OLHA A MANOBRA NO STF.TRÁFICO DE INFLUÊNCIA !!!.
Artigo 332 do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940 Art. 332. Obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em funcionário público no exercício da função:Parágrafo único. A pena é aumentada de um terço, se o agente alega ou insinúa que a vantagem é tambem destinada ao funcionário. Art. 332 - Solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função: (Redação dada pela Lei nº 9.127, de 1995) Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 9.127, de 1995) Parágrafo único - A pena é aumentada da metade, se o agente alega ou insinua que a vantagem é também destinada ao funcionário. (Redação dada pela Lei nº 9.127, de 1995
https://www.youtube.com/watch?v=ksF_saFx4pg
Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e ajuda a pessoas que desejam deixar a homossexualidade.
COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?
Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 3 de dezembro de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
RENAN CALHEIROS QUER APROVAR LEI PARA PROIBIR MANIFESTAÇÕES NO BRASIL, AJUDE!
URGENTE: ENTENDA A VERDADE POR TRÁS DO PL 280 . ESCREVA PARA OS SENADORES PARA NÃO APROVÁ-LO.
https://youtu.be/eteJBiU2PkU
sexta-feira, 8 de julho de 2016
PERIGO SE APROXIMA CADA VEZ MAIS DA NAÇÃO BRASILEIRA: "Enfraquecimento do Poder Judiciário"

Lei bolivariana para calar Juízes brasileiros: Renan Calheiros no comando!
Posted on 8 de julho de 2016 by CristalVox
Não é de hoje que Renan Calheiros demonstra, publicamente, desprezo para com a magistratura brasileira. Por certo, o faz, tentando intimidar quem detém o poder de julgar, no mínimo 09 ações recheadas de atos não republicanos, praticados por quem não tem a menor condição de presidir o Senado Federal, de onde já “fugou” uma vez para não ser cassado. Certamente, num futuro muito próximo, pelo livre e constitucional exercício de um juiz brasileiro seja preso e defenestrado da política nacional.
Dizem em nota, os juízes brasileiros que: “Proposta defendida por Renan Calheiros contra abuso de autoridades ofende garantias da magistratura”
…
“O anteprojeto de lei que prevê punições a crimes de abuso de autoridades ofende garantias dos juízes previstas na Constituição Federal e na Lei Orgânica da Magistratura (Loman). A proposição, fruto do PL 6418/09, permite a penalização de magistrados pelo simples fato de interpretarem a lei – o que afeta diretamente a independência judicial.
A criação de Comissão Especial pelo Presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), para votar a matéria justamente neste momento de intenso enfrentamento à corrupção no Brasil parece uma tentativa de intimidação de juízes, desembargadores e ministros do Poder Judiciário na aplicação da lei penal em processos envolvendo criminosos poderosos.
A Ajufe rechaça quaisquer medidas que enfraqueçam as garantias da magistratura, em especial aquelas que têm o objetivo de gerar, nos juízes, o receio da punição em desacordo com os trâmites constitucionais e legalmente previstos na Loman.
A independência judicial existe para assegurar julgamentos imparciais, imunes a pressões de grupos sociais, econômicos, políticos ou religiosos. Ela garante que o Estado de Direito será respeitado e usado como defesa contra todo tipo de usurpação. Trata-se de uma conquista da cidadania, que é garantia do Estado Democrático de Direito e essencial à proteção dos direitos fundamentais do cidadão.
As prerrogativas da magistratura são invioláveis porque agem em benefício da sociedade como um todo. Não cabe à lei ordinária restringi-las, nem, mais gravemente, aboli-las.
A Ajufe e os magistrados federais esperam ser convidados para apresentar sugestões e debater publicamente matéria tão importante para o país.”
FONTE: http://linkis.com/cristalvox.com/4Ke4c
quinta-feira, 9 de junho de 2016
VÍDEO: Pr. Silas Malafaia Comenta o Pedido de Prisão Feito por Janot, Assista!
