COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

IDENTIDADE, CONCLUSÃO


É preciso concluir o assunto do último artigo observando a diferença entre ser e estar. Mesmo não sabendo claramente quem somos, estamos neste mundo. E esta estada define quem seremos e onde estaremos.
No princípio, a humanidade foi criada a imagem e semelhança de Deus [Gênesis 1:27], mas o pecado a condenou imediatamente à morte [Genêsis 3:22, Romanos 5:12], a separou de Deus [Isaías 59:2] e a afastou completamente da Glória de Deus [Romanos 3:23].
Desde então, alma humana sofre profundamente por este afastamento de Deus [Salmos 42]:
Há um vazio com o formato de Deus no coração de cada pessoa, e ele não pode ser preenchido por nada que tenha sido criado. Este vazio só pode ser preenchido por Deus, que se faz conhecido através de Jesus Cristo. — Blaise Pascal
Depois do pecado este é o estado da humanidade. Expulsos do paraíso, sentimos – e de fato estamos – como andarilhos, peregrinos à procura de seu destino [1 Pedro 2:11] em um mundo que não é o que Deus fez inicialmente para nós, e é só em Cristo que encontramos o caminho de volta para Deus [João 14:6].
Quando aceitamos esta realidade e nos tornamos amigos de Cristo [João 15:15] somos adotados como filhos por Deus [Efésios 1:5], nos tornamos um com Cristo [Gálatas 3:26-28] e somos separados deste mundo [João 17:16].
Deixamos de estar como andarilhos perdidos e sem destino, passamos a estar neste mundo como uma nação santa [1 Pedro 2:9,10] com o objetivo de temperar, conservar (sal) e iluminar (luz) este mundo [Mateus 5:14], nos descobrimos escolhidos por Deus para dar frutos [João 15:16].
Mas, ainda assim, estaremos em uma condição temporária, pois quando vier o que é perfeito [1 Coríntios 13:9,10] veremos a Cristo face a face [1 Coríntios 13:12], seremos remidos de toda maldade [Tito 2:14] e conheceremos nosso novo e verdadeiro lar preparado por Jesus [João 14:1-4].

IDENTIDADE


Aprendemos que o desenho das impressões digitais é único para cada ser humano e que isto faz parte da nossa identidade. Mas não somos apenas linhas nas pontas dos dedos, código genético ou números em estatísticas.
A humanidade busca pela própria identidade desde que a mesma foi revelada para si e percebeu o absurdo que é o mundo. Que o diga o Eclesiastes!
O pensamento existencialista (assunto amplo demais para ser tratado neste artigo) é uma tentativa humana de entender-se e entender o mundo. Basicamente, o pensamento existencialista é o ato de buscar para si as respostas das perguntas feitas a Jonas pelos marinheiros do barco que estava prestes a naufragar [Jonas 1:8] e matar a todos:
Quem somos, qual é a nossa responsabilidade, qual é a nossa missão, qual é o nosso lugar, fazemos parte de algo maior?
São perguntas difíceis, profundas, talvez até agressivas, pois surgem quando tudo parece estar fora de lugar e lembramos que vida é mais do que experimentamos agora. Mas, mesmo que todas estas perguntas fossem respondidas ainda estariam longe de nos definir, de revelar quem somos.
Nossa percepção é limitada, tendenciosa. Quando nos convencemos de que somos o que vemos, ouvimos, lemos e fazemos, percebemos que não somos mais do que os outros veem, ouvem, leem e recebem de nós.
É inacreditável, mas compreensível, como entre “quem nós somos” e “quem nós acreditamos que somos” existe muito mais dos outros do que – qualquer um – gostaria. No fim, não somos nada mais do que mostram, dizem, escrevem e fazem sobre nós.
E é certo de que isto vale para todos! Afinal, os outros podem ser para nós o que não são para si. Talvez os consideremos melhores do que são. Ou não! Talvez sejam muito melhores do que consideramos.
No fim, entre quem acreditamos que somos e quem somos de verdade, entre nós e os outros, não há nada além de mais um ser humano, falho, medíocre e incompleto. É quando nos perdemos entre o reflexo em nossos espelhos e os rótulos que recebemos dos outros que nos descobrimos almas viventes feitas de pó da terra, com fôlego emprestado.
Fôlego que devolveremos um dia e que prestaremos conta a quem o emprestou, Deus!
E quem é Deus? Deus é Deus! Nós não.
No espaço entre quem achamos que somos e o que os outros acham que somos, Deus é o único que sabe de fato, quem somos, quais são as nossas responsabilidades, quais é a nossa missão, qual é o nosso lugar e qual é o algo maior que fazemos parte.
O Pastor Martin Luther King Jr afirmou o seguinte sobre a questão existencial:
Eu não sou quem eu gostaria de ser;
eu não sou quem eu poderia ser, ainda,
eu não sou quem eu deveria ser. Mas graças a Deus
eu não sou mais quem eu era!
Deus está acima de qualquer pensamento existencialista, que pode nos afastar de dEle. Em Deus estão pensamentos mais altos que os nossos [Isaías 55:9] e mais pacíficos que os dos outros [Jeremias 29:11] a nosso respeito.
Graças a Deus, por sua Graça que nos permite livre acesso em confiança por meio da fé que temos em Jesus Cristo [Efésios 3:10-12]. Fé que nos faz vencer a existência neste mundo para um dia termos revelada a nossa verdadeira identidade, no dia em que receberemos de Deus um novo nome [Apocalipse 2:17].
LEIA A CONCLUSÃO, NO IDENTIDADE - CONCLUSÃO, PRÓXIMO ARTIGO.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Experiências - A FÉ CRISTÃ se baseia no que não vemos, mas esperamos [Hebreus 11:1


