COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

ENTENDENDO A IDEOLOGIA DE GÊNERO EM APENAS DOIS MINUTOS


UM MENINO E UMA MENINA SÃO O MESMO?



A primeira vista vemos que não são.  Meninos e meninas não são o mesmo! 

São diferentes. 

São diferentes quando são bebês, são diferentes quando crescem, e sobretudo são diferentes por dentro.

Mas para alguns, eles são diferentes NÃO por terem corpos diferentes. E sim, porque os pais, a família, a sociedade, a escola, todo mundo os obriga a serem diferentes.

Uma menina é menina porque foi obrigada a ser menina.
Um menino é menino porque foi obrigado a ser menino.

E como são diferentes, não são iguais.

Mas, segundo alguns, isto gera um problema: A desigualdade entre meninos e meninas que mais tarde se converterá em desigualdade entre homens e mulheres.

Como resolvem este problema? Eliminando toda diferença entre meninos e meninas e atuando como se fossem o mesmo!

Tiveram que encontrar uma forma para que os pais, a família, a sociedade e a escola deixem de obrigar os meninos a serem meninos, e as meninas de serem meninas.

Mas como os pais, a família e a sociedade não aceitam isso, alguns chegaram a conclusão de que a escola é a melhor forma de alcançarem seus objetivos.

Porque na escola, longe dos pais e da família, podem reprogramar o que é ser um menino e uma menina. Sim, papai pode usar vestidos femininos e batom nos lábios. Sim, e uma mulher pode dirigir carretas. Sim, um bebê pode ter “duas mamães” ou “dois papais”.

A escola deve, segundo alguns, desaparecer com as diferenças naturais entre o masculino e o feminino.

Deste modo, fazendo uma bagunça, meninos e meninas são idênticos, e a desigualdade já não é mais um problema.

Em seguida como um menino sabe se é um menino? Vamos lá: depois de misturar tudo e dizer que todos são idênticos, um menino já não sabe se é menino, e uma menina já não sabe se é uma menina.

Solucionamos o problema da igualdade? Não, sómente criamos outro problema: o problema da identidade.

Não queremos uma escola que confunda as crianças. 

Queremos que as crianças aprendam a ler, a escrever e a contar nas escolas. Queremos escolas que formem cidadãos críticos por meio da cultura. Deixem as meninas serem meninas! Deixem os meninos serem meninos!

Fonte: www.facebook.com/UnionporlaFamilia

ADENDO ADHT:

Não mexam com nossos adolescentes e jovens. A responsabilidade de orientação sexual deles é de seus pais. Chega de desgraçar a vida de adolescentes como temos percebido em centenas de emails que temos recebido pedindo ajuda para deixarem a homossexualidade ou os desejos homossexuais. Veja a tristeza que está sendo esta desgraçada influência maléfica física, psicológica e espiritualmente, nos próprios emails deles aqui: 
http://defesa-hetero.blogspot.com/2014/11/emails-de-homossexuais-pedindo-ajuda.html#.Vibhx36rTV0



terça-feira, 22 de setembro de 2015

ATENÇÃO PAIS E MÃES BRASILEIROS: "Olha o que estão enviando às escolas e professores"

olha o que estão enviando às escolas e professores.

Comitê apoiará políticas para coibir discriminação de gênero

Garantir o diálogo, a formulação, a implementação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas para a construção e a promoção da equidade de gênero é o objetivo da instituição do Comitê de Gênero pelo Ministério da Educação. Além da divulgação de dados e indicadores, o comitê visa ao aperfeiçoamento de programas, projetos e iniciativas sobre o tema.

Em sua composição, o comitê, que terá caráter consultivo, contará com representantes das secretarias do MEC e de órgãos vinculados, como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Outra atribuição será acompanhar e monitorar as ações educacionais de promoção da equidade de gênero contidas no Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e no Plano Plurianual de 2012–2015.

Segundo a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, a instituição desse mecanismo ocorre em importante momento da política educacional, quando a sociedade debate a inclusão da questão de gênero nas escolas e o papel da escola na constituição de uma cultura dos direitos humanos.
A criação do comitê atende à necessidade de adoção de práticas pedagógicas e conteúdos curriculares que contemplem e respeitem a diversidade. Essa é uma das formas de enfrentamento da discriminação, determinado pelas diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE), contidas na Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014.

O Comitê de Gênero foi instituído pela Portaria do MEC nº 916, de 9 de setembro de 2015, publicada no Diário Oficial da União do dia 10 último.
Autor: MEC

Att,

  E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.

