COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

“Casamento” homossexual e os últimos dias

“Casamento” homossexual e os últimos dias

Antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o “casamento” homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse o Grande Dilúvio

Dr. Scott Lively e Kevin Abrams
De uma perspectiva bíblica a perversão sexual ritualizada e principalmente a homossexualidade ritualizada marcam a rebelião mais extrema contra Deus. A antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o casamento homossexual, foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse aquele Grande Dilúvio do qual só Noé e sua família sobreviveram. Em seu livro “Ancient Post-Flood History” (História Antiga da Época depois do Dilúvio), o teólogo Ken Johnson cita três proeminentes fontes rabínicas nessa questão:
O rabino Huna disse no nome do rabino Joseph: “A geração do Dilúvio só foi exterminada depois de escreverem documentos de casamento para a união de um homem com outro homem ou com um animal.” Gênesis Rabbah 26:4-5; Levítico Rabbah 23.9.
O rabino Hiyyah ensinou: “A passagem diz ‘Sou o Senhor, seu Deus’ duas vezes — Sou Aquele que castigou a geração do Dilúvio, e o povo de Sodoma e Gomorra, e o Egito; e no futuro castigarei aqueles que agirem como eles agiram. As gerações do Dilúvio eram reis, e foram eliminados da terra quando se encharcaram de pecado sexual.” Levítico Rabbah 23:9 (comentário sobre Levítico 18:3.)
E o que eles fizeram? Um homem se casou com outro homem, e uma mulher com outra mulher, e um homem se casou com uma mulher e sua filha, e uma mulher se casou com dois (homens). Portanto, se diz: “E vocês não andarão nos estatutos deles.” Sifra Acharei Mot, Parashaw 9:8 (comentário sobre Levítico 18:3.19)
Imediatamente depois do Dilúvio vemos que a semente da perversão homossexual sobreviveu na família humana por meio da linhagem de Cam. Em Gênesis 9, Noé caiu inconsciente depois beber vinho demais e enquanto ele estava assim sem condições de se mover Cam [ou melhor, Canaã, o filho de Cam] “viu [ou descobriu] sua nudez.” Esse termo “descobrir a nudez,” usado principalmente no livro de Levítico, é um eufemismo hebraico para relações sexuais.
Na Bíblia Novo Padrão Americano (New American Standard), a passagem diz:
Cam, o pai de Canaã, viu a nudez de seu pai… Quando Noé despertou de seu vinho, ele soube o que seu filho (neto) mais novo lhe havia feito. Então ele disse: ‘Maldito seja Canaã’ (Gênesis 9:22-25).
No livro “Call of the Torah” (Chamada da Torá), o rabino Elie Munk cita estudiosos de hebraico que também interpretam o estupro cometido por Canaã como “um ato de homossexualidade” — (Munk:220).
Portanto, como resultado de seu ataque sexual a seu avô, Canaã foi amaldiçoado por Noé e banido de sua presença. Canaã então toma posse do próprio território que mais tarde seria prometido aos descendentes de Abraão: a “Terra Prometida de Israel.”
O que é muito importante é que poucas gerações depois que Canaã foi banido, quatro cidades que seus descendentes haviam fundado, inclusive Sodoma e Gomorra, foram destruídas por Deus por causa da homossexualidade. A perversão sexual havia corrompido de forma tão profunda a sociedade que rivalizava com a apostasia que havia provocado o Grande Dilúvio. Todos os homens de Sodoma, tanto jovens quanto idosos, foram à casa de Ló, sobrinho de Abraão, com a intenção de estuprar os dois anjos enviados por Deus para julgar a cidade. A lascívia deles era tão insaciável que eles continuaram a alcançar sua meta vil mesmo depois de serem cegados pelos anjos. A destruição deles veio rapidamente em seguida (Gênesis 19:1-11).
Traduzido, com permissão, por Julio Severo do Capítulo Dois: “Homo-Occultism” (Homo-Ocultismo) do livro “The Pink Swastika,” do Dr. Scott Lively e Kevin Abrams.
Versão em inglês deste artigo: Homosexual “Marriage” and the Last Days
Versão em espanhol deste artigo: “Matrimonio” Homosexual y los Últimos Días
Leitura recomendada:

quarta-feira, 12 de março de 2014

Nova coalizão pró-família exorta o Ocidente a seguir a liderança da Rússia contra a propaganda homossexual


