoria total dos resultados da eleição que Maduro supostamente ganhou. Dita auditoria nunca foi levada a cabo, pelo que a credibilidade dos representantes da UNASUR, como observadores supostamente imparciais, é igual à dos atores [governamentais] já mencionados”. Ou seja, nula.
“[...] O que nenhum dos comentaristas e especialistas de ofício ressaltam é que transcorreu mais de um ano desde aquele apoio a uma auditoria total dos resultados eleitorais, combinado em Lima pela UNASUR e que legitimaria a Nicolás Maduro como Presidente, a qual não se realizou, nem se realizará. Os ‘bem dispostos’ chanceleres da UNASUR não disseram qualquer palavra de discriminação ou crítica a respeito, por considerações econômicas [leia-se: negócios com o chavismo] que são as que ditam a agenda. [...]
“O ‘diálogo’ entre as partes não produziu um só resultado: os presos políticos continuam presos e seus ‘processos judiciais’ regidos pela Fiscalia chavista continuam sendo uma farsa; os estudantes continuam sendo presos, torturados e acusados falsamente; os coletivos do terror campeiam livremente; altas autoridades do governo continuam fabricando evidências e denunciando complôs inexistentes; quer dizer, nada mudou. O chavismo não deu nem uma só mostra que indique uma intenção diferente à de manter-se no poder a qualquer custo.”
Pois bem, como esperar algo de positivo no diálogo com tais participantes?

Em meio às trevas, surgem algumas luzes de esperança

Venezuela-11Portanto, por muitos lados a situação é opressiva e de algum modo sem muita esperança. 

Mas há dois aspectos sumamente alentadores, como acontece amiúde nas grandes tragédias que caem sobre os povos. É que estas suscitam energias, espírito de luta, patriotismo e religiosidade que pouco antes pareciam quase extintos ou, pelo menos, profundamente deteriorados, e a cujo influxo se acende uma ardente combatividade que se propaga com celeridade pela multidão.
Com efeito, milhares de jovens saem quase todos os dias às ruas de muitos bairros de numerosas cidades venezuelanas, para expressar pacífica mas energicamente sua rejeição à violência ditatorial, à ilegalidade sistemática, à prepotência irracional e à descristianização do país. E isso eles o fazem depois de ter visto muitas vezes outros jovens como eles caírem massacrados pelos esbirros do regime comunistoide, ou serem presos por prazos cuja extensão é impossível prever e que talvez incluam torturas, porque tudo depende da arbitrariedade insana de um ditador nacional, comunal ou distrital, que em algum canto escuro decide que violências perpetrar, como intimidar, sabendo que tudo ficará impune para ele.
Entretanto, a perspectiva do risco não detém nem assusta os jovens. Pelo contrário, os alenta, pois a presença do ódio que notam contra si é um sintoma de tudo o que se prepara para o país, do perigo que o circunda, não só a ele, mas a todo o Continente, e que urge enfrentar. Estão cônscios de que, se são ameaçados, é porque os agressores veem o perigo que significa para eles a força e o arrojo da combatividade cristã, na qual brilham o idealismo, a apetência pela luta heroica e a generosidade.
Se tal combatividade fosse tudo, ainda seria pouco e insuficiente. Mas a isso se acrescenta uma religiosidade como há décadas não se via, a qual leva os jovens a rezarem, não somente antes de começarem e depois de terminarem as manifestações, mas também durante as mesmas, nas praças, nas ruas e, obviamente, nas situações de perigo. Em muitos deles, é palpável a graça de Deus quando se lançam ao combate e imploram por meio do Rosário à Virgem de Coromoto, Padroeira da Venezuela, que lhes conceda sua proteção, mas, sobretudo, que resgate sua Pátria.
Os estudantes dão assim as costas ao mundanismo, aos interesses pessoais, às conveniências imediatas, às diversões, à frivolidade, e ao próprio instinto de sobrevivência, para abraçarem a causa da salvação nacional, certos da ajuda da Providência Divina e de que essa resistência será assumida por incontáveis outros jovens, junto aos quais lutarão até a vitória.
Há provavelmente mais de um século que não se via algo assim na América, ao menos nessas proporções e com tanta autenticidade. Na realidade, os próprios esquerdistas — falo daqueles que entendem de fato a realidade profunda das coisas, não de seus esbirros — devem estar lamentando profundamente que os irmãos Castro, Chávez, Maduro e outros tiranos tenham levado sua perfídia até ao extremo, como está descrito nas páginas precedentes, suscitando toda essa magnífica reação.
Dentro de alguns dias, Maria Corina Machado, Leopoldo López e muitos outros estarão sendo julgados por juízes venais, aos quais Maduro mandou que os sentenciassem à prisão. Mas inúmeros outros jovens se porfiarão para ocupar seus lugares, tendo isso como um privilégio e uma honra, à espera de lances gloriosos porque árduos, sabendo que muitos outros quererão depois seguir seus exemplos.
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É muito provável que não haja publicidade para eles, salvo quando alguém queira difamá-los. 