LISTA DE JANOT ESTÁ INCOMPLETA....FALTOU : Dilma, Lula, Edinho Silva, Mercadante,Gleisi, Humberto Costa, Lindberg
https://youtu.be/NHLsazu9uSk
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terça-feira, 26 de abril de 2016
PRESIDENTE DO SENADO RECEBE PRESSÃO DE LÍDERES DO PT E DO MST...PODE ISSO?
Renan Calheiros recebe lideranças de movimentos sociais
Da Redação | 26/04/2016, 18h01
Jane de Araújo/Agência Senado
Nesta terça-feira (26), o presidente do Senado, Renan Calheiros, recebeu representantes da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo, que reúnem movimentos sociais contrários ao processo de impeachment em curso no Senado Federal. O grupo entregou a Renan Calheiros um manifesto de apoio à presidente da República, Dilma Rousseff, assinado por 322 instituições da sociedade civil.
— Nós não podemos aceitar nenhum golpe institucional. Uma coisa é o rito que se segue, outra coisa é se existe ou não crime e, por isso, nós queremos apelar para o Senado, na sua pessoa [Renan Calheiros], para que vocês zelem, porque não é brincadeira tirar uma presidenta sem que haja crime real — defendeu João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Renan Calheiros destacou que, nesse momento difícil da vida nacional, “é fundamental, na medida que aumentem as dificuldades, que possamos conversar”. Renan afirmou que, como presidente do Senado, “tem a exata dimensão do seu papel” e vai “demonstrar isenção e compromisso com o Brasil e com a democracia”.
— Eu tenho dito, e vou repetir, que eu farei tudo que estiver ao meu alcance para garantir o máximo de previsibilidade democrática que tiver para garantir o processo — assegurou Renan.
Segundo Stédile, há um reconhecimento dos movimentos sociais pela "postura democrática” do presidente do Senado. A avaliação foi compartilhada pelos senadores que acompanhavam o grupo. Estavam presentes as senadoras Regina Souza (PT-PI), Fátima Bezerra (PT-RN), Donizeti Nogueira (PT-TO), Paulo Rocha (PT-PA), Paulo Paim (PT-RS), e Jorge Viana (PT-AC).
— O rito do impeachment nunca foi praticado no Brasil. Na época do Collor, foi um rito sumário por acordo. Agora o presidente Renan, aqui no Senado, está impondo que o rito se cumpra, sem tirar nenhum prazo e também sem acrescentar nenhum outro — esclareceu Jorge Viana.
Os senadores e as lideranças populares também pediram a Renan Calheiros que permita o acesso dos movimentos às galerias do Senado nos dias de votação do impeachment. O presidente respondeu que vai estudar como democratizar, ao máximo, o acesso às galerias.
Ao falar sobre as etapas do processo de impeachment, o presidente do Senado disse que “mais do que nunca, nós não podemos partidarizar esse debate”. Renan explicou que sempre manteve com a presidente Dilma “uma relação de colaboração”, inclusive com a criação da Agenda Brasil, com propostas para vencer a crise econômica, mas não deixou de fazer críticas quando entendeu que precisava fazer críticas e alertar quando entendeu que precisava alertar.
— Se for o caso de nós termos um governo temporário, eu terei, com o governo temporário, a mesma relação que tive com a presidente Dilma, de independência, mas de colaboração com aquilo que significar o interesse nacional — frisou Renan.
(Da Assessoria da Presidência do Senado Federal)
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
domingo, 21 de dezembro de 2014
Cai a casa para Gleisi Hoffmann, Renan Calheiros, Roseana Sarney e outros 25 na Lava Jato
Cai a casa para Gleisi Hoffmann, Renan Calheiros, Roseana Sarney e outros 25 na Lava Jato
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Cai a casa para os primeiros 28. Logo tem mais da parte de Costa ainda e de Youssef
Paulo Roberto Costa relata em 80 depoimentos relação que inclui ministro e ex-ministros da gestão Dilma Rousseff, governador, ex-governadores e parlamentares; são, ao todo, 10 nomes do PP, 8 do PT, 8 do PMDB, 1 do PSB e 1 do PSDB.
