COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Eduardo Cunha se destaca por postura pró-família e incomoda radicais da esquerda

14 de fevereiro de 2015



Eduardo Cunha se destaca por postura pró-família e incomoda radicais da esquerda

Julio Severo
A vinda dele não estava “profetizada,” mas depois de muitos anos com um Congresso Nacional cansado de ver políticos empenhados apenas em campanhas contra a família, eis que surge o novo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um homem empenhado pela família, assim se revelando uma bem-vinda surpresa para os brasileiros.
Eduardo Cunha
Hostilizado pelas esquerdas, Cunha promete fazer o que muitos políticos em Brasília não gostam de fazer: representar os desejos e necessidades da maioria dos brasileiros, que não querem e nunca quiseram aborto e redefinição do casamento para privilegiar indivíduos presos a vícios homossexuais.
Cunha já declarou, para a alegria das famílias brasileiras, que enquanto ele estiver vivo o aborto nunca será legalizado.
Para maior desagrado das esquerdas do Brasil, inclusive do PT e do PSDB, Cunha está acelerando um projeto patrocinado pela bancada evangélica que define família apenas como união entre homem e mulher e que, na prática, pode proteger crianças dos perigos e abusos da adoção por duplas homossexuais.
O projeto se chama Estatuto da Família, que entra em choque direto com uma das maiores ambições das esquerdas brasileiras: a criminalização de opiniões contrárias ao homossexualismo, sob a capa de combate à “homofobia” — termo fantasioso e malicioso que funciona como metralhadora giratória para atacar qualquer cidadão por oposição às práticas homossexuais.
A bancada evangélica, com 80 deputados, está dando total apoio a essa iniciativa pró-família.
O Estatuto da Família traz como definição de família o núcleo natural, fundamental e tradicional formado a partir da união entre homem e mulher, por meio de casamento ou união estável, ou comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
De acordo com o projeto, o Estado tem a obrigação de valorizar e proteger o conceito de família. “São diversas as questões, desde a grave epidemia das drogas, que dilacera os laços e a harmonia do ambiente familiar, à violência doméstica, à gravidez na adolescência, até mesmo à desconstrução do conceito de família, aspecto que aflige as famílias e repercute na dinâmica psicossocial do indivíduo”, escreveu o autor do projeto, o Dep. Anderson Ferreira (PR-PE), da bancada evangélica.
O Estatuto da Família está na mira do endinheirado movimento supremacista gay, que usará toda a sua musculatura ideológica contra essa tentativa de proteger a família brasileira. Mas Eduardo Cunha não está intimidado. Ele está pronto para ir em frente, apesar da raiva dos grupos gays de pressão política.
Parece ter havido uma mudança drástica em Cunha. Em 2011, ainda existia um embate sobre a Lei da Palmada. Quando foi informado de que mais de 80% das pessoas eram contra a aprovação dessa lei, Cunha espantosamente declarou, no seu Twitter, que as crianças é que deveriam ser consultadas.
Para pais cristãos que fazem uso da vara corretiva, conforme orientação da Bíblia, a postura de Cunha foi chocante. Agora que a Lei da Palmada já foi aprovada, com a ajuda da Frente Parlamentar Evangélica, esses pais deveriam consultar Cunha para ver se ele realmente mudou e pode adotar alguma medida contra essa lei que passou exclusivamente pela vontade de Xuxa e do governo do PT, atropelando mais de 80 por cento da população brasileira.
Todos os grupos pró-aborto do Brasil estavam empenhados na aprovação da Lei da Palmada. Queriam ao mesmo tempo o direito de matar crianças e tirar dos pais o direito de educá-las conforme Deus orienta na Bíblia. Eles já conseguiram uma vitória, para vergonha da bancada evangélica.
Conservador e membro da Assembleia de Deus, Cunha está pronto para combater qualquer projeto que trate da legalização do aborto.
“Aborto eu não vou pautar (para votação) nem que a vaca tussa,” disse, em entrevista ao site do jornal O Estado de S. Paulo. “O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça. No aborto, sou radical.”
Se o outro lado, que deseja impor sua versão necrosada de família, tem de forma implacável usado e abusado de seu radicalismo para promover seus vícios em toda a sociedade, nada mais natural e obrigatório do que uma resistência radical para impedir as radicais imposições e imposturas homossexuais.
Continue sendo “radical” com os radicais, Eduardo Cunha.
Com informações da Folha de S. Paulo.
Leitura recomendada:

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Carta aos candidatos presidenciais: um apelo a um contrato pró-vida e pró-família com o povo pró-vida e pró-família do Brasil

19 de setembro de 2014


Carta aos candidatos presidenciais: um apelo a um contrato pró-vida e pró-família com o povo pró-vida e pró-família do Brasil

Julio Severo
O povo brasileiro, em sua maioria esmagadora, é pró-vida, isto é, eles não querem a promoção e facilitação legal do aborto.
O povo brasileiro, em sua maioria esmagadora, é pró-família, isto é, eles não querem a desfiguração da família natural para atender aos caprichos de uma minoria birrenta de ativistas politicamente corretos que querem forçar a sociedade a equiparar legalmente pai, mãe e seus filhos com dois marmanjos cheios de taras anais com o título imerecido de pai e mãe.
Portanto, nada mais natural e justo do que o governante ter as mesmas disposições que o povo que ele representa ou, no mínimo, que ele respeite e proteja os sentimentos pró-vida e pró-família da população brasileira.
Diante da obsessão, vinda da ONU e de poderosas instituições nos EUA e na Europa, de impor a agenda pró-aborto e pró-sodomia no mundo inteiro, faz-se necessário escolher candidatos que estejam em condições de proteger o Brasil dessas imposições alienígenas.
Faço então um apelo aos candidatos para que façam um contrato pró-vida e pró-família com o povo pró-vida e pró-família do Brasil. Minha sugestão de contrato é:
Eu, candidato presidencial, reconheço que a missão do político eleito não é representar uma agenda pessoal ou grupal que entre em choque com os nítidos sentimentos pró-vida e pró-família do povo brasileiro. Reconheço que o povo e seus sentimentos merecem respeito e proteção.
Portanto, mesmo sem militar por valores pró-vida e pró-família, mesmo sem acreditar nesses valores, assumo o compromisso de respeitar e proteger os interesses e sentimentos pró-vida e pró-família da vasta população do Brasil.
Comprometo-me a não deixar meu futuro governo lutar por valores e agendas pró-aborto e pró-homossexualismo.
Se um ministro ou outro funcionário do meu futuro governo ajudar a facilitar valores contrários aos interesses do povo, como aborto, “casamento” gay e outros privilégios para os adeptos da agenda homossexual, me comprometo a derrubar tais medidas e disciplinar seus promotores.
Na ONU, meu futuro governo representará apenas os interesses pró-vida e pró-família do meu povo, jamais interesses contraditórios a ele, como aborto, “casamento” gay e outros privilégios para os adeptos da agenda homossexual.
Comprometo-me também a proteger o Brasil de toda agenda pró-aborto e pró-homossexualismo vinda da ONU e de instituições dos EUA e Europa.
Estou sendo eleito para representar os sentimentos de um povo majoritariamente pró-vida e pró-família e, para essa responsabilidade tremenda, colocarei de lado meus interesses pessoais, a agenda do meu partido e tudo o mais que entre em conflito com os interesses do povo que me eleger.
Que Deus me ajude a cumprir meu compromisso.
Claro que há outras questões importantes, mas começando pelas fundamentais (vida e família) é possível depois alcançar avanços em outros pontos importantes, inclusive a prioridade absoluta de combate aos criminosos de todas as classes e idades, a diminuição do papel intrusivo do Estado nas famílias, a redução drástica da carga opressiva de impostos, etc.
Tudo tem de ter um começo. E o começo agora é um contrato pró-vida e pró-família. Sem isso, o que será possível?
Este contrato pode ser adaptado para candidatos não presidenciais. Faça agora a sua parte: envie-o a todos os candidatos que você conhece, presidenciais ou não, e peça uma resposta clara e assinada deles.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Nova coalizão pró-família exorta o Ocidente a seguir a liderança da Rússia contra a propaganda homossexual


12 de março de 2014



Nova coalizão pró-família exorta o Ocidente a seguir a liderança da Rússia contra a propaganda homossexual

