COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Embaixador homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-sodomia internacional para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA


Embaixador homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-sodomia internacional para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA

Ele participou de parada gay no Brasil e hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da bandeira dos EUA no Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro

Julio Severo      
O Brasil fornece muitos exemplos positivos e inspiradores na causa homossexual. Essa é a opinião do embaixador especial do Departamento de Estado dos Estados Unidos para os Direitos Humanos dos Indivíduos LGBTI, Randy Berry. Ele conversou com ativistas homossexuais e autoridades brasileiras sobre o tema.
Bandeira homossexual lado a lado com bandeira dos EUA no consulado dos EUA no Rio
Sua visita de quatro dias ao Brasil, de 6 a 9 de junho, incluiu dois dias em São Paulo, para contatos com organizações homossexuais e participação na Parada do Orgulho Gay. Em Brasília, ele se encontrou com autoridades elevadas do Ministério das Relações Exteriores. No Rio de Janeiro, ele se encontrou com ativistas homossexuais no Consulado Geral dos EUA, onde ele hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da bandeira dos EUA. De acordo com Berry, os governos dos EUA e do Brasil têm interesses e preocupações semelhantes na questão homossexual.
Sua viagem ao Brasil ocorre três anos depois que o Departamento de Estado lançou, em dezembro de 2011, seu Fundo de Igualdade Global, uma iniciativa que faz parceria com entidades públicas e privadas para apoiar campanhas que avançam a agenda homossexual no mundo inteiro, inclusive financiando iniciativas homossexuais. De acordo com o C-Fam, “O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo” em 2013.
Como embaixador especial de direitos homossexuais, Berry está liderando os esforços do Departamento de Estado para trabalhar com governos, sociedade civil e setor privado por meio do Fundo de Igualdade Global.
A bandeira homossexual permanecerá tremulando por uma semana no Consulado dos EUA no Rio. Michael Yoder, cônsul-geral interino dos EUA, disse: “Esta bandeira mostra nosso apoio à comunidade LGBT. É uma honra e um privilégio que as bandeiras estejam juntas nestes dias.”
Em seu Twitter oficial em português, a Embaixada dos EUA no Brasil disse sobre a visita de Berry: “A diversidade nos torna mais ricos, a exclusão, mais pobres.”
Numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Berry explicou o propósito de sua visita: criar uma coalizão de nações para defender a agenda homossexual. Ele disse: “É mais difícil ignorar uma crítica se ela vem só dos EUA, mas com vários países expressando preocupações, fica mais eficaz.”
O Brasil tem sido ativo em outras coalizões pró-sodomia dos EUA. O “Principal Grupo LGBT,” uma coalizão dos EUA na ONU, inclui o Brasil, a União Europeia e Israel. Essa coalizão se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover a agenda homossexual na ONU. Essas coalizões são importantes para desviar as acusações de que a agenda homossexual é parte de ambições imperialistas dos EUA.
Berry foi ao Brasil para envolver autoridades e líderes brasileiros em outras coalizões. Ele disse que “Brasil e Estados Unidos estão muito próximos” nas questões homossexuais e deixou claro que ele ficou também “muito otimista com algumas áreas em que podemos traçar parcerias no futuro.”
Diplomata de carreira, Berry assumiu a primeira função de embaixador homossexual global da história dos EUA e do mundo em abril e ele está viajando a todos os lugares para amplificar a mensagem de que a agenda homossexual é parte essencial da agenda da política externa dos EUA. Esse cargo foi idealizado pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton.
Com sua viagem ao Brasil e outras nações, o interesse dele “é ver como reunir essas lições e promover o tipo de mudança que realmente queremos no mundo.” Ao usar as experiências de várias nações que foram influenciadas pela agenda gay dos EUA, ele protegerá a estratégia pró-sodomia mundial dos EUA de críticas de que o governo americano está impondo uma agenda homossexual americana em outras nações.
Entretanto, se como Berry disse, o ativismo homossexual no Brasil é uma “inspiração,” nasceu de outra inspiração. Quando comecei a escrever meu livro “O Movimento Homossexual” em 1995, não havia nenhuma parada gay ou descarada propaganda homossexual semelhante no Brasil.