Rom 12:2
==================================================
PARA INICIAR UMA DENÚNCIA CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO OU DIVERSIDADE SEXUAL, PROCEDA COMO EXPLICADO ABAIXO:

** Protocolizar na escola de seu filho em três vias. Guardar uma devidamente recebida pelo responsável, com identificação e assinatura. Entregar a outra via recebida para o professor de seu filho.
Se seu filho for adolescente, alterar : onde o texto referir a “criança”, digitar “adolescente”, conforme postado no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2016/02/notificacao-extrajudicial-contra.html#.VtEFHZwrLDc e bem como abaixo.  


ADENDO ADHT: Precisando fazer a Notificação Extra-judicial dita pelo Procurador acima, clique sobre o link acima e imprimir o fomulário nele contido, três vezes. Preencha-os e os envie ao MPF de sua cidade ou para o da mais próxima que tenha um, incluindo a Diretora, a Professora. Inclua também: A Prefeitura Municipal, se for escola municipal, a Secretaria da Educação se for Estadual e o MEC se for Federal. DEFENDA OS DIREITOS DE SEUS FILHOS E OS SEUS TAMBÉM!  Se precisar de algum suporte de nossa parte, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Obrigado. Rev. Alberto Thieme.

Recebido por email em 22/9/2015.

domingo, 6 de setembro de 2015

IDEOLOGIA DE GÊNERO: Mande este email para os Vereadores da cidade do Rio de Janeiro, URGENTE e ASSINE PETIÇÃO!

Envie seu email diretamente aos Vereadores da Cidade do Rio de Janeiro. Os emails deles foram postados aqui: http://defesa-hetero.blogspot.com/2015/09/relacao-de-emails-dos-deputados-do.html#.Vex6ABFViko para facilitar sua ajuda. Copie o Email abaixo, cole em seu email e mude o remetente no final ...

VEJA NOSSO EMAIL, ENVIADO HOJE:


From: ADHT - Associação para Defesa da Família e Casamento Tradicionais, Contra o Aborto [mailto:defesa_hetero@yahoo.com]
Sent: Sunday, September 06, 2015 1:29 PM
To: ADHT - Associação para Defesa da da familia e casamento tradicionais e Proteção das crianças, adolescentes e jovens (defesa_hetero@yahoo.com)
Cc: Marisa Lobo ; MARISA LOBO; Damares Alves-Congresso ; Exmo. Senador Magno Malta; Exmo. Senador Crivella ; dep.joaocampos@camara.leg.br; Dep. Flávio Bolsonaro do RJ ; Dep.Jair Bolsonaro; Exmo. Dep. Federal Henrique Afonso ; dep.jeffersoncampos ; Dep. Roberto De Lucena
Subject: Não quero a ideologia de gênero no PME do Rio de Janeiro


Não quero a ideologia de gênero no PME do Rio de Janeiro

Prezado (a) Vereador (a),

Peço que vote contra a inserção da Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Trata-se de uma engenharia social idealizada por fundações internacionais e pelos partidos de esquerda e que tem como objetivo final a abolição da família. 

É apresentada sob a maquiagem da luta contra o preconceito, mas na verdade o seu objetivo é subverter completamente a sexualidade humana para que também a família possa ser destruída. Como se trata de uma ideologia controversa e sem nenhum fundamento científico, só resta aos seus defensores apresentá-la sob a bandeira da luta contra o preconceito. O Plano Municipal de Educação não pode contrariar as diretrizes da Lei Federal 13.005 (24/06/2014) que expurgou a Ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação.

Se essa ideologia for introduzida em nosso sistema educacional, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”. 

Diante do exposto pelo que vote contra a inclusão da Ideologia de Gênero no PME do Rio de Janeiro. Os pais e mães têm o dever e o direito de ducar seus filhos. A Constituição nos garante isso e o Código Civil expressa a real definição de família, seus direitos e deveres na educação dos filhos:


Constituição 1988
Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.[...]
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
§ 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

Código Civil
Art. 1.566. São deveres de ambos os cônjuges:
IV - sustento, guarda e educação dos filhos. 
Art. 1.567. A direção da sociedade conjugal será exercida, em colaboração, pelo marido e pela mulher, sempre no interesse do casal e dos filhos. 
Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.
Não custa lembrar que nas próximas eleições os responsáveis pela inclusão dessa ideologia em nosso sistema educacional serão lembrados nas urnas.
Atenciosamente,
[Seu nome]