Dustin Siggins
WASHINGTON, D.C. EUA (LifeSiteNews.com) — Mais de 25 grupos pró-família nacionais e internacionais anunciaram o lançamento da Coalizão de Valores da Família na Sociedade Nacional da Imprensa em 21 de fevereiro.
Scott Lively
Incluindo Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade e Defesa Internacional da Família, a coalizão foi formada como resposta às pressões do Ocidente contra a lei da Rússia que proíbe propaganda homossexual. A declaração da organização — vista na íntegra no final deste artigo — diz que “é uma rede internacional com sede nos EUA de organizações pró-famílias independentes” que “serve ao movimento pró-família mundial incentivando e facilitando a cooperação e coordenação entre estrategistas e ativistas pró-família.”
A Coalizão, que diz que não está oferecendo “um endosso geral da Federação Russa,” está incentivando os filiados “a fazerem lobby em seus próprios governos para seguir o exemplo russo” de impedir as “tão chamadas elites das potências ocidentais” de “imporem sua moralidade invertida em todos por meio da manipulação das leis internacionais.”
Com as Olímpiadas de Inverno de 2014 realizadas em Sochi, Rússia, tem havido grandes pressões internacionais contra a Rússia por sua lei que proíbe a propaganda homossexual. A própria lei impõe multas de vários tamanhos contra cidadãos e não cidadãos na Rússia, com cidadãos individuais enfrentando multas de 120 a 150 dólares, e não cidadãos enfrentando até 15 dias de cadeia bem como deportação.
Autoridades públicas da Rússia enfrentam multas de aproximadamente 1.500 dólares, e organizações enfrentam multas de até 30.000 dólares por infração. As multas têm provocado críticas dos países ocidentais, inclusive dos Estados Unidos. Como parte dessas críticas, o presidente Obama enviou dois indivíduos abertamente homossexuais na delegação olímpica deste ano.
De acordo com o Dr. Scott Lively, presidente de Defesa Internacional da Família, “o que queremos é que o movimento LGBT pare de tentar legitimar estilos de vida sexual alternativos na sociedade e volte a ser uma subcultura. No começo de seu movimento na década de 1950 Dale Jennings da Sociedade Mattachine disse que o que eles queriam era ‘o direito de ficarem sozinhos’ (que era tolerância básica). Pessoalmente, sempre apoiei essa meta.”
“Com os Tumultos de Stonewall em 1968 eles abandonaram esse objetivo racional e adotaram estratégias militantes radicais da Escola de Frankfurt de marxistas culturais,” diz Lively. “Desde aquela época a agenda deles tem sido sobre a substituição da ética sexual cristã com a anarquia sexual. Em apenas 40 anos eles derrotaram todas as instituições seculares que ficaram no caminho deles, começando com a Associação Americana de Psiquiatria em 1973 e conquistando até a última, o movimento de escoteiros, em 2013. A única barreira que restou de pé é a igreja, mas uma parte considerável já está correndo assustada da luta.”
Lively diz que a coalizão “está chamando a igreja para a unidade e ação na verdade da Bíblia como última resistência contra a destruição da civilização cristã no mundo ocidental.” Ele também diz que embora a Rússia “tivesse sido de fato um império do mal” nos dias da União Soviética, “uma onda de missionários cristão inundou a Rússia” aproximadamente 15 anos atrás, “enquanto a Igreja Ortodoxa Russa e outras denominação tradicionais também experimentaram um ressurgimento.”
Embora seja possível que “Putin seja um déspota faminto de poder,” Lively diz que “não me parece verdade.” Lively fez uma turnê em 50 cidades da ex-União Soviética sete anos atrás, se encontrando com “representantes de alto nível da Igreja Ortodoxa Russa,” e diz que acredita na “sinceridade absoluta do Cristianismo desses homens e sua profunda preocupação por seu povo e nação, principalmente pelo desastroso declínio populacional que eles têm sofrido como consequência de estilos de vida não bíblicos e aborto.”
De acordo com Lively, embora ninguém devesse “sofrer violência por exercer sua liberdade de expressão, inclusive auto-identificação como homossexuais,” ele propôs uma “Cláusula Suprema da Primeira Emenda,” que impediria “regras de orientação sexual” de “revogar os direitos de Primeira Emenda dos indivíduos, igrejas e organizações religiosas à liberdade de expressão e ao livre exercício da religião. Para o propósito desse estatuto, as organizações religiosas são aquelas cujas políticas ou cultura são substancialmente influenciadas por valores religiosos, inclusive, mas não limitado a livrarias cristãs, agências de adoção, hospitais, negócios, organizações sociais e organizações estudantis em universidades.”
Lively também aponta para o nível de depravação moral no sistema legal dos EUA em comparação com o da Rússia, no que se refere ao debate sobre o “casamento” homossexual, como evidência de que a Rússia pode estar sendo superior aos EUA. “Deveríamos considerar se a privação de direitos da banda Pussy Riot nas ruas de Sochi (por mais errado que isso seja) chega a equivaler à privação de direitos de milhões de eleitores americanos pró-família efetuada por juízes federais esquerdistas, que estão agora cinicamente revogando em estado após estado as Leis de Defesa do Casamento.”
“Na Rússia,” diz Lively, “os valores do povo estão sendo honrados por seu governo. Nos EUA, poderes ditatoriais estão impondo sua própria versão distorcida da moralidade no povo.”
“Penso que os EUA são o maior culpado dos dois.”