Mas sabem que um dia os homens serão julgados considerando apenas o que fizeram, o que os inspirou e as perseguições que enfrentaram. E que aqueles que os julgaram serão por sua vez julgados… A admiração que os heróis suscitarão será mais silenciosa, mas também mais sincera.
É inegável que os jovens estudantes já obtiveram uma conquista de primeira ordem: o fato de que
em todo o mundo civilizado tenha pelo menos quintuplicado o número dos que ouviram falar de sua luta e dos que agora sabem que o regime bolivariano é ditatorial, repressivo e marxista, servindo assim para alertar fortemente a opinião pública de muitas nações contra semelhantes enganos.


Para encerrar, não me resta senão fazer votos para que esta chama não se apague, mas, ao contrário, continue servindo de exemplo aos jovens de outras latitudes, a fim de que, sempre que for necessário, eles optem pelo combate legal, pacífico e intrépido, e pelo revigoramento do autêntico espírito religioso contra os inimigos da Cristandade.

ADENDO ADHT: "Diante dos fatos documentados acima, não podemos ficar calados. Envie emails ao Embaixador e telefone para a embaixada da Venezuela repudiando as ações COMUNISTAS do Presidente Maduro. Fala-se que já executaram 200.000 venezuelanos por se oporem ao Regime Comunista implantado por Hugo Chávez na Venezuela. 

Não se cale, bote a boca no trombone, conosco!" 

Vamos lutar para que o decreto de Dilma Rousseff, Nr. 8243/2014 seja cancelado. AVISE SEUS AMIGOS ANTES QUE NÃO SEJA TARDE DEMAIS E NÃO VENHAMOS A ENFRENTAR OS SÉRIOS PROBLEMAS QUE OS RUSSOS, NORTE KOREANOS, CUBANOS E VENEZUELANOS ESTÃO ENFRENTADO AGORA, NESTE MOMENTO!

domingo, 6 de julho de 2014

Análise do Pronunciamento de Dilma feito em 31/3/2014, 50 anos após a tomada do Poder pelos Militares

Quartéis se calam e Dilma levanta a voz pela "democracia" no Brasil

ADHT: "Os quartéis foram calados temporariamente por este governo comunista, eles não se calaram. O povo Brasileiro espera que em breve as Forças Armadas se levantem novamente contra o Comunismo que está sendo implantado no Brasil, por este governo e por alguns Deputados e Senadores. 

Clamamos aos Militares que ajam a favor dos Brasileiros urgentemente, novamente!"

31/3/2014 14:51
Por Redação - de Brasília


Dilma foi presa e torturada pelos aparelhos de repressão na época da ditadura civil-militar
Dilma foi presa e torturada pelos aparelhos de repressão na época da ditadura civil-militar
ADHT: Foi presa porque mereceu e deveria ter ficado presa por toda a vida, pois disse que nunca se arrependeu do que fez. Se não sabes o que ela fez, juntamente com seus "cumpanaheiros" comunistas, leia os artigos publicados neste blog e no www.profichalimpa.org. SAIBA QUEM FOI DILMA E O QUE ELA FEZ, pesquisando pelo nome dela e de seus companheiros comunistas...!

