COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 9 de junho de 2014

A aprovação do aborto, a reação e o recuo do governo

 
  09-06-2014
 
 
A aprovação do aborto, a reação e o recuo do governo
 
 
Paulo Roberto Campos
 
 
       Recentemente fomos surpreendidos por uma aprovação que ampliaria a prática do aborto no Brasil e com financiamento público. Foi a sanção à lei 12.845/2013, por meio da regulamentação da Portaria 415, assinada pela Presidente Dilma Rousseff em 21 de maio último e publicada no dia seguinte no “Diário Oficial da União”.

Essa nefanda regulamentação, no fundo, facilitaria a prática abortiva nos hospitais, uma vez que o governo incluía o aborto na Tabela de Procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), pagando R$443,40 pela “interrupção da gestação” ou “antecipação terapêutica do parto” — ou seja, sem eufemismos: a execução de um bebê no ventre materno.
Ademais, tal regulamentação seria motivo para interpretações jurídicas que poderiam ampliar ainda mais os casos de abortamento no País, além daqueles que, de modo absurdo, a lei vigente permite (em casos de estupro, quando a vida da mãe esteja em risco e em casos de fetos anencéfalos).
Tal notícia provocou indignadas reações no Brasil inteiro — despertadas por muitos movimentos contrários ao aborto — e o governo recuou. Segundo nota da “Agência Brasil”, no dia 29 de maio, o Ministério da Saúde anulou a portaria 415, publicada no dia 22 de maio.
Mas aquele Ministério não admitiu que o recuo fora por causa da mencionada reação. Ele alegou que a revogação foi devido a uma “falha técnica”...
Uma razão a mais para ficarmos bem atentos, pois, do contrário, poderemos ser novamente surpreendidos com alguma nova portaria “corrigindo” a “falha técnica” e, usando e abusando de eufemismos, aprovar o aborto em larga escala no País.
Neste sentido de vigilância, recomendo aos prezados leitores assinarem uma “Carta Aberta” contra o aborto, pedindo aos candidatos, tanto do Executivo quanto do Legislativo, para se definirem claramente sobre a questão do aborto e, assim, possamos saber quem escolher nas próximas eleições.
Para assinar a sua “Carta Aberta”, click no seguinte link:

http://www.minhacartaaberta.com.br/candidatos2014/

(*) Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da ABIM.
 
 

 
 
 
Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Agenda abortista avança, com a conivência de muitos e o silêncio dos “bons”

Agenda abortista avança, com a conivência de muitos e o silêncio dos “bons”      

11 de setembro de 2013

Paulo Roberto Campos
Uma muito elucidativa entrevista concedida pelo Prof. Hermes Rodrigues Nery (*) ao canal FORA FORO [de São Paulo] foi postada no último domingo (8-9-13) e aqui a propago para conhecimento de nossos leitores.

O Prof. Hermes — após contar algumas reminiscências de seu passado — explica muito bem toda a questão do objetivo revolucionário do controle populacional, por meio do aborto promovido por instituições internacionais, como a Fundação Rockefeller, financiada por John Rockefeller III.
O entrevistado aponta também para o gravíssimo problema que deparamos presentemente devido à infiltração esquerdista nos meios católicos, o que acaba favorecendo o avanço da “Revolução Cultural” (como novos costumes introduzidos para apressar a desagregação familiar) em nosso País.
A seguir um trecho da entrevista e no final o vídeo (de aproximadamente 2 horas).

GRAMSCI E A INFILTRAÇÃO ESQUERDISTA, LENTA E CIRÚRGICA, NOS MEIOS CATÓLICOS

“Infelizmente temos que reconhecer, com muita tristeza, que parte da Igreja Católica hoje no Brasil está aparelhada ideologicamente. Muitos em postos de decisão ou se calam ou são coniventes com o projeto de implantação do socialismo no Brasil, processo este com táticas gramscianas, e monitorado por organismos externos, internacionais, que vem impondo a agenda abortista no País, com a anuência do governo federal, do PT, isso já a alguns anos.

De maneira que para nós, católicos, está ficando cada vez mais difícil defender o Evangelho da Vida, num terreno que se tornou um campo minado, dentro da própria Igreja, cujo joio do esquerdismo (por falta de um termo melhor) cresce de uma tal forma que está suplantando o pouco trigo ainda existente. Hoje, padres e leigos realmente católicos, que tem efetivo compromisso com as diretrizes, princípios e valores do magistério da Igreja Católica, tem se tornado minoria, e perseguidos (de diversas formas, porque há vários meios de você excluir, desprestigiar, manipular, e dificultar o apostolado daquele que realmente tem amor à Igreja e a Nosso Senhor Jesus Cristo. É uma guerra cultural, interna, intestina, um jogo de linguagens, de subterfúgios, de eufemismos, de instrumentalizações do próprio Evangelho para os fins políticos e perversos deste esquerdismo que grassa por toda a parte, dentro da instituição.

