COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 16 de agosto de 2014

IMPORTANTISSIMO: "O método PPP de escolher um candidato"

16 de agosto de 2014


O método PPP de escolher um candidato

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente do Pró-Vida de Anápolis
Comentário de Julio Severo: Embora o alvo do artigo do Pe. Lodi sejam os católicos, o público em geral também pode se beneficiar de suas instruções, que são especialmente importantes para os católicos, considerando a hegemonia esquerdista da CNBB na Igreja Católica do Brasil.
Na proximidade das eleições, é preciso oferecer aos cristãos um critério sólido para escolher os candidatos.
Se um edifício tem uma fachada linda, paredes bem resistentes, pilares grossos, mas não tem alicerce, ninguém de bom senso se atreverá a morar nele.
Assim, há candidatos com muitas qualidades humanas: capacidade de administração, boa retórica, boas relações com o público, preparo intelectual, mas nenhum cristão pode votar neles se houver falhas no que há de fundamental: o respeito à vida e à família.
Para escolher um candidato, é preciso examinar três coisas: primeiro, o seu Partido, segundo o seu Passado e, por último, as suas Promessas. É importante observar a ordem deste PPP. As Promessas estão em último lugar. Não devemos dar importância a elas se o Partido do candidato é antivida ou se o candidato no seu Passado favoreceu a cultura da morte.

1º) O Partido

A Igreja, justamente por ser católica, isto é, universal, não pode estar confinada a um partido político. Ela “não se confunde de modo algum com a comunidade política”[1] e admite que os cidadãos tenham “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal”[2].
Isso não significa, porém, que os fiéis católicos podem filiar-se a qualquer partido. Há partidos que abusam da pluralidade de opinião para defender atentados contra a lei moral, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. “Faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas”[3].
Um exemplo de um partido incompatível com a moral cristã é o Partido dos Trabalhadores (PT). No 3º Congresso do PT, ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”[4]. Todo candidato filiado ao PT é obrigado a acatar essa resolução. O Estatuto do PT põe como requisito para ser candidato pelo Partido “assinar e registrar em Cartório o ‘Compromisso Partidário do Candidato ou Candidata Petista’” (art. 140, c)[5]. Tal assinatura, diz o Estatuto, “indicará que o candidato ou candidata está previamente de acordo com as normas e resoluções do Partido, em relação tanto à campanha como ao exercício do mandato” (art. 140, §1º). Se o político contrariar uma resolução como essa, que apoia o aborto, “será passível de punição, que poderá ir da simples advertência até o desligamento do Partido com renúncia obrigatória ao mandato” (art. 140, §2º). Em 17 de setembro de 2009, dois deputados petistas (Luiz Bassuma e Henrique Afonso) foram punidos pelo Diretório Nacional. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto”[6].
Não deve causar espanto que o PT aprove o aborto, uma vez que já no artigo 1º de seu Estatuto, tal partido se declara defensor de uma doutrina inúmeras vezes condenada pela Igreja: o socialismo[7].
Convém aqui recordar o ensinamento dos dois Papas canonizados pelo Papa Francisco: João XXIII e João Paulo II.
São João Paulo II explica que “o erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social. [...] O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral”[8].
O socialismo vê na criança por nascer algo que está subordinado à vontade da sociedade. Se for proveitosa para a sociedade, que nasça. Se for trazer ônus ao Estado, se trouxer mais custos que benefícios, que seja abortada.
Explica-se assim como há uma afinidade estreita entre o socialismo e a causa abortista. Não é à toa que o primeiro país do mundo a legalizar o aborto foi a Rússia, em 1920, logo após a revolução comunista de 1917. Não é à toa também que durante a vigência do nazismo (nacional socialismo), a Alemanha legalizou a prática do aborto com fins de purificação da raça (eugenia). Não é à toa que na China, que se tornou comunista desde a revolução de 1949, o aborto não é só permitido, mas até obrigatório como meio de controle de natalidade. E não é à toa que em Cuba, sob o regime dos irmãos Castro, ocorrem anualmente cerca de 66 abortos provocados para cada 100 partos![9]
Poderia haver um tipo de socialismo tão suave que pudesse ser aceito pelos cristãos? A essa pergunta, São João XXIII responde negativamente, recordando os ensinamentos de seu predecessor Pio XI: “Entre comunismo e cristianismo, o Pontífice declara novamente que a oposição é radical. E acrescenta não poder admitir-se de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado”[10].
Eis a lista dos partidos políticos brasileiros que se declaram comunistas ou socialistas:
Partido dos Trabalhadores (PT) - 13
Partido Comunista Brasileiro (PCB) - 21
Partido Popular Socialista (PPS), sucessor do PCB - 23
Partido Comunista do Brasil (PC do B) - 65
Partido da Causa Operária (PCO) - 29
Partido Democrático Trabalhista (PDT) - 12
Partido da Mobilização Nacional (PMN) - 33
Partido Pátria Livre (PPL) - 54
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) - 50
Partido Socialista Brasileiro (PSB) - 40
Partido Socialista dos Trabs.Unificado (PSTU) - 16
Partido Verde (PV)[11] – 43
Exclua, portanto, os candidatos cujos números começam por 13, 21, 23, 65, 29, 12, 33, 54, 50, 40, 16 e 43.
Não votar em tais candidatos – mesmo que sejam seus amigos – é um ato de correção fraterna. Votar neles é ser cúmplice do erro que eles cometeram ao filiar-se a um partido anticristão.