A presidenta Dilma Rousseff lembrou, nesta segunda-feira, os 50 anos do golpe militar que deu início a 21 anos de ditadura no Brasil, em 1964, e disse que as atrocidades cometidas no período não podem ser esquecidas, em memória dos homens e mulheres que foram mortos ou desapareceram enquanto lutavam pela democracia. Por determinação da presidenta, os quarteis foram proibidos de comemorar o que chamavam de ‘revolução’ e nenhum militar se pronunciou favoravelmente ao golpe, como vinha ocorrendo nos anos anteriores.
ADHT: Dilma mente como mentem a totalidade dos Comunistas. Ela cita que as atrocidades cometidas no periodo não podem ser esquecidas, em memória dos homens e mulheres que foram mortos ou desapareceram enquanto lutavam pela democracia. Que democracia, se vocês foram treinados em Cuba, sob um regime ditatorial e comunista que vocês queriam implantar no Brasil. Desde 1961 os terroristas já estavam viajando para Cuba com a intenção de implantar o Comunismo no Brasil, transformando-o numa Cuba gigante. Veja hoje, 50 anos depois, como está Cuba: sucateada e só existem duas classes: a dos participantes da elite comunista e os pobres. Será que a senhora fala sobre a memória das quase 130 terroristas que foram justiçados pelos que sobreviveram? Falas das centenas de civis que foram mortos pelos atos terroristas, planejados por ti e seus companheiros(as)? Pare de mentir e seja honesta consigo mesma e deve sim, se arrepender de seu passado, pois dissestes que se orgulhas dele? Que orgulho pode alguém ter em ter trazido tanta desgraça ao povo Brasileiro e agora quer jogar a culpa apenas nos militares?

– O dia de hoje exige que lembremos e contemos o que aconteceu. Devemos aos que morreram e desaparecerem, devemos aos torturados e aos perseguidos, devemos às suas famílias. Devemos a todos os brasileiros – disse a presidenta.
ADHT: A senhora tem coragem de citar as pessoas bandidas que mataram em nome da democracia e que queriam implantar o Comunismo no Brasil? Conte ao povo Brasileiro como foi a sua participação na morte do soldado Kozel Filho, enquanto ele cumpria sua obrigação como soldado do II QG do Ibirapuera. Conte o que fez com os $20 milhões de dólares que a senhora e seus companheiros  comando roubaram da casa do ex-governador Ademar de Barros, e o do assalto ao Banco Mercantil e outros bancos que fizestes com Carlos Minc.

Dilma fez um discurso no Palácio do Planalto, durante a assinatura de contrato para construção da segunda ponte sobre o Rio Guaíba.
ADHT: O reinado dela não durará muito tempo pois tudo que plantamos um dia colheremos. Ela semeou muito mal e hoje se veste de santa, fingindo até ser religiosa para ganhar votos em Aparecida-SP. É o cúmulo vermos um quadro destes em que a pessoa se "orgulha" de seu passado criminoso, como ela mesma afirmou que "de nada se arrepende".

– Toda dor humana pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história. A dor que nós sofremos, as cicatrizes visíveis e invisíveis que ficaram nesses anos podem ser suportadas e superadas porque hoje temos uma democracia sólida e podemos contar nossa história – disse a presidenta, ao citar a filósofa alemã Hannah Arendt.
ADHT: Infelizmente Dilma quer contar sómente a história distorcida dos comunistas com quem ela tentou assaltar os direitos democráticos dos Brasileiros com a implantação de um Regime Ditatorial Comunista baseado no de Cuba. Ela cita a dor dela e de seus companheiros mas nunca se importou com a dor de centenas de famílias que perderam seus entes queridos com as balas das armas que ela empunhou e bem como as bombas que seus companheiros explodiram, matando e mutilando centenas de Brasileiros civis que nada tinham a ver com as ideologias demoníacas do Comunismo que ela ainda quer implantar no Brasil, demonstrado claramente pelo decreto que ela assinou recentemente. Onde está a democracia sólida do Brasil se o dinheiro dos nossos impostos estão sendo desviados para Cuba reconstruir o Porto Mariel, as estradas de rodagens deles, e bem como a rede hoteleira de Cuba, enquanto nossos portos estão sucateados, nossas estradas de rodagens e férreas paralizadas. Onde está os $20 milhões, Dilma, que seu grupo roubou da casa do ex-governador Ademar de Barros? Será que parte dele foi para a mansão que comprastes em Porto Alegre?