APROVEITE, AGORA, PARA ASSINAR A PETIÇÃO DA CITIZENGO VEJA:

Mais uma vez, peço seu apoio na luta contra a ideologia de gênero. Desta vez, precisamos pressionar vereadores do Rio de Janeiro para que não aprovem a inserção da ideologia de gênero nas escolas da cidade.
http://www.citizengo.org/pt-pt/26283-digam-nao-ideologia-genero-no-plano-municipal-educacao

Precisamos agir rápido, pois a votação ocorrerá em breve

Os defensores da ideologia de gênero já estão se organizando e também pressionarão os vereadores para que cedam ao falso discurso da luta contra o preconceito.
Por favor, alberto, assine a campanha e a compartilhe com o maior número possível de pessoas:
http://www.citizengo.org/pt-pt/26283-digam-nao-ideologia-genero-no-plano-municipal-educacao

Ainda que você já tenha estudado o tema, gostaria de relembrar aqui de que se trata realmente a ideologia de gênero.

O que ela não é?
A ideologia de gênero não foi elaborada para servir à luta contra o preconceito e a discriminação. Esse é apenas o discurso externo, a justificativa popular para implantá-la nas escolas.

Então, o que é a ideologia de gênero?
Em resumo, trata-se de um conjunto de ideias que tem como objetivo destruir a noção de natureza humana a partir de uma redefinição radical da sexualidade. De acordo com seus criadores, o sexo biológico deve ser separado do modo como cada pessoa vive a sexualidade.

Cada indivíduo deve construir a si mesmo a partir do modo como vive a sexualidade. Dessa maneira, é inaceitável falar em homem e mulher, e até mesmo em homossexual ou bissexual, como afirma a feminista Shulamith Firestone em seu livro A Dialética do Sexo.

Em última instância, a própria biologia é considerada uma tirana que deve ser combatida, e é na família natural que, segundo os ideólogos de gênero, essa tirania se manifesta de forma plena. Portanto, a família deve ser destruída.
Isso é o que pretendem implementar nas escolas sob a máscara da luta contra o preconceito. Portanto, é necessário alertar os vereadores que ainda estão indecisos e pedir a eles que rejeitem a inserção da ideologia de gênero no sistema educacional da cidade do Rio de Janeiro.
http://www.citizengo.org/pt-pt/26283-digam-nao-ideologia-genero-no-plano-municipal-educacao

alberto, conto com seu apoio em mais essa importante batalha. Não deixe de compartilhar esta petição nas redes sociais, com seus familiares e amigos.

Muito obrigado!
Um abraço.
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO

P.S.: Como você provavelmente soube, a Família saiu vitoriosa na votação do PME de São Paulo! Obrigado por ter se somado à nossa campanha, que foi uma das peças na luta contra a inserção da ideologia de gênero no sistema educacional da cidade de São Paulo. A campanha serviu como mais um elemento de pressão sobre os vereadores. Obrigado por seu apoio, alberto!
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CitizenGO é uma plataforma de participação cidadã que trabalha para defender a vida, a família e as liberdades fundamentais em todo o mundo. Para saber mais sobre CitizenGO, clique aqui,ou siga-nos via Facebook ou Twitter.

Mesmo com o rechaço dos parlamentares à ideologia de gênero no PNE, pretendem introduzi-la nas escolas do Rio de Janeiro




010.000
  5.738
5.738 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir 10.000 assinaturas.
Diga NÃO à ideologia de gênero nas escolas! Após um longo debate, o Congresso Nacional retirou a ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação no dia 6 de abril de 2014. Os brasileiros, em sua grande maioria, já mostraram que não querem isso na educação dos seus filhos. O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado (Lei 13.005, de 25 de junho de 2014), prevê metas da educação básica até a pós-graduação para serem atingidas nos próximos dez anos.