Os fiéis católicos desinformados, mas devotos e tementes a Deus, ficam PERPLEXOS, perplexos diante do que veem, dos contra-testemunhos abundantes, e ou saem fora, daí a evasão, ou ficam mortificados, mas fiéis ao mandato de Nosso Senhor, e aí a evangelização se torna uma cruz no deserto, muitas vezes, dentro da própria Igreja. Eu fiquei, preferi a via estreita da mortificação, pois assumo com honra o meu BATISMO.

Agora, o que acontece? Nem todos conseguem fazer o discernimento. E hoje eu posso dizer pela experiência de engajamento na vida da Igreja há já alguns anos, de que o câncer do esquerdismo gerou metástases, e a corrosão por dentro está de um tal forma, que não sei o que vai acontecer. E esse processo, no Brasil, está muito, mas muito relacionado com o PT, não só com o PT (se vocês forem ver, o Lula e o Fernando Henrique panfletaram juntos, já no final dos anos 70).

O mesmo FHC conta que na transição dos anos 70-80, no esforço de subverter e mudar a sociedade (e sua mentalidade), a Igreja Católica foi uma das esferas escolhidas para — de modo gramsciano, de infiltração lenta e cirúrgica — fazer o germe da subversão agir.

Em seu livro “Perspectivas” (Ed. Paz e Terra, 1983, p. 78), ao se referir á transição dos anos 70-80, ele afirma: “Vê-se hoje no ABC, e especialmente em São Bernardo, o nascimento do espírito da comunistas de modo muito vivo. E é isso que dá à presença o fulgor inegável. (…) A Igreja fornece apenas a moldura, dentro desta o espírito que frutifica é o da igualdade mística num nós coletivo que dissolve momentaneamente hierarquias”.

Naquele período, a Igreja Católica começou então a ser instrumentalizada, e muitos — que hoje ocupam altos postos — contribuíram para isso. O fato é que esta agenda abortista que está sendo implantada no Brasil hoje, ela decorre de um processo que vem de longas décadas, e com uma influência, planejamento e até financiamento que vem de fora. Mas primeiro precisou tomar as instituições, dominá-las e fazer a revolução cultural, ainda em curso.

Hermes Rodrigues Nery e Fernando Henrique Cardoso, em 11 de outubro de 1988, no apto. de FHC, na rua Maranhão, em São PauloEu me lembro de uma conversa que tive com Fernando Henrique [na foto ao lado com o Prof. Hermes], em sua casa, lá no seu apartamento, na rua maranhão, em São Paulo, em 1988, (parte desta conversa foi publicada no Jornal da tarde de SP, em 11 de outubro de 1988). O FHC me disse que trabalhou nos Estados Unidos “num local chamado Institute for Advanced Study(Instituto de Estudos Avançados). E explicou: “Este instituto foi criado na década de 30 para Albert Einstein, por ocasião de sua estada lá, e hoje é um grande instituto de estudos avançados (…) com uma pequena seção de Ciências Humanas, cujo estimulador naquela época era o professor Albert Goldsmidt, que é muito amigo meu, e o José Serra (que trabalhava conosco)”.

O processo não é muito diferente do que aconteceu na Europa, por exemplo, quando também lá as instituições acadêmicas foram tomadas, no decurso do século XX para a difusão do marxismo e tantas outras ideologias. Então veja só o quadro: FHC, Ruth Cardoso, Serra, Lula, todos comprometidos com tais influências, de fora; para este processo de tomada das instituições e inoculação — via mídia por exemplo, e outros meios — da ideologia de gênero e tantos outros venenos que estão aí com os efeitos letais estamos começando sentir agora, quando quase tudo já está tomado.

Em relação ao aborto, por exemplo, foram eles, o PT, e em São Paulo, com o financiamento da Fundação MacArthur, que começaram a executar o projeto visando a legalização do aborto no Brasil, começando por São Paulo, isto desde 1988, neste contexto de perversão e dissolução moral.

Esforços tem sido feito para evitar que o estado brasileiro patrocine (via SUS) a matança dos inocentes. Tivemos uma vitória importante em 2008, com 33 x 0 na CSSF (eu estava lá naquele dia), mas o PLC 03 foi um projeto ardiloso, uma armadilha, um cavalo de Troia  como todos sabem. E de modo concreto ficou evidente de que a evangelização se torna uma cruz no deserto, muitas vezes, dentro da própria Igreja. Infelizmente, a agenda abortista avança, com a conivência de muitos, com o silêncio dos “bons” que hoje são beneficiados pela lógica perversa de poder, do globalismo que aí está.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

SIM, A “PILULA DO DIA SEGUINTE” É ABORTIVA, É ASSASSINATO!



06-09-2013






Um “aborto quimicamente induzido” — uma “bomba hormonal que provoca um aborto”



Paulo Roberto Campos

Apesar do pedido de milhões de brasileiros que se opõem ao aborto, infelizmente foi sancionado o PLC 3/2013, que afronta a Lei divina e viola a Lei natural.

Entre vários itens inaceitáveis, a nova lei estabelece que hospitais vinculados ao SUS forneçam à mulher o“contraceptivo de emergência” (a abortigênica “Pílula do Dia Seguinte”). Para isso, basta que ela alegue ser “vítima de violência sexual” — ainda que não apresente provas de ter sido violentada, bastando declarar que teve “relação sexual não consentida”.