2º) O Passado

Excluídos os candidatos pertencentes aos partidos acima, é preciso agora examinar o passado de cada candidato. Se ele já foi parlamentar, deve-se examinar como foi o seu voto nas questões relativas à vida e à família. Verifique, por exemplo[12]:
1) se em 02/03/2005 ele foi um dos deputados que votou contra ou a favor do artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos.
2) se em 13/08/2008 ele foi um dos deputados que assinaram o Recurso 0201/08, de José Genoíno (PT/SP), solicitando que o projeto abortista PL 1135/91 não fosse arquivado, mas primeiro fosse apreciado pelo plenário da Câmara.
3) se em 28/05/2009 ele foi um dos deputados que assinaram a PEC 367/2009, pretendendo dar um terceiro mandato (pró-aborto) ao presidente Lula.
4) se em 19/05/2010 ele foi um dos deputados que votaram contra o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade Social e Família.
5) se em 22/04/2014 ele foi um dos senadores que votaram a favor da ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação.

3º) As Promessas

As promessas de defender a vida desde a concepção até a sua morte natural etc., ainda que sejam feitas por escrito e assinadas, só têm algum valor se o candidato já venceu as duas etapas anteriores: o Partido e o Passado. É totalmente inútil, por exemplo, que um candidato petista (que, portanto, já assinou o Compromisso Partidário do Candidato Petista em defesa do aborto) venha agora assinar um outro compromisso em defesa da vida. Cuidado, portanto, com os “pró-vida” de última hora!
Notas:
[1] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 76.
[2] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 75.
[3] Catecismo da Igreja Católica, n. 2246, citando “Gaudium et Spes, n. 76.
[4] Resoluções do 3º Congresso do PT, p. 82. in: http://old.pt.org.br/arquivos/Resolucoesdo3oCongressoPT.pdf
[5] Partido dos Trabalhadores. Estatuto, art. 140, c in: http://old.pt.org.br/arquivos/ESTATUTO_PT_2012_-_VERSAO_FINAL_registrada.pdf
[6] DN suspende direitos partidários de Luiz Bassuma e Henrique Afonso. Notícias. 17 set. 2009, in: http://www.pt.org.br/portalpt/documentos/dn-suspende-direitos-partidarios-de-luiz-bassuma-e-henrique-afonso-254.html
[7] “Art. 1º - O Partido dos Trabalhadores (PT) é uma associação voluntária de cidadãos e cidadãs [...] com o objetivo de construir o socialismo democrático”.
[8] JOÃO PAULO II, Encíclica Centesimus annus, 1991, n. 13.
[9] Cf. Anuario Estadístico de Salud 2013, p. 166, in: http://files.sld.cu/dne/files/2014/05/anuario-2013-esp-e.pdf
[10] João XXIII, Encíclica Mater et magistra, 1961, n.º 31
[11] O PV não se declara socialista, mas em seu Programa defende o homossexualismo e a legalização do aborto (cf. http://pv.org.br/wp-content/uploads/2011/02/programa_web.pdf).
[12] Pode-se verificar isso clicando em “Como votaram”, no sítio do Pró-Vida de Anápolis: www.providaanapolis.org.br
Divulgação: www.juliosevero.com
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quarta-feira, 26 de março de 2014