Meu livro, que foi publicado em 1998 pela Editora Betânia, revelava o avanço assombroso do ativismo homossexual nos EUA, alertando que alcançaria o Brasil. A reação foi muitas vezes descrença. Acerca dos casos de perseguição de cristãos americanos retratados no meu livro, os leitores diziam que esse cenário negativo jamais ocorreria no Brasil. Alguns até me chamaram de louco e exagerado.
Lamentavelmente, o que eu avisei acabou acontecendo: sob inspiração dos EUA, em curto tempo o Brasil avançou rápido na agenda gay. E agora o avanço dessa ideologia importada será usado pelo embaixador homossexual dos EUA para dizer ao mundo: “Ei, nossa defesa da ideologia gay não é imperialismo cultural dos EUA. O Brasil está também fazendo a mesma coisa e nós só estamos copiando o Brasil!”
Meu livro expôs que em 1990 a Fundação Ford deu mais de cem mil dólares em verbas para várias entidades brasileiras que lutam contra a AIDS e contra o “preconceito.” O Movimento de Liberação Gay Atobá do Rio de Janeiro recebeu mais de $40.000 dólares. Ativistas homossexuais do Brasil eram convidados, com todas as despesas pagas, para passar tempo nos EUA para obter treinamento. Alguns deles acabaram trabalhando na diplomacia brasileira na ONU, o que ajuda a explicar por que o Brasil, nas questões homossexuais, sempre fica do lado dos EUA e nunca do Vaticano e da Rússia, que não promovem a agenda gay.
O jornal homossexual brasileiro Lado Bi entrevistou Randy Berry e lhe perguntou: “Apesar de todas suas iniciativas contra a população LGBT, não parece haver muitas represálias contra a Rússia. Vocês têm planos para promover esses direitos civis igualitários por lá?
Berry respondeu: “Nós estamos, sim, preocupados em garantir a todos o direito de se expressar livremente.” Sua resposta sobre a Rússia foi em grande parte evasiva. De fato, ele não precisava falar muito. Enquanto ele estava dizendo isso no Brasil, Obama estava acusando, de acordo com a Reuters, “o presidente Vladimir Putin de arruinar a economia da Rússia numa campanha totalmente fracassada de recriar as glórias do império soviético.”
De acordo com o Rev. Scott Lively, “Obama orquestrou o golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT.” Antes do golpe na Ucrânia, os grandes meios de comunicação e o governo dos EUA estavam atacando a Rússia implacavelmente por causa de uma lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças. Aliás, logo antes do golpe orquestrado pelos EUA, Decision, uma importante revista evangélica publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, teve Putin e sua lei antissodomia numa impressionante matéria de capa escrita por Franklin Graham.
Com o golpe na Ucrânia, o marxista Obama está livre para atacar a Rússia alegadamente “só por causa da crise ucraniana,” arruinar a economia da Rússia com sanções e culpar tudo em esforços pretensos de recriar o império soviético. De acordo com Lively, até mesmo a elite neocon do Partido Republicano está unida com Obama nesses ataques.
Essa união pervertida é muito semelhante à mesma união do ano passado de feministas, abortistas, ativistas homossexuais, esquerdistas dos EUA e neocons como Cliff Kincaid que atacaram, inspirados por um ultranacionalismo americano que une esquerdistas e direitistas, um evento pró-família em Moscou, Rússia.
Finalizando sua resposta evasiva sobre a Rússia, Berry disse: “A partir do momento em que as pessoas reconhecem que LGBTs são humanos como eles, mudanças muito poderosas começam a acontecer.” Tradução possível: Quando a Rússia parar de proibir a propaganda homossexual para crianças, mudanças muito poderosas acontecerão: nada de sanções para arruinar a economia da Rússia, nada de acusações de que Putin está recriando o império soviético e, sim, se a Rússia quiser anexar a Ucrânia inteira para impor a agenda homossexual, os EUA e a União Europeia darão apoio total. Afinal, propagandistas pró-sodomia têm o direito de fazer o que ninguém mais pode.
No entanto, esse direito não funciona em todos os casos. A Arábia Saudita com total liberdade tortura e mata homossexuais, e Berry e seu governo nunca falam de condenar e impor sanções nesse país islâmico radical, pois os sauditas guardam seu dinheiro em bancos americanos. Então, no final das contas são os EUA quem decide como e quando um país merece sanções e condenação por supostas violações de direitos humanos.
Enquanto a bandeira do arco-íris homossexual está tremulando, por desejo de Berry, ao lado da bandeira dos EUA no consulado americano no Rio nesta semana, ele seguirá sua missão homossexual, que é uma parte essencial da agenda da política externa dos EUA, de impor a agenda gay no mundo inteiro.
Ei, isso não é imperialismo dos EUA! É apenas os EUA implementando uma inspiração que receberam do Brasil e outros países…
Com informações de agências noticiosas brasileiras e internacionais.
Leitura recomendada:

O desperdício de dinheiro público no Brasil: As 10 obras mais estúpidas financiadas com dinheiro público



SEGUNDA-FEIRA, 20 DE JUNHO DE 2016


O desperdício de dinheiro público no Brasil atinge proporções estratosféricas: As 10 obras mais estúpidas financiadas com dinheiro público

Pintar o meio-fio das calçadas, capinar as praças e tapar buracos em ruas e avenidas. Obras como essas povoam as cidades brasileiras, grandes e pequenas, em ano eleitoral. Em 2012, o prefeito de uma delas, a pequena Caririaçu, no interior do Ceará, achou que seria uma boa ideia deixar-se fotografar cortando as fitas de entrega de um orelhão na zona rural do município. A imagem rodou a internet e o prefeito decidiu acusar a oposição de tentar difamá-lo. Ao contrário desta cena, no entanto, outras centenas de obras inúteis pelo país geram não apenas risadas ou boas histórias, mas prejuízos milionários.
Pontes que ligam o nada a lugar nenhum são mais do que comuns por todo o país. Obras mal planejadas, mal executadas ou mesmo completamente desnecessárias dominam a paisagem tanto das grandes capitais, quanto do interior. Em uma delas, em Cuiabá, a segunda obra de mobilidade mais cara da Copa do Mundo, um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ainda em construção, foi planejada para ter 23 quilômetros – o que, já considerando as composições reservas, demandaria 32 composições. Durante a licitação, porém, o governo decidiu comprar 40, deixando 8 delas, com 56 vagões, inutilizadas. O prejuízo?R$ 120 milhões.

Para fiscalizar estas obras e zelar pelo patrimônio público contamos com um batalhão de auditores fiscais, contadores e outros funcionários gabaritados que integram órgãos como o Tribunal de Contas da União. Em 2015, apenas para manter os 27 TCE’s (Tribunal de Contas dos Estados) e o TCU, investimos R$ 10,8 bilhões. Em resumo: para cada R$ 7 investidos pelo poder público, gastamos R$ 1 para fiscalizar e punir. E o valor ainda é insuficiente. Foi também somente em 2015 que o Supremo Tribunal Federal entendeu que o TCU poderia julgar e punir quem desvia dinheiro público, sejam eles funcionários públicos ou não.
Sem controle e com uma fiscalização insuficiente, obras das mais variadas se espalham pelo país ignorando princípios básicos de planejamento. De norte a sul, não é raro encontrar projetos parados há décadas, ou mesmo obras construídas que possuem pouca ou nenhuma utilidade. Para impedir casos como os do estádio Arena do Amazonas, cujo campeonato estadual possui público incomparavelmente inferior à capacidade do estádio erguido para a Copa, tramita no Congresso Nacional o PLS 739, que passaria a demandar “viabilidade econômica” e “demonstrativo de utilidade” de obras públicas. O projeto se encontra parado, como tantas obras país afora.
Como exemplos nunca faltam, listamos abaixo 10 obras cujo prejuízo e os motivos que as fizeram ser construídas vão fazer você rever sua fé nas administrações públicas do país.

1. O Parque eólico que caiu com o vento (prejuízo de R$ 300 milhões)

Um dos maiores complexos de energia eólica do país, o Cerro Chato, que se divide em mais de 7 parques com dezenas de aerogeradores no Rio Grande do Sul, foi palco no final de 2014 de uma cena inusitada. Construído para gerar energia a partir do vento, com um custo estimado em R$ 300 milhões (na maior parte recursos da Eletrosul, subsidiária da Eletrobrás na região sul), o parque teve 8 torres derrubadas e até 27 aerogeradores afetados por uma ventania.
A estatal realizou o investimento contratando a argentina Impsa, fabricante dos aerogeradores, para operar o parque. A empresa também ficou responsável pela manutenção deles (que funcionam em regime de caixa-preta, ou seja, apenas a fabricante pode operá-los). Meses após construído o parque, a empresa argentina pediu falência no Brasil, abandonado as obras à própria sorte.
O temporal que atingiu Santana do Livramento, a localidade onde se encontram os parques, não é incomum para a região. Ainda sem explicar a razão, a Eletrosul buscou com a agência reguladora do setor elétrico, a ANEEL, a troca do conjunto de torres (que juntas gerariam 54 Mw de energia). A agência, no entanto, negou a substituição, colaborando para que todo o investimento se perdesse literalmente ao vento.
Trata-se do maior incidente com parques eólicos no mundo. De longe superando o segundo colocado, uma queda de 3 torres no norte europeu. Mais uma conquista para a administração pública brasileira.

2. Os parques eólicos que até geram energia, mas ninguém pode consumir (prejuízo de R$ 4 bilhões)

Com quase 166 parques eólicos construídos até 2015, o Brasil é um dos países que mais investe em energia eólica no mundo. Apenas em 2016 serão R$ 26 bilhões, suficientes para construir quase 5 mil MW, ou 1/3 da energia gerada pela usina de Itaipú.
Para gerenciar e coordenar tudo isso, o governo tem se empenhado em ampliar o poder da ANEEL, a agência reguladora do setor elétrico. Cabe à ANEEL, por exemplo, licitar a oferta de novas geradoras de energia, além de contratar a execução de obras como linhas de transmissão.
E é justamente nesta segunda parte que mora o problema. Segundo o TCU, o atraso médio na construção de usinas é de 10 meses, em 88% dos casos, contra 14 meses de atraso médio nas linhas de transmissão. Dos 166 parques, 34 não possuíam as linhas necessárias para escoar a produção de energia em 2015.
Como venderam a energia independente da entrega, as geradoras recebem por parte das distribuidoras o valor cheio, ainda que elas não repassem a energia. A conta claro, fica para os pagadores de impostos. Só em 2014 o prejuízo do setor no Nordeste foi de R$ 283 milhões. Somando todos os casos em que tais erros ocorreram, o TCU chegou ao valor de R$ 4 bilhões.

