COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

A VERDADE ESCONDIDA: "O Mandela militante"

O Mandela militante

10/12/2013 13:19

Por Rui Martins, de Genebra



A luta contra o apartheid foi longa, difícil e dolorosa e Cuba e os comunistas foram importantes aliados durante a Guerra Fria.

De repente, Nelson Mandela virou um santo e a quase unanimidade mundial louvou apenas o homem da pacificação, do entendimento, do consenso e isso parece significar que muita gente perdeu o começo do filme.


O jovem Nelson Mandela era comunista e dirigia o ANC, Congresso Nacional Africano, na luta armada contra uma das coisas mais vergonhosas da nossa época – a segregação racial dos negros, o apartheid.

O rosto tranquilo do velho Mandela promovido a ícone mundial não significa que sua batalha em favor do reconhecimento da igualdade dos negros na África do Sul, explorados e humilhados por 10% da população, os brancos vindos da Holanda e Inglaterra, tenha sido fácil e tranquila. Houve atentados, houve mortes de culpados e inocentes, houve torturados e desaparecidos, até a ONU decretar um embargo contra a África do Sul e até a pressão mundial, provocada pelo ANC, levar ao fim do apartheid.

Sem a determinação do combatente Mandela, sem a luta constante do ANC, espalhando a insegurança entre os brancos, a África do Sul ainda seria hoje a mesma dos boers, sem a contribuição de Kadhafi e de alguns outros líderes árabes, sem o apoio político de Cuba, não teria havido recursos para o ANC continuar sua campanha, que começou e se radicalizou quando o governo racista de Botha massacrou manifestantes negros desarmados, em Soweto.

Sem a coragem, o carisma e a força ideológica de Mandela, preso mas inflexível, não teriam tido o mesmo impacto os livros de André Brink, J.M. Coetzee, prêmio Nobel de Literatura, a luta do jovem Steve Biko, assassinado pelo Doi-Codi sulafricano, por se inspirar nos Black Panthers mas igualmente em Aimé Cezaire e Leopold Senghor.

Não se pode esquecer nas homenagens a Mandela suas posições políticas bem claras de um homem de esquerda. Assim, Mandela condenou George Bush pai por sua guerra contra o Iraque e pelo genocídio que prenunciava, assim como o Bush filho, que destruiu o Iraque.

Embora exista hoje uma quase unanimidade em torno de Mandela, não se pode esquecer que as igrejas protestantes sul-africanas fizeram uma interpretação própria da Bíblia pela qual os negros eram descendentes de Cam, amaldiçoado pelo pai Noé, e assim justificavam sua exclusão, como no passado tinham justificado a escravidão.

Posição diversa tinha adotado o Conselho Ecumênico das Igrejas, em Genebra, que chegou a financiar o ANC, era a época em que lá trabalhavam o militante brasileiro de esquerda Marcos Arruda e o educador Paulo Freire, enquanto no Brasil a Igreja Presbiteriana considera o Conselho Mundial de Igreja como uma espécie de anti-Cristo.

Faltou destacar igualmente no texto original que Margareth Tatcher justificava o apartheid dizendo “o poder branco evita que os negros briguem entre si”, que Israel furava o bloqueio ou embargo imposto pela ONU à Africa do Sul vendendo armas e comerciando normalmente com os boers brancos, enquanto os bancos suíços e uma importante associação comercial Suíça-África do Sul investia, negociava e mantinha contatos com o serviço secreto dos brancos do apartheid. Mandela, é bom não esquecer, apoiava os palestinos.

Mandela também considerava a pobreza tão grave como o racismo e, sem dúvida, se não estivesse doente nos seus últimos anos de vida, teria condenado a atual política econômica da União Européia, responsável por um aumento da pobreza e exclusão no velho continente.
Mandela, Luther King, Guevara e Gandhi todos grandes combatentes por um mundo mais justo.
Nota do autor – Uma coisa não entendi.

Ao decidir prestar sua homenagem a Nelson Mandela, a presidenta Dilma tomou uma decisão aparentemente generosa e convidou para irem com ela à África do Sul, os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor e FHC. Por que estes três se durante seus governos continuava existindo de maneira escancarada o apartheid economico e social no Brasil ? Fora a enorme e injustificável despesa para os cofres públicos, Dilma pecou por querer fazer uma desnecessária média.