Declaração em Apoio das Leis Pró-família da Rússia em 2013 e 2014

A Coalizão de Valores da Família é uma rede internacional com sede nos EUA de organizações pró-família independentes. Servimos ao movimento pró-família mundial incentivando e facilitando a cooperação e coordenação entre estrategistas e ativistas pró-família. Embora geograficamente, etnicamente e metodologicamente diversos, compartilhamos uma cosmovisão bíblica e um compromisso de falar a verdade pura sobre a agenda LGBT e sua influência destrutiva na sociedade. Nossa meta é promover e proteger a família natural como o alicerce da civilização, e valores da família como a fonte e guia para a cultura predominante em toda sociedade, enquanto defendemos tolerância racional aos que escolhem viver discretamente fora da cultura predominante.
Com o final dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 em Sochi, Rússia, queremos louvar a Federação Russa por fornecer uma liderança muito necessária na restauração de valores de família nas políticas públicas, e incentivar os governos do mundo a seguir o excelente exemplo que o governo russo tem dado em 2013 e 2014 ao proibir a propaganda LGBT para crianças e limitar a adoção de crianças para famílias naturais apenas. Ao adotar esses passos em face de intensas críticas e hostilidade de alguns governos e ONGs do Ocidente, os russos têm demonstrado o elevado valor que eles colocam em seus filhos e no modelo da família natural da sociedade. Cremos que Deus abençoará o povo russo por sua fé e coragem.
A Coalizão de Valores da Família estará incentivando nossos filiados atuais e futuros em todo o mundo a fazerem lobby em seus próprios governos para seguir o exemplo russo. Embora a agenda LGBT pareça um rolo compressor político impossível de deter na América do Norte e Europa, a vasta maioria das pessoas do mundo não aceita a noção de que os desvios sexuais deviam ser normalizados. É hora dessas vozes serem ouvidas no palco do mundo antes que as tão chamadas elites das potências ocidentais imponham sua moralidade invertida em todos por meio da manipulação das leis internacionais, que eles têm a clara intenção de fazer.
A agenda LGBT já foi longe demais no Ocidente, mas está ainda avançando. Estamos pedindo que as nações do mundo que são favoráveis à família ergam uma barreira contra essa agenda em seus próprios países e na comunidade internacional, que pode talvez fortalecer e animar o movimento pró-família nas nações ocidentais a fazer essa agenda retroceder em nossos próprios países.
O futuro da família natural é o futuro da própria humanidade. Não devemos permitir que a cultura da desolação suplante a cultura da vida em nossas sociedades. Vamos orar por cura em favor dos que escolhem a vereda LGBT, e (dentro da razão) respeitar seu direito de ser errado em suas vidas privadas. Mas não vamos permitir que o movimento LGBT transforme o mundo em sua própria imagem distorcida.
Aviso: Esta declaração não deve interpretada como um endosso geral à Federação Russa, mas um reconhecimento de que suas políticas com relação a valores da família estão indo na direção certa. A grande lição do Cristianismo é que o arrependimento traz renovação, e toda pessoa ou nação que se arrepende de seus pecados recebe a bênção de Deus. Louvamos a Rússia não porque tenha alcançado perfeição em todas as coisas, mas porque se afastou do mal do comunismo e está começando a adotar os valores cristãos de novo. Ao incentivar o bem, esperamos ver mais mudanças positivas.
Leitura recomendada:
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