COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

É O CÚMULO DO ABSURDO: Petista na FAO premia disseminador da fome.. ISTO É UMA GRANDE FARSA!

Petista na FAO premia disseminador da fome

O petista José Graziano, que preside a FAO, Organização das Nações Unidas para a
Agricultura e Alimentação, condecorou recentemente Nicolás Maduro

Graziano vira piada ao conceder a… Maduro prêmio da FAO pelo combate à fome…
Grasiano vira piada... ao conceder a Maduro o prêmio da FAO pelo
combate a fome.
Acreditem, o petista José Graziano, que preside a FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, condecorou recentemente Nicolás Maduro… [foto] Sim, o governante que depreda a Venezuela, por sua luta contra a
fome…
O mundo fez chacota da condecoração, ainda que outros 17 países tenham merecido também
a distinção. A Venezuela passa pela pior crise de abastecimento de sua história. Por razões
ideológicas, pode-se condecorar qualquer um, até mesmo o responsável em
provocar desabastecimento e miséria em seu país.
O lulo-petismo passou boa parte desses 13 anos de poder tentando, para o Brasil, um assento
permanente no Conselho de Segurança da ONU. O papelão proporcionado por Graziano serve
de advertência ao mundo. Eis aí o que pode fazer um petista na FAO: entregar um diploma de
grande estadista a um péssimo governante porque é de esquerda.
Na próxima vez, o amigo de Lula poderá conceder um prêmio a Kim Jong-un o ditador
comunista que governa a Coreia do Norte. Afinal, por lá, dizem que se come até carne
humana, rica em proteínas…





segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

“O regime de Nicolás Maduro é capaz de tudo para se manter no poder”

“O regime de Nicolás Maduro é capaz de tudo para se manter no poder”

Ex-deputada recebe o EL PAÍS depois de ter sido indiciada por crime de conspiração

 Caracas 14 DIC 2014 - 12:53 BRST







María Corina Machado, em uma coletiva de imprensa após ser processada.

María Corina Machado (Caracas, 1967) é uma das maiores inimigas do chavismo há uma década, quando surgiu na vida pública venezuelana como representante do Súmate, uma organização que assumiu a tarefa de fiscalizar a Justiça Eleitoral. Desde então, já enfrentou de tudo. Segundo alguns analistas, nesses anos não houve outra personalidade política venezuelana que tenha sido vítima de uma campanha tão impiedosa quanto ela. Há dez dias, foi indiciada pelo crime de conspiração em uma suposta trama para assassinar o presidente Nicolás Maduro. Essa acusação recai sobre ela em meio ao descontentamento dos venezuelanos com a sofrida situação econômica do país e com uma oposição encurralada e sem iniciativas para tirar partido do descontentamento. Na última sexta-feira, Machado recebeu o EL PAÍS em seu escritório, em Caracas.
Pergunta. Alguns venezuelanos acreditam que o Poder Judiciário é um apêndice do Executivo, e que se a senhora não está presa é porque o Governo não quis.
Resposta. Ninguém na Venezuela desconhece a natureza do Poder Judiciário.
P. De quem depende então a sua prisão? De uma decisão de Maduro ou de Diosdado Cabello, o número 2 do Governo?
R. O mais importante é saber o que nós estamos dispostos a fazer. Meus filhos me perguntaram isso no mesmo dia em que a Sebin (a polícia política) chegou com a ordem judicial. Minha resposta não será fugir nem me render, mas sim enfrentar essa infâmia com a verdade. Até que ponto eles podem chegar? Até o ponto que deixarmos.
P. O Senado dos Estados Unidos aprovou a ampliação de sanções contra funcionários venezuelanos que participaram da repressão aos protestos ocorridos de fevereiro a junho deste ano. Essa decisão ficou conhecida depois da notícia de seu indiciamento. A senhora, uma das líderes do movimento que tomou as ruas para exigir a saída do presidente, vê alguma relação entre um fato e outro?
R. Essa decisão do Senado norte-americano também veio depois que o Comitê da ONU contra a Tortura divulgou um relatório devastador contra o Governo do senhor Maduro. Na nossa história, não há precedentes de violações dos direitos humanos contínuas e em massa como as ocorridas entre fevereiro e junho. Isso nos lembra que os crimes dessa natureza têm consequências globais. Nos Estados Unidos, essa decisão coincide também com o relatório do Senado sobre os métodos de crueldade empregados pela CIA para obter informações depois dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. Isso nos faz pensar. Porque uma democracia que tem a capacidade de se questionar para corrigir seus atos tem autoridade para denunciar violações de direitos humanos de regimes opressores. E obviamente é preciso colocar isso dentro do contexto do que ocorreu na Venezuela neste ano. A resposta brutal do regime à expressão democrática e cívica de fevereiro não pode ser negligenciada. Nós, venezuelanos, vimos serem fechadas as vias institucionais para exercermos nossos direitos. E os mecanismos de comunicação para denunciar esses abusos estão se extinguindo. O protesto é um direito garantido pela Constituição venezuelana. Essa resposta desproporcional às manifestações colocou em evidência sua verdadeira natureza: um regime capaz de tudo, sem escrúpulo algum, para se manter no poder.