Só Lula merecia esse convite. (Publicado originalmente no site Direto da Redação)

Rui Martins, jornalista, escritor, líder emigrante, correspondente em Genebra.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/noticias/opiniao/o-mandela-militante/668922/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20131211

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A VERDADE SOBRE NELSON MANDELA: Israel Is Terrorist and Islamic Arabs Are Innocent

Link of this article: http://bit.ly/1f3YumK

Nelson Mandela: Israel Is Terrorist and Islamic Arabs Are Innocent

By Julio Severo
If you believe the leftist Christian press, Nelson Mandela was… a Christian! Sheer indoctrination by the mainstream secular media? No doubt. The secular press has portrayed Mandela as a hero.
A major Protestant news site in Brazil published a list of nice quotes by Mandela. By reading exclusively these nice quotes, you could say that he was a hero and even a Christian.
Yassir Arafat and Nelson Mandela
Yet, what about the other quotes?
Since the mainstream media and even the Christian press will not show you his quotes which are not nice, I will do it. Here is a list of some of these quotes by Mandela:
1) “But we know too well that our freedom is incomplete without the freedom of the Palestinians.” (Address by President Nelson Mandela at the International Day of Solidarity with the Palestinian People, December 4, 1997, Pretoria.)
Comment by Julio Severo: The World Conference against Racism held by the United Nation in South Africa in 2009 was used as a platform against Israel, whose government boycotted it.
2) “I believe that there are many similarities between our struggle and that of the PLO.” (1990)
Comment by Julio Severo: PLO, or Palestine Liberation Organization, was a terrorist Islamic group responsible for many terrorist attacks against Israeli citizens, including children.
3) “We identify with the PLO because, just like ourselves, they are fighting for the right of self determination.”… “Arafat is a comrade in arms.”
4) “If one has to refer to any of the parties as a terrorist state, one might refer to the Israeli government, because they are the people who are slaughtering defenseless and innocent Arabs in the occupied territories.” (1990)
5) “If there is a country that has committed unspeakable atrocities in the world, it is the United States of America. They don’t care for human beings.”
Comment by Julio Severo: Mandela had bad feelings about America under Ronald Reagan. Under Obama, the praises were mutual. Mandela praised Obama, and Obama has praised him too.
Fidel Castro and Nelson Mandela
6) “Long live the Cuban revolution. Long live comrade Fidel Castro … Cuban internationalists have done so much for African independence, freedom and justice. We admire the sacrifices of the Cuban people in maintaining their independence and sovereignty in the face of a vicious imperialist campaign designed to destroy the advances of the Cuban revolution. We too want to control our destiny. … There can be no surrender. It is a case of freedom or death. The Cuban revolution has been a source of inspiration to all freedom-loving people.”
7) “[T]he people of Asia and Africa have seen through the slanderous campaign conducted by the USA against the socialist countries. They know that their independence is threatened not by any of the countries in the socialist camp but by the USA, who has surrounded their continent with military bases. The communist bogey is an American stunt to distract the attention of the people of Africa from the real issue facing them, namely, American imperialism.”
Comment by Julio Severo: Understand that Mandela’s complaints are applicable only to America under Reagan. The US government without Reagan sees Mandela as a hero and espouses his socialist agenda.
8) “Under a Communist Party government, South Africa will become a land of milk and honey.”
Comment by Julio Severo: This “land of milk and honey” is a reversal of the Bible imagery. Since Mandela, the rate of sexual violence in South Africa has been among the highest in the world. An estimated number of 500,000 rape cases take place in the country every year and children, including babies, comprise 41 percent of all rape victims. South Africa is believed to have more people with HIV/AIDS than any other country in the world. Even a son of Mandela has died of AIDS. A significant contributing factor for the escalation in sexual violence against children and even babies is the widespread myth among South African Blacks that having sex with a virgin will cure a man of AIDS. South Africa is now considered the world’s rape capital. It has also a very high rate of murders and assaults. In all of its history, South Africa has never seen so much rampant violence. This is just one of the Mandela legacies. Other legacies are: under his administration, South Africa legalized abortion and homosexuality.
9) “Yasser Arafat was one of the outstanding freedom fighters of this generation, one who gave his entire life to the cause of the Palestinian people.”
10) “The cause of communism is the greatest cause in the history of mankind!”
Nelson Mandela and Fidel Castro
11) “There’s one place where (Fidel Castro’s) Cuba stands out head and shoulders above the rest — that is in its love for human rights and liberty!”
12) “The victory of socialism in the U.S.S.R., in the People’s Republic of China, in Bulgaria, Czechoslovakia, Hungary, Poland and Rumania, where the living conditions of the people were in many respects similar and even worse than ours, proves that we too can achieve this important goal.”
13) “Communists everywhere fight to destroy capitalist society and to replace it with socialism, where the masses of the common people, irrespective of race or color, will live in complete equality, freedom and happiness. They seek to revolutionize society and are thus called revolutionaries. Those who support capitalism with its class divisions and other evils and who oppose our just struggles to end oppression are called counter revolutionaries.”
14) “In our own country, the struggles of the oppressed people are guided by the South African Communist Party and inspired by its policies.”
These policies led South Africa directly into the embrace of the culture of death.
In 1996, Mandela endorsed one of world’s most liberal abortion laws.
The same year, Mandela’s new constitution made, according to LifeSiteNews, South Africa the first country in the world to place “sexual orientation” alongside race and religion as a restricted grounds for discrimination — something that was instrumental for the legalization of homosexual “marriage” a decade later.
These policies led South Africa also directly into the embrace of the culture of violence.
There was no skyrocketting epidemic of white on Black rapes in South Africa before Mandela. But is it any wonder that since Mandela, South Africa has a skyrocketting epidemic of Black on white violence, including rapes? Dave Jolly says,  
 “In the cities, whites became the preferred targets for assaults, burglaries and rapes. My friends’ teenage daughter feared for her safety and modesty every day she traveled to and from school.  Their daughter had classmates that were raped and robbed by blacks and the police, which were almost all black, and did nothing about it. These are only a few of the many racial horror stories that have been happening to many of the whites in South Africa. Conditions have become so dangerous that many whites are leaving the country.”
Marxism makes any nation violent.
About “nice” quotes of Mandela, do I need to say anything else? The man has said everything, and it is not nice or Christian.
With information from WND and Al-Jazeerah.
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sábado, 7 de dezembro de 2013