Primeiro delator da Lava Jato, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa citou em 80 depoimentos que se estenderam por duas semanas, entre agosto e setembro, uma lista de 28 políticos – que inclui ministro e ex-ministros do governo Dilma Rousseff (PT), deputados, senadores, governador e ex-governadores.

AINDA TEM MAIS, LOGO LOGO
Fonte:
Fonte:
terça-feira, 14 de outubro de 2014
MAIS UM CASO DE ROUBALHEIRA DO GOVERNO DILMA...RENAM RECEBEU PROPINA DA MENDES JR
DEMOROU....DILMA...MAS ACABOU VINDO Á TONA....
Sete anos após renunciar à presidência do Senado para escapar da cassação, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), volta a enfrentar problemas na Justiça com a denúncia de que teve despesas pessoais pagas pelo lobista de uma empreiteira em troca de emendas ao orçamento. O Ministério Público Federal em Brasília denunciou o senador por improbidade administrativa na 14ª Vara Federal do DF no último dia 2. Na ação, os procuradores acusam Renan de se enriquecer ilicitamente, de ter evolução patrimonial incompatível com o cargo e de forjar documentos para comprovar que tinha dinheiro para bancar despesas pagas, segundo a denúncia, pela Mendes Júnior.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, que teve acesso com exclusividade à ação que pede à Justiça que Renan, a Mendes Júnior e o lobista Cláudio Gontijo sejam tratados a partir de agora como réus. A Procuradoria da República também recomenda a perda do mandato do senador em caso de condenação.
Em 2007, o peemedebista foi acusado pela jornalista Mônica Veloso, sua ex-amante, de usar dinheiro do lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior, para pagar suas despesas com a pensão da filha e o aluguel de um imóvel. Essa foi a principal de uma série de denúncias que o parlamentar alagoano enfrentou no Conselho de Ética do Senado naquele ano. Por duas vezes, ele escapou da cassação no plenário em votação secreta.
Cabeça de gado
Para comprovar que tinha condições de arcar com os gastos sozinho, o senador apresentou notas fiscais de vendas de bois. Mas a Polícia Federal concluiu que aqueles documentos não garantiam recursos para quitar a pensão e que os papéis não comprovavam a venda de gado. Havia a suspeita de que as notas eram frias.
Por esse motivo, em janeiro do ano passado, o então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abrisse ação penal contra o senador por peculato, falsidade ideológica e uso de documento. O parecer, noticiado em primeira mão pelo Congresso em Foco, foi apresentado às vésperas da eleição que marcou a volta de Renan à presidência do Senado. Quase dois anos depois, os ministros do Supremo ainda não analisaram o pedido do ex-procurador-geral.
Intermediário
A ação por improbidade é desdobramento na esfera cível dessas investigações. Segundo os repórteres Ricardo Brito e Beatriz Bulla, o Ministério Público afirma agora que a Mendes Júnior pagou pelo menos R$ 246 mil para Mônica Veloso. O lobista e o senador confirmaram, na época, os repasses à jornalista. Mas alegaram que o dinheiro pertencia a Renan. “Não é minimamente crível que o senador tivesse preferido sacar o dinheiro, entregá-lo ao requerido Cláudio para então repassá-lo à senhora Mônica, quando poderia tê-lo feito diretamente”, afirmam os procuradores no processo.
A ação sustenta, ainda, que Renan não conseguiu comprovar de que maneira pagou uma dívida de R$ 100 mil de pensão alimentícia da filha. De acordo com a acusação, o peemedebista beneficiou a empreiteira com emenda ao orçamento nos anos de 2005 e 2006, ao sugerir o direcionamento de recursos para obras tocadas pela empresa no Porto de Maceió.
Por meio de sua assessoria, Renan informou que não vai se manifestar sobre o assunto. A Mendes Júnior também não se pronunciou. Já Cláudio Gontijo não foi localizado.
