|
Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e ajuda a pessoas que desejam deixar a homossexualidade.
COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?
Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador Decreto 8.243/2014. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Decreto 8.243/2014. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
ATENÇÃO, "O Decreto presidencial nº 8.243 ou a sovietização do Brasil pelo PT"
terça-feira, 29 de julho de 2014
PETIÇÃO PELA REVOGAÇÃO DO DECRETO 8.243 DE DILMA QUE ALTEROU O SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO.
PELA REVOGAÇÃO DO DECRETO QUE ALTEROU O SISTEMA POLÍTICO
BRASILEIRO.
ASSINE ESSA PETIÇÃO, POR
FAVOR, URGENTE!
REPASSE PARA
TODA A SUA LISTA DE CONTATOS, E PEÇAM PRA ELES ASSINAREM E PRA PEDIR PARA ELES
PEDIREM PARA OS CONTATOS DELES FAZEREM O MESMO.
ASSINE, PORQUE SENÃO
ESTAREMOS PERDIDOS.
VEJAM ESSES LINKS.
.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
REINALDO AZEVEDO: Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!
29/05/2014
às 16:45
Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!
Atenção, leitores!
Seus
direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados,
diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma
dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão
política.
De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto.
Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de
23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de
Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação
Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a
respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que
afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da
representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com
poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos
sociais”.
O que faz o
decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é
“sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma
graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos,
os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados,
suas redes e suas organizações”.
Pronto!
Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é
institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da
Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública
direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes
dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o
governo de turno decidir que é… sociedade civil
Todos os
órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo,
estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto,
sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua
participação na administração pública, os petistas querem se eternizar
no poder, ganhem ou percam as eleições.
Isso que a
presidente está chamando de “sistema de participação” é, na verdade, um
sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles
que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os
que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de
brasileiros: os que têm direito de participar da vida pública e os que
não têm. Alguém dirá: “Ora, basta integrar um movimento social”. Mas
isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido
político.
A
Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e
consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições
livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por
decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa
pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por
dentro o regime democrático.
O PT está
tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um
golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do
Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse
decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O
texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das
protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América
Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via
aparentemente legal.
Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto.
Assinar:
Postagens (Atom)