HOMENAGEAR MANDELA, POR QUE?


 6 de dezembro de 2013

Nelson Mandela e o aborto

Que ainda em vida Nelson Mandela tenha se tornado uma referência ética, não me surpreende... Não por quem ele fosse, mas por quem dá tais títulos nos dias atuais. Aos "santos" dos dias atuais — gente como Al Gore, Bill Gates, Steven Jobs e outros mais basta-lhes apenas agradar ao mundo. Mandela, sai deste mundo e mesmo antes de sair já constava nos livros de história como um santo destes "santos".
Sinto discordar da onda de unanimidade que provavelmente varrerá nossa imprensa e principalmente a mídia social, alvo fácil de todo pensamento politicamente correto produzido atualmente.
Mandela e seu partido, o Congresso Nacional Africano (CNA), por décadas têm uma relação muito próxima ao Partido Comunista da África do Sul, que, como é corriqueiro entre os esquerdistas, encara o aborto como direito da mulher, sem, claro, fazer qualquer referência à humanidade do bebê em gestação. Eis um trecho do posicionamento deste partido em relação ao assunto:
"O Partido Comunista da África do Sul acredita que toda mulher tem direito ao controle sobre seu próprio corpo e também direito a tomar decisões independentes sobre sua vida reprodutiva. Somado a isto, toda mulher deveria ter o direito a escolher se ou não deseja terminar uma gravidez."
Já Mandela, que sempre direcionou politicamente o CNA, deu a seguinte declaração sobre o aborto:
"As mulheres têm o direito de decidir o que querem fazer com seus corpos."
Tanto a declaração do Partido Comunista Sul-Africano como as palavras de Nelson Mandela reverberam o discurso do abortismo internacional, que se lixa para os "corpos" dos bebês em gestação, seres humanos como qualquer um de nós.
Mas Mandela não ficou apenas nas palavras... Após ganhar a histórica eleição na qual foi eleito presidente em 1994, Mandela e seu então ministro da Saúde, Nkosazana Dlamini-Zuma, apresentaram ao parlamento de seu país um projeto de legislação, posteriormente aprovado, que tornou a legislação sul-africana relacionada ao aborto uma das mais liberais do mundo. Adicionado a isto, Mandela, seu partido e coligados tiveram um preponderante papel na confecção da nova constituição sul-africana, por ele assinada em 1996, que deu relevante papel aos "direitos reprodutivos", um conhecido eufemismo para abortos, esterilizações, etc.
Para se ter uma idéia da liberalidade da legislação introduzida por Mandela, até 12 semanas de gestação nem mesmo é necessário um médico para fazer o procedimento, sequer uma enfermeira, bastando para tanto uma simples parteira. Mais um detalhe: o acesso ao aborto é garantido para mulheres de qualquer idade, mesmo menores. Resultado disto? O número de abortos na África do Sul teve um aumento gigantesco enquanto que, bem ao contrário do que previam os abortistas, também o número de mortes maternas teve aumento.
Esta é a obra de Nelson Mandela em relação aos seres humanos mais fragilizados que estão entre nós, os não-nascidos. Suas ações tiveram, têm e terão um efeito desastroso para seu país e para a humanidade em geral. Se muitas mulheres se vêem pressionadas e em momento de desespero e falta de perspectiva recorrem ao aborto, é exatamente esta mulher que deveria ser amparada pela sociedade. E são políticos como Nelson Mandela, que têm os instrumentos para minimizar este drama e escolhem não agir assim, preferindo muito mais o caminho fácil dos tais "direitos reprodutivos" enquanto lavam as mãos pelo sangue derramado dos inocentes, qual um Pilatos do mundo pós-moderno.
Divulgação: www.juliosevero.com
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