COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

VEJA DE ONDE VEM A GRANA PARA AS ASSOCIAÇÕES HOMOSSEXUAIS E SEUS PROJETOS


 

ECOS

Educação em Sexualidade:
Desafios para uma política pública


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A proposta do projeto é a incidência política da sexualidade, no campo da educação, como uma dimensão fundamental das relações entre as pessoas e não apenas com um tema relacionado à saúde e à prevenção das doenças.
O projeto iniciou-se com a realização da pesquisa “As políticas de Educação em Sexualidade no Brasil – 2003 a 2008”. O foco desse estudo era mapear a inserção da discussão sobre sexualidade e gênero nos cursos de licenciatura e de pedagogia das universidades brasileiras. A partir do mapeamento, pudemos identificar alguns dos grupos de pesquisa do país que se debruçam sobre a questão da interface entre educação e sexualidade. Também pudemos constatar que são poucos os cursos de graduação que prevêem disciplinas específicas sobre sexualidade e gênero no currículo de formação dos profissionais que depois se tornarão professores na educação básica. A mesma pesquisa realizou um levantamento das políticas recentes relacionadas à educação em sexualidade (programas, projetos, ações, legislação, normas técnicas), tendo como marco histórico o período de 2003 a 2008.
Ações de advocacy
Os resultados da pesquisa As políticas de Educação em Sexualidade no Brasil vem sendo compartilhados com representantes de organizações sociais, de universidades e de instâncias governamentais em oficinas e reuniões promovidas pela ECOS.
Em junho de 2009, foi constituído um grupo composto por representantes de organizações não-governamentais com histórico de atuação na área e de grupos de pesquisa de universidades brasileiras. Com a constituição do grupo, pretendia-se unir esforços de modo a construir uma frente e incidir politicamente para a consolidação de uma proposta de educação em sexualidade a ser implantada nas escolas. A perspectiva é fomentar e fortalecer a inclusão da educação em sexualidade nos currículos escolares como um tema transversal, articulando-o aos conteúdos e questões relativas a gênero, diversidade sexual, direitos sexuais e direitos reprodutivos.
Resultados alcançados
Dentre os resultados alcançados pelo projeto até o presente momento, destacam-se:
  • Formação da Rede de Educação Gênero e Sexualidades – REGES com a participação de diversos representantes dos diferentes seguimentos da sociedade – sociedade civil, universidades, grupos de pesquisa, governos e agencias internacionais.
    Este grupo se organizou durante as reuniões, realizadas em 2009 e 2010, que possibilitaram a aproximação e troca de saberes entre estes atores que já questionavam a ausência de conteúdos de gênero na formação inicial de professores. O próximo passo deste grupo é a ampliação desta discussão com outros representantes da sociedade.
  • Atuação decisiva para a criação do Grupo de Trabalho (GT) Educação em sexualidade e Ensino Médio.
  • O Grupo de Trabalho Educação em Sexualidade e Ensino Médio tem como proposta fortalecer as ações e normativas referentes à inserção da Educação em Sexualidade no currículo do Ensino Médio. Este grupo é coordenado pelo Ministério da Educação e conta com a participação de representantes de outras instâncias do governo federal, além de representantes de organizações sociais e de universidades.
  • Participação na 32ª. Reunião Anual da Associação Nacional de Pós-graduação em Educação-ANPED.
  • Participação na Consulta Sobre El Marco Legal Relacionado Con Educación De La Sexualidad Y Otras Acciones De Seguimiento A La Declaración “Prevenir Con Educación” – Ciudad do México.
  • As pesquisas e ações propostas pela ECOS no âmbito do presente projeto serviram de subsídio para a elaboração de um capítulo do Guía para el diagnóstico de la situación educativa de las mujeres en América Latina y el Caribe hispano, organizado pelo CLADEM. No capítulo elaborado pela ECOS, traça-se um panorama crítico das políticas de educação sexual brasileiras desenvolvidas nos últimos anos.
Apoio:





terça-feira, 3 de julho de 2012

CUIDADO PAIS COM O QUE SEU FILHO VÊ NA INTERNET...!


