COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Folha de S. Paulo dá vez e voz para a esquerda evangélica - 2015

Folha de S. Paulo dá vez e voz para a esquerda evangélica

Evangélicos contra “homofobia” e contra o boicote de Silas Malafaia ao Boticário ganham destaque no jornal Folha de S. Paulo

Julio Severo
A Folha de S. Paulo, jornal esquerdista também conhecido como Falha de S. Paulo por falhar gravemente ao ser parcial e dar preferência aos modismos politicamente corretos e absurdos do mundo secular, resolveu também falhar no mundo religioso, dando preferência a evangélicos de testemunho duvidoso.
Em matéria recente, a Falha deu destaque a dois grupos de evangélicos que fogem do perfil evangélico conservador. A matéria, intitulada “Evangélicos farão marcha contra homofobia na Parada Gay,” diz de um grupo de pastores e membros evangélicos marchando rumo à Parada Gay no domingo (7 de junho e 2015) na avenida Paulista, para cumprir uma missão: “converter o máximo de almas possíveis. Almas homofóbicas, no caso.”

“Jesus Cura a Homofobia” versus “Jesus Liberta do Pecado Homossexual”

O grupo, comandado pelo teólogo batista José Barbosa Júnior, fez compromisso público de enviar à Parada Gay sua caravana evangélica chamada “Jesus Cura a Homofobia,” para se contrapor ao movimento de “cura gay,” de acordo com a Falha, que acrescentou que 420 evangélicos estavam inscritos na caravana. Em seu Facebook, Barbosa incluiu a participação de católicos também.
Na realidade, o termo “cura gay” é usado pela grande mídia esquerdista exclusivamente para desvalorizar e zombar dos cristãos que ajudam homens e mulheres a encontrarem em Jesus a libertação do pecado homossexual. O fato de que um teólogo batista aderiu a um termo de ódio contra esforços cristãos para ajudar pessoas escravas do homossexualismo é um atentado ao Evangelho.
A revista Veja confirmou também que o objetivo da mensagem do grupo de Barbosa é confrontar os grupos evangélicos acusados de “cura gay” por ajudarem homossexuais. A Veja disse: “A bandeira do grupo, escrita em forma de hashtag, afirma que #JesusCuraAHomofobia, em contraposição a bandeira de ‘Cura Gay’ vinculada à religião. Cartazes feitos à mão protestam contra a postura do pastor Silas Malafaia e o deputado federal Marco Feliciano.”
Entretanto, por que esse desejo de aparecer em público para protestar contra Malafaia e Feliciano? Por que essa obsessão de buscar holofotes para a mensagem politicamente correta “Jesus Cura a Homofobia”? Na Parada Gay, não havia nenhuma multidão de evangélicos para receber essa mensagem. E mesmo que tivesse havido, “homofobia,” como representado agressão e assassinato de homossexuais, é algo que não ocorre entre evangélicos.
Se por “homofobia” o Pr. Barbosa quer dizer a ideologia gay conforme interpretada por Luiz Mott, Toni Reis e outros militantes homossexuais, então o sentido é de “ser contra o homossexualismo.” Para eles, a simples pregação bíblica contra o homossexualismo já é “homofobia.”
Se Barbosa pretende “curar” os evangélicos do que ele enxerga como “homofobia” (opiniões contra as práticas homossexuais), ele deveria então primeiro fazer uma campanha: “Ataque pela Raiz Seu Mal da ‘Homofobia’: Jogue Sua Bíblia no Lixo!’”
Mas por que fazer, no meio da Parada Gay, uma campanha espalhafatosa “Jesus Cura a Homofobia”? Barbosa está preocupado que um “terrorista” evangélico se infiltre no meio de milhares de homossexuais para metralhá-los?
Se Paulo e outros apóstolos estivessem entre nós, eles fariam o que Jesus mandou: “O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; e o que se vos diz ao ouvido, proclamai-o do alto dos telhados.”  (Mateus 10:27 KJA)
A Palavra de Deus, que é Jesus, disse que os homossexuais e outros pecadores não herdarão o Reino de Deus. A obrigação bíblica de Barbosa era subir nos telhados perto da Parada Gay e proclamar que os viciados em pecados homossexuais estão condenados ao inferno e deixar claro que existe saída: Jesus morreu para salvar os pecadores e viciados desse destino.
Teria sido muito mais útil se Barbosa e sua caravana tivessem empunhado cartazes dizendo: “Jesus Cura, Liberta e Salva do Homossexualismo.”
No entanto, ele deu aos homossexuais da Parada Gay outra mensagem, outro “evangelho.” Ele apresentou, com muito estardalhaço, para a grande mídia secular um “evangelho” que agrada ao mundo, mas não salva, não cura e não liberta.
Pelo fato de que Barbosa é desconhecido, pode até parecer, para muitos leitores evangélicos, que ele e seu grupo são de alguma dessas igrejas gays malucas que se autointitulam de “evangélicas,” mas nada têm a ver com a Bíblia ou com o mundo evangélico.