3. A dragagem do porto que nunca foi usada por falta de autorização (prejuízo de R$ 196 milhões)

Aprofundar o calado do porto de Rio Grande era parte das obras incluídas no PAC, ainda em 2009. Segundo o projeto, o canal do porto deveria ser aprofundado de 14 para 16 metros, em uma obra orçada em R$ 196 milhões. Com a obra, os navios que atracassem no quarto maior porto do país, por onde escoam 90% das exportações gaúchas (o terceiro maior exportador do país), poderiam levar 20 mil toneladas a mais por viagem.
A obra foi realizada pela empreiteira Odebrecht e pela belga Jan De Nul, e ficou pronta em um ano, mas desde então jamais foi de fato utilizada. O motivo? A Marinha, responsável pela segurança dos navios, jamais homologou a obra, e portanto os navios nunca a utilizaram.
O governo está agora encaminhando uma nova dragagem no porto. Desta vez ao custo de R$ 387 milhões.

4. A obra para captar água de um rio seco (prejuízo de R$ 29 milhões)

Feita no conjunto de obras para combater a seca na represa do Cantareira, a transposição do Guaió deveria levar até mil litros de água por segundo até a represa do Taiaçupeba, em Suzano, na grande São Paulo, em uma obra que deveria em tese beneficiar até 300 mil famílias.
Quase dois meses depois de concluída a obra, porém, o rio Guaió continuava sem poder entregar a vazão prometida pelo governo paulista de Geraldo Alckmin durante o processo de inauguração da adutora. A razão? Ele estava seco.
Segundo apurou o jornal O Estado de São Paulo, em períodos de estiagem, como aqueles em que a obra deveria operar, a vazão total permitida pelo rio sequer chega à metade do valor prometido.

5. O papódromo feito para ser utilizado apenas uma vez, na visita de João Paulo II (prejuízo de R$ 30 milhões)

A visita do papa João Paulo II ao país no início dos anos 90 foi a segunda e mais duradoura estadia do papa no Brasil. Durante 9 dias, o papa percorreu 10 capitais brasileiras, de norte a sul. Em uma delas, Maceió, acabou discursando para dezenas de milhares de pessoas, em uma estrutura montada especialmente para sua visita.
O espaço cultural João Paulo II, erguido com uma estrutura metálica e vidros blindados, tinha por objetivo garantir conforto ao papa e aos fiéis que o acompanhavam. Após a passagem do líder máximo da Igreja Católica pela capital alagoana, porém, o espaço foi abandonado, como encontra-se até hoje. O custo da obra? R$ 30 milhões (em valores atualizados). E não foi pra conta do papa.

6. A ponte que ninguém pode cruzar por falta de autorização (prejuízo de R$ 118 milhões)

Iniciada sua construção ainda nos anos 90, pelos presidentes do Brasil e da França (Fernando Henrique Cardoso e Jacques Chirrac), a ponte que liga o Brasil à Guiana Francesa, oficialmente parte do território francês, deveria ser um símbolo de integração entre os dois países.
Sua conclusão, porém, aconteceu apenas em 2012, 15 anos após a primeira conversa entre os dois presidentes. Mas não se engane. Apesar de concluída, a ponte nunca foi aberta. A razão? Faltam documentos que atestem a conclusão.

 O custo de R$ 118 milhões é equivalente à metade de toda a economia do município de Oiapoque. O motivo de preocupação para os moradores, porém, é outro. Cerca de 200 famílias da região vivem do transporte com o município fronteiriço de Saint George, na Guiana. Ninguém pode atravessar a ponte enquanto os papeis não chegam.

7. O pier que não pode receber navios (prejuízo de R$ 72 milhões)

A ponte Newton Navarro é um dos maiores símbolos de Natal. Com 55 metros de altura e mais de 2 km de extensão, a ponte tornou-se um cartão postal da capital potiguar. Para receber turistas com maior conforto, a cidade inaugurou recentemente um pier turístico, ao custo de R$ 72 milhões. Só há um problema: os navios de cruzeiro que deveriam desembarcar no pier, não conseguem passar por debaixo da ponte.
Achou bizarro? A altura média de 65 metros dos navios que circulam pela costa brasileira, não é o único problema do turismo na cidade. Para o Secretário de Turismo, navios de cruzeiro são inúteis, pois não pagam ICMS e ISS, além de não gerar empregos como os hotéis da cidade (uma declaração que seria apenas estúpida caso não fosse também oportunista – o próprio secretário é dono de um hotel em Natal).