A iniquidade da pornografia homossexual infantil

Exclusivo: Bradlee Dean faz a cobertura da prisão de ativista de São Francisco em posse de fotografias chocantes

Bradlee Dean
Primeiro foi Harry Hay, um ativista homossexual radical e membro de longa data do Partido Comunista dos EUA, anunciado como o ícone da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA, na sigla em inglês), cujo lema era “sexo antes dos 8 é tarde demais” nas marchas de orgulho gay.
Depois veio Harvey Milk, o primeiro homossexual assumido a ser eleito para um cargo público na Califórnia, cujo amante era um rapaz de 16 anos, Jack McKinley, que estava procurando uma figura paterna, e que mais tarde cometeu suicídio. A respeito de Harvey, foi dito no livro “The Mayor of Castro Street” (O Prefeito de Castro Street) que seu objetivo era se aproveitar de “jovens largados e viciados”.
Larry Brinken: tarado gay de crianças de 1 ano de idade
Agora, outro ícone do ativismo homossexual, Larry Brinken, manifestou abertamente sua perversão. Ele foi preso na Califórnia em 22 de junho por portar um assustador material de pornografia infantil, considerado infração criminal. Brinken teve um cargo permanente durante 22 anos na Comissão de Direitos Humanos, e o Conselho de Supervisores de São Francisco chegou a declarar a semana de 1º de fevereiro de 2010 como a "semana Larry Brinken”. Um mandado de busca emitido pela Polícia de São Francisco revelou que Brinken possuia imagens pornográficas, algumas das quais mostravam crianças de até 1, 2 e 3 anos de idade sendo sodomizadas e fazendo sexo oral em homens adultos.
A polícia de Los Angeles rastreou o endereço IP associado à conta Zack3737@aol.com e chegou até Brinken, que reside em São Francisco. A polícia falou sobre algumas mensagens de e-mail em que Brinken fazia descrições perturbadoras da exploração sexual de meninos e meninas. (Foi relatado pelo capitão William Riddle da Polícia de Los Angeles que “30.000 crianças abusadas sexualmente em Los Angeles foram vítimas de homossexuais”.)
Por exemplo, a polícia afirma que Zack3737 (Brinken) fazia comentários explícitos sobre as fotos de sexo inter-racial entre adultos e crianças. Os comentários incluíam “O que mais amei foi o n**ro de 2 anos sendo furado. Espero que você continue para que eu veja o que a p**a loirinha vai ganhar. Força Branca! Supremacia Branca! Viva os p***os brancos!”
Escandalosamente, os blogueiros homossexuais radicais defenderam os crimes de Brinken. (Considerando o recente escândalo sexual de Sandusky, os mesmos blogueiros lutaram contra o judiciário para justificar seu estilo de vida, e em lugar nenhum você os vê condenando Jerry Sandusky, mesmo depois de ter sido condenado em 45 acusações, sendo descoberto inclusive que seu próprio filho adotivo foi vítima dos seus crimes sexuais.)
As notícias dos horríveis crimes de pornografia infantil de Brinken surgem logo após a conclusão da “Semana do Orgulho”, mais uma vez tirando a máscara da agenda homossexual radical, mostrando quem são, o que são e quais são os seus verdadeiros alvos, mostrando quem realmente está sob ataque. Eles tentam condenar o Manifesto Homossexual, escrito por Michael Swift em 1987, como uma sátira, quando na verdade sempre que são descobertos por seus crimes contra a natureza, pode-se ver a realização do Manifesto Homossexual.
Se os americanos estudassem história, apenas então entenderiam por que Deus afirma que a sodomia é uma abominação (Romanos 1:24, 1 Coríntios 6:9-10, 1 Timóteo 1:9: Judite 1:7). Se se apenas déssemos atenção à Palavra de Deus e guardássemos Seus mandamentos, não teríamos que ler nos jornais sobre os terríveis crimes cometidos contra as nossas crianças, somente para descobrir que Deus estava certo desde sempre. Uma breve história dos EUA: As leis contra a sodomia estavam intactas em todos os estados até 1961, e a Associação Americana de Psiquiatria considerava o homossexualismo um distúrbio mental até 1973.
Embora haja alguns americanos que simpatizem com as dificuldades dos “pobres” homossexuais radicais que atacam qualquer um que se opõe a eles pelos seus crimes contra a natureza, estou ocupado defendendo uma nova geração de tipos como Kevin Jennings, que escreveu o prefácio de um livro intitulado “Queerifying Elementary Education” (“‘Afrescalhando’ a Educação Básica”), a Associação Nacional de Educação, que tem convenções “LGBT” e “drag queen” para professores, e os Dan Savages do meio homossexual radical, que intimidaram estudantes do ensino médio e atacaram a Bíblia em uma conferência jornalística.
Enquanto isso, temos o deputado Jared Polis e o senador Al Franken (sobrou para Minnesota) tentando transformar em criminoso qualquer um que se oponha ao estilo de vida homossexual por meio da Lei Anti-discriminação Estudantil, que busca criminalizar a discriminação contra estudantes LGBT. A lei, em essência, afirma que qualquer um que obedecer às leis da nossa república é um criminoso por falar contra aqueles que estão tentando derrubá-la. Quem está cometendo os crimes, deputado Polis? Zelar pelas leis não é intimidação.
Saiba mais sobre esse legislador em meu vídeo: “The Backwards Jared Polis”:
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “The iniquity of homosexual child porn”.
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