Quem é o Pr. José Barbosa Júnior?

Quem é, afinal, o Pr. José Barbosa Júnior, que está sendo paparicado pela Falha?
De acordo com seu Twitter pessoal, ele está profundamente ligado à Teologia da Missão Integral. Num tuíte de 4 de junho, ele diz: “Tamo junto! RT @CarlosBezerraJr Companheiros de caminhada.”
Carlos Bezerra Jr. é pastor da Comunidade da Graça em São Paulo. Ele é considerado “político ideal” pelo Genizah por dizer que Jesus nunca condenou a homossexualidade. Bezerra disse: “[Leonardo Boff] me inspira há anos com o que escreve e prega… Um salve ao grande mestre Leonardo Boff.” Boff é um dos principais promotores da Teologia da Libertação.
Barbosa é adepto de outra figura proeminente da Teologia da Missão Integral (TMI): Ed Rene Kivitz.
Um exemplo de como a esquerda evangélica promotora da TMI encara a questão da “homofobia” é sua atitude com relação à nomeação do Pr. Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados em 2013. Todas as esquerdas, inclusive evangélicas, estavam contra ele, acusando-o de “homofobia.” Supostamente “homofobia” significa que quando as esquerdas querem usar a causa gay como cavalo-de-Tróia para avançar sua ditadura, qualquer esforço contrário é automaticamente rotulado de “homofobia.”

“Malafaia e Feliciano não nos representam”

Por falar no que a tropa da TMI fez com Feliciano em 2013, a Falha de S. Paulo destaca o compromisso da turma do Pr. José Barbosa Júnior de empunhar, na Parada Gay, cartazes com os dizeres “Malafaia e Feliciano não nos representam.”
A Falha deve ter pirado de alegria! Em 2013, a Falha não poupou Marisa Lobo de críticas maliciosas, apenas porque ela acredita que existe saída da homossexualidade. Agora, a Falha quer mostrar o modelo perfeito de que nem todo evangélico é como Marisa.
Ao contrário do que normalmente faz com Marisa e outros acusados maldosamente de “cura gay” por ajudarem prisioneiros do homossexualismo, a Falha deixou o Pr. Barbosa e sua TMI bastante à vontade, sem nenhuma crítica. O perfil de Twitter do teólogo batista tem um número insignificante de seguidores — infinitamente mais baixo do que o de Marisa. Mesmo assim, ele foi elevado pela Falha, que lhe deu vez e voz, para servir de contrapeso aos evangélicos que não seguem a ideologia esquerdista.
Se os evangélicos acreditam num Deus que liberta da homossexualidade, a Falha fortalecerá o outro lado.