8. As pontes que ligam o nada a lugar nenhum (prejuízo incalculável)

A ponte sobre o rio Água Fria, em Medeiros Neto, no sul da Bahia, deveria desviar o trafego pesado de caminhões do município, garantindo uma passagem mais rápida para as rodovias estaduais da região. Quase R$ 2,3 milhões depois, a prefeitura percebeu que para completar a obra teria de construir cabeceiras que demandariam o desalojamento de quase 40 famílias, algo que demandaria muito dinheiro e inviabilizaria o projeto.
Sem poder concluir o processo, a prefeitura abandonou a obra, que agora paira sobre o rio, sem qualquer possibilidade de acesso.
Como esta, existem outras dezenas de pontes espalhadas por todo o país. A ponte de Tutóia, no Maranhão, é dos nossos casos mais peculiares. Segundo a Polícia Federal apurou durante a operação Navalha, a empreiteira Gautama, junto com políticos locais, teriam apresentado um projeto falso de construção da ponte apenas para repartir o dinheiro público. Após denúncias ao tribunal de contas, no entanto, a empreiteira acabou sendo forçada a construir a ponte – e acabou por fazê-la sem qualquer preocupação com utilidade. O resultado é uma ponte abandonada no meio do nada, em um município cujo pib per capita é de R$ 2,5 mil, ou 10% do nacional.

9. A ponte por onde não passa água (prejuízo de R$ 10 milhões)

Antes mesmo de tornar-se nacionalmente conhecida pelo vazamento de áudios da operação Lava Jato, Maricá, tão querida pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, já havia circulado pela internet por conta de uma obra pouco usual lançada na cidade.
Margeando a praia, a prefeitura decidiu construir uma estrada – e para complementar, decidiu fazer uma ponte. O problema do projeto, que contou até com um show de inauguração do cantor Dudu Nobre (ao custo de R$ 200 mil), foi que, ao contrário de outras pontes, nesta não havia um fiapo d’água que passasse por baixo. Para arrumar o problema, e evitar que a obra se tornasse um desnecessário viaduto, a prefeitura decidiu abrir um canal pelo qual a água do mar pudesse entrar.
Concluído o disfarce e quase três anos de obras depois, a prefeitura inaugurou o projeto (contratando novamente Dudu Nobre, desta vez por R$ 350 mil, além da bateria da Grande Rio, que havia recebido uma singela contribuição de R$ 3 milhões da prefeitura para o seu carnaval).
Segundo ambientalistas, caso permaneça aberto, o canal pode se tornar um crime ambiental, terminando por secar todo o sistema lagunar.

10. A estatal brasileira de chips que levou 12 anos para produzir chips (prejuízo de R$ 670 milhões)

 

Com mais de 55 estatais criadas apenas nos governos dos últimos três presidentes, incluindo aí empresas como a estatal que deveria cuidar do trem-bala, uma fábrica de camisinhas criada para agregar valor ao látex produzido no Acre e uma estatal para explorar o pré-sal, descobrir o que faz cada uma das 125 estatais brasileiras é um desafio e tanto.
Criada em 2000, a estatal brasileira de chips (também conhecida como CEITEC) faz parte de um plano para reduzir os custos do país com a importação de semicondutores. Com R$ 670 milhões investidos desde então, a empresa investe na aquisição de equipamentos e contratação de pessoal – são 195 funcionários (53 deles com mestrado).
O resultado da empresa, porém, tem sido decepcionante. Desde que começou a faturar em 2012 – ou seja, 12 anos após sua construção – a empresa ainda não ultrapassou a barreira de R$ 6 milhões em faturamento – leia-se: ainda é considerada uma empresa de pequeno porte.
Dentre os produtos desenvolvidos pela estatal se encontra o “chip do boi”, que em tese deveria ajudar a registrar o rebanho bovino brasileiro, algo até agora sem grande sucesso.
Com R$ 31,2 milhões de prejuízo apenas em 2015, a privatização ou uma parceira público privada já foram temas do futuro da estatal. Com o PcdoB no comando do Ministério de Ciência e Tecnologia, a questão havia sido descartada. A privatização agora volta à pauta.
Nunca fez tanto sentido dizer que o Brasil é o país da piada pronta.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

POUCOS SOUBERAM DISSO: NIÓBIO: NOSSA RIQUEZA SENDO JOGADA FORA PELO GOVERNO DO PT!

VEJA COMO ESSE GOVERNO COMUNO-PETRALHA SACANEOU OS BRASILEIROS, EMPRESÁRIOS, ENFIM, TODOS.




