Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e ajuda a pessoas que desejam deixar a homossexualidade.
Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquemaqui.
Essa citação bíblica nos remete a reflexões da maior amplitude que nossas mentes podem alcançar, é tão atual que se aplica em qualquer relação do dia-a-dia, em uma empresa o Gerente numa escola, o Diretor e assim por diante, mas uma coisa é certa nenhuma relação humana tem força coercitiva a não ser que anteriormente tenha sido prevista em lei, apresentada, votada, aprovada e sancionada, trâmite esse que devido às tão necessárias discussões e deliberações muitas vezes demoram anos para que possam vigorar.
No entanto para minha surpresa, chegou em minhas mãos as resoluções de número 11 e 12 de 18/12/2014 e16/01/2015 emitidas pela Secretaria dos Direitos Humanos, oriunda do Conselho Nacional de Combate à descriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais .
Todo e qualquer ato de uma entidade pública que repele qualquer tipo de preconceito deve ter apoio de toda sociedade, mas quando uma resolução expedida por um órgão de terceiro escalão do Poder Executivo toma forma de lei sem ter passado sequer por nenhuma das casas de leis desse país, nos causa estranheza, pois reiteradamente os mesmos órgãos governamentais orientados pelo diapasão de orientação socialista que são useiros e vezeiros de tentar incutir na sociedade costumes alheios à nossa cultura.
Essa resolução quando determina que nos estabelecimentos de ensino de todos os níveis sejam implantados mecanismos que garantam que o aluno tenha o tratamento oral exclusivamente pelo nome social em detrimento do nome civil aposto em seus documentos oficiais, e também entre outros que os banheiros vestiários e demais espaços segregados por sexo (gênero) termo que fazem questão de substituir para que de tanto ser usado possa vir a virar regra de referência.
Como antídoto imediatamente apresentei um Projeto de Decreto Legislativo com o escopo de sustar os efeitos dessas resoluções e espero que nesta Casa, após aprovado, cesse os efeitos dessa insidiosa resolução, e que pais que tenham filhos e filhas nas escolas não sejam constrangidos a assistirem seus filhos serem vilipendiados em sua educação, podendo usar nome social, podendo ser mudado a seu bel prazer alheio ao nome civil esse imutável e também aprenderam que menino usa banheiro e vestiário de menino e menina exatamente o inverso, sem atropelos respeitando a orientação da maioria dos responsáveis diretos, pois essa resolução fere o princípio do pátrio poder previsto no ECA pois orienta aos alunos omitir de seus responsáveis esses comportamento, não ativistas descompromissados com o futuro de uma geração.
Finalizo pedindo a Deus que ilumine as mentes das autoridades de todos os níveis para meditar sobre a influência que exercem sobre nossas crianças e que tudo que veem hoje projeta para seu futuro, e que derrame sobre todos as mais especiais bênçãos dos Céus.
Pastor Marco Feliciano reforça apoio a Aécio Neves e alerta o candidato sobre a “fúria” do PT
Publicado por Tiago Chagas em 17 de outubro de 2014
O candidato à presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves,
recebeu o apoio do pastor Marco Feliciano (PSC), deputado federal
reeleito por São Paulo. O líder da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento afirmou em
entrevista que alertou Aécio Neves sobre a pressão que sofrerá de
setores da sociedade que possuem alinhamento ideológico mais próximo ao
PT. “Disse a Aécio que ele vai enfrentar a fúria dos movimentos sindicais
que são extremamente radicais. O PT vai usar todos os movimento
sindicais possíveis para fazer a vida dele ficar um pouco mais
complicada”, disse o pastor ao jornal O Estado de S. Paulo. Feliciano também comentou sobre os apoios que Aécio recebeu neste
segundo turno de partidos de esquerda, como o PSB e o PV: “O pessoal do
Aécio, mesmo sendo socialista, tido como um partido de esquerda, é uma
esquerda moderada, que conversa, que dialoga. O que não acontece com o
PT e afins”, criticou.
O encontro entre Aécio e Feliciano aconteceu na última quarta-feira,
15 de outubro, e contou com a presença do governador reeleito Geraldo
Alckmin (PSDB) e o senador eleito José Serra (PSDB), além do coordenador
da campanha tucana ao Planalto, José Agripino (DEM-RN).