Danilo Fernandes do Genizah

Outro evangélico agraciado pela Falha com vez e voz foi Danilo Fernandes, do Genizah. A Falha destacou as principais referências de Danilo: Desmond Tutu e Martin Luther King.
Tutu, que segue a Teologia da Libertação, declarou que prefere ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico.” Claro que se ele tivesse a “criatividade” do Pr. Barbosa, ele poderia liderar uma caravana para o céu chamada “Jesus Cura a Homofobia” levando cartazes com os dizeres “Moisés e Apóstolo Paulo não nos representam,” pelo fato de que essas duas personalidades bíblicas foram enfáticas ao expressarem a opinião de Deus contrária às práticas homossexuais.

Martin Luther King

Sobre Martin Luther King, ele era esquerdista e tinha um problema grave com adultério. Quando postei em 2013 uma reportagem do jornal britânico DailyMail sobre os adultérios de King, Danilo do Genizah ficou fora de si, dizendo: “O racista e homofóbico Julio Severo pirou de vez e agora ataca Martin Luther King com base nos arquivos do mentiroso J. Edgar Hoover” (http://archive.is/UWpxj).
Só que sem que Danilo soubesse, o Rev. Augustus Nicodemus já havia expressado publicamente a mesma opinião sobre King. Depois que publiquei esse fato, Danilo se aquietou. Afinal, não vale a pena ele perder almoços e reuniões importantes com a liderança da Universidade Presbiteriana Mackenzie por declarar: “O racista e homofóbico Augustus Nicodemus pirou de vez e agora ataca Martin Luther King com base nos arquivos do mentiroso J. Edgar Hoover.”
Embora King tenha errado no adultério, ele acertou em outras questões, dizendo que a homossexualidade é um problema que tem solução. Qualquer um quer disser isso hoje é automaticamente rotulado de promover a tal “cura gay.”
Se a Falha ficar sabendo da opinião de King, vai publicar outra matéria maluca e colocar Barbosa, Danilo ou outro evangélico útil, mas não inocente, como contrapeso.

Boicote contra o Boticário: Malafaia diz sim, Danilo diz não

Se a participação do Pr. Barbosa na reportagem da Falha foi para confrontar os evangélicos que creem na libertação de Jesus para os homossexuais, a participação de Danilo foi para confrontar, conforme destacou a Falha, a campanha de boicote de Silas Malafaia contra o Boticário pela propaganda pró-homossexualismo dessa empresa. A Falha disse que Danilo “critica o boicote à marca de cosméticos,” acrescentando: “Para Danilo, os fiéis devem lembrar que várias marcas apoiam a causa LGBT, ‘do Facebook ao McDonald’s.’ E que boicotar perfume, além de hipocrisia, ‘é picuinha.’”
Isto é, Danilo deixou claro que está todo mundo apoiando a causa gay e que se tivéssemos de fazer um boicote — que é evidente que ele não faria — teríamos de boicotar a todos. Sobre atribuir “picuinha” a Malafaia, não é a primeira vez que Danilo mostra sua aversão ao pastor assembleiano, a quem ele já chamou de “servo de Belzebu.” Como está comprovado, boca limpa nunca foi o forte dele.
Sobre a agenda gay, enquanto Malafaia e eu alertávamos que o PLC 122 representava perigo para o Brasil, Danilo usava a máquina maluca do Genizah para anunciar que esse projeto homossexualista não tinha perigo nenhum para ninguém. É o espírito da contrariedade. Se eu e Malafaia dissermos que o caminho é subir, Danilo imediatamente rebaterá que o caminho é descer. Se eu e Malafaia dissermos que o PLC 122 é bom, Danilo dirá que é horrível. Tudo tem de ser o contrário.
Mas ele não está sozinho em suas atitudes. Existe uma turma evangélica do contra que se Malafaia disser que precisamos boicotar uma empresa que faz propaganda homossexual, a turma vai fazer campanha para boicotar o boicote sugerido por Malafaia. Por outro lado, se Malafaia disser que não devemos boicotar, aí a turma do contra vai dizer que temos a obrigação de boicotar!
Se a iniciativa do boicote partir da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Danilo e a turma do contra apoiam sem pestanejar, mesmo sem saber para quê é o boicote.
É uma situação muito parecida com a atitude de muitos autodenominados apologetas calvinistas que proclamam alto e bom som sua oposição à Marcha para Jesus, mas eles ou seus colegas apoiam a Marcha do Marcos Amaral, pastor presbiteriano que se une a espíritas em planos globalistas e que havia dito que desejava que Marco Feliciano tivesse um derrame. E agora essa turma amante da TMI vai lá na Parada Gay protestar contra os evangélicos! Se isso não é apostasia apocalíptica, não sei o que é apostasia.