Queremos a redação sem gênero também no Plano Municipal de Educação (PME) do Rio de Janeiro. Propomos, portanto, a erradicação de todas as formas de discriminação, sem a inclusão do termo “gênero” ou "orientação sexual". O que é a ideologia do gênero? As expressões “gênero” ou “orientação sexual” referem-se a uma ideologia que procura encobrir o fato de que os seres humanos se dividem em dois sexos. Esta corrente ideológica afirma que as diferenças entre homem e mulher, além das evidentes implicações anatômicas, não correspondem a uma natureza fixa, mas são produtos de uma cultura de um país ou de uma época.
Assim, as pessoas que adotam o termo gênero insistem na necessidade de “desconstruir” a família, o matrimônio e a maternidade e, deste modo, fomentam um “estilo de vida” que incentiva todas as formas de experimentação sexual desde a mais tenra idade. Negar a biologia e a psicologia é negar a ciência! A escola deve ter compromisso com a verdade, fomentando o conhecimento da realidade e não doutrinando os alunos com ideologias. Além disso, o papel da educação deveria ser o de fomentar o conhecimento da realidade, não a sua desconstrução ou a neutralização das características psicológicas e biológicas dos meninos e das meninas. Devemos ensinar os nossos filhos a respeitar as pessoas, independentemente do sexo, raça, condição social, etc., mas isso não quer dizer confundi-los com uma ideologia como esta.

Com efeito, o termo “gênero”, empregado para designar as categorias de pessoas submetidas às diretrizes do PME, é impreciso, ambíguo, de forte conteúdo ideológico, passível de indesejados e ilegais alargamentos no âmbito de sua incidência, aplicação. Em breve será votado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro o Plano Municipal de Educação. 

Portanto, é URGENTE que mostremos novamente que NÃO queremos a ideologia do gênero na educação de nossos filhos. Diga NÃO à ideologia do Gênero no Plano Municipal de Educação!

Esta petição foi criada por um cidadão ou uma organização independente de CitizenGO. Por essa razão, CitizenGO não é responsável por seu conteúdo. 

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Vitória! PME é aprovado definitivamente em São Paulo sem a nefasta Ideologia de Gênero


Vitória! PME é aprovado definitivamente em São Paulo sem a nefasta Ideologia de Gênero

O plenário da Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em maioria absoluta, um substitutivo em que os termos da Ideologia de Gênero não foram inseridos.

Vereadores aprovaram plano na noite desta terça-feira (Foto: Roney Domingos/G1)
Vereadores aprovaram plano na noite desta terça-feira (Foto: Roney Domingos/G1)
As famílias paulistanas tiveram uma grande vitória hoje em defesa do futuro moral de nossas crianças. O plenário da Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em maioria absoluta, um substitutivo no qual os termos da Ideologia de Gênero não foram inseridos.

Todas as emendas apresentadas pela Vereadora Juliana Cardoso (PT) que procurava reintroduzir termos como “identidade de gênero”, “nome social ” [para os LGBT, é claro], entre outros – foram reprovadas em bloco junto com outras emendas de diversos vereadores. Depois a Ver. Juliana Cardoso reclamou que a Ideologia de Gênero se tratava de “uma mentira” de grupos católicos que na época da ditadura falavam que “comunista comia criancinhas“.
Toninho Vespoli (PSOL) afirmou em seu discurso final que tem certeza que professores da rede pública irão ensinar a questão de “gênero”, mesmo que o termo não tenha sido contemplado na redação final.
Logo após o presidente do plenário ter confirmado o resultado da votação, Marcio Coutinho, representante do IPCO no local, junto com outros membros da Ação Jovem, puxou o brado: “O Brasil é… Terra de Santa Cruz!”. O estandarte do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira era facilmente observado ao lado do painel eletrônico de votação (foto acima). Alegramo-nos de ter participado desta batalha e desta vitória, junto a diversas entidades católicas beneméritas, que desde o início da tramitação estiveram mobilizadas e alertas.

O PME segue agora para aprovação do prefeito Haddad.
A campanha de envio de e-mails aos vereadores de São Paulo, que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu, contou com 48.174 mensagens enviadas. Parabéns a todos que colaboraram. 

Fonte: www.ipco.org.br

ADENDO ADHT: Parabéns a todos que cooperaram conosco e com o IPCO para que a Ideologia de Gênero e Diversidade Sexual não fossem incluídas no PME. Mesmo assim, fique de olho no material didático de seus filhos. Se aparecer algo sobre isso, faça uma DENÚNCIA no link: WWW.bit.ly/protegerfamilias ou clique AQUI neste exemplo de denúncia já pronto, salve e o imprima depois de alterado. Entregue no MPF de sua cidade ou no da mais próxima que tenha um, incluindo a Diretora, a Professora. Inclua também: A Prefeitura Municipal, se for escola municipal, a Secretaria da Educação se for Estadual e o MEC se for Federal. DEFENDA OS DIREITOS DE SEUS FILHOS E OS SEUS! Se precisar algum suporte de nossa parte, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Obrigado. Rev. Alberto Thieme.

