COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 1 de maio de 2017

VAMOS AJUDAR: A NOVA lei de Migração será um desastre para TODOS OS BRASILEIROS !

Bom dia, Alberto!
Enviei há alguns dias um email sobre a nova Lei de Migração aprovada pelo Senado. Como disse na mensagem anterior, essa nova lei, tal como está redigida, representa uma grave ameaça à soberania do nosso país. 
Por isso, mais de 20.000 pessoas já assinaram a campanha para enviar um e-mail ao presidente Michel Temer, pedindo que ele vete a Lei de Migração. 
Se estiver de acordo e se ainda não tiver participadoassine a petição e a compartilhe com seus amigos, familiares e contatos:
Veja na mensagem anterior quais são os pontos complicados da lei.
Mais uma vez, muito obrigado pela atenção!
Guilherme Ferreira e toda a equipe da CitizenGO

--- MEU EMAIL DA SEMANA PASSADA ---

Migração


Assine a campanha para enviar um email à secretaria de governo pedindo que Michel Temer vete a Lei de Migração 


Olá, Alberto.
O Senado Federal enviou para sanção presidencial a nova LEI DE MIGRAÇÃO. Esta lei, em termos práticos, deixa a política migratória brasileira na mão de organismos internacionais (por exemplo, ONU e UNASUL), sem nenhuma representatividade junto ao povo brasileiro e sem nenhum tipo de limite à quantidade de imigrantes que queiram vir para o Brasil. Como disse o Ministro da Justiça: podem vir mil, dez mil, cem mil por ano, todos são bem-vindos.
O problema é que, se o Brasil já não consegue oferecer serviços públicos de qualidade a seu povo, como os proverá para "cem mil por ano"? Essa lei garante que qualquer estrangeiro que deseje permanecer no Brasil tenha acesso a todos os serviços públicos (saúde, previdência, etc.) como se fossem brasileiros. Quem pagará essa conta?
Não podemos aceitar essa lei tal como foi redigida e aprovada pelo senado. Se estiver de acordo, assine a campanha para enviar um email à secretaria de governo do presidente Michel Temer e pedir que a lei seja vetada:
Outro ponto problemático: o controle de criminosos ficará comprometido, pois a lei possibilita a "não criminalização da imigração". Aos estrangeiros são concedidos direitos de cidadãos, tais como a formação de partidos políticos e de sindicatos. Mas estão eles comprometidos com a coisa pública do Brasil ou com interesses de forças e de entidades externas?
A nova lei de migração viola os princípios da soberania nacional e expõe as fronteiras brasileiras ao risco de qualquer pessoa adentrar nosso território para qualquer fim, sem sofrer o devido controle. Fronteira não é apenas um conceito na lei: fronteira são os limites geográficos entre os países, o que delimita sua materialidade. O presente projeto de lei implica a diluição desses limites, e, justamente porque nosso território se tornará indeterminado ou não delimitado, o país se verá exposto a possíveis conflitos com países vizinhos. Ao oferecer livre acesso, essa lei torna mais difícil o combate ao tráfico de drogas, de armas, de pessoas em nosso território, afetando a segurança publica. Ela também permite a criação de espaços de cidadania e de livre circulação das pessoas. Dessa forma se criarão diversos enclaves de estrangeiros em pleno território brasileiro.
Nosso país vive hoje diversas crises: crise de confiança, crise moral, crise econômica, crise de emprego, crise previdenciária, crise na saúde, crise tributária, e em especial crise na segurança pública: por ano são dezenas de milhares de assassinatos e de estupros, além do fato de que milhões de armas ilegais entram por nossas fronteiras, o que dá amplo poder ao crime organizado e a narcotraficantes.Pois bem, quanto tudo isso não se agravará se não se vetar a nova lei de migração! Leis que permitem um mundo sem fronteiras falharam na Inglaterra, na Bélgica, na Alemanha, na Suécia, na França, na Holanda, todos os quais são países ricos, ao contrário do Brasil. Hoje tais países são reféns de seu discurso migratório permissivo, e seus cidadãos passam a sofrer a discriminação reversa. Não é difícil imaginar o que ocorrerá em nosso país se não for vetada a lei de migração em pauta.
Antes de propor uma lei para receber centenas de milhares de refugiados ou imigrantes sem controle nem limite, nossos representantes deveriam compreender que qualquer absorção de migração só pode ser feita na medida em que se tenham condições de absorvê-la e sustentá-la.
Por fim, considerando que a União Europeia já manifestou interesse em remanejar refugiados para fora da Europa, com a aprovação de tal lei de migração o Brasil correrá sério risco de tornar-se seu natural escoadouro, com todas as consequências dramáticas que daí advirão.
Mais uma vez, muito obrigado por sua contribuição!
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO

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FONTE: Email da CITIZENGO.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Ministro do STF LUIZ BARROSO dá cinco dias para Temer explicar reforma no governo !

26/05/2016 08h14 - Atualizado em 26/05/2016 08h28

Ministro do STF dá cinco dias para Temer explicar reforma no governo

Luís Barroso tomou decisão em ação apresentada ao Supremo pelo PDT.
Partido afirma que governo Temer é provisório e não pode fazer mudanças.

Do G1, com informações da TV Globo
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quarta-feira (26) que o presidente em exercício, Michel Temer, preste esclarecimentos por escrito em cinco dias sobre a reforma administrativa que realizou no governo.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:"Por que o PMDB apoiou por 13 anos as ROUBALHEIRAS dos governos do PT?"


Temer liga remédio amargo à herança de Dilma...Por que só agora? Por que nada fizeram em 13 anos apoiando os governos do PT, de Lula e Dilma.

https://youtu.be/tiewWI4tLYk

BOMBA: A "Desmobilização" é UM GRANDE PERIGO! Dilma poderá voltar a Presidência daqui algumas semanas!

Não à desmobilização

Hoje, tudo o indica, é pouco provável uma votação abaixo de 54 votos na Câmara Alta, quando do julgamento final daqui a semanas. 
Assim, o normal, sem abalroamento, Michel Temer fica no cargo de presidente até 31 de dezembro de 2018. 
A dúvida, "pequena embora(?)", atinente ao desfecho do julgamento, impede a distensão no público.De qualquer maneira, ainda antes da presumível cassação do mandato de Dilma Rousseff, a desmobilização é grande perigo. Será maior com Temer presidente definitivo. Para mim, claro como água do pote: assim como a mobilização dos espíritos possibilitou enorme vitória, a desmobilização carrega no bojo a derrota.