Na nossa história, não há precedentes de violações dos direitos humanos contínuas e em massa como as ocorridas entre fevereiro e junho
P. Maduro reagiu a esse anúncio com uma resposta que lembrou muito o que fazia o antecessor dele, Hugo Chávez, que, em situações semelhantes, apelava para o fervor nacionalista. Como a senhora acredita que a notícia foi recebida dentro do Governo?
R. Ficou muito claro que não foramampliadas as sanções contra o país, mas sim contra funcionários do Governo. Dentro do regime, isso tornou mais evidente a presença de facções internas que competem para preservar o acesso aos recursos da nação.
P. O Governo está tendo um ano ruim. Do ponto de vista econômico, com a queda dos preços do petróleo. E do lado político, com a queda da popularidade do presidente Maduro. Mas ainda resta a dúvida se a oposição está tirando vantagem dessa situação.
R. Eu não vejo nenhum sinal de que a oposição não tenha saído fortalecida de todo esse processo. Pelo contrário. As próprias pesquisas de opinião demonstram isso, inclusive aquelas de empresas próximas do Governo. O apoio que Maduro herdou virou fumaça, e é consequência não só do desastre econômico que eles provocaram. Em certa medida, é também consequência de como a oposição canalizou as aspirações daqueles que desejam uma mudança na Venezuela.
Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/14/internacional/1418518607_863036.html

quarta-feira, 26 de março de 2014

Em discurso na Venezuela, Rui Falcão elogia os regimes “bolivarianos” e diz falar em nome “do povo brasileiro”

19/03/2014
às 14:00  

VÍDEO: Em discurso na Venezuela, Rui Falcão elogia os regimes “bolivarianos” e diz falar em nome “do povo brasileiro”

"Tenham a certeza da solidariedade do Partido dos Trabalhadores e DO POVO BRASILEIRO para defender a revolução bolivariana na Venezuela" - Rui Falcão, em visita a Caracas (Foto: Reprodução)
“Tenham a certeza da solidariedade do Partido dos Trabalhadores e DO POVO BRASILEIRO para defender a revolução bolivariana na Venezuela” – Rui Falcão, em visita a Caracas (Foto: Reprodução)

O deputado estadual e presidente do PT, ex-jornalista Rui Falcão, que já demonstrou apoio à repressão chavista às manifestações de protesto contra o governo Nicolás Maduro na Venezuela, esteve em Caracas para participar de solenidades referentes ao aniversário de um ano da morte do caudilho Hugo Chávez.

Em um discurso em um quartel, que começou com meia dúzia de palavras em portunhol, Falcão comparou a “ameaça do império” que julga existir contra a Venezuela à “ameaça do império” que instalou a ditadura no Brasil há 50 anos.

Falando “em nome de dois milhões de militantes do partido dos trabalhadores”, Falcão lançou diatribes contra “a elite”, contra as “ameaças do império”, contra a “imprensa manipuladora” e, supostamente “em nome do povo brasileiro”, declarou “trazer solidariedade ao povo venezuelano, ao governo constitucional e legítimo do presidente Nicolás Maduro, que enfrenta com coragem as tentativas golpistas – não apenas do império, mas da elite local – que tem sido despida de privilégios históricos, que o comandante Chávez começou a tirar”.

Rui Falcão defendeu a “democracia bolivariana” para os países latino-americanos, ressaltando a eleição de Michelle Bachelet no Chile — certamente, para quem tem conhecimento dos fatos, alguém que não é farinha do mesmo saco — e de Salvador Sánchez Cerén, em El Salvador, além de ter expressado sua certeza na reeleição de Dilma no Brasil.

O discurso ocorreu no dia 14 passado, mas merece ser apreciado como exemplo do que pensa a elite dirigente do lulopetismo.

VEJA O VÍDEO CLICANDO NO LINK ABAIXO:
https://www.youtube.com/watch?v=_g1_L3J4fcI&feature=player_embedded

ADENDO ADHT: Escreva e telefone para o Deputado Rui Falcão, Presidente do PT, criticando-o por elogiar o regime Comunista Venezuelano e seu novo Presidente ditador, sanguinário. O email dele pode ser encontrado no link: http://www.defesahetero.org/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html#.UzJkXPldXUg


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