Veja a íntegra da reportagem do Estadão
Leia ainda:
As denúncias contra Renan Calheiros
Gurgel denuncia Renan no caso dos bois de Alagoas
PGR acusa Renan de ter cometido três crimes
Renan recebeu propina da Mendes Júnior, denuncia Ministério Público
Procuradores denunciam presidente do Senado por improbidade administrativa. Para eles, despesas com filha e ex-amante do peemedebista foram bancadas por lobista de empreiteira em troca de emendas ao orçamento, revela o Estadão| por Congresso em Foco | 19/09/2014 07:17 |
Sete anos após renunciar à presidência do Senado para escapar da cassação, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), volta a enfrentar problemas na Justiça com a denúncia de que teve despesas pessoais pagas pelo lobista de uma empreiteira em troca de emendas ao orçamento. O Ministério Público Federal em Brasília denunciou o senador por improbidade administrativa na 14ª Vara Federal do DF no último dia 2. Na ação, os procuradores acusam Renan de se enriquecer ilicitamente, de ter evolução patrimonial incompatível com o cargo e de forjar documentos para comprovar que tinha dinheiro para bancar despesas pagas, segundo a denúncia, pela Mendes Júnior.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, que teve acesso com exclusividade à ação que pede à Justiça que Renan, a Mendes Júnior e o lobista Cláudio Gontijo sejam tratados a partir de agora como réus. A Procuradoria da República também recomenda a perda do mandato do senador em caso de condenação.
Em 2007, o peemedebista foi acusado pela jornalista Mônica Veloso, sua ex-amante, de usar dinheiro do lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior, para pagar suas despesas com a pensão da filha e o aluguel de um imóvel. Essa foi a principal de uma série de denúncias que o parlamentar alagoano enfrentou no Conselho de Ética do Senado naquele ano. Por duas vezes, ele escapou da cassação no plenário em votação secreta.
Cabeça de gado
Para comprovar que tinha condições de arcar com os gastos sozinho, o senador apresentou notas fiscais de vendas de bois. Mas a Polícia Federal concluiu que aqueles documentos não garantiam recursos para quitar a pensão e que os papéis não comprovavam a venda de gado. Havia a suspeita de que as notas eram frias.
Por esse motivo, em janeiro do ano passado, o então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abrisse ação penal contra o senador por peculato, falsidade ideológica e uso de documento. O parecer, noticiado em primeira mão pelo Congresso em Foco, foi apresentado às vésperas da eleição que marcou a volta de Renan à presidência do Senado. Quase dois anos depois, os ministros do Supremo ainda não analisaram o pedido do ex-procurador-geral.
Intermediário
A ação por improbidade é desdobramento na esfera cível dessas investigações. Segundo os repórteres Ricardo Brito e Beatriz Bulla, o Ministério Público afirma agora que a Mendes Júnior pagou pelo menos R$ 246 mil para Mônica Veloso. O lobista e o senador confirmaram, na época, os repasses à jornalista. Mas alegaram que o dinheiro pertencia a Renan. “Não é minimamente crível que o senador tivesse preferido sacar o dinheiro, entregá-lo ao requerido Cláudio para então repassá-lo à senhora Mônica, quando poderia tê-lo feito diretamente”, afirmam os procuradores no processo.
A ação sustenta, ainda, que Renan não conseguiu comprovar de que maneira pagou uma dívida de R$ 100 mil de pensão alimentícia da filha. De acordo com a acusação, o peemedebista beneficiou a empreiteira com emenda ao orçamento nos anos de 2005 e 2006, ao sugerir o direcionamento de recursos para obras tocadas pela empresa no Porto de Maceió.
Por meio de sua assessoria, Renan informou que não vai se manifestar sobre o assunto. A Mendes Júnior também não se pronunciou. Já Cláudio Gontijo não foi localizado.
Veja a íntegra da reportagem do Estadão
Leia ainda:
As denúncias contra Renan Calheiros
Gurgel denuncia Renan no caso dos bois de Alagoas
PGR acusa Renan de ter cometido três crimes
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