Dilma disse que lembrar e contar o que aconteceu às novas gerações é parte do processo iniciado pelos brasileiros que lutaram pelas liberdades democráticas, pela Anistia, pela Constituinte, por eleições diretas e, mais recentemente, pela criação da Comissão Nacional da Verdade.
ADHT: Dilma quer contar a história reinventada pelos ex-terroristas, ou melhor, pelos terroristas atuais que ainda usam armas para aniquilar quem lhes contradiz pois foi assim que agiram contra o Ex-Prefeito de Santo André. A família dele também foi tão perseguida que tiveram que sair do Brasil e foram assassinados as OITO testemunhas. Outro caso foi o episódio da Gráfica de Guarulhos que foi apenas contratada pela Diocese de Guarulhos para imprimir um panfleto pedindo ao povo para não votar no PT. Alguém tomou alguma providência para se INVESTIGAR e PUNIR OS RESPONSÁVEIS? Dilma e sua turma de comunistas coam um mosquito mas engolem um elefante. ESPERO QUE ELA NÃO VENHA A SER REELEITA !

– Cinquenta anos atrás, na noite de hoje, o Brasil deixou de ser país de instituições ativas, independentes e democráticas. Por 21 anos, mais de duas décadas, nossas instituições, nossa liberdade, nossos sonhos, foram calados.
ADHT: Com certeza a culpa foi de Dilma e seus "cumpanheiros" de militância comunista que colocou a população Brasileira em "polvorosa" com centenas de ataques armados e com bombas como a que eu assisti no ataque ás Lojas Mappin em Ago/1969. Veja aqui a verdade: xxxx. Por isto as Forças Armadas tiveram que intervir até ter certeza de que o Brasil estivesse livre da ameaça de se tornar um país Comunista. Se isto tivesse ocorrido, não teriamos apenas pouco mais de 3.000 mortos e desaparecidos, mas sim milhões como ocorreu com a Rússia, Cuba, Koréia do Norte e outros países que se inspiraram no domínio sobre o povo ensinado pelas ideologias comunistas. Karl Marx afirmou que “para criar um perfeito Estado socialista, você deve destruir a família. Você tem que pôr o governo e sua autoridade acima dos pais na educação dos filhos". 

Hoje podemos olhar para esse período e aprender com ele, porque o ultrapassamos. O esforço de cada um de nós, de todas as lideranças do passado, daqueles que viveram e daqueles que morreram fizeram com que nós ultrapassássemos essa época – acrescentou.
ADHT: Com certeza, mas não se pode isentar os terroristas que foram os causadores da tomada do poder pelos Militares. Se Jango não houvesse tentado legislar que é função do Poder Legislativo, ele não teria sido deposto pelos Militares. Se os Comunistas Brasileiros não tivessem ido á Cuba desde 1961, portanto cerca de 4 anos anates da tomada do poder pelos militares, não teriamos as guerrilhas urbanas e do campo.
Isso precisa ser considerado só que na cabeça de Comunista só cabe uma coisa: são eles que devem perpetuar no poder como Fidel Castro e agora seu irmão, como Presidentes de Cuba. Se Hugo Chávez não tivesse morrido ele estaria em seu QUARTO mandato. É o que Obama (Pres.dos EUA) que é Marxista pretende fazer também. Dilma não diz a verdade toda. Ela só diz em seus discursa o que convém aos Comunistas como ela e seus "petralhas". 

Restauração
da democracia

Com a luta pela redemocratização, segundo Dilma, os brasileiros aprenderam a valorizar a liberdade de expressão, a independência dos poderes legislativo e judiciário e o direito ao voto.
ADHT: A abertura foi feita gradualmente pelos próprios militares, haja vista que quando tomaram o poder, logo depois o Congresso já estava funcionando e os deputados sendo eleitos pelo povo. O que os militares não permitiram foi deixar os comunistas pregar suas doutrinações Marxistas para tomar o poder como pretenderam. Infelizmente foi dada a anistia a "bandidos" que destruiram os sonhos de muitos Brasileiros. Infelizmente, devido a Revolução, houve sim erros graves por parte dos Militares, porém, tudo foi consequência dos desejos de grupos Comunistas que já estavam sendo treinados em Cuba desde 1961 para implantar o Comunismo no Brasil.