Deputado evangélico:"Entre o Senhor da Vida e o PV da morte"

26 de março de 2014

Entre o Senhor da Vida e o PV da morte


Entre o Senhor da Vida e o PV da morte

Deputado pastor se atrapalha ao tentar servir a dois senhores

Julio Severo
Imagine que, em grandioso evento, um pré-candidato à presidência da República anuncie, sem meias-palavras, que ele e seu partido pretendem legalizar a matança de bebês no Brasil. Lá, junto deles, está presente um cristão — consagrado pastor pentecostal e eleito um dos representantes dos evangélicos no Congresso.
Dentre todas as reações que poderíamos esperar de alguém eleito com a promessa, justamente, de defender a vida e a família, a única impensável e inaceitável seria a de vê-lo elogiar, publicamente, aqueles quer prometeram legalizar o aborto e lutar contra a família brasileira!
Entretanto, essa foi precisamente a reação do deputado federal e pastor Roberto de Lucena, do PV de SP, durante encontro, no sábado (22 de março), do Partido Verde, que lançou o esquerdista Eduardo Jorge como o primeiro pré-candidato oficialmente abortista desta eleição presidencial.
Roberto de Lucena
É preciso lembrar que o pastor Lucena se filiou ao PV por opção e convicção. Ele jamais foi obrigado a entrar num partido que historicamente é pró-drogas e alinhado com as radicais bandeiras da esquerda.
A elite ambientalista se reuniu na Assembleia Legislativa de São Paulo para listar suas 10 prioridades políticas (entre elas a liberação do aborto e drogas no Brasil), afirmando estar definindo e construindo rumos melhores para o Brasil.  
O deputado tentou esconder de seu público o que toda a imprensa secular noticiou: Eduardo Jorge se lançou pré-candidato focando “propostas polêmicas” como a liberação do aborto e da maconha. Oficialmente, o próprio PV diz de si mesmo:
“Único partido a apresentar propostas, de forma favorável e clara, em seu programa partidário, para a legalização do consumo da maconha no Brasil, o Partido Verde defende a legalização como uma forma de proteger os habitantes do país”
Trata-se de um programa político, no mínimo, preocupante para todas as famílias cristãs brasileiras, embora já esteja aparecendo um ou outro líder evangélico apoiando tal legalização. Recentemente, um pastor com histórico de anos no Partido Comunista do Brasil achou que a melhor forma de atacar Julio Severo era defendendo a legalização da maconha.
Convicto do teor revolucionário de suas propostas, o pré-candidato do Partido Verde trombeteou, sob os aplausos entusiasmados dos militantes e das lideranças verdes, entre elas, o pastor Roberto de Lucena, a seguinte frase
“O que o PV quer é a revolução de mudar a forma de viver.”
Claro: viver com aborto, maconha e homossexualidade.
Mas Roberto de Lucena, mesmo tendo prestigiado e aplaudido as propostas de sua legenda, tentou, poucas horas depois do evento, iludir, com palavras vazias, seu público eleitor que conferiu a ele a oportunidade de ser a voz da vida e da família.
O deputado pastor não se intimidou e nem mesmo respeitou a inteligência de seus seguidores quando postou várias fotos suas, durante o evento, e ao lado do pré-candidato abortista.
Não satisfeito, ele ainda elogiou o abortista Eduardo Jorge publicamente e com o entusiasmo de um militante fervoroso, em sua página no Facebook:
“Participo neste sábado do evento do PV na Assembleia Legislativa de São Paulo no qual Eduardo Jorge apresenta as diretrizes do programa de governo para a construção de um Brasil comprometido com as pessoas e com o meio ambiente. É uma grande satisfação estar ao lado de lideranças do partido de todo o País.”
O pastor não escondeu o entusiasmo ao lado do líder abortista, dizendo:
“Compartilho mais algumas fotos dos amigos que encontrei durante o evento do PV nesse sábado, na Assembleia Legislativa, e também uma foto ao lado de Eduardo Jorge, o pré-candidato do partido à presidência da República.”