VEJA O VÍDEO:
https://youtu.be/xqYPWg-c6m8





terça-feira, 24 de julho de 2012

VEJA COMO SURGIRAM OS TERMOS DIVERSIDADE SEXUAL, ORIENTAÇÃO SEXUAL, LIVRE EXPRESSÃO SEXUAL


[Cmi-mulheres] repassando discussao - feminismo, diversidade sexual
isadoralins em riseup.net isadoralins em riseup.net
Sexta Abril 30 20:15:37 PDT 2004
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Estou repassando uma msg da lista gls pra cá. É uma discussao muito boa e ilustrativa dos mais recentes embates dentro do movto. homossexual e feminsita, e acho que o jargao academico tah traduzidinho o suficiente.


RECOMENDO LER DE BAIXO PRA CIMA.


ABRAÇO,
ISA.




Mensagem: 2
Data: Fri, 30 Apr 2004 05:00:54 -0300
De: "Regina Facchini" <rfacchini em uol.com.br>
Assunto: Re: Re: DIVERSIDADE SEXUAL - PEDÓFILO ASSASSINO p/ MOTT e demais


(este email foi escrito em meio a uma conversa entre eu e Luiz Mott a propósito de uma mensagem enviada por Leo Mendes à listagls, tomo a liberdade de manda-lo com cópia para as listas do Grupo Diversidade e do ENUDS - ambas listas de estudantes das quais participo - porque creio que esta é uma discussão que não cairá como algo fora do contexto por lá)


Oi Mott e quem mais ler,


Cheguei do trabalho e estou sem sono, agora respondo melhor sua
mensagem. Em seu email, vc fala de duas coisas que podem estar relacionadas na prática de alguns militantes, mas teoricamente não são idênticas.


A primeira é como nomeamos nossa bandeira de luta: livre orientação sexual, livre expressão sexual ou pela aceitação/garantia da diversidade sexual. Nesse sentido, dizer qual a melhor delas não é tarefa de uma antropóloga. Essa é uma questão política: queremos lutar pela livre orientação sexual ou pela livre expressão ou para que as pessoas/sociedade aceitem a existência e a legitimidade de uma diversidade sexual?


Do ponto de vista de conquistas jurídicas, provavelmente o mais interessante seja usar orientação sexual, exatamente pelo fato de circunscrever comportamentos sexuais a partir do sexo do objeto de desejo, deixando de fora manifestações da sexualidade humana menos aceitas socialmente, e tb por escapar à complexa tensão entre essencialismo (há uma essência para a orientação sexual de origem genética ou desenvolvida em tenra infância, que se manifesta de forma comparável em várias sociedades e épocas) e construcionismo social (o desejo sexual seria construído na interação entre sujeito e meio social, portanto, é produzido sócio-historicamente, no interior de sociedades concretas e está intimamente relacionado com outros aspectos dessas sociedades -essa definição é da antropóloga Carole Vance - o que não implica a variação necessária ao longo da vida do sujeito, nem a reversibilidade a partir de vontade racional), ou, pior, entre condição e opção.


No entanto, no sentido que vc confere ao termo orientação sexual, ele já não se adequaria como bandeira de luta do movimento GLT ou GLBT, simplesmente pelo fato de que incluimos travestis e transexuais, que são manifestações da sexualidade que não se distinguem pelo objeto do desejo sexual, mas por não se adequarem aos papéis sociais atribuídos a alguém de seu sexo biológico de nascimento.


Travestis e transexuais não necessariamente são homossexuais em seus desejos e práticas. Aliás, nesta semana, o Marcelo do Identidade me contava que as travestis que frequentam/fazem parte de um projeto do grupo têm levantado a questão de se, mesmo no caso de gostarem apenas de homens, essa relação é hetero ou homo, já que a ambiguidade da travesti torna essa definição complicada. Em termos de prevenção de HIV tudo bem, trata-se de sexo entre dois corpos biologicamente/anatomicamente masculinos.


Mas em termos de relação social não é tão claro e a ambiguidade da travesti é explorada aí. Lembro-me de um rapaz numa reunião do Espaço B que dizia: "Eu gosto de mulheres e travestis." Travesti aí não é homem nem mulher exatamente, e a relação com ela, nesse sentido, não é hetero nem homo.