– Aprendemos o valor de eleger por voto direto e secreto, de todos os brasileiros, governadores, prefeitos. De eleger, por exemplo, um ex-exilado, um líder sindical que foi preso várias vezes e uma mulher que também foi prisioneira – disse.
ADHT: O governo de seu colega de luta e o teu é o reflexo do que queriam há 40 anos atrás. Felizmente os Brasileiros abriram os olhos e apoiaram, em sua grande maioria, a tomada do governo pelos Militares, salvando o Brasil de tornar-se Comunista. Tornaram-se perseguidos e prisioneiros por algum tempo e vemos agora que o governo Militar falhou...deveria ter deixado todos os comunistas que foram presos, na cadeia, pois assaltaram Bancos, empresas, o cofre do ex-Governador Ademar de Barros e Quartéis, sequestraram estrangeiros e empresários, e mataram muitos inocentes. Esperamos ainda ver cada um que cometeu essas desgraças ao povo Brasileiro na cadeia e também os militares que abusaram do poder. Porém, é preciso ficar claro para os Brasileiros que os crimes começaram com os comunistas. 

Segundo Dilma, a restauração da democracia brasileira foi um processo construído pelos governos eleitos após a ditadura e resultado da luta dos que morreram enquanto enfrentavam “a truculência ilegal” do Estado, com os que trabalharam por pactos e acordos nacionais, como os que levaram à Constituição de 1988.
ADHT: Nos faça de bobos que gostamos, Presidenta Dilma. Nós já vimos as intenções de Lula e do PT e desde 2010 estamos de olho nas tuas pretensões que antes de terminar seu mandato aparece com o decreto 8.243/2014, postado no artigo seguinte com uma análise dos resultados do mesmo, seguidos de artigos escritos e vídeos postados pelo Senador Magno Malta, Pastor Silas Malafaia, pelo escritor Julio Severo em seu blog www.juliosevero.com e outros. A truculência ilegal do Estado foi consequência das truculências ilegais dos Comunistas de seus grupos terroristas que trouxeram o pânico á população e que queriam tornar o Brasil num país miserável, dominado por outra casta de ditadores comunistas, comun á maioria dos petistas e partidos de esquerda.
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Ainda durante o discurso, a presidenta citou frase dita por ela durante a instalação da Comissão Nacional da Verdade, em 2012.
ADHT: Que Verdade e Justiça esta Comissão está desejando apurar se ela é PARCIAL? Só busca defender o direito de quem quis implantar o Comunismo no Brasil, desde 1961, inclusive, vemos isto claramente através dos decretos do ex-Presidente João Goulart (Jango). Se esta Comissão fosse IMPARCIAL, já estariam apurando as causas da morte do ex-Prefeito Daniel, de Santo André e de mais OITO inocentes, que foram arroladas como testemunhas, bem como o caso da Gráfica que fez os panfletos para a Diocese de Guarulhos e outros. Esta Comissão não tem a devida credibilidade. 

– Como eu disse aqui nesse palácio quando instalamos a Comissão da Verdade: se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulos, se existem túmulos sem corpos, nunca, nunca, mas nunca mesmo pode existir uma história sem voz. E quem dá voz são os homens e mulheres livres que não tem medo de escrevê-la – concluiu.
ADHT: Então, Presidenta, inclua os casos dos crimes, assaltos, sequestros de aviões e pessoas estrangeiras e Empresários Brasileiros e outros. A senhora só cita o que lhe convem. Graças a Deus que os militares interferiram no governo Federal e pena que eles deram a anista a bandidos tambem. Eles devem pagar pelos seus crimes e infelizmente eles foram se instalar exatamente nos três poderes Brasileiros, o que poderá levar o Brasil a ter uma nova DITADURA, mas agora, a imposta por seus "cumpanheiros" do PT e outros da esquerda...