Uma boa justificativa para as pessoas que firmam sua fé nas experiências é o ditado de que “o que os olhos não veem, o coração não sente”, mas isto é fé?
Uma das primeiras coisas que aprendemos sobre a fé cristã é que ela se baseia no que não vemos, mas esperamos [Hebreus 11:1]. Logo, fé é maior que qualquer coisa que eu queira ou precise que Deus faça e vem antes daquilo que eu sei que Deus pode fazer.
O Apóstolo Pedro foi abençoado com a oportunidade de presenciar vários milagres, sinais e prodígios enquanto acompanhava a Jesus. Foram eventos sobrenaturais que, sem dúvida alguma, muitos de nós acharíamos suficientes para sermos os cristãos mais cheios de fé que já se teve notícia. Mas, não foi assim com Pedro. Pelo menos não em algumas ocasiões e por certo tempo.
Presenciar a cura imediata de sua sogra [Lucas 4:38,39], ver a maior pesca de sua vida mesmo depois de uma noite ruim [Lucas 5:1-11] e andar sobre as águas durante uma tempestade [Mateus 14:24-29] não foram experiências suficientes para que ele não temesse o vento e fosse chamado de “homem de pouca fé” [Mateus 14:30,31] pelo próprio Jesus.
Conhecer a providência divina ao pagar o imposto com moedas tiradas de um peixe [Mateus 17:24-27] não foi uma experiência suficiente para que ele tivesse paz em Cristo [João 16:33] e não atacasse Malco [João 18:10].
Participar do milagre da transfiguração de Cristo [Mateus 17:1-8] e ver pessoalmente Cristo em Glória conversando com Moisés e Elias e ouvir a voz do próprio Deus, não foi uma experiência suficiente para que ele não precisasse da oração de Jesus para que sua fé não enfraquecesse diante das dificuldades que ele enfrentaria no seu processo de conversão [Lucas 22:32], isto mesmo, depois caminhar com Jesus e viver tantas experiências era necessário que Pedro se convertesse para fortalecer seus irmãos na fé. Nenhuma experiência vivida por Pedro ao lado de Jesus foi suficiente para que ele não o negasse [Mateus 26:69-75].
Mas, houve um momento em que Pedro fez justamente o Jesus havia pedido, fortaleceu seus irmãos na fé. Sem que fosse necessário recorrer ao que ele havia vivido, Pedro mostrou que sua fé era baseada em outra coisa.
Um pouco antes da grande perseguição romana aos cristãos, por volta de 60 d.C., ele escreveu 2 cartas aos cristãos da região da Ásia menor. Pedro reconhece o valor dos que creem em Cristo sem tê-Lo visto [1 Pedro 1:8,9] e afirma a importância de saber que não são as coisas materiais e perecíveis [1 Pedro 1:18-20] que devem manter nossa fé nos momentos de dificuldade.
É tanto verdade que Pedro assume que apesar de ter sido testemunha ocular da Majestade de Cristo [2 Pedro 1:16] e de ter ouvido o próprio Deus testemunhando de Seu Filho [2 Pedro 1:17,18], estas experiências serviam apenas para tornar mais firmes “as palavras dos profetas” [2 Pedro 1:19]. O que manteve a fé de Pedro não foram suas experiências, mas a Palavra!
Consequentemente, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo. — Romanos 10:17
Não há como dizer que as bênçãos, milagres, sinais, prodígios e toda manifestação sobrenatural de Deus não tem valor para nós cristãos, mas que estes não devem ser o foco de nossa fé. Afinal Jesus disse que [Marcos 16:17-18] os sinais seguem aos que creem, não o contrário.
Fonte: http://www.fesimples.com.br/2012/11/09/experiencias/