Vale lembrar que travestis não são discriminadas apenas na medida em que transam com gente do mesmo sexo biológico, mas por terem corpos/aparências ambíguas em termos de gênero.


Pessoalmente, enquanto militante, não tenho claro se livre expressão sexual ou diversidade sexual são realmente bons termos.


Eles não têm sido aplicados para finalidades jurídicas - garantia de direitos em lei. Precisaria observar melhor, mas creio que tais termos têm tido mais uso no sentido de produzir mudanças de mentalidade social por via não-jurídica, como é o caso de grupos que atuam em universidades ou que investem fortemente num contato "comunitário".


Do ponto de vista da ciência política, sabe-se que independente de usar um termo mais amplo ou mais circunscrito, dificilmente um pedófilo viria a público reivindicar seus direitos ou que o movimento por diversidade sexual o defendesse, simplesmente pq é bastante forte a idéia de que a pedofilia é algo abominável na
nossa sociedade.


Claro que termos mais abrangentes aumentam as chances de crítica conservadora, mas isso é mais grave para ações na área jurídica/legal. Um termo como diversidade sexual me parece ter por foco combater a idéia de que há apenas uma sexualidade inteligível, a heterossexual reprodutiva que estabelece famílas sólidas e relações duradouras e monogâmicas.


Talvez a atuação por esse caminho nas universidades, que são locais de formação de formadores de opinião, melhore as condições para a luta jurídica/legal num futuro próximo.


A outra coisa que vc cita no seu email é como enunciamos o sujeito
político do movimento e toda a crítica à afirmação de identidades como estratégia política. Com esse tema tenho mais intimidade teórica. Para lidar com uma formulação teórica mais consistente e um objeto menos complicado, é interessante olharmos para o movimento feminista.


Primeiro, falar em "o movimento feminista" não explica muita coisa. De qual feminismo falamos? Pois são vários. Num livro que discutimos ainda esta semana no curso de gênero na Unicamp - Antropología y feminismo, da antropóloga feminista (não se trata de uma filósofa pós-estruturalista como Judith Butler) Henrietta L. Moore - a autora diz que poderíamos tentar unificar e definir "o feminismo" como consciência da opressão feminina e luta contra ela.


Isso pressupõe que: se deva tomar os interesses "da mulher"
como um corpo unitário; tomar como premissa da política feminista uma identidade comum a todas as mulheres; e, que a coesão do movimento depende da existência de "uma opressão" compartilhada pelas mulheres.


Parece-me que é assim que se posiciona tradicionalmente o movimento homossexual ao atuar pela afirmação de identidades. A antropologia feminista, que a princípio se colocava como fazendo "antropologia da mulher" se viu confrontando a própria possibilidade do fazer etnográfico - se os homens eram androcêntricos, só a mulher poderia estudar a mulher e a
antropologia não poderia mais ser "o olhar para o outro nos termos do outro", como ensinava Malinowski.


E, por outro lado, "a mulher" seria tomada como uma categoria universal, marcada por uma semelhança transcultural. A partir da tentativa de superar esses problemas, surge a categoria gênero, que se refere à forma de conhecimento cultural das diferenças sexuais, que se volta não para homens e mulheres, mas para os significados e valores culturalmente associados a masculinidade e femilidade.


Claro que a transposição pura e simples do termo gênero como sujeito político do feminismo não é viável e, muitas vezes, ONGs que se dizem trabalhando com gênero estão apenas mudando o nome do trabalho com mulheres para tentar adequar-se a financiadores, o que é uma redução de sentido teórico do termo.


Mas a aplicação crítica desse termo à ação política feminista
gerou frutos interessantes: rompeu idéias como "a mulher", abrindo espaço para a visão da diversidade interna constituinte do termo "mulher" e questionou a legitimidade de que um grupo relativamente homogêneo de mulheres - brancas, da classe média e heterossexuais - falasse por todas as mulheres.


Aí é que entram as reivindicações das mulheres negras e das mulheres lésbicas, que passaram a questionar um feminismo incapaz de alcançar e fazer frente às formas pelas quais vivenciavam a opressão.


Claro que, ao passo em que se problematiza a universalidade desse sujeito político, a identidade comum e a idéia de "uma opressão" compartilhada, se colocam novas dificuldades para uma ação feminista. No entanto, cria-se a possibilidade de uma ação mais inclusiva e eficiente, no sentido de se aproximar de expressões mais concretas e específicas de opressão.