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Presidente interino Michel Temer se reúne com ministros [Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil]
Em ambiente de esperança, começou o governo Michel Temer. O novo Chefe de Estado governa o Brasil até dezembro de 2018? No Senado, para o afastamento, sua equipe ganhou com 55 votos, bem acima dos, naquele momento, necessários 39. Mas só com um voto além do número indispensável para o impeachment no julgamento final. Com 53 votos favoráveis à cassação, Dilma volta ao Planalto.
Surgindo fato chocante, e a Lava Jato tem produzido eventos inesperados, renasceria a esperança petista.
Hoje, porém, tudo o indica, é pouco provável uma votação abaixo de 54 votos na Câmara Alta, quando do julgamento final daqui a semanas. Assim, o normal, sem abalroamento, Michel Temer fica no cargo de presidente até 31 de dezembro de 2018. A dúvida, pequena embora, atinente ao desfecho do julgamento, impede a distensão no público.
De qualquer maneira, ainda antes da presumível cassação do mandato de Dilma Rousseff, a desmobilização é grande perigo. Será maior com Temer presidente definitivo. Para mim, claro como água do pote: assim como a mobilização dos espíritos possibilitou enorme vitória, a desmobilização carrega no bojo a derrota.
O que entendemos por desmobilização? O termo na linguagem corrente evoca o retorno à vida civil dos soldados que voltam da guerra. Derrotados ou vencedores, recomeça para eles a vida anterior. O desmobilizado muda o foco das preocupações, os campos de batalha vão se tornando memória distante.
Como um todo, a esquerda está profundamente desmoralizada. Vai sofrer hemorragia em seus setores de simpatizantes e militantes de menor adesão. Contudo, o setor radicalizado, que de fato dirige miríades de organizações, não vai se desmobilizar. Só lhe importa o sofrimento popular, o desemprego, o desastre das políticas petistas na exata medida em que prejudica suas possibilidades de expansão. Esse segmento continua a sonhar com uma sociedade igualitária de homens necessariamente estiolados em suas potencialidades de ascensão. Sempre estará à espreita da primeira ocasião propícia para atacar e ganhar. Assim, continuará ativo o cerne ideológico enquistado no PT, universidades, Igreja, movimentos reivindicatórios, nas várias condições sociais. Terá pedras novas no caminho, entre as quais avulta o fim do financiamento público de suas publicações, via propaganda paga dos governos dirigidos por petistas, Caixa Econômica, Petrobrás, tanta coisa mais. Então, numerosas publicações orientadas por esse miolo encarniçado, lembro os blogues sujos, vão fechar. Convém lembrar, contudo, não serão poucos os que no núcleo duro da esquerda preferirão a situação nova à precedente, em que precisavam ser advogados dativos de um governo impopular e falido.
Em outubro de 2014, Dilma Rousseff venceu com margem apertada (51,64% a 48,36%). Contudo, a vitória eleitoral soou como estridente derrota moral, pois Aécio Neves ganhou com maiorias folgadas no Brasil que pensa, trabalha e produz mais ativamente. E este Brasil mais ativo, informado e inconformado, moralmente vitorioso, reagiu rijo ao longo dos últimos meses. Os atentados graves contra a lei de Responsabilidade Fiscal dormiriam em gavetas empoeiradas do Congresso e do Executivo, caso inexistisse a candente rejeição popular desta faixa do público.
Falei em reação rija e em rejeição candente. O maior perigo no horizonte é tal faixa, decisiva para o Brasil, ficar gelatinosa e morna. Por quê? Por uma real ilusão de ótica política: o sumiço do inimigo poderoso que a ameaçava.
Em meados de 2007, estimulado por empresários conhecidos e algumas celebridades, teve grande e passageira repercussão o movimento Cansei. Com claro caráter antilulista, exprimia a convicção de que o Brasil, horrorizado com o mensalão, denunciado em junho de 2005, estava cansado do governo petista e queria coisa nova. Exprimia insatisfação popular real, mas teve reflexo eleitoral discutível. Por exemplo, depois de sua atuação, Dilma Rousseff obteve dois mandatos.
Estamos em meados de maio. Daqui a três meses, em 16 de agosto começa a propaganda eleitoral. Em 2 de outubro, teremos eleições para vereadores e prefeitos. Podem ser decisivas, especialmente como símbolo, para o Brasil do futuro. Com campanhas desfocadas com facilidade teremos um mundaréu de eleitos terrivelmente decepcionantes. Dois especialistas celebrados poderiam nos ajudar a entender melhor as próximas eleições. James Carville, marqueteiro de Bill Clinton em 1992, criou (repetida com variações) a frase it’s economy, stupid (é a economia, estúpido) para indicar que o eleitor, na hora do voto, em geral tem em vista o que considera seu interesse econômico mais próximo. Tempos depois, Barrington Moore, analisando as manifestações dos últimos anos, com base naquela frase, criou uma outra: it’s morality, stupid (é a moralidade, estúpida). Ficou famosa igualmente. As manifestações têm sobretudo razões morais como motor (contra a corrupção, a maior delas). Então, apenas em parte os resultados eleitorais refletem a exasperação popular nelas observada. Se acontecer algo assim em outubro próximo, não será fenômeno novo.
Por que lembrei isso? Contribuição para uma análise objetiva da presente situação, pode ser vacina contra o abatimento de alguns, e assim estimulo à permanência do ativismo. Despertos e espertos, a presente alegria não desembocará daqui a algum tempo na amargura, fruto da despreocupação e inércia. Nada de desmobilização.
Avalie (6 Votos)

FONTE:  http://ipco.org.br/ipco/49354-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedipco+%28IPCO+-+Instituto+Plinio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29#.Vz8Y4ZErLDc


segunda-feira, 16 de maio de 2016

Ministro da Secretaria de TEMER! Dialogar com Lula e' ERRO MORTAL! Assista a Joyce!