12 de março de 2014



Nova coalizão pró-família exorta o Ocidente a seguir a liderança da Rússia contra a propaganda homossexual

Dustin Siggins
WASHINGTON, D.C. EUA (LifeSiteNews.com) — Mais de 25 grupos pró-família nacionais e internacionais anunciaram o lançamento da Coalizão de Valores da Família na Sociedade Nacional da Imprensa em 21 de fevereiro.
Scott Lively
Incluindo Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade e Defesa Internacional da Família, a coalizão foi formada como resposta às pressões do Ocidente contra a lei da Rússia que proíbe propaganda homossexual. A declaração da organização — vista na íntegra no final deste artigo — diz que “é uma rede internacional com sede nos EUA de organizações pró-famílias independentes” que “serve ao movimento pró-família mundial incentivando e facilitando a cooperação e coordenação entre estrategistas e ativistas pró-família.”
A Coalizão, que diz que não está oferecendo “um endosso geral da Federação Russa,” está incentivando os filiados “a fazerem lobby em seus próprios governos para seguir o exemplo russo” de impedir as “tão chamadas elites das potências ocidentais” de “imporem sua moralidade invertida em todos por meio da manipulação das leis internacionais.”
Com as Olímpiadas de Inverno de 2014 realizadas em Sochi, Rússia, tem havido grandes pressões internacionais contra a Rússia por sua lei que proíbe a propaganda homossexual. A própria lei impõe multas de vários tamanhos contra cidadãos e não cidadãos na Rússia, com cidadãos individuais enfrentando multas de 120 a 150 dólares, e não cidadãos enfrentando até 15 dias de cadeia bem como deportação.
Autoridades públicas da Rússia enfrentam multas de aproximadamente 1.500 dólares, e organizações enfrentam multas de até 30.000 dólares por infração. As multas têm provocado críticas dos países ocidentais, inclusive dos Estados Unidos. Como parte dessas críticas, o presidente Obama enviou dois indivíduos abertamente homossexuais na delegação olímpica deste ano.
De acordo com o Dr. Scott Lively, presidente de Defesa Internacional da Família, “o que queremos é que o movimento LGBT pare de tentar legitimar estilos de vida sexual alternativos na sociedade e volte a ser uma subcultura. No começo de seu movimento na década de 1950 Dale Jennings da Sociedade Mattachine disse que o que eles queriam era ‘o direito de ficarem sozinhos’ (que era tolerância básica). Pessoalmente, sempre apoiei essa meta.”
“Com os Tumultos de Stonewall em 1968 eles abandonaram esse objetivo racional e adotaram estratégias militantes radicais da Escola de Frankfurt de marxistas culturais,” diz Lively. “Desde aquela época a agenda deles tem sido sobre a substituição da ética sexual cristã com a anarquia sexual. Em apenas 40 anos eles derrotaram todas as instituições seculares que ficaram no caminho deles, começando com a Associação Americana de Psiquiatria em 1973 e conquistando até a última, o movimento de escoteiros, em 2013. A única barreira que restou de pé é a igreja, mas uma parte considerável já está correndo assustada da luta.”
Lively diz que a coalizão “está chamando a igreja para a unidade e ação na verdade da Bíblia como última resistência contra a destruição da civilização cristã no mundo ocidental.” Ele também diz que embora a Rússia “tivesse sido de fato um império do mal” nos dias da União Soviética, “uma onda de missionários cristão inundou a Rússia” aproximadamente 15 anos atrás, “enquanto a Igreja Ortodoxa Russa e outras denominação tradicionais também experimentaram um ressurgimento.”
Embora seja possível que “Putin seja um déspota faminto de poder,” Lively diz que “não me parece verdade.” Lively fez uma turnê em 50 cidades da ex-União Soviética sete anos atrás, se encontrando com “representantes de alto nível da Igreja Ortodoxa Russa,” e diz que acredita na “sinceridade absoluta do Cristianismo desses homens e sua profunda preocupação por seu povo e nação, principalmente pelo desastroso declínio populacional que eles têm sofrido como consequência de estilos de vida não bíblicos e aborto.”
De acordo com Lively, embora ninguém devesse “sofrer violência por exercer sua liberdade de expressão, inclusive auto-identificação como homossexuais,” ele propôs uma “Cláusula Suprema da Primeira Emenda,” que impediria “regras de orientação sexual” de “revogar os direitos de Primeira Emenda dos indivíduos, igrejas e organizações religiosas à liberdade de expressão e ao livre exercício da religião. Para o propósito desse estatuto, as organizações religiosas são aquelas cujas políticas ou cultura são substancialmente influenciadas por valores religiosos, inclusive, mas não limitado a livrarias cristãs, agências de adoção, hospitais, negócios, organizações sociais e organizações estudantis em universidades.”
Lively também aponta para o nível de depravação moral no sistema legal dos EUA em comparação com o da Rússia, no que se refere ao debate sobre o “casamento” homossexual, como evidência de que a Rússia pode estar sendo superior aos EUA. “Deveríamos considerar se a privação de direitos da banda Pussy Riot nas ruas de Sochi (por mais errado que isso seja) chega a equivaler à privação de direitos de milhões de eleitores americanos pró-família efetuada por juízes federais esquerdistas, que estão agora cinicamente revogando em estado após estado as Leis de Defesa do Casamento.”
“Na Rússia,” diz Lively, “os valores do povo estão sendo honrados por seu governo. Nos EUA, poderes ditatoriais estão impondo sua própria versão distorcida da moralidade no povo.”
“Penso que os EUA são o maior culpado dos dois.”

Declaração em Apoio das Leis Pró-família da Rússia em 2013 e 2014

A Coalizão de Valores da Família é uma rede internacional com sede nos EUA de organizações pró-família independentes. Servimos ao movimento pró-família mundial incentivando e facilitando a cooperação e coordenação entre estrategistas e ativistas pró-família. Embora geograficamente, etnicamente e metodologicamente diversos, compartilhamos uma cosmovisão bíblica e um compromisso de falar a verdade pura sobre a agenda LGBT e sua influência destrutiva na sociedade. Nossa meta é promover e proteger a família natural como o alicerce da civilização, e valores da família como a fonte e guia para a cultura predominante em toda sociedade, enquanto defendemos tolerância racional aos que escolhem viver discretamente fora da cultura predominante.
Com o final dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 em Sochi, Rússia, queremos louvar a Federação Russa por fornecer uma liderança muito necessária na restauração de valores de família nas políticas públicas, e incentivar os governos do mundo a seguir o excelente exemplo que o governo russo tem dado em 2013 e 2014 ao proibir a propaganda LGBT para crianças e limitar a adoção de crianças para famílias naturais apenas. Ao adotar esses passos em face de intensas críticas e hostilidade de alguns governos e ONGs do Ocidente, os russos têm demonstrado o elevado valor que eles colocam em seus filhos e no modelo da família natural da sociedade. Cremos que Deus abençoará o povo russo por sua fé e coragem.
A Coalizão de Valores da Família estará incentivando nossos filiados atuais e futuros em todo o mundo a fazerem lobby em seus próprios governos para seguir o exemplo russo. Embora a agenda LGBT pareça um rolo compressor político impossível de deter na América do Norte e Europa, a vasta maioria das pessoas do mundo não aceita a noção de que os desvios sexuais deviam ser normalizados. É hora dessas vozes serem ouvidas no palco do mundo antes que as tão chamadas elites das potências ocidentais imponham sua moralidade invertida em todos por meio da manipulação das leis internacionais, que eles têm a clara intenção de fazer.
A agenda LGBT já foi longe demais no Ocidente, mas está ainda avançando. Estamos pedindo que as nações do mundo que são favoráveis à família ergam uma barreira contra essa agenda em seus próprios países e na comunidade internacional, que pode talvez fortalecer e animar o movimento pró-família nas nações ocidentais a fazer essa agenda retroceder em nossos próprios países.
O futuro da família natural é o futuro da própria humanidade. Não devemos permitir que a cultura da desolação suplante a cultura da vida em nossas sociedades. Vamos orar por cura em favor dos que escolhem a vereda LGBT, e (dentro da razão) respeitar seu direito de ser errado em suas vidas privadas. Mas não vamos permitir que o movimento LGBT transforme o mundo em sua própria imagem distorcida.
Aviso: Esta declaração não deve interpretada como um endosso geral à Federação Russa, mas um reconhecimento de que suas políticas com relação a valores da família estão indo na direção certa. A grande lição do Cristianismo é que o arrependimento traz renovação, e toda pessoa ou nação que se arrepende de seus pecados recebe a bênção de Deus. Louvamos a Rússia não porque tenha alcançado perfeição em todas as coisas, mas porque se afastou do mal do comunismo e está começando a adotar os valores cristãos de novo. Ao incentivar o bem, esperamos ver mais mudanças positivas.
Leitura recomendada:

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Onde foi que o papa cedeu aos “gays”

4 de agosto de 2013


Onde foi que o papa cedeu aos “gays”


Onde foi que o papa cedeu aos “gays”

Exclusivo: Scott Lively diz que Francisco caiu na armadilha do sofisma da orientação sexual

Scott Lively
A Bíblia instrui que “Como um homem pensa no seu coração, assim é ele” (Provérbios 23:7). E avisa “E não vos amoldeis ao sistema deste mundo, mas sede transformados pela renovação das vossas mentes” (Romanos 12:2 KJA). Assim não existe tal coisa como um “cristão ladrão,” um “cristão adúltero,” ou um “cristão beberrão.” Há só cristãos cuja natureza terrena pende para esses e outros pecados da carne. A definição de quem somos não vem dos pecados que nos tentam. Não existe tal coisa como “cristão gay.” Essa noção é antibíblica.
O conceito de “cristãos gays” tem origem na teoria da orientação sexual, uma invenção ideológica do movimento homossexual com o objetivo de avançar a ideia de que a homossexualidade é “imutável,” o que significa que não dá para mudar. Esse conceito foi adotado como uma estratégia legal e política do movimento homossexual dos EUA na década de 1980 para tentar fazer a homossexualidade parecer satisfazer aos requisitos das leis de direitos civis. As decisões do Supremo Tribunal dos EUA naquela época exigiam que os membros de um grupo tivessem “características imutáveis” para se qualificarem para a condição de minoria sob as leis de direitos civis.
Graças ao juiz homossexualista Anthony Kennedy, que escreveu quatro das últimas cinco opiniões relativas à homossexualidade, os “gays” não mais precisam provar isso. Mas a teoria de orientação sexual acabou se tornando uma “bênção” para a agenda gay de inúmeras maneiras, de modo que continua a ser defendida. De forma mais precisa, essa teoria serve como uma suposição não declarada que não foi contestada. Essa suposição está na base de todos os argumentos “gays.”
Até recentemente, a igreja não havia adotado a teoria da orientação sexual, mas sempre distinguia a conduta da identidade pessoal. “Ame o pecador, odeie o pecado,” é o resumo mais reconhecível dessa ideia. Mas na década passada, um número crescente de ex-pastores e igrejas, que no passado estavam centrados na Bíblia, vêm mudando sua teologia para se adaptar às pressuposições da orientação sexual: a “identidade gay” vem desde o nascimento, “ser gay” equivale a ser negro, “ser gay” é o jeito que Deus criou algumas pessoas para ser, etc. Os membros do tão chamado Movimento da Igreja Emergente são os principais culpados dessa tendência, mas está se espalhando rápido.
Nesta semana, o Papa Francisco parece ter, pelo menos em parte, sutilmente adotado a teoria da orientação sexual em seus comentários sobre a homossexualidade na Igreja Católica. Ele disse:
“Penso que quando encontramos uma pessoa gay, temos de fazer a diferença entre o fato de uma pessoa ser gay e o fato de um lobby, pois os lobbies não são bons. Eles são maus. Se uma pessoa é gay e busca o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgar essa pessoa? O Catecismo da Igreja Católica explica esse ponto de forma bela, mas diz, espere um momento, como diz? Diz que essas pessoas nunca devem ser marginalizadas e que ‘devem ser integradas na sociedade.’”
Fica claro que o Papa Francisco NÃO está apoiando a conduta homossexual como muitos na mídia esquerdista afirmaram de modo desonesto. Ele defende o Catecismo Católico, que é explícito nesse ponto.
Minha preocupação é com o uso que ele fez das frases “uma pessoa gay” e “o fato dessa pessoa ser gay.” Dizer “uma pessoa gay,” em vez de “uma pessoa que luta contra a tentação homossexual,” ou “uma pessoa que se define como homossexual” é de cara uma grande concessão à teoria da orientação sexual quando é usada por um líder de igreja ao se referir aos cristãos.
Além disso, no contexto da sentença, indica uma suavização da política da igreja de que aqueles que têm uma profunda identidade homossexual, ainda que celibatários, são indignos do sacerdócio. O documento de 2005 “Instruções sobre os Critérios para o Discernimento da Vocação com relação a Pessoas com Tendências Homossexuais em vista de seu Ingresso no Seminário e nas Ordens Santas” proíbe “aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundas ou apoiam a tão chamada ‘cultura gay.’”
O que é a “cultura gay” se não a associação de pessoas com base numa auto-identificação em comum como “gays”? O Papa Francisco, intencionalmente ou não, reconheceu a cultura “gay” com sua terminologia, ainda que lamentando (e implicitamente confirmando a existência de) um “lobby gay” dentro do Vaticano.
Se o papa admitiu que a homossexualidade é uma base aceitável para a auto-identificação, isso indica que ele está disposto a integrar no sacerdócio pessoas que se definem por seu pecado, em vez de como pecadores lavados e transformados pelo sangue de Cristo. Quando a identificação com o pecado é uma base do tempo presente para a sua identidade, você permanece, sem arrependimento, numa vida que não foi não lavada e transformada. Isso é muito perigoso para os próprios padres, e virtualmente garante que na comunidade da igreja o “lobby gay” continuará.
De toda a cobertura da mídia secular sobre esse caso, penso que o Wall Street Journal foi o mais preciso. Disse num artigo com o título talvez exagerado “Papa Sinaliza Abertura para Padres Gays” que “o Papa Francisco reafirmou o ensino da igreja ao se referir aos atos homossexuais como pecado. Mas ele utilizou sua formidável posição de visibilidade para mudar o tom de como a igreja vê a orientação homossexual em suas mais elevadas fileiras.” Aliás, o problema é ver uma “orientação.”
A reportagem também citou o cardeal Dolan de Nova Iorque que disse: “Minha preocupação é que estamos apoiando o vocabulário de que a pessoa é sua identidade sexual, e eu não concordo com isso e a igreja também não concorda.” Dolan obviamente compreende o que o Papa Francisco aparentemente não entende. A frase de Dolan “…e a igreja também não concorda” me parece uma tentativa de redução de danos por parte de um homem que reconhece os perigos da ideologia da orientação sexual se infiltrando na igreja.
É possível que o Papa Francisco não tivesse a intenção de transmitir o que sua terminologia insinuou. Compreendo melhor do que a maioria como nossos comentários espontâneos às vezes indicam coisas que realmente não temos a intenção de dizer. Mas no total contexto de suas declarações naquele dia, e no contexto ainda maior de sua natureza e estilo tolerantes e compassivos que são tão admiráveis no geral, temo que ele possa ter caído (como um número crescente de líderes evangélicos) na armadilha do sofisma sutil da teoria da orientação sexual.
Espero que eu esteja errado. Serei o primeiro a aplaudir se o Papa Francisco mostrar claramente que não reconhece a homossexualidade como uma base legítima para auto-identificação. Nesta altura, porém, a evidência aponta para o outro lado.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Where the pope gave ground on “gays”
Leitura recomendada:
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