A crítica à afirmação identitária toma por foco esse questionamento de um sujeito político visto como universal e representado por uma
identidade do tipo "o homossexual". A tentativa de saída mais interessante que conheço para esse impasse é dada por Judith Butler - agora sim uma pós-estruturalista, teórica dos queer studies, que toma Foucault como ponto de partida e o ultrapassa - num texto chamado "Fundamentos contingentes: o feminismo e a questão do 'pós-modernismo' ".


Nesse texto, ela se afirma como filósofa pós-estruturalista e como feminista e tenta integrar teoria e prática política. Para tanto, ela assume a necessidade de sujeitos políticos claramente enunciados para a ação política, portanto a categoria "mulheres" não deve ser descartada. No entanto, deve-se ter claro o caráter aberto e inclusivo a ser atribuído a tal categoria, ou seja, "mulher" deve se libertar de suas potencialidades racistas, monoclassistas e heterossexistas e da associação exclusiva e necessária a
temas como maternidade, que assinalariam "a condição feminina".


"Mulher" deve ser operacionalizado, no cotidiano dos movimentos, como um termo sempre aberto a novas inclusões, um sujeito político que reconhece sua diversidade interna; e a luta feminista deve incorporar as demandas colocadas por essa diversidade de vivências da opressão, uma vez que o termo "mulher" não pode ser visto como tendo significado anterior às vivências concretas, marcadas por condicionamentos sócio-históricos e por
diferenças de raça, idade, classe, sexualidade, etnia etc.


Nesse sentido, não precisa haver uma única identidade que aglutine as diversas formas de opressão vivenciada pelas mulheres: alguém pode dizer-se "mulher negra", outra, "mulher negra homossexual" e por aí vai. O sujeito político "mulheres" não precisa pressupor uma identidade única, nem se voltar para uma forma específica de opressão.


No campo da sexualidade, uma das possibilidades exploradas para se fazer isso tem sido afirmar-se como movimento pela diversidade sexual ou pela livre expressão sexual, ou ainda - fora do Brasil - como movimento queer, e enunciar sujeitos políticos específicos apenas a partir de demandas formuladas acerca de casos concretos.


Mas essa é apenas uma tentativa de resolver esse dilema da diversidade interna do sujeito político e das diferenças de vivências de opressão. Isso não significa que seja correta ou que não deva ser olhada criticamente e readequada.


É por conta dessas reflexões que tenho preferido falar que milito por direitos sexuais e, dentro disso, pesquiso saúde e corporalidades de mulheres com práticas não-heterossexuais.


Afinal, as políticas não são construídas para identidades, mas para sujeitos com vivências concretas, que podem localizar-se no mundo a partir de diferentes formulações identitárias. O que acredito produzir fazendo isso é uma reflexão que colabore para uma eventual "política de saúde para mulheres lésbicas" que possa estar adequada a sujeitos concretos.


Essa foi minha tentativa de pontapé teórico para um diálogo. Espero que eu tenha sido minimamente inteligível, eu tentei.


Um abraço grande,


Regina




----- Original Message -----
From: "Regina" <rfacchini em uol.com.br>
To: <rfacchini em uol.com.br>
Sent: Friday, April 30, 2004 12:51 AM
Subject: Fwd: Re: DIVERSIDADE SEXUAL - PEDÓFILO ASSASSINO




--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, "Regina" <rfacchini em u...> escreveu
Olá Mott,
Não tenho tempo de responder como se deve agora e creio que não há apenas uma discussão teórica a ser feita e muito menos, ainda que embasada teoricamente, uma construção a ser feita isoladamente. Também não acredito que as duas estratégias que você citou sejam mutuamente excludentes. Eu, por exemplo, sempre preferi a militância em grupos mistos, mas jamais argumentaria pelo fim dos grupos exclusivamente lésbicos. São duas estratégias diferentes que iluminam diferentes problemas relacionados às mulheres não-hetero.


Por isso me assusta ver o tipo de associação que o Leo parece ter feito sair das mãos de um militante e não de um inimigo do movimento.


Não vejo problemas no fato de que as duas estratégias coexistam, e acho que para além de uma argumentação isolada teoricamente embasada, devíamos reservar espaço num fórum do movimento para que militantes que preferem qualquer uma das duas formas de lutar por direitos sexuais possam expor aos outros os seus motivos, sem que se tenha por objetivo obrigar nenhum dos lados a adotar a forma de nomeação que o outro usa.