SEXTA-FEIRA, 25 DE SETEMBRO DE 2015


Delegação russa no Brasil para rapinar mina de escândio em
Barreiras na Bahia pela empresa russa MAST, programada
durante a visita da Presidente do Brasil a Moscou em 2012.

  

Minérios raros. Foto: wikipedia.org

Resultado de imagem para escândio
INFELIZMENTE, O BRASIL AINDA ESTÁ PAGANDO PARA SER ROUBADO
A MONTANHA MÁGICA

Guilhermina Coimbra*


Pela primeira vez, russos e brasileiros esboçam uma parceria nessa área estratégica. 

Vai daí que toda a atenção é preciso, porque:

- primeira e principalmente, porque, o produto do qual se trata, está monopolizado constitucionalmente;
- o Brasil é país de minas de metais preciosos;
-o Brasil é país de minas de metais estratégicos geradores de energia;
– porque nióbio é um dos minérios nucleares geradores de energia e esgotáveis, que jazem no subsolo do Brasil;
- porque a Caixa do Tesouro Nacional está carente de recursos para distribuir entre os setores carentes do Brasil;
- porque o Governo brasileiro está desesperado, para conseguir dinheiro para fazer frente às despesas necessárias ao desenvolvimento  do Brasil;
 – a receita do nióbio é receita originária. Isto significa que é receita direta para a Caixa do Tesouro Nacional fazer a distribuição de rendas entre os setores carente, sem onerar o contribuinte brasileiro;
- porque, os brasileiros elegeram os seus representantes para administrarem bem as receitas originárias (aquelas que não são originadas em tributos) e as receitas derivadas (as geradas da arrecadação de tributos: impostos, taxas, contribuições);
 – e, porque, os brasileiros, absolutamente, não podem mais admitir que tais receitas sejam  ignoradas sistematicamente.

Em "A MÁGICA DA MONTANHA",  encontramos denúncia de crime de lesa- pátria  praticado através do contrabando do nióbio da mina de Araxá, Minas Gerais, Brasil,  para fora do Brasil. (In, Revista Exame, 23 de janeiro de 2013).

A mina de Araxá, MG, produz em alta concentração nióbio- metal altamente estratégico para o planeta. Na denúncia, é enfatizado o agravante de que o Brasil vem pagando para ser espoliado, roubado. Esta prática, conivente com governos passados e  presente, não se limita ao nióbio, mas também a todos os outros metais raros.

Os especialistas comprovam que o Brasil perde mensalmente cerca de 100 bilhões de reais, com o desvio do nióbio. 

O nióbio é mineral que só existe no Brasil (97%). O nióbio é mineral estratégico brasileiro esgotável, que está abastecendo, através de sua comercialização, diversas caixas de tesouros nacionais fora do Brasil, de uma maneira nebulosa. Daí porque, toda a atenção é preciso.  

Grande parte da a riqueza mineral, nióbio entre elas, mais pedras preciosas, terras raras, etc., exportadas pelo Brasil não paga um centavo de imposto ao fisco Estadual e muito menos ao Federal. 

Disto resulta a indiferença das Receitas Estaduais e Federal que não se importam se tais riquezas brasileiras são vendidas por um centavo de real ou hum bilhão de dólares. Daí porque, é, indiferente para as referidas Receitas, o contrabando. 

Se são receitas originárias – sem onerar o contribuinte – têm que pagar sim, com absoluta certeza, tributos – porque as mercadorias das quais se trata são mais preciosa do que qualquer outra. 

A pergunta que não quer calar: a quem aproveitam as receitas originárias que estão sendo desviadas da Caixa do Tesouro Nacional do  Brasil?

Os perspicazes e atentos contribuintes brasileiros exigem o máximo de informações sobre as receitas originárias que – constitucionalmente têm que diretamente abastecer a Caixa do Tesouro Nacional do  Brasil. A CTN é quem faz a distribuição de rendas entre os  setores da Saúde, Educação, Infra - estrutura e outros.

*Pesquisadora CNPq e FAPERJ/1994
O Brasil merece respeito!

NIÓBIO, A MONTANHA MÁGICA E O CRIME DE LESA PÁTRIA

O Brasil é um país de minas, é país minerário. Ensinar o Brasil nas escolas, como ele deve ser ensinado, é mais do que preciso. As minas estão no território (subsolo, mar territorial etc.)  do Brasil.
As minas do Brasil estão sendo exploradas em uma alta rotatividade, pelos espertalhões e espertinhos da vez, aproveitando-se da ausência de saber por falta de informação da população brasileira – perspicaz, esperta, inteligente e perceptiva.



Estão preparando arapinagem de uma mina de escândio  em Barreiros, Bahia.