O mundo ama quem é do mundo

E como se já não bastasse evangélicos da TMI antagonizando o trabalho profético de quem se opõe à ditadura gay, agora entra a realidade de um grande jornal esquerdista dando uma mão e uma plataforma para eles fazerem antagonizações muito maiores, comprovando que, em matéria de relativização, os evangélicos da TMI têm muito mais comunhão com a Folha e outras esquerdas do mundo do que com os servos de Deus.
A Falha ama os adeptos da TMI e vice-versa. Faz-me recordar as palavras de Jesus para seus seguidores reais: “Se fôsseis do mundo, ele vos amaria como se pertencêsseis a ele.”  (João 15:19 KJA) O mundo ama quem é do mundo.

Condenação do pecador homossexual é questão “polêmica”?

Finalizando, a Falha coloca em choque as posturas do Pr. Barbosa e do Pr. Silas Malafaia sobre as passagens da Bíblia em que Deus condena pecadores homossexuais. A Falha diz: “Cravar se a Bíblia condena homossexuais ‘talvez seja a mais polêmica das perguntas’, diz Júnior. ‘Literalmente, sim, ela faz isso. Mas há teólogos que defendem uma outra interpretação bíblica, levando em conta contextos históricos, políticos e sociais.’”
Barbosa declarou publicamente na Folha que a condenação bíblica de quem pratica e vive no pecado homossexual é uma questão “polêmica.” Essa “polêmica,” é claro, não existe na Bíblia, que é enfática sobre o destino dos pecadores. Por isso, o Evangelho precisa ser pregado a eles. O destino final dos pecadores é real e terrível. Só Jesus, não um “evangelho” politicamente correto, pode salvá-los.
Em vez de apresentar os evangélicos de forma negativa, como sempre fez no passado, a estratégia da mídia esquerdista agora é retratar os evangélicos esquerdistas de forma positiva e deixá-los expressar suas ideias contra os evangélicos mais conservadores, num malevolente ventriloquismo ideológico.
Agora, não precisarão mais atacar os evangélicos conservadores diretamente. Quando precisarem fazer isso, bastará assobiar para Barbosa e Danilo.
Com certeza, Malafaia, Feliciano, Marisa Lobo e Julio Severo não representam os interesses da Falha. Mas Barbosa e Danilo representam muito bem!

Silas Malafaia fala

Para aparentar jornalismo imparcial e justo, a Falha deu um espaço pequeno para Malafaia expressar a opinião de evangélicos diferentes de Barbosa. A Falha disse: “Para Malafaia, 56, não dá para relativizar. Ele enumera passagens no Novo Testamento: ‘Coríntios’ lacra o ‘o reino de Deus’ a ‘devassos, idólatras, adúlteros, efeminados e sodomitas’; ‘Romanos’ fala de ‘homens com homens’ que ‘receberam o castigo merecido por sua perversão.’”
A Falha cutucou Malafaia sobre a postura do Pr. Barbosa e sua caravana, e registrou a seguinte resposta: “Para o pastor, o quórum da caravana gospel pró-LGBT ‘não é nem 0,000001% dos milhões de evangélicos. Não representa porcaria nenhuma, tô dando gargalhada.’”