Como tal aprovação despertou manifestações indignadas de norte a sul do País, membros do governo, sobretudo o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estão procurando amortecer as reações. Ele chegou a declarar que a “Pílula do Dia Seguinte” não é abortiva...

Entretanto, estudo elaborado por especialistas aponta para os reais efeitos da “Pílula do Dia Seguinte” ou RU-486. Em comunicado oficial, a Pontifícia Academia para a vida declara que a comprovada ação ‘anti-implantação’ da ‘pílula do dia seguinte’ é realmente nada mais do que um aborto quimicamente induzido. [...] Do ponto de vista ético, a mesma absoluta ilegalidade dos procedimentos abortivos também se aplica à distribuição, prescrição e uso da ‘pílula do dia seguinte’”.(1)

O próprio fato de ser denominada “do dia seguinte” é porque tal pílula impede a natural implantação na parede uterina, do embrião possivelmente gerado no dia anterior. Ela não é um mero anticoncepcional, mas uma forte droga que conduz ao aborto quimicamente induzido, pois elimina o ser concebido (o embrião humano) ao evitar que o óvulo fecundado se implante no útero materno. Disso a renomada cientista, bióloga e biomédica brasileira Lilian Piñero Eça não tem a menor dúvida, quando declarou: “A pílula do dia seguinte nada mais é do que uma bomba hormonal que provoca um aborto”.(2)

Portanto, importa fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que a nova lei seja revogada, pois trata-se de uma norma jurídica positiva que se opõe à Lei divina e à Lei natural e acarreta a morte de nascituros.
(*) Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da ABIM.

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1.       A íntegra desse muito bem fundamentado documento encontra-se disponível no seguinte link: http://agenciaboaimprensa.blogspot.com.br/








quarta-feira, 28 de agosto de 2013

LEI PLC 03/2013; “Chora como mulher o que não soubeste defender como homem!”




28-08-2013


“Chora como mulher o que não soubeste defender como homem!”


Paulo Roberto Campos



Carta assinada por 18 bispos da “Regional Leste I” foi enviada aos deputados e senadores. Nela os prelados lamentam a aprovação da lei do aborto (antigo PLC 3/2013) pela presidente Dilma Rousseff no dia 1º de agosto.
Na missiva, os 18 bispos manifestam: “profunda consternação com o PLC nº 3/2013, e sua sanção, por não estar, realmente a favor da vida, atentando contra um inocente indefeso no ventre materno”.
         Trata-se de lamentação estéril, pois os bispos não pedem aos deputados e senadores que façam o possível para revogar a nova lei, que abre a porta para prática do aborto no Brasil, e sequer pedem uma mobilização dos fiéis católicos para pressionarem seus representantes no Congresso Nacional exigindo a revogação da referida lei.
Sempre que tomo conhecimento de atitudes estéreis de pessoas que lamentam o arrombamento de uma porta, mas que nada fizeram para deixá-la bem trancada, eu me lembro de um fato histórico que resumo aqui.
Com a conquista da cidade de Granada em 1492, obtida graças à ação enérgica dos Reis Católicos Isabel de Castela e Fernando de Aragão, os muçulmanos foram finalmente expulsos da Espanha, após vários séculos de dominação.
Então, em sua fuga de volta para o Norte da África, o rei mouro Abû`Abd Allâh (conhecido como Boabdil) chorou... Do alto de uma montanha, olhando pela última vez para a espetacular Granada e vendo o magnífico palácio Alhambra no qual vivia luxuosamente, ele se pôs a chorar. Vendo seu filho nessa situação, disse-lhe energicamente sua mãe, a sultana Aixa Fátima: “Llora como mujer lo que no has sabido defender como un hombre!” — Chora como mulher o que não soubeste defender como homem...
Salvo honrosas exceções, os prelados que compõem a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nada fizeram de sério para evitar que a “porta” do aborto fosse arrombada pela nova lei. Foram raríssimas as vozes de respeitáveis bispos que alertaram para o iminente perigo da aprovação do projeto lei abortista.
Na atual fase da luta contra o aborto, a CNBB — para variar... — não quis agir firmemente. Não quis, por exemplo, ouvir a voz daqueles que firmaram os abaixo-assinados — um dos quais com milhares de assinaturas, entregue diretamente na Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro — para que os bispos pedissem ao Papa Francisco, durante sua estadia no Rio, que instasse a presidente Dilma para vetar totalmente o PLC 3/2013. Ao que tudo indica tal pedido não foi feito.
Alguém acha que se o Papa tivesse pedido o veto do projeto, a presidente o teria sancionado? — Certamente não, pois ela não teria ousado contradizê-lo num momento em que as tubas midiáticas estavam colocadas favoravelmente sobre ele.
Mas agora não se trata mais de um projeto, pois a nova lei — sancionada quatro dias após o retorno do Papa a Roma — entrará em vigor 90 dias depois de sua aprovação. Assim, como não recear uma nova “Matança de Inocentes”?
(*) Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da ABIM.







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