Na próxima quinta-feira (31/01/2013), uma delegação russa composta pelos proprietários da empresa «Mast», Serguêi Chak e Serguêi Makhov, além de geólogos, desembarca em São Paulo, de onde segue para o município de Barreiras, na Bahia, que possui uma enorme reserva de escândio. Pela primeira vez, russos e brasileiros esboçam uma parceria nessa área estratégica[5].

A viagem desses russos ao Brasil foi engendrada ainda durante a visita da presidente Dilma Rousseff a Moscou, em meados de dezembro de 2012. Na comitiva de empresários que a acompanhou, estava o ex-senador Andres Guzman, diretor para assuntos internacionais da Itaoeste Mineração e da OMF Mineral Star.

“A visita à Rússia foi um sucesso. Tivemos a oportunidade de nos reunir com a empresa ‘Mast’, que já tem tradição no trato de minerais raros há mais de trinta anos», contou Guzman à Gazeta Russa.


Rumo a Marte

Até 1993, quando o setor foi estatizado no país, a «Mast» explorava diversos minerais, e até mesmo urânio na Rússia. Apesar das mudanças no setor, a empresa seguiu trabalhando com produtos como escândio, tálio e lítio.
Seus clientes estão distribuídos por doze países, tais como Estados Unidos, China, Índia, França, Inglaterra, Alemanha. Para a norte-americana “Smith&Wesson”, por exemplo, a “Mast” fabrica um cano especial para armamento de repetição balística.

“Eles elaboram o produto em uma de suas empresas, de acordo com o ‘cardápio’ do cliente”, conta Guzman. “É uma empresa de ponta que atua não só na separação dos materiais, como também na qualificação, agregando valor a esses minerais.”

Segundo Guzman, os planos das empresas são amplos. “Ao lado da venda de escândio bruto, pretendemos assinar um acordo de transferência de tecnologia. Podemos gerar uma terceira empresa associada e instalar uma planta para agregar valor em território brasileiro e vender estes produtos acabados a empresas de altíssima tecnologia, tais como Boeing, Airbus, Nasa. O tratorzinho que chegou em Marte utiliza essas ligas especiais.”


No Brasil

Na Bahia, a delegação irá se reunir com o governador da Bahia, Jacques Wagner, e com alguns integrantes do seu secretariado, além de outros políticos, como o deputado federal Nelson Pellegrino.

“Nosso projeto na Bahia está estimado em 20 bilhões de dólares. O céu é o limite”, afirma Guzman.Em troca, de acordo com ele, o Brasil ganha divisas e a transferência de tecnologia. «A Embraer, por exemplo, compra os trens de aterrissagem na Europa ou nos Estados Unidos porque não existe no mercado local o domínio das ligas dos minerais raros com alumínio.»


Empresário de ponta

A reserva de Barreiras pertence a um dos empresários mais audaciosos do país. Olacyr de Moraes foi o mais jovem bilionário brasileiro. Chegou a ter mais de 40 empresas atuando em diversos ramos, tais como construção civil, transporte, agronegócio, pecuária, geração de energia, implementos agrícolas, armazenamento e estocagem de alimentos etc.

Em seu currículo de «self made man» constam duas realizações que fazem dele um dos maiores empreendedores da história brasileira. Nos anos 1980, ele ergueu, nas terras até então consideradas inóspitas do Centro-Oeste, um império agrícola. Fez jus ao epíteto de “Rei da Soja”.
  • Xiii… Que história cabeluda!  é o seguinte: Miguel Garcia Ferreira, 61 anos, motorista de Olacyr de Moraes, aquele que já foi o rei da soja, matou a tiros um ex-senador boliviano que morava há muitos anos no Brasil: Andrés Fermín Heredia Guzmán, de 60 anos, que era diretor de duas mineradoras que pertencem ao empresário. Não era, assim, um qualquer, como verão. A coisa é enrolada e pode envolver interesses verdadeiramente bilionários[1]
Andrés Heredia e Olacyr de Moraes, em Moscou. / REPRODUÇÃO
  • De 2006 a 2009 Heredia foi suplente do senador Roger Pinto Molina, opositor do governo Evo Morales que se asilou no Brasil após viver meses no consulado brasileiro em La Paz. Assumiu o cargo no Senado em algumas ocasiões, principalmente quando o governo de Morales precisava aprovar projetos polêmicos. Heredia, apesar de ser opositor, votava a favor do governo.
    Casado com uma brasileira, o ex-político deixou seu país e se tornou lobista no Brasil. Quando vivia na Bolívia, em 2006, se reuniu com José Dirceu, que na época já havia sido demitido do cargo de ministro da Casa Civil do governo Lula e tinha ido àquele país representando empresários brasileiros. Segundo a imprensa boliviana, ele já esteve envolvido em polêmicas com a construtora brasileira OAS na desocupação de terras indígenas .
As Minas de Olacyr de Moraes minérios raros quando prospectava calcário na Bahia 
O governo baiano, segundo o secretário para Assuntos Internacionais, Fernando Schimidt, quer a ampliação das relações com a Rússia, único integrante do Brics que ainda não recebeu a visita oficial do governador Jaques Wagner[4].
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Tacada de sorte: equipe comandada por Olacyr encontrou minérios raros quando prospectava calcário na Bahia [2]