Na mesma ocasião, outros 300 líderes evangélicos de diversas
denominações, como por exemplo, Assembleia de Deus, Igreja Universal do
Reino de Deus e Ministério Internacional da Restauração, participaram do
evento e manifestaram apoio à candidatura do ex-governador mineiro.
Publicado por Tiago Chagas em 15 de novembro de 2012
Após a ação movida pelo procurador federal Jefferson Aparecido Dias à Justiça Federal pedindo a retirada da frase “Deus seja louvado” nas cédulas da moeda nacional, as lideranças cristãs e políticos se pronunciaram com fortes críticas à representação.
A Redação do Gospel+ consultou o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) sobre o assunto, e obteve com exclusividade a antecipação do discurso que será feito por ele ainda hoje, 14/11, na Câmara dos Deputados.
Feliciano questiona se o “procurador já não tem preocupação com lides de maior importância” e afirma que “essa frase é tão abrangente que só não é relevante para menos de 2% (dois por cento), da população, manifestamente ateia”. O pastor pondera ainda que Jefferson Aparecido Dias não estaria “atinando para o fato de que em países aonde o respeito à individualidade do cidadão e a liberdade religiosa chega aos limites de extremos, ostentam frases semelhantes em suas cédulas e não temos conhecimento de ninguém que tenha se sentido ofendido a ponto de movimentar estruturas do Estado de tamanha relevância”.
O deputado Marco Feliciano afirmou ainda que apresentará projeto de lei para impedir qualquer iniciativa de retirada da frase “Deus Seja Louvado” das notas da moeda oficial do país: “Para por fim a essa polêmica, com constantes investidas desse Excelentíssimo Senhor Procurador da República, no sentido de retirar essa tradicional frase de nosso dinheiro, estou apresentando um Projeto de Lei, dispondo da obrigatoriedade da inscrição em nossas cédulas, dessa frase, e que, além do papel, a tenhamos gravada em nossos corações”.
O pastor Silas Malafaia afirmou, num vídeo publicado em seu site, que o procurador é o mesmo que aceitou e encaminhou uma denúncia de homofobia contra ele: “Eu to desconfiado que esse procurador não tem nada o que fazer. Eu acho que o procurador-geral da República tinha que arrumar um trabalho para esse cidadão”, disse o pastor Silas Malafaia.
Segundo o pastor Malafaia, “há uma tentativa de mudança do modelo judaico-cristão na sociedade ocidental para o modelo humanista-ateísta. A cultura de um povo não pode ser jogada no lixo por causa de alguém que tem uma convicção religiosa”, disse, lembrando: “E quem tá falando aqui é um pastor”.
Malafaia lembrou ainda que a Constituição Federal se apresenta como sendo elaborada “sob a proteção de Deus”, e que o procurador deveria propor também a mudança do nome de estados como Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo, além dos feriados católicos nacionais.
O senador Magno Malta se pronunciou sobre o assunto, e afirmou que recebeu a informação a respeito da ação com “tristeza e indignação”. Malta lembrou que a frase é uma “expressão de gratidão a Deus por todas as bênçãos recebidas no país que é um grande produtor, livre de guerras civis e catástrofes naturais”, e afirmou que pedirá explicações à procuradoria sobre o fundamento da ação judicial, pois apesar de o Estado brasileiro ser laico, o Brasil é um país formado por cristãos.
O presidente do Senado Federal, José Sarney, afirmou à agência de notícias da casa que considerava a iniciativa imprópria: “Eu acho que é uma falta do que fazer, porque, na realidade, precisamos cada vez mais ter a consciência da nossa gratidão a Deus por tudo o que ele fez por todos nós humanos e pela criação do universo. Nós não podemos jamais perder o dado espiritual. Eu tenho pena do homem que na face da terra não acredita em Deus”, disse.
O jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, ironizou a ação: “Volte e meia, tudo indica, o procurador Jefferson Aparecido Dias, do Ministério Público Federal, fica com síndrome de abstinência dos holofotes e decide, então, inventar uma causa para virar notícia. Aprendeu, com a experiência, que dar uns cascudos em Deus — nada menos — ou na fé de mais de 90% dos brasileiros, que são cristãos, rende-lhe bons dividendos”.