VOTAR EM CANDIDATOS COM ESTE PERFIL, É DEMONSTRAR FALTA DE CONHECIMENTO DA VERDADE! SEJA SÁBIO NAS PROXIMAS ELEIÇÕES, VOTE EM CANDIDATOS "CONSERVADORES", ISTO É PRÓ-FAMÍLIA NATURAL, CASAMENTO TRADICIONAL, CONTRA O ABORTO E O GAYZISMO, E CONTRA O COMUNISMO/MARXISMO OU SOCIALISMO.

ABSURDO, VAMOS Á LUTA: "Governo oficializa aborto(Assassinato de Bebês) e paga R$ 443 pelo SUS"

23/5/2014 8:51
Por Leandro Mazzini - de Brasília
A Portaria 415 do Ministério da Saúde oficializou o aborto nos hospitais do Brasil

A Portaria 415 do Ministério da Saúde oficializou o aborto nos hospitais do Brasil
A Portaria 415 do Ministério da Saúde oficializou o aborto nos hospitais do Brasil, e o SUS pagará R$ 443 pelo procedimento. O D.O. da União traz o eufemismo ‘interrupção terapêutica do parto’. A lei sancionada pela presidente Dilma visa autorizar aborto para casos de estupro e anencéfalos, mas deixa brechas para a prática geral: a mulher não é obrigada a apresentar BO policial ao médico, e uma única vírgula no texto da portaria abre interpretações para a prática geral. A íntegra no link < http://bit.ly/1qYMiNL &gt;


Rep/ACS
Rep/ACS
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Com Equipe DF e SP
Leia agora, diariamente, na Edição Digital do Correio do Brasil, esta e outras notícias do colunista Leandro Mazzini, na Coluna Esplanada.
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ADENDO ADHT: Escreva e telefone para o Ministro da Saúde e contate os deputados federais e senadores de seu Estado, pelo menos. Os emails e telefones podem ser encontrados no link:
http://defesa-hetero.blogspot.com/2013/06/relacao-de-emails-de-ministros-stj-stf.html

sábado, 5 de julho de 2014

Pastor Silas Malafaia dispara contra decreto da presidente Dilma que estabelece Conselhos Populares: “Estamos vendo uma réplica da Venezuela”

Pastor Silas Malafaia dispara contra decreto da presidente Dilma que estabelece Conselhos Populares: “Estamos vendo uma réplica da Venezuela”

Publicado por Tiago Chagas em 2 de julho de 2014 

Pastor Silas Malafaia dispara contra decreto da presidente Dilma que estabelece Conselhos Populares: “Estamos vendo uma réplica da Venezuela”
A presidente Dilma Rousseff (PT) assinou um decreto que estabelece a participação de conselhos populares nas decisões do governo e a reação de grande parte da sociedade civil organizada foi de protesto.
Em muitos jornais e sites de análise política, o decreto foi visto como “golpista” e “inconstitucional”, e o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foi taxativo ao dizer que o decreto da presidente fere a lei: “Diante desse quadro de inconstitucionalidade e em atenção às críticas de parlamentares, juristas e cientistas políticos, envidaram-se esforços com vistas à revogação do decreto, mas as tratativas com o Poder Executivo não prosperaram”, disse, lamentando a assinatura da medida por Dilma.

“O decreto está em desarmonia com o princípio da separação dos Poderes, pois ao Congresso Nacional cabe, precipuamente, formulação de políticas públicas, por meio de lei, após amplo debate entre todas as forças políticas – da situação e da oposição – sobre as mais diversas demandas de todos e quaisquer grupos da sociedade, alinhados ou não, ao governo”, acrescentou o deputado federal.
O pastor Silas Malafaia usou seu Twitter para atacar a iniciativa da presidente Dilma Rousseff, e afirmou que a intenção do governo petista é instalar no Brasil um regime semelhante ao criado pelo falecido Hugo Chávez na Venezuela.



“Dilma por decreto quer dar poder a conselhos populares. A questão é que grande partes dos conselhos são bancados pelo governo. É uma afronta ao Legislativo a criação desses conselhos. O que estamos vendo é uma réplica da Venezuela, é o controle total do Estado”, disparou o pastor.

