COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ATENÇÃO PAIS: "SER FAMILIA - SEMINÁRIO DE CURA E EDIFICAÇÃO DA FAMÍLIA"

ATENÇÃO PAIS.... URGENTE! O ASSUNTO É MUITO SÉRIO!
Amados amigos e irmãos,
Nossas crianças, adolescentes e jovens têm sido bombardeados com ensinos que contaminam suas mentes e afetam suas emoções. Alguns deles já foram contaminados espiritualmente e têm sido perturbados pela ação das trevas.
Está se tornando comum no nosso ministério pais buscarem ajuda para tratar questões graves envolvendo seus filhos.
Problemas Espirituais e distúrbios emocionais já não são exclusividade das famílias que ainda não são cristãs.
Casos de crianças e adolescentes com agressividade, sinais de depressão, prática da automutilação, vícios, pornografia, confusão quanto à identidade sexual, envolvimento com ocultismo e até com históricos de aborto, já fazem parte do cenário de alguns lares cristãos e dos pedidos de socorro que chegam até nós.
Em razão disso sentimos a necessidade de ensinarmos aos pais e aos líderes que trabalham com crianças, adolescentes e jovens, o que Deus tem nos ensinado a esse respeito.
Pela Maravilhosa Graça que nos foi concedida pelo Pai temos sido instrumentos de Cura e Libertação para este tempo. Somos gratos a Ele e queremos verdadeiramente cumprir esse chamado.
E, em razão disso, realizaremos o SER FAMILIA - SEMINÁRIO DE CURA E EDIFICAÇÃO DA FAMÍLIA.
Escolhemos o Acampamento Monte Horebe para esse evento por ser um lugar onde poderemos realizar o Seminário oferecendo também momentos de lazer para o convívio das famílias.
Escolhemos a data de 19 a 22 de janeiro por ser período de férias escolares, o que possibilitará a ida de toda a família.
Maiores informações sobre esse evento poderão ser obtidas através do e-mail inscricaosilc@gmail.com
 ou pelo telefone (79) 99999-6555.
Deus os abençoe.
Pastor Otto e Pastora Tânia Tereza.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Comissão da Câmara dos Deputados aprova definição de família como união entre homem e mulher

Comissão da Câmara dos Deputados aprova definição de família como união entre homem e mulher

Julio Severo
Nesta quinta-feira (24) a Comissão da Câmara dos Deputados que discute o Estatuto da Família aprovou o texto principal do projeto que define como família a união entre homem e mulher. Essa definição conta com o apoio da maioria do povo brasileiro, mas para uma minoria homossexualista, inclusive elites midiáticas sedentas de impor um comportamento minoritário sobre a maioria, o projeto é “polêmico,” pois não aceita como família uniões formadas por homossexuais, seres incapazes de procriar e formar família natural.


O texto define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos. O projeto parece uma total redundância,  pois a Constituição Federal já reconhece apenas homem e mulher para definir família no artigo 226. O projeto só repete o que a Constituição já diz.

O Estatuto da Família busca a preservação da família, falando sobre direitos da família e as diretrizes das políticas públicas voltadas para atender a entidade familiar através da saúde, segurança e educação.

A pergunta que fica é: se a Constituição, que deveria ser a Lei Maior do Brasil, não é suficiente para deter aqueles que querem rejeitá-la, o que um projeto poderá fazer? Se a Constituição não é suficiente para proteger a família contra as ações de ativistas ideológicos determinados a desfigurá-la e mutilá-la, o que um simples projeto poderá fazer a mais?

A deputada Erika Kokay (PT-DF) disse que o projeto abre “brechas para legitimar a discriminação de homossexuais,” como se o crime fosse impedir ativistas homossexuais de mutilar a família, não o ato de cometer a mutilação, que vai frontalmente contra a Constituição, mas niguém está sendo julgado nem punido.

“Mais uma vez a família venceu, este projeto vem num momento bastante oportuno. Nunca a principal instituição da sociedade e o matrimônio foram tão atacados como nos dias atuais”, afirmou o deputado Sóstenes Cavalcante.

Se a Constituição não for suficiente para deter os que a afrontam sem serem devida e merecidamente punidos, muito menos um mero projeto que nem deveria existir se a Constituição estivesse de fato sendo respeitada e cumprindo sua função.

Com informações do GospelPrime.
Leitura recomendada:


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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Bancada é intimada 'vigiar' ações que desconstruam a família


O resgate dos valores e princípios da família e alguns projetos em tramitação que tramitam no Congresso Nacional são apontados como principais desafios da família brasileira, conforme análise da Frente Parlamentar Evangélica.
20/11/2012 15:11 por Admin
 Em entrevista exclusiva ao Fé em Jesus, o presidente da Frente, deputado João Campos, afirmou que é necessária a regulamentação do que é a família conforme estabelece a Constituição Federal.
“A Frente tem sido vigilante, mas é preciso ainda mais, pois estão deturpando o verdadeiro sentido da família, o que realmente prevê a Constituição brasileira, por isso entendo que todos os dias devemos vigiar, estarmos atentos a tudo o que possa ser prejudicial à essa célula máster da sociedade”, afirmou o deputado, ao término da sessão solene que celebrou o Dia Nacional de Valorização da Família.