Ainda que com isso - viajando ao máximo na maionese - tivéssemos algo como dois movimentos distintos, isso não seria problema, na medida em que poderiam ser movimentos estrategicamente aliados em alguns momentos.


Acho realmente que o movimento homossexual (GLBT, GLT ou que nome se queira dar) se pensa muito pouco e que a autoreflexão poderia ajudar numa atuação mais consistente. Nem tudo é questão pra guerra.


Ainda que não seja o tipo de trabalho que eu faria, reconheço a coleta de dados sobre assassinatos que vc faz como uma estratégia absolutamente genial para vencer a invisibilidade da violência contra homossexuais.


O ideal seria, é claro, que esse diálogo entre diferentes posições pudesse contribuir para gerar uma terceira mais consistente ou para fortalecer cada uma das duas.


Claro que posso dar um pontapé num debate dando alguns argumentos teóricos a serem debatidos nesse assunto. Mas o trabalho que vc me pede seria digno de uma tese de doutorado - e eu já estou fazendo uma e sem bolsa, além de tudo *risos - e creio que essa reflexão pode - ou só pode - ser construida coletivamente.


Agradeço seu incentivo ao diálogo.
Abraços,
Regina




--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, Luiz Mott <luizmott em u...> escreveu
regiina
como vai querida?
otimo teu questionamento, pois assim voce poderia iniciar uma discussão teórica, já que és mestra em antropologia, a respeito do termo DIVERSIDADE SEXUAL.


Sugiro também que se quiseres e puderes, faça o papel de advogada de defesa do termo LIVRE EXPRESSÃO SEXUAL,
ambos termos usados por alguns universitários pos-modernos e até por gays, com todo respeito, que não aprofundaram teoricamente tais termos.


Há quem considere equivocada a afirmação indentitária translesbigay e preferem Diversidade e Livre Expressão em vez de ORIENTAÇÃO SEXUAL, este sim, termo cientificamente conceituado e legalmente reconhecido pelas constituições e leis organicas de centenas de localidades no Brasil e exterior.


Creio que Leo, sempre tão arguto e "agent provocateur", quiz chamar a atenção para tal polemica ao associar diversidade sexual a pedofilia - que no meu entender, é perfeitamente associável, pois diferentemetne de ORIENTAÇÃO SEXUAL, que inclui apenas Homo, Hetero e Bissexualidade, a Diversidade e a LIvre Expressão sexual incluem todas manifestaç ões libidionosas, inclusive as anti-sociais e ilegais.


Estou aberto a discussão e dialeticamente, a mudar de ponto de vista, desde que os argumentos sejam sólidos e convincentes, de preferencia, com embasamento bibliográfico.
Está lançada a sugestão. Conto contigo.


Abraço amigo, Luiz Mott
At 15:02 29/4/2004 +0000, you wrote:
Desculpe, Leo, mas não entendi... Você quis estabelecer alguma relação entre os dois temas no título de sua mensagem? Se sim, qual a relação?
Regina


--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, Leo Mendes <liorcino em y...>
escreveu
Jornal O Popular
27.04.2004


CONFISSÃO


Mecânico diz ter matado 12 meninos São Paulo ­ O mecânico de bicicletas Francisco das Chagas Rodrigues Brito, de 34 anos, disse em depoimento à Polícia Civil do Maranhão ter sido o autor da morte de 12 meninos emasculados no município de
Altamira (PA). A informação foi divulgada ontem pelo gerente de Segurança Pública do Maranhão, Raimundo Cutrim.


Os crimes em Altamira ocorreram entre 1989 e 1993. Nove meninos entre 8 e 14 anos foram emasculados, sendo que seis deles foram mortos. Outras seis crianças estão desaparecidas. Cinco desses casos foram a julgamento no ano passado e quatro pessoas foram condenadas.


Os envolvidos nos crimes supostamente participavam da seita Lineamento Universal Superior, que seria liderada por Valentina Andrade, também julgada e absolvida.
(Agência Folha


Léo Mendes
(62) 925 -8355
Sec. Adjunto Ilga-Lac Brasil
Tesoureiro ABGLT
Presidente da AGLT


LUIZ MOTT
Cx.Postal 2552 - 40022.260, Salvador, Bahia
Fone/Fax: (71) 328.3782 - 328.2262 - 9989.4748
www.luizmott.cjb.net www.ggb.org.br


Per scientiam and justitiam


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
Fim da mensagem encaminhada ---





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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