Geddel Vieira Lima, ministro da Secretaria de Governo falou demais e disse que esse governo pode até procurar o ex-presidente Lula para "contribuir com o distensionamento". GRANDE BESTEIRA! Lula vai para a cadeia e não para uma mesa de negociação. ESPIA #brasil e COMPARTILHE para valer #vejajoice

https://youtu.be/5_QfROemmY4

domingo, 15 de maio de 2016

A LIMPEZA GERAL:"Os QUADROS PETISTAS saem de cena do Palácio do Planalto!"


Os quadros petistas saem de cena

Mais de dez mil filiados e simpatizantes do PT devem deixar a Esplanada com a saída de Dilma. Muitos desses cargos serão extintos

Crédito: Alan Marques/Folhapress
TROCA Galeria de presidentes na Câmara dos Deputados: petistas desocupam a máquina pública (Crédito: Alan Marques/Folhapress)
Os catorze anos no poder fizeram com que os petistas engordassem seus quadros na máquina pública. No momento em que a presidente Dilma Roussef deixou o cargo, na semana passada, filiados ao PT ocupavam fatias significativas de cargos comissionados na administração federal. 
São ao todo 10 mil petistas entre os 107.121 funcionários lotados em postos de confiança no Executivo federal. Ou seja, cerca de 10%. A estimativa foi feita pelo jornal “O Globo” a partir do cruzamento de nomes de filiados, disponível no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a lista de comissionados do Portal da Transparência do governo. 
O levantamento inclui servidores concursados que também ocupam cargos de confiança. São postos de trabalho principalmente nos segundo e terceiro escalões. E já são alvo de cobiça entre os partidos que apoiam Michel Temer, que tenta administrar o assédio. 
Resta saber se ele vai resistir à tentação de fazer a partilha dos cargos, agradando sua base aliada e recebendo, em troca, o apoio no Congresso Nacional. A ordem, como já declarou o peemedebista, é reduzir gastos. O presidente quer que os novos gestores apresentem em até 30 dias, contados a partir da data de posse, uma relação de cargos comissionados passíveis de corte. Essa missão será do ministro do Planejamento Romero Jucá.
Os exemplos de numerosos quadros petistas se avolumam nos ministérios. No do Desenvolvimento Agrário (MDA), comandado até a quinta-feira 11 pelo deputado federal Patrus Ananias, de Minas Gerais, um quarto dos servidores comissionados, pouco mais de 250, é de pessoas filiadas ao PT. Comandado por petistas desde o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e responsável por políticas fundiárias e agricultura familiar, o ministério é, proporcionalmente, a área do governo federal mais aparelhado pela legenda. 
Petistas integram ainda a presidência e parte da direção do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), órgão subordinado à pasta e que responde por 75% do seu orçamento. 
Com o afastamento de Dilma, o MDA será um dos órgãos que mais impacto sofrerá. A tendência, segundo dirigentes, é que ocorra uma debandada de filiados e apoiadores da sigla. 
O primeiro da fila é Patrus, que retornará à Câmara para fazer oposição ao peemedebista. 
A pasta da Educação é a que tem mais postos de confiança. São 47,9 mil. 
O Ministério da Fazenda aparece em segundo lugar, com 7,6 mil cargos comissionados. A Presidência da República – e seus diversos órgãos, como a Casa Civil e a Secretaria de Governo – aparece em terceiro lugar na lista, com 6 mil cargos.
Os cargos comissionados não dependem de concurso para serem preenchidos, pois são de livre nomeação e exoneração. Mas um decreto de 2005, primeiro mandato do ex-presidente Lula, estabeleceu limites para a indicação de servidores. 
A norma impôs que 75% dos cargos de confiança nos níveis mais baixos, conhecidos como DAS 1, 2 e 3, devem ser obrigatoriamente preenchidos por funcionários de carreira. No caso dos DAS 4 e 5, os mais altos, são de livre provimento. Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) concluiu que a maior parte dos servidores comissionados não faz parte de partidos políticos e que a presença de filiados na administração pública é mais comum nas legendas “orgânicas”, como o PT. 
No caso petista, a possível troca de governo pode representar mais um baque para as contas do partido. Filiados em cargos de confiança doaram R$ 7 milhões ao PT em 2014, segundo última prestação de contas disponível no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa cerca de 2% da receita de R$ 342,4 milhões.
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