Ao invés de aproveitar, talvez, a maior oportunidade que lhe foi dada para honrar seu mandato em favor da vida e da família e de confrontar o conteúdo do lobby abortista e pró-drogas do seu Partido Verde, Roberto de Lucena não apenas se omitiu com relação à verdade, mas também celebrou o evento que lançou o pré-candidato abortista com estas palavras:
“A construção de um Brasil comprometido com as pessoas”!
Como um pastor pode esperar combater a cultura da morte, do aborto e da depravação homossexual se aplaude, elogia e fortalece os construtores dessa cultura das trevas?
A imprensa secular, porém, revelou as propostas apresentadas no evento e o próprio PV, em suas redes sociais e canais de comunicação social, fez questão de restabelecer a verdade, cuidadosa e intencionalmente, omitida pelo pastor Roberto de Lucena:
“A proposta do PV declara apoio a um dos pontos que causaram maior polêmica nas eleições presidenciais de 2010: a descriminalização do aborto, tema que acirrou a disputa entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).”
Vamos recapitular: Eduardo Jorge e outros abortistas do Partido Verde anunciam, de forma inequívoca, que pretendem legalizar a matança de bebês. E qual é a reação de Roberto de Lucena, suposto defensor da vida? 
“É uma grande satisfação estar ao lado de lideranças do partido de todo o País”, escreveu o deputado em sua página no Facebook.
O pastor deputado, certamente, aposta na boa-fé de seus seguidores que, por desconhecimento, chegaram a elogiar sua presença no encontro de abortistas e defensores da maconha (apologetas da maconha é título reservado para uns poucos do mundo gospel). Por estarem completamente iludidos, vários cristãos fizeram comentários elogiosos ao pastor.
Roberto de Lucena não poderá usar a desculpa de que não sabia das intenções do seu companheiro de legenda, o abortista Eduardo Jorge, pois a defesa do aborto está presente no documento “Viver Bem. Viver Verde” que traz as diretrizes da legenda para um possível governo.
O documento foi discutido exaustivamente entre os verdes e divulgado, amplamente, antes da reunião.
Diz um trecho do texto do documento “Viver Bem. Viver Verde”:
“Queremos a legalização do procedimento [do aborto], estabelecendo regras e limites de idade gestacional numa lei, mas que permita à mulher e seu companheiro seguirem este caminho com segurança”.
Só espera-se que o pastor deputado não faça uso do expediente petista de terceirizar a culpa e dizer que não sabia de nada. Espera-se que, pelo menos dessa vez, Roberto de Lucena seja justo e assuma que aplaudiu calorosamente inimigos da vida e da família.

A “honestidade” do Partido Verde

Há uma virtude no PV que precisa ser reconhecida: enquanto os outros partidos buscam igualmente a liberação do aborto e das drogas e fingem não o fazer, os verdes confessam abertamente suas intenções.
Qualquer pessoa alfabetizada pode conferir nos documentos internos do Partido Verde que tal legenda faz opção clara e firme pelo aborto. Ao contrário do Partido dos Trabalhadores (PT), o PV não dissimula!
Além disso, em 8 de março passado, o PV já havia noticiado ser o primeiro e único partido a assumir oficialmente o compromisso com a militância LGBT no Brasil:
“Partido Verde é o primeiro a assumir compromisso com a população LGBT nas eleições de 2014.”
Quem dissimula, então, nesse episódio? Quem é que falta com a verdade na tentativa de vender ilusões ao povo? Certamente, não são os verdes.
Entre as lideranças evangélicas no Congresso Nacional a fama de Roberto de Lucena é de alguém “em cima do muro.” Talvez seja necessário lembrar-lhe uma verdade bíblica que, parafraseada, se torna tão evidente que é impossível optar pela indecisão:
“Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou será leal a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao Partido Verde.” (Mateus 6:24 KJV)
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