Campos elencou projetos como o que prevê a adoção de crianças sem ser a famílias tradicionais, projeto que estabelece a legalização do aborto, também o que flexibiliza a questão de estupro de vulnerável como aspectos preocupantes e que afrontam as famílias.

Por quase duas horas e meia, os parlamentares e convidados – como líderes de igrejas de diversos estados, presidentes de entidades ligadas à valorização da vida e da família, entre outros – explanaram sobre a criação do dia alusivo.

No Congresso, Malafaia profetiza: “em nome de Jesus que toda lei contrária à família caia por terra”


Para o líder do PSC, deputado André Moura (SE), é necessário que se construa o que chamou de “trincheira” em defesa dos valores da família. “Sem dúvida ter o dia de conscientização é muito bom, mas não basta, temos que estar aqui, todos os dias, constantemente”, alertou o parlamentar.

A cobrança havia sido feita pelo pastor, e um dos maiores líderes cristãos do Brasil, Silas Malafaia. “Eu espero que os senhores defendam aqui no Congresso a família nuclear. Muito depende de vocês também. Ao resto dêem o nome que quiserem dar, mas família é o homem, a mulher e sua prole. Eu espero que Deus guarde a família brasileira”, disse o líder durante seu pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados.

O vice-presidente da República, Michel Temer, enviou um ofício que foi lido durante a sessão, parabenizando a iniciativa da bancada ao propor tanto o projeto que criou o Dia Nacional quanto o requerimento que levou à sessão solene. A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também em comunicado parabenizou e desejou vitória à luta da bancada que defende os valores da família.
Fonte: Karoline Garcia – Especial para o Fé em Jesus


sábado, 4 de agosto de 2012

ESTEJA ALERTA: O STF É CAPAZ DE AVILTAR A CONSTITUIÇÃO OUTRAS VEZES...VAMOS AGIR !


Como os cristãos devem se proteger das ilegalidades supremas?
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) elogiou a decisão da presidente Dilma Rousseff de suspender a divulgação do ‘kit anti-homofobia’ nesta quarta-feira (25). “Veio bastante tarde, mas vou ser obrigado a elogiar a Dilma. Comecei nessa briga desde novembro do ano passado, apanhei muito ao longo disso aí, fui acusado de um monte de coisa, racista, homofóbico, mas chegaram à conclusão de que eu tô certo. [...] A Dilma deu um passo atrás porque 90% da população está contra essa proposta.”, disse o deputado.

O exemplo do STF revelou uma intenção óbvia: os movimentos da esquerda cultural querem destruir todo o patrimônio cultural e simbólico do cristianismo na sociedade.
Paradoxalmente, há um poder na república, cuja institucionalidade está acima de todos os poderes. Ainda que haja leis, ainda que haja o poder legislativo, ainda que haja a Constituição, ele pode arbitrar e passar por cima de todos eles. Até as leis de Deus e do direito natural estão abaixo de suas determinações. Alguém poderá pensar que é o poder executivo. De fato, na história da república brasileira, o executivo quase sempre teve o papel de usurpador dos poderes. Até mesmo o governo Lula foi um exemplo fático dessa tendência, cada vez mais despótica, de passar pela harmonia dos poderes, legislando onde não deve, intervindo onde não é autorizado. Contudo, esse poder acima de todos os poderes não é o executivo. Este, ao menos, está sujeito aos ditames da Constituição e das leis, além de ter o controle do judiciário e do legislativo. O poder absolutista a que me refiro se revelou recentemente na imprensa e na opinião pública. E houve advogados e juristas que fizeram rasgados elogios à instituição, pela sua abjeta decisão. É claro que essa instituição acima de todos os poderes se chama Supremo Tribunal Federal.
A decisão da Corte Suprema do país, reconhecendo a união estável entre os homossexuais, deixou os cristãos perplexos. Primeiro, porque a artimanha passou por cima do Congresso Nacional e da Constituição para se legitimar judicialmente. E segundo, para fazer isso, crivou de ilegitimidade o próprio direito de família. A mensagem do STF é muito clara: qualquer associação espúria pode ser considerada “entidade familiar”. Basta o tribunal se comover com o assunto, sofrer pressão de grupos minoritários organizados, para ignorar toda uma instituição já consagrada, rebaixando-a a um subjetivismo perigoso e abertamente permissivo. A interpretação que os ministros do STF deram à família fôra de um desprezo completo pela moralidade. Tanto faz uma família ou um lupanar que dá no mesmo.

Por outro lado, a ação organizada entre o Supremo e as ONGs da militância gay revelaram o quanto os cristãos, sejam eles católicos ou protestantes, estão sedados, paralisados, para uma reação à altura das artimanhas judiciais da chamada “revolução cultural”. O exemplo do Supremo em ter cometido uma ilegalidade e uma afronta à família é motivo de sobra para um novo despertar dos cristãos na defesa dos seus valores mais caros. Na verdade, o fato revelou uma intenção óbvia: os movimentos da esquerda cultural querem destruir todo o patrimônio cultural e simbólico do cristianismo na sociedade.