Adeptos da TMI em comunhão com a esquerda

Barbosa, que está sendo usado pela Falha para confrontar as posturas bíblicas de cristãos conservadores, não é o primeiro pastor criado pela TMI a relativizar na questão homossexual. O maior teólogo homossexual do Brasil começou na TMI e Teologia da Libertação, e hoje é promotor descarado da Teologia Gay.
A TMI está preparando o terreno, com o apoio alegre da grande mídia esquerdista, para levar mais evangélicos à relativização da Palavra de Deus. De longe, a TMI é o maior liberalismo teológico que o Brasil já viu.
Fazendo coro ao dono do Genizah, o Pr. Barbosa também se mostrou, de acordo com a Falha, contrário ao boicote de Malafaia contra o Boticário. Ele disse em seu Facebook: “Quando o Reitor de uma das maiores faculdades batistas do Brasil vem à público defender a campanha pelo boicote aos produtos d’O Boticário feita pelo empresário Silas Malafaia, dizendo que ‘Silas Malafaia está certo!’, é sinal que estamos, de fato, no fundo do poço no que diz respeito à esperança de um ensino teológico digno, coerente e humanizado nas igrejas históricas brasileiras.”
José Barbosa Júnior e Danilo Fernandes: Duas vozes evangélicas esquerdistas falando a mesma voz e interesses da Falha. Dois evangélicos que falam o que a Falha e a grande mídia esquerdista querem ouvir.
Evangélicos deveriam falar a mesma voz que Deus fala. Mas nem sempre esse é o caso.
Não vou estranhar se os seguidores de Desmond Tutu e TMI também disserem algum dia que preferem ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico.”
Com informações da Folha de S. Paulo.
Leitura recomendada:

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

GOVERNO DO PT PAGOU ANÚNCIOS EM JORNAIS INEXISTENTES EM SP

GOVERNO DO PT PAGOU ANÚNCIOS EM JORNAIS INEXISTENTES EM SP
CONFIRMADO: GOVERNO FEDERAL PAGOU ANÚNCIOS EM JORNAIS INEXISTENTES
Publicado: 16 de fevereiro de 2015 às 18:15 - Atualizado às 22:29

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Entre 2008 e 2012, o Governo pagou R$ 364,6 mil a cinco jornais do Grupo Laujar de Comunicação S/A, de São Bernardo do Campo
Relatório da Presidência da República realizado em 2013 confirma indícios levantados pelo jornal Folha de S. Paulo de que o governo federal pagou anúncios em jornais inexistentes no ABC paulista.
O relatório de auditoria da Secretaria de Controle Interno da Presidência, feito a partir do trabalho da Controladoria-Geral da União, mostra que, entre 2008 e 2012, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência pagou R$ 364,6 mil a cinco jornais do Grupo Laujar de Comunicação S/A, de São Bernardo do Campo. No endereço da sede do grupo, os fiscais encontraram um “sobrado residencial”.
Segundo os auditores, os jornais “resumem-se a quatro páginas cada um”, com notícias repetidas, cujas “informações e imagens” são “cópias de reportagens de sites de notícias sem atribuição [de] créditos”, aspectos que seriam “indícios de fraude”.
Os jornais traziam três anúncios: um da Unimed com números de telefone genéricos; outro sem identificação; e o terceiro, do governo.
O relatório recomenda que a Secom apure o fato e tome medidas administrativas.
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/noticias/governo-do-pt-pagou-anuncios-em-jornais-inexistentes-em-sp/

    terça-feira, 17 de dezembro de 2013

    Dra.Marisa Lobo e o autodenominado “jornalismo” da Folha de S. Paulo

    17 de dezembro de 2013



    Marisa Lobo e o autodenominado “jornalismo” da Folha de S. Paulo

    Em matéria exclusiva no Blog Julio Severo, psicóloga cristã fala sobre tendenciosidade da Folha contra ela:

    Não entendi como a Folha de São Paulo, um jornal que se diz de grande expressão, perde tempo com uma psicóloga que, segundo a própria Folha, se diz “cristã.” Falta de assunto? Ou tentativa de uma repórter ativista ateísta de difamar, desconstruir, humilhar uma mulher (heterossexual) apenas por ter opinião contrária  e por representar um entrave para suas causas — conquistar privilégios e não direitos.
    Marisa Lobo
    Para quê publicar três versões na internet? Fiquei lisonjeada com tanto IBOPE.” Apesar da tentativa de ridicularização, penso que foi propaganda de graça. Gosto de marcar posições. Não sou mulher de ficar em cima do muro e tão pouco agradar a ninguém para ficar bem na fita.
    Claro que a tentativa é sempre de nos desconstruir e ridicularizar. Quero dizer aos irmãos, colegas e pastores que não disse nem metade do que essa “pseudo jornalista” publicou. Todas as tentativas de me ridicularizar foram palavras dela, interpretação dela. Achei desnecessário ela falar da camisa do meu marido, do salgadinho que ele estava comendo. Além disso, ela o chama de “baixinho” e por aí vai.
    Jamais falei em tom de deboche de ninguém, ou da religião de alguém. Cadê a imprensa séria e imparcial? Agiu como o pior dos piores folhetins de quinta.
    Falou da minha roupa e do meu sapato, porque não tinha o que falar de mim. Então, inventou algo que os militantes radicais gostam de falar: roupas, sapatos, joias, bizarrices idiotices, ou seja, coisa de gente vazia, gente que não acredita em Deus e por isso, tentativa de destruir todos os que acreditam em suas teoria inventadas e em seu “poder “ de mídia.
    Eu sabia que ia ser uma tentativa de desconstrução, claro. Não fui dar uma entrevista na ingenuidade. Mas a maldade e a mesquinhez de uma pseudo-profissional me causou  indignação. Mas depois, muitos risos, porque foi realmente uma propaganda de graça que atingiu todo Brasil.
    Eu não disse que vou lutar para inibir a homossexualidade. Isso é mentira. Eu disse que vou lutar pelos direitos reais do ser humano. Se ele desejar ou não pessoas do mesmo, isso é um direito dele.
    Eu vou lutar contra a sexualização precoce das crianças nas escola. Mas isso, claro, ela não falou. Apenas fez o que são ótimos em fazer: manipular a escrita. É tão surda que ouve o que já está programada para ouvir. Depois, nós é que somos alienados.
    Eu não disse que pedia para meu amigo gay, com AIDS, para parar de fazer “macumba” simplesmente. É que ele explorava as pessoas, e eu temia que um dia alguém o prendesse ou denunciasse. Então, eu dava-lhe bons conselhos, mesmo porque nesta época eu nem era evangélica. Eu era eclética, ou seja, curtia toda e qualquer religião. Apenas não gostava de vê-lo tirando dinheiro das pessoas. Acho que a repórter não entendeu ou estava tão ansiosa para me pegar que nem se tocou que falava de uma época que detestava crente.
    Logo eu não poderia ter dito para meu amigo gay, com AIDS, que ele ia para o inferno. Eu nem acreditava nisso. Ele que me pediu para ler a Bíblia e eu li e fiz orações. Ele que dizia que não queria ir para o inferno. Nos seus delírios de febre, ele dizia que queria ver Deus, e eu fui usada mesmo sem saber para proporcionar essa alegria. Detalhe: eu  ainda era estudante .
    Mas creio que o pior foi ter falado com deboche do meu pai, um homem com uma história de luta e tristeza. Por aí podem perceber como destilam ódio e veneno sem nem se preocupar com a dor que podem causar. A consideração é pelos seus umbigos, privilégios e alienações.
    Perdem-se em suas tentativas de desconstruir os cristãos. A “jornalista” tentou me humilhar porque confidenciei que minha mãe  foi prostituta, e que  fui abandonada pela mãe aos seis anos, e que sou fruto de um aborto que não deu certo. Sofri preconceito e muito, mas, como sou evangélica, ter tido uma mãe prostituta, ter sido abandonada pela mãe, ter quase sido abortada é uma vergonha. Preconceito por crianças abandonadas? Preconceito por alguém que teve uma mãe na prostituição? Preconceito por alguém que quase foi abortado?
    Não falei que sou a “coach” do Feliciano. Eu disse que fui uma espécie de coach, uma amiga que é psicóloga e que deu orientação — nesse caso, informal — para um amigo que estava vivendo um momento muito difícil por causa da Comissão de Direitos Humanos. Como ele mesmo confirmou, Marco Feliciano nunca deitou no meu divã. Eu não sou analista ou psicanalista nem uso divã. Aliás, uso o face a face. Sigo a linha cognitiva comportamental e não psicanalista ou psicoanalista.
    Não posso ser “guru” dele ou de ninguém. Erro grave cometido por uma jornalista que se diz estudada, conhecedora de religião, mas não sabe que guru nada tem a ver com evangélicos. Jamais iria expor um amigo  ou uma pessoa a quem tenho aconselhado. Apenas citei que dei alguns conselhos, para o Feliciano  saber como lidar com os traumas de suas filhas causados por pessoas como essa jornalista, com militância gay desonesta.
    Enfim foi tanta tentativa de me tachar de “homofóbica” por tabela que ficou claro, mais uma vez, qie a Folha é cristofóbica e intelectualmente desonesta.
    Para ver as “pérolas” anticristã da Folha contra Marisa, clique aqui e também aqui.
    Leitura recomendada:

    domingo, 9 de junho de 2013

    REINALDO AZEVEDO RECLAMA: Maioria da Mídia IGNOROU a Manifestação Evangélica: Só publica o que lhes interessa. BOICOTE essas MÍDIAS !

    Imprensa ignorou manifestação pela família em Brasília por arrogância, diz jornalista Reinaldo Azevedo

    7 de junho de 2013

    Milhares de cristãos tomaram o gramado em frente ao Congresso Nacional nesta quarta-feira. A manifestação conta com o apoio de diversas denominações, inclusive de correntes católicas. Às 17h30, os organizadores do evento anunciavam a presença de 70 mil pessoas; a Polícia Militar do Distrito Federal estimava em 40 mil.
    Que outra força consegue reunir tanta gente num dia útil? Não sei. O que espanta, no entanto, não é isso, não. A exemplo do que aconteceu com a Marcha para Jesus, no Rio, no último dia 25 (que pode ter levado até 500 mil pessoas às ruas), também a manifestação de hoje foi editorialmente ignorada pela grande imprensa. Qualquer protesto de meia dúzia de gatos-pingados merece muito mais espaço.
    Há uma clara manifestação de arrogância em relação às opiniões e às convicções de milhões de brasileiros, ali representados por muitos milhares. Parece que se parte do seguinte princípio: “Se eu não noticio, então não existe”. A mera comparação pode ser devastadora para aqueles que dizem seguir um jornalismo isento e independente. Todos os protestos contra o Marco Feliciano, por exemplo, que reuniam, muitas vezes, não mais do que duas ou três dezenas de pessoas, mereceram ampla cobertura da imprensa. Até as manifestações de pura truculência às portas de templos religiosos em que ele pregaria ganharam ampla visibilidade.
    Os que discordam do ponto de vista dos evangélicos podem achar que esse é, sim, um bom caminho. Afinal, como consideram “reacionária” a pauta daqueles cristãos, acham correto que a imprensa abra mão de seu papel, que é noticiar o que sabe, o que apura e o que vê. Trata-se de um engano fatal, amigo! Amanhã, essa mesma imprensa pode ignorar algum outro assunto que você considera fundamental porque está fora da sua (dela) agenda.
    É claro que sempre se pode adotar o paradigma Luís Roberto Barroso (sim, ainda falarei de sua sabatina): imprensa boa e isenta é aquela que pensa o que pensamos; imprensa ruim e parcial é aquela da qual discordamos…

    Por Reinaldo Azevedo

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