Diante dos argumentos de alguns internautas, que apontaram a chance de maior participação do povo nas decisões do governo, Malafaia afirmou que o decreto deturpa os Poderes estabelecidos pela Constituição Federal de 1988: “Tem alguns aqui que se fingem de bobinhos. Conselhos populares financiados com verbas de governo, igualzinho no comunismo, inocente! A Constituição diz que quem representa o povo é o Congresso Nacional. O resto é coisa de comunista. O que norteia a sociedade é o direito de todos se expressarem independente de crenças, ideologias e valores. Aprenda!”.

Por fim, Malafaia lembrou as eleições no próximo mês de outubro e alertou os fiéis evangélicos sobre a necessidade de escolher bem o voto: “Povo evangélico em hipótese nenhuma podemos abrir mão do voto a deputado federal e estadual. O que esta em jogo é a nossa liberdade, perigo! Existem mais de 800 projetos no Congresso para minarem crenças, valores que tem norteado o bem estar da sociedade. Não podemos brincar. Estou alertando os lideres evangélicos e o povo de Deus. Não falem que não foram avisados. O povo é destruído pela falta de conhecimento”, frisou.

Fonte: GospelMais

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Senador Magno Malta critica pastores que assinaram manifesto apoiando decreto ditatorial de Dilma Rousseff

4 de julho de 2014



Senador Magno Malta critica pastores que assinaram manifesto apoiando decreto ditatorial de Dilma Rousseff

Julio Severo
Em vídeo gravado (http://youtu.be/z3YXfrAfeOM) para o Blog Julio Severo, o senador Magno Malta criticou manifesto “evangélico” que dá apoio a um recente decreto ditatorial de Dilma Rousseff. Se o decreto for aprovado e implementado, o Brasil se transformará numa Venezuela ou União Soviética. O senador evangélico afirma que essa é a direção do decreto e critica os pastores que assinaram o manifesto de apoio. Para ver o manifesto, que foi enviado ao Congresso Nacional como forma de pressionar os parlamentares em nome dos evangélicos, confira este link: http://bit.ly/1of2jtp

O manifesto vem encabeçado por Ariovaldo Ramos, antigo “apóstolo” da Teologia da Missão Integral. Todo ano eleitoral, Ariovaldo vem com um manifesto pró-socialismo.
Para os teólogos que negam que existe uma ligação entre Teologia da Missão Integral e socialismo, esse manifesto é apenas uma das muitas evidências dessa ligação. Mais do que nunca, esse manifesto não só comprova que Teologia da Missão Integral caminha junto com o socialismo, mas também caminha abraçada às tramas ditatoriais do socialismo.
Magno Malta: contra manifesto “evangélico” pró-ditadura petista
Magno Malta deixa claro que os pastores desse manifesto não representam os evangélicos do Brasil e se compromete a lutar contra o decreto da Dilma.
É verdade que ele tem um histórico de apoio a Lula e Dilma. Mas independente disso, o que ele fala neste vídeo é importante, pois não conheço nenhum líder evangélico brasileiro que tenha coragem de confrontar os manifestos socialistas de Ariovaldo Ramos.
Se devemos, conforme diz a Palavra de Deus, examinar tudo e ficar com o que é bom, o que posso dizer é que depois de examinar essa crítica de Magno Malta aos pastores pró-ditadura petista, minha avaliação é que sua fala é excelente. Vale a pena assistir e divulgar.
Leitura recomendada:
Por que esconder a real intenção da Teologia da Missão Integral?

REINALDO AZEVEDO: Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!

às 16:45

Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!

Atenção, leitores!
Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.

De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. 

Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”.
O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”.

Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil

Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições.

Isso que a presidente está chamando de “sistema de participação” é, na verdade, um sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de brasileiros: os que têm direito de participar da vida pública e os que não têm. Alguém dirá: “Ora, basta integrar um movimento social”. Mas isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido político.

A Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por dentro o regime democrático.

O PT está tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via aparentemente legal.
Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto.

Por Reinaldo Azevedo
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