A campanha violenta de secularização completa do Estado, das instituições e da política, quer extirpar o cristianismo do meio social. Na prática, laicidade virou claro sinônimo de materialismo e ateísmo, só que escamoteado, sutil, rarefeito e, portanto, ardiloso. Porque a pregação da laicidade se esconde por detrás de uma suposta idéia de tolerância iluminista contra os desmandos malvados da irracionalidade religiosa.

Os valores cristãos incutidos no direito, na política e na sociedade, devem ser expurgados para se implantar uma espécie de pseudo-ética politicamente correta. O governo retira as cruzes das repartições públicas; modifica radicalmente os valores relacionados a vida e a família; e coloca o cristianismo num lugar de insignificância, no foro íntimo do mero capricho ou crença, quando a cosmo visão materialista e atéia e a moral utilitarista se tornam uma espécie de religião civil estatal.


O posicionamento do STF foi abertamente clerical, como se os ministros fossem a encarnação dos deuses, e a Corte, uma espécie de oráculo da “vontade geral” rousseana. Com a diferença de que nem mesmo o povo foi ouvido nessa questão controversa. Pelo contrário, os ministros da Suprema Corte trataram a população como um rebanho cristão estúpido e incapaz de fazer juízos sobre seus próprios assuntos. Aqueles, naturalmente, é que são “iluminados”, arautos do progresso humano e da igrejinha do Estado laico!

A comunidade cristã, seja ela católica ou protestante, está acuada, na defensiva. Muitos ainda não percebem os perigos de uma militância política que almeja destruí-la. O Estado laico, tal como se apresenta, é declaradamente anticristão. O STF, o movimento gay e a esquerda cultural realizam as mesmíssimas ações registradas no decorrer do século XX: transformam os cristãos em categorias de segunda classe, tiram seus direitos elementares de consciência na participação política e os isolam num ostracismo, a ponto de invalidar todos os seus conceitos e neutralizá-los.

Porém, o que fazer? Primeiramente, os cristãos de todos os credos devem se unir para uma causa: a promoção dos valores comuns da Cristandade na sociedade, na política, no direito e na cultura.

Devem atacar em todos os aspectos da legislação, do direito e da educação, a secularização ateísta da sociedade. Não podem  ficar acuados, na defensiva.

Devem contra-atacar, legitimar na Constituição, no direito, no judiciário, nas escolas e nas universidades, os valores do cristianismo.

Devem combater o ativismo judicial disciplinando-o através da estrita legalidade sã. Ou na melhor das hipóteses, denunciar esse ativismo, que é visivelmente antidemocrático e totalitário, já que sujeita as decisões judiciais aos anseios ideológicos de um partido ou de um grupo político.

Alguém objetará, alegando que isso seria o caminho para um Estado totalitário religioso. Isso é abertamente falso. Qualquer cristão de boa consciência não estará pregando a imposição forçada da religião na comunidade. Pelo contrário, a liberdade religiosa e a liberdade de consciência devem ser preservadas.

No entanto, ninguém até então chamava de “totalitário” o fato de que a nossa estrutura familiar sempre ter sido monogâmica e heterossexual, inspirada no cristianismo.

O mesmo se aplica ao direito à vida ou à propriedade, que tem nos princípios cristãos, um enorme débito. Defender os valores essenciais da vida, da família, dos direitos naturais, na tradição cristã, é a salvaguarda contra o Estado totalitário que ascende, já que não reconhece nenhum outro princípio ou poder, senão ele próprio.

A regra atual é combater as ilegalidades “supremas”. É uma luta, não somente de todos os cristãos, mas do povo brasileiro contra a arbitrariedade judicial. A bancada evangélica e católica do Congresso Nacional, junto com demais deputados que defendem a instituição da família, devem unir esforços para tornar ilegal e inconstitucional o parecer do STF a respeito da “união estável” entre os homossexuais.

A farsa do movimento gay e suas fraquezas estão mais do que expostas.

Deve-se buscar todos os meios necessários para impor limites aos abusos do Supremo e os métodos sujos da revolução cultural marxista.

Se as instituições brasileiras podem se autonomear “democráticas”, nenhum poder político desta república deve estar acima da Constituição e das leis. A sorte foi lançada.

Os cristãos devem pegar as armas da apologética e da retórica e combater o processo do Leviatã que ameaça engoli-los. O campo de batalha é o direito, é a lei, é o Congresso, é a universidade, é a escola, é a igreja.

Basta despertar…

ADENDO DA ADHT : "Para não esperarmos acontecer outras atitudes tiranas do STF, vamos escrever em massa para os Ministros do STF. No link a seguir você tem os emails deles. Não deixe de fazer valer seu direito de cidadania. Exerça-a o mais breve possível. Envie um email para todos os Ministros do STF, com cópias para os Deputados Federais e Senadores de seu Estado, contidos no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html".


Cordiais Saudações !
Luiz Freimuller
Sempre uma boa opção.
Obrigado Senhor, por mais um dia!!!
http://www.movelandia.com.br/consagracao.htm
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