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

SOFRIMENTO - FÉ SIMPLES


Sofrimento

Diante do sofrimento todas as pessoas são iguais, não importam sexo, idade, classe social ou religião. O sofrimento coloca a todos no mesmo nível, o humano. Mas, o que aprendemos com isso?
O sofrimento não faz acepção de pessoas:
Tudo sucede igualmente a todos; o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento. — Eclesiastes 9:2
Estamos sujeitos a todo tipo de situações que não desejamos, não controlamos e normalmente chegam quando estamos desprevenidos. Muitos de nós estamos passando ou já passamos por coisas assim em algum momento da vida, se não, certamente estamos presenciando ou já presenciamos alguém que julgamos não merecer o sofrimento, sofrendo.
Fato é que, para todos, há momentos em que o sofrimento vem. Mas, isto não quer dizer que não há como tirar proveito de uma experiência considerada negativa e crescer.
Antes de qualquer coisa, precisamos entender que a fé não afasta o sofrimento. Por mais absurdo que possa parecer para alguns, o próprio Cristo nos alertou quanto ao bom ânimo necessário para termos paz nEle, mesmo com a certeza de sofrermos as aflições deste mundo [João 16:33]. Quem acredita que por ser um cristão está livre de tristezas e desgostos, é melhor repensar.
Algumas vezes o sofrimento pode se revelar como um propósito de Deus, do mesmo modo que aconteceu com o cego de nascença, cuja doença tinha como objetivo manifestar a obra de Deus [João 9:3]! Por mais que seja difícil entender, não podemos esquecer a soberania de Deus [Isaías 55:9] nem deixar de crer que Deus usa todas as coisas para o nosso bem [Romanos 8:38].
Outras vezes o sofrimento nos alcança como consequência de nossas próprias decisões ruins [Provérbios 16:25] e não é difícil nos encontrarmos a reclamar daquilo que nós mesmos provocamos [Lamentações 3:39]. Neste tipo de situação não nos resta escolha além de nos arrepender para alcançar o perdão e afastar o sofrimento [2 Crônicas 7:14].
Há também o sofrimento que é resultado da maldade. Não a nossa maldade, mas a maldade de outros. Neste caso a Bíblia não nos apoia a permitir passivamente a injustiça e o mal. Ao contrário, somos instruídos a buscar a justiça [Provérbios 15:9] e não ignorar o mal [Amós 5:15]. Mas se a maldade se manifesta contra nós por causa de nossa fé, não devemos nos surpreender, afinal viver em Cristo é padecer perseguição [2 Timóteo 3:12], é ser pressionado, é ficar perplexo, ser perseguido, se abater; mas não desanimar, não se desesperar, não ser abandonado, nem ser destruído [2 Coríntios 4:8,9]. Se sofremos por causa da nossa fé, devemos nos alegrar [Colossenses 1:24] pois temos a certeza de que as tribulações produzem perseverança, caráter aprovado e uma esperança que não nos decepciona [Romanos 3:4].
O sofrimento também não pode ser um alvo, um objetivo de vida. Estranhamente, há quem parece buscar sofrer, acreditando que o sofrimento, a privação e a negação de certas coisas para si pode aproximá-los de Deus.
Há grande diferença entre negar coisas a si mesmo e negar-se a si mesmo. – Adrian Rogers
Com relação a este tipo de comportamento de autocensura, autoprivação e autonegação o Eclesiastes revela que seria melhor ter nascido morto do que viver e não desfrutar as coisas boas da vida [Eclesiastes 6:3], mas alerta sobre o juízo de Deus para tudo o que se faz [Eclesiastes 11:96], é claro.
Sofrimento nem sempre é sinônimo de santificação. Por mais que possamos amadurecer em algumas situações, de forma alguma o sofrimento sozinho é capaz de nos tornar iguais a Jesus Cristo. Ele sofreu, sem ter pecado [1 Pedro 2:22], por causa de nossos pecados [Isaías 53:5]. Seu sofrimento foi voluntário e por amor [Romanos 5:8], não por qualquer outra motivação pessoal.
Acreditar que nos tornamos melhores ou mais aprovados que os outros por causa de dificuldades que enfrentamos pode não passar de puro orgulho, além do risco de acreditar em conceitos como purgatório e penitência e pior, colocá-los acima do sacrifício de Cristo.
Mas, saber as causas do que nos aflige não importa mais que as consequências em nosso caráter e vida com Deus. O sofrimento pode fortalecer a nossa fé [1 Pedro 1:7] ou enfrequecê-la [Lucas 22:32], depende de onde a baseamos, se em Cristo ou no que se espera que Ele possa fazer.
Não se pode esquecer que todo sofrimento é uma oportunidade de ajudarmos uns aos outros [Gálatas 6:2], é preciso ter humildade para aceitar ajuda e coragem para ajudar. Afinal, se sabemos de alguém que sofre e, podendo ajudar, não ajudamos estamos pecando por pura omissão [Tiago 4:17].
Porém, se há uma lição que podemos considerar a maior de todas é que todo sofrimento terá um fim [Romanos 8:18] e por mais que possa nos machucar, jamais poderá ser comparado ao que Deus tem reservado aos que perseveram.
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