“Um tal de Olacyr...”
E como foi traído, exatamente pelos que ele mais ajudou.
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 Olacyr de Moraes reinou na soja e na construção pesada. Por conta de dívidas milionárias, vendeu alguns patrimônicos, como a fazenda Itamarati, em Ponta Porã (MS). As mesmas terras que lhe renderam o título de rei da soja foram usadas para assentar famílias ligadas ao MST.[3]

É este o golpe:

"os bens da união", em que, todo o subsolo, água e energia, pertencem aos abomináveis, bandidos e imbecis que nos governam, e deles fazem usos e maracutaias que bem entendem a seu bel prazer, favorecendo apadrinhados e semanaleiros. Urge, pois exterminar todos os nefastos e nojentos monopólios.

“Quando você perceber que, para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho; que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada,” (Ayn Rand)

Temos procurado divulgar a exploração e descaminho dos minérios brasileiros em especial o Nióbio, camuflado pelas governanças.

Em 2008,  o envolvimento do super bandido Daniel Dantas com o “filho“ do Lula nas telefonias, envolvia  também os projetos deixados pelo enviado ao Brasil dos Rockefeller, o insuportável eleito por Lula Ministro Mangabeira Unger, delegando aos concentradores laranjas aqui obedientes, a exploração dos minérios no Brasil.

 Quantos abusos contra o patrimônio público aconteceu neste período; - hoje, fica claramente confirmada para mim, a participação e conivência do Lula nos crimes praticados contra o patrimônio público, favorecendo os concentradores internacionais, doando a  Raposa Terra do Sol, Acre, Transposição do Rio São Francisco hoje seca e solo disponível  rica em minérios, a permanente seca no nordeste região comprovada existência da água que “eles“ jamais permitirá uso no sertão, Rondônia, Goias, Pará (pasto para que? querem o solo), Mato Grosso, fabricando índios, afastando os agricultores (plantar para que? querem o solo) para que não exista provas sobre os crimes praticados nas explorações minerais que expropriadas, seu descaminho  deixa o Brasil de cabeça para baixo.

 Lula (com dinheiro do povo) elegeu  o PT no governo da Bahia, fazia parte das metas estabelecidas, a exploração mineral na região, sob a vigilância de Lula/Dilma, que de brasileiros nada tem.  E o banqueiro bandido Daniel Dantas continua sem punição, salvo da prisão pelos HC agraciados pelo Ministro do STF (também bandido) Gilmar Mendes.

 Tudo me indica que a empresa Global Miner Exploration (GME4) criada, por Eduardo Duarte laranja do banqueiro Daniel Dantas, que leva o nome de Daniel Dantas e João Carlos Cavalcanti,  tenha também os nomes de Dilma Rousseff e Lula da Silva. Do contrário, não dá para aceitar tanta omissão ao que é de direito, também pelo DNPM.

 Em Araxá, os funcionários da CBMM resolveram falar e delatar os abusos da extração do Nióbio, e a contaminação por câncer praticada pelos seus até então ótimos patrões Moreira Sales. Dizem que nós publicamos na Web somente o estrago financeiro, mas não falamos do estrago com o meio ambiente e saúde da população contaminada com câncer. Veja, em 2008 poucos sabiam o que era o nióbio  hoje, com as divulgações muitos sabem sobre o minério  ficando mais fácil para eles a contestação, que permaneceu por eles calada e secreta por várias décadas.

 É desgastante tanta irresponsabilidade e roubo do dinheiro do povo continuar sendo praticada por delinquentes colocados no poder. Mas, como sempre ouvimos: devemos continuar a nossa jornada de luta, alertando os desinformados pensando no BRASIL ACIMA DE TUDO

 Infelizmente, obtivemos as informações à seguir, antes do Delegado que se dizia do povo, ter se aliado ao PT/PCdoB de Dilma e Lula.

 "o umbrella deal bolado por Mangabeira Unger, em Washington, há 17 anos. “Como tudo naquele documento, a ideia era a de vender as riquezas do Brasil a investidores estrangeiros e grupos internacionais”,

NIÓBIO, A MÁGICA DA MONTANHA

A Revista Exame na sua publicação de 23 de janeiro de 2013, traz uma matéria intitulada "A MÁGICA DA MONTANHA",  onde deixa claro como cristal o crime de lesa- pátria  pelo contrabando da mina de Araxá para o exterior que produz em alta concentração um metal altamente estratégico para o planeta, o nióbio, com o agravante de que o Brasil ainda esta pagando para ser roubado.
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