Azevedo foi contundente em seu comentário sobre a iniciativa e o procurador Dias
-Jefferson é um homem destemido. Não tem receio de demonstrar a sua brutal e profunda ignorância [...]Como é que o doutor Jefferson tem o topete de evocar uma Constituição promulgada “sob a proteção de Deus” para banir das notas do real a expressão “Deus seja louvado”, sustentando que ela “impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões”? Doutor Jefferson é macho o bastante (em sentido figurado, claro, como o emprega o povo) para dar início a um movimento para cassar Deus da Constituição? Ou, acovardado, ele se limita a perseguir crucifixos em repartições públicas e a expressão genérica da fé em cédulas de dinheiro? [...]O nome disso é intolerância.
O pastor Ciro Zibordi, também em tom de ironia, criticou a iniciativa do procurador: “Ora, se a aludida frase incomoda tanto o MPF, bem como os ateístas, ativistas LGBTUVWXYZ e adeptos do laicismo, de modo geral, sugiro que eles façam propostas ou exigências mais amplas, além de requererem a exclusão dos ‘abomináveis’ dizeres contidos nas cédulas do real. Se o Estado é laico, como eles advogam, que não haja mais nenhum feriado ou comemoração religiosa no Brasil. Não seria bom para todos eliminar o calendário católico, em nome da laicização? Imagine o que aconteceria com o comércio, se não houvesse mais os dias de N.S. Aparecida, Páscoa, Finados e Natal”, pontuou.
Zibordi ainda questionou a relevância da iniciativa, e eventuais resultados práticos desse requerimento: “Ironias à parte, será que todo esse empenho em laicizar o Estado tornará o Brasil melhor? Será que a “relevante” conduta do MPF contribuirá para a diminuição dos índices de homicídio nas grandes cidades, melhorará a educação, a saúde pública e o trânsito, bem como tornará o nosso país mais civilizado?”.
Confira abaixo, a íntegra do vídeo publicado pelo pastor Silas Malafaia, onde ele discorre sobre o assunto:
Confira abaixo a íntegra do discurso do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP):
“DEUS SEJA LOUVADO”
Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados.
Novamente faço uso desta tribuna para protestar minha indignação, e, com certeza de grande parte do Povo Brasileiro, com a atitude do Senhor Procurador da República, do Estado de São Paulo, Senhor Jefferson Aparecido Dias, que, em nova investida, tenta retirar das cédulas de dinheiro, que, circula em todo o Brasil a frase “Deus Seja Louvado”. Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, em São Paulo, o que esse Senhor vê na expressão, que lembra a presença insuperável de Deus em nossas vidas. Será que os direitos do cidadão em São Paulo, estão em um nível de perfeição tão avançado que esse Procurador já não tem preocupação com lides de maior importância? Vejamos, quando esse Procurador argumenta em sua petição que “o Estado Brasileiro é laico, e que deve desvincular-se de qualquer manifestação religiosa”. Sim, o Estado é laico, mas essa simples referência a Deus passa longe de qualquer matiz religiosa.
Essa frase é tão abrangente que só não é relevante para menos de 2% (dois por cento), da população manifestamente ateu, mesmo assim duvido que algum ateu de bom censo, estaria preocupado com fatos tão rasos, e, que em sã consciência não prejudicam a ninguém, e, não atinando para o fato de que em Países aonde o respeito à individualidade do cidadão e a liberdade religiosa chega aos limites de extremos, ostentam frases semelhantes em suas cédulas e não temos conhecimento de ninguém que tenha se sentido ofendido a ponto de movimentar estruturas do Estado de tamanha relevância. Sou pregador do evangelho, andei dezenas de Países do mundo, e, todos os Estados Brasileiros e nunca vi ninguém desprezar uma cédula de dinheiro por conter essa frase.
Para por fim a essa polêmica, com constantes investidas desse Excelentíssimo Senhor Procurador da República, no sentido de retirar essa tradicional frase de nosso dinheiro, estou apresentando um Projeto de Lei, dispondo da obrigatoriedade da inscrição em nossas cédulas, dessa frase, e que, além do papel, a tenhamos gravada em nossos corações. Como já citei nesta tribuna, em outra ocasião, quando esse assunto foi apresentado pela primeira vez, lembrei ao Senhor Jefferson Aparecido Dias, Procurador da República, que ele mesmo carregava em seu nome uma referência à Santa, e, nem por isso, tenho certeza